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Utilizar de recursos a serem obtidos através da Lei de incentivo à Cultura para apoio e incentivo da popularização e divulgação da arte milenar japonesa do origami, integrando seus valores na cultura brasileira e permitindo a produção e consumo de expressões culturais e artísticas diversa e de qualidade, a serem distribuídas em diferentes áreas de São Paulo.
O Projeto Carinho em Dobra é uma iniciativa que usa a arte milenar dos origamis para conectar e aproximar pessoas, através de oficinas em instituições de saúde, escolas e eventos comunitários e da doação de cartilhas do projeto que ensinam a técnica de dobradura em papel. A prática do origami traz inúmeras possibilidades de desenvolvimento do campo criativo e benefícios para as habilidades cognitivas, visuais, espaciais e geométricas, além de serem belas obras de arte. Em um mundo conectado como o que vivemos, com as pessoas cada vez mais ocupadas com o celular e acostumadas a consumir conteúdos nos meios digitais, o ato de fazer um origami a mão e com presença ativa é uma forma especial de demonstrar afeto. Desde o seu lançamento, em março de 2020, o projeto Carinho em Dobra já atendeu diversos parceiros e esse é apenas o começo de uma grande corrente do bem.
Objetivo Geral O presente projeto visa apoiar e fortalecer a produção artística de diferentes povos, integrando seus valores e suas nuances dentro da cultura brasileira, permitindo o acesso da população as variadas formas de manifestação cultural dos povos formadores de nossa nação, além de servir como atividade complementar, terapêutica e ocupacional para diferentes faixas etárias. Objetivos Específicos - Realizar 600 oficinas de criação de origami online com uso de plataforma específica, vinsando um intercâmbio cultural milenar por meio das artes visuais. - Realizar 5 (cinco) ações formativas para escolares e professores do ensino público, atinente às contrapartidas sociais.
A arte do origami surgiu no Japão, sendo aperfeiçoada e propagada pelo mundo. Não se sabe quando o origami foi introduzido no Brasil, mas uma das maneiras foi a imigração japonesa, que ocorreu a partir de 1908, e a outra, foi através da imigração de argentinos para o país. Para a maior parte dos brasileiros, a primeira experiência nessa arte é na infância, quando aprendemos a dobrar barcos de papel e chapéus de soldado, mas após essa fase poucos continuam com o interesse na arte, muitos por falta de incentivo e muitos por falta de material acessível. O mercado de livros de origami no Brasil é pouco explorado e possui potencial para crescer. É um segmento que não possui muitos trabalhos nacionais e a maior parte dos livros são voltados para ensinar crianças. Livros de origami no Brasil são poucos e muitas vezes de difícil compreensão, dificultando a divulgação dessa arte no país. Para aqueles que estão interessados muitas vezes o único recurso é importar livros ou buscar informações na internet, de tal forma, o projeto "carinho em dobra" que já é realidade busca levar acesso as culturas milenares e a incluir pessoas no conhecimento das produções de origamis. Com a execução do projeto será possível alcançar um seguimento de pessoas muito maior, usufruindo de espaços institucionais para a realização das oficinas e distribuição dos materiais de apoio pedagógico que serão distribuídos nas oficinas. A propostas em cena também será ferramenta acessível para projetos em diferentes localidades que utilizam ou possam utilizar o origami como ferramenta de integração e desenvolvimento social por meio do conhecimento de uma cultura milenar considerada uma arte visual de grande importância social e cultural. A utilização de recursos obtido por meio da Lei de incentivo à Cultura apoiará na democratização e ampliação do acesso da população a características culturais internacionais e nacionais, contribuindo para a promoção e incentivando a preservação da cultura dos povos formadores de nossa nação. A proposta oferece a oportunidade de conhecimentos acerca da cultura japonesa, quem de acordo com história deu início a técnica de Origami. Não obstante, as pessoas serão conduzidas a técnica de origami e serão orientadas a valorizar a prática que poderá levar a produção artística de conteúdos e produtos locais. Ainda cabe salientar que ligadas as Artes Visuais, ações educativo-culturais, inclusive seminários, oficinas e palestras, assim como ações de capacitação e treinamento de pessoal que visem a formação e o fomento em artes visuais são enquadradas no (art. 18, § 3º, alínea d) Não obstante, salientamos que a presente proposta oferece um produto cultural e está em consonância com o Art. 1° da lei 8.313 nos seguintes itens: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto em cena também atende ao Art. 3° da Lei 8.313/1991 para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes. III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
NSA
METODOLOGIA - PLANO PEDAGÓGICO DAS OFICINAS CULTURAIS Serão oferecidas no total 12.000 vagas para as oficinas entre as idades de 06 anos até 65 anos, através do presente projeto. As oficinas acontecerão conforme agenda das instituições parceiras, sendo 45 minutos cada oficina. As Oficinas acontecerão por meio de uma plataforma digital, reunindo pessoas para o aprendizado da arte de produzir Origamis – uma arte milenar para conectar e aproximar pessoas. As inscrições para o projeto serão divulgadas em momento oportuno e em conformidade com a abertura de turmas. Os alunos inscritos receberão as instruções para acesso a plataforma e receberão instruções para a confecção dos origamis, recebendo em momento oportuno e por correio todo o material de apoio. OFICINA DE ORIGAMI Número de turmas: 600 Número de alunos por turma: 20 Conteúdo programático. Origami como arte milenar de acesso a cultura Oficina prática de dobras.
PRODUTO: Oficina Acessibilidade física: As ações serão realizadas em locais onde a acessibilidade será garantida em conformidade com as Legislações vigentes; com rampas de acesso e banheiros adaptados; Acessibilidade auditiva: Tradução em libras; Item PO: Interprete de Libras Acessibilidade visual: Audiodescrição. Item PO: Audiodescrição PRODUTO: Contrapartida Social Acessibilidade física: As ações serão realizadas em locais onde a acessibilidade será garantida em conformidade com as Legislações vigentes; com rampas de acesso e banheiros adaptados; Acessibilidade auditiva: Tradução em libras; Item PO: Interprete de Libras Acessibilidade visual: Audiodescrição. Item PO: Serviço de audiodescrição
Oficina O produto cultural será de acesso gratuito e contará com divulgação dos lançamentos em diferentes canais de comunicação. Além disto, atendendo a Instrução Normativa n° 2/2019, tais como: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; Contrapartida Social A contrapartida social será de acesso gratuito e será realizada em locais onde a acessibilidade será garantida em conformidade com as legislações vigentes, e contando com a tradução em libras, se assim necessário. Além disto, atendendo a Instrução Normativa n° 2/2019, tais como: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;
Proponente: Yu Chih Yeh – Coordenador Geral, responsável por todo o processo decisório do projeto Yeh nasceu no Japão e cresceu no Brasil, obtendo um Bacharelado em Bioquímica pela Universidade de São Paulo. É fluente em inglês, português e japonês. No iPing, o Sr. Yeh foi um dos membros da startup e foi responsável por toda a operação e produção de conteúdo. Como startup, realizou multitarefa na empresa, desde a gestão até a implementação de tecnologia ao longo de 2 anos. Nota: todos os demais profissionais/serviços serão contratados em momento oportuno, a partir da captação dos recursos e homologação do projeto para execução.
PROJETO ARQUIVADO.