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PRONAC 212911Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Temporada de Óperas do Theatro Municipal do Rio de Janeiro - 2022/2023

Agência do Instituto Mundial para as Relações Internacionais
Solicitado
R$ 3,56 mi
Aprovado
R$ 3,56 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ópera
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Óperas
Ano
21

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2022-03-01
Término
2023-06-30

Resumo

A presente proposta tem o objetivo de realizar a temporada 2022/2023 de óperas do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. E como Contrapartida Social, será oferecida palestra com o tema "Óperas" para estudantes e professores de escolas públicas, estudantes de música e integrantes de projetos sociais, de forma a atender ao disposto no Art. 22 da IN 02/2019.

Sinopse

ÓPERA ITALIANA 06 récitas Orquestra Sinfônica e Coro do Theatro Municipal do Rio de Janeiro Com origem em diversas formas de teatro com música, incluindo as peças medievais, as peças pastorais renascentistas, os dramas pastorais e os intermedi, a ópera nasce em Florença no século XVI. O que inicialmente era uma espécie de recitativo intercalado com canto passa a ser uma narrativa teatral onde os personagens se expressam todo o tempo através do canto. Embora nascida em Florença, é em Veneza, com abertura dos teatros públicos, que a ópera encenada se populariza, se diversifica e o virtuosismo vocal ganha tanta importância quanto o espetáculo. A partir daí o gênero se propaga por outras cidades italianas e ganha a Europa, tendo atingido o auge de sua popularidade no fim do século XIX com as obras de Verdi e início do século XX com as obras de Puccini. Até os dias atuais a ópera italiana desempenha um papel dominante na história deste gênero musical e faz parte do repertório executado em todos os teatros líricos do mundo. Seguindo esta tradição o Theatro Municipal do Rio de Janeiro apresentará um grande título da ópera italiana em sua temporada, com a participação de seus corpos artísticos e regência do maestro titular da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Ira Levin. ÓPERA ENCENADA 06 récitas Orquestra Sinfônica e Coro do Theatro Municipal do Rio de Janeiro Será selecionado um título importante do repertório operístico mundial a ser executado pela orquestra sinfônica e coro do Theatro Municipal e solistas convidados. A obra contará com grande produção e será encenada em versão completa. ÓPERA EM CONCERTO 02 récitas Orquestra Sinfônica e Coro do Theatro Municipal do Rio de Janeiro Seguindo tradição da temporada lírica do Theatro Municipal, um título de ópera será apresentado em formato de concerto semi encenado. Com o Coro e a Orquestra no palco, o espetáculo contará com ambientação e movimentação adicionando assim elementos cênicos ao formato tradicional de concerto.

Objetivos

Objetivo Geral: Oferecer ao público óperas executadas pela Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal e pelo Coro do Theatro Municipal — que são corpos artísticos permanentes da casa —, reafirmando a renomada tradição do Theatro de oferecer à plateia récitas de excelente nível artístico. Objetivo Específico: A) Produto APRESENTAÇÃO MUSICAL Na temporada 2022/2023, serão oferecidos três títulos de óperas, em um total de 14 récitas, incluindo duas obras encenadas e uma em concerto (ou semi encenada). Os títulos serão selecionados para compor a temporada lírica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, e serão apresentados pela Orquestra Sinfônica e do Coro da casa, bem como por solistas convidados. B) Produto CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Como Contrapartida Social, será oferecida 1 palestra com o tema "Óperas" para 1.000 estudantes e professores de escolas públicas, estudantes de música e integrantes de projetos sociais, de forma a atender ao disposto no Art. 22 da IN 02/2019.

Justificativa

O Theatro Municipal do Rio de Janeiro (TMRJ) foi inaugurado em 14 de julho de 1909. É considerado a principal casa de espetáculos do Brasil e uma das mais importantes da América do Sul. Ele é composto por suas instalações físicas e seus corpos artísticos permanentes. Atualmente, com 112 anos de serviços prestados à cultura nacional, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro se mantém como uma das belas casas de espetáculo do país, com capacidade para 2.000 espectadores. As justificativas para a submissão do presente projeto são a geração de receita para a sustentabilidade financeira do Theatro Municipal, a contribuição para a produção cultural do Rio de Janeiro e do Brasil, bem como a manutenção de seu potencial como atração turística para a cidade. Este projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Os seguintes objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91 serão alcançados: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.

Estratégia de execução

Beneficiários das Passagens As passagens serão emitidas para músicos e maestros convidados, bem como para os responsáveis pela Coordenação-Geral e pela Coordenação Administrativo-Financeira do projeto. Esses deslocamentos serão necessários para o bom monitoramento, gestão e levantamento de dados de todo o projeto para a devida prestação de contas. Sobre a Instituição Proponente A Agência do Instituto Mundial para as Relações Internacionais tem ampla experiência na concepção, elaboração, gestão e execução de projetos em diversas áreas, bem como na gestão de diversas fontes de recursos, como convênios nacionais e internacionais, acordos de cooperação técnica com outras instituições, leis de incentivo nacionais e estaduais, termos de parceria, termos de fomento e gestão de projetos com recursos públicos, como o Fundo Nacional de Cultura – FNC, além de patrocínios privados e consultorias para empresas e instituições privadas. Tem como principal diferencial a articulação da cooperação entre governos, pessoas, empresas e instituições, de modo a criar uma rede diversa que permita a superação de desafios complexos em nossa sociedade. A instituição tem como capital intangível a boa qualificação junto ao Observatório das OSCs do Governo Federal (https://mapaosc.ipea.gov.br/selo-osc/785538) e um objetivo claro de estar envolvido apenas com projetos que gerem algum tipo de impacto social, seja por meio da preservação da memória, da formação de plateia, do acesso democrático aos bens culturais, esportivos e sociais, do fomento ao desenvolvimento econômico, da formação para o empreendedorismo e a empregabilidade, da inovação para o futuro. Cabe também destacar o quadro diretivo, que possui um perfil multidisciplinar em diversas áreas de formação: Relações Internacionais, Gestão de Projetos, Gestão de Riscos, Turismo, Direito, Tecnologia da Informação, Contabilidade, Engenharia, Biologia, Desenvolvimento Sustentável, Economia, Comunicação Social, Treinamento e Capacitação.

Especificação técnica

A duração de cada ópera será conhecida depois que estas forem definidas e estabelecidas pelo Diretor Artístico Ira Levin durante a fase de pré-produção do projeto.

Acessibilidade

A) Produto APRESENTAÇÃO MUSICAL Acessibilidade Física: Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Recursos próprios. A Lei Brasileira nº 13.146 de 2015 institui a Lei de Inclusão da Pessoa com Deficiência, destinada a assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania. O Theatro Municipal do Rio de Janeiro atende às exigências dessa Lei, oferecendo acesso de pessoas com deficiência (PcD) aos locais reservados à plateia, por meio de rampas, elevadores e corredores amplos. Os banheiros também são adaptados à acessibilidade física. O Theatro Municipal possui um receptivo treinado para auxiliar portadores de deficiência no deslocamento em suas dependências. Acessibilidade para Deficientes Visuais: Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Recursos próprios. Caso um espectador tenha deficiência visual, um receptivo treinado será destacado para auxiliá-lo na locomoção dentro do Theatro. O receptivo também lerá o programa da ópera para o espectador. Além disso, será criada uma versão do programa virtual com fontes ampliadas e contraste que facilitem a leitura do espectador com baixa visão. Acessibilidade para Deficientes Auditivos: Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Painel de led - locação. O Theatro Municipal alugará um sistema eletrônico de legendagem, que será instalado no palco e fornecerá legendas à plateia como medida de acessibilidade ao conteúdo. B) Produto CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Acessibilidade Física: Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Recursos próprios. O Theatro Municipal do Rio de Janeiro oferece acesso de pessoas com deficiência (PcD) aos locais reservados à plateia, por meio de rampas, elevadores e corredores amplos. Os banheiros também são adaptados à acessibilidade física. O Theatro Municipal possui um receptivo treinado para auxiliar portadores de deficiência no deslocamento em suas dependências. Acessibilidade para Deficientes Visuais: Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Recursos próprios. Caso um ouvinte da palestra tenha deficiência visual, um receptivo treinado será destacado para auxiliá-lo na locomoção dentro do Theatro. Acessibilidade para Deficientes Auditivos: Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de libras Caso um ouvinte da palestra tenha deficiência auditiva, será destacado um intérprete de Libras.

Democratização do acesso

O Theatro Municipal irá atender ao seguinte inciso do Art. 21 da Instrução Normativa nº 02/2019: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22. Com o fim de cumprir sua missão de teatro público de democratizar o acesso à cultura e a espetáculos de qualidade, serão oferecidos ensaios gerais abertos para estudantes e professores de escolas públicas, estudantes de música e integrantes de projetos sociais. Com estas ações, o Theatro Municipal pretende cumprir a sua missão de teatro público oferecendo à população programação de qualidade, democratizando e fomentando a cultura, estimulando o interesse do público infanto-juvenil pelas artes e formando novas plateias.

Ficha técnica

A instituição proponente da presente proposta, a Agência do Instituto Mundial para as Relações Internacionais, conhecida como Instituto Mundial, tem firmado com o Theatro Municipal do Rio de Janeiro um Memorando de Entendimentos para apresentação conjunta de projetos culturais. Desde o início de 2020, o Instituto Mundial tem atuado em cooperação com o Theatro Municipal do Rio de Janeiro na identificação de possíveis editais em que o Theatro possa submeter propostas; no planejamento da temporada artística de 2022/2023 em conjunto com o Diretor Artístico do Theatro, o Maestro Ira Levin; na concepção de projetos com a equipe técnica e artística do Theatro, como a revitalização dos figurinos; no contato com embaixadas para a assinatura de possíveis acordos de cooperação com o Theatro. Neste projeto, o Instituto Mundial também atuará na gestão e no monitoramento do projeto, em todas as etapas, até culminar com a prestação de contas. IRA LEVIN – DIRETOR ARTÍSTICO | MAESTRO TITULAR DA OSTM Estudou com Jorge Bolet no Instituto Curtis (onde foi seu assistente), estudou com Felix Galimir, Mischa Schneider e Misczyslaw Horszowski, tocou com Leonard Bernstein e trabalhou com Max Rudolf até ser contratado por Michael Gielen para assistente de regência na Ópera de Frankfurt (1985-1988). Foi regente principal da Ópera de Bremen (1988-1996), na Deutsche Oper am Rhein, Dusseldorf – Duisburg (1996-2002) e maestro convidado da Ópera de Kassel (1994-1998). Foi diretor musical e diretor artístico do Teatro Municipal de São Paulo (2002-2005) e do Teatro Nacional em Brasília (2007-2010). Como maestro convidado do Teatro Colon, de 2011 a 2015, realizou doze produções de óperas, incluindo as estreias americanas de Oedipe, de Enescu, e Calígula, de Glanert, além de concertos sinfônicos. Já tocou em todo o mundo incluindo: Ópera de Nova Iorque, Grand Theatre de Genève, Semperoper Dresden, Ópera Leipzig, Ópera de Frankfurt, Ópera Montpellier, Ópera Norske em Oslo, Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Teatro São Pedro em São Paulo, Ópera de Dublin, Sinfônica de Dusseldorf, Orquestra Sinfônica de Berlim, Orquestra Bruckner em Linz, Badische Staat-skapelle em Karlsruhe, Orquestra Sinfônica do México, Filarmônica de Buenos Aires, Orquestra Sinfônica de São Paulo e todas as grandes orquestras do Brasil. Suas gravações incluem obras de Michael Colina com a Sinfônica de Londres e o Réquiem com a Royal Scottish National Orchestra (Fleur de Son, distribuição Naxos), a primeira gravação em estúdio da primeira edição de 1899, da 6ª Sinfonia de Bruckner (Lindoro), e as obras de Reger com a Brandenburg State Symphony e a orquestração das Variações e Fuga opus 81, de Bach. Suas publicações incluem transcrições de piano e cadências para concertos de Mozart, além de orquestrações para a grande orquestra da monumental Fantasia Contrappuntistica de Busoni, Fantasia e Fuga sobre Bach de Liszt. Em 2019 Ira Levin assumiu a posição de Maestro Titular da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e em 2020 a Direção Artística do TMRJ. JÉSUS FIGUEIREDO – MAESTRO TITULAR DO CORO DO THEATRO MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO Jésus Figueiredo é bacharel em Regência Orquestral, em Órgão de Tubos e Mestre em Acústica Musical pela Escola de Música da UFRJ. Desde 1999 trabalha no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, onde é o Maestro Titular do Coro, além de atuar também com a Orquestra Sinfônica em Concertos, Óperas e Balés. Já regeu diversas orquestras, entre elas estão a Sinfônica de Minas Gerais, a Sinfônica Brasileira, a Sinfônica Nacional da UFF, a Filarmônica do Ceará, a Acadêmica do Teatro Colón de Buenos Aires, a da Universidade Nacional de Cuyo (Argentina), a da Ópera de San Juan (Argentina), e a Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. É também o Maestro Principal do Coro Ópera Brasil que participou em 2012 da 1ª temporada lírica da Orquestra Sinfônica Brasileira Ópera e Repertório, e em 2014 do Concerto do Tenor Plácido Domingo na Arena HSBC no Rio de Janeiro. Como preparador coral recebeu o prêmio da APCA em 1998 pela ópera O Colombo, de Carlos Gomes, e em 2016 pelas óperas Don Quixote, de Massenet, e Lo Schiavo de Carlos Gomes. Com o Balé do Theatro Municipal, com a Escola do Teatro Bolshoi do Brasil, e a Cia Brasileira de Balé regeu títulos como Les Sylphides, O Quebra-Nozes (2007 e 2012), Coppélia (2008 e 2012), Don Quixote, Catulli Carmina (2015) e o espetáculo Joias do Ballet (2018). Além de ter preparado a Orquestra Sinfônica que acompanhou em 2011 e 2012 as temporadas cariocas respectivamente do Balé Kirov de São Petersburgo (Rússia), com O Lago dos Cisnes, e do Balé do Alla Scala de Milão (Itália), com Giselle. Em 2013, assumiu a direção musical da ACC e vem desenvolvendo um repertório da Música Colonial Brasileira à Música Contemporânea, passando também pela ópera. ORQUESTRA SINFÔNICA DO THEATRO MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO (OSTM) Uma das mais importantes orquestras do país, a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro (OSTM) revela talentos, apresenta obras-primas de compositores nacionais e internacionais, consegue atrair plateias do mundo todo para ouvir e assistir a música de concerto neste templo cultural histórico do país. Fundada em 02 de maio de 1931, a OSTM teve Francisco Braga como seu primeiro maestro titular. A Orquestra fez a primeira apresentação no dia 05 de setembro de 1931, às vésperas da data comemorativa da Independência do Brasil. O concerto de estreia da Orquestra Sinfônica contou com a participação de Tito Schipa, considerado um dos maiores tenores italianos da primeira metade do século XX. Compositor, professor do Instituto Nacional de Música e criador da Sociedade de Concertos Sinfônicos, Braga foi aluno do compositor francês Jules Massenet e participou ativamente da história do Theatro Municipal, desde os primeiros anos. Ele comandou o espetáculo de inauguração do Theatro Municipal, em 14 de julho de 1909, ao lado do amigo e contemporâneo Alberto Nepomuceno. E foi o maestro que lançou, nos concertos, a música do compositor Heitor Villa-Lobos. Francisco Braga foi um dos maiores responsáveis pelo Theatro ter, hoje em dia, o Coro e a Orquestra Sinfônica, porque participou da comissão criada nos anos de 1930 para estudar a implementação dos corpos estáveis do Municipal do Rio e transformar isso em lei. Foi então nomeado o primeiro maestro da OSTM, e acabou sendo o regente que mais realizou concertos no TMRJ, onde ficou até meados de 1935, quando se afastou por problemas de saúde. O maestro selecionou os primeiros 60 músicos da Orquestra que foram recrutados através de concurso público. Depois de Braga, sucederam-se no comando da OSTM inúmeros regentes como Henrique Spedini, Mário Tavares, Henrique Morelenbaum, Silvio Barbato, Guilherme Bernstein Seixas, Roberto Minczuk, Silvio Viegas, Tobias Volkmann, Cláudio Cruz, Luiz Fernando Malheiro, e atualmente o americano Ira Levin, que também é Diretor Artístico. CORO DO THEATRO MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO (CTM) Um dos mais conceituados coros do país é atualmente fromado por 95 cantores de sólida formação musical e que frequentemente se apresentam também como solistas nos principais teatros do Brasil. O grupo atua em óperas e concertos e tem em seu repertório os principais títulos de óperas e obras para canto coral. Fundado em 1931, o Coro do Theatro Municipal fez sua estreia em 03 de agosto de 1933 na montagem da ópera Andrea Chénier, sob regência de seu primeiro maestro titular Santiago Guerra desde então vem se apresentando com grande sucesso. Na década de 80, sob direção do celebrado maestro Andrés Máspero, o CTM foi considerado um dos melhores do mundo em seu gênero pela revista Opera News. Atualmente o maestro titular do coro é Jésus Figueiredo.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro