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PRONAC 212939Apresentou prestação de contasMecenato

Nitratos da Cinemateca Brasileira - Preservação e Acesso

SOCIEDADE AMIGOS DA CINEMATECA - SAC
Solicitado
R$ 13,18 mi
Aprovado
R$ 19,32 mi
Captado
R$ 17,05 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (2)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33592510000154VALE S.A.1900-01-01R$ 13,05 mi
10456016000167SHELL BRASIL PETROLEO LTDA1900-01-01R$ 4,00 mi

Eficiência de captação

88.3%

Classificação

Área
—
Segmento
Preservação de acervos audiovisuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Patrimônio cultural material
Ano
21

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2022-09-01
Término

Resumo

O projeto prevê a conservação e a catalogação do acervo de 3.000 rolos, referentes a 1.800 materiais fílmicos, pertencentes à coleção em nitrato de celulose do acervo da Cinemateca Brasileira, em duas frentes: 1. salvamento do material fílmico _ inspeção, diagnósticos, procedimentos laboratoriais e duplicações; 2. catalogação _ pesquisa, identificação, referenciação, contextualização e registro padronizado.

Sinopse

A identificação e a recuperação de obras em suporte nitrato de celulose trazem uma oportunidade para revisitar o percurso histórico do nosso primeiro cinema, o seu legado para a formação histórica da cultura cinematográfica brasileira. Nesse sentido, também serão oferecidos gratuitamente – especialmente à comunidade de alunos, professores e pesquisadores – quatro cursos de extensão, organizados nos eixos “conteúdo” e “técnico”, que somarão a experiência do projeto às contribuições de gerações de pesquisadores e técnicos – que atuam ou atuaram na Cinemateca – de áreas da pesquisa acadêmica, catalogação audiovisual, conservação e processamento técnico-laboratorial de filmes. No eixo “conteúdo”, os filmes catalogados e recuperados serão o ponto de partida para a compreensão de um conjunto de hábitos e práticas da produção, exibição e circulação de filmes, analisando eixos temáticos dessas obras e a expressão social que traduzem do seu tempo histórico. Os cinejornais, de notável presença no acervo de nitrato de celulose, serão abordados no arco de experiências e lacunas preenchidas pelo projeto, com destaque para o surgimento e o auge dessa imprensa projetada no Brasil, na primeira metade do século XX. No eixo “técnico” os trabalhos de pesquisa histórica, catalogação audiovisual, restauro e processamento laboratorial do projeto serão o fio condutor para a compreensão dessas atividades na Cinemateca. A catalogação audiovisual como resultado de uma experiência cotidiana e coletiva de prospecção, pesquisa e processamento de filmes por diversos setores e colaboradores da Cinemateca Brasileira. E o processamento e a conservação de arquivos digitais audiovisuais, atividade também tributária do trabalho prévio de identificação, incorporação, visionamento, catalogação audiovisual e pesquisa em documentos correlatos de diferentes tipologias, além da interlocução interinstitucional. 1. A Cultura Cinematográfica e sua História: cinematecas, cineclubismos, festivais, filmografias e historiografias. Sinopse: A história da cultura cinematográfica será apresentada a partir da experiência brasileira e francesa, tomadas em função de suas semelhanças e peculiaridades entre 1919 e 1963. Dentro desse quadro temporal, interpretaremos algumas notas dominantes desse fenômeno social pela análise de filmes e documentos preservados pela Cinemateca Brasileira e à luz da ação de críticos e historiadores na formação de cineclubes e cinematecas, na promoção de exposições, festivais e mostras, no desenvolvimento das pesquisas históricas cinematográficas e na democratização da cultura. Carga horária: 20 horas Número máximo de participantes: 250 2. Os cinejornais no Brasil: notícia e entretenimento nos cinemas brasileiros do século XX. Sinopse: “Quantos cinejornais existem num cinejornal?”, essa é uma questão-chave que o curso trará para a entender as historicidades desse formato híbrido no Brasil, no seu arco entre os anos 1910 e 1980. A pesquisa, a catalogação audiovisual e a análise fílmica apropriadas aos perfis, trajetórias e condições de preservação/acesso de fundos e coleções da Cinemateca Brasileira. O potencial didático dos cinejornais para descortinar os contrastes do contrato e da memória social, a partir de determinadas pautas e representações levadas às telas em formato de notícias, mas com um verniz de entretenimento. Carga horária: 20 horas Número máximo de participantes: 250 3. Catalogar para preservar: métodos e práticas de catalogação audiovisual e análise fílmica na Cinemateca Brasileira. Sinopse: A proposta do curso é mostrar a aplicação e o alcance da pesquisa e catalogação de conteúdos técnico e intelectual de filmes para a Preservação Audiovisual. O fazer-se desse conhecimento por setores da Cinemateca Brasileira, acumulando experiência cotidiana e coletiva de gerações de profissionais. A análise fílmica balizada por esses percursos investigativos, sobretudo os cotejamentos com documentos correlatos no acervo. Os alicerces do conjunto censitário da base de dados Filmografia Brasileira, online desde 2001, e o acesso qualificado – com o resgate de parte da ambiência das obras – oferecido pelo site Banco de Conteúdos Culturais. Carga horária: 20 horas Número máximo de participantes: 250 4. O processamento e guarda de arquivos digitais audiovisuais na Cinemateca Brasileira. Sinopse: O processamento técnico de materiais audiovisuais do acervo da Cinemateca Brasileira parte de uma enorme gama de suportes e se utiliza de diversos processos e ferramentas para a confecção de novos produtos de acesso e guarda. Compartilhar os conhecimentos técnicos adquiridos e questões em constante desenvolvimento possibilitam manter elevadas as discussões técnicas acerca da digitalização, restauração e preservação audiovisual. O curso propõe apresentar os fluxos de trabalho utilizados no processamento técnico do acervo da Cinemateca Brasileira; a abordagem do Laboratório de Imagem e Som na duplicação e técnicas de restauração; os critérios para a escolha de equipamentos e ferramentas; e questões para as políticas de preservação digital. Carga horária: 20 horas Número máximo de participantes: 250

Objetivos

OBJETIVOS GERAISPreservar os bens materiais do patrimônio cinematográfico cultural e histórico brasileiroResgatar, preservar, valorizar e difundir a coleção de nitratos pertencente ao acervo da Cinemateca, composto por imagens positivas e em preto e branco; negativos, materiais sonoros e outros itens representativos de distintas técnicas de representação de imagens coloridas, de valor histórico imensurável, na história da Cinematográfica Brasileira, já que parte dos materiais são considerados únicos, sem cópias em nenhum outro formato.Resgate e produção de conhecimento técnico profissional, no processamento, no manuseio, na conservação, no restauro de materiais cinematográficos em nitrato.Restauração e catalogação de obras da filmografia nacional de reconhecida importância histórica e carentes de conservação, para posterior reintegração aos circuitos culturais, por via digital, estando disponíveis à estudiosos e pesquisadores, cinéfilos e apreciadores de um modo geral da produção audiovisual brasileira.Catalogação do acervo audiovisual em nitrato da Cinemateca para proporcionar um controle apurado sobre 100% da coleção, de modo a resgatar experiências, que municiam análises fílmicas, a partir de um conhecimento censitário de traços técnicos, temáticos, históricos e geográficos da atividade cinematográfica brasileira. OBJETIVOS ESPECÍFICOSPromover a ampliação de capacidade de análise ampla e qualificada sobre obras audiovisuais depositadas na Cinemateca Brasileira.Realizar a duplicação de materiais em nitrato de celulose para a confecção de matrizes de guarda e acesso.Eliminar o passivo de catalogação analítica da coleção de nitratos de celulose (cerca de 1.500 rolos).Promover a padronização e aprimoramento da catalogação em 100% da coleção de nitrato de celulose (cerca de 3.000 rolos)Promover ações que garantam o amplo acesso a obras produzidas nas primeiras décadas do século XX.Oferecer como contrapartida social, cursos de formação de técnicos e pesquisadores para profissionais e interessados do campo brasileiro da preservação audiovisual, sabidamente uma lacuna ainda a ser preenchida de modo mais sistematizado pela área acadêmica.Análise das informações catalográficas de aproximadamente 3.000 rolos de filmes em nitrato de celulose.Catalogação analítica de 1.500 rolos de filmes em nitrato de celulose.Publicação na internet das informações referentes a 3.000 rolos de filmes.Revisão manual e análise técnica dos 3.000 rolos de filmes em nitrato de celulose.Digitalização, processamento digital, confecção de cópias de acesso e publicação no Banco de Conteúdos Culturais de 320 rolos (aproximadamente 190 materiais).Duplicação fotoquímica de materiais originais em nitrato de celulose.

Justificativa

O acervo audiovisual da Cinemateca Brasileira, o maior da América do Sul, é composto por materiais audiovisuais de obras que datam desde a primeira década do século passado até a produção contemporânea. A coleção de nitratos é formada por aproximadamente 3.000 rolos que, quando combinados, são referentes a 1.800 materiais e representa 1,2% do total de rolos de filmes do acervo da Cinemateca Brasileira. Estes materiais da coleção são, em sua maioria, imagens positivas e em preto e branco; negativos, materiais sonoros e outros itens representativos de distintas técnicas de representação de imagens coloridas. Os filmes em nitrato de celulose, fabricados até 1950, são muito frágeis e, tornam-se ainda mais delicados, quando não aclimatados e monitorados, com perspectiva de longo prazo. O rolo de filme em processo de deterioração exala gases, advindos do rompimento das cadeias de nitrocelulose, que alimentam sua degradação. Esse processo ganha velocidade, caso o rolo se mantenha fechado no estojo de armazenamento, sem monitoramento, e não haja revisão periódica e nem climatização permanente. Os depósitos da Cinemateca Brasileira para a guarda desse tipo de filme foram construídos na década de 1980, com um sistema de exaustão, porém, sem controle de temperatura e umidade relativa do ar. Anualmente, é necessário o exame da coleção, para aferição de sinais de deterioração, em cada um dos rolos. Muitas iniciativas foram adotadas até 2013, para que houvesse um plano regular de duplicação para suportes mais confiáveis, mas o ciclo de migração do conteúdo desses filmes para outras mídias nunca foi completo. Desde 2014, a ausência de investimento na capacidade técnica e operacional da Cinemateca, e a imprevisibilidade orçamentária para as atividades técnicas finalísticas tiveram impactos negativos, no que concerne à conservação das obras audiovisuais sob a guarda da instituição, tais como, o incêndio ocorrido em 2016 (quarto na história da instituição), que acarretou a queima de 1.003 rolos, dos quais apenas 60% contavam com cópias em outros suportes. Nesse sinistro, foram perdidos majoritariamente rolos de cinejornais brasileiros, produzidos entre as décadas de 1930-1950. Os cinejornais representaram quase metade das realizações na filmografia brasileira, até meados dos anos 1980, o que dá a essa categoria fílmica, um valor histórico imensurável. Com o advento da produção digital e a digitalização do parque exibidor, diversos laboratórios comerciais, prestadores de serviços da Cinemateca encerram suas atividades de processamento fotoquímico, tornando necessário o funcionamento de laboratórios internos e elevado investimento em manutenção de equipamentos, aquisição de insumos laboratoriais e a valorização para a permanência do saber técnico. O Laboratório de Imagem e Som da Cinemateca Brasileira é ainda um dos mais completos laboratórios de processamento audiovisual, vinculado a um arquivo de filmes, tendo sido reconhecido, em 2012, como o terceiro maior laboratório em processamento de filmes pela FIAF - International Film Archive Federation. O contínuo desenvolvimento de tecnologias de escaneamento, tratamento e processamento digitais faz com que seja necessária a atualização constante de hardware e softwares, principalmente nos sistemas digitais, para a obtenção de melhores resultados, na conservação dos itens do acervo da Cinemateca. A falta de atualização nos equipamentos, pendente desde 2013, gerou um passivo de manutenção, que agora precisa ser sanado por meio de aquisições de equipamentos, reparos, e de reposição de peças. O projeto ora apresentado, portanto, estrutura-se em duas frentes que se completam e devem estar em sincronia: 1. a que se refere ao processamento técnico do material fílmico _ inspeção, diagnósticos, procedimentos laboratoriais, duplicações; 2. a catalogação _ pesquisa, identificação, referenciação, contextualização e registro padronizado. A presente proposta de plano anual se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1° da Lei 8313/91: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - Desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII _ e Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - Priorizar o produto cultural originário do País. Assim, segundo o Art. 3° da mesma lei, para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° acima listado, reafirmamos que atenderemos, aos seguintes objetivos: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos e c) restauração de obras de artes e bens móveis e imóveis de reconhecido valor cultural;

Estratégia de execução

Informamos que o projeto já garantiu o valor de 20% do seu valor total, via captação de recursos, junto à patrocinadora Vale. Carta de intenção de patrocínio seguem anexada junto aos documentos do projeto. ABRANGÊNCIA GEOGRÁFICA DA PROPOSTA CULTURAL A abrangência da proposta é nacional tanto pela origem dos filmes da coleção de nitratos que serão trabalhados, cujas produções e os próprios depositantes são de diferentes localidades, quanto pelos produtos do projeto que serão disponibilizados nos portais da Cinemateca Brasileira na internet. Como parte integrante do projeto, sob a forma de contrapartida social, a proposta de cursos de formação de técnicos e pesquisadores alcança profissionais e interessados do campo brasileiro da preservação audiovisual, sabidamente uma lacuna ainda a ser preenchida de modo mais sistematizado pela área acadêmica. Ademais, como atestado nos sistemas de aferição, as bases de dados públicas e as plataformas da Cinemateca são acessadas por pesquisadores do mundo inteiro - assim, toda atualização, com a adição, nos sistemas de acesso, de novos elementos preservados, impulsiona a pesquisa e a fruição das produções brasileiras. Em resposta à Diligência enviada em 15/12/2021, informamos que: 1-) Nas Etapas de Trabalho dividir o cronograma nas seguintes etapas: Pré-produção, Produção e Pós-produção. A definição do período para cada etapa deve ser em dias, semanas ou meses de execução, sem especificação do mês ou data exata. Informar as ações a serem realizadas em cada etapa. OBS: a etapa de Pós-produção para propostas de produção audiovisual poderá ocorrer em até 60 dias, considerando o disposto no art. 35, da IN n° 02 de 23/04/2019. Resposta referente ao item1: Novo cronograma com as correções solicitadas foi incluso no Item Etapas de Trabalho. 2-) No campo Justificativa citar em quais incisos do Art. 1º da Lei n° 8.313/91 o projeto se enquadra, bem como quais objetivos do Art. 3 da referida norma serão alcançados. Resposta referente ao item2: Foram incluídos no campo de justificativa, os incisos de enquadramento do projeto, bem como os objetivos, segundo artigo 3º que serão alcançados. 3-) De acordo com o art. 14 da IN n° 02/2019, deverá apresentar a cotação prévia de preços no mercado (3 orçamentos de cada equipamento adquirido), observados os princípios da impessoalidade e da moralidade. Encaminhar declaração de destinação cultural para o bem, expondo as justificativas e a utilização dos equipamentos adquiridos, observando o inciso XI do art. 48 da mencionada IN. Resposta referente ao item3: Anexo ao projeto foram incluídos os orçamentos solicitados (vide item anexo em Informações Adicionais), bem como a declaração de destinação cultural dos equipamentos adquiridos no projeto para a Cinemateca Brasileira. Os orçamentos anexados são ilustrativos e referenciais da qualidade técnica dos equipamentos necessários para a digitalização filmica do acervo em Nitrado da Cinemateca. Todos os orçamentos terão que ser refeitos quando completa a captação de recursos do projeto para possíveis adaptações necessárias. Os modelos citados poderão ser substituídos por item de mesma qualidade, em função de disponibilidade de entrega, possíveis parcerias e negociações melhores em termos de preço. 4-) Anexar o Contrato de Gestão. Resposta referente ao item 4: Informamos que a cópia do Contrato de Gestão assinado pela SAC - Sociedade Amigos da Cinemateca foi anexada ao projeto, com o descritivo de "Cópia Autenticada Contrato Social/Requerimento Empresarial, com finalidade cultural expressa", que é o item com mais proximidade, ao teor do documento apresentado. 5-) Detalhar cada item da planilha orçamentária na coluna justificativa. Resposta referente ao item 5: Foram adicionadas as justificativas solicitadas em cada item orçamentário, na coluna de justificativas. Em resposta à Diligência enviada em 30/12/2021, informamos que: 1) Constar na proposta o Contrato de Gestão. Resposta Referente ao Item 1: Informamos que a cópia do Contrato de Gestão assinado pela SAC - Sociedade Amigos da Cinemateca foi anexada ao projeto, com o descritivo de "Cópia Autenticada Contrato Social/Requerimento Empresarial, com finalidade cultural expressa", que é o item com mais proximidade, ao teor do documento apresentado. 2) Para cumprimento da contrapartida social atentar que as ações formativas culturais devem corresponder a pelo menos 10% do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, limitando-se a 1.000 beneficiários. Ajustar nos campos a ela referente e no plano de distribuição. Resposta Referente ao Item 2: Aumentamos a disponibilidade de vagas para cada curso oferecido, como contrapartida social ao projeto, para 250, totalizando assim, o limite de 1.000 beneficiários atendidos. 3) Ajustar também Plano de Distribuição a área e segmento da contrapartida social - Audiovisual /Ação de capacitação e treinamento de pessoa. Resposta Referente ao Item 3: Já foi ajustado, no Plano de Distribuição, a área segmento da contrapartida social para Audiovisual/Ação de capacitação e treinamento de pessoal. 4) Na planilha orçamentária excluir o item "Assessor de Imprensa". Os custos relativos devem estar inseridos na porcentagem reservada aos custos vinculados de divulgação. Resposta Referente ao Item 4: O item Assessor de Imprensa foi excluído da planilha orçamentária do projeto.

Especificação técnica

Análise e processamento de materiais audiovisuais A partir do processamento de informações já existentes sobre os materiais da coleção de nitratos, a atualização das informações sobre o estado de conservação e as informações relacionadas às obras, serão indicadas as prioridades e fluxos de duplicação e tratamento digital de materiais. Prevê-se a realização das seguintes ações: · Processamento dos dados já existentes sobre os materiais da coleção de nitratos. · Análise dos materiais da coleção para atualização das informações sobre a estabilidade do suporte, sinais de deterioração e características técnicas de imagem e som e a atualização nos sistemas de dados da Cinemateca Brasileira. · Elaboração de status de preservação de obras, considerando as características dos materiais e informações da obra e atualização nos sistemas de dados da Cinemateca Brasileira. · Produção de recomendações de duplicação de materiais para acesso e/ou guarda. · Preparação dos materiais fílmicos para o processamento, incluindo reparos físicos, limpeza e consertos quando necessário · Digitalização nos equipamentos condizentes com as características dos materiais originais e a finalidade desta etapa do processamento. · Avaliação dos arquivos produzidos e recomendações das etapas de manipulação e tratamento dos materiais digitais. · Processamento digital nas estações e softwares específicos para a manipulação de materiais escaneados em alta definição, incluindo as ações de correção de cor, ajustes de quadro de imagem e conversão de formatos. · Confecção de cópias de acesso em diferentes formatos e resoluções dos materiais processados para disponibilização para a equipe de catalogação da Cinemateca Brasileira e utilização no portal Banco de Conteúdos Culturais. · Gravação dos arquivos escaneados sem tratamento, das versões tratadas e das versões convertidas em fitas de dados LTO para armazenamento. · Incorporação ao acervo da Cinemateca Brasileira dos materiais produzidos e atualização nos sistemas de dados. Catalogação de obras audiovisuais e acesso qualificado Os trabalhos de pesquisa e catalogação e geração de informações sobre obras e materiais ocorrerão simultaneamente ao processamento dos materiais. Prevê-se a realização das seguintes ações: · Levantamento dos materiais que não possuem código identificador para obra audiovisual. · Definição das prioridades de catalogação, a partir dos resultados obtidos na etapa de inventário, cruzamento e análise de diferentes bancos de dados relacionados à coleção audiovisual. · Apoio na definição de prioridades para processamento técnico laboratorial, a partir de critérios relacionados ao conteúdo e estado de conservação dos suportes. · Levantamento de informações de conteúdo durante a análise técnica dos materiais, que inclui o registro de frames de referência para subsidiar pesquisas externas, quando necessário. · Pesquisa histórica para correta categorização, contextualização e fornecimento de informações relevantes e complementação dos dados oriundos diretamente dos materiais. · Aprimoramento das informações catalográficas sobre os suportes e os conteúdos audiovisuais (recomposição de intervalos de obras seriadas, sinopses, dados de produção, dados técnicos etc.), em consonância com as regras e recomendações de catalogação audiovisual (AACR2, Manuais de Catalogação FIAF e Cinemateca, ABNT); · Relacionamento das obras com materiais correlatos existentes, sobretudo no acervo da Cinemateca (fotos, cartazes, documentos, etc.). · Elaboração de ficha técnica das obras na base de dados Filmografia Brasileira, principal repositório sobre a produção audiovisual nacional. Indexação de dados complementares como: assuntos, termos geográficos, identidades e elenco, premiações, circuito exibidor, entre outros. · Alimentação dos sistemas de informação e controle de acervo da Cinemateca Brasileira. · Atualização do Banco de Conteúdos Culturais (www.bcc.org.br), a partir de recorte para publicação no Portal.

Acessibilidade

Serão adotados recursos de acessibilidade nas seguintes ações: · O site da Cinemateca, onde os conteúdos veiculados serão traduzidos do português para a Língua Brasileira de Sinais/Libras, com objetivo da inclusão social de pessoas surdas, além de audiodescrição e/ou legenda descritiva, nos conteúdos de vídeo. · Os cursos de Formação Técnica e Cultural, por meio de intérprete de Libras. Além disso, a infraestrutura do espaço público da Cinemateca está adaptada, segundo as normas de acessibilidade para frequentadores com deficiências.

Democratização do acesso

Este projeto de restauração e preservação do patrimônio arquivístico e cultural custodiado pela Cinemateca Brasileira é determinante para que a história do cinema nacional permaneça viva e possa ser compartilhada com o maior número possível de pessoas. Após a duplicação e digitalização, os materiais que compõe o acervo em nitrato de celulose serão integralmente disponibilizados para pesquisadores e interessados em geral, no site da Cinemateca, de forma gratuita. Também serão disponibilizados computadores para consulta e pesquisa, in loco, na biblioteca da Instituição de forma gratuita. Além disso, a identificação e a recuperação de obras em suporte nitrato de celulose trazem uma oportunidade para revisitar o percurso histórico do nosso primeiro cinema, o seu legado para a formação histórica da cultura cinematográfica brasileira. Nesse sentido, também serão oferecidos gratuitamente – especialmente à comunidade de alunos, professores e pesquisadores – quatro cursos de extensão, organizados nos eixos “conteúdo” e “técnico”, que somarão a experiência do projeto às contribuições de gerações de pesquisadores e técnicos – que atuam ou atuaram na Cinemateca – de áreas da pesquisa acadêmica, catalogação audiovisual, conservação e processamento técnico-laboratorial de filmes. No eixo “conteúdo”, os filmes catalogados e recuperados serão o ponto de partida para a compreensão de um conjunto de hábitos e práticas da produção, exibição e circulação de filmes, analisando eixos temáticos dessas obras e a expressão social que traduzem do seu tempo histórico. Os cinejornais, de notável presença no acervo de nitrato de celulose, serão abordados no arco de experiências e lacunas preenchidas pelo projeto, com destaque para o surgimento e o auge dessa imprensa projetada no Brasil, na primeira metade do século XX. No eixo “técnico” os trabalhos de pesquisa histórica, catalogação audiovisual, restauro e processamento laboratorial do projeto serão o fio condutor para a compreensão dessas atividades na Cinemateca. A catalogação audiovisual como resultado de uma experiência cotidiana e coletiva de prospecção, pesquisa e processamento de filmes por diversos setores e colaboradores da Cinemateca Brasileira. E o processamento e a conservação de arquivos digitais audiovisuais, atividade também tributária do trabalho prévio de identificação, incorporação, visionamento, catalogação audiovisual e pesquisa em documentos correlatos de diferentes tipologias, além da interlocução interinstitucional. 1. A Cultura Cinematográfica e sua História: cinematecas, cineclubismos, festivais, filmografias e historiografias. Sinopse: A história da cultura cinematográfica será apresentada a partir da experiência brasileira e francesa, tomadas em função de suas semelhanças e peculiaridades entre 1919 e 1963. Dentro desse quadro temporal, interpretaremos algumas notas dominantes desse fenômeno social pela análise de filmes e documentos preservados pela Cinemateca Brasileira e à luz da ação de críticos e historiadores na formação de cineclubes e cinematecas, na promoção de exposições, festivais e mostras, no desenvolvimento das pesquisas históricas cinematográficas e na democratização da cultura. Carga horária: 20 horas Número Máximo de Participantes: 100 2. Os cinejornais no Brasil: notícia e entretenimento nos cinemas brasileiros do século XX. Sinopse: “Quantos cinejornais existem num cinejornal?”, essa é uma questão-chave que o curso trará para a entender as historicidades desse formato híbrido no Brasil, no seu arco entre os anos 1910 e 1980. A pesquisa, a catalogação audiovisual e a análise fílmica apropriadas aos perfis, trajetórias e condições de preservação/acesso de fundos e coleções da Cinemateca Brasileira. O potencial didático dos cinejornais para descortinar os contrastes do contrato e da memória social, a partir de determinadas pautas e representações levadas às telas em formato de notícias, mas com um verniz de entretenimento. Carga horária: 20 horas Número Máximo de Participantes: 100 3. Catalogar para preservar: métodos e práticas de catalogação audiovisual e análise fílmica na Cinemateca Brasileira. Sinopse: A proposta do curso é mostrar a aplicação e o alcance da pesquisa e catalogação de conteúdos técnico e intelectual de filmes para a Preservação Audiovisual. O fazer-se desse conhecimento por setores da Cinemateca Brasileira, acumulando experiência cotidiana e coletiva de gerações de profissionais. A análise fílmica balizada por esses percursos investigativos, sobretudo os cotejamentos com documentos correlatos no acervo. Os alicerces do conjunto censitário da base de dados Filmografia Brasileira, online desde 2001, e o acesso qualificado – com o resgate de parte da ambiência das obras – oferecido pelo site Banco de Conteúdos Culturais. Carga horária: 20 horas Número Máximo de Participantes: 100 4. O processamento e guarda de arquivos digitais audiovisuais na Cinemateca Brasileira. Sinopse: O processamento técnico de materiais audiovisuais do acervo da Cinemateca Brasileira parte de uma enorme gama de suportes e se utiliza de diversos processos e ferramentas para a confecção de novos produtos de acesso e guarda. Compartilhar os conhecimentos técnicos adquiridos e questões em constante desenvolvimento possibilitam manter elevadas as discussões técnicas acerca da digitalização, restauração e preservação audiovisual. O curso propõe apresentar os fluxos de trabalho utilizados no processamento técnico do acervo da Cinemateca Brasileira; a abordagem do Laboratório de Imagem e Som na duplicação e técnicas de restauração; os critérios para a escolha de equipamentos e ferramentas; e questões para as políticas de preservação digital. Carga horária: 20 horas Número Máximo de Participantes: 100

Ficha técnica

Este projeto é uma iniciativa da Sociedade Amigos da Cinemateca (SAC), representada por Maria Dora Genis Mourão. A SAC será responsável pela captação, gerenciamento dos recursos e equipes e demais atividades administrativas relativas à proposta. O projeto conta com a intenção de patrocínio do Instituto Vale Cultural (vide carta de intenção de patrocínio em documentos anexos) CARLOS AUGUSTO CALIL Membro do Conselho de Administração da Organização Social SAC - Representante dos Associados. Graduado em Cinema pela USP, é Professor do Departamento de Cinema, Rádio e Televisão da Escola de Comunicações e Artes dessa mesma universidade. Foi vice-presidente da Comissão de Cinema da Secretaria de Estado da Cultura (1977-79), diretor e presidente da Embrafilme – Empresa Brasileira de Filmes SA. (1979-86), diretor da Cinemateca Brasileira (1987-92), e diretor do Centro Cultural São Paulo (2001-2005). Realizador de documentários em filme e vídeo, é também autor de ensaios e editor de publicações sobre cinema, iconografia, teatro, história e literatura, dedicados a autores como Blaise Cendrars, Alexandre Eulálio, Paulo Emilio Salles Gomes, Glauber Rocha, Leon Hirszman, Joaquim Pedro de Andrade, Federico Fellini, Paulo Prado, Vinicius de Moraes, David E. Neves. Desde 1987, professor do Departamento de Cinema, Rádio e Televisão da ECA/USP, onde ministra as disciplinas História do Audiovisual Brasileiro e Legislação e Mercado Audiovisual. Em 2000, coordenou a implantação do Curso Superior do Audiovisual, que fundiu as habilitações em Cinema e Vídeo e Rádio e Televisão. Cineasta, ensaísta, editor de mais de 30 livros sobre cinema, fotografia, teatro, história e literatura. Foi vice-presidente da Comissão de Cinema da Secretaria de Estado da Cultura (1977-79); diretor e presidente da Embrafilme - Empresa Brasileira de Filmes S.A (1979-86), em cuja gestão foi concebido e inaugurado o Centro Técnico Audiovisual. Diretor da Cinemateca Brasileira (1987-92), conduziu o processo de incorporação da Cinemateca pelo Governo Federal. De 2001 a 2004, dirigiu o Centro Cultural São Paulo. Entre 2005 e 2012, exerceu o cargo de Secretário Municipal de Cultura de São Paulo, cuja gestão concentrou esforços na valorização dos equipamentos públicos, sem perder de vista o fomento às artes. MARIA DORA GENIS MOURÅO DIRETORA EXECUTIVA SOCIEDADE DE AMIGOS DA CINEMATECA. Professora Titular do Departamento de Cinema, Rádio e TV da Escola de Comunicações e Artes da USP. Fez Pós-Doutorado na École des Hautes Études en Sciences Sociales - EHESS, Paris-França, na área de cinema e novas tecnologias. Possui doutorado e mestrado na área de cinema pela USP. Dedica-se ao ensino da teoria e prática da montagem tendo montado diversos filmes e vídeos culturais e de pesquisa, entre eles os documentários "São Paulo, Sinfonia e Cacofonia" dirigido por Jean Claude Bernardet e ?São Paulo Cinemacidade? dirigido por Aloysio Raulino. Co-organizou, junto com Amir Labaki,o livro ”Cinema do Real“ editado pela Cosac e Naify. Também em co-organização com Maria do Rosário Caetano e Laure Bacque foi editado pela Cinemateca Brasileira e Imprensa Oficial o livro "Jean Claude Bernardet: uma homenagem". É responsável pela organização de muitos eventos acadêmicos e culturais, nacionais e internacionais, em parceria com Universidades, Cinemateca Brasileira, É Tudo Verdade" Festival Internacional de Documentário, Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo, entre outros. Foi Chefe do Departamento de Cinema, Rádio e TV da ECA/USP por três mandatos e Vice-Diretora da ECA/USP. É Presidente do Centre International de Liaison des Écoles de Cinéma et Télévision - CILECT. É membro do Conselho da Cinemateca Brasileira e do Conselho da Sociedade Amigos da Cinemateca. ANDRÉIA CRISTIANE DE ASSUNÇÃO DUÓ COORDENAÇÃO ADMINISTRATIVA FINANCEIRA Formada em administração de empresas e finanças na UFABC e com passagem por grandes empresas como HSBC Bank Brasil S/A, Meier Aviamentos Comercial Ltda, Tellerina com de presentes e artigos para decoração (Vivara / Etna ) e Raia de Goeye Criações Ltda, Andréia ocupou, até março de 2013, o cargo de Coordenadora Administrativa Financeira na Sociedade de Amigos da Cinemateca. Com mais de 30 anos de experiência no mercado possui conhecimentos em gestão financeira de projetos, em leis de incentivo fiscal, nas esferas federal, estadual e municipal, bem como em gestão de equipe; projetos e processos, controle de departamento financeiro e orçamentário de contas; contato e gestão de bancos e acompanhamento e supervisão de auditorias externas para aprovação das demonstrações financeiras. OLGA FUTEMMA COORDENAÇÃO GERAL CINEMATECA BRASILEIRA Graduada em cinema na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo em 1974. Mestrado na mesma faculdade, em 2006. Curta-metragista, pesquisadora e técnica de acervo. Trabalhou no Museu Lasar Segall a partir de 1973, e, em seguida, no Departamento de Documentação e Informação - Idart (Secretaria Municipal de Cultura), até 1984 . De 1984 a 2020, atuou na Cinemateca Brasileira, como coordenadora do Centro de Documentação, Diretora Adjunta, Coordenadora-Geral e Gerente de Acervo. GABRIELA SOUZA DE QUEIROZ COORDENAÇÃO DO CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO E PESQUISA Formada em História pela Universidade Estadual Paulista (UNESP); especialista em Arquivologia pela Universidade de São Paulo (USP); e em Gestão Cultural, pelo Centro Universitário SENAC. Desde 2004, tem atuado nas áreas de educação e de preservação de patrimônio histórico e cultural, nas esferas pública e privada. Por 17 anos, trabalhou na Cinemateca Brasileira, tendo coordenado o Centro de Documentação e Pesquisa da instituição, no período de 2013 a 2020. Participou na concepção e execução de projetos, de âmbito nacional e internacional, voltados à pesquisa, conservação e difusão de documentação relacionada ao campo do audiovisual. Recentemente, assumiu novamente a coordenação das atividades de Documentação, na Cinemateca Brasileira, no âmbito da gestão emergencial pela Sociedade Amigos da Cinemateca. RODRIGO MERCÊS COORDENAÇÃO DE PRESERVAÇÃO DE FILMES E DO LABORATÓRIO DE IMAGEM E SOM Bacharel em Comunicação Social com habilitação em Cinema pela Fundação Armando Alvares Penteado - FAAP em 2003. Realiza trabalhos em produções audiovisuais desde 2000 e iniciou sua atuação em preservação de filmes no ano seguinte, na Cinemateca Brasileira. Tendo trabalhado por cerca de 18 anos na Cinemateca, sendo mais de 10 no Laboratório de Imagem e Som, participou de diversas iniciativas que resultaram na implementação de políticas institucionais e públicas de preservação e acesso a acervos. Foi também responsável pelo desenvolvimento do fluxo de digitalização e restauração do Laboratório de Imagem e Som. Nos anos de 2014 e 2015, trabalhou com restauração digital e pós-produção na Casablanca - Teleimage e como Coordenador Técnico da Non Drop Restauro e Digitalização de Coleções Audiovisuais. Em 2016 retornou para a Cinemateca Brasileira na coordenação de Preservação de Filmes e do Laboratório de Imagem e Som. Membro da Comissão Técnica da FIAF - Federação Internacional de Arquivos de Filmes desde 2019. RODRIGO ARCHANGELO PESQUISADOR Mestre (2007) e doutor (2015) em História Social pela FFLCH-USP. Pesquisador e catalogador no Centro de Documentação e Pesquisa da Cinemateca Brasileira (2003-2020), onde atuou na sistematização de documentos fílmicos e correlatos do acervo; catalogação audiovisual, análise fílmica e pesquisas de imagem, especialmente fundos e coleções de cinejornais; e na gestão da base de dados Filmografia Brasileira. Autor de Um bandeirante nas telas de São Paulo: o discurso adhemarista em cinejornais (2015, Alameda: Fapesp, Cinemateca Brasileira e LEER-USP) e artigos sobre pesquisa e catalogação de cinejornais.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2024-06-28
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo