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PRONAC 220003Apresentou prestação de contasMecenato

29o Festival de Dança - Atualização e Permanência

CLAUDIA ROBERTA NUNES BATISTA
Solicitado
R$ 999,5 mil
Aprovado
R$ 604,2 mil
Captado
R$ 604,1 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (5)
CNPJ/CPFNomeDataValor
43214055000107Martins Com. e Serviços de Distribuição S.A.1900-01-01R$ 234,0 mil
18485037000112METALGRAMPO COMERCIO E SERVICOS LTDA1900-01-01R$ 180,0 mil
01612795000151Brasal Refrigerantes S.A1900-01-01R$ 91,0 mil
27991450000140TRIPAG MEIOS DE PAGAMENTO LTDA1900-01-01R$ 84,0 mil
38072872000138Brasal Importados Ltda1900-01-01R$ 15,1 mil

Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
IV.Festivais
Ano
22

Localização e período

UF principal
MG
Município
Uberlândia
Início
2023-07-07
Término

Resumo

Realização de um evento de grande porte, retomando os tempos áureos e o formato original do Festival de Dança do Triângulo, com vistas ao envolvimento dos artistas da dança em nível nacional e perspectivas de inclusão de todas as linguagens da área no escopo do projeto, com destaque para a dança inclusiva, sobretudo por meio da mediação cultural. Paralelamente às mostras competitiva e não competitiva, ocorrerão apresentações de companhias convidadas, como Cia Deborah Colker, Grupo Corpo, Cia de Dança do Teatro Guaíra e Balé da Cidade de São Paulo, além de cursos, oficinas e palestras, mostras de artes visuais, programação infantil com atividades de arte-educação e ações com foco em mediação cultural, todas as ações esparramadas em vários pontos da cidade. Para isso, é necessário criar a estrutura adequada e buscar os recursos na iniciativa privada que a possibilitem. Todas ações previstas no evento terão acesso absolutamente gratuito.

Sinopse

ESPETÁCULOS CONVIDADOS:Pode haver alterações por estarmos em fase de fechamento da programação e em razão de adequação de riders aos espaços Cia. Ballet de Cegos - "Dançando sem Limites - Divertissement" A Cia. Ballet de Cegos, da Associação Fernanda Bianchini, apresenta o espetáculo "Dançando sem Limites - Divertissement". Na proposta, a cia mistura o clássico e o contemporâneo com danças populares e teatro, em uma estrutura de composição organizada em pequenos números. É interpretada por artistas com deficiências variadas. Cia Jorge Garcia - ?Plano sequência / Caixa Preta TAKE 3? - ?Plano sequência / Caixa Preta TAKE 3?, tem como narrativa o desenrolar de uma festa sem fim, um desencadear de situações onde o looping de acontecimentos visuais e ficcionais se entrelaçam e se constroem relações de fricção entre os intérpretes / personagens deste acontecimento; inspirados em festas que duram dias, corpo e mente entorpecidos a partir de um determinado ritual. Estes indivíduos se alimentam da energia do outro para potencializar a sua própria e fortalecendo, assim, o conjunto. Um motim, uma manifestação, uma provocação quase tribal e orgânica em tempos obscuros. Desejos de conexão, rituais que nos remetem ao passado, nos arremessam ao futuro e, novamente, nos capturam para o agora. Novamente e para sempre. Druw Companhia de Dança - Lúdicos Em 2007, a Cia Druw produziu o espetáculo Lúdico, inspirado em Kandinsky e sua pintura não figurativa. Como base para todo desenvolvimento e criação do espetáculo, Druwe pesquisou no livro Do espiritual na arte, publicado por Kandinsky em 1912, a primeira grande obra teórica sobre pintura. Nela, o pintor desenvolvia uma investigação filosófica sobre as cores e as formas, às quais conferia valores psicológicos e morais e as comparava com a música, que, apesar de sua imaterialidade, era capaz de fazer ?vibrar a alma?. Anos mais tarde, em 1926, o artista russo lança Ponto e linha sobre plano, em que elabora a teoria semelhante à utilizada pelos músicos para compor. Era a necessidade interior do artista em detrimento à forma, que sempre teve, para ele, importância secundária. Em suas obras, umas das preocupações era a busca de um equilíbrio instável entre elementos opostos.A partir dos elementos pesquisados, Miriam Druwe percebeu que o caráter lúdico sempre esteve à sua porta, rondando-a. Ouvindo o desejo interior de sua alma artista, juntou sua paixão pelo pintor russo, cercou-se de profissionais premiados e competentes das artes e percebeu que pela primeira vez em sua carreira falaria às crianças. Assim surgiu Lúdico.Juliana Iyafemí - Qual o Seu Nome? Quem já teve a oportunidade de conhecer uma casa-de-santo, sabe o quão místico e fascinante é um rito de iniciação ao candomblé. Os sons dos atabaques envolvem os participantes e ditam o ritmo da dança que irá convocar os orixás para dar início ao ritual religioso. Essa é a temática do espetáculo ?Qual é o seu nome??. Em que a dançarina e atriz Juliana Iyafemì mistura o erudito e o popular para falar sobre a sua iniciação na religião do candomblé, além de tratar sobre elucidações acerca da cultura afro-brasileira, através da valorização do samba de roda, da capoeira e das danças baseadas nos movimentos dos orixás. Com duração de aproximadamente 30 minutos, o solo de dança é protagonizado pela artista, que também compôs toda a narrativa, tendo o desafio de dançar para a câmera, sem o calor do público. No palco, estão presentes de forma minimalista todos os elementos da natureza – água, fogo, ar, terra, éter –, que são apresentados artisticamente e de maneira respeitosa. Seus passos são acompanhados pelos ritmos africanos entoados numa trilha que tem como principais instrumentos a lixa, o pandeiro e o violoncelo. O rito de iniciação proposto na dança, ainda remete o público a pensar o que faz as pessoas começarem algo diferente todos os dias, ou simplesmente começar de novo, ou ainda, quem é você para além do seu nome?Cia de Dança do Teatro Guaíra - V.I.C.A. e PIÁ"V.I.C.A" – O acrônimo que dá título à peça do Balé Teatro Guaíra - "V.I.C.A." - significa Volatilidade, Incerteza, Complexidade e Ambiguidade, características do mundo pós-moderno e exacerbadas com a pandemia de Covid-19."V.I.C.A." nos faz questionar o que queremos daqui para frente e nos propõe refletir sobre a humanidade no tempo presente. Em meio a um mundo confuso, saído de uma pandemia, a coreógrafa Lili de Grammont e o Balé Teatro Guaíra nos revelam que a Arte pode ser uma estratégia porque nos conecta de uma maneira única."PIÁ" – Um dos traços que mais define o brasileiro é a mestiçagem. Brasileiros podem ter qualquer aparência, podem pertencer a qualquer etnia e, com frequência, são confundidos com outras nacionalidades quando estão no Exterior."Piá", por definição são os filhos de etnia indígena ou mestiços de brancos com índios, mas só em Curitiba as pessoas chamam-se carinhosamente, umas às outras, de ?piá?. Nenhuma outra cidade do Brasil adotou o termo, que não se trata de uma gíria.OFICINAS:Oficina com Fátima Suarez – "Formação itinerante de professores de dança". A formação tem o objetivo de capacitar jovens profissionais e professores para o ensino da dança e fomentar o exercício de uma prática docente reflexiva e criativa. Em cada encontro serão abordados temas relevantes do campo da educação e conteúdos práticos relacionados à dança, como técnica, criação coreográfica e improvisação. Será disponibilizada uma coletânea de textos, além de outras indicações bibliográficas para aprofundamento do estudo. Os encontros têm como tema ?A Natureza Criativa do ser?. Aulas e discussões baseadas na filosofia e técnica de Isadora Duncan, ministradas por Fatima Suarez e membros da equipe de professores da Escola Contemporânea de Dança e ainda uma apresentação de até 30 minutos de coreografias do repertório de Isadora Duncan compostas entre 1900 e 1927.Oficina com Marina Carleali – "O figurino na dança". Curso teórico-prático de figurino para público interessado em dança, moda e artes. Aborda discussões teóricas sobre figurino e criação em artes. Serão realizadas leituras, discussões, análise de obras e de figurinos bem como atividades práticas de conteúdo técnico e criativo para elaboração de peças usando materiais que se adequem ao propósito do grupo (podendo ser alternativos ou não). O curso pretende dar fundamentos para o desenvolvimento de pessoas que já trabalham na área e também para futuros figurinistas.Oficina com Rosa Antuna - ?Criação fílmica na dança contemporânea? Nesta oficina Rosa Antuña trabalhará com os alunos exercícios de respiração, alongamento, tonificação muscular e força, seguidos de sequências de movimento e improvisação. Três dias de oficina para bailarinos . Em cada dia a aula será dividia em três etapas: conexão com seu próprio corpo, aquecimento e preparação física; sequências de movimento trabalhando planos baixo, médio e alto, com técnicas de rolamento, sustentação de pernas, qualidade dos braços e saltos; proposta de improvisação. A cada dia os exercícios propostos ficaram mais complexos, aumentando o grau de dificuldade para os alunos.Oficina com Dug Mont e Cesar Pivetti ?A dramaturgia entre som e luz na composição da poética cênica? é um workshop conceitual de capacitação, direcionado para técnicos (as) e operadores (as) de som e de luz que tenham interesse em descobrir e expandir seu potencial criativo. O workshop é estruturado em 3 dias (6 horas por dia), compreendendo um total de 18 horas/aula com certificado de conclusão ao final. Serão oferecidas 20 vagas: 10 para operadores (as) de luz e 10 para operadores (as) de som, previamente selecionados sob os critérios de experiência mínima e carta de intenção. O primeiro dia a recepção por meio de "provocações" imersivas das sensibilidades dos participantes através da demonstração de trabalhos realizados pelos artistas ministrantes, e também à exposição geral das ideias e objetivos que norteiam o workshop. No segundo dia, um duo apresentará uma cena/performance inédita, de aproximadamente 5 minutos, que irá servir como material prático de estudo e criação. Serão formadas 10 duplas de operadores (as) de som e de luz que irão debater e desenvolver 10 diferentes propostas de sonorização e iluminação para a mesma cena/performance. No terceiro e último dia, o objetivo é que cada dupla apresente a sua proposta. Ao final do dia, um debate aberto sobre as 10 distintas possibilidades e soluções apresentadas pelos alunos (as). O objetivo do workshop concentra-se no despertar da criação proativa,para, futuramente, serem desenvolvidos pelos alunos de forma autônoma junto às equipes de criação com as quais se deparem ao longo de suas trajetórias profissionais. PALESTRAS:eixo 1. Dança, Cidadania e Educação. Para este eixo, haverá a fala de Fátima Suarez, diretora da Escola Contemporânea de Dança e diretora geral da Jornada de Dança da Bahia, festival que já teve 11 edições realizadas em Salvador/Bahia; Mesa eixo 2. Dança e Qualificação. Este eixo contará com a convidadas Marina Carleal, coordenadora de escola pública Vila das Artes, em Fortaleza-Ceará. . eixo 3. Mediação Cultural em Dança. Para este eixo contamos com Henrique Rochelle. Crítico de Dança, Doutor em Artes da Cena pela Universidade Estadual de Campinas, com estágio doutoral na Université Paris 8 (França), Bacharel em Estudos Literários, pesquisa as áreas de Crítica, História e Teoria da Dança, Dança como Linguagem e Semiótica da Comunicação em Linguagens Artísticas. Fez parte da equipe de pesquisa da produção dos DVDs dos 45 Anos do Balé da Cidade de São Paulo, e estendeu suas pesquisas junto a diversas companhias de dança, como a Quasar, a Cisne Negro, o Ballet Stagium, o Balé da Cidade de São Paulo, o Grupo Corpo e a Deborah Colker. É autor dos sites Da Quarta Parede, e CRITICATIVIDADE, onde publica regularmente textos de crítica de dança.9 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO PRODUTOOficinasOficina ?Formação Itinerante de Professores de Dança?. Serão ministradas aulas de Dança moderna (chão, barra, centro e deslocamentos) dentro dos fundamentos de Isadora Duncan, sempre criando pontes dentro de uma perspectiva contemporânea. Além disso, trechos de alguns dos seus trabalhos coreográficos serão experimentados. O encontro também propõe uma apresentação de até 30 minutos de coreografias de Isadora Duncan, dançados por Fatima Suarez , Rachel Neves e Luma Santana, dançarinas do Contemporânea Ensemble.Oficina ?coreocinegrafia? com Jorge Garcia, trata-se de uma proposta híbrida entre a dança e o cinema, utilizando filmagens com câmera sem fio feitas e transmitidas em tempo real pelos próprios bailarinos. O resultado, à primeira vista, é de alta densidade visual, pois sobrepõe uma série de grafias.Oficina de Jazz Dance: Edy Wilson é formado em Educação Física, é coreógrafo e professor de dança contemporânea, jazz dance, modern jazz.Desde 1996 desenvolve a metodologia de ensino do estilo de Dança criada por Roseli Rodrigues para a Raça Cia. de Dança onde atuou como bailarino, professor, ensaiador, diretor e coreógrafo.Oficina ?O figurino da dança? . AULA 1 Apresentação do curso / Apresentação da ministrante / Expectativas e histórias (momento de interação entre part /icipantes) / Discussão dirigida sobre as visualidades da cena / Leitura e discussão do texto ?Vestindo os nus – o figurino em cena ? de Roseane Muniz / Fruição do espetáculos de dança para análise de seus figurinos / Visitação virtual da exposição ?Camp – Notes of Fashion ? AULA 2 Discussão sobre o tema ?Como acontece a criação de um figurino?? / Profissionais e funções na criação do figurino / Análise de figurinos dos espetáculos ?Iracema? de Rosa Primo e ?Alegria, Alegria!? de Andréia Pires AULA 3 Estudos de moda aplicados à criação de figurino: cores, formas e tendências./ Significado das cores, visagismo, funções e combinações de cores / Silhuetas e formas / Tendências de moda AULA 4 Painel de inspiração ou moodboard. Conceitos e experimentações / Atividade prática ?Painel de inspiração para criação de figurino? AULA 5 Apresentação de atividade / Análise do figurino do vídeodança ?O Rito? de Luiz Bongiovanni / Avaliação do cursoOficina ?A dramaturgia entre som e luz na composição da poética cênica? com César Pivatti. Primeiro dia: introdução ao universo do desenho de som, mostrando como meros operadores podem expandir suas potencialidades percorrendo o caminho da criação de trilha e efeitos sonoros para um espetáculo / o mesmo procedimento para o desenho de luz, revelando como o operador pode ir além da mera operação e desenhar a luz de um espetáculo, considerando as nuances e (re)leituras que ele apresenta. Segundo dia: observação orientada de uma coreografia, a partir da execução, repetidas vezes, de uma dança, quando os ministrantes vão chamando a atenção dos alunos sobre detalhes que passariam despercebidos e para o som e a luz que poderiam ser criados para aquele trabalho. Ao longo do processo, para impedimentos como inviabilidade técnica de alguma ideia surgida, serão discutidas soluções criativas para o impasse. Em um segundo momento, em pares, os alunos criação os seus próprios desenhos de som e luz. Terceiro dia: maratona de apresentação dos resultados da oficina.Oficina Dramaturgia do Som com Dugg Mont. Dugg Mont é sound designer, diretor musical, assistente de direção, técnico e operador de áudio. Estudou no Instituto de Áudio e Vídeo (IAV) e trabalhou como técnico e operador de áudio pela empresa de sonorização ?Loudness? em eventos corporativos, shows e espetáculos - dentro e fora do Estado de São Paulo. A oficina propõe desenhar e criar, através de sons, diferentes texturas, atmosferas, sensações e sentimentos. Oficina de Técnica de Ballet Clássico com Esmeralda Gazal. A oficina contempla conceitos, fundamentos e códigos da técnica do ballet clássico. As metodologias, visam estimular nos participantes autonomia e práticas significativas. As sequências, realizadas com e sem apoio, priorizam a organização do corpo no espaço, a fluência e a coordenação dos movimentos, a consciência corporal, entre outros princípios equacionados. ESMERALDA GAZAL - Formada pela Escola Municipal de Bailado de São Paulo, graduada em Dança e Pedagogia, Pós – graduada em Metodologia do Ensino das Artes e Mestre em Formação de Professores. Como bailarina integrou o Balé da Cidade de São Paulo por 10 anos. Durante 18 anos dirigiu a Escola Municipal de Bailado. A partir de 2011 iniciou suas atuações independentes com palestras, oficinas de técnica do balé clássico e de formação de professores e produções artísticas. Participou de 2016 a 2018 do Festival de Dança de Joinville como jurada, professora e palestrante. Em 2019 atuou como orientadora artística no Programa de Qualificação em Artes – Dança/Estado de São paulo. Desde 2013 ministra aulas e coordena os espetáculos infanto-juvenis do Estúdio Anacã.Mesas:Debate Eixo 1. Dança, Cidadania e Educação. A proposta é trazer para o debate não somente o conceito da expressão artística, nesse caso por meio da dança, como direito fundamental do ser humano e tradução de uma plenitude da cidadania, mas também verificar em quais instâncias, de que forma, ela está inserida nos vários níveis da educação formal, pública e privada, no país e em nossa cidade, trazendo inclusive modelos parâmetros para as boas prática de ensino advindas de outros estados e até mesmo de outros países.Debate Eixo 2. Dança e Qualificação. Pretende-se percorrer os caminhos criados pela Dança e os seus contextos, adversidades e casos de sucesso em todas as suas modalidades. Um momento também para se pensar essa criação cênica como uma experiência de criação coletiva, que permeia também outros processos criativos imprescindíveis ao conjunto de resultados, como a formação técnica, dando ênfase também às luzes, sombras, vestes e trilhas sonoras que emolduram os movimentos.Debate Eixo 3. A mediação cultural em Dança A Reflexão sobre a mediação cultural, tema pertinente que busca uma maior interação entre espectadores e fazedores de cultura, promovendo ações que tragam a interatividade e uma compreensão mais apurada dos signos e significados daquele momento.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS: Dar continuidade ao evento de grande porte, em alguns anos um dos maiores do País, o Festival de Dança do Triângulo, que teve os seus tempos áureos e nos últimos anos realizado de forma tímida, sem a visibilidade já existente em nível nacional. Trata-se, portanto, de uma proposta cuja meta central é a retomada do formato original do evento, atualizando-o aos modelos e demandas atualmente existentes, com vistas ao envolvimento dos artistas da dança de vários estados e perspectivas de inclusão de todas as linguagens da área no escopo do projeto. Para isso, é necessário criar a estrutura adequada e buscar os recursos na iniciativa privada que a possibilitem. A intenção é que o Festival seja realizado em 07 (sete dias), de Quarta-Feira a Terça-Feira, 12 a 18 de julho de 2023, com apresentações de companhias convidadas, grupos inscritos locais e de outras regiões e localidades, cujos trabalhos sirvam de referência aos participantes e garantam a contemplação do grande público. Mas também acrescentar na formação dos artistas com o seminário pedagógico e outras ações de qualificação como oficinas e palestras, além do acréscimo a criação de público com o Palco Livre, espalhado pela cidade. Trazer para a cidade uma linha de manifestação artística que também movimente a economia local, como já foi um dia, com a circulação de muitas pessoas, devolvendo à população a sensação de pertencimento que outrora existia no Festival. Ainda pensando na questão econômica e no quanto um evento dessa envergadura potencializa a economia local, há de se destacar a intenção da proposta de promover também a consolidação do mercado artístico local no segmento da dança, uma vez que o evento envolve escolas de dança, um grande número de professores e coreógrafos, entre outros vários trabalhadores da dança. Trata-se, portanto, de um festival que gera impactos na economia local, seja ela como um todo ou no segmento específico que lhe é inerente.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOSOBJETIVOS ESPECÍFICOS: Realizar - Cias Convidadas: realizar apresentações de (05)cinco companhias convidadas, somando 06 (seis) apresentações, todas de projeção em nível nacional, a saber:Cia Jorge Garcia de Dança - Take 3 Plano Sequência (Udia) Cia Ballet de Cegos (udia) Druw Companhia de Dança - Espetáculo infantil Vila Tarsila (Udia) Juliana Iyafemí, Moreno Veloso - Qual o Seu Nome? (Udia)Cia de Dança do Teatro Guaíra Vica, (Udia) Cia de Dança do Teatro Guaíra Piá, (Udia) Mostras - Competitiva e outra não competitiva: Realizar, duas mostras de dança, uma competitiva e outra não competitiva, contendo etapas de lançamento de edital a nível nacional, pré-seleção com profissionais qualificados, jurados com formação na área. Para a pré-seleção, serão convidados especialistas da áreas para analisar os vídeos das companhias inscritas e selecioná-las para a mostra competitiva e não-competitiva. Aqui se pretende o desenho minucioso de uma curadoria com o foco na diversidade. É premissa do evento que todas as linguagens da dança sejam contempladas, tornando-se também o embrião para a instalação de um conselho curador que responda também por todas as etapas do evento.- Premiações, Prevê premiação em troféus para melhores trabalhos por modalidade e categoria, na mostra competitiva, e prêmio estímulo para participantes de qualquer um dos módulos do evento, Mostra Competitiva ou Não Competitiva no valor de R$ 10.400, 00 (Dez Mil e Quatrocentos Reais), sendo: Bailarina Revelação - R$1.500,00 (Mil e Quinhentos Reais); Bailarino Revelação - R$1.500,00 (Mil e Quinhentos Reais); Coreografia Revelação - R$2.000,00 (Dois Mil Reais); Grupo Revelação - R$2.000,00 (Dois Mil Reais); Prêmio Estímulo Social - R$3.400,00 (Três Mil e Quatrocentos Reais); - Conversa aberta: realizar conversa aberta entre jurados/especialistas e artistas, no dia posterior às apresentações. O teor da conversa, diz respeito a uma análise crítica da programação da véspera, com a configuração de uma mesa redonda composta por críticos, jurados, coreógrafos e diretores de escolas e grupos. Esta ação visa também, ser um espaço de troca de experiências artísticas entre artistas, locais e de fora;- Seminário pedagógico: realizar três palestras, contemplando três eixos. Eixo 1 - Dança Cidadania e Educação, eixo 2 - Dança e Qualificação e eixo 3 - Mediação Cultural na Dança. De forma a trazer para a cidade, através do evento, referenciais importantes para o debate e o aprendizado;- Oficinas: Em diálogo com o Seminário Pedagógico, é preciso que se traga para o evento o espaço da formação e capacitação, técnica e artística, com referenciais importantes para o debate e o aprendizado. Assim, serão oferecidas 06 (seis oficinas), a saber: Prática de Jazz Dance, Ballet Clássico, Coreocinegrafia - relação cinema e dança, A dramaturgia do som na composição da poética cênica da dança, ?A dramaturgia da luz na composição da poética cênica da dança, O figurino na dança. .- Palco Livre: com apresentações esparramadas pela região central e periféricas da cidade de Uberlândia, priorizando espaços e equipamentos públicos que tenham estrutura de suporte ao público. A programação será elaborada para estimular a população a conhecer a programação do Festival;- jornalismo cultural: Para a comunicação interna e externa do evento, potencializando os conceitos de jornalismo cultural, a exemplo de edições do evento de décadas passadas, o Festival pretende retomar seus potentes canais de comunicação interna, com reverberação também para o público externo. Serão produzidas até 03 edições de um jornal impresso e digital, distribuído dentro do evento, trazendo um balanço do que aconteceu nos dias anteriores, incluindo críticas e opiniões sobre a programação acontecida, além de seções de curiosidades e notícias relevantes ao evento. Em ambos os casos, a coordenação será conduzida por profissionais da área de Jornalismo e de Dança da cidade. - Programação Infantil: Como é preciso pensar a arte muito além de nosso tempo, promovendo-a para o futuro, o Festival terá também o lugar da criança, com promoção de espetáculos voltados para a infância. Além da mostra não-competitiva que receberá jovens artistas;- Exposição: Realizar exposição sobre o histórico do festival, um evento com mais de 30 (trinta) anos de existência. Para isso, foram convidados fotógrafos que, se inspiraram nas apresentações e na circulação do evento para compor imagens. Nessa edição, estaremos expondo ao público estes registros, por meio delas, se pretende (re)contar a história do festival e apresentar as obras nele inspiradas. - A Mediação Cultural: A Mediação Cultural em Dança, é um tendência contemporânea que promover a proatividade do público e sua interação de modo mais dinâmico com as apresentações, com vistas ao desenvolvimento do mercado cultural da cidade, por meio da promoção de uma interface do público frente a produção cultural que lhe é oferecida. Será, portanto, um espaço prático de formação e capacitação da mediação cultural em Uberlândia. A mediação cultural se dará na palestra com profissional específico, em diálogos do público com a programação no palco principal e nos Palcos livres espalhados pela cidade; - Balcão de negócios: A organização também convidará curadores de fora para o que chamamos de Balcão de Negócios. olheiros observando os trabalhos e também à disposição para informar sobre as possibilidades de intercâmbios culturais em todo o país e inclusive em nível internacional, de modo que os participantes possam localizar oportunidades de circular com os seus trabalhos. Os custos de transporte e estadia destes profissionais, será custeado pelas instituições que originalmente os abriga;

Justificativa

Na década de 1980, um grupo de artistas da dança, sob a chancela da Associação das Academias de Dança de Uberlândia, se reuniu em torno da proposta de consolidar na cidade um festival de danças para o setor. Não imaginavam, naquele momento, que a ideia tomaria corpo e os corpos dançantes se multiplicariam anualmente por toda a cidade.Naqueles primórdios, duas edições foram viabilizadas por meio dos esforços de bailarinos e grupos locais. A resposta foi imediata, não só de artistas de outras linguagens, mas também da população, de um modo geral. Houve a resposta do público. O ginásio do campus de Educação Física da Universidade Federal de Uberlândia tornou-se pequeno para o congraçamento. Duas edições depois, a terceira versão da iniciativa foi então abraçada pela então recém criada Secretaria Municipal de Cultura e o evento, até então caminhando bem, na parceria público-privada, atingiu uma outra dimensão e se configurou como um dos mais expressivos e relevantes acontecimentos artísticos da cidade. Desse modo, anualmente, durante quase três décadas, milhares de bailarinos, artistas e grupos, pensadores diversos, teóricos e práticos da dança e das artes integradas, frequentaram o Festival de Dança do Triângulo, que movimentava também a economia local e colocava a dança no centro dela e da cena urbana em Uberlândia, chegando, inclusive, em alguns anos, a se posicionar como o maior evento do segmento no país, superando em número de participantes, companhias convidadas, duração e público, até mesmo o mais conhecido deles, o Festival de Joinville. Lamentavelmente, acontece de a arte perder a força diante do ciclo da rotina e/ou da falta de vontade política e da compreensão de suas significâncias. No meio do caminho, por ausência de fôlego ou preguiça, gestores municipais não empenharam os esforços que um projeto dessa envergadura requer. Se até ali tais esforços se concentraram na busca de parceiros e recursos para realizá-lo em alto grau de visibilidade, envolvimento e participação, era preciso a continuidade dos mesmos para percorrer o mesmo percurso em prol da manutenção do evento como de grande porte e alcance em nível nacional. Infelizmente, sem desmerecer os agentes públicos de algumas gestões, não foi o que aconteceu. Diante das adversidades naturais a esse tipo de realização, cenários desfavoráveis da economia e dificuldades na captação de parcerias, o evento foi perdendo sua força e assumiu soluções não muito estratégicas para a recuperação dela, como transformá-lo em bienal, uma decisão que acabou sendo a derrocada de seu formato inicial, potente e mais abrangente. Ao voltar para a periodicidade anual, já não tinha mais essa mesma potência. E a partir de então passou a ter sua edição configurada de acordo com a limitada possibilidade orçamentária dos cofres públicos municipais, por meio da chancela de projeto institucional para o Programa Municipal de Incentivo à Cultura (Pmic).Ainda assim, com o desejo e a necessidade de manter a sua realização, ainda que distante dos tempos áureos vividos anteriormente, o setor da dança organizado em fóruns e conselho, permaneceu atuante e participante da discussão em torno de cada realização, e em função disso algumas de tais realizações, mesmo configuradas em pequeno e médio porte, até obtiveram bastante consistência artística e colaborativas para o desenvolvimento do setor. Mas a cada passo prevalecia o desejo de reviver os tempos de outrora, com intensa troca de experiência e a participação de nomes expressivos da área que se tornaram referências em nível de prática artística, cotidiano acadêmico, exercício crítico e pensamento artístico. No ano de 2020, o setor foi tomado de sobressalto com a decisão do Conselho Municipal de Políticas Culturais não mais permitir que o Festival de Dança do Triângulo fosse incluso como projeto institucional da Secretaria Municipal de Cultura para acesso aos recursos do Pmic. Ou seja, a partir de 2022, a pasta não pode mais reivindicar tal recurso para este fim. Por mais escasso que ele fosse, era o que até então garantia a sua realização. Para mantê-lo como projeto do poder público, a Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (SMCT), deveria buscar recursos próprios ou captações por outras fontes. Depois do susto, veio a reflexão. A ocasião não deveria ser para os artistas da área se sentirem órfãos e sim de oportunidade para saírem da tutela do poder público municipal e caminharem com as próprias pernas, rumo à retomada do formato que já existiu um dia e que devolvesse à cidade o grande evento do qual tinha orgulho. Representantes do setor e do Fórum de Dança decidiram, então, retomar o caráter de independência inerente às duas primeiras edições do Festival. E aqui estamos nós, pleiteando à Lei Federal de Incentivo à Cultura a validação dessa iniciativa. Para que continuemos um evento que não pode parar, trazendo novos paradigmas para a cena cultural de Uberlândia, colocando, por um período de dias, a arte da dança como foco central da cena urbana e da economia da cidade e, acima de tudo, promovendo a formação artística, a reflexão sobre a arte, o amadurecimento cultural e a consolidação da dança, em toda a sua diversidade de linguagens, incluindo-se aí a dança inclusiva, como fator determinante da existência humana e do desenvolvimento cultural de uma urbe. Esses passos foram dados ao longo de 28 edições, inicialmente acelerados e nos últimos anos mais comedidos, mas nunca deixando de existir. O que essa proposta traz é que nos permitam continuar a caminhada, com passos firmes e seguros, rumo à plenitude da arte. Em decorrência, a alegria das plateias. Além da satisfação do público, essa proposta se justifica também pelo impacto que promove na economia e no turismo local. A cidade vive esse turismo apenas em seu formato de negócios. Há dados relevantes que demonstram o impacto que o Festival de Dança do Triângulo, em edições anteriores, já causou na economia local, fortalecendo os elos da cadeia produtiva da cultura em consonância com várias vertentes da produção econômica na cidade. A proposta vai ao encontro de todos os nove incisos do Art 1o da Lei 8313/91, facilitando o acesso e o exercício da cidadania por meio da Cultura, estimulando a produção e fruição da arte local e nacional, difundindo a arte e seus criadores e executores, protegendo a expressão artística e promovendo a diversidade, garantindo o fortalecimento da brasilidade no fazer artístico, preservando os meios dessa criação, reverberando a cultura brasileira para todos os povos e incluindo valores nacionais na produção e fruição cultural, estimulando a capacitação e produção artística e inserindo a cultura brasileira como forma única e predominante de expressá-la. E também cumpre Incisos do Art 3 da Lei 8313/91, com a ?concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil?, uma vez que haverá a mostra competitiva e não competitiva, destacando várias modalidades da expressão cênica em dança, assim como a ?instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos?, uma vez que, além do seminário pedagógico proposto no escopo do projeto, haverá também a ação continuada, com vistas à reflexão, capacitação e formação dos trabalhadores em dança, além da inserção do módulo ?educação? dentro do evento, de modo a promover a proximidade de instituições públicas, ONGs e estabelecimentos de ensino da dança com as propostas do evento.

Estratégia de execução

O evento, por si, já é uma grande contrapartida social à cidade, já que, além de mobilizar toda a economia local, promove o acesso gratuito às atividades constantes em sua programação, tais como apresentações em espaços públicos diversos, oficinas, palestras, exposições e programação infantil. As passagens aéreas pleiteadas para a fase de pré-produção não foram adquiridas haja vista que priorizamos a seleção online. No tocante às passagens da fase de produção serão, respectivamente, destinadas aos aos integrantes das companhias convidadas para o evento, contemplando, neste segundo caso, elenco, equipe técnica e produção de cada grupo convidado.

Especificação técnica

OficinasOficina ?Formação Itinerante de Professores de Dança?. Serão ministradas aulas de Dança moderna (chão, barra, centro e deslocamentos) dentro dos fundamentos de Isadora Duncan, sempre criando pontes dentro de uma perspectiva contemporânea. Além disso, trechos de alguns dos seus trabalhos coreográficos serão experimentados. O encontro também propõe uma apresentação de até 30 minutos de coreografias de Isadora Duncan, dançados por Fatima Suarez , Rachel Neves e Luma Santana, dançarinas do Contemporânea Ensemble.Oficina ?coreocinegrafia? com Jorge Garcia, trata-se de uma proposta híbrida entre a dança e o cinema, utilizando filmagens com câmera sem fio feitas e transmitidas em tempo real pelos próprios bailarinos. O resultado, à primeira vista, é de alta densidade visual, pois sobrepõe uma série de grafias.Oficina de Jazz Dance: Edy Wilson é formado em Educação Física, é coreógrafo e professor de dança contemporânea, jazz dance, modern jazz.Desde 1996 desenvolve a metodologia de ensino do estilo de Dança criada por Roseli Rodrigues para a Raça Cia. de Dança onde atuou como bailarino, professor, ensaiador, diretor e coreógrafo.Oficina ?O figurino da dança? . AULA 1 Apresentação do curso / Apresentação da ministrante / Expectativas e histórias (momento de interação entre part /icipantes) / Discussão dirigida sobre as visualidades da cena / Leitura e discussão do texto ?Vestindo os nus – o figurino em cena ? de Roseane Muniz / Fruição do espetáculos de dança para análise de seus figurinos / Visitação virtual da exposição ?Camp – Notes of Fashion ? AULA 2 Discussão sobre o tema ?Como acontece a criação de um figurino?? / Profissionais e funções na criação do figurino / Análise de figurinos dos espetáculos ?Iracema? de Rosa Primo e ?Alegria, Alegria!? de Andréia Pires AULA 3 Estudos de moda aplicados à criação de figurino: cores, formas e tendências./ Significado das cores, visagismo, funções e combinações de cores / Silhuetas e formas / Tendências de moda AULA 4 Painel de inspiração ou moodboard. Conceitos e experimentações / Atividade prática ?Painel de inspiração para criação de figurino? AULA 5 Apresentação de atividade / Análise do figurino do vídeodança ?O Rito? de Luiz Bongiovanni / Avaliação do cursoOficina ?A dramaturgia entre som e luz na composição da poética cênica? com César Pivatti. Primeiro dia: introdução ao universo do desenho de som, mostrando como meros operadores podem expandir suas potencialidades percorrendo o caminho da criação de trilha e efeitos sonoros para um espetáculo / o mesmo procedimento para o desenho de luz, revelando como o operador pode ir além da mera operação e desenhar a luz de um espetáculo, considerando as nuances e (re)leituras que ele apresenta. Segundo dia: observação orientada de uma coreografia, a partir da execução, repetidas vezes, de uma dança, quando os ministrantes vão chamando a atenção dos alunos sobre detalhes que passariam despercebidos e para o som e a luz que poderiam ser criados para aquele trabalho. Ao longo do processo, para impedimentos como inviabilidade técnica de alguma ideia surgida, serão discutidas soluções criativas para o impasse. Em um segundo momento, em pares, os alunos criação os seus próprios desenhos de som e luz. Terceiro dia: maratona de apresentação dos resultados da oficina.Oficina Dramaturgia do Som com Dugg Mont. Dugg Mont é sound designer, diretor musical, assistente de direção, técnico e operador de áudio. Estudou no Instituto de Áudio e Vídeo (IAV) e trabalhou como técnico e operador de áudio pela empresa de sonorização ?Loudness? em eventos corporativos, shows e espetáculos - dentro e fora do Estado de São Paulo. A oficina propõe desenhar e criar, através de sons, diferentes texturas, atmosferas, sensações e sentimentos. Oficina de Técnica de Ballet Clássico com Esmeralda Gazal. A oficina contempla conceitos, fundamentos e códigos da técnica do ballet clássico. As metodologias, visam estimular nos participantes autonomia e práticas significativas. As sequências, realizadas com e sem apoio, priorizam a organização do corpo no espaço, a fluência e a coordenação dos movimentos, a consciência corporal, entre outros princípios equacionados. ESMERALDA GAZAL - Formada pela Escola Municipal de Bailado de São Paulo, graduada em Dança e Pedagogia, Pós – graduada em Metodologia do Ensino das Artes e Mestre em Formação de Professores. Como bailarina integrou o Balé da Cidade de São Paulo por 10 anos. Durante 18 anos dirigiu a Escola Municipal de Bailado. A partir de 2011 iniciou suas atuações independentes com palestras, oficinas de técnica do balé clássico e de formação de professores e produções artísticas. Participou de 2016 a 2018 do Festival de Dança de Joinville como jurada, professora e palestrante. Em 2019 atuou como orientadora artística no Programa de Qualificação em Artes – Dança/Estado de São paulo. Desde 2013 ministra aulas e coordena os espetáculos infanto-juvenis do Estúdio Anacã.Mesas:Debate Eixo 1. Dança, Cidadania e Educação. A proposta é trazer para o debate não somente o conceito da expressão artística, nesse caso por meio da dança, como direito fundamental do ser humano e tradução de uma plenitude da cidadania, mas também verificar em quais instâncias, de que forma, ela está inserida nos vários níveis da educação formal, pública e privada, no país e em nossa cidade, trazendo inclusive modelos parâmetros para as boas prática de ensino advindas de outros estados e até mesmo de outros países.Debate Eixo 2. Dança e Qualificação. Pretende-se percorrer os caminhos criados pela Dança e os seus contextos, adversidades e casos de sucesso em todas as suas modalidades. Um momento também para se pensar essa criação cênica como uma experiência de criação coletiva, que permeia também outros processos criativos imprescindíveis ao conjunto de resultados, como a formação técnica, dando ênfase também às luzes, sombras, vestes e trilhas sonoras que emolduram os movimentos.Debate Eixo 3. A mediação cultural em Dança A Reflexão sobre a mediação cultural, tema pertinente que busca uma maior interação entre espectadores e fazedores de cultura, promovendo ações que tragam a interatividade e uma compreensão mais apurada dos signos e significados daquele momento.

Acessibilidade

Em se tratando de um evento que tem em seu escopo também a dança inclusiva, nos espaços físicos de realização do evento, a questão da acessibilidade será criteriosamente acolhida. Serão priorizados espaços públicos que já contem com estrutura acessível, nos quais as exigências legais de acessibilidade já sejam cumpridas. Para anunciar as apresentações nos palcos teremos intérprete de libras. Para as exposições previstas e algumas apresentações, teremos audiodescrição. A questão da acessibilidade também será contemplada nas ações de mediação cultural em dança, por meio de experiências sensoriais. Impressão em braile de 50 programasTradução em libras contratação de 02 profissionais por oito horas de trabalhoRoteirista de audiodescrição contratação de 01 profissional

Democratização do acesso

Toda a programação do evento é absolutamente gratuita.O projeto prevê a adoção dos seguintes incisos do art. 21 da IN nº 02/2019: será adotada no ?III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;?, uma vez que todas as ações do evento serão transmitidas simultaneamente pelas redes de internet, com acesso gratuito e disponibilizada para download, além de de versões virtuais do jornalismo cultural também disponíveis para download.?IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;??V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;?, o seminário pedagógico e as interações por meio de palestras totalmente acessíveis e gratuitas, assim como ensaios abertos dos grupos participantes da mostra e de companhias convidadas.?VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;?, uma vez que há programação infantil prevista no evento, além das ações constantes do eixo ?mediação cultural?, com foco em crianças e adolescentes.?VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público;?, já que há previsão de parcerias com instituições públicas da Cultura, como cursos de dança de universidades federais, Funarte, entre outras.

Ficha técnica

Claudia Nunes (PROPONENTE) - Coordenadora de gestão do evento. Também psicóloga, especializou-se em dança inclusiva e dançaterapia. Participou de vários eventos locais e no país, não só com as pessoas do seu grupo, mas também aqueles voltados para a "dança sem barreiras". Mantém o espaço Movimente, com foco no ensino da dança. Atuou praticamente em todos as edições do Festival de Dança do Triângulo. Nessa edição, ficará responsável pelos trâmites legais do evento e sua adequação às propostas constantes no projeto, monitorando todos os segmentos e respaldando todas as necessidades práticas e burocráticas em consonância com a Lei Federal de Incentivo à Cultura. Elizabet Machado Brito - Coordenadora de comunicação do evento. Foi uma das duas fundadoras do Festival de Dança do Triângulo e também uma das coordenadoras em suas duas primeiras edições, nos anos de 1980. Dirige o Núcleo de Estudos da Dança. Trabalha há anos com projetos sociais voltados para o ensino da dança para jovens e crianças em situação de vulnerabilidade social. Manteve por muitos anos a Forma Academia, uma das pioneiras na área na cidade. Atualmente mantém o Bet Brito Espaço Cultural, voltado prioritariamente para dança, mas também com o foco nas diversas linguagens artísticas. Marcelo Sílvio Santos - Coordenador de logística do evento. Com 22 anos de experiência em gestão administrativa de processos e coordenação de pessoas e a 11 anos participando na produção e coordenação administrativa de projetos culturais com a Jovancla Prom e Prod Artísticas Ltda em projetos culturais patrocinados pela Caixa Econômica Federal, Grupo Martins, Grupo Algar e Petrobrás. Vanilton Lakka - Coordenador pedagógico do evento. Coreógrafo e bailarino com expressiva e premiada trajetória, inclusive em nível internacional. Foi integrante do Grupo Werther, expressivo coletivo que impactou os rumos da dança contemporânea na cidade. É professor e coordenador do curso de Dança da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) Cláudio Henrique Eurípedes de Oliveira - Coordenador técnico do evento. Diretor do Grupo Strondum, Bacharel e Licenciado em Filosofia na Universidade Federal de Uberlândia, graduado em Artes Visuais pela mesma Universidade e aluno do Programa Virtual Disseminador de Educação Fiscal do ESAF. Iniciou sua atividade artística em 1987 através do movimento de dança de rua em UberlândiaEduardo Lopes - Consultoria Artística do evento. Diretor, coreógrafo e professor de Dança, desde 1982 sua carreira e marcada por trabalhos artísticos, coreógrafo, Diretor e bailarino nos grupos de dança e escolas: Andanças, Grupo Werther pesquisa de dança, Pró-dança, Escola e Grupo Uai q Dança, Forma de Dança, Escola Lizett Freitas, Ato 9 e SESI Minas. Bolsista das Fundações Vitae – Brasil; Patagônica – Argentina, Julliard School – USA

Providência

DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.

2023-08-31
Locais de realização (1)
Uberlândia Minas Gerais