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PRONAC 220007Apresentou prestação de contasMecenato

SOM DO SERTÃO (EVENTO VIRTUAL)

24.413.450 LUIZ AMERICO BIGESCHI
Solicitado
R$ 199,4 mil
Aprovado
R$ 207,4 mil
Captado
R$ 199,4 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
60855574000173ACUCAREIRA QUATA S/A1900-01-01R$ 199,4 mil

Eficiência de captação

96.2%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
22

Localização e período

UF principal
SP
Município
Quatá
Início
2022-03-01
Término

Resumo

O Projeto "SOM DO SERTÃO" tem como objetivo realizar apresentações (presenciais e Lives) e oficinas de música instrumental com ênfase na música caipira, a finalidade é mostrar e resgatar um repertório originário em um formato de Big Band (grande grupo instrumental de 12 a 25 músicos) e promover a música instrumental.

Sinopse

O repertório das apresentações contará em sua totalidade com obras de música caipira de compositores em sua maioria da região Centro-Oeste Paulista e terá a classificação indicativa etária livre.

Objetivos

Objetivo geral: Resgatar a música caipira brasileira principalmente na região Centro-Oeste Paulista e assim aproximar crianças, jovens e adultos da música instrumental por meio de apresentações musicais. Objetivo específico: a) Produto APRESENTAÇÃO MUSICAL: Realizar 04 (quatro) apresentações (Presenciais e Lives) de música caipira (02 em Quatá, 01 em Lençóis Paulista e 01 em Macatuba) sendo que serão executadas por uma grande banda constituída por 01 maestro, 01 saxofone alto, 01 saxofone tenor, 02 trompetes, 02 trombones, 01 bateria, 01 contrabaixo e com intuito de aproximação da linguagem característica da música caipira o projeto contará também com 01 violão, 01 acordeon, 01 viola caipira e 01 apresentador contador de causos. A estimativa de público da totalidade que assistirão a esses eventos é de aproximadamente 8.000 pessoas. b) Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL: realizar 04 (quatro) Oficinas de música instrumental extremamente participativa onde os palestrantes por meio da execução de temas e de seus instrumentos mostrarão a importância da música caipira e instrumental no Brasil. A estimativa de público da totalidade que assistirão a essas oficinas é de aproximadamente 800 pessoas sendo que 400 serão presenciais mas com rigoroso cumprimento das medidas de prevenção e controle do COVID-19 indicadas pelo Ministério da Saúde e de de 400 pessoas no formato on line.

Justificativa

O projeto "SOM DO SERTÃO" se enquadra no artigo 1º da Lei 8313/91, nos incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Em relação aos objetivos do Art. 3º da referida norma, a proposta alcançará os itens: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; "Depois do silêncio, o que mais se aproxima de expressar o inexprimível é a música". A história da música confirma as palavras de Aldous Huxley. Desde a Antiguidade até os dias de hoje, a música não deixou de cumprir um papel como uma linguagem transcendental entre os homens, porém é notório que no Brasil, segundo estudos do pernambucano Leonardo Sales, a música nunca esteve tão simplória, confinada em letras que abusam de palavras repetidas e de poucos e recorrentes acordes nas composições. Tendo em vista essa carência, o Projeto "SOM DO SERTÃO" ambiciona promover e resgatar o extraordinário e riquíssimo repertório da música caipira, e ressurgir com a linguagem profunda e expressiva de seus compositores.Além disso, um dos objetivos do projeto é realizar apresentações com música instrumental e transformar a visão popular sobre o tema, pois quando nos referimos á esta modalidade musical, é perceptível a pouca valorização desse segmento. Em uma entrevista ao site "mundo da música", o músico e compositor Gabriel Martins explicou a atual situação: "Eu acho que, primeiramente, a música brasileira instrumental é a que tem mais diversidade e mais qualidade no mundo, na minha opinião. Se você pensar em qualquer estilo de música instrumental, tem no Brasil. Pena que não é tratado com o devido respeito e espaço que deveria.". Assim, o projeto disponibilizará a população a oportunidade de se divertir em locais públicos e centros de referências socioemocionais, e para mais, poderão visualizar a própria cultura, valorizando-a pela riqueza nos detalhes da musicalidade dos instrumentos e pela utilização totalitária de um repertório genuinamente brasileiro. Na região Centro-Oeste Paulista, lugar em que o projeto será realizado, também é evidente a falta de oportunidades para os excelentes músicos instrumentais. Acima de tudo, o projeto "SOM DO SERTÃO", busca valorizar os talentos regionais, ou seja, "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais" (presente no art.1°, inciso II), por isso, as performances serão feitas pelos artistas da região.Portanto, o projeto "SOM DO SERTÃO" irá conceder experiências musicais que fortalecerão laços regionais e sentimentais, possibilitando que o espectador se sinta acolhido e extasiado. Dessa forma, beneficiará toda a população do Centro-Oeste Paulista servindo como mola propulsora da valorização da música caipira e de seus compositores, bem como deve funcionar de estímulo ao surgimento de novos artístas, de novos músicos instrumentais, de Big Bands (grande grupo instrumental com aproximadamente 12 a 25 componentes) e de Bandas diversas.

Estratégia de execução

O projeto SOM DO SERTÃO foi pensado e inscrito na Lei de Incentivo à Cultura durante um período pandêmico, em que nosso objetivo era proporcionar ao público um conforto ante a situação que vivenciávamos. No início, o objetivo era realizar apresentações que pudessem ser acompanhadas dentro de suas residências, devido a todas as implicações do Covid-19, no entanto, em janeiro de 2023, avaliamos que a crise sanitária teve uma diminuição significativa e o distanciamento físico não é mais uma obrigatoriedade. Assim, durante avaliações com a banda e suas intenções para/com a arte e cultura, entendemos que após tanto tempo sem a possibilidade de ver o público e proporcionar um contato direto da música com eles, decidimos mudar a modalidade de apresentações e, ao invés de apresentações somente ONLINE, realizaremos as apresentações de maneira Híbrida, ou seja, LIVES E PRESENCIAIS em parceria com as Secretarias de Cultura das cidades de Quatá, Lençóis Paulista e Macatuba. Sobre as implicâncias dessa nova modalidade: LOCAIS DE REALIZAÇÃO As cidades atendidas pelo projeto serão Quatá/SP, Lençóis Paulista/SP e Macatuba/SP. Assim como proposto inicialmente, realizaremos parcerias com as Secretarias de Cultura das cidades para que alcancemos nosso objetivo de proporcionar ao público uma visão mais clara sobre a importância da música instrumental brasileira e através do seu repertório também resgatar a música caipira (raiz) brasileira. ORÇAMENTO Durante a etapa de adequação a realidade de execução, estudamos e adequamos o orçamento para a nova modalidade: O novo cronograma para as apresentações será dividido em 3 meses, com as seguintes diárias: DIA 01 – Realizaremos 01 apresentação em Quatá/SP; DIA 02 – Realizaremos 01 apresentação em Macatuba/SP; DIA 03 – Realizaremos 01 apresentação em Lençóis Paulista/SP; DIA 04 – Realizaremos 01 apresentação em Quatá/SP. - Incluímos uma rubrica para hospedagem, referente à estadia da banda e staff (16 pessoas) nas cidades de Lençóis Paulista e Macatuba/SP (Devido à proximidade das duas cidades é possível realizar as duas apresentações utilizando apenas uma diária no hotel) ; - Incluímos uma rubrica para Aluguel de ônibus, referente à locomoção da equipe da cidade de encontro (Quatá/SP) até as cidades em que acontecerão as apresentações; - Incluímos uma rubrica para Transporte Local/Locação de automóvel/Combustível, referente à ida dos músicos das cidades que são residentes até a cidade de encontro (Quatá/SP), tanto para os ensaios (pré-produção), quanto para as apresentações a serem realizadas em Quatá/SP (produção). Ressaltamos que, o orçamento não ultrapassou o valor autorizado para captação de R$199.443,75.

Especificação técnica

As apresentações da Big Band "SOM DO SERTÃO" contarão com a participação de 12 (doze) músicos, 01 (um) maestro, 01 (um) contador(a) de causo, uma intérprete de libras, 01 (um) profissional envolvido com decoração do palco, 02 (dois)profissionais de som, 01 (um) profissional de iluminação, 01 (um) profissional para figurino, 01 (um) profissional de transmissão e 02 (dois) profissionais envolvidos com a escrita e adaptação do repertório que terá em sua totalidade formado por músicas caipiras. A descrição do som e iluminação contará com os seguintes recursos: 1 – SOM E ILUMINAÇÃO : PA 4X4 (4 ALTAS 4 GRAVES)2 RETORNO DE PALCOESTRUTURA TRELICÇAS 5X4X4 NA Q25MESA DE SOM DE 16 CANAIS1 NOTEBOOK4 MICROFONES AURICULARILUMINAÇÃO CÊNICAOPERADOR DE ÁUDIOKIT MICROFONE SEM FIO PARA O APRESENTADORKIT MICROFONE PARA BATERIAKIT MICROFONE PARA PERCUSSÃO4 MICROFONES PARA OS INSTRUMENTOS DE SOPRO1 MICROFONE PARA O XILOFONETELÃO DE LED 4X2 Em relação as Oficinas terão a duração de aproximadamente 01 hora onde serão executadas algumas melodias desse segmento e posteriormente o(s) músico(s) irá(ão) explanar sobre seu(s) instrumento(s) assim como suas particularidades, curiosidades, timbre e da importância da música instrumental, tudo sendo acompanhado de um(a) intérprete de libras e obedecendo rigidamente todas as medidas preventivas contra o COVID-19.

Acessibilidade

APRESENTAÇÃO MUSICAL: Acessibilidade física: As apresentações serão realizadas em um formato de Lives e também presenciais onde o público poderá prestigiar todos eventos no conforto e segurança de suas próprias residências (consta na planilha orçamentária como Transmissão em tempo real - internet - estrutura física) e também de maneira presencial. a. COMUM A TODOS OS PÚBLICOS: Os espaços selecionadas para a realização das atividades são públicos com capacidade para atender até 500 pessoas, com fácil acesso e circulação de pedestre. b. PESSOAS COM DEFICIÊNCIA: os locais escolhidos permitirão o acesso a cadeirantes com infraestrutura de rampas dentro do permitido pela legislação, com referência de locais que estejam próximos aos níveis da rua. Os assentos estarão disponíveis para 300 pessoas, com garantia de 10% dos assentos àqueles com dificuldade de locomoção. c. GESTANTES, IDOSOS E OBESOS: para garantir o acesso a esses públicos estabelecemos a reserva de um mínimo de 10% dos assentos. Não há item orçamentário para este item, pois as cadeiras serão dos locais em que realizaremos as apresentações. Acessibilidade para deficientes visuais: Esse público poderá acompanhar as apresentações e ouvir todo o evento, ou seja, um repertório diferenciado executado pela grande banda e todos os causos serão contados pelo apresentador de maneira clara e pausadamente, também será priorizado a qualidade de transmissão de áudio e vídeo pelos profissionais de transmissão e dos equipamentos necessários (consta na planilha orçamentária como Transmissão em tempo real - internet - estrutura física). Item orçamentário: Coordenador Geral (Será o funcionário responsável por acompanhar as pessoas com deficiência visual nas atividades). Acessibilidade para deficientes auditivos: Todas as apresentações contarão com um(a) Intérprete de Libras que fará a tradução do contador de causos e das estórias envolvidas nas músicas. O repertório será apresentado e simultaneamente exibido imagens no painel de led correlacionadas ao repertório e aos seus compositores (consta na planilha orçamentária como Intérprete de Libras e Painéis de Led). CONTRAPARTIDA SOCIAL: Acessibilidade física: As oficinas que realizar-se-ão no formato presencial e serão executadas nas escolas municipais de Quatá das quais já possuem locais adequados para receber todos os seus alunos. a. COMUM A TODOS OS PÚBLICOS: As escolas e os espaços selecionadas para a realização das atividades são públicos com capacidade para atender até 500 pessoas, com fácil acesso e circulação de pedestre. b. PESSOAS COM DEFICIÊNCIA: os locais escolhidos permitirão o acesso a cadeirantes com infraestrutura de rampas dentro do permitido pela legislação, com referência de locais que estejam próximos aos níveis da rua. Os assentos estarão disponíveis para 300 pessoas, com garantia de 10% dos assentos àqueles com dificuldade de locomoção. c. GESTANTES, IDOSOS E OBESOS: para garantir o acesso a esses públicos estabelecemos a reserva de um mínimo de 10% dos assentos. Não há item orçamentário para este item, pois as cadeiras serão das escolas em que realizaremos as oficinas. Acessibilidade para deficientes visuais: Os alunos poderão apreciar todas as músicas, conhecer os instrumentos por suas características sonoras (timbre), curiosidades sobre os instrumentos, as músicas e as letras. Acessibilidade para deficientes auditivos: Todas as oficinas contarão com um(a) Intérprete de Libras (consta na planilha orçamentária como Intérprete de Libras) e o repertório apresentado contará com um telão (realizado com recursos próprios) onde será exibido imagens correlacionadas ao repertório e aos seus compositores bem como tirar as dúvidas de todos os participantes. Seguiremos a risca todas as recomendações e protocolos do Ministério da Saúde e do Conselho de Saúde Municipal em relação à prevenção ao COVID-19 para manter a segurança de todos os participantes e da equipe.

Democratização do acesso

Todas as apresentações serão realizadas com acesso ao público em geral de maneira totalmente gratuita e a divulgação, de maneira antecipada, será feita nos canais oficiais (site e página no Facebook) das prefeituras parceiras, nos grupos de whatsapp das respectivas secretarias municipais de Cultura e nos meios de comunicação dos municípios abrangidos e na região, tais como TV Câmara, emissoras de rádio, carro de som, jornais e portais de notícias. Em relação a democratização de acesso da contrapartida o Projeto viabilizará oficinas para professores e alunos da rede de ensino da cidade de Quatá nos espaços escolares e na comunidade através de Live transmitida ao vivo (custeado com recursos próprios) atendendo ao disposto: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;

Ficha técnica

Luiz Américo Bigeschi 24916467817 - Coordenador de Projeto e músico saxofonista. Atividades de coordenar as contratações dos funcionários e empresas, organizar junto as Secretarias de Cultura, as prefeituras e escolas todos os detalhes que viabilizem a execução do Projeto, organizar quais os naipes e escolas onde realizar-se-ão as oficinas, coordenar as Oficinas, definir junto ao arranjador e maestro as músicas do repertório, coordenar os ensaios e também atuar como saxofonista da Big Band "SOM DO SERTÃO". Minha vida e minha MEI estão inteiramente ligadas ao mundo da música sendo que já trabalhei como músico saxofonista da Banda Sant Louis de Presidente Prudente, maestro e professor da Orquestra da igreja Assembléia de Deus da cidade de Osvaldo Cruz-SP, da Orquestra da Igreja Metodista de Osvaldo Cruz-SP, educador musical de percussão e saxofone do Projeto Guri nos polos Tupã e Quatá-SP, saxofonista da Banda “G9” (Rancharia), Grupo Instrumental “Tritons” (Quatá), Banda “Quatú” Bossa e Jazz (Quatá), Banda “Jet Boys” (Assis-SP), Banda “Diká” (Quatá-SP), educador Musical na Oficina de instrumentos de sopro em Ouro Fino-MG. Fui aluno do curso trompete/MPB/Jazz no Conservatório Dramático e Musical “Carlos de Campos” na cidade de Tatuí-SP e participei da , oficina Técnica para maestros e músicos (Presidente Epitácio-SP) do conservatório de Tatuí, oficina técnica para maestros e músicos do conservatório de Tatuí (Assis-SP), oficina técnica para maestros e músicos do conservatório de Tatuí (Paraguaçu Paulista-SP), VIII Festival de Música de Ourinhos em 2008 (cursos de Percussão, Prática de Big Band e saxofone), curso de capacitação em regência e formação de grupos musicais com André Sanches (Marília-SP), curso de Capacitação com o Grupo Americano: The Rodney Mack Philadelphia Big Brass em junho de 2013(Ourinhos-SP), 8º Seminário Amigos do Guri – Ser Criativo, realizado em Santos-SP, capacitação de sopros com João Geraldo Domingos Alves (Marília-SP), curso de sopros e percussão de 2018 do Projeto Guri (Marília-SP), curso de sopros e percussão de 2019 do Projeto Guri (Marília-SP), Palestra com a Drª Ana Lopes – Papel do educador social, pós pandemia e racismo cultural realizada no dia 26/10/2020, Palestra com Vanessa Pipins – Desafios para o trabalho social em um cenário de Pós Pandemia realizada no dia 27/10/2020, palestra com Vivian Laube sobre comunicação não violenta (CNV) realizada no dia 29/10/2020 e Capacitação para o desenvolvimento de Projetos via Leis de Incentivo Fiscal através da Consultoria Elo Social realizada nos meses de junho e julho de 2021. Erlon Beraldo de Almeida: Maestro e arranjos Iniciei no trombone na Banda Marcial Jorginho em Quatá e posteriormente estudei no Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos Neves (Tatuí-SP), fui trombonista da Orquestra Leopoldo (Tupã-SP), da Banda Prisma (Presidente Prudente-SP), da Banda Habeas Corpos (Maringá-PR) entre outras, formado em música pela Faculdades Unimes de Santos. outras. Carlos Roberto da anunciação Júnior - Trompete Trompetista músico da Lyra maestro Roque Soares Paraguaçu Pta. formado em Tatuí, participei da Big band jovem do Conservatório de Tatuí. Richardson Correa - trompete Iniciou seus estudos na banda musical de Palmital e depois Conservatório de Tatuí e licenciatura em educação musical pela UFSCar. Atuou em diversas bandas de baile como trompetista, educador musical e regente por 5 anos da extinta corporação musical Santa Cecília de Assis. Atualmente exerce a função de supervisor educacional do projeto Guri. Júlio César Gonçalves Pinto: trombone Iniciou tocando na banda marcial de Quatá e depois em bandas como Perímetro Urbano (Pres. Prudente), Santa Esmeralda (Chavantes), Jet Boys (Assis), Banda Prisma (Pres.Prudente), Orquestra Sambalanço, Leopoldo e Orchestra (Tupã), Big Band cidade de Londrina, dentre outros Grupos. Nos anos de 2000 e 2001 cursou trombone Mpb e jazz no Conservatório de Tatuí. Elvis: trombone Iniciei meu estudos na banda Marcial de Quatá e posteriormente no Conservatório de Tatuí-SP, participei de diversos festivais de música e toquei nas bandas Habeas Corpos, banda Prisma e orquestra do Leopoldo - Tupã-SP. Vinícius Eduardo Batistetti: bateria Teve seu primeiro contato com a bateria aos 12 anos e já participou de orquestras (Leopoldo de Tupã), grupos de MPB e Sertanejo, Instrumental Quatú, Mauro Bass Trio e Banda G9. Jeferson Ferreira Theodoro: Baixo Jeferson teve seu início musical aos 12 anos tocando na igreja posteriormente fez o curso técnico em música Se formando em 2016 principais influências e a música popular brasileira e bossa nova Bruno Henrique Mota: Violão Atua como músico acompanhante de diversos artistas locais de sua região, e também com trabalhos que contam com sua coprodução e atuação como musico acompanhando as duplas sertanejas Antônio Carlos e Amaury, Marcos Paulo e Candé e Mauro é Maicon e Quátu ( Samba Jazz-intrumental) tocando guitarra e violão. Trabalha como Educador Musical com aulas de violão e guitarra no projeto Guri. Mauro José de Souza - viola Caipira Formação no CDMCC de Tatuí, atua no Projeto Guri nos cursos de contrabaixo elétrico, Cavaco e viola caipira. Acompanhou na viola vários cantores da região, dentre os quais Marco Brasil. Rafael Chagas Viviano - Acordeon Com uma história de quase 30 anos na música, tendo professores como Toninho Ferragutti, Dante D’Alonzo e Eliomar Landim. Atuo há 15 anos profissionalmente no cenário musical como músico freelancer ao lado de mais de 50 artistas, sendo duplas, artistas solos e bandas.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2024-02-16
Locais de realização (3)
Lençóis Paulista São PauloMacatuba São PauloQuatá São Paulo