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O projeto pretende realizar uma formação em dança em uma instituição filantrópica que atenda a crianças e adolescentes. Além disso, irá realizar a criação e circulação do espetáculo de dança AINDA QUE MEU CORAÇÃO SE DESPEDACE por quatro cidades. Como contrapartida, pretende-se realizar oficinas de dança criativa voltada para alunos de escolas públicas em cada uma das cidades visitadas durante a circulação.
“Ainda que meu coração se despedace” é um espetáculo de música e dança. O espetáculo apresenta o ciclo de canções de Schumann, "Dichterliebe (Op. 48)”. Escrito para piano e voz, ele é composto de 16 músicas feitas para poemas de Heinrich Heine, consagrado poeta romântico alemão, que teve grande parte de sua obra musicada por compositores eruditos do período romântico. Cantor e pianista dividem o palco com quatro bailarinas. O ciclo, tipicamente romântico de Schumann, apresenta um eu lírico apaixonado por um amor não correspondido. Os elementos característicos do romantismo, como a idealização da mulher, a exacerbação das emoções, o sofrimento amoroso, estão presentes na poesia de Heine e genialmente transmitidos na música de Schumann. A concepção coreográfica explora as cartas de tarô como inspiração para suas composições. A proposta consiste em utilizar os arcanos do tarô e sua rica simbologia para destacar os estados emocionais vividos pelo eu-lírico retratado na peça de Schumann. A linguagem da dança mescla elementos da dança clássica, moderna e contemporânea, atingindo uma estética predominantemente contemporânea a partir de uma linguagem mista. A exploração da alternância entre movimentos de qualidades opostas, fortes e suaves, fluidos e contidos, leves e pesados, é uma ferramenta utilizada para transmitir, através dos movimentos, as constantes variações musicais que aparecem na música de Schumann e na confusão e oscilação de sentimentos expressas na poesia de Heine. A proposta consiste em abordar o ciclo de Schumann, uma composição tão característica do século XIX, de uma forma contemporânea. Para isso, somam-se: a utilização dos arquétipos do tarô, com sua universalidade que ultrapassa o tempo e espaço; elementos narrativos que nos aproximam de temas essenciais da atualidade, como a opção por um casal romântico formado por duas mulheres; a linguagem e estética da dança contemporânea. Constrói-se assim, um espetáculo contemporâneo a partir de uma peça musical criada no século XIX, ressaltando a atemporalidade da obra de Schumann e abordando questões universais das relações amorosas.
Objetivo Geral - Realizar uma formação em dança em parceria com uma instituição filantrópica que atenda crianças e adolescentes, além de realizar a montagem e circulação do espetáculo de dança AINDA QUE MEU CORAÇÃO SE DESPEDACE por quatro cidades do Rio de Janeiro, oferecendo oficinas de dança criativa em cada uma das cidades visitadas. Objetivos específicos PRODUTO: FORMAÇÃO - Proporcionar 1 formação de 2 meses em dança na cidade de Petrópolis/RJ; - Produzir um videodança-documentário como resultado da formação que será realizada em Petrópolis/RJ, registrando o processo desenvolvido durante a formação; - Proporcionar melhorias estruturais na instituição filantrópica onde será realizada a formação, preparando o local para a realização das atividades e deixando as melhorias como um legado ao espaço; - Confeccionar 1 "Baú do Movimento Criativo" para ser doado à instituições beneficiadas pela formação em dança, com materiais pedagógicos equivalentes aos que serão usados nas atividades. PRODUTO: ESPETÁCULO - Realizar a montagem de um espetáculo; - Realizar 4 apresentações do espetáculo; - Confeccionar 4 "Baús do Movimento Criativo" para serem doados às instituições beneficiadas pelas oficinas e formação em dança com materiais pedagógicos equivalentes aos que serão usados nas atividades. PRODUTO: CONTRAPARTIDA - Oferecer 8 oficinas de dança criativa, como contrapartida, voltada para alunos de escolas públicas das cidades onde o espetáculo será apresentado, sendo 2 oficinas por cidade.
O projeto em questão gira em torno de duas linhas principais. A primeira, é direcionada à realização de uma formação em dança em parceria com a instituição Aldeia da Criança, em Petrópolis - RJ, cidade sede da Cia Corpoiesis, onde serão desenvolvidas práticas pedagógicas, tendo como produto uma produção audiovisual, mesclando as linguagens de documentário e da videodança. A segunda linha é a montagem e circulação do espetáculo "AINDA QUE MEU CORAÇÃO SE DESPEDACE", da Cia Corpoiesis, um espetáculo de música e dança que apresenta um ciclo de canções do compositor Robert Schumann. Prevemos também, para consolidar e permitir o aproveitamento e prolongamento dos benefícios gerados pelas atividades propostas na formação e oficinas, a confecção e doação às instituições beneficiadas de um "Baú do Movimento Criativo", que consistirá em materiais artísticos para posterior utilização dos alunos e instituições. Além disso, o projeto prevê ainda um percentual de quarenta por cento dos ingressos reservados aos professores das instituições beneficiadas, bem como aos responsáveis (pais, por exemplo), pelos participantes das oficinas e da formação em Petrópolis, de forma gratuita. O restante dos ingressos terá a cobrança de um valor simbólico como forma valorização da arte e dos artistas e de favorecer o processo de formação de plateia. Contudo, o valor da bilheteria arrecadada será integralmente doado à instituição beneficiada Aldeia da Criança. Esse valor somará às iniciativas de apoio a essa instituição para que melhorias de infraestrutura e equipamentos sejam feitas no local. Entende-se que o consumo de dança e música são comprovadamente benéficos para a saúde e contribuem para o aprimoramento motor, intelectual e afetivo dos indivíduos. A prática da dança criativa, utilizada como metodologia central tanto das oficinas quanto da formação na instituição filantrópica, visa o desenvolvimento global da criança a partir da exploração das suas possibilidades motoras e criativas, a fim de colaborar com a autoconfiança e expressividade. É notável a importância de práticas de movimento na infância pois é nesta etapa do desenvolvimento em que o aprendizado é potencializado e os efeitos do ensino são mais perceptíveis. Envolver arte na infância forma adultos mais generosos e contribuintes com o futuro do Brasil e este projeto pretende colaborar para o desenvolvimento do futuro de parte dessa geração. Apresentadas as ações previstas por este projeto, ressalta-se aqui que ele se justifica de imediato por contribuir com o enriquecimento do cenário artístico e cultural do Estado do Rio de Janeiro. Enfatiza-se, também, a importância do incentivo à montagem e circulação de um espetáculo artístico, em um momento que, devido à crise sanitária vivida, os artistas encontram-se muito fragilizados. A validação para execução desse projeto, além de ser uma contribuição para a comunidade do Rio de Janeiro, é uma forma de manutenção das atividades artísticas e de contribuição para a retomada do aquecimento do mercado cultural, gerando emprego e renda para técnicos e artistas, além de atingir um público atualmente carente de espetáculos de arte. O percentual de ingressos gratuitos destinados pelo projeto e o valor simbólico dos ingressos vendidos, agregam forças nesse sentido. As ações de formação que integram este projeto, em parceria com a instituição Aldeia da Criança, justificam-se pela necessidade de incentivo e merecido apoio ao projeto social que já beneficiou mais de 900 alunos, apenas nos últimos dois anos, dando oportunidades de formação e emprego através dos cursos oferecidos. Nosso intuito nesse ponto, é somar, trocar experiências, agregar uma linguagem da dança à prática da instituição, que já trabalha com a modalidade (dança). Em relação a relevância da proposta artística do espetáculo, e da temática por ele abordada, sustenta-se que é capaz de atingir o público de forma ampla e sensível. Os trabalhos elaborados por esta Cia de dança permeiam o espaço criativo buscando extrair do corpo sua poesia e transmutar suas pesquisas em conteúdo sensível que possa tocar e instigar o público. Neste novo projeto, a Cia busca unir música e dança, a partir do ciclo de canções de Schumann para voz e piano, intitulado Dichterliebe. A obra "Dichterliebe opus 48", foi composta por Robert Schumann (1810-1856) para a poesia do escritor romântico alemão Heinrich Heine (1797-1856), ambos os artistas foram fortes representantes do período Romântico. A música será apresentada ao vivo, como condutora das emoções trazidas à tona e desenhadas através da dança, atingindo uma estética predominantemente contemporânea a partir de uma linguagem mista. Une-se à concepção coreográfica do espetáculo, a exploração das imagens dos arquétipos do Tarô, um dos oráculos mais antigos e mundialmente difundido, que constitui em um rico conjunto de símbolos usados por anos a fio como instrumento de autoconhecimento. Como grande referência nas pesquisas para o espetáculo está Carl G.Jung, psiquiatra e psicoterapeuta suíço fundador da psicologia analítica, que usava o Tarô como ferramenta em seu trabalho e enxergava nele uma rica expressão do "inconsciente coletivo", acreditando que as imagens representadas nas cartas sinalizam pontos importantes da trajetória humana. A partir destas figuras, o indivíduo seria chamado a refletir sobre a própria existência e, a partir dessa reflexão, tomar decisões mais favoráveis ao próprio desenvolvimento. A proposta cênica consiste em valer-se dos arcanos do tarô e sua simbologia para representar os estados emocionais vividos pelo eu-lírico retratado na peça de Schumann, a fim de aproximar o público das emoções transmitidas pela obra musical-literária. Acredita-se que apresentar uma obra de Schumann, compositor erudito do século XIX, por meio de um espetáculo com linguagem atual e estética contemporânea, pode aproximar o público da obra e considera-se, ainda, que a utilização das imagens do Tarô como referência para as composições coreográficas pode contribuir para atingir os espectadores de forma sensível, através da universalidade da simbologia dessas imagens, fazendo com que os sentimentos presentes na obra de Schumann, tão característicos do romantismo, sejam compreendidos e vivenciados como contemporâneos e universais. O espetáculo, a partir das referências citadas, instiga reflexões sobre as relações afetivas, amorosas, expectativas, decepções, rancor e solidão, questões vivenciadas por qualquer ser humano ao longo da vida e que muitas vezes acabam sendo negligenciadas ou mal resolvidas, o que se agrava pelo modo de vida atual numa sociedade de percepções imediatistas e aceleradas. No intuito de alinhar o projeto aos preceitos que regem a Lei 8.313/91, acreditamos que o projeto enquadra-se nos incisos I, III, IV e V, que versam sobre: contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores, proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional, além de salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira. Da mesma forma, acreditamos que o projeto tem como finalidade o incentivo à formação artística e cultural, mediante: instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; fomento à produção cultural e artística, mediante: produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; e realização de exposições, festivas de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos, de acordo com o Art.3º, inciso I, alínea c, inciso II alínea a e c, e inciso IV alínea a.
Não se aplica.
METODOLOGIA DA FORMAÇÃO EM PETRÓPOLIS Duração da formação: 2 meses Carga horária: 3 horas semanais, totalizando 27 horas Público: crianças na faixa etária de 06 a 12 anos atendidas pelo projeto social Aldeia da Criança. Proposta pedagógica: o trabalho desenvolvido durante dois meses incluirá práticas de dança criativa (metodologia central desta formação), práticas de musicalização, rodas de conversa, dinâmicas de improvisação e introdução à técnica de dança. Serão exploradas nas dinâmicas propostas, as linguagens da dança, da música e da literatura, aproximando as crianças do universo das artes e construindo ao longo do processo narrativas corporais de linguagem mista, assim como acontece nos trabalhos da Cia. As crianças serão divididas em grupos de acordo com a faixa etária, visando melhor adequação e aproveitamento das propostas. Videodança-documentário: o produto final resultante do trabalho de formação em Petrópolis será um vídeo, de aproximadamente 15 minutos que irá mesclar as linguagens da videodança e do documentário e que contará com cenas de dança, registros das atividades realizadas, depoimentos dos alunos e professores participantes, filmado pela própria equipe do projeto e editado por profissional contratado do audiovisual. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO ESPETÁCULO Espetáculo de dança contemporânea com música ao vivo. Duração do espetáculo: aproximadamente 40 minutos Artistas em cena: 6, sendo 2 músicos e 4 bailarinos. “Baú do Movimento Criativo” Consistirá em um baú com materiais equivalentes aos que serão utilizados nas práticas das oficinas de contrapartidas e na formação em Petrópolis. São materiais confeccionados em tecido, EVA, instrumentos musicais artesanais, bolas, entre outros. Serão confeccionados 5 baús, um para cada instituição participante das oficinas e um para o projeto social onde acontecerá a formação em Petrópolis. Detalhamento das medidas de prevenção ao Covid-19 Como medidas de prevenção ao covid-19, nos teatros sempre serão disponibilizados álcool em gel para utilização do público, bem como será mantido o distanciamento social necessário, de acordo com as normas do estado do Rio de Janeiro nas datas de apresentação. Além disso, será solicitado ao público comprovante de vacinação para entrada nos locais. Todos os integrantes do projeto, incluindo artistas e equipe técnica deverão estar vacinados com o esquema completo de imunização. Durante as oficinas e formação, os mesmos protocolos serão aplicados, de acordo com as necessidades e orientações do estado no período de realização.
FORMAÇÃO EM PETRÓPOLIS Acessibilidade para deficientes físicos: as atividades e dinâmicas propostas serão adaptadas, caso a caso, caso haja participantes com deficiências físicas. Priorizaremos que todos os espaços previstos para a realização das atividades do projeto sejam dotados com rampas e banheiros adaptados. Acessibilidade para deficientes visuais: não há necessidade de inserção de audiodescrição para a oficina. pois todo o conteúdo será transmitido verbalmente e absorvido de forma sensível pelos alunos, através da percepção, do toque e da escuta. Acessibilidade para deficientes auditivos: há previsão de contratação de uma profissional que fará a tradução em libras, caso haja alunos com deficiência auditiva, conforme item 30 da planilha de custos. ESPETÁCULO DE DANÇA Acessibilidade física: Pretende-se que todos os espaços previstos para a realização das atividades do projeto são dotados com rampas, banheiros adaptados, elevadores, e estacionamento com reserva de vagas para pessoas idosas, gestantes ou com deficiência. Acessibilidade para deficientes visuais: Visando atender as necessidades de amplo acesso ao conteúdo, o espetáculo criado prevê a realização da apresentação com recurso de audiodescrição, conforme item 9 da planilha de custos. Acessibilidade para deficientes auditivos: Visando atender as necessidades de amplo acesso ao conteúdo, está prevista a contratação de interprete de libras para o espetáculo, para recepcionar espectadores surdos e para a tradução de textos de apresentação, caso necessário, conforme item 22 da planilha de custos. CONTRAPARTIDA SOCIAL – OFICINAS Acessibilidade para deficientes físicos: as atividades e dinâmicas propostas serão adaptadas, caso a caso, caso haja participantes com deficiências físicas. Priorizaremos que todos os espaços previstos para a realização das atividades do projeto sejam dotados com rampas e banheiros adaptados. Acessibilidade para deficientes visuais: Não há necessidade de inserção de audiodescrição para as oficinas, pois todo o conteúdo será transmitido verbalmente e absorvido de forma sensível pelos alunos, através da percepção, do toque e da escuta. Acessibilidade para deficientes auditivos: há previsão de contratação de uma profissional que fará a tradução em libras, caso haja alunos com deficiência auditiva, conforme item 35 da planilha de custos.
No intuito de alinhar o projeto ao que prevê o Art. 21 da IN 02/2019, está previsto: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil.
Luiza Pessôa: proponente, elenco/bailarina, coordenação geral, coreografia e direção geral É bailarina, coreógrafa e professora de técnica de dança. Sua formação soma aproximadamente 25 anos de estudos em técnicas de dança (principalmente em ballet clássico). Atua como professora de ballet, desde 2003, em escolas de dança e colégios na cidade de Petrópolis, RJ. Aperfeiçoou sua formação durante os anos de 2005 e 2006 na Escola de Dança Angel Vianna, no Rio de Janeiro, através de estudos de anatomia, técnica de dança clássica e contemporânea, composição coreográfica, entre outros cursos práticos e teóricos ministrados por grandes nomes da dança da cidade do Rio de Janeiro. Em 2011 concluiu o Curso de Qualificação para Instrutores de Dança em Balé Clássico, oferecido pelo IBAC em parceria com o SPDRJ. Desde 2017 integra e conduz as criações da Cia Corpoiesis, grupo que mescla as linguagens da dança, do teatro e da literatura em seus trabalhos. Graduada em História, pós-graduanda em História da Arte e com extensão em Arte e Educação, atua também na área de pesquisa em História da Dança e Dança e Educação. É cofundadora, autora e coordenadora editorial no blog Ao Redor Cultura e Arte, espaço digital dedicado à difusão das artes e da cultura em geral. Geisa Montes: elenco/bailarina Após experiências com ginástica artística e teatro, iniciou seus estudos de ballet clássico aos 14 anos de idade no Studio de Dança Stella de Mello em Petrópolis. Aos 16 anos começou a dar aula e em 2009, aos 18 anos, obteve o registro profissional como artista/bailarina (DRT). Participou de diversas oficinas com profissionais renomados como Victor Navarro, Hector Bohemia, André Vidal e Priscila Teixeira. Foi aluna no curso de férias Maria Olenewa e do Curso de Dança Moderna com técnicas de Martha Graham com aulas ministradas pelos bailarinos Tadei Bridnik e Andrea Raw. Obteve diversas premiações em festivais e mostras de dança participando como bailarina do Ballet Stella de Mello. Hoje, atua como professora de ballet, bailarina e preparadora corporal da Cia Corpoiesis na cidade de Petrópolis, RJ. Paloma Clinquart: elenco/bailarina Graduada em Dança pela Escola e Faculdade Angel Vianna, iniciou os estudos em dança aos nove anos de idade em Petrópolis. Ao passar dos anos, agregou a sua experiência a dança contemporânea, o ballet clássico, com Stella de Mello, e a dança moderna. Em 2016, concluiu o 1° módulo do Curso de Qualificação para Instrutores de Dança (CQID) em Dança Moderna, no Rio de Janeiro. Participou de diversos workshops, oficinas, concursos e cursos que fizeram parte de sua formação como bailarina. Foi cofundadora em 2017 da Cia Corpoiesis (Petrópolis - RJ), por esta Cia, atuando como bailarina, assistente de produção e direção. Atuou como bailarina e assistente de produção e ensaio da Canoa Cia de Dança, no Rio de Janeiro. Agregou a seu caminho artístico estudos de edições de videodança e filmagens a partir do curso de Dança e Multimídia da Faculdade Angel Vianna, produzindo trabalhos em vídeo para as mostras de dança desta faculdade e trabalhando nas edições de projetos da Cia Corpoiesis. Roberta Bertelli: elenco/bailarina Iniciou os estudos de dança (Jazz) em 1989 no Centro de Artes e Dança Realce, onde permaneceu até julho de 2011, integrando, inclusive, a Cia de Dança Profissional Novar’t durante esse período. Pela Cia Novar’t viajou pelo Brasil, como bailarina, conquistando diversas premiações nacionais e internacionais, entre essas uma premiação no Festival Mercosul de Dança. A partir de 1999, nesta mesma Cia de Dança, iniciou seu estudo em Dança-teatro, Dança Contemporânea e Técnica Clássica. Mantém seus estudos em todas essas modalidades até hoje, atuando, também, como instrutora e coreógrafa. Detentora de mais de 200 títulos e premiações conquistados em inúmeros festivais de dança pelo país. Habitualmente é convidada para compor bancas examinadoras em festivais e concursos de dança pelo Brasil. É idealizadora, produtora e responsável pela direção artística do Festival de Dança Sacra de Petrópolis, RJ, desde 2004. Participou em conjunto com a coreógrafa e bailarina Alessandra Zapala na mostra de Inverno do Sesc, em Petrópolis, atuando com a Quarto Phisical Theater, de Estocolmo-Suécia. Atualmente integra o grupo de dança contemporânea Cia Corpoiesis em Petrópolis, RJ. Angelo Tribuzy: cantor e diretor musical É bacharel em canto formado pela Universidade do Rio de Janeiro (UNI-RIO), atua como professor de canto no Conservatório de Música de Petrópolis desde 1997. Deu aulas também no Espaço Cultural Correia Lima, no Rio de Janeiro. Participou como solista em óperas como Madama Butterfly e Cavalleria Rusticana, no Teatro Municipal de São João del Rei. Em 1996, interpretando Nestório, participou da estréia mundial da Ópera Ciro e Célia de Alba Maria das Graças Pereira, no Teatro Villa-Lobos. Foi integrante do Duo Arcádia, acompanhado pelo prof. Paulo Brand (cravo), teve destaque como cantor de câmara nas músicas do Brasil-Império. Integrante do trio vocal TERRAE MUNDI. É desenvolvedor idealizador do app e rede social musicScope, voltada para a divulgação de eventos musicais. É cofundador e autor do blog Ao Redor Cultura e Arte onde tem diversos artigos publicados sobre cultura musical e história da música. Wally Borghoff: pianista Formou-se pela Academia de Música Lorenzo Fernandez. Trabalhou durante 10 anos no Theatro Municipal do Rio de Janeiro como pianista acompanhadora e maestro preparador do Corpo de Baile, da Escola de Danças e do Coro de ópera. Professora concursada de Educação Musical foi funcionária da Prefeitura do Rio de Janeiro. Formou-se como Bacharel em Regência e Composição na UFRJ. Apresentou-se também como Maestrina, com diversos grupos corais do Centro de Artes Calouste Gulbenkian, Sul América Seguros, CBTU, SESC, Coral de Câmara de Niterói e Colégio Cruzeiro. Mora atualmente em Petrópolis e toca cravo e órgão com o grupo Anima e Cuore da UCP. Tem atuado como pianista acompanhadora com diversos cantores e instrumentistas de Petrópolis assim como com o Coral Municipal apresentando-se no Teatro D. Pedro, Museu Imperial, Palácio de Cristal e na UCP. Também em Petrópolis é pianista do Trio Extemporâneo. Marcos Retondar: equipe técnica/iluminador e técnico de luz Atua há aproximadamente 18 anos no cenário artístico, como ator, cenógrafo e iluminador cênico na cidade de Petrópolis, RJ. Atualmente é bailarino do grupo PassartDance, ator do coletivo Foco de Teatro, ator e bailarino da Cia Corpo em Cena, responsável técnico do Studio de Dança Volo Ballare, Técnico de iluminação cênica e bailarino no grupo de dança Cia Corpoiesis. Renata Scagliusi: equipe técnica/ensaiadora Artista bailarina, graduada em fisioterapia com especialização em Pilates e graduada em Educação Física. Começou a prática do Ballet Clássico, Jazz e Dança Espanhola em 1996. A partir de 1997 agregou aos estudos práticas de sapateado, dança contemporânea e street dance. Fez parte da companhia de dança “Fernanda Bulgarelli” e da companhia “Ritmo das Ruas”, ambas sediadas em Petrópolis, RJ. Por essas cias dançou em diversos espetáculos e mostras de dança. Atua como coreógrafa em espetáculos desde 2002. Coreografou o musical "Notre Dame" em 2016 e atua como professora de dança desde 2015 até o presente momento. Bianca Angonese: equipe técnica/acompanhamento fisioterapêutico dos bailarinos Fisioterapeuta especialista em fisioterapia neurofuncional, terapia manual e fisioterapia integrativa. Possui 19 anos de experiência na atuação com técnicas corporais, Pilates, terapias manuais e fisioterapia integrativa com pelo menos 15 anos de atendimento em consultório próprio. Laís Corrêa: equipe técnica/assistente de palco Graduada em Relações Internacionais na Universidade Federal Fluminense - UFF (2014-2019), participou do Programa de Monitoria da UFF (2017.2 e 2018). Estudante de dança, já trabalhou como assistente de produção com a Cia Corpoiesis no trabalho audiovisual "Quarto Catedral" (2021) e, hoje, atua como Social Media no Studio Na Dança.
PROJETO ARQUIVADO.