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PRONAC 220045Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Ballet JANUS

ORQUESTRA DE BOLSO PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 999,2 mil
Aprovado
R$ 999,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
22

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2022-09-03
Término
2025-05-31
Locais de realização (2)
Ouro Preto Minas GeraisRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Realizar o espetáculo "JANUS", ballet em dois atos com coreografia e música inéditas, na cidade do Rio de Janeiro. O projeto consiste na apresentação de espetáculos de artes cênicas, uma turnê e um vídeo do espetáculo.

Sinopse

Produto: Espetáculo de Artes Cênicas “Janus” é um ballet em dois atos, cada um deles com quatro movimentos, e um intermezzo musical. Um projeto inédito que resultará em espetáculos ao vivo e material audiovisual que será disponibilizado gratuitamente nas mídias sociais da produtora do projeto. A parceria entre os músicos Lipe Portinho e Raphael Grumser resultou em aproximadamente 60 minutos desta peça musical “crossover” composta para quarteto de cordas e quarteto de jazz com cantor. A coreografia ficará a cargo do bailarino e proeminente coreógrafo Rodrigo Negri. A cenografia será concebida por jovens artistas plásticos, criando a ambientação do espetáculo. Janus é um dos deuses mais antigos do panteão romano, considerado um deus fundamental por estar associado às mudanças, as transições, aos inícios e recomeços. Representa também o dualismo de todas as coisas. Tem o poder de conhecer o passado e o futuro e por isso é representado por uma imagem bifronte, com um rosto virado para frente e o outro para trás simbolizando o olhar para o novo e para o velho. É assim que ele protege o início e o fim de tudo e tem o poder de acabar com o velho para dar lugar ao novo. A música composta em forma-sonata terá em cada movimento um gênero popular predominante, tais como o samba tradicional, o frevo, a bossa nova, a valsa e as baladas. Cada movimento marca um início, uma transição e a renovação. Uma homenagem e releitura da música brasileira. Essa trilha musical com características tão diversas, cria a base para a coreografia que dialoga com a música e os simbolismos e características atribuídos a Janus. Produto: Vídeo O espetáculo será filmado e disponibilizado gratuitamente no site e mídias sociais da Orquestra de Bolso Produções Artísticas Ltda. O vídeo do espetáculo será composto pela apresentação e making of com comentários dos artistas envolvidos na criação da música e do ballet. O objetivo é ampliar o acesso aos espetáculos de dança e música, estimulando o interesse do público geral e contribuindo com conteúdo para professores trabalharem em sala de aula de artes nas diversas regiões do país.

Objetivos

Objetivo Geral O objetivo geral do projeto é a realização do espetáculo do ballet "Janus" com coreografia e música inéditas. Sua realização visa estimular a criação de espetáculos originais que promovam a interdisciplinaridade e o trabalho artístico coletivo, contribuindo com a renovação do público de dança, música e artes plásticas. Objetivos específicos Realizar a temporada de espetáculos do ballet "Janus" na cidade do Rio de Janeiro e em Ouro Preto (MG). Produto: Espetáculo de Artes Cênicas - Realizar 2 espetáculos na cidade do Rio de Janeiro. - Realizar 1 espetáculo na cidade de Ouro Preto Produto: Vídeo - Realizar um vídeo do espetáculo e making of do processo de produção. Produto: Workshop - Realizar 1 workshop gratuito com o coreógrafo e bailarinos do ballet JANUS, contemplando 15 alunos de projetos sociais e/ou estudantes de ballet / dança em desvantagem social. Produto: Contrapartida Social - Realizar 1 espetáculo na cidade do Rio de Janeiro para alunos da rede pública de ensino e projetos sociais. - Realizar 1 espetáculo na cidade de Ouro Preto para alunos da rede pública de ensino e projetos sociais.

Justificativa

A Orquestra de Bolso Produções Artísticas LTDA. foi fundada em 2008 pelo compositor, arranjador e contrabaixista Lipe Portinho e pela pianista Ana Azevedo e vem atuando ativamente no setor cultural. Tendo como missão divulgar a música, formar e reciclar profissionais que trabalhem no ambiente musical e produzir espetáculos e material audiovisual de qualidade, a realização deste projeto possibilita a continuidade dos projetos culturais e educativos produzidos pela Orquestra de Bolso, fomentando a cultura brasileira e o acesso à música de concerto e a dança. A aprovação na Lei de Incentivo à Cultura é imprescindível para a realização deste projeto pois viabiliza economicamente as atividades e a oferta à população de ingressos a preços populares e/ou gratuitos. Considerando o Art.1º da lei 8.313, este projeto se enquadra nos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Quanto ao Art.3º da lei 8.313, este projeto se insere nos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

Notas sobre orçamento: Levando em consideração o baixo custo administrativo do projeto, foi estabelecido o percentual de 3% para essa rubrica.

Especificação técnica

Como ação formativa, o projeto oferece um workshop para 15 estudantes de dança, oriundos de projetos sociais, com o coreógrafo e bailarinos do Projeto Janus. O workshop será realizado no teatro reservado para os espetáculos do ballet no Rio de Janeiro. Workshop de Improvisação e Processo Criativo Segmento: Artes Cênicas | Dança Nº de alunos: 15 alunos Nº de turmas:1 turma no Rio de Janeiro Carga horária: 3 horas. Segue em anexo da proposta o plano do curso/workshop.

Acessibilidade

Para atender a Instrução Normativa 02/2019, em seu Art.18, serão oferecidas medidas de acessibilidade compatíveis com as características de cada produto, atendendo a Lei 13.146, de 2015 e o Decreto nº 9.404, de 2018. Produto: Espetáculo de Artes Cênicas Acessibilidade Física: Todos os espetáculos serão realizados em teatros que já estão adaptados para atender este público, com rampas de acesso, elevadores, sanitários adaptados e locais na plateia reservados a cadeirantes. Deficientes Visuais: Para os portadores de deficiência visual, os programas dos espetáculos serão lidos em off antes do início do espetáculo (atendendo aos deficientes visuais totais) e a programação visual/impressão dos programas que serão entregues em cada espetáculo será feita para atender também a pessoas com baixa visão utilizando caracteres ampliados e cores que facilitem a leitura. * Estas medidas não geram despesas específicas na planilha do projeto uma vez que os programas serão lidos em off por integrantes da produção do projeto e que o valor previsto para impressão dos programas físicos já prevê a criação em formato que atenda ao público de baixa visão. Deficientes Auditivos: Não se aplica. Produto: Vídeo Acessibilidade Física: A filmagem será realizada nos espetáculos que acontecerão em teatros que adotam a política de acessibilidade. Deficientes Visuais: Não se aplica. Deficientes Auditivos: Os vídeos serão legendados. Item da Planilha orçamentária: Legendagem Produto: Workshop Acessibilidade Física: O Workshop será realizado no mesmo teatro que os espetáculos onde adotam política de acessibilidade. O workshop será realizado apenas de forma prática, não tendo conteúdo complementar impresso. Produto: Contrapartida Social Acessibilidade Física: Todos os espetáculos serão realizados em teatros que já estão adaptados para atender este público, com rampas de acesso, elevadores, sanitários adaptados e locais na plateia reservados a cadeirantes. Deficientes Visuais: Para os portadores de deficiência visual, os programas dos espetáculos serão lidos em off antes do início do espetáculo (atendendo aos deficientes visuais totais) e a programação visual/impressão dos programas que serão entregues em cada espetáculo será feita para atender também a pessoas com baixa visão utilizando caracteres ampliados e cores que facilitem a leitura. * Estas medidas não geram despesas específicas na planilha do projeto uma vez que os programas em off serão lidos por integrantes da produção do projeto e que o valor previsto para impressão dos programas físicos já prevê a criação em formato que atenda ao público de baixa visão. Deficientes Auditivos: Não se aplica.

Democratização do acesso

Cumprindo a IN 02/2019, em seu Art. 20, foi adotado o exposto nos itens “a” e "d", inciso I, quanto à distribuição gratuita à população, a saber: I - estimativa da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística; d) mínimo de 10% (dez por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem o valordo Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012; Para cumprir o Art. 21, de forma complementar, serão adotadas as seguintes medidas: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VI - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil. * Será realizado o vídeo com a apresentação do espetáculo e making of do processo criativo. Este vídeo será distribuído gratuitamente no site e mídias sociais da Orquestra de Bolso Produções Artísticas Ltda. Como ação formativa este projeto oferece: - A contratação de estagiário que acompanhado por profissionais possibilitará o ganho de experiência em produção de espetáculos de dança e música e a apresentação do setor cultural como possibilidade de carreira. - A realização de workshop para 15 estudantes de dança, oriundos de projetos sociais, com o coreógrafo e bailarinos do Projeto Janus.

Ficha técnica

Orquestra de Bolso Produções Artísticas Ltda. – Direção Geral / Proponente A Orquestra de Bolso Produções Artísticas Ltda. foi fundada em 2008 pelo compositor, arranjador e contrabaixista Lipe Portinho e pela pianista Ana Azevedo e vem atuando ativamente no setor cultural com projetos que incluem: direção e curadoria artística de espaços culturais e festivais de música; filmagem e gravação de áudio de inúmeros projetos musicais incluindo orquestras sinfônicas, coros, formações de câmara, grupos de jazz e música popular; produção artística e executiva de projetos e espetáculos culturais; produção, mixagem e masterização de CDs; transmissões ao vivo de eventos musicais; arranjos para formações musicais diversas; composição de inúmeras obras; entre outras atividades. Esses projetos incluem artistas consagrados na música de concerto, no jazz e na música popular e muitos deles foram realizados em espaços de grande importância no cenário cultural brasileiro. A Orquestra de Bolso tem o objetivo de divulgar a música, formar e reciclar profissionais que trabalhem no ambiente musical e produzir espetáculos e material audiovisual de qualidade. Lipe Portinho – Diretor Musical e Compositor Graduado em música – contrabaixo – pela UFRJ onde concluiu também o mestrado. Atualmente é doutorando no PPGM da mesma universidade. Foi músico da orquestra Petrobras Sinfônica e tocou com inúmeros artistas tais como Roberto Menescal, Tim Rescala, Paulo Sérgio Santos e Vittor Santos. Como arranjador é especialista em grandes orquestras tendo inclusive vencido concursos, além de ter sido selecionado para bienais. É compositor residente da Orquestra Sinfônica Brasileira. Tem inúmeras composições gravadas e músicas selecionadas em concursos nacionais e internacionais. Escreveu para orquestras sinfônicas e cameratas, espetáculos de dança, abertura da árvore de Natal da Lagoa, abertura da missa de 100 anos de JK, entre muitos outros. Foi diretor da Sala Baden Powell onde realizou 419 espetáculos e 14 festivais. Criou os grupos musicais Tutti (crossover), CORDA (especializado na música de Astor Piazzolla), Gravíssimo Bass Ensemble, Trio Portinho Grumser Fróes e é co-líder da orquestra Baixada Jazz Big Band. Tem três álbuns autoriais gravados. Tendo produzido e participado de tantos outros. É diretor de cinema, produziu o programa JAZZ para o canal Arte 1. Foi diretor de filmagem do festival OPES de 2020. Fez o Documentário Brazilian Bass Grooves sobre a criação da linguagem da seção rítmica no Brasil e está produzindo dois documentários sobre ópera e mercado de música além de ter escrito música para o mini-doc laureado em vários festivais internacionais LUNETA, de Duda Carvalho e Bia Hetzel. Raphael Grumser – Compositor O guitarrista, compositor e vocalista americano/carioca, Raphael Grumser, aprimora suas habilidades há mais de uma década. Graduado pelo renomado Berklee College of Music, onde estudou com luminares na Pedagogia do Jazz, como Richie Hart, George Garzone e Kenny Werner. Após a formatura, Raphael voltou ao Rio para participar de uma cena musical vibrante e diversificada. Originalmente um guitarrista do Rock and Blues, Raphael se interessou por Jazz, Música Clássica e Música Brasileira, buscando sempre uma maneira de combinar elementos desses gêneros musicais em performances e composições. Recentemente se apresentou em grupos de jazz brasileiros, como o Brazilian Adventures da cantora Estoniana Pille-Rite Rei, bem como com artistas locais de música contemporânea e hip-hop. Trabalhou como guitarrista em uma ampla variedade de estilos. Atualmente está trabalhando em seu EP de estreia, Falso Espelho e é mestrando na NYU em Nova Iorque. Rodrigo Negri – Coreógrafo O carioca Rodrigo graduou-se em modern jazz, sapateado americano e dança moderna e continuou seu aprimoramento técnico em ballet clássico. Foi Bailarino Revelação no Festival de Dança de Joinville, conquistou outras premiações como bailarino em concursos nacionais além de ter sido contemplado com bolsas de estudo para escolas no exterior. Em 2002, foi o primeiro colocado no concurso público para o Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Desde então vem trabalhando com importantes nomes da dança nacional e internacional e dançou todos os grandes ballets de repertório como Coppélia, Giselle, A Bela Adormecida, O Lago dos Cisnes, O Quebra-Nozes, La Bayadère e Romeu e Julieta. Como coreógrafo fez trabalhos para a extinta DC Cia. de Dança, na qual destaca-se o espetáculo Cores Brasileiras, sucesso de público e de crítica no Brasil e na Europa. Para a Cia. de Ballet da Cidade de Niterói, criou os espetáculos Uma Noite com Cole Porter e Choros – Tributo a Pixinguinha. Este último foi selecionado pela crítica do Jornal do Brasil entre os dez melhores espetáculos de dança de 2006 e, em 2008, realizou turnê pela Alemanha. Também elaborou coreografias para o Ballet do Theatro Municipal, para as óperas Rigoletto e Um Baile de Máscaras e ainda para as peças La Valse e Ela. Foi convidado para coreografar o projeto Solos do SESC. Ministra oficinas de composição coreográfica no Festival de Dança de Joinville. No Carnaval carioca, é considerado um dos grandes coreógrafos de Comissão de Frente atuando ao lado de Priscilla Mota. Na Unidos da Tijuca foi campeão em 2010 se apresentando em todas as regiões do Brasil e em ocasiões especiais, a exemplo da performance para a Primeira-Dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, durante a visita do presidente Barack Obama em março de 2011. De 2015 a 2018 se consagrou na Grande Rio e em 2019 foi campeão pela Mangueira. Rene Salazar – Figurino Iniciou sua carreira como bailarino estudando jazz e ballet clássico. Participou de uma série de competições internacionais de dança e participou de uma temporada de ballet no Reino Unido. Foi bailarino solista no corpo de baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro de 2001 a 2012. Graduou-se em cenografia pela UNIRIO e desde 2015 tem assinado projetos de cenografia e figurino para espetáculos nacionais e internacionais de dança, ópera e teatro tais como: Giselle, Touch of Illusion e Diversity para o Astana Ballet (Cazaquistão), Trilogia Amazônica e Catulli Carmina para o Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Diamante para o Teatro Colòn (Argentina), Discotheke para o Grupo de Dança DC; as óperas Acis e Galatea e Orfeu e Eurídice para a UNIRIO; produções teatrais no circuito SESC, teatro NET e Espaço Sergio Porto, entre outras. Paulo César Medeiros - Iluminação Terceira geração de iluminadores cariocas destaca-se nos anos 1980 e 1990, desenhando a luz para diversos espetáculos. Parceiro constante nas realizações dos diretores Bibi Ferreira, Márcio Vianna e Gilberto Gawronski. Faz curso de iluminação com Aurélio De Simoni e de fotografia no Liceu de Artes e Ofício, e forma-se, em 1994, em direção teatral pela Uni-Rio. Trabalha com o grupo de Dança DC e o coreógrafo Fabio de Mello, e também na linha de shows com artistas como Rafael Rabelo, Selma Reis, Angela Maria, Paulinho Moska, Maria Bethânia, entre outros. Seu primeiro espetáculo teatral é Palhaçadas, 1989, de Tônio Carvalho. Lá conhece o diretor Gilberto Gawronski com quem realiza uma série de trabalhos de iluminação: de Uma Estória de Borboletas, 1990 e a A Dama da Noite, 1998 ambos de Caio Fernando Abreu, passando por Na Solidão nos Campos de Algodão, 1996, de Bernard-Marie Koltès. Assina a iluminação de Blue Jeans, 1992 de Zeno Wilde e Wanderley Aguiar Bragança, com direção de Wolf Maya, O Cortiço, de Aluísio de Azevedo, com direção de Sergio Britto e O Futuro Dura Muito Tempo, 1993, de Márcio Vianna último espetáculo de Rubens Corrêa que lhe vale o Prêmio Shell de iluminação. Seguem-se A Era do Rádio, de Clovis Levi, Carmen, adaptação de Sergio Britto e Fábio de Mello, Dizem de Mim o Diabo e Aldeia, ambos com roteiro e direção de Ana Kfouri, 1994. Entre 1995 e 1998, Medeiros realiza a iluminação de espetáculos dirigidos por Luiz Arthur Nunes, Marília Pêra, Luiz Fernando Lobo, Bibi Ferreira, Sergio Britto, Ítalo Rossi, Ivone Hoffman, Marcelo Saback, Ernesto Piccolo, Karen Acioly e Ronaldo Tasso. Segundo o crítico do Jornal do Brasil, a iluminação de Nos Tempos de Martins Pena, 1996, de Clóvis Levi, "aproveita bem a ideia de um palco de teatro do cenário para criar uma luz com variações vibrantes de tonalidades luminosas".1 O mesmo crítico comenta, sobre a luz de Um Equilíbrio Delicado, 1999, de Edward Albee, direção de Eduardo Wotzik: "A poética iluminação de Paulo César Medeiros vai colorindo de tons azuis e amarelos a passagem do tempo, as noites e o dia que marcam as escaramuças entre sombras e luz". Em 2000, ele cria a luz de A Serpente, de Nelson Rodrigues, com direção de Luiz Arthur Nunes, e A Ópera dos Três Vinténs, de Bertolt Brecht e Kurt Weill, entre outros, e no ano seguinte, entre seus trabalhos destacam-se Company, de George Furth, e Um Dia de Sol em Shangrilá, ambos com dramaturgia e direção de Charles Möeller. Adriana Rio Doce – Diretora de Produção e Técnica Historiadora e Designer esteve sempre envolvida em projetos culturais. Foi coordenadora de palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro -TMRJ e coordenadora técnica de turnês Sul Americanas de cias internacionais. Em NY atuou como diretora de produção e stage manager por 16 anos prestando serviços para cias de dança, teatro, orquestras, ópera, organizações culturais, eventos corporativos e de captação de recursos para as artes. Produziu festivais, galas e shows. Colaborou profissionalmente com Jazz at Lincoln Center, Alvin Ailey, Princeton University, Brooklyn Philharmonic, Jazz House Kids entre outros. Em 2016, volta ao Brasil convidada a trabalhar nas produções do TMRJ sendo nomeada Chefe da Divisão Técnica. Atualmente é Diretora Operacional do TMRJ e Diretora de Produção da orquestra Johann Sebastian Rio. Fernanda Telles – Direção de Vídeo Iniciou sua carreira em televisão em 1989 como produtora na MTV Brasil. Em meados dos anos 90 estudou vídeo digital e produção de sitcoms em San Francisco na Califórnia. Voltando ao Brasil, fundou a Zero e Um Midia Digital, produtora de comunicação interativa que criou, desenvolveu e produziu conteúdos corporativos e televisivos. Sempre focada em linguagem jovem, tecnologia e música foi convidada pela gravadora TRAMA para dirigir documentários de seus artistas e programas musicais ao vivo. Em 2002 inicia sua jornada na direção de reality shows musicais na produtora argentina RGB que produziu Popstars para o SBT(grupo Rouge). Em 2006, pela Cinemacentro, dirigiu a primeira webserie brasileira “De que lado você está?”, para IG/UOL e para GNT a primeira temporada de Mulheres Possíveis (com Ingrid Guimarães). Nos anos seguintes, na Fremantle Media, atuou como diretora geral e artística em mais de 12 reality shows entre musicais, talentos e ação na Argentina, no México e também no Brasil (Got Talent, Ídolos, Ídolos Kids, Project Runway e The Phone entre outros). Em 2014, foi convidada pela TV GLOBO para fazer parte do time de entretenimento como diretora de programa de variedades. Desde então participou da implantação, criação e realização de programas como Adnight (Marcelo Adnet), Caldeirão (Luciano Huck), Amor e Sexo (Fernanda Lima), Tá Brincando (Otaviano Costa), Se Joga (Fernanda Gentil, Fabiana Karla e Erico Bras) e dirigiu transmissões de grandes eventos ao vivo como Criança Esperança e o Carnaval de SP. A sensibilidade para as questões humanas e sociais em narrativas documentais e a tecnologia de interação com audiência são seus campos férteis de atuação e pesquisa. É formada em Jornalismo pela USP e pós-graduanda em Ciências Humanas pela PUCRS.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.