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PRONAC 220065Apresentou prestação de contasMecenato

NINGUEM SABE MEU NOME

ANA CARBATTI PRODUCOES E ARTES LTDA
Solicitado
R$ 463,0 mil
Aprovado
R$ 662,9 mil
Captado
R$ 255,5 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

38.5%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
22

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2023-01-24
Término
2025-02-28
Locais de realização (8)
Feira de Santana BahiaSalvador BahiaBelo Horizonte Minas GeraisCampina Grande ParaíbaJoão Pessoa ParaíbaRecife PernambucoRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

Produção e execução do espetáculo teatral "Ninguém sabe meu nome", sobre as causas e consequências do racismo estrutural em nossa sociedade, com temporada presencial. O projeto ainda se desdobra na realização das seguintes contrapartidas sociais: - 1 (uma) oficina teatral para jovens pretos; - 1 (um) debate sobre a saúde da família de vítimas da violência racial; - 1 (um) estágio para estudante de produção cultural; - 2 apresentações destinadas a 300 estudantes da rede pública.

Sinopse

ESPETÁCULO: NINGUÉM SABE MEU NOME Iara é uma mulher de meia idade, mãe de Menino, uma criança preta. A partir de um pesadelo com o possível desaparecimento de Menino, Iara começa por questionar sua propria existência e qual a função de uma mãe preta na nossa sociedade: educar seu filho pra que se desenvolva em um indivíduo que contribua com a sociedade ou despí-lo em tenra idade de sua inocência de modo a prepará-lo para o enfretamento de uma sociedade que não o reconhece como igual. Em uma conversa íntima com o público, Iara discorre sobre suas principais angústias, medos e esperanças. Indicação etária: 14 anos DEBATE - COVÍTIMA: Uma questão de saúde pública Nesse debate discutir-se-á, na presença de um profissional de saúde e de um representante das políticas de ações afirmativas, com mediação da atriz do espetáculo teatral, Ana Carbatti, os fatos e as consequências na saúde dos familiares de jovens vitimados pelas diversas violências raciais ocorrentes no país, além de medidas de prevenção de tais eventos. Indicação etária: 16 anos OFICINA – MEU CORPO PRETO: emoção e ação teatral A oficina, ministrada por Duda Maia e Ana Carbatti, visa desenvolver uma partitura corporal a partir do corpo de cada oficinante. A partir de uma poesia ou história pessoal, o aluno será convidado a navegar pelas emoções sugeridas pelo material textual e, então, criar uma cena em que corpo e sons contarão a história. Indicação etária: jovens de 13 até 18 anos

Objetivos

O espetáculo NINGUÉM SABE MEU NOME nasceu da imperiosa necessidade de levar ao grande público, a combinação do pensar de intelectuais ativistas dos direitos civis contra o racismo, das décadas de 50 a 70, e os correntes fatos violentos contra os pretos num contexto mundial. Os discursos anti-racistas de James Baldwin, Abdias Nascimento, Du Bois, Frantz Fannon, Beatriz Nascimento, entre outros de inominável qualidade, associado a uma linguagem artístico-cênica onde os expedientes da contemporaneidade possam ser acessados, nos parece a combinação ideal.Esse projeto apresenta a (i)lógica racista, partindo da perspectiva pública e, não apenas, peculiar a pessoa preta. Abre a discussão e convida o público a refletir, assumindo responsabilidades individuais e a movimentar-se na direção coletiva de destituir o racismo de sua condição estrutural, mudando o rumo das consequências.>> Objetivos Gerais _ Produção e execução do espetáculo NINGUÉM SABE MEU NOME. Utilização das artes cênicas como obra de discussão sobre questões sociais, políticas e culturais históricas. Olhar para o público como multiplicadores, pensadores de nossa sociedade atual e como chegamos até aqui. Formação de público. Fomento à economia criativa. Ampliação do acesso à cultura e às dinâmicas culturais >> Objetivos específicos- Realização de temporada e circulação por 7 cidades brasileiras totalizando 30 apresentações.- Realizar 07 apresentações com interpretação de libras no formato presencial.- Realizar 05 apresentações com audiodescrição, de modo a atender o público portador de deficiência visual;- Fomentar a formação de plateia através da doação de 20% dos ingressos disponíveis, para instituições de caráter social;- Realizar ações formativas a título de contrapartida social ao longo da realização do projeto, tendo como público-alvo o público preto.- Gerar cerca de 20 postos de trabalho diretos e 50 postos de trabalho indiretos.- Gerar, aproximadamente, 6 (seis) empregos diretos para pessoas pretas na equipe principal do produto cultural e priorizar a contratação de profissionais pretos, quando possível, para prestação de serviços indiretos.- Oferecer uma vaga de estágio em gestão cultural para 1 (um) estudante preto, abrindo novas frentes de trabalho dentro da diversidade;- Democratizar o acesso do público à informação através de uma política de ingressos a preços populares;

Justificativa

Contribuindo com um bem cultural acessível a todos, ao valorizar e difundir manifestações culturais de e para o povo preto, e em acordo com o artigo primeiro da lei 8313/91, o projeto NINGUÉM SABE MEU NOME leva ao público o pensamento de intelectuais que fizeram história na luta pelos direitos civis da população afrodescendente das Américas. Atualmente, tendo os olhos e a indignação de todo o mundo voltados para a desmedida violência policial, antes e sempre, precedida da violência cultural contra o povo preto, os ideais anti-racistas de James Baldwin, Abdias do Nascimento, Du Bois, Beatriz Nascimento e tantos outros se tornam ainda mais relevantes, como ferramenta de discussão, compreensão e atenção à essa grande mazela social: o racismo estrutural. Não obstante, o objeto capital de nosso trabalho constitui-se, também, da imagem de pais comuns que, invariavelmente, são levados a proteger seus filhos contra um mal que não lhes cabe a culpa; levados ao medo da chegada do momento em que seus filhos, agora crescidos, serão enxergados como potencial ameaça. Ou, ainda, levados ao desgosto de ver suas inocências abduzidas. São as histórias de injustiça racial que se repetem há mais de 4 séculos. Nosso espetáculo apresenta essa realidade, sob o ponto de vista da mãe de um menino preto. O diferencial de nosso projeto, reside neste recorte social, pois a perspectiva escolhida para contar essas histórias, o nosso personagem central, é uma mãe como tantas outras, a não ser pelo ter de lidar com o doloroso enfrentamento de despir seu filho de sua inocência, de modo a prepará-lo para um mundo onde, sistematicamente, será enxergado, retratado, e tratado como selvage. NINGUÉM SABE MEU NOME vai afetar o público à identificar-se com a agonia e os questionamentos únicos e unilaterais da mãe desse _ hoje _ menino, e, amanhã, homem obrigado a respeitar um código tácito de comportamento que o mantenha vivo. Assim, estudando o impacto histórico das motivações sociais, geográficas e políticas que os trouxeram até esse ponto, referindo-nos, por exemplo e entre outros, a José de Alencar e suas cartas ao Imperador. O Brasil é o primeiro pais do mundo com maior população preta, depois da África. Por isso, promover a presença e protagonismo pretos é necessário para a construção do que pode(re)mos chamar de identidade brasileira. Apresentado num espaço semelhante a uma arena ou semi-arena, para que se estabeleça um contato íntimo entre atriz e espectador, a performance de Ana Carbatti em NINGUÉM SABE MEU NOME, se desenvolve em signos e significados, a partir da expressão de seu corpo. Todos os elementos da cena, minimalista e centrada na figura da atriz, operam no sentido de animar as personagens e suas falas, partindo desse único corpo: solitário, transponível, franco. >> A Lei de Incentivo é uma das poucas formas de se conseguir parceria na iniciativa privada para arealização de um projeto cultural, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura no País. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso as fontes da cultura e o pleno exercíciodos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorizaçãode recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IX _ Priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3o da Lei 8313/91): II - fomento a produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

• A remuneração do proponente se dará através das rubricas elenco principal, instrutor, pesquisador, dramaturgista e coordenador do projeto, totalizando o valor de R$ 39.500,00 (trinta e nove mil e quinhentos reais). Desta forma, estaremos dentro dos limites estabelecidos no Art. 11 da IN Nº 02, 23/04/2019 • Declaramos que não haverá aquisição de bens ou materiais permanentes. • Declaramos que obteremos alvará ou autorização equivalente emitida pelo órgão público competente, para apresentações do espetáculo NINGUÉM SABE MEU NOME, em espaços públicos, caso seja necessário. • Declaramos para fins de direito autoral que o texto que compõe o produto cultural é resultante de pesquisa realizada pelos idealizadores do mesmo que, desde já, autorizam seu uso.

Acessibilidade

Em cumprimento ao Art.18 da IN em vigor, estabelecemos medidas de acessibilidade compatível com a característica do projeto: 1. ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS a) ACESSIBILIDADE FÍSICA: - Escolha prioritária de espaços que já atendam às normas de acessibilidade física. Caso não possuam, a equipe se responsabiliza por garantir o acesso a portadores de deficiência física ou com dificuldades de locomoção; - Gratuidade para portadores de deficiencia física item na planilha orçamentária: não aplicável. b) ACESSIBILIDADE PARA PORTADORES DE DEFICIÊNCIA VISUAL - Apresentação com Audiodescrição - Item da planilha orçamentária: 20 - Descrição de imagens em postagens nas redes sociais, com o uso da hashtag #PraCegoVer, como forma de atender a deficientes visuais. - Gratuidade para portadores de deficiência visual c) ACESSIBILIDADE PARA PORTADORES DE DEFICIÊNCIA AUDITIVA - Apresentação com intérprete de libras - Gratuidade para portadores de deficiência auditiva 2. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS a) ACESSIBILIDADE FÍSICA: - Escolha prioritária e locação de espaços que já atendam às normas de acessibilidade física. Caso não possuam, a equipe se responsabiliza por garantir o acesso a portadores de deficiência física ou com dificuldades de locomoção; b) ACESSIBILIDADE PARA PORTADORES DE DEFICIÊNCIA VISUAL - Será permitida a presença de acompanhante de portador de deficiência visual na oficina e no debate. c) ACESSIBILIDADE PARA PORTADORES DE DEFICIÊNCIA AUDITIVA - Presença de interprete de libras no oficina e no debate.

Democratização do acesso

O projeto respeitará o Art.20º da IN Nº 2/2019, contendo em seu plano de distribuição: - Distribuição gratuita de 20% dos ingressos das atividades com cobrança de entrada para instituições públicas de ensino e/ou organizações sociais; - Comercialização de 10% dos ingressos no valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761de 2012. O projeto atenderá ainda às seguintes medidas do Art. 21º da IN Nº 02/2019: III – Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades deensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22, através do registro das reuniões virtuais de dramaturgia e disponibilização de trechos em plataformas de streaming.

Ficha técnica

Proponente – Diligente: Ana Maria de Carvalho Baptista A empresa Ana Carbatti Produções e Artes, instituição proponente, através de sua sócia gerente, Ana Maria de Carvalho Baptista, encabeçará de forma remunerada as funções de Coordenador de Produção, Oficineiro, Dramaturgia e Elenco. Além da função, Mediação de debate - esta de forma gratuita. Participará materialmente de todas as atividades concernentes ao projeto na coordenadoria de execução de seus produtos principal e secundários: debate, oficina e performances presenciais e virtuais do espetáculo teatral. Especificamente: Organização de todas as documentações necessárias; organização dos participantes das oficinas; contato e organização dos espaços de apresentação, debates e oficinas; organização dos conteúdos das oficinas e debates, dentre outros que digam respeito a realização efetiva do projeto cultural. Obs.: o currículo resumido da representante do proponente encontra-se abaixo, sob o item "elenco" e codinome Ana Carbatti. Inez Viana - Direção Artística Inez Viana é atriz há 38 anos e diretora teatral há 15. Também atua como professora e dramaturga. Tem bacharelado em Artes Cênicas e Pós Graduação em direção teatral pela Faculdade CAL, RJ, 2019.Trabalhou com grandes nomes da cena brasileira como: Aderbal Freire-Fo, Sérgio Britto, Enrique Diaz, Márcio Abreu, Grace Passô, Danilo Grangheia, Cristina Moura, Denise Stutz, Pedro Kosovski, Georgette Fadel, Newton Moreno, Diogo Liberano, entre outres. Também tem passagens pelo Cinema, TV Globo e Streamings. Em 2010, fundou, junto com 9 atrizes e atores a Cia OmondÉ, que já tem 8 peças montadas, além das 9 que dirigiu fora da companhia. Atuação e direção lhe renderam vários Prêmios e indicações, nas principais condecorações do teatro brasileiro, como o Shell, APTR, APCA, Questão de Crítica e Qualidade Brasil. Por 16 anos, manteve uma parceria com o escritor Ariano Suassuna, realizando a direção de dois de seus textos inéditos, além da produção e direção do documentário Cavalgada à Pedra do Reino, dois Festivais, a coordenação artística dos seus 80 anos e a curadoria das artes cênicas dos 50 anos do Movimento Armorial, coordenado pela UFF. Em 2017 escreveu sua primeira dramaturgia, A Última Peça, que foi publicada pela editora Cobogó. Em 2019 e 2020, escreveu, respectivamente, ‘Peça para dois atores antes do fim’ e ‘Partida’. Isabel Cavalcanti - Direção Artística Isabel Cavalcanti é diretora, atriz e autora. Indicada aos Prêmios Shell, Cesgranrio e Arte Qualidade Brasil. Publicou os livros "Eu Que Não Estou Aí Onde Estou: O Teatro de Samuel Beckett" (7Letras) e "Aquele Que Tem Mais O Que Fazer" (Poesia/ 7Letras). Mestre em Literatura Brasileira (PUC/Rio) e Mestre em Teatro (UNIRIO). Trabalha em Artes Cênicas há 30 anos e há 3 anos como diretora de cinema. Em cinema, co-dirigiu o documentário "A Ultima Gravação", sobre o ator Sergio Britto, exibido na Premiére do Festival do Rio 2019 e nos Festivais de NY e Miami, além de um curta-metragem de ficção, a ser lançado em 2022. Ana carbatti – elenco e dramaturgia formada pela CAL e pela Uni-Rio, tem trilhado nos últimos 30 anos uma carreira de sucesso no teatro, televisão e cinema. Ganhou 4 prêmios de melhor atriz por sua atuação no filme OS INQUILINOS, sob a direção de Sérgio Bianchi, com quem realizou outros 2 filmes. Dentre seus inúmeros trabalhos na tv, destacam-se: A FORÇA DE UM DESEJO, JK, LAÇOS DE FAMÍLIA, LADO A LADO, AMOR À VIDA, HAJA CORAÇÃO e TEMPO DE AMAR, todas produzidas pela TV Globo. No teatro, atuou em mais de 60 produções, destacando-se em OTELO DA MANGUEIRA, A CAPITAL FEDERAL e a DIVINA COMÉDIA respectivamente sob a direção de Daniel Herz, André Paes Leme e Regina Miranda, e TIM MAIA – O MUSICAL sob a direção de João Fonseca, além dos espetáculos infanto – juvenis MANUEL BANDEIRA: ESTRELA DA VIDA INTEIRA e HISTÓRIAS DE JILÚ. Em 2014 protagonizou o musical CLEMENTINA, CADÊ VOCÊ, dirigido por Duda Maia. Em seguida produziu e protagonizou os espetáculos PEQUENAS TRAGÉDIAS e REDEMUNHO. Vidal Assis – direção musical compositor, cantor, violonista e ator. Em 2007 sua composição TRIBEIRA, em parceria com Hermínio Bello de Carvalho, foi gravada no disco Entre cordas, de Zezé Gonzaga. As canções BOLA NO BOLA, PENÚLTIMO DESEJO e VIA CRUCIS, foram incluídas no CD Depontacabeça, de Áurea Martins. Vencedor do festival de música do SESI 2011 com METADES, parceria com João Sholl. Em 2012 participou do projeto Panorama da Nova Canção Carioca, no Teatro Nelson Rodrigues, ao lado de Marcos Sacramento, Zé Paulo Becker, Moyseis Marques e Julio Dain. Em 2013, atuou do musical CLEMENTINA, CADÊ VOCÊ, de Duda Maia. Em 2016 lançou o CD Álbum de Retratos. Flavio Souza - Figurinos ator, palhaço, contador de histórias, diretor teatral e figurinista, mestre em Teatro, bacharel e licenciado em Artes Cênicas pela UNIRIO. É Doutorando em teatro pelo PPGAC/UNIRIO. Dirigiu, entre outros, os espetáculos MAREMOTO, O CAVALO MÁGICO, PALHAS.O.S, ORLANDO! e TUTTOTORNA, em parceria com Giulari del Diavollo, que estreou em Pádova. PALHAS.O.S venceu o prêmio de melhor espetáculo No Fitum da Túnísia e em Perm na Russia, Como figurinista seus trabalhos mais recentes são QUEBRA OSSOS de Julia Spadaccini e OS MAMUTES de Jô Bilac, indicado como Melhor Figurinista ao Shell 2012. Fez ainda AS CONCHAMBRANÇAS DE QUADERNA de Ariano Sussuna, indicado ao prêmio APTR/2010 como melhor figurinista, e SAVANA GLACIAL, de Jô Bilac, MANGIARE de Fabiana de Mello e Souza, FESTA DE FAMÍLIA de Bruce Gomlevski. Foi professor de Interpretação da Escola Estadual de Teatro Martins Pena, da UNIRIO e do curso de formação de atores da UniverCidade. Tuca Mariana – Cenário Tuca Mariana é arquiteta e urbanista, trabalhou na área de restauro do patrimônio histórico por oito anos, com passagem em instituições como o Museu Nacional de Belas Artes e a Casa Rui Barbosa. Desde 2014 se dedica a trabalhos de arte para o teatro, cinema e tv (onde foi aderecista para a novela meu pedacinho de chão). No teatro, assinou cenografias de espetáculos de diretores como Pedro Brício e Isabel Cavalcanti. Foi indicada ao prêmio CBTIJ de teatro como aderecista em 2015 e 2018; fez diversas assistências e adereços para artistas incríveis do teatro e audiovisual como as cenógrafas Aurora dos Campos, Dina Salem Levy, André Cortez e Bia Lessa.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.