| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33000167000101 | PETROLEO BRASILEIRO S A PETROBRAS | 1900-01-01 | R$ 5,68 mi |
| 15483798000147 | CENTRO DE EXCELENCIA ONCOLOGICA S/A | 1900-01-01 | R$ 223,6 mil |
| 04600555000125 | SOCIEDADE REGIONAL DE ENSINO E SAUDE LTDA | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
| 04406267000134 | CORRETORA DE SEGUROS RCI BRASIL SA | 1900-01-01 | R$ 169,1 mil |
| 62307848000115 | BANCO RCI BRASIL S.A | 1900-01-01 | R$ 130,9 mil |
| 00754174000140 | CEBROM | 1900-01-01 | R$ 76,2 mil |
| 17835026000152 | ALGAR S.A - Empreendimentos e Participações | 1900-01-01 | R$ 67,2 mil |
| 39315171000145 | CECON CENTRO CAPIXABA DE ONCOLOGIA LTDA SC | 1900-01-01 | R$ 42,1 mil |
| 00717088000167 | CENTRO DE TRATAMENTO DE TUMORES BOTAFOGO LTDA | 1900-01-01 | R$ 40,0 mil |
| 41980319000108 | NUCLEO DE ONCOLOGIA DA BAHIA S.A | 1900-01-01 | R$ 23,1 mil |
| 08968057000190 | CLINICA DE ONCOLOGIA DE CANOAS LTDA | 1900-01-01 | R$ 12,5 mil |
| 27084098000169 | TRANSFEERA INSTITUICAO DE PAGAMENTOS S.A. | 1900-01-01 | R$ 0,01 |
Realizar a produção, montagem e apresentações do espetáculo CLARA NUNES A TAL GUERREIRA, produto secundário como contrapartida social: oferecer oficinas de iniciação ao teatro.
Clara é recebida num lugar de passagem por ogãs e sacerdotes. Uma espécie de terreiro, um palco/passarela/teatro. Um espaço que se transforma assim como Clara transformou-se durante sua memorável carreira. Iansã, sua mãe e Ogum lhe guiam; são o seu novo ninho; responsáveis por momentos que enaltecem a grandeza de sua voz e presença nesta terra. É neste espaço onde Clara é dirigida por sua amiga Bibi Ferreira. Bibi é seu norte, sua bússola e a assenta neste chão ainda não desbravado. É através de Bibi e Claudina, um erê de amor recíproco que Clara se reconhece, entende e assimila sua importância neste Olimpo onde agora habita, imortal. O palco é a sua eternidade. Suas vivências de criança, onde fugia de casa e da escola para exercer o que mais gostava e seu destino: cantar. Dos bailes do Cruzeiro aos palcos daqui e do oriente. A Folia de Reis, o toque de macumba, a tradução do Brasil em suas canelas nos sambas que eram entoados em todos os credos. Das portas das igrejas aos terreiros distantes, Clara foi a chave para abrir a cabeça do povo brasileiro para uma cultura legitimamente nossa. O retorno de Clara, suas músicas, memória e seu recebimento na eternidade por Ogum e Iansã são narrados com delicadeza ao som do ijexá, de forma poética e lúdica. No palco, uma ode à sua vida, sem ser datada porque Clara é atemporal e sua arte jamais se limitaria a uma enciclopédia. Seus amores, desejos, dores e a batalha para ser aceita como a estrela que era. A cantora que mais vendeu discos em sua época. Da mocidade até o seu poente, nas letras das canções que interpretava. A nossa necessidade de reverenciá-la numa homenagem lúdica e poética. Uma celebração à brasilidade, trajetória, vida e sensibilidade de Clara guerreira. Bibi em seus olhos, Paulo César em sua boca, Santa Clara a sua frente e o povo aos seus pés. Em suas canelas. Teus pés descalços habitam o templo do samba. O sol há de brilhar mais uma vez; O amor será eterno novamente Deixa serenar.
OBJETIVO GERALContribuir para o desenvolvimento da área das artes cênicas por meio de apresentações teatrais;Estimular o interesse de novos públicos contribuindo para o desenvolvimento humano e social por meio da reflexão gerada pela ampliação de visão e aquisição de conhecimento;Repercutir nacionalmente atraindo públicos além da Cidade de São Paulo, do estado e do Brasil;Formação de novas plateias por meio de uma peça popular, e fomentação da arte teatral;Estimular a todos ao hábito e a prática de frequentar o Teatro. OBJETIVOS ESPECÍFICOSPRODUTO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS:Realizar 68 apresentações teatrais do espetáculo "CLARA NUNES, A TAL GUERREIRA". Desse total, 64 apresentações ocorrerão em São Paulo, onde estima-se que até 58.528 pessoas assistirão ao espetáculo. Além disso, estão previstas 4 apresentações em Fortaleza, esperando-se que até 4.200 pessoas assistam, com uma média de público de 1.050 pessoas por apresentação.PRODUTO CONTRAPARTIDAS SOCIAIS:Realizar 1 palestra gratuita com tema relacionado ao espetáculo ou à produção de teatro musical, a definir junto com as escolas beneficiadas, beneficiando 500 participantes, alunos e professores da rede pública de ensino.
O projeto tem viabilidade de captação e execução, tendo em vista a experiência da proponente além da ficha técnica contar com profissionais experientes em artes cênicas. O projeto se justifica por trazer para o publico a historia e homenagem a Clara Nunes que foi um marco para música brasileira. Ela representou muito bem a nossa cultura afro-brasileira, a nossa cultura genuína, de raiz. Clara foi a primeira mulher a alcançar a marca das 100 mil cópias vendidas de discos. Entre as décadas de 1960 e 1970, ao abraçar o samba, a Clara se deve o impulsionamento das trajetórias de muitos que se consagraram na música brasileira. Assim trata se de um projeto importante para trazer e consagrar um grande nome da musica brasileira que está marcado em nossa cultura e em gerações, além de trazer para o teatro o fomento da voz brasileira e de sua cultura. Clara firmou como uma versátil e gigantesca voz da MPB, cantando gêneros musicais característicos de todas as regiões do país. A importância do apoio da Lei de Incentivo à Cultura será de extrema importância para a realização deste projeto como estímulo à produção cultural nacional, ampliando o acesso à cultura e estimulando a produção cultural como geradora de renda, emprego e desenvolvimento para o país através do seu produto gerado. Um segmento social que é fomentado tende a crescer e, com isso, gerar mais empregos e renda, profissionalizando os agentes que nele atuam e impulsionando o uso de novas tecnologias. O crescimento do setor cultural, portanto, implica diretamente no desenvolvimento econômico e impulsionam o desenvolvimento social ao proporcionarem a facilidade de acesso à cultura e um maior intercâmbio e diversidade culturais. Cultura é patrimônio comum do povo, deve ser acessível e plural e precisa ser protegido para garantia da diversidade cultural. b) O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais: II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores V - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. (c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;
Previsto utilização de 01 trecho Rio SP/SP Rio. Previsto 34 passagens para viagens de artistas pricipais, elenco, diretores, tecnicos. Temos definidos Vanessa da Mata (protagonista), e Alexandre Kassin (Diretor Musical) Todas as passagens serão utilizadas por profissionais vinculados ao projeto. A hospedagem em São Paulo também esta prevista para Artistas, Diretor e tecnicos. Previsto uma media de 18 diarias para 44 profissionais (pre produção e produção)
PRODUTO PRINCIPAL - ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS:CLASSIFICAÇÃO: 14 ANOSQUATIDADE DE ATOS: 01 (UM) ATODURAÇÃO: 120 MINUTOSPRODUTO SECUNDÁRIO - CONTRAPARTIDA SOCIAL (PALESTRA)Será realizada 1 (uma) palestra com tema relacionado ao espetáculo ou à produção de teatro musical, ainda a ser definido junto às escolas beneficiadas, contemplando cerca de 500 alunos e professores da rede pública de ensino.
PRODUTO PRINCIPAL - ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Acessibilidade Física:Os teatros selecionados para as apresentações priorizarão e/ou facilitarão o livre acesso de idosos e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.Item da Planilha Orçamentária: Não aplicável, pois os teatros já dispõem de estrutura acessível. Acessibilidade para Deficientes Auditivos:Haverá intérpretes de Libras em 3 apresentações em São Paulo e 1 em Fortaleza para garantir acessibilidade de conteúdo.Item da Planilha Orçamentária: Intérprete de Libras. Acessibilidade para Deficientes Visuais:Em 3 apresentações em São Paulo e 1 em Fortaleza, haverá dispositivos de audiodescrição para garantir acessibilidade de conteúdo.Item da Planilha Orçamentária: Audiodescrição. Acessibilidade para pessoas do Espectro Autista:Será desenvolvido e disponibilizado um guia de previsibilidade do espetáculo, com a descrição prévia dos estímulos sonoros e visuais de cada cena. Este guia será disponibilizado de forma eletrônica, acessível através de QR-Code disponibilizado em locais estratégicos do teatro. Também haverá exemplares impressos para consulta prévia na bilheteria. PRODUTO SECUNDÁRIO - CONTRAPARTIDA SOCIAL (PALESTRA):Acessibilidade Física:O local da palestra será escolhido ou estruturado para atender às necessidades de pessoas com deficiência física. Acessibilidade para Deficientes Auditivos:Intérpretes de Libras estarão disponíveis, se necessário.Item da Planilha Orçamentária: Intérprete de Libras. Acessibilidade para Deficientes Visuais:Caso haja, as imagens eventualmente exibidas na palestra serão descritas pelo próprio palestrante.Item da Planilha Orçamentária: N/A, ação prevista sem custo para o projeto.. Acessibilidade para pessoas do Espectro Autista:Caso as escolas ou instituições beneficiadas apontem esta necessidade, será contratado um monitor para acompanhamento de alunos dentro do Espectro Autista durante as aulas ministradas.
Em conformidade com o Art. 29 da IN nº 11/2024, o plano de distribuição será executado conforme as seguintes diretrizes:I - Até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita para patrocinadores.II - Mínimo de 10% (dez por cento) destinado à distribuição gratuita com caráter social ou educativo.III - Até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto.IV - Mínimo de 20% (vinte por cento) destinado à comercialização ao valor de até R$ 42, 36 (3% do salário-mínimo atual, que é de R$ 1.412,00).Assim, com a execução das 68 apresentações do espetáculo, estimamos a disponibilidade total de 62.728 ingressos, que serão distribuídos da seguinte forma:São Paulo - Temporada 1 44 sessões, em teatro de 617 lugares, totalizando 27.148 ingressos, com as segundas sessões de domingo direcionadas à distribuição social e/ou vendas populares, a saber:· 5 sessões com maioria dos ingressos distribuídos gratuitamente em caráter social, sendo, por sessão:o 395 para ONGs e instituições sociaiso 61 para patrocinadoreso 61 para ações promocionais do proponenteo 100 para vendas a preço normal· 4 sessões com maioria dos ingressos vendidos a preços populares de até R$ 42,36 (inteira), sendo, por sessão:o 19 para ONGs e instituições sociaiso 61 para patrocinadoreso 61 para ações promocionais do proponenteo 376 para vendas a preço popularo 100 para vendas a preço normal· 35 sessões regulares, com o restante dos ingressos distribuídos desta forma:o 19 para ONGs e instituições sociaiso 61 para patrocinadoreso 61 para ações promocionais do proponenteo 114 para vendas a preço popularo 362 para vendas a preço normalAo final da primeira temporada em São Paulo, em caso de ocupação total da casa, os totais distribuídos observarão as seguintes cotas previstas na IN:· 2.716 ingressos gratuitos para ONGs e instituições sociais (10%)· 2.684 ingressos gratuitos para patrocinadores (9,89%)· 2.684 ingressos gratuitos ações promocionais do proponente (9,89%)· 5.494 ingressos vendidos a preço popular (20,24%)· 13.570 ingressos vendidos a preço normal (49,98%) Fortaleza:4 sessões regulares, em teatro de 1.050 lugares, totalizando 4.200 ingressos, a saber:· mínimo de 420 ingressos (10%) destinados a distribuição gratuita em caráter social ou educativo, sendo 105 ingressos por sessão;· mínimo de 840 ingressos (20%) destinados a vendas a preço popular de até R$ 42,36 (inteira) ou R$ 21,18 (meia), sendo 210 ingressos por sessão;· máximo de 420 ingressos (10%) destinados a distribuição gratuita para patrocinadores, sendo 105 ingressos por sessão;· máximo de 420 ingressos (10%) destinados a distribuição gratuita pelo proponente, sendo 105 ingressos por sessão;· máximo de 2.100 ingressos (50%) destinados a vendas a critério do proponente, com valores variáveis conforme o setor do teatro, e não superiores a R$ 300,00 (inteira) e R$ 150,00 (meia), sendo 525 ingressos por sessão.São Paulo - Temporada 2 (Teatro Renault) 20 sessões, em teatro de 1.569 lugares, totalizando 31.380 ingressos, a saber:· Todas as sessões terão:o 159 ingressos para ONGs e instituições sociaiso 156 ingressos para patrocinadoreso 156 para ações promocionais do proponenteo 784 para vendas a preço normal (sendo 392 inteira e 392 meia entrada)o 314 ingressos vendidos a preços populares de até R$ 42,36 inteira (sendo 157 inteira e 157 meia entrada)Ao final da segunda temporada em São Paulo, em caso de ocupação total da casa, os totais distribuídos observarão as seguintes cotas previstas na IN:· 3.180 ingressos gratuitos para ONGs e instituições sociais (aprox. 10,13%)· 3.120 ingressos gratuitos para patrocinadores (aprox. 9,94%)· 3.120 ingressos gratuitos ações promocionais do proponente (aprox. 9,94%)· 15.680 ingressos vendidos a preço normal (aprox. 49,97%)· 6.280 ingressos vendidos a preço popular (aprox. 20,02%)MEDIDAS COMPLEMENTARES - ART. 30 DA IN 11/2024:Visando à ampliação da democratização do acesso, de acordo com o Art. 30 da IN nº 11/2024, como atividade adicional, o projeto prevê a realização de 02 (dois) ensaios abertos do espetáculo, oferecidos gratuitamente ao público.Também estão previstas a realização de 10 (dez) oficinas de dramaturgia gratuitas, ministradas por André Magalhães, co-autor deste espetáculo, a serem realizadas ao longo do projeto paralelamente à temporada.Estas medidas estão em conformidade com o Inciso V do art. 30 da IN 11/2024, que diz: - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas.
Informamos que haverá remuneração a proponencia pelos serviços de Coordenação Geral e Diretor de Produção. A Gestão administrativa e financeira do projeto será de responsabilidade da proponente. PALCO 7 PRODUÇÕES - CNPJ 17.292.307/0001-06 – COORDENAÇÃO GERAL Palco 7 Produções é representada por Marco Griesi, produtor Cultural e ator. Formado em Propaganda e Marketing, Design e Produção Cultural. Com mais de 15 anos no ramo cultural com foco em produções, cursos e palestras, gestão de patrocínios e equipamentos culturais. Foi responsável pela área de patrocínios culturais para a empresa Porto Seguro por mais de 13 anos. Além disso, foi responsável pela gestão e curadoria artística do Teatro Porto Seguro e Espaço Cultural Porto Seguro. Atuou como curador artístico do Teatro Cetip, no Instituto Tomie Ohtake, sob gestão da Time for Fun (T4F) e atualmente cuida da curadoria do Teatro Procópio Ferreira. Responsável pela produção e realização dos projetos: “O Mistério de Irma Vap” com Mateus Solano e Luis Miranda, “Chuva Não. Tempestade!” de Franz Kepfler com Cynthia Falabella e Natalia Gonsales, “Myrna Sou Eu” de Nelson Rodrigues, com direção de Elias Andreato com Nilton Bicudo, “Versão Na Praça”com Negra Li, André Frateschi, Curumin, “33 Dedos Bem Aquecidos”de Rafael Primot com Dani Moreno e Caio Paduan. MARCO GRIESI - DIREÇÃO DE PRODUÇÃO Produtor Cultural formado em Marketing, Design e Produção com mais de 15 anos no mercado. A Palco 7 Produções tem mais de 15 anos no ramo cultural com foco em produções, gestão, patrocínios e equipamentos culturais. Foi responsável pela área de patrocínios culturais para a empresa Porto Seguro. Além disso, foi responsável pela gestão e curadoria artística do Teatro Porto Seguro e Espaço Cultural Porto Seguro. Atuou como curador artístico do Teatro Cetip, no Instituto Tomie Ohtake, sob gestão da T4F e atualmente cuida da curadoria do Teatro Procópio Ferreira. Idealizador dos projetos “Cantoras Musicais” com participação de Alessandra Maestrini, Zezé Motta, Kiara Sasso e “Versão na Praça” com participação de André Frateschi, Negra Li, Blubell. Como diretor de produção: “O Açougue ou de Como Frank Sinatra Me Emociona” de Marcelo Soler com Gabriel Godoy, Eduardo Pelizzari, “Breu”, de Pedro Brício, com Kelzy Ecard e Natalia Gonsales, “Myrna Sou Eu” de Nelson Rodrigues, com adaptação de Elias Andreato, com Nilton Bicudo, ”Grande Elenco”, com direção de Vinicius Arneiro com Tata Werneck e Paulinho Serra, “33 Dedos Bem Aquecidos” de Rafael Primot, com Caio Paduan, Clarissa Kiste, Dani Moreno e Rafael Primot, “Faça Seu Pedido” com Paulinho Serra, Robon Nunes e Felipe Ruggieri, “Mães Iradas” com direção de Alexandre Reinecke com Cynthia Falabella, Ester Laccava, Iara Jamra e Luciana Carnelli, “Deus é um DJ” com direção de Marcelo Rubens Paiva, com Marcos Damigo e Guta Ruiz, “Chuva Não, Tempestade” de Franz Kepler com Cynthia Falabella e Natalia Gonsales, “De Volta a Oz – Wicked In Concert” com Fabi Bang e Myra Ruiz”. Atualmente está em turnê com o espetáculo “O Mistério de Irma Vap”, com direção de Jorge Farjalla com Luis Miranda e Mateus Solano e ensaiando o espetáculo "Brilho Eterno", adaptação de Jorge Farjalla e Victor Bigelli inspirada na obra "Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças com Reynaldo Gianecchini e Letícia Spiller. DANIELLA GRIESI – DIREÇÃO DE PRODUÇÃO Produtora cultural com mais de 10 anos de experiência em produções culturais a frente da Solo Entretenimento. Ao longo dos anos trabalhou em diversos segmentos culturais como elaboração, organização e execução de espetáculos, eventos e projetos via Leis de Incentivo. Foram várias atividades exercidas: de produção executiva, projetos sociais, agenciamento de bandas, atores, e casting, até direção de produção em espetáculos teatrais e exposições culturais e captação de recursos. No teatro: “Breu” com Kelzy Ecard, “Coisa de Louco” de Fauzi Arap com Nilton Bicudo, “Grande Elenco” com Tatá Werneck e Paulinho Serra, “Mães Iradas” com direção de Alexandre Reinecke, “Faça Seu Pedido” com Paulinho Serra, “Myrna Sou Eu” sob a obra de Nelson Rodrigues, “Natimorto” direção de Mario Bortoloto, “Deus é um Dj” com direção de Marcelo Rubens Paiva, “33 Dedos Bem Aquecidos” com Caio Paduan, Dani Moreno, Rafael Primot e Clarissa Kiste e direção de Alexandre Reinecke, “Avental Todo Sujo de Ovo” com Dagoberto Feliz, Bete Dorgam, “Comício Gargalhada” com Rodrigo Sant’Anna, “A Graça do Fim” de Fauzi Arap, “Cada Dois com Seus Pobremas” com Marcelo Médici,“O Mistério de Irma Vap” com Luis Miranda e Mateus Solano. Exposições: “Shakespeare – Retratos de uma Festa Luminosa”, “Teatro” por João Caldas e “Heróis Urbanos” de Katia Arantes. Atualmente está levantando o projeto “Bárbara!”, inspirado no livro “A Saideira” de Bárbara Gancia com Marisa Orth, sob a direção de Bruno Guida, “Brilho Eterno”, inspirado no filme “Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças”, sob adaptação e direção de Jorge Farjalla e “Once- Musical” da Broadway, sob a direção de José Henrique de Paula, com Gabriel Leone e Bruna Guerin. VANESSA DA MATA – IDEALIZAÇÃO / ELENCO Em 1990, Vanessa muda-se para Uberlândia com o intuito de se preparar melhor para o vestibular de Medicina, ao mesmo tempo que decide se dedicar, também, à música. Um ano depois, faz sua estreia nos bares da cidade mineira cantando um repertório variado entre MPB e reggae. Em 1995, já em São Paulo, entra para a banda jamaicana Black Uhuru e depois para o grupo de ritmos brasileiros Mafuá. Simultaneamente, Vanessa divide seu tempo modelando e jogando basquete. O ano de 1997 foi um divisor de águas na vida de Vanessa. Ela conhece o cantor e compositor Chico César, com quem passa a compor. Em 1999, a faixa "A Força Que Nunca Seca", composta por Vanessa e melodia de Chico César, é gravada por Maria Bethânia e dá nome ao álbum da cantora, que é indicado ao Grammy Latino, no ano seguinte. Aos 21 anos, Vanessa concorre Grammy Latino como melhor música, tendo uma letra como nome do disco. Bethânia grava, em 2001, outra música de autoria de Vanessa. Desta vez, ela registra “O Canto de Dona Sinhá”, do álbum “Maricotinha”. E, aos 22 anos, foi convidada para cantar com a cantora baiana e Caetano Veloso no DVD "Noite Luzidia", em homenagem aos 35 anos de carreira de Bethânia. O início efetivo da carreira solo de Vanessa da Mata aconteceu em 2002. Após destacadas participações em shows de Milton Nascimento, Maria Bethânia e de Baden Powell, ela lança seu primeiro álbum de estúdio, “Vanessa da Mata”, com produção de Liminha, Jaques Morelenbaum, Luiz Brasil, Dadi e do sempre presente Kassin. Os destaques ficam por conta de “Nossa Canção”, trilha sonora da novela “Celebridade”, “Não Me Deixe Só”, que estoura nas pistas com o remix de Ramilson Maia, e “Onde Ir”, da novela “Esperança”. Depois do grande sucesso com seu primeiro disco, Vanessa lança em 2004 outro trabalho que recebe ótimas críticas e faz crescer ainda mais sua legião de seguidores. “Essa Boneca Tem Manual”, produzido por Liminha, traz o mega hit "Ai ai ai...". Outros sucessos são ''Ainda Bem'' e "Não Chore Homem". Destaque também para as regravações de “Eu sou Neguinha” (Caetano Veloso), que entra na novela “A Lua me disse”, e "História de uma gata" (Chico Buarque). Em 2006, “Ai ai ai...” torna-se a música nacional mais executada nas rádios. A ótima vendagem de “Essa Boneca Tem Manual” rende um Disco de Platina à cantora. Conquista o Prêmio Multishow de Melhor Música com "Ai, Ai, Ai". O terceiro álbum de Vanessa da Mata chega ao mercado em 2007: “Sim”. Produzido por Kassin e Mario Caldato, o CD teve cinco faixas gravadas na Jamaica com a participação dos ícones locais Sly & Robbie. A grande parceria foi o astro americano Ben Harper, com quem Vanessa divide os vocais na canção “Boa Sorte/Good Luck”, sucesso absoluto nas rádios, sendo a mais tocada do ano no Brasil e Portugal, e umas das mais tocadas na Europa. Em 2008, a música “Amado”, do disco “Sim”, é tema principal da novela “A Favorita”, da Rede Globo. Vanessa ganha o Grammy Latino na categoria Melhor Álbum de Pop Contemporâneo Brasileiro, com "Sim", além da indicação para Melhor Canção Brasileira com "Acode". Conquista o Prêmio Multishow de Melhor Música com "Boa Sorte/Good Luck". Em 2009, a cantora lança o CD/DVD "Multishow ao Vivo Vanessa da Mata", registrado na bucólica cidade histórica de Paraty (RJ), em comemoração aos seus seis anos de sucesso. Para promover o trabalho, a canção "Vermelho" é lançada nas rádios. Conquista o Prêmio Multishow de Melhor Música com "Amado". Três anos após o lançamento de um álbum com músicas inéditas, chega às lojas "Bicicletas, Bolos e Outras Alegrias", com a produção assinada por Kassin. Das 12 faixas inéditas, uma é fruto de uma parceria com Lokua Kanza, "Vá", e outra com Gilberto Gil, "Quando Amanhecer". Em 2011, Vanessa da Mata compõe e grava, em parceria com Seu Jorge e o grupo Almaz, a música "Boa Reza" para o mais recente álbum da organização Red Hot, o “Red Hot+Rio 2”. "Bicicletas, Bolos e Outras Alegrias" é indicado ao Grammy Latino, na categoria Melhor Álbum de Pop Contemporâneo Brasileiro. Em fevereiro de 2013, foi confirmada a participação de Vanessa da Mata no projeto “Viva Tom Jobim”. Foi convidada para estrelar uma série de seis shows gratuitos em seis capitais brasileiras (150 mil pessoas em São Paulo, lotando todos os metrôs, no Rio Janeiro 120 mil expectadores), com direção e curadoria de Monique Gardenberg e produção musical de Kassin. Em julho, “Vanessa da Mata canta Tom Jobim” se torna o quinto álbum de estúdio da cantora. “Segue o Som” é o sexto álbum de estúdio, lançado em 25 de março de 2014 pela Sony Music. Com produção assinada pela dupla Kassin e Liminha, "Segue o Som" traz 14 faixas no repertório, incluindo a regravação de "Sunshine On My Shoulders", de John Denver. Em 2017 chega “Caixinha de Música (Ao Vivo), o segundo álbum ao vivo da cantora, lançado em 29 de setembro de 2017 pela Sony Music e DVD gravado na Casa Natura Musical, em São Paulo. Em 2019, Vanessa da Mata se aventurou pela primeira vez como produtora musical em “Quando Deixamos Nossos Beijos na Esquina", sétimo álbum de estúdio, o mais autoral de todos e um dos mais aclamados discos da carreira. O primeiro single lançado, a ensolarada "Só Você e Eu", já dava o tom do que o disco seria por inteiro: um apanhado de histórias sobre a vida e o amor. O repertório segue com “Tenha Dó de Mim” (part. Baco Exú do Blues e guitarra de Davi Moraes), “Quando Deixamos Nossos Beijos na Esquina”, “Ajoelha e Reza”, “Nossa Geração”, “Demais pra Mim”, “Debaixo da Saia Dela”, “Vá com Deus”, “Dance um Reggae Comigo”, “O Mundo para Felipe” e “Hoje Eu Sei”. Para celebrar o sucesso, Vanessa lança o projeto “Nossos Beijos Ao Vivo No Circo Voador”, gravado na Lapa, no Rio de Janeiro, em 17 de janeiro de 2020. JORGE FARJALLA – DIREÇÃO, ENCENAÇÃO E ADPATAÇÃO É graduado em Licenciatura em Teatro pela Universidade Federal de Uberlândia – MG. Lecionou na mesma Universidade, Interpretação e Encenação. Criador da Cia. Guerreiro, sua pesquisa em teatro é ligada ao universo de Antonin Artaud, Bertolt Brecht e Constantin Stanislaviski, tendo como ápice suas montagens sobre as obras míticas de Nelson Rodrigues: “Álbum de Família”, “Anjo Negro”, “Senhora dos Afogados”, “Dorotéia” e o recente “O Mistério de Irma Vap”.Em 2007 no Rio de Janeiro, idealizou a Escola de Teatro da sua Cia. e inaugurou em 2010, onde ofereceu oficinas e cursos de Teatro, Cinema e TV. Dirigiu e atuou no projeto sobre a obra de Dante Alighieri: “A Divina Comédia”. Encenou “Dante´s Inferno” e “Dante´s Purgatório”. O primeiro revigorou o Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas em Sta. Tereza, credenciando o teatro do parque no circuito comercial na cidade do Rio. Trouxe, junto com a atriz Itala Nandi, o roteiro do filme de André Faria, “Prata Palomares” para a cena teatral carioca: “Paraíso AGORA! ou Prata Palomares”. Seus últimos trabalhos no teatro foram: “Dorotéia” com Rosamaria Murtinho e Leticia Spiller, “Senhora dos Afogados” com Alexia Dechamps e Rafael Vitti, “Vou Deixar de Ser Alegre, Por Medo de Ficar Triste” com Paula Bulamarqui, “Alice e Gustavo” com Carol Loback e Marcos Nauer e a nova versão do clássico “O Mistério de Irma Vap”com Luis Miranda e Mateus Solano. ANDRÉ MAGALHÃES - TEXTO Dramaturgo, escritor e roteirista. Formado em Artes Cênicas pela faculdade Mozarteum de São Paulo e pós graduado em Escrita e criação literária pela Universidade de Fortaleza, sendo aluno de Milton Hatoum, Socorro Acioli, Itamar Vieira Junior, Marcelino Freire, Joselia Aguiar, Djaimilia Pereira de Almeida, entre outros. Escritor do livro Falo, finalista do prêmio Caio Fernando Abreu. Fundador e dramaturgo do Teatro de Grupo, método e escola, fundado em 2008. Assistente de direção do espetáculo “Ainda nada de novo” e repassador de cena de Fernanda Young para o mesmo espetáculo. Criação da Bíblia para as séries “As Bruxas de Tomar” (Lira filmes/ Yael Steiner) e RSVP (Toniko Mello, Loma filmes). Roteiro para os filmes de arte Higeia e Eleusis, para VHM e Emilianno Zapata. JULIANA ROSENTHAL - TEXTO Juliana Rosenthal, é escritora e roteirista. Fez pós graduação em roteiro e dramaturgia na na Universidade da Califórnia (UCLA) e mestrado em literatura na USP. É autora das peças: “Feliz Aniversário” (Teatro Folha em SP em 2006); “O Inferno Sou Eu” (com Marisa Orth e Paula Weinfeld, direção de José Rubens Siqueira, temporada em SP e RJ em 2010) e “Festim Diabólico” (adaptado do original de Patrick Hamilton e baseado no filme de Alfred Hitchcock, Teatro Nair Belo em 2011). Também fez a redação final da peça “Os 10 Mandamentos da Boa Mãe” (com Samara Felippo e Carolinie Figueiredo), assinou a dramaturgia do show de música e humor “Romance vol III: Marisa Orth e Banda” e da peça musical “A Flor da Pele” (encomenda para Cacau Gomes, sobre as vidas das cantoras Tina Turner, Diana Ross e Whitney Houston) Em literatura, publicou, além de uma antologia de seus textos teatrais, o livro Deu Positivo! e o romance Save the Day. Para cinema, desenvolveu o roteiro do longa “Tirando o Couro”, encomenda para Marisa Orth com a Cygnus Midia e o longa O Amor no Divã, lançado em 2017 e disponível no Now/Netflix/AppleTv. Para televisão, assinou a série Hard (HBO) e Os Homens são de Marte… (GNT), além de ter ajudado a desenvolver a série Desjuntados para a Amazon. Atualmente é head writer da nova série da Fox/Disney sobre Feminicídio. Participou, em 2020, do TedX São Paulo, falando sobre criação de conteúdo. ALEXANDRE KASSIN – DIREÇÃO MUSICAL Alexandre Kassin nasceu no Rio de Janeiro, em 1974. A música entrou firme em sua vida por influência de Gilberto, irmão dez anos mais velho, que, aos 18, trabalhava como discotecário (assim eram chamados os DJs) em boates cariocas como a Papagaio. Aproveitando a aparelhagem profissional que o irmão montou em casa, aos 8 anos, o pequeno Kassin já se arriscava em mixagens, brincando com hits na praia funk/soul/disco. “Era o fim da discotheque, começo do funk eletrônico”, lembra o produtor, dando pistas de seus laços afetivos com os sons da era 1979/1982. Aos 17 anos, foi estudar no CEL (Centro Educacional da Lagoa) e, na turma pré-vestibular, quase todo mundo era músico. Começando por um repetente chamado Pedro Sá, que já era respeitado como guitarrista - havia gravado com Tom Jobim. João Callado (hoje ex-Casuarina), Bacalhau (Planet Hemp e Autoramas), Donida e Renato Martins (futuros parceiros no Acabou La Tequila), e João Duprat (amigo com quem Kassin comanda desde 2016 o podcast "A point of view" na World Wide FM). Depois veio o emprego num modesto estúdio chamado Groove, no Rio Comprido, zona norte do Rio. Lá, a banda "da casa" se tornou o embrião de algo maior. Quando o rapper Luis Antônio Skunk começou a trazer um certo Marcelo D2 para participar das jams, surgiu o Planet Hemp. Kassin, que estava no rolo inicial, pulou fora antes de começarem os shows. Com o Acabou La Tequila, porém, a identificação era enorme. E o clima de ação entre amigos e ex-colegas de escola (Renato e Donida) favorecia a levar a banda despretensiosamente, enquanto começava a alçar outros voos profissionais. Das trilhas para espetáculos da coreógrafa Deborah Colker veio o contato com uma turma de outra geração (Dado Villa-Lobos, Sérgio Mekler, Chico Neves, Hermano Vianna...). Foi chamado para ser roteirista do "Muvuca", atração da TV Globo capitaneada por Regina Casé. Dos 19 aos 28 anos, ele foi funcionário da TV Globo, como produtor musical, trabalhando no regime de linha de montagem da emissora. Quando acabava a temporada do "Programa Legal", prestava serviços a novelas. O encontro com o produtor gaúcho Carlos Eduardo Miranda (1962-2018) foi decisivo para seguir outros caminhos nos estúdios. "Irmão de consideração, uma das pessoas a quem eu devo tudo". Colaborou com Lenine no álbum "Na Pressão" (1999) e depois foi convidado a integrar sua banda como baixista, começando por aí sua extensa milhagem em turnês internacionais. Foi chamado para produzir "O bloco do eu sozinho", segundo disco do grupo Los Hermanos, mas, por estar em litígio com a gravadora Abril Music, ficou apenas como baixista. A produção foi assinada por Chico Neves, incorporando ideias de Kassin e de dois amigos produtores com quem tinha "uma irmandade de troca de ideias": Tom Capone e Carlos Eduardo Miranda. Despretensiosamente, Kassin se juntou ao projeto +2, com dois amigos e parceiros, Moreno Veloso e Domenico Lancelotti, que lhe foram apresentados pelo velho colega de escola Pedro Sá, Mulheres Q Dizem Sim. O tempo livre era usado para seguir trabalhando como compositor de trilhas e produtor. E inventar novas gigs e projetos. Nas passagens de som, Kassin e Domenico adoravam ouvir discos de gafieira e trocar figurinhas sobre o assunto. Ao produzir o álbum "Eu não peço desculpas", de Caetano Veloso e Jorge Mautner, Kassin encontrou no velho parceiro de Mautner, o violonista Nelson Jacobina (1953-2012) um expert naquele repertório de sambas, sambas jazz e sambalanços, e a fagulha que faltava para dar início, junto com Berna Ceppas, à Orquestra Imperial. A carreira de produtor, decolada a partir do trabalho com Lenine ("Na Pressão, no qual coproduziu algumas faixas, ganhou um Grammy Latino) foi consolidada aos poucos, um grande nome chamando outro, e alguns amigos crescendo juntos. Na sequência, vieram Adriana Calcanhoto ("Cantada", 2002), os dois best-sellers com seus amigos e contemporâneos de "underground" carioca, Los Hermanos ("Ventura", de 2003, e "4", de 2005) e mais um com Caetano ("A foreign sound", 2004). Kassin passou a ser percebido como um profissional capaz de lidar com o mainstream, alcançando bons resultados artísticos e também ótimas vendas. A associação com Vanessa da Mata, iniciada com a produção de algumas faixas de seu disco de estreia ("Vanessa da Mata", 2002, disco de ouro) foi importante para esse aval nos dois aspectos (qualidade e popularidade). Em parceria com o renomado Mario Caldato Jr. (Beastie Boys, Jack Johnson) Kassin coproduziu seu terceiro álbum, "Sim" (2007), gravado entre Brasil e Jamaica (que rendeu outro Grammy Latino e platina dupla pelas 600 mil cópias vendidas. Atuou como diretor musical da turnê subsequente, registrada em "Multishow ao vivo" (2009) e também veio a produzir "Bicicletas, bolos e outras alegrias" (2010), "Vanessa canta Tom Jobim" (2013) - todos os três com certificado de Disco de Platina - e "Segue o som" (2014), coproduzido com Liminha, que rendeu disco de ouro. Dono de uma pantagruélica coleção de discos, ele calcula ter 7 mil LPs em casa, e um sotão entupido de CDs - a maioria deles, infelizmente, encaixotados. Jura, porém, não ter o espírito de colecionador. Vai acumulando os discos (desde os 8 anos de idade) por causa da voracidade dos ouvidos e da mente, incansável caçadora de referências e novidades, ainda que essas novidades venham do passado de países remotos e de ritmos fora de moda. Esse apetite transparece nos discos solo que lançou, elogiados pela crítica no Brasil e no exterior. "Sonhando devagar" (2011) entrou na lista de melhores do país em 2011, com o desconcertante ecletismo de sempre muito bem conceituado nas transições entre psicodelismo, tecno-pop, pós-bossa e outros gêneros latinos. Nos últimos dez anos, produziu discos importantes de Marcelo Jeneci (em sua aclamada estreia, "Feito pra acabar", 2010, e em "De graça", 2013), Malu Magalhães ("Malu Magalhães", seu segundo álbum, de 2009), Zélia Duncan ("Tudo esclarecido", 2012) e Nação Zumbi (em seu oitavo CD, "Nação Zumbi", 2014) e outros; também teve o prazer de trabalhar com lendas como Erasmo Carlos ("Gigante Gentil, 2014), Gal Costa ("Estratosférica", 2015, em parceria com Moreno) e o saudoso Tim Maia (no póstumo "Tim Maia Racional, Vol. 3", 2011). Com os amigos Alberto Continentino (baixo, para quem produziu em 2015 um excelente álbum solo, "Ao som dos planetas"), Danilo Andrade (teclados), Guilherme Monteiro (guitarra) e Stephane San Juan (bateria), empunha a guitarra em uma formação instrumental, Cometa, desde 2014. No ano seguinte registraram em disco (intitulado “Cometa”) o que chamam de “temas interestelares” com elementos de surf music e trilhas de “western spaghetti. O Cometa segue ativo, podendo reparecer a qualquer momento em shows abertos para o improviso, seja no estúdio Audio Rebel, no Rio (“quintal” deles) ou em outro canto do planeta. Com tantas atividades e produtividade, não é por acaso que Kassin deixa quase todos os seus instrumentos e "brinquedinhos" vintage no estúdio Marini, onde trabalha, em Botafogo. LUIZ CLAUDIO SILVA - FIGURINO Atuando como criador de moda há mais de 10 anos, Luiz Cláudio ganhou destaque na mídia nacional pela primeira vez em 1999, quando ainda estudante, ao ganhar o 1° lugar nacional do finado prêmio Smirnoff Fashion Awards. Em 2000 Luiz se formou em moda pela Universidade Federal de Minas Gerais e desde então já passou pela equipe de estilo de importantes marcas que fazem parte da história da moda mineira. Em 2001 criou sua marca homônima, experimental e sofisticada – e que atendia apenas sob encomenda. Em 2006 chegou a Apartamento 03, focando em uma produção de maior escala, mas ainda mantendo a alta qualidade dos tecidos e as delicadas técnicas artesanais de construção. A devoção aos tecidos e linhas veio cedo, vendo a mãe costurar em casa. Talvez por isso Luiz mantenha uma relação afetuosa com seus tecidos – recorta, trança, amassa, costura, descostura – em uma transformação que parece pura mágica. APARTAMENTO 03 A primeira coleção surgiu em 2006, com uma encomenda feita pela stylist (e amiga) Mariana Sucupira, que pediu peças exclusivas para um ensaio. O que começou como uma pequena produção de peças virou a incubadora do que é hoje a Apartamento 03. O nome veio do lugar onde o estilista Luiz Cláudio atendia: seu próprio apartamento em Belo Horizonte. Em quatorze anos a marca passou por grandes mudanças: mudou de endereço, aumentou o número de funcionários, o tamanho do ateliê, fez sua estréia nas passarelas e se fez presente em 19 estados do Brasil. O que continua é o desejo de construir uma moda surpreendente, intrincada, caracterizada pelo uso de técnicas manuais e tecidos preciosos dignos de um ateliê de couture. CESAR PIVETTI – DESENHO DE LUZ Lighting Designer, 26 anos de carreira dedicados ao teatro, show, tv e eventos. Ao longo de 26 anos Cesar Pivetti desenvolveu inúmeros projetos de iluminação não somente no Brasil mas em algumas partes do mundo. Trabalha e trabalhou em parceria com alguns diretores, são eles: Marcio Macena, Naum Alves de Souza, Bibi Ferreira, Marcelo Várzea, Renato Andrade, Dan Rosseto, Bia Szvat, Otávio Martins, Marisa Orth, Debora Dubois, Roberto Lage, Jorge Farjalla, Pablo Diego Garcia, Rodrigo Mercadante, Isser Korik entre outros. Dentre os inumeros prêmios que já recebeu na carreira alguns do ano de 2019 foram: Prêmio Shell na categoria melhor iluminação por “O mistério de Irma Vap”. Indicado e vencedor do prêmio Bibi Ferreira na categoria melhor iluminação por “O mistério de Irma Vap”. Prêmio Cenyms na categoria melhor iluminação por “O mistério de Irma Vap”. Prêmio Aplauso Brasil de teatro na categoria melhor iluminação por “Dolores”.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.