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O projeto prevê a realização de ações artísticas e formativas oferecidas gratuitamente à 01 instituição hospitalar. As ações formativas, divididas em duas partes, serão oferecidas para agentes voluntários de saúde e, como contrapartida, à alunos de instituições públicas que possuam cursos nas áreas de teatro e produção cultural. Já as ações artísticas, na área de teatro e contação de histórias, serão destinadas à pacientes da unidade de saúde escolhida.
Ressignificar significa atribuir um novo significado, dar um sentido diferente a alguma coisa. O projeto "Ressignificar - Caminhos pela arte" busca atribuir um novo sentido à vida de pessoas hospitalizadas através de ações formativas e culturais. Transportar pacientes de uma realidade de enfrentamento da doença/dor para um universo lúdico e de criatividade. A ressignificação é um elemento de grande importância no processo criativo. O artista, por exenplo, possui ampla capacidade de ressignificação dentro de sua obra. Neste sentido, sob a ótica da psicologia, o ato de ressignificar serve para ajudar as pessoas a agirem de maneira mais positiva, auxiliando nos cuidados com a saúde. Mais do que compreender a importância da intervenção artística pontual nas unidades de saúde como ação transformadora na vida de pacientes e equipes de trabalho, o projeto entende que é necessário produzir pessoal capacitado para, de forma contínua, desenvolver o trabalho com aqueles que aspiram cuidados nos hospitais. Portanto, o projeto prevê não apenas intervenções artísticas como teatro e contação de história, mas também a capacitação de agentes capazes de executar tais ações.
Geral: Oportunizar o acesso às atividades culturais para pessoas que, por motivos de saúde, estão impossibilitadas de se deslocarem aos espaços comumente utilizados para execução dessas ações. Formar profissionais nas áreas de teatro e contação de histórias colaborando com o aumento de mão de obra qualificada no setor. Contribuir com a formação de público consumidor de cultura. Fomentar à economia criativa e ampliação do acesso à cultura e às dinâmicas culturais. Específicos: - Realizar 02 apresentações teatrais nos corredores e enfernarias de uma instituição hospitalar na cidade do Rio de Janeiro; - Realizar 02 apresentações de contação de história nos corredores e enfernarias de uma instituição hospitalar na cidade do Rio de Janeiro; - Fornecer 02 oficinas na área de teatro para voluntários de saúde de uma instituição hospitalar na cidade do Rio de Janeiro; - Fornecer 02 oficinas na área de teatro para estudantes de escolas pública sediadas no estado no Rio de Janeiro; - Fornecer 02 oficinas de contação de histórias para voluntários de saúde de uma instituição hospitalar na cidade do Rio de Janeiro; - Fornecer 02 oficinas de contação de histórias para estudantes de escolas pública sediadas no estado do Rio de Janeiro; - Fornecer 01 oficina de Produção Cultural para estudantes de escolas pública sediadas no estado do Rio de Janeiro; - Fornecer 01 oficina de Libras para voluntários de saúde de uma instituição hospitalar na cidade do Rio de Janeiro; - Impactar diretamente cerca de 200 pessoas entre voluntários, alunos de instuições pública e pacientes da instituição hospitalar da cidade do Rio de Janeiro; - Gerar cerca de 20 postos de trabalhos diretos e 45 indiretos.
O cenário de interesse para a realização do projeto é no hospital centro de referência de doenças hematológicas do Estado do Rio de Janeiro: Instituto Estadual de Hematologia Arthur Siqueira Cavalcanti, o HEMORIO. De acordo com o Termo de Referência da Fundação Saúde do Estado do Rio de Janeiro, o HEMORIO possui 78 leitos ativos. As pessoas, de todas as idades, internadas para realização de tratamento ou manejo de complicações oriundas dele, são, em sua maior parte, privadas do acesso aos bens culturais. Neste sentido, acreditamos que proporcionar a esses pacientes experiências que despertem práticas criativas, críticas e transformadoras são essenciais para a promoção da saúde e do bem-estar. Ressignificar os espaços estigmatizados pelo sofrimento através da cultura é a proposta do projeto. As ações culturais possuem capacidade de potencializar e desenvolver as habilidades do ser humano, portanto as intervenções artísticas, nas suas diversas áreas de atuação, podem e devem ser utilizadas para amplificar a capacidade de questionar, descobrir caminhos e recriar relações contribuindo para o crescimento pessoal e o desenvolvimento cultural. Conforme o Art. 215. da constituição Federal O Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais. Incluir esse grupo de pessoas que, na sua grande maioria, não são contemplados pelas ações culturais garante o exercício dos direitos culturais previstos na constituição federal. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso as fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX _ Priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3o da Lei 8313/91): I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de espetáculos de artes cênicas;
O projeto prevê duas ações: 1 - Produtor Principal - Intervenções Artísticas: Ações pontuais de contação de história e teatro no ambiente hospitalar proporcionada por grupos de teatro (Grupo Código e Trupe do Experimento) da seguinte forma: -> 2 - apresentações de espetáculos teatrais; -> 2 - apresentaçães de contaçõa de história; 2 - Oficinas de Teatro, Contação de Histórias, Libras e Produção Cultural: A - Oficinas de teatro - Biossegurança no ambiente hospitalar- Compor o espaço cênico e explorar movimentos considerando as esferas pessoal e social- Aplicar técnicas de interpretação e improvisação- Representar uma situação dramática contextualizada, aplicando técnicas vocais, corporais e de interpretação- Concentração, coordenação, autoconfiança, segurança e agilidade para melhorar a presença cênica- Construir e analisar uma personagem, considerando o contexto proposto- Realizar leitura e estudos de textos- Fazer montagem de cenas B - Oficinas de Contação de História - Biossegurança no ambiente hospitalar- Novas estratégias para trabalhar a Contação de Histórias- Dando início a Contação da História - a dinâmica dos objetos, acessórios e cenário - Montagem para apresentação, Demonstração do cenário, atividades com recortes para construção dos personagens- A importância da música na história, através de instrumentos ou cantigas cantadas- Como contar histórias de forma lúdica e divertida C - Oficina de Libras - Expressão Corporal e Facial na Libras- Alfabeto manual- Gramática básica da Libras- Informalidades e gírias na Libras D - Oficinas de Produção Cultural - Biossegurança no ambiente hospitalar- Novas estratégias de Produção em tempos pandêmicos- Elaboração de Projetos - Produção Executiva de Projetos - Prestação de contas
Em atendimento ao Art. 18 da IN nº 2, de 23 de abril de 2019, serão adotadas as seguintes medidas: Produto Principal - Ações Artística (Teatro e Contação de História) Acessibilidade física: Os espetáculos serão realizados nos corredores e enfermarias da unidade de saúde. O produto cultural irá as pessoas acamadas, garantindo o acesso dos mesmo aos bens culturais. Com relação a estrutura da unidade de saúde, a mesma apresenta condições de acessibilidade, ou seja, rampas de acesso, elevadores, espaços reservados para cadeirantes e/ou assentos especiais para pessoas com mobilidade reduzida, entre outras instalações que estejam de acordo com as normas previstas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), e/ou equipe preparada para garantir o acesso de pessoas idosas e com deficiência ao espaço. Acessibilidade de Conteúdo: Um dia de apresentação com intérprete de libras e uma apresentação com audio descrição; PRODUTO SECUNDÁRIO – Oficinas Acessibilidade física: Os voluntários serão formados em espaços acessíveis da própria unidade de saúde, que apresenta condições de acessibilidade, ou seja, rampas de acesso, elevadores, espaços reservados para cadeirantes e/ou assentos especiais para pessoas com mobilidade reduzida, entre outras instalações que estejam de acordo com as normas previstas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), e/ou equipe preparada para garantir o acesso de pessoas idosas e com deficiência ao espaço. Acessibilidade de Conteúdo: Uma oficina com intérprete de libras e parte do material didático em libras;
Produto Principal - Ações Artística (Teatro e Contação de História)O projeto tem como objetivo gerar acesso à bens culturais para indivíduos impossibilitados de se locomovorem aos espaços comuns de apresentação. Portanto, estamos levando o produto cultural a pessoas acamadas e/ou internadas devida a necessidade de tratamento, garantindo seus respectivos acessos sem cobrança de ingresso. PRODUTO SECUNDÁRIO – Oficinas As oficinas de Contação de História, Teatro e Produção Cultural serão gratuitas e destinadas a dois públicos: 1 - Alunos de instituições públicas, sediadas no estado no estado do Rio de Janeiro, com ênfase em teatro e produção cultural; 2 - Corpo de voluntariado de uma instituição pública de saúde do Rio de Janeiro.
Ficha Técnica Direção de Produção: Rafael Lydio (Proponente)Produção Executiva: Felipe ValleCoordenação Administrativo-financeiro: Carolina Viilas-BoasCoordenador Artístico: Marco dos AnjosOficineiros: Felipe VAlle, Juliana França, Marco dos Anjos, Rafael Lydio e Verônica BonfimGrupos Convidados: Grupo Código e Trupe do ExperimentoProjeto Gráfico: Daniel Barboza Direção de Produção (Remuneração do Proponente): Diretor da Paragogí Cultural, Rafael Lydio é produtor e gestor cultural com mais de 10 anos de experiência. Formado pelo Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ) e pós-graduado em Gestão Cultural: Cultura, Desenvolvimento e Mercado pelo SENAC SP, possui em seu currículo produções de segmentos artísticos diversos, como festivais de música, dança, exposições, documentários, espetáculos musicais e teatro. Como produtor da Sarau Agência de Cultura Brasileira trabalhou com espetáculos recordistas em premiações, dentre eles os musicais Gonzagão - A Lenda, Forrobodó - Um choro na Cidade Nova, Ópera do Malandro, Auê, Suassuna - O auto do reino do sol, Musical Elza e Jacksons do Pandeiro. Fez parte de grandes produções como o Rock in Rio 2013, Jornada Mundial da Juventude 2013, Festival Villa-Lobos e TOCA. Sua última produção, ainda em cartaz, é a experiência intercênica Meu filho só anda um pouco mais lento, com direção de Rodrigo Portella. Coordenação de Produção: Sócio fundador da Fomenta Consultoria, discente do MBA (Master in Business Administration) em Gerenciamento de Projetos da USP (Universidade de São Paulo), Felipe Valle é produtor cultural com experiência em cerca de 50 projetos de teatro, música e festivais. Além disso, é idealizador do projeto Sementes – Caminhos para uma produção mais diversa, iniciativa social da Fomenta Consultoria que oferece capacitação em produção e gestão cultural para artistas e produtores não-brancos de maneira gratuita e acessível. É coidealizador e diretor de produção do Festival de Esquetes da Baixada.Como produtor executivo, integrou por 3 anos a equipe da Sarau Agência de Cultura, em espetáculos como A Hora da Estrela ou O Canto de Macabéa (Dir. André Paes Leme), ELZA (Dir. Duda Maia), Sísifo (Dir. Vinicius Calderoni), Gota Dágua [A Seco] (Dir. Rafael Gomes), Suassuna O Auto do Reino do Sol (Dir. Luis Carlos Vasconcelos) e Macunaíma Uma rapsódia musical (Dir. Bia Lessa). Em anos anteriores, integrou a equipe de produção de 70? Década do Divino Maravilhoso Doc. Musical (Dir. Frederico Reder), AGOSTO (dir. André Paes Leme), Nossas Mulheres (Dir. André Paes Leme), 60! Década de Arromba Doc. Musical (Dir. Frederico Reder), Alice no País do Iê Iê Iê (Dir. Carla Candiotto), dentre outros.Foi produtor e gestor financeiro da 9ª edição do FESTLIP – Festival Internacional das Artes da Língua Portuguesa e, por 3 anos consecutivos, assinou a produção executiva do Festival TOCA.Desde 2012, coordena a produção dos projetos da Trupe do Experimento, realizando apresentações e turnês por todo Brasil.Coordenador Administrativo-financeiro: Carolina Villas Boas é produtora e gestora cultural formada em Produção Cultural pela Universidade Federal Fluminense (UFF), com passagem pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologia, em Lisboa, e especialista em prestação de contas e gestão financeira de projetos culturais. Possui mais de 10 anos de experiência no acompanhamento de projetos aprovados nas diversas leis de incentivo (federal, estaduais e municipais) e editais. Tem em seu currículo projetos de diversos segmentos artísticos, como exposições de arte, mostras de cinema, documentário, festival de música e espetáculos musicais, além de ter sido responsável pela prestação de contas dos projetos da produtora Sarau Agência de Cultura Brasileira, de 2013 a 2020. Coordenador Artístico: Ator, diretor, produtor, autor, professor e jornalista, Marco dos Anjos é fundador da Trupe do Experimento e responsável pela direção artística da companhia. Atua como analista técnico de cultura no SESC Rio, sendo responsável pela gestão e curadoria dos projetos que integram a programação dos Teatros Sesc Ginástico e Sesc Tijuca. Há 15 anos, coordena as montagens e projetos da Trupe, pela qual já conquistou mais de 50 prêmios como diretor, autor e melhor espetáculo.Dirigiu os 7 espetáculos da companhia, que, juntos, já abarcaram mais de 100 prêmios por todo o Brasil. Dentre eles, destacam-se os premiados espetáculos O Que Podemos Contar e O Pequeno Autor. Bacharel em Comunicação pela UGF com pós-graduação em arte e psicologia pela UNIRIO, dos 27 anos de experiência em artes cênicas, 15 foram dedicados ao teatro para infância e juventude. Oficineiro - Verônica Bonfim: Verônica Bonfim é baiana, Doutora em Ciência Florestal (UFV-MG) e artista brincante. Atua como docente do ensino superior e como artista. Atriz, cantora, compositora, produtora e escritora, vem acumulando trabalhos na TV, cinema, teatro, literatura e música. Cursou a Escola de Música Villa-Lobos e oficinas/workshops de teatro e corpo com Oswaldo Montenegro, Duda Maia, Fátima Toledo, Ateliê dos Atores, Oficinas no Teatro Poeira e Tá na Rua. Trabalhou com alguns diretores consagrados, como: Aderbal Freire Filho, Jaime Álem e Jaques Morelenbaum (Musical Orfeu, 2011), Andrucha Waddington (Série Sob Pressão – 3ª T), Amir Haddad (Grupo Tá na Rua), Cláudio Segóvia (Musical Brasil Brasileiro Tour Europa), Tim Rescala e Ciro Barcelos (Musical Tropicalistas), Oswaldo Montenegro (Musicais, séries, trilhas, cinema) e Duda Maia (Musical Elza). Participou de documentário do ganhador do Oscar Spike Lee e, atualmente, está produzindo seu 1º musical infantil, adaptação do seu livro “A menina Akili e seu tambor falante”, com roteiro e músicas autorais e direção de Rodrigo França; Integra o elenco da 4ª temporada da série 3%, na Netflix e da série Além da Ilha, com Paulo Gustavo e grande elenco, na Globoplay; Tem um CD ‘Olhos d’África’ e um EP ‘Trilhas de um menestrel’ (ambos independentes), disponíveis nas plataformas digitais e no YouTube.Oficineiro - Juliana França: Juliana França é nascida e criada em Japeri, Baixada Fluminense. Mestre em Filosofia pela UFRRJ e professora de Filosofia do IFRJ. No início dos anos 2000, começou a frequentar as oficinas livres de teatro do Grupo Código, onde posteriormente tornou-se oficineira e assinou a direção de três espetáculos. Pela Companhia profissional do Grupo Código, atuou em nove montagens e nos últimos cinco colaborou com a dramaturgia e com a encenação. Com o premiado espetáculo “Inimigo do Povo” (2009), dirigido por Miwa Yanagizawa, ganhou dois prêmios de melhor atriz coadjuvante. Em 2017 protagonizou o espetáculo “A vida íntima de Babi” Dirigido por Renato Linhares com supervisão artística de Mariana Lima e supervisão filosófica de Marcia Tiburi. A peça ficou em cartaz durante três semanas no CCBB-BH.Nos últimos anos, Juliana tem se dividido entre atuar, pesquisar sobre processo de criação nas artes da cena, participar e produzir eventos relativos à raça, à periferia e ao teatro. Em 2019, dirigiu e atuou na leitura dramatizada de dois textos do núcleo de dramaturgia do Firjan SESI, participou como atriz das séries “Arcanjo Renegado” dirigida por Heitor Dhalia e “Homens” dirigida por Gigi Soares e Johnny Araújo; atuou no longa “Buraco no Peito” de Marcus Faustini. Foi uma das protagonistas do curta “Neguinho” de Marçal Vianna, sendo laureada com 6 prêmios de melhor atuação; e protagonizou também uma publicidade de veiculação nacional. Atualmente está curadora da mostra "Que boca na cena?", coordenadora do projeto Artes cênicas em extensão (Unirio), atriz e coordenadora artística do Grupo Código – um dos grupos que articula a Frente Teatro RJ e a Rede Baixada em Cena, vencedor do prêmio Shell (2017) na categoria inovação.
PROJETO ARQUIVADO.