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O projeto tem como objetivo promover e difundir o frevo sob uma perspectiva mais pop, buscando o diálogo com uma cultura globalizada. O produto principal - o volume 2 do disco - propõe unir a tradição dos metais com novas texturas, gerando novas interpretações contemporâneas para esta manifestação popular, Patrimônio Cultural do Brasil (Iphan,2007) e Patrimônio Imaterial da Humanidade (Unesco, 2012). Assim, o frevo ganha o reforço de outras batidas e a colaboração de artistas pernambucanos e brasileiros, de estilos variados, em busca de um som mais pop, com potência o suficiente para transcender as fronteiras regionais, alcançar outros públicos e tocar para além doperíodo carnavalesco, contribuindo, portanto, para sua permanência nas novas gerações. O produto contrapartida social será uma ação cultural formativa em formato de debate remoto sobre a importância do Frevo como Patrimônio Imaterial e as formas de salvaguardá-lo.
Os produtos Disco e Debate têm classificação indicativa Livre. O disco Orquestra Frevo do Mundo volume 2 será gravado no formato digital, A ideia é dar continuidade ao projeto que se iniciou com a gravação do álbum “Frevo do Mundo” em 2007, ano do centenário do frevo. Depois deste, veio o 1º volume já com o nome “Orquestra Frevo do Mundo”, sob a direção artística e produção musical de Pupillo e do Estúdio Muzak, arranjos de metais dos Maestros: Duda, Roque Netto, Nilsinho Amarante e participações dos(das) artistas Caetano Veloso, Céu, Otto, Arnaldo Antunes, Siba, Duda Beat, Tulipa Ruiz, Almério e Henrique Albino, lançado em fevereirode 2020 em todas as plataformas digitais, e com show de lançamento no Carnaval de rua de São Paulo. O álbum foi indicado um dos 50 melhores discos do ano pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA). Para o volume 2, contaremos com nomes já confirmados como Armandinho Macedo, da guitarra baiana, os pernambucanos Arquétipo Rafa, Martins e Larissa Lisboa, além dos que estão em negociação, como Nando Reis, Seu Jorge, Malu Magalhães e Russo Passapusso (BaianaSystem). Alguns desses artistas participarão do ensaio aberto, que marcará o lançamento do disco. O volume será composto por 10 faixas, gravadas a partir das cidades do Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. Proposta do repertório preliminar 01 Balanço do frevo (Jackson do Pandeiro) 02 Guitarra baiana (Moraes Moreira) 03 O teu olhar (Capiba e Nelson Ferreira) 04 Lágrimas de folião (Levino Ferreira) 05 Energia (Lula Queiroga) 06 Voltei Recife (Luís Bandeira) 07 Banzeiro (Dona Onete) 08 Zanzibar (Fausto Nilo) 09 Cordão da saideira ( Edu Lobo) 10 Sou eu teu amor (Carlos Fernando)
Geral Gravar o volume 2 do disco Orquestra Frevo do Mundo no formato digital e contribuir para a promoção e perpetuação da manifestação tradicional e popular do frevo, patrimônio imaterial de Pernambuco e do Brasil. Especialmente, ser submetido ao edital do Instituto Cultural Vale, na Linha de Patrimônio Imaterial. Produto Principal _ Disco em formato digital 1. Gravar 10 faixas, transformando o ritmo do frevo em música pop, explorando seu potencial de fusão com outros estilos musicais, com interpretações de artistas de renome nacional e internacional, numa perspectiva mais atual, transcendendo as fronteiras de Pernambuco; 2. Lançar o disco em 3 espaços virtuais: facebook, Youtube e instagram, gerando conteúdos e discussões acerca do frevo, visitando e renovando esta manifestação artística para que possa dialogar com as novas gerações; 3. Alcançar uma média de 2 mil ouvintes em curto prazo, chegando, em longo prazo a 1 milhão de ouvintes, tendo como base as principais plataformas de streaming, como Spotify, Deezer, Youtube, Amazon Music, entre outras, com cerca de 100 mil acessos por mês; 4. Engajar cerca de 60 profissionais, gerando emprego e renda diretamente, entre os quais cerca de 20 músicos, fomentando a cadeia musical de ritmos tradicionais em Pernambuco; 5. Realizar 3 ações amplas de acessibilidade; 6. Disponibilizar as partituras das canções para em sem número de orquestras de rua, com entrega direta para as 10 principais de Pernambuco; Produto Contrapartida Social _ Debate virtual 7. Realizar uma ação cultural formativa em formato de debate sobre a importância do Frevo como Patrimônio Imaterial e as formas de salvaguardá-lo.
Os motivos detalhados abaixo ressaltam a qualidade do projeto, a importância da perpetuação do frevo enquanto manifestação - que vai além de um gênero musical - para a história, memória e a identidade brasileira e o reconhecimento do frevo como patrimônio imaterial em várias instâncias. Somamos a todos esses a escassez de incentivos do setor privado aliada à limitação dos recursos regionais, para reforçar a justificativa de que se trata aqui de um projeto totalmente adequado às linhas e propósito da Lei de Incentivo à Cultura. É importante destacar importância deste incentivo para a continuidade deste projeto iniciado em 2007 em comemoração aos 100 anos do frevo, cujos produtos _ 2 discos anteriores e shows musicais - foram até agora viabilizados principalmente de forma independente e alternativa, contando com a parceria de artistas e outros atores que apostam na iniciativa e sua relevância para a cultura pernambucana. Promoção, difusão e salvaguarda do Frevo como Patrimônio Imaterial Considerado desde 2007 Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), o Frevo foi incluído na lista Representativa do Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela Organização das Nações Unidas (Unesco), em 2012. Genuinamente Pernambucano, o frevo nasceu no século XIX na cidade do Recife, no contexto político e social pós-abolicionista, expressado em meio às ruas, por pessoas escravizadas recentemente libertas, e é caracterizado por uma verdadeira fusão de ritmos acelerados, danças folclóricas, elementos da capoeira, movimentos acrobáticos, movidos a instrumentos de sopros, o colorido dos figurinos e a tradicional sombrinha de frevo nas mãos. É também categorizado em vários tipos como: frevo canção, orquestrado e de ritmo lento; frevo de bloco, cantado; frevo de rua, aquele que não é cantado, e sim, movido pelos instrumentos musicais, chamado frevo de dança. Dança essa, considerada frenética, acelerada, que origina seu nome, advindo do verbo ferver (frever). Em 09 de fevereiro de 1907, a palavra que remete ao ritmo foi registrada na imprensa pela primeira vez. A celebração do aniversário nesta data é um dos esforços de manter em evidência um patrimônio imaterial do estado, que simboliza o seu carnaval. Assim como este projeto que, por meio de seus produtos com reinterpretações do frevo, pretende contribuir para a promoção, difusão e salvaguarda desta manifestação tradicional admirada e produzida por gerações. Renovar e inovar para manter a tradição Pupillo, co-idealizador deste projeto, foi peça fundamental, ao lado de Chico Science, na criação e disseminação do Manguebeat, movimento nascido no Recife que entendia que a cultura popular deveria se moldar e se relacionar com a cultura pop mundial. Assim, o Manguebeat ganhou o mundo. Na concepção de Pupillo, dentro da diversidade cultural e musical pernambucana, o frevo é a manifestação mais capaz de abrir esse diálogo, pois se relaciona bem com a música jamaicana, africana, com o hip hop, com o trap, entre outras. Se o Manguebeat nos fez entender que é preciso trabalhar fortemente nossa música de dentro para fora, a fim de criar uma cena cultural consistente, a Orquestra Frevo do Mundo pode ser essa nova empreitada dos pernambucanos e mostrar que essa grande riqueza pode se misturar a outras culturas e gerar algo totalmente novo e igualmente vibrante! Nas palavras do historiador pernambucano Lucas Victor no livro O Carnaval em Vermelho e Amarelo (2019), "Como elemento da cultura, o Carnaval é mutável e sempre submetido a atualizações no tempo e no espaço". Acreditamos que com o frevo acontece da mesma forma: suas origens, suas influências, as personagens, os grandes músicos, além de questões sociais e políticas que embalam esta manifestação fazem dela Patrimônio Cultural do Brasil (Iphan, 2007) e Patrimônio Imaterial da Humanidade (Unesco, 2012). Este disco e todos os outros produtos que podem vir a partir dele, como as apresentações, sejam presenciais ou virtuais, ampliam potencialmente a visibilidade e o alcance para outros públicos de toda a história do frevo. Acreditamos que no momento em que um ritmo como o frevo assume uma roupagem mais pop, com potência o suficiente para transcender as fronteiras regionais, é capaz de alcançar outros públicos e tocar para além do período carnavalesco, o que contribui para difundir a música pernambucana, valorizando e enaltecendo as tradições do seu Estado, ao mesmo tempo em que a atualiza e ressignifica, dando acesso a novas gerações, para que possam apreciar o frevo o ano todo. Desenvolvimento da cadeia produtiva e Formação de público Do ponto de vista do desenvolvimento econômico, estimular a apreciação do frevo pelos jovens brasileiros e outros mundo afora, contribui para a formação de um público consumidor de música local, e alçá-lo à condição de ritmo atemporal, tocado o ano todo, gera mais oportunidades para todos os atores da cadeia produtiva: compositores, maestros, arranjadores, músicos, pesquisadores, técnicos, produtores musicais, instrumentistas, intérpretes, etc. e ajuda a consolidar o mercado regional de música. A exemplo do que a Bahia faz com o axé ou o Rio de Janeiro com o samba, Pernambuco tem no frevo mais do que um compromisso de preservação e difusão cultural, uma oportunidade de transformá-lo em um produto consumido nacional e internacionalmente, dado à sua qualidade, originalidade, e diversidade de produção e criação, e criando pontes da cultura popular pernambucana com outras culturas, do Brasil e do mundo. Ao ser lançado, o disco Orquestra Frevo do Mundo - Volume 2, estará levando para o palco tradicional e "outros palcos" (os espaços virtuais) a riqueza e a potência da música pernambucana e brasileira, com vários(as) artistas convidados(as), desta e das outras edições do projeto. Nas ruas, quando a crise sanitária do novo cornavírus passar, enriquecerá e atualizará o repertório das troças, grêmios e clubes que desfilam durante o carnaval, em Olinda, Recife, Rio de Janeiro, São Paulo e tantas outras cidades que celebram os dias de Momo Brasil afora. A presente proposta enquadra-se nos seguintes incisos do Artigo 1 da Lei nº 8.313 de 1991: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, ao democratizar o acesso ao frevo com um disco digital disponível gratuitamente nas plataformas de streaming e por meio da disponibilização das partituras às orquestras de rua, além das ações de acessibilidade comunicacional.II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais, ao trabalhar como tema central uma manifestação genuinamente nordestina e especificamente pernambucana, além de priorizar, os músicos e compositores locais.III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores, ao contribuir para a difusão de um patrimônio imaterial e jogar luz a todos os compositores, maestros e músicos que fazem parte da sua história.IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional, ao contribuir para a salvaguarda do frevo enquanto patrimônio imaterial, ressignificando-o e apresentando-o a novas gerações.V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira (idem do argumento acima); VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro (idem do argumento acima);IX - priorizar o produto cultural originário do País (idem do argumento acima). A presente proposta alcança, ainda os seguintes incisos do Artigo 3 da Lei nº 8.313 de de 1991:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001);III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;
Faixas demos https://abre.ai/orqfrevodomundovol2-o-teu-olhar-demo https://abre.ai/orqfrevodomundovol2-balanco-do-frevo-demo https://abre.ai/orqfrevodomundovol2-voltei-recife-demo Clipagem de edições anteriores https://abre.ai/orqfrevodomundo-clipagem Matéria em jornal https://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq3112200707.htm Vídeo de apresentação https://abre.ai/orqfrevodomundo-videoteaser-apresentacao Mini bio de alguns dos artistas/ músicos convidados Armando da Costa Macêdo, mais conhecido como Armandinho, é um instrumentista, cantor e compositor brasileiro, nascido na Bahia. É filho de Osmar Macêdo (da dupla Dodô e Osmar), músico e idealizador do trio elétrico. Armandinho formou o grupo de frevo Trio Elétrico Mirim em 1962 e em 1967 a banda de rock Hell"s Angels. Em 1969, apresentou-se no programa "A grande chance", da TV Tupi, apresentado por Flávio Cavalcanti. Classificou-se em 1º lugar na fase eliminatória, e no ano seguinte foi contratado pela emissora para gravar seu primeiro disco, um compacto duplo e posteriormente um LP. Em 1974 juntou-se aos seus irmãos Aroldo, Betinho e André Macedo para formar a banda Trio Elétrico Armandinho, Dodô & Osmar, nome dado em homenagem aos criadores do Trio Elétrico Dodô e Osmar, lançando diversos discos carnavalescos ao longo da década de 80. Arranjador, compositor, instrumentista e pesquisador, o jovem Henrique Albino, com apenas 25 anos de idade, já é reconhecido como maestro da nova geração do frevo, tendo como forte característica a inovação. A inspiração não podia ser melhor: quando ouviu pela primeira vez o áudio de Hermeto Pascoal tocando no festival de Montreux na faixa “Quebrando Tudo”, Albino decidiu que era aquela liberdade e energia que ele queria sentir pelo resto de sua vida. O trio formado por ele, Gilú Amaral (percussão) e Alex Santana (tuba) explora as possibilidades de um grupo sem instrumentos harmônicos, com linhas melódicas e ritmos sofisticados inspirados na música pernambucana e contemporânea. Todas as composições são de Albino, que desafia tanto os músicos quanto os ouvintes à livre interpretação, expandindo a percepção para que se perceba a complexidade dos sons. Em 2018 gravou a faixa “Eu Quero Comer Você” do disco “Deus é Mulher” de Elza Soares. Neste mesmo ano, gravou o DVD Henrique Albino e Grupo com Banda de Pífanos de Caruaru, trabalho este de ressignificação cultural tendo o mestre Sebastião Biano com uma incrível vivacidade aos 99 anos! Crescer ouvindo o que os pais consumiam, cantar no coral da igreja, aprender violão e enveredar pelo universo da música. Percurso comum entre histórias contadas por artistas que se remetem aos idos de como tudo começou. A cantora e compositora pernambucana Larissa Lisboa seguiu o mesmo fluxo, não fugiu à regra. No meio do caminho, entretanto, assumiu as rédeas de um destino que desde cedo a direcionava para os palcos e tem sido desenhado para findar em um estúdio de gravação. Sob influência da batida nordestina mesclada ao pop, Larissa vai de Dominguinhos a Nina Simone e Beyoncé, o que a faz refletir sobre qual é o seu estilo. O seu primeiro projeto, no entanto, um disco que está aos poucos sendo concebido, “a questão do instrumento orgânico, violão, piano, sanfona e beats", é o que vai ser explorado. Arquétipo Rafa é um músico e compositor pernambucano, radicado em São Paulo desde 2015. Ao longo de sua carreira como baterista, trabalhou com diversos artistas como Marcelo Jeneci, Lúcio Maia (da Nação Zumbi), Di Melo, Bia Ferreira, Felipe S (da Mombojó), Ayrton Montarroyos e já passou por diversos festivais e palcos de todo o país. Rafa lançou, em maio de 2018, seu primeiro álbum solo, Ode ao Óbvio. Em 2019, lançou o single Visceral em produção conjunta com Habacuque Lima e Arthur Dossa. Em 2020, Rafa planeja o lançamento do seu próximo álbum de estúdio com 8 faixas inéditas e o lançamento de 2 singles com parcerias surpresas. Vinte e cinco anos após a erupção nacional do movimento musical rotulado como Mangue Beat, a cidade do Recife (PE) vive momento de efervescência sonora que, se não dá para apontar um outro movimento, ao menos sinaliza movimentação na cena musical pernambucana. Cantor e compositor, Martins faz parte dessa cena e de uma geração jovem que luta para despontar no Brasil. Integrante do grupo de rock Marsa e da banda Forró na Caixa, Martins dá passo decisivo nessa rota com o lançamento do primeiro álbum solo do artista, intitulado Martins.
Disco Gravação de áudio no formato de arquivo WAV, com resolução de 192 kHz / 24 bits (padrão ouro para áudio de alta resolução). Duração de gravação, edições, mixagens e masterização é de aproximadamente 200 horas de locação de estúdio. Gravação em Sistema Pro Tools HD, sistema de referência internacional, utilizado nos melhores estúdios do mundo. O resultado serão 10 faixas com duração de cerca de 3minu cada e total de 30min, que será disponibilizado de forma gratuita nas plataformas como Spotify e Deezer. Debate Especificado a seguir.
Para desenvolver as ações de acessibilidade de uma forma séria e realmente eficientes, contamos com a consultoria da COM Acessibilidade Comunicacional, que, com o objetivo de tornar o disco acessível para as pessoas com deficiência sensorial, pensou nessas três estratégias. Todas as ações serão divulgadas junto a instituições de apoio às pessoas surdas, ensurdecidas, cegas ou com baixa visão. Segue detalhamento: Produto principal: Disco Acessibilidade visual: (medida) Será incluída a áudiodescrição da arte da “capa” digital, numa faixa de áudio, tomando como referência o exemplo de um projeto que vem sendo realizado em Curitiba chamado "Encarte na faixa", cujo realizador é uma pessoa com deficiência visual. (https://www.tocacultural.com.br/movimento-encarte-na-faixa); Ítem da Planilha orçamentária: Consultoria Técnica R$10.000,00 Acessibilidade auditiva: (medida) Será feito um vídeo com um intérprete traduzindo em Libras as letras e os sons das músicas. O vídeo será hospedado no canal de YouTube do projeto; Ítem da Planilha orçamentária: Consultoria Técnica R$10.000,00 Acessibilidade física: Como se tratam de produtos digitais e virtuais, não cabem outras ações de acessibilidade física para o público neste projeto. Produto contrapartida social: Debate remoto Acessibilidade auditiva: (medida) Haverá interpretação de Libras de forma síncrona durante o debate transmitido remotamente. Ítem da Planilha orçamentária: Intérprete de Libras - R$1.200,00 Acessibilidade visual: uma equipe de áudiodescrição fará uma interpretação simultânea da cena do debate, incluindo gesticulação dos debatedores e cenário, para que as pessoas cegas e de baixa visão possam acompanhar a atividade em sua plenitude. Ítem da Planilha orçamentária: Consultoria técnica – R$4.000,00 Acessibilidade física: (medida) O auditório será escolhido em função do seu adequamento às regras de acessibilidade física. Como se tratam de produtos digitais e virtuais, não cabem outras ações de acessibilidade física para o público neste projeto.
A presente proposta atende ao inciso I do artigo 21: "doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados". Uma vez que não há previsão de comercialização de disco (produto principal), o acesso é totalmente gratuito. Além de que serão especialmente convidados estudantes de universidade e escola pública, além de pessoas com deficiência, em uma articulação e parceria com entidades de impacto social. Por último, esta proposta atende aos incisos III e IV do artigo 21:"III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22"; "IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias". Pois o registro audiovisual tanto da gravação do disco, quanto do debate remoto serão disponibilizados nos canais do projeto na internet, assim como serão permitidas a captação de imagens dessas atividades e autorizada sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias, a exemplo da TVU PE, TV Pernambuco e Rádio Frei Caneca.
1) Proa Cultural: Proponente e coordenação de Produção. Fundada em 2010, é a primeira empresa de Economia Criativa embarcada no Porto Digital, um dos mais importantes ecossistemas de inovação do Brasil. Atua na área da cultura, idealizando, elaborando e realizando projetos culturais. Projetos Realizados: •Estação criativa de Caruaru – elaboração da modelagem para um novo uso para a antiga estação ferroviária da cidade, 2019-2021; Macuca 30 anos de Ativismo Cultural, Projeto de Manutenção das atividades anuais do grupo cultural Boi da Macuca, 2019 - 2021; • Museu Armorial dos Sertões - livro digital sobre a vida e obra de Ariano Suassuna, incentivado pela Secult/ PE I Elaboração e Produção executiva, 2019 – 2021; • Livro biográfico “Janete Costa – arquitetura, design e Cultura popular”, 2019-2021; • Restauro do Liceu Pernambucano – Projetos executivos de arquitetura e complementares de engenharia para a Universidade Católica de Pernambuco, 2019 – 2021; • Festival Internacional de Literatura Infantil de Garanhuns – Filig I 5 edições, 2013 a 2021; · Livro biográfico “Eu Acho é Pouco: o carnaval em vermelho e amarelo” – sobre o grêmio carnavalesco homônimo, 2019; • 100 Anos de Lourival Oliveira - Projeto de salvaguarda das composições de frevo do músico Pernambucano, 2018; • Galo da Madrugada: 40 anos arrastando multidões - Elaboração do projeto para inscrição na Rouanet, 2017. 2) Romário Menezes de Oliveira Júnior (Pupillo): Produção musical. Idealizador do projeto Orquestra Frevo Mundo, ex-baterista da Nação Zumbi (grupo musical recifense que faz história na música popular brasileira ao unir diversos elementos culturais) e produtor musical (Céu, Otto, Paulo Miklos, Erasmo Carlos, Gal Costa, etc). Projetos Realizados: • Disco Sonorado Apresenta: Novelas (2020)| Produção musical. • Disco Orquestra Frevo do Mundo (2020) | Produção executiva e musical. • Disco Apká – Céu (2019) | Produção musical. • Disco Nando Reis – Não sou nenhum Roberto mas as vezes chego perto (2019) | Produção musical. • Disco Gal Costa – A pele do futuro (2018) | Produção musical. • Disco Erasmo Carlos – …amor é isso (2018) | Produção musical. • Disco O Novíssimo Edgar – Ultrassom (2018) | Produção musical. • Disco Paulo Miklos – A gente mora no agora (2017) | Produção musical. • Disco Tropix – Céu (2015) | Produção musical. • Disco Seu Jorge and Almaz (2010) | Produção musical. • Disco Otto – Certa manhã acordei de sonhos intranquilos (2009) | Produção musical. • Disco Frevo do Mundo (2007) | Produção musical. 1) Estúdio Muzak: Produção executiva. Com 28 anos de experiência no mercado, desenvolve projetos nas mais diversas plataformas em que o som é protagonista, nas áreas da música, publicidade, conteúdo e arte. Projetos Realizados: Disco Orquestra Frevo do Mundo Volume 1 (2020) com colaborações de Caetano Veloso, Céu, Siba, Tulipa Ruiz, Arnaldo Antunes, Duda Beat, Otto e outros. • Disco Jacinto Silva – No Coração da Gente (2010) | CD com participações de Xangai, Spok, Tom Zé, Silvério Pessoa, Cajú e Castanha, Elba, Margareth Menezes; • Disco Mestres da Guitarrada – Música Magneta (2008) | CD duplo com os mestres paraenses Vieira, Curica e Aldo Sena. • Disco Frevo do Mundo (2007) | O CD reúne vários clássicos do frevo com novas regravações de nomes como Edu Lobo, João Donato, Erasto Vasc oncelos, Siba, Cordel do Fogo Encantado, Mundo Livre S/A, entre outros. Produção executiva. Lançado pelo selo da Muzak, o Candeeiro Records. • Disco Simulacro – China (2007). • Disco O Outro Mundo de Manuela Rosário – Mundo Livre SA (2004); • Disco Jornal da Palmeira – Erasto Vasconcelos (2005) • Disco Hino de Pernambuco em 7 versões (2002) com participação do maestro Eduardo Morelembaum, Dominguinhos e Alceu Valença (2003). 4) Rafael Marques: Maestro. É um músico recifense, que tem o bandolim como seu maior aliado. Teve formação musical no Conservatório Pernambucano de Música, UFPE, e principalmente nas rodas de choro e acertos de marcha dos blocos líricos do Recife. Sua carreira artística é dedicada à música instrumental. Fundou o grupo Arabiando, com o qual gravou suas primeiras músicas e arranjos em um CD homônimo; fundou o Saracotia, que possui dois CDs gravados, sendo o primeiro indicado ao prêmio da música brasileira de 2013 nas categorias de artista revelação e melhor grupo instrumental. Está sempre em busca de novas sonoridades e trabalhos com artistas locais, como o acordeonista Júlio Cesar, o baixista Walter Areia, Isadora Melo, Paulo Perdigão, Pouca Chinfra, Juliano Holanda e José Demóstenes, entre outros, sempre no papel de instrumentista e arranjador. É responsável pela criação da Orquestra Malassombro.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.