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O projeto propõe a produção, edição e publicação do livro "Palavras Cantadas no Vento", escrito por Renata Pereira. Nesta obra, a autora conta, de forma lúdica, uma história que fala do poder de encontrar a sua própria voz e dar luz à uma narrativa pessoal para lidar e processar um trauma. Também será realizada uma Roda de Conversa em ONG de apoio a mulheres em situação de vulnerabilidade social e um Encontro de Incentivo à Leitura em uma escola pública.
O mundo em que o livro se passa é uma criação mítica de um passado distante, como um eco fantasioso de tempos imemoriais onde os animais ainda falavam e deuses andavam entre homens. A história tem início em um vilarejo sem nome, onde nada de interessante nunca acontece e é proibido contar histórias. A narrativa principal segue a história de Enid, a protagonista, que se vê alheia às expectativas de seu povo, martirizada por sua falta de habilidade de se encaixar nos padrões exigidos, sendo uma adolescente sonhadora, questionadora e com uma aptidão natural de contar histórias. Ela é iniciada em sua jornada de heroína por um grande trauma, quando é abusada sexualmente por um homem que ela pensava ser o seu melhor amigo. Completamente perdida e com o sofrimento gravado em seu corpo e sua alma, ela participa de um ritual de lua cheia com as mulheres de sua família, onde é iniciada nos mistérios de ser adulta, o que acontece em meio ao seu maior sofrimento. Assim, ela descobre que faz parte de uma longa linhagem de contadoras de histórias, sendo a sua avó misteriosa e sumida, a maior proponente. Enid descobre então que o vilarejo não fora sempre daquele jeito, e decide percorrer o caminho para se tornar uma contadora de histórias (“aquela que cria vida com a voz”) de forma a lembrar a todos de quem eles realmente são. Para isso, ela é enviada ao Mundo dos Sonhos, espaço onírico onde ela forja o seu percurso para poder receber esse legado. Lá, ela conta com um guia, Jókk, um urso polar e Deus do Gelo, que a acompanha nos diversos passos que ela precisa vivenciar de forma a transcender a sua dor e transformar a experiência em história que inspira quem escuta. Primeiro, ela precisa perdoar. Então, na Cachoeira do Perdão, junto com Ágape, espírito da cachoeira, ela aprende a dar ao passado seu devido lugar, encontrando leveza em seu coração para seguir com menos raiva, e mais responsabilidade. Então, o próximo passo é conhecer Nut, criatura que transcende a dualidade, para então aprender a encontrar o seu caminho no escuro e abandonar o status de vítima da vida. Segundo, ela parte para o deserto das histórias, onde aprende com o Vento a abrir mão do controle e deixar que a vida tome conta de seu corpo e manifeste as histórias que querem nascer. No deserto, ela aprende que é apenas mensageira. O próximo encontro é com a Montanha, onde ela vislumbra a experiência de exceder o tempo, se conectando com seus ancestrais e voltando ao passado para conhecer a antiga realidade do vilarejo, quando se chamava Mnemosine, a memória. Assim, ela conhece a sua avó, Pachuque, e recebe a sua benção, indo até o Vulcão final para receber o poder de dar vida às histórias. Quando volta à sua realidade original, ela usa esse poder de saber escolher as palavras para despertar verdade nos corações daqueles que tanto a maltrataram, gerando transformação positiva por meio da inspiração. Junis, o estuprador, é exilado para um lugar de onde só poderia sair quando lidasse com seus demônios internos, e o vilarejo recupera seu nome e a sua vida que ficaram por tanto tempo perdidos.
OBJETIVO GERAL Viabilizar a produção, edição e publicação do livro "Palavras Cantadas no Vento". OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Produto Livro: Produzir 500 (quinhentos) exemplares do livro; Democratizar o acesso à leitura através de distribuição gratuita de no mínimo 25% exemplares do livro para escolas públicas, bibliotecas, ONGs e projetos sociais; - Produto Seminário/ simpósio/ encontro/ congresso/ palestra: Realizar uma Roda de Conversa acessível em Libras, com 15 participantes, sobre a temática do livro em uma ONG de apoio a mulheres em situação de vulnerabilidade; - Produto Contrapartidas sociais: Realizar um Encontro de Incentivo à Leitura acessível em Libras em uma escola pública de Porto Alegre com 50 estudantes e professores, sobre leitura, expressão literária e o trabalho da escritora; - Criar um bem tangível para o público jovem; - Oferecer ao público com deficiência visual a narração da história pelo método da audiodescrição, por meio de um audiolivro disponibilizado em ambiente digital; - Difundir o trabalho de uma jovem escritora e poeta gaúcha; - Estimular a participação da iniciativa privada, por meio do incentivo fiscal.
O projeto "Livro Palavras Cantadas no Vento" propõe a produção, edição e publicação de uma obra que conta a história de Enid, a protagonista, que se vê alheia às expectativas de seu povo, martirizada por sua falta de habilidade de se encaixar nos padrões exigidos, sendo uma adolescente sonhadora, questionadora e com uma aptidão natural de contar histórias. Ela é iniciada em sua jornada de heroína por um grande trauma, quando é abusada sexualmente por um homem que ela pensava ser o seu melhor amigo. O mundo em que o livro se passa é uma criação mítica de um passado distante, como um eco fantasioso de tempos imemoriais onde os animais ainda falavam e deuses andavam entre homens. "Palavras Cantadas no Vento" fala do poder de encontrar a sua própria voz e dar luz à uma narrativa pessoal para lidar e processar um trauma, encontrando empoderamento no contar da sua história, que ajuda a curá-lo e a curar aqueles que escutam. O hábito da leitura é um grande estímulo à criatividade, imaginação, inteligência, e a capacidade verbal e de concentração. É considerado um ótimo remédio para a saúde mental. Os livros enriquecem a todos e nos levam a mergulhar em histórias e em riquíssimas informações, sendo grandes janelas para a formação em todos os sentidos. Os benefícios do livro para jovens e adultos são incalculáveis e para toda vida. A leitura estimula a observação e traz conhecimentos diferenciados sobre os mais diversos assuntos. As situações cotidianas, os mais complexos ou simples momentos da vida podem ser transformados através da leitura. Numa história há os mais variados temas e estes podem ser interessantes e instrutivos. A concretização deste livro pretende fomentar a leitura tradicional, no livro físico, impresso em papel. Com a evolução da tecnologia, os livros estão perdendo seu espaço e sua devida importância na vida de jovens e adultos, em decorrência do número de links e distrações presentes no ambiente digital. A leitura tradicional exige mais concentração e abstração e, por isso, desenvolve o intelecto e a criatividade, bem como a memória fotográfica. Pretende-se também colaborar para a democratização dos bens culturais criados a partir de projetos incentivados via renúncia fiscal, promovendo o desenvolvimento da educação dentro das escolas, instituições sociais e bibliotecas que serão contempladas com distribuição gratuita de exemplares. Muitas pessoas não têm condições financeiras para adquirir livros, por isso se faz necessário utilizar o mecanismo de incentivo fiscal para ampliar o alcance de classes mais populares. Além disso, será realizado como contrapartida social um encontro em escola pública sobre a leitura e a expressão literária: uma conversa sobre a experiência de se tornar uma jovem escritora, o que a levou a se expressar por meio da escrita, leituras que a influenciaram e exercícios imaginativos a partir da leitura de trechos dos livros. Os participantes da atividade receberão o livro gratuitamente. Já como ampliação da democratização de acesso à cultura, a autora realizará uma roda de conversa acessível em Libras sobre a temática do livro em uma ONG que apoia mulheres vulneráveis. Esta proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1° da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Do Artigo 3º: II- fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes. III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos.
Tamanho: A5 Quantidade de páginas: 300 Quantidade de exemplares: 500 Capa em papel supremo 250g Miolo em papel pólen soft 80g O audiolivro será publicado em plataformas de distribuição online e também enviado a grupos de pessoas com deficiência visual.
Livro Acessibilidade física: não se aplica. Acessibilidade visual: disponibilização de audiolivro em ambiente digital para pessoas com deficiência visual. Item da planilha orçamentária: audiodescrição. Acessibilidade auditiva: pessoas com deficiência auditiva conseguem acessar conteúdos em texto sem necessidade de recursos de acessibilidade. Ação complementar de democratização de acesso - Roda de conversa com mulheres em situação de vulnerabilidade Acessibilidade física: o local de realização será uma ONG que cumpre as exigências de acessibilidade física, como rampas de acesso e banheiros adaptados. Acessibilidade visual: pessoas com deficiência visual não têm dificuldade em acessar atividades guiadas por oralidade. Acessibilidade auditiva: roda de conversa com interpretação em Libras. Item da planilha orçamentária: intérprete de Libras. Contrapartida social - Encontro de Incentivo à Leitura Acessibilidade física: o local de realização será uma escola pública que cumpre as exigências de acessibilidade física, como rampas de acesso, banheiros adaptados e locais reservados para pessoas com deficiência física ou dificuldades de locomoção. Acessibilidade visual: pessoas com deficiência visual não têm dificuldade em acessar atividades guiadas por oralidade. Acessibilidade auditiva: bate-papo com a autora com interpretação em Libras. Item da planilha orçamentária: intérprete de Libras.
Serão distribuídos gratuitamente no mínimo 25% dos exemplares para bibliotecas públicas, escolas públicas, projetos sociais e ONGs que atuam no fomento à leitura/inclusão social por meio da leitura, dentre outras entidades culturais e educacionais atuantes no estado do RS. Os exemplares que serão comercializados terão valor menor do que o Vale-Cultura. Ampliação do acesso: - Será realizada uma Roda de Conversa acessível em Libras sobre a temática do livro em uma ONG de Porto Alegre para 15 mulheres em situação de vulnerabilidade, com participação da autora e de uma psicóloga. - O vale-cultura será aceito na compra do livro. Conforme orientação da IN 02/2019, Art. 21, o projeto atende os seguintes itens: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22. IX - promover o uso do Vale-Cultura para aquisição dos produtos e serviços culturais resultantes do projeto que, eventualmente, venham a ser comercializados, nos termos da Lei nº 12.761, de 2012, no caso de não enquadramento da proposta cultural ao Parágrafo único do art. 20, desta Instrução Normativa.
Autora: Renata Pereira Renata Pereira é escritora e poeta de Porto Alegre, que usa a criação literária para dar luz a realidades fantásticas e mágicas como forma de expressão e cura. Seu primeiro livro de poesia, "Da Alma Selvagem", foi publicado pela Editora Bestiário em 2020. O segundo livro de poesia, “A Semente do Encantar-se", foi lançado por financiamento coletivo pela plataforma Catarse em setembro de 2021. Ela possui uma página do Instagram, canal do Youtube e blog no Medium onde compartilha poemas, contos e reflexões frequentemente, dentro de sua marca “Poemagia”, que também possui uma linha de produtos criativos. Proponente e coordenador do projeto: Geraldo Ferreira Lopes Geraldo Ferreira Lopes teve sua trajetória profissional no início de 1975, com o espetáculo “Viagem Ao Centro da Terra”, com a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (Ospa), Rick Wakeman, regência de Isaac Karabtchevsky, Coral da Universidade Gama Filho (Rio de Janeiro) e apresentação de Murilo Neri. Foi através dele que o projeto Aquarius, pertencente ao Jornal O Globo, chegou a Porto Alegre. Fundou a Opus Promoções em 1976 e acumulou experiência atuando no mercado do entretenimento e da cultura para transformar um sonho em realidade: colocar o Rio Grande do Sul como uma das rotas obrigatórias dos principais eventos artísticos. Em parceria com a Pro-Arte, entidade que, além de atividade predominantemente didática, elaborou e administrou projetos culturais ligados à música, dança e teatro, Geraldo Lopes trouxe ao Rio Grande do Sul maestros, orquestras, solistas da música erudita, e diversas caravanas musicais promovidas pela entidade. Entre os anos de 1990 e 1999, exerceu, paralelamente, o cargo de Diretor Artístico do Theatro São Pedro, ao lado de Eva Sopher. Em 1995 foi um dos fundadores da Orquestra de Câmara do Theatro São Pedro (OCSTP). Lá, exerceu durante 14 anos funções de Patrono, Produtor e Diretor Financeiro, entre outras responsabilidades. Na bagagem, ao longo dos mais de 40 anos de produção cultural, atrações da música erudita reconhecidas internacionalmente como I Solisti Italiani, Jean Pierre Rampal, London Festival Orchestra, Meninos Cantores de Viena, Orquestra de Salzburg, Meninos Cantores Windsbacher, Orquestra de Câmara de Moscou, Orquestra de Câmara Tcheca, Orquestra de Flautas do Japão, Orquestra Filarmônica de Leningrado, Orquestra Sinfônica de Moscou, Orquestra Sinfônica de Israel, entre muitas outras. Edição e revisão: Agência Authoria A AUTHORIA AGÊNCIA LITERÁRIA & STÚDIO foi fundada em 2018 por Alessandra J. Gelman Ruiz com a visão de ser um novo tipo de agência literária no Brasil. Oferecem serviços como leitura crítica e sensível, preparação de texto, consultoria editorial e outras formas de assessoria para escritores e escritoras fora do portfólio de agenciamento. Ilustração e projeto gráfico: Bian Philippi Impressão: Gráfica Printstore Narração/audiodescrição: Diana Manenti - Voz e arte Interpretação em Libras: Interpretare - Assessoria e Comunicação
PROJETO ARQUIVADO.