Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Propostas
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 220110Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

NASCI PARA SER DERCY

FABIO CARAVAGGI HILST
Solicitado
R$ 744,5 mil
Aprovado
R$ 744,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
22

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2022-06-01
Término
2023-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O projeto consiste na montagem e temporada da comédia "Nasci para ser Dercy", com texto e direção de Kiko Rieser, e estrelado por Fafy Siqueira. A peça conta a história de Fátima, uma atriz que vai fazer um teste para o papel de Dercy Gonçalves e se recusa a interpretar um texto caricatural que simplifica e estereotipa Dercy. A partir daí, ela passa a contar como era de fato a personagem, em toda sua complexidade e altivez, e como ela própria foi profundamente influenciada e modificada pelo legado de Dercy Gonçalves. O projeto também prevê, como contrapartida social, a realização de palestras sobre"técnicas de comédia e humor no trabalho do ator".

Sinopse

Uma atriz entra num estúdio típico de testes de videotape. Ela segura uma claquete, onde se lê seu nome, Fátima, além de informações como altura, idade e o nome da personagem que vai interpretar: Dercy. Ela usa vestido vermelho de paetês, salto alto e uma ostensiva peruca. Caracterizada minuciosamente como Dercy Gonçalves em sua imagem mais icônica, ela está ali para fazer uma nova forma de self-teste que o mercado está colocando em prática depois da pandemia, em que a atriz (ou ator) vai até o estúdio, mas faz o teste sozinha, se relacionando diretamente com a câmera, com apenas algumas orientações de uma voz em off. Fátima apresenta sua claquete, sorri, dá meia volta, sorri novamente, como manda o protocolo bem conhecido do audiovisual, e começa a fazer a cena que ensaiou. O texto é um amontoado de palavrões sem nenhum contexto que os justifique. Uma verborragia ininterrupta de termos de baixo calão. Fátima para no meio. Está desconfortável. Pede desculpas e recomeça. Interrompe novamente, ainda antes do que na primeira vez. Tira dos seios um papel com o texto escrito e o lê inteiro em voz alta. Está tudo errado, ela argumenta. Pede desculpas, mas não pode fazer aquilo. Está farta de ver Dercy ser retratada como a velha louca que fala palavrão e não como a mulher grandiosa e complexa que foi. Percebe que está ali porque é uma atriz cômica conhecida por fazer imitações de personalidades. Recusa-se a imitar Dercy. Ela foi ali para ser Dercy, para viver Dercy, presentificar Dercy, não para imitá-la. “Nasci para ser Dercy”, diz, explicando que se preparou a vida inteira para esse papel. Ela vai se despindo da caracterização. Tira brincos, peruca – ao longo do espetáculo, vai tirando todos os adereços, exceto o vestido, para no final vestir tudo novamente. Ela começa a explicar quem de fato foi Dercy, atriz vinda do teatro de revista que recriou a comédia brasileira, mulher que era chamada de puta mas que casou e enviuvou virgem, iconoclasta e devota, libertária mas avessa a qualquer bandeira, inclassificável e singular Dercy. Conta como, na sua própria infância, seu pai reunia toda a família em frente à televisão para assistir à ex-vedete. Entre memórias suas e relatos sobre a vida de Dercy, Fátima alterna sua própria voz com a da personagem que começa a assumir verdadeiramente. Ora é uma, ora é outra, até que as duas começam a se fundir conforme ela vai explicando a importância que Dercy teve em sua vida, norteando sua trajetória pelo exemplo de uma mulher à frente de seu tempo, livre, que fez o que quis e nunca dependeu de ninguém. Assim, Fátima vai recriando o papel, reescrevendo as falas de Dercy, até que não reste dúvidas de quem é a atriz ideal para esse papel. Tempo de duração estimado - 70 min Classificação indicativa - 10 anos

Objetivos

Objetivo Geral: Desvendar a personalidade rica e complexa por trás do mito "Dercy Gonçalves", e seus pontos de contato com a trajetória da também comediante Fafy Siqueira, através de um texto solo repleto de humor. Objetivos Específicos: A) Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: - Encenar a peça teatral "Nasci para Ser Dercy"; - Realizar temporada desta peça com 36 apresentações em São Paulo / SP; B) Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL: - Realizar 4 palestras gratuitas sobre "Técnicas de Comédia e Humor no Trabalho do Ator".

Justificativa

Desde muito cedo a vida de Fafy Siqueira se cruzou com a de Dercy Gonçalves, primeiro de forma distante, nos programas de televisão que a então garota via com seu pai, fã incondicional da consagrada atriz, e mais tarde de modo muito próximo, sendo escalada para viver o papel de Dercy na minissérie "Dalva e Herivelto", que, pelo grande sucesso que fez, logo lhe rendeu o protagonismo na série "Dercy de verdade", de Maria Adelaide Amaral. A autora, que também assina a biografia "Dercy de cabo a rabo", vendo a força desse encontro, escreveu na sequência e "sob medida" a peça "Dercy por Fafy", que teria direção de Marília Pêra, mas, por razões produtivas, acabou nunca se realizando. Fafy e Dercy, cujos nomes quase se confundem, acabaram ficando tão próximas que Dercy chegou a afirmar que nenhuma outra atriz além de Fafy poderia interpretá-la. A profecia _ ou proibição tácita _ de Dercy se confirmou e nunca houve nos palcos brasileiros uma peça que a homenageasse. Até agora! "Nasci pra ser Dercy" vem a público para enfim dar vazão a esse desejo de Dercy, tantas vezes expresso por ela. A peça busca unir o apelo popular que a figura de Dercy e seu irrestrito carisma inexoravelmente têm a uma profunda pesquisa que mostra a importância muitas vezes ignorada da atriz para o teatro brasileiro, bem como sua inquestionável singularidade. Dercy não cabia em rótulo algum. Desbocada e defensora da mais profunda liberdade, era muito recatada em sua vida íntima, chegando a se casar e enviuvar anos depois ainda virgem. Contestava frontalmente a censura da ditadura militar, mas se recusava terminantemente a levantar bandeiras políticas específicas que não fossem a da irrestrita liberdade e do respeito a todas as formas de existir. Dercy se consagrou como vedete do Teatro de Revista, mas sua maior contribuição ao nosso teatro se deu ao levar essa expertise para a comédia popular, que ela revolucionou inteiramente, trazendo textos fundamentais para o Brasil e instaurando uma nova forma de interpretar que rompia com todos os padrões e inaugurava em nossos palcos uma representação modernista. Odiada por alguns e amada por quase todo o país, Dercy é uma figura largamente reconhecida, mas pouco conhecida de fato. Com esta peça, buscamos mudar essa realidade! POR QUE PRECISAMOS DA LEI DE INCENTIVO À CULTURA? Através deste projeto, pretende-se então realizar a encenação de uma grande homenagem a uma das maiores atrizes e comediantes do Brasil, e que não seria possível sem o incentivo fiscal de instrumentos como a Lei de Incentivo à Cultura, que facilita a parceria com a iniciativa privada para a realização de importantes projetos culturais, com conteúdo e relevância, e que possam ser oferecidos ao grande público de forma acessível e ampla. Desta forma, entendemos que o referido projeto atende plenamente os incisos I, III, IV, V, VI, VIII e IX do artigo 1º da Lei de Incentivo à Cultura, a saber: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Além disso, o projeto atinge os objetivos II-c e II-e do artigo 3º da Lei de Incentivo à Cultura, a saber: II-c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; II-e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. Porém, uma peça como essa não se sustenta sozinha, especialmente nesse período de retomada da cultura pós-pandemia de Covid-19, mesmo que tenha uma bilheteria de sucesso, que deverá ainda contemplar toda a população através de preços acessíveis e outras medidas de democratização. Os recursos oriundos de leis de incentivo são fundamentais para a realização, promoção e alcance de um projeto deste tipo, direcionado a toda a população.

Estratégia de execução

AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS PERMANENTES A aquisição de equipamentos só acontecerá quando sua compra for economicamente mais viável que sua locação. Neste caso, ao término de todas as atividades deste projeto cultural, o equipamento adquirido será doado a instituição ainda a ser definida e devidamente comunicada ao Ministério. Esta doação será comprovada através de carta timbrada da instituição recebedora. REMUNERAÇÃO DO PROPONENTE Serão objeto de remuneração do proponente, os seguintes itens orçamentários: Pré-produção/Preparação: Diretor de produção (3 meses: pré-produção e ensaios): R$ 21.000,00 Produção / Execução: Diretor de produção (3 meses: temporada): R$ 21.000,00 TOTAL DOS ITENS: R$ 42.000,00 INGRESSOS DIRECIONADOS AO PATROCINADOR Atendendo plenamente o disposto no artigo 31 do Decreto nº 10.755 de 26/07/2021, citado em diligência por esta Secretaria, respeitaremos o limite de 5% para distribuição gratuita de nossos ingressos por patrocinador, respeitando o limite máximo TOTAL de 10% de ingressos gratuitos distribuídos para este fim. É válido lembrar que na maioria das vezes um projeto teatral não se realiza com o investimento (financeiro ou em produtos, incentivado ou não) de uma só empresa. Por esta razão, entendemos a necessidade de se manter o limite máximo de 10% em nosso Plano de Distribuição, conforme previsto no parágrafo único do artigo supracitado, que transcrevemos a seguir: "Artigo 31. Parágrafo único. No caso de haver mais de um patrocinador, cada um poderá receber produtos resultantes do projeto em quantidade proporcional ao investimento efetuado, respeitado o limite de dez por cento para o conjunto de incentivadores." Caso sobrem ingressos direcionados para este fim em nosso Plano de Distribuição, estes serão realocados ao grupo de ingressos vendidos a preço popular, conforme previsto no item II-c) do artigo 20 da IN 02/2019.

Especificação técnica

Espetáculo teatral do gênero comédia com duração aproximada de 70 min, apresentado em teatro com aproximadamente 300 lugares.

Acessibilidade

PRODUTO "ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS" Acessibilidade Física O espetáculo "Nasci Para Ser Dercy" será apresentado apenas em teatros que disponham de estruturas adequadas à acessibilidade de Portadores de Necessidades Especiais, tais como rampas, elevadores, cadeiras especiais etc. Tão logo sejam definidos os locais de apresentação, encaminharemos à Secretaria a relação completa dos locais pautados e suas estruturas. Não há despesas diretamente relacionadas a este tipo de acessibilidade, a não ser a de "locação de teatro" que se encontra na rubrica 35 de nossa planilha orçamentária. Acessibilidade para Deficientes Visuais Todas as sessões do espetáculo "Nasci Para Ser Dercy", bem como seus ensaios abertos propostos como medida de democratização do acesso, serão realizados com audiodescrição executada ao vivo. As despesas relacionadas a esta medida de acessibilidade se encontram nas rubricas 3 (ref a elaboração do roteiro de audiodescrição) e 23 (ref a execução propriamente dita da audiodescrição) na planilha orçamentária. Acessibilidade para Deficientes Auditivos Todas as sessões do espetáculo "Nasci Para Ser Dercy", bem como seus ensaios abertos propostos como medida de democratização do acesso, serão realizados com tradução em LIBRAS executada ao vivo. A despesa relacionada a esta medida de acessibilidade se encontra na rubrica 31 da planilha orçamentária. PRODUTO "CONTRAPARTIDA SOCIAL" Acessibilidade Física As 4 (quatro) palestras propostas como contrapartida social serão realizadas apenas em teatros ou espaços que disponham de estruturas adequadas à acessibilidade de Portadores de Necessidades Especiais, tais como rampas, elevadores, cadeiras especiais etc. Tão logo sejam definidos os locais de apresentação, encaminharemos à Secretaria a relação completa dos locais pautados e suas estruturas. Não há despesas diretamente relacionadas a este tipo de acessibilidade, a não ser a de "locação de teatro" que se encontra na rubrica 45 de nossa planilha orçamentária. Acessibilidade para Deficientes Visuais Todas as palestras propostas como contrapartida social serão realizadas com audiodescrição executada ao vivo. A despesa relacionada a esta medida de acessibilidade se encontra na rubrica 46 da planilha orçamentária. Acessibilidade para Deficientes Auditivos Todas as palestras propostas como contrapartida social serão realizadas com tradução em LIBRAS executada ao vivo. A despesa relacionada a esta medida de acessibilidade se encontra na rubrica 44 da planilha orçamentária.

Democratização do acesso

MEDIDA DE DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO: Será adotada a medida sugerida no inciso V do artigo 21 da IN 02/2019, a saber: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22. A atividade proposta nesta medida seria a realização de (02) dois ensaios abertos com ingresso ofertado em troca de 1 kg de alimento não-perecível. Os alimentos arrecadados serão doados a instituições que atendam o público de baixa renda. OBS: Esta ação difere da contrapartida social que, por sua vez, se trata da realização de 4 palestras, conforme descrito no campo "DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE DO PRODUTO".

Ficha técnica

ATIVIDADES DESEMPENHADAS PELO PROPONENTE O proponente trabalhará neste projeto desempenhando a atividade remunerada de DIREÇÃO DE PRODUÇÃO, que consiste em desenhar e coordenar todas as etapas de produção deste projeto, desde as negociações e contratações iniciais até seu encerramento com a apresentação da prestação de contas. Cabe a ele a gestão de todo o projeto, incluindo decisões sobre escalação de elenco, pautas, estratégias de divulgação e marketing, execução do cronograma físico-financeiro conforme aprovado ou readequação orçamentária (se for o caso), entre outros. Será remunerado através das rubricas de direção de produção, divididas entre as etapas de pré-produção e produção do projeto. As rubricas mencionadas são as de número 08 e 28 da planilha orçamentária. CURRÍCULOS DA EQUIPE Kiko Rieser (Eric Philip Rieser) - Texto e direção Formado em Artes Cênicas pela ECA-USP, dirigiu “Capitu, olhos de mar” (adaptação autoral), “Amarelo distante” (texto autoral, baseado em Caio Fernando Abreu), “A dama da noite” (de Caio F. Abreu), “A vida útil de todas as coisas” (texto autoral), “Quando as máquinas param” (de Plínio Marcos), “Fôlego” (de Gary McNair) e os infantis “Braguinha – sons, canções e histórias” (em parceria com Cristiano Tomiossi) e “O que fica das pessoas que vão” (texto autoral). Produziu todos esses espetáculos, além de “Cabarezinho”, “Gardênia”, “Consertando Frank”, “Volpone”, o infantil “Moinhos e carrosséis”, “A cabala do dinheiro”, “Esperando Godot”, “Brian ou Brenda?” e “O arquiteto e o imperador da Assíria”. Produziu também o livro “Amor ao teatro”, compilação de críticas de Sábato Magaldi, finalista do Prêmio Jabuti 2015. Em cinema, escreveu e dirigiu o curta-metragem “Deixe a porta aberta ao sair”. É autor de “Lapsos” (poemas, Editora Patuá, 2017) e “Átimo” (romance, Editora Instante, 2018). Fafy Siqueira (Fátima de Figueiredo) - Interpretação Atriz, cantora e compositora. Seus trabalhos são sempre reconhecidos em premiações como o Prêmio Sated de melhor humorista de Teatro em 1995; o Troféu Imprensa de melhor Humorista de 1989; o Globo De Ouro de cantora revelação em 1974; o Prêmio Qualitá de melhor humorista da TV em 1997; o Antena de Ouro como cantora revelação; e ainda mais 32 prêmios de Festivais de Música pelo Brasil. No teatro fez: As Noviças Rebeldes – Wolf Maya, 1987; O Amigo Oculto – Marília Pêra, 2001; Os Monólogos Da Vagina - Miguel Falabella, 2005 a 2015; As Bruxas De Eastwick - George Miller – 2011; Se Eu Fosse Você - Daniel Filho – 2014; Forever Young – Jarbas Homem de Mello – 2016/2017. Na televisão fez: Os Trapalhões – 1992; Escolinha Do Professor Raimundo – 1992, 1993, 1995 e 2001; Zazá – 1997; Sai De Baixo – 1997; Zorra Total – 1999; A Praça É Nossa – 2002; Cobras E Lagartos – 2006; Toma Lá, Dá Cá – 2009; Dercy De Verdade – 2012; Sangue Bom – 2013. No cinema participou de trabalhos como: Uma Escola Trapalhada – Com Renato Aragão; Romance Da Empregada – Daniel Filho e O Shaolin Do Sertão - Halder Gomes. Fez os shows de humor: Um Dia Serei Notícia – Jorge Fernando; Fafy, Se Queira Ou Não Queira – Direção de Chico Anysio; Doremifafy – Direção de Chico Anysio; Bom Humor – Direção de Valdez Ludovig. Como cantora tem 04 discos gravados, 03 compactos simples e o LP “Posso Falar?”. Compôs músicas para Xuxa, Joanna, Sandra de Sá, Renato Aragão, Sandy e Júnior, Maria Creuza, Toni Tornado, além de várias trilhas sonoras para teatro. Fernanda Lorenzoni (Fernanda Batista Lorenzoni) - Assistência de Direção Atriz, assistente de direção, produtora e cantora. Formada em Jornalismo pela Universidade de Vila Velha no Espírito Santo e em Teatro pela Escola Superior Artes Celia Helena em São Paulo. Como atriz participou de projetos como: “A Farra dos Atores” - direção de Hugo Gross, “O Parturião” - com direção de Simoni Boer, “Numa Lua de Saturno” - direção de Bete Dorgam, “A Morde de Ivan Ilitch” - direção Claúdia Schapira, “Dó Ré Mi Fafy” - direção Hudson Glauber, “Forever Young” - direção Jarbas Homem de Mello. Como assistente de direção trabalhou com diretores como Samir Yasbek em “O Ritual”; Hugo Coelho em "Selvagens - Homem de olhos tristes“, “A Espera” e “O Monstro”; Maximiliana Reis em “Menopausa O Músical”; Jarbas Homem de Mello em “Forever Young” e Kiko Rieser em “Quando as máquinas param”. Aline Santini - Iluminação Graduada em Artes Visuais e Pós Graduada em Lighting Design na Faculdade Belas Artes em 2016, Aline trabalha com iluminação há 17 anos e realizou trabalhos com grandes diretores, companhias, artistas de teatro, dança e performance em São Paulo, como, André Heller, Gerald Thomas, Zé Celso, Denise Stoklos, Marta Soares, Ricardo Gali, Eric Lenate, Edith Derdyk, Lua Tatit, Kiko Rieser, Rodrigo Gontijo, Dudu Tsuda, Paula Garcia, Nelson Baskerville, Anne Kessler (Comédie Française), Georgette Fadel, Cia. São Jorge, Galpão do Folias, Parlapatões, Maria Thaís, Morena Nascimento e outros. Foi indicada quatro vezes ao Prêmio Shell: em 2013 com o espetáculo As estrelas cadentes do meu céu são feitas das bombas do inimigo (dir. Nelson Bsskerville), em 2015 com Ludwig e suas irmãs (dir. Eric Lenate), 2016 com Cabras, cabeças que voam, cabeças que rolam (Cia Balagan, dir. Maria Thaís) e em 2017 com A serpente (dir. Eric Lenate). Também faz projetos de iluminação para exposições (exposição permanente do acervo no Centro de Memória do Circo, projeto expográfico Carla Caffé) e executa projetos de iluminação arquitetural. Anderson Bueno (Anderson da Silva Bueno) - Visagismo Unindo técnica e talento, Anderson Bueno tornou-se um dos principais e mais premiados designers de maquiagem do Brasil. Especialista na maquiagem para espetáculos e grandes eventos, trabalhou como consultor de beleza do reality “Sob Medida”, programa exibido na Rede TV. Autodidata inicialmente formou-se em maquiagem e caracterização com a expert Corinne Perez, em 2001 e em maquiagem artística, no badalado Stick Art Studio, em Barcelona (Espanha). Especializou-se com profissionais renomados como Beto França e Henrique Mello no Brasil, nos Estados Unidos com Bruna Nogueira, Dany Sanz, Nicoleta Skarlattos e a ganhadora do Oscar, Ve Neill. Destacou-se nacionalmente por um projeto de responsabilidade social que realiza há mais de 10 anos, o curso de automaquiagem para pacientes em tratamento de quimioterapia, que leva para diversos hospitais especializados no tratamento como: Hospital Sírio Libanês, Pérola Biyngton, Vila Nova Cachoeirinha e Nove de Julho. Fábio Hilst (Fábio Caravaggi Hilst) - Direção de Produção Produtor teatral há mais de 15 anos no mercado, Fábio Hilst assina a produção executiva de relevantes espetáculos recomendados pela crítica nos últimos anos. Ao lado de nomes como Jarbas Homem de Mello, Henrique Benjamin, Sandro Chaim, Alexandra Golik, entre outros, realizou os seguintes trabalhos nos últimos anos: Forever Young, comédia musical de grande sucesso no Brasil há 3 anos em cartaz, e Musical Popular Brasileiro, ambos com direção de Jarbas Homem de Mello; os infantis O Jovem Príncipe e a Verdade, com direção de Regina Galdino e vencedor de editais como Petrobrás e Caixa Cultural, e O Corcunda Quaquá, clássico da literatura adaptado para o público-mirim com acessibilidade; Bola de Ouro, drama com direção de Marco Antonio Braz, e Celso Frateschi no elenco; O Terraço, comédia com Marco Antonio Pâmio e Vera Zimmermann, e dirigida por Alexandre Reinecke; o musical infantil Vovó Delícia, adaptação do livro de Ziraldo, com Anna Karolina Lannes no elenco; entre outros. Entre seus mais recentes trabalhos, destacam-se o espetáculo Aviso Prévio, com direção de Clara Carvalho, e o ciclo de leituras 8x Hilda, contemplando todas as peças escritas por Hilda Hilst, além da produção do espetáculo Hora do Recreio, monólogo infantil de Fernando Lyra Jr., e do drama As Aves da Noite, com direção de Hugo Coelho e atuação de Marco Antônio Pâmio, Marat Descartes, Genézio de Barros, entre outros.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.