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Produzir uma publicação periódica: uma revista com seis edições bimestrais, com história e cultura marítima em todas as suas dimensões.
Como se trata de uma publicação periódica – uma revista – não é possível apresentar um resumo detalhado por capítulos. As pautas específicas serão definidas pelo Conselho Editorial a ser formado. Relacionamos, contudo, os assuntos que serão abordados pela publicação. Revista sobre vida e cultura do mar em todas as suas dimensões, abordando história, arte, antropologia, etnografia, ciência e meio ambiente, política e defesa, economia e estilo de vida. Conteúdo *Vida e Cultura do Mar - Culturas Marítimas - Saberes Tradicionais - Pesca Artesanal - Arte, Música, Literatura, Cinema *História - Expansão Marítima - Marinhas de Guerra - Grandes Batalhas Navais - Arqueologia Marinha - Piratas e Corsários - Patrimônio Histórico - Museus Navais *Ciência e Ambiente - Biologia e Ecologia Marinha - Oceanografia Física - Mudanças Climáticas - Gerenciamento Costeiro - Pesquisa e Tecnologia - ODSs e a Década do Oceano *Política e Defesa - Geopolítica e Soberania - Direito internacional do Mar - Zonas de Conflito Naval - Amazônia Azul *Estilo de Vida - Turismo - Náutica amadora - Esportes Náuticos - Gastronomia O Conselho Editorial será composto por representantes da comunidade acadêmica, historiadores, jornalistas, ambientalistas e pela marinha, será presidido por Amyr Klink. Haverá duas reuniões do conselho editorial por ano, abertas ao público, em espaço público (Instituto Oceanográfico da USP ou similar), que poderá ser transmitida pela internet. Será um grande e enriquecedor debate sobre o mar, que irá contribuir para a construção de audiência e divulgação do projeto. PLANO DE DIVULGAÇÃO: Mídia Digital: versão digital, website, blogs, podcasts, vídeos e presença nas redes sociais. Público: em geral
OBJETIVO GERAL Divulgar e promover uma publicação que nos leva a entender sobre um dos mais ricos e diversificados patrimônios da humanidade, o mar. O conhecimento sobre a cultura marítima nos instrui sobre o papel que os oceanos desempenham na nossa vida e como nosso cotidiano impacta os oceanos. Para retratar esta nova realidade brasileira, divulgar conhecimento, construir conexões e debater o futuro dos oceanos é necessário resgatar e promover uma cultura do mar. Assim, é neste cenário que surge esta proposta de uma revista sobre os oceanos em todas as suas múltiplas dimensões. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Publicar 90.000 exemplares da "Revista Marina", sendo 15.000 exemplares para cada edição, em seis edições (bimestralmente).
A publicação e veiculação desta revista pela Lei de Incentivo à Cultura promoverá um maior acesso a esse conhecimento, por isso a escolha dessa lei. Ao longo da história da humanidade, os oceanos inspiraram as artes, a música, à literatura, e moldaram muitas das nossas culturas litorâneas tradicionais _ assuntos que serão tratados na revista. Os oceanos são um patrimônio inestimável para a humanidade. Principal ecossistema do planeta, eles regem o clima da Terra, são fonte de alimento, energia e recursos naturais; prestam serviços ambientais essenciais para a vida. Para retratar a realidade do homem e do mar brasileiros, produziremos a Revista Marina, para resgatar a história e a cultura do nosso povo em relação ao mar, promover o conhecimento dos oceanos, e construir conexões para o seu futuro em todas as suas múltiplas dimensões. A revista abrange muitos temas importantes, como: *Vida e Cultura do Mar - Culturas Marítimas - Saberes Tradicionais - Pesca Artesanal - Arte, Música, Literatura, Cinema *História - Expansão Marítima - Marinhas de Guerra - Grandes Batalhas Navais - Arqueologia Marinha - Piratas e Corsários - Patrimônio Histórico - Museus Navais *Ciência e Ambiente - Biologia e Ecologia Marinha - Oceanografia Física - Mudanças Climáticas - Gerenciamento Costeiro - Pesquisa e Tecnologia - ODSs e a Década do Oceano *Política e Defesa - Geopolítica e Soberania - Direito internacional do Mar - Zonas de Conflito Naval - Amazônia Azul *Estilo de Vida - Turismo - Náutica amadora - Esportes Náuticos - Gastronomia A proposta se enquadra no Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; IX - priorizar o produto cultural originário do País. A proposta se enquadra no Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;
Os beneficiários das passagens serão os repórters e os fotógrafos, que farão as entrevistas e as fotos ilustrativas para inclusão em todas as edições das revistas. Eles viajam juntos para cinco destinos: Fortaleza, Maranhão, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Recife.
Formato : 23x27 cm Número de páginas : 100 Papel : capa couchê fosco 250g : miolo couchê fosco 90g Cores : 4x4 Tiragem inicial : 90 mil exemplares (6 x 15 mil) . Periodicidade : bimestral Quantidade: 6 edições Preço de banca: R$ 29,90 Preço popular: R$ 14,95 (50% de desconto) Assinaturas: preço médio por assinatura pelas 6 edições – R$ 160,00 Edição digital: app apple e android Características e especificações Uma revista elegante, culta, de alta qualidade editorial e gráfica, para promover a cultura do mar e a compreensão dos desafios de sustentabilidade dos oceanos. Linha editorial: *compromisso com a informação (histórias densas, contadas com propriedade e profundidade, explorando seus enredos e personagens). *impacto visual (visual impactante, decorrente dos temas abordados) *visão crítica e imparcial (informação que ajude o leitor a conhecer distintas opiniões sobre os temas abordados) *conteúdo predominantemente brasileiro (a revista marina terá ao menos 75% de produção nacional, abordando assuntos da costa brasileira)
O projeto REVISTA MARINA promoverá o seu lançamento e demais eventos em local que ofereça equipamentos que propiciem a mobilidade de portadores de necessidades especiais. Acessibilidade física: o local de lançamento da revista será numa escola pública, onde haverá a palestra da contrapartida, haverá acesso aos portadores de necessidades especiais: com rampas de acesso, banheiros adaptáveis e outros, garantindo o acesso físico às pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e/ou idosas. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não haverá custos Acessibilidade para deficientes visuais: 1 monitor treinado para atendimento à pessoas com deficiência visual, exclusivamente para o evento de lançamento de cada edição da revista, onde haverá a palestra da contrapartida. ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: monitor (contrapartida social) Acessibilidade para deficientes auditivos: No evento de lançamento haverá um intérprete de libras para um texto de apresentação sobre a revista e para a palestra que será realizada em escola pública. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: intérprete de libras (contrapartida social) CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Serão seis palestras, uma para cada lançamento de edição. Acessibilidade física: As palestras serão realizadas em ESCOLA PÚBLICA juntamente com o lançamento das edições da revista, onde a acessibilidade física já é garantida em conformidade com as Legislações vigentes. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não haverá custos Acessibilidade auditiva: As palestras contarão com Intérprete de Libras para o acesso de pessoas com deficiência auditiva Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: intérprete de libras (contrapartida social) Acessibilidade visual: 1 monitor para cada palestra, treinado para atendimento a pessoas com deficiência visual Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Monitor (contrapartida social)
Será adotada a medida do inciso I, do artigo 21 da IN nº02/2019. Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados;
O proponente INSTITUTO COSTA BRASILIS será responsável pelo item de Coordenação Administrativo e Financeiro. 1 - NOME: INSTITUTO COSTA BRASILIS - Coordenador Administrativo e Financeiro Currículo / Histórico Instituto Costa Brasilis: O Instituto Costa Brasilis (www.costabrasilis.org.br), fundado em 13 de fevereiro de 2005, possui certificado de Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), atribuído pelo Ministério da Justiça. A instituição é cadastrada junto ao Conselho Nacional de Entidades Ambientais (CNEA), Conselho Estadual de Meio Ambiente (CONSEMA) do Estado de São Paulo, Cadastro de Entidades Ambientalistas (CadEA) do Estado de São Paulo e Cadastro Estadual de Entidades (CEE) do Estado de São Paulo. Participa como membro integrante de diversos fóruns ambientais do litoral norte paulista, como o Comitê de Bacias Hidrográficas (CBH-LN), Agenda 21, Grupo Setorial de Gerenciamento Costeiro (GERCO), Conselho Gestor da Área de Proteção Ambiental Marinha do Litoral Norte (APAMLN), Rede Litoral Norte Sustentável e Coletivo de Entidades Ambientais de Ubatuba (CEAU). Desde sua fundação o Instituto Costa Brasilis vem atuando em projetos de pesquisa, ação e educação, buscando a conservação ambiental e o uso sustentável de recursos marinhos. Dentre os projetos desenvolvidos destacam-se: (1) o “Projeto Berbigão” (2005-2014; Fapesp, Project AWARE Foundation, Padi Foundation, Petrobras) buscou conhecer a biologia do molusco bivalve Tivela mactroides, propondo estratégias de manejo sustentável para uma população explorada como alimento pelos frequentadores da Enseada de Caraguatatuba; (2) “Biodiversidade de peixes da Enseada de Caraguatatuba” (2005-2006; Padi Foundation) realizou um levantamento das espécies de peixe do local com o estudo de sua biologia (dieta, reprodução e distribuição); (3) “Com quantas memórias se faz uma canoa” (2006-2009; Programa Petrobras Cultural/Lei Rouanet do Ministério da Cultura – PRONAC: 06 6808) resgatou a história das canoas de um só pau do município de Ubatuba, valorizando a cultura caiçara, com a produção de um livro e de um vídeo-documentário; (4) “Monitoramento dos bancos de algas” (2006; Padi Foundation) fez um levantamento dos bancos de algas das ilhas do litoral norte paulista, visando a conservação de cavalos-marinhos e tartarugas marinhas, que se alimentam desses organismos; (5) “Turismo de Base Comunitária” (2009; CEDS-Petrobras) realizou um mapeamento das iniciativas regionais desta atividade no litoral norte paulista e propôs a criação de um roteiro turístico para a comunidade do Bonete (Ilhabela); (6) “Mapeamento de áreas úmidas do Rio Juqueriquerê” (2011-2015; Fundo Estadual de Recursos Hídricos - FEHIDRO) levantou, através do sensoriamento remoto, os usos dados a essa bacia do litoral norte paulista, propondo estratégias de conservação para a região; (7) o projeto “Siri invasor Charybdis hellerii” avaliou o impacto ecológico, comportamental e fisiológico da bioinvasão sobre populações nativas (2012-2014; Fundação Grupo Boticário); (8) “Rede de Monitoramento de Ecossistemas Bentônicos Estuarinos: Estação Ecológica Juréia-Itatins (SP) e Baía de Paranaguá (PR)” (2013-2016; Fundação Grupo Boticário) estabeleceu modelos regionais para estudos sobre os efeitos das mudanças climáticas em organismos bentônicos estuarinos; (9) “Encontro dos CBHs da Vertente Litorânea - Fase I” (2016-2017; FEHIDRO) deu início ao processo de integração e fortalecimento institucional dos elementos do Sistema Integrado de Gerenciamento de Recursos Hídricos no litoral paulista; (10) o documentário "PULSANTE, um filme sobre a Baía do Araçá" (2017; Instituto Linha D'água) teve como escopo a exposição das belezas naturais da Baía do Araçá, do modo de vida caiçara e o dilema atual vivido pelos habitantes deste local em virtude do conflito com o projeto de desenvolvimento; (11) a “Elaboração do Plano de Bacias Hidrográficas do Litoral Norte 2017-2020” (2017-2020; FEHIDRO) envolveu a atualização do diagnóstico da situação dos recursos hídricos, do prognóstico e do plano de ações, com mobilização e envolvimento da sociedade. Dentre os projetos em andamento, (12) o projeto “Rio Acaraú” (início em 2017; FEHIDRO) visa conhecer a situação socioambiental desse importante rio do litoral norte paulista, fornecendo subsídios para a elaboração de um plano de ações de melhoria e de monitoramento; (13) “Lixo nos Mares: do entendimento à solução” (início em 2017; PLASTIVIDA), pretende articular ações educativas e integrativas entre os diferentes atores envolvidos na entrada dos resíduos sólidos, principalmente plásticos, no ambiente marinho; (14) Programa Horizonte Oceânico Brasileiro (início em 2018; Fundação Grupo Boticário; Instituto Linha D’Água; Associação Rare do Brasil; Fundo Socioambiental CASA) irá alavancar uma comunidade dinâmica de especialistas para orquestrarem mais de 40 redes de conhecimento costeiras e marinhas brasileiras em torno da conservação dos oceanos; (15) Será que vai dar Praia? (início em 2018; Fundação Grupo Boticário) sugere inovações para a pesquisa voltada para a sustentabilidade dos oceanos; (16) “Encontro dos CBHs da Vertente Litorânea - Fase III” (início em 2019; FEHIDRO) pretende dar continuidade ao processo de integração e fortalecimento institucional, iniciados nas fases I e II, dos elementos do Sistema Integrado de Gerenciamento de Recursos Hídricos no litoral paulista; (17) “Comunicação Social da Gestão dos Recursos Hídricos na Vertente Litorânea” (início em 2019; FEHIDRO) visa sensibilizar e divulgar para a população em geral sobre a gestão de águas, a riqueza das bacias da Vertente Litorânea e os serviços socioambientais que as mesmas fornecem, por meio de vídeos educativos. Além disso, o Instituto Costa Brasilis participa de diversos eventos voltados para a proteção do Meio Ambiente, nos quais propõe atividades educativas (Tarô Ambiental, O Mar que Queremos, EnTenda o Lixo, Olhe para o Mar, etc.) e de conscientização da população sobre os cuidados com o meio ambiente. Dentre essas ações está (1) a Plataforma Educativa (Repsol-Sinopec), que leva cursos de capacitação para pescadores, educação ambiental para crianças e adolescentes, além de oficinas para professores da rede pública de ensino; (2) o curso de Ensino a Distância para a formação de educadores sobre a temática Lixo nos Mares: do Entendimento à Solução. 2 - NOME: Amyr Klink - Presidente do conselho editorial (sem custos para o projeto) Currículo: Navegador, escritor e empresário, Amyr ficou internacionalmente conhecido pelas expedições marítimas, que empreende geralmente de forma solitária. O primeiro feito a ser amplamente divulgado ocorreu entre 12 de junho a 19 de setembro de 1984, quando realizou a travessia solitária, num barco a remo, no oceano Atlântico. Foi um percurso de sete mil quilômetros entre Luderitz, na Namíbia (África) e Salvador, na Bahia, percorrido sozinho. Em dezembro de 1989, viajou rumo à Antártida, em um veleiro especialmente construído para a expedição, o Paratii. Permaneceu sozinho por um ano na região, sendo que por sete meses, seu barco ficou preso no gelo da Baía de Dorian. Da Antártica, rumou em direção ao Pólo Norte e retornou ao ponto de partida, a cidade de Paraty, em outubro de 1991. Quatro anos depois, inicia a construção do veleiro Paratii 2, com o qual irá realizar em 1997 a primeira circunavegação polar da Antártica, que irá novamente repetir no verão de 2004. Desde então, Amyr se dedica a escrever livros e fazer palestras sobre planejamento e empreendedorismo no meio empresarial. É formado em Economia pela Universidade de São Paulo (USP) e pós-graduado em Administração de Empresas pela Universidade Mackenzie. Atualmente é diretor da Amyr Klink Planejamento e Pesquisa Ltda. e da Amyr Klink Projetos Especiais Ltda. É sócio-fundador do Museu Nacional do Mar, localizado em São Francisco do Sul (SC). 3 - NOME: Alfredo Nastari - Coordenação editorial Currículo: Jornalista e arquiteto, iniciou sua carreira profissional na Editora Abril, onde trabalhou por 15 anos nas redações das revistas Veja e Placar e, posteriormente, nas áreas de marketing e circulação da Divisão de Revistas Femininas, dos Guias 4 Rodas e da Editora Azul, empresa pertencente ao grupo. Nos anos 90, já como editor independente, lançou e dirigiu as revistas náuticas Bordo e Off-Shore e atuou intensamente na área de custom publishing, livros de arte e projetos de ar-quitetura e design. No ano 2000 fundou e dirigiu por 9 anos a Duetto Editorial, em sociedade com a Ediouro Publicações. Estruturou a empresa em dois grupos de publicações - Estilo e Conhecimento - e, para isso, remodelou a revista Cabelos &Cia. (beleza) e lançou as revistas Estetica (beleza), L’Offciel (moda) Scientific American (ciência), Mente & Cérebro (ciências da mente), História Viva e BrHistória (história), Entre Livros (literatura) e Diapason (música clássica). Sob sua direção, a Duetto atingiu uma exuberante produção de edições especiais dos mais variados temas - cerca de 120 edições por ano - e alcançou um faturamento anual de US$14 milhões. Em abril de 2009 vendeu sua participação societária para a Ediouro Publicações e desde então dedica-se à Nastari Editores. Ao longo de sua carreira foi diretor do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de São Paulo, professor de publishing da Escola de Comunicação e Artes da USP, diretor da ANER Associação Nacional dos Editores de Revistas por três gestões e professor do IED - Istituto Europeo de Design. Desenvolveu também uma consistente experiência internacional através da participação nos principais congressos e feiras do setor editorial e audiovisual - FIPP, WMM, Frankfurt Bookfair e MIPCOMM - das operações de licenciamento que concretizou e pela atuação no grupo de edições internacionais da Scientific American.
PROJETO ARQUIVADO.