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PRONAC 220189Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

TransformArte

NUCLEO ESPIRAL - PESQUISA, ASSISTENCIA E PREVENCAO DA VIOLENCIA CONTRA CRIANCAS E ADOLESCENTES
Solicitado
R$ 80,8 mil
Aprovado
R$ 80,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Linha do tempo

  1. 01/01/2022
    Cadastro PRONAC
    Ano 22
  2. 14/04/2022
    Início previsto
  3. 19/08/2023
    Término previsto
  4. 06/05/2026Encerrado
    Projeto encerrado por excesso de prazo sem captação

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
22

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2022-04-14
Término
2023-08-19
Locais de realização (1)

Resumo

Unindo as artes plásticas ao trabalho do Núcleo Espiral de prevenção e combate à violência, o projetocontarácom oficinas que incluem arte, brincadeiras, escuta ativa e diálogo para que crianças de 9 a 11 anos possam desenvolver resiliência, autonomia e responsabilidade. Ao final, será produzido um graffiti coletivo que represente o grupo e a relação deles com esse espaço, levando em conta, também, a volta a este ambiente após o isolamento social. Além disso, serão disponibilizadas vagas na Clínica Espiral caso alguma criança participante demonstre necessidade de acompanhamento psicoterapêutico; este processo se estenderia pelo período de, no mínimo, quatro meses, de forma totalmente gratuita para as crianças participantes e sua família.

Sinopse

A mostra de trabalho das crianças de 9 a 11 anos do CCA Projeto de Vida do Instituto Dom Bosco apresenta a produção da turma durante todo o semestre em um diálogo das artes visuais com suas próprias histórias e aspirações pessoais. É aberta à toda a comunidade da Instituição e de parceiros e conta com a especial presença dos familiares das crianças que participaram do projeto promovido pelo Núcleo Espiral. Como principal obra de composição coletiva temos um mural que representa o grupo neste momento e sua relação com o espaço e as oficinas realizadas.

Objetivos

Objetivo geral: Desenvolver nas crianças, através do uso da arte e do corpo, recursos de resiliência, autonomia, protagonismo e habilidades de reconhecimento de sentimentos e angústias. Trabalhando, desse modo as experiências vivenciadas, dando outro significado aos traumas e impactos socioemocionais causados pela pandemia e pelo isolamento social, pensando também no processo de retorno ao presencial. Desenvolver, também, o diálogo e o respeito, tendo a arte como forma de expressão e conexão e refletindo, através dela, acerca da influência que podemos ter nos espaços que habitamos. Assim possibilitando, através de um trabalho construtivo e coletivo, uma nova visão de arte, de mundo, e de sua própria participação social, propiciando uma sensação de pertencimento e um vínculo direto com o cotidiano. Objetivos específicos: -Produzir um mural coletivo -Realizar 15 oficinas com os 2 grupos de crianças (totalizando 30 encontros) -Realizar um encontro com as crianças, pais e comunidade para mostrar a produção ao longo das oficinas -Realizar 12 atendimentos de psicoterapia breve com 3 participantes na Clínica Espiral (totalizando 36 sessões)

Justificativa

Segundo dados do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, o afastamento do ambiente escolar e de outros lugares de finalidade educativa por conta da pandemia gerou uma expressiva diminuição nas denúncias de casos de violência e, portanto, aumentou a exposição de muitas crianças a uma série de situações de fragilidade e violência. Dessa forma, é muito importante que as crianças possam olhar novamente para si e para as relações que criam. É um projeto especialmente caro ao público alvo que frequenta o Centro da Criança e do Adolescente do Instituto Dom Bosco por se tratarem de crianças e adolescentes em diferentes situações de vulnerabilidade: aquelas em situação de trabalho infantil, outras reconduzidas ao convívio familiar após medida protetiva de acolhimento e ainda oriundas de famílias beneficiárias de programas de transferência de renda ou em situação de risco. Também é um trabalho associado ao foco do semestre selecionado pelos educadores do Centro da Criança e do Adolescente Dom Bosco: a volta à "normalidade" e como se relacionarão com as pessoas e com os espaços que voltarão a frequentar. Para a psicologia, a arte é uma forma de expressão do mundo psíquico, sendo utilizado como uma ferramenta potente no trabalho terapêutico. Busca-se, assim, utilizar a arte como ferramenta para desenvolver nas crianças habilidades e aptidões que as permitam se adaptar à nova realidade e elaborar os acontecimentos do período em isolamento social, assim como as mudanças nas formas de relacionamento que se deram neste período. O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) em seu Art. 3 estabelece o direito das crianças e adolescentes a "todas as oportunidades e facilidades, a fim de lhes facultar o desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, em condições de liberdade e de dignidade." e, em seu Art. 7, o "direito a proteção à vida e à saúde, mediante a efetivação de políticas sociais públicas que permitam o nascimento e o desenvolvimento sadio e harmonioso". O projeto em questão vai de encontro à essas premissas, pois objetiva colaborar para um desenvolvimento saudável das crianças, no qual elas compreendam que são protagonistas de suas histórias e que podem impactar o ambiente e a realidade na qual estão inseridas, tornando-as, desse modo, mais aptas a lidar com as adversidades futuras, fortalecendo sua saúde mental. Além disso, o projeto vai de encontro, também, ao Art. 58 do ECA, que estabelece que "No processo educacional respeitar-se-ão os valores culturais, artísticos e históricos próprios do contexto social da criança e do adolescente, garantindo-se a estes a liberdade de criação e o acesso às fontes da cultura", isso pois o projeto em questão visa a produção de um mural, dentro do ambiente escolar, que simbolize o processo vivenciado pelo grupo de crianças em questão. Com relação ao Art. 1 da Lei 8313/91, o projeto em questão se enquadra nos incisos: I ("contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais") pois o projeto visa garantir o Art. 59 do ECA que estabelece que "os municípios, com apoio dos estados e da União, estimularão e facilitarão a destinação de recursos e espaços para programações culturais, esportivas e de lazer voltadas para a infância e a juventude."; e VII ("desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações") porque, ao longo da execução do projeto, as crianças participantes entrarão em contato com diversas formas de arte, movimentos artísticos e seus significados. Já com relação ao Art. 3 da Lei 8313/91, o projeto se enquadra na alínea B do inciso V, que prevê que o apoio a outras atividades culturais e artísticas mediante contratação de serviços para elaboração de projetos culturais, pois contratará um artista para realização de um graffiti coletivo na instituição das crianças participantes.

Acessibilidade

CONTRAPARTIDA SOCIALAcessibilidade física: o ambiente que as oficinas com as crianças serão realizadas já possui acessibilidade física e as atividades serão planejadas para incluir crianças e adolescentes que porventura sejam deficientes físicas. Acessibilidade para deficientes visuais: as atividades realizadas nas oficinas serão planejadas para incluírem crianças e adolescentes que porventura sejam deficientes visuais.Acessibilidade para deficientes auditivos: as atividades realizadas nas oficinas serão planejadas para incluírem crianças e adolescentes que porventura sejam deficientes auditivas. Também contamos com um Acompanhante Terapeutico especializado para o acompanhamento de crianças público alvo da educação especial (Crianças com deficiências, transtornos globais do desenvolvimento e e com altas habilidades/superdotação). Festival/Mostra Acessibilidade física: o ambiente que as oficinas com as crianças serão realizadas já possui acessibilidade físicaAcessibilidade para deficientes visuais: disponibilização de audiodescriçãoAcessibilidade para deficientes auditivos: disponilização de material visual descritivo Também contamos com um Acompanhante Terapeutico especializado para o acompanhamento de crianças público alvo da educação especial (Crianças com deficiências, transtornos globais do desenvolvimento e e com altas habilidades/superdotação). Oficina /Workshop/Seminário Audiovisual Acessibilidade física: o ambiente que as oficinas com as crianças serão realizadas já possui acessibilidade física e as atividades serão planejadas para incluir crianças e adolescentes que porventura sejam deficientes físicas. Acessibilidade para deficientes visuais: as atividades realizadas nas oficinas serão planejadas para incluírem crianças e adolescentes que porventura sejam deficientes visuais.Acessibilidade para deficientes auditivos: as atividades realizadas nas oficinas serão planejadas para incluírem crianças e adolescentes que porventura sejam deficientes auditivos. Também contamos com um Acompanhante Terapeutico especializado para o acompanhamento de crianças público alvo da educação especial (Crianças com deficiências, transtornos globais do desenvolvimento e e com altas habilidades/superdotação).

Democratização do acesso

Dentro art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, o projeto compreende os incisos: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Além disso, todas as atividades oferecidas no projeto são totalmente gratuitas e contam com a participação das crianças e adolescentes livre de qualquer retribuição por parte deles, assim como a exposição final, aberta à comunidade, que não recebe subsídios dos participantes do projeto, seus familiares ou qualquer outro visitante.

Ficha técnica

Dentre os conteúdos das oficinas é possível dividi-los, para fins de entendimento, em dois grandes blocos, mas que são sempre trabalhados em paralelo. O primeiro deles é a percepção de si que no trabalho do Núcleo Espiral é estruturado por quatro áreas a serem trabalhadas: autonomia; percepção corporal; senso de objetivo e futuro; e habilidade cognitiva. Entendemos o trabalho com a autonomia - visto como o senso de independência frente a si mesmo - como um desenvolvimento da autoestima (atribuição de valor dado a si próprio), da autoeficácia (habilidade de realizar algo que gere resultado positivo na construção de sua própria identidade) e do autocontrole (habilidade exercer certo controle sobre si mesmo e sobre o ambiente). Já a percepção corporal está ligada à imagem e esquema do corpo como aspectos interligados no processo de construção da identidade. O senso de objetivo e futuro é habilidade de considerar um futuro esperançoso e olhamos pelas aspirações e expectativas positivas (ideia de que as coisas possam funcionar de acordo com o esperado - otimismo) e a motivação para alcançar metas: sentir-se estimulado para agir em função de um objetivo. E, por último, a habilidade cognitiva é a habilidade do pensar reflexivo e flexível necessário para implementar soluções alternativas para problemas. O segundo bloco, a percepção do outro, inclui primeiramente a competência social: comportamentos sociais que levam as crianças a encontrar e se manter próximas de pessoas que possam facilitar seu crescimento. E tomamos como parâmetros disso a empatia (capacidade de levar em consideração e saber se colocar no lugar do outro), a comunicação (habilidade de trocar mensagens, informações, ideias, opiniões com o intuito de um bom relacionamento) e a adaptação (ajustar-se com flexibilidade ao meio). E a habilidade para resolver problemas coletivos de maneira efetiva sem utilizar da violência. O Núcleo Espiral atua a partir de um método próprio, desenvolvido pela sua fundadora, a psicóloga Neusa Sauaia: o Método Espiral. Este método é composto por cinco pilares: resiliência, vivência, corpo, grupo e teoria junguiana. Para o Núcleo Espiral, a resiliência implica em em dar outro significado para um evento adverso, considerando-o como uma possibilidade de desenvolvimento, desse modo, a resiliência é um importante mecanismo para o enfrentamento da violência. O trabalho vivencial visa criar novas e positivas experiências, que permitem que se opte por caminhos diferentes daqueles vividos através de experiências violentas ou traumáticas. A abordagem corporal, por sua vez, permite a elaboração de novas experiências, que ajudam a dar novo significado às sentidas pelo corpo anteriormente, ou seja, trabalhando com o corpo, pode-se redescobrir e ressignificar experiências. A intervenção em grupo, por meio de nossas atividades, propicia socialização e troca de experiências, permitindo o engajamento em vínculos novos e seguros, além disso, as crianças e os adolescentes podem dar e receber feedbacks positivos e respeitosos e exercitar limites, regras, respeito, empatia e liderança, fundamentais para a socialização e cidadania. A abordagem Junguiana, base de todo o trabalho, aponta a visão prospectiva (para que?) em lugar da visão causalista (por quê?), sendo o foco principal adotado nas nossas atividades. A violência vivida possui importância fundamental na compreensão de cada indivíduo, porém não poderá jamais ser alteradas ou revertidas. O futuro, por outro lado, pode ser construído sob novas bases e escolhas conscientes, esta teoria compreende o mundo a partir de uma perspectiva simbólica, ou seja, entendendo que as nossas experiências podem possuir significados não óbvios que podem mudar nosso olhar diante da vida. Em suma, realizando atividades grupais, vivenciais e corporais, e tendo por base a teoria junguiana, o Núcleo Espiral busca desenvolver habilidades de resiliência - tais como autonomia, autoestima, empatia, comunicação, saúde mental, entre outras -, de modo a colaborar para que os atendidos estejam mais capacitados para lidar com as adversidades da vida e, assim, com a violência. A supervisão técnica do trabalho educativo é feito pela Diretora Operacional do Núcleo Espiral e psicóloga clínica, Ingryd Abrão. Possui seis anos de vivência no terceiro setor, experiência em liderar equipes para um bom funcionamento da instituição em suas diversas frentes; traçar diretrizes estratégicas ao trabalho de times; orquestrar a operação geral da instituição auxiliando equipes na execução dos projetos, no manejo de situações e desempenho de suas funções e apoiar tecnicamente a construção de atividades temáticas relacionadas a área da psicologia envolvendo o Método. Profissional graduada em Psicologia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e pós-graduada em Intervenções Psicológicas em Emergências e Crises. Possui diversas atuações em situações de desastres naturais, acidentes de trabalho, catástrofes e eventos disruptivos. A consultoria é de Dinas Miguel. Graduado em Artes-Visuais e Pós-graduado em Educação Ambiental. Ganhador do Prêmio Sabotage Hip-Hop Categoria Melhor Grafiteiro de 2018. É idealizador e organizador do projeto social Cultura e Conceito também Leciona como Arte-Educador em instituições socioculturais e ambientais. Em sua produção artística utiliza-se do lúdico e da realidade, onde se apropria de técnicas, materiais e suportes diferenciados. Realiza também curadoria de exposições, work-shops e intervenções ao vivo, tendo realizado manifestos artísticos em diferentes cidades brasileiras, além de outros trabalhos internacionais, podendo assim propagar e socializar sua poética artística que vem se plasmando e interagindo na construção artística e pessoal da sociedade.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

São Paulo São Paulo