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PRONAC 220200Apresentou prestação de contasMecenato

Quinteto Villa-Lobos: 60 Anos de Música Brasileira

CASEIRAS PRODUCOES CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 998,4 mil
Aprovado
R$ 998,4 mil
Captado
R$ 449,2 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (2)
CNPJ/CPFNomeDataValor
23274194000119Furnas Centrais Elétricas S.A1900-01-01R$ 330,0 mil
15069951000194DRILLTEC SERVICOS DE PERFURACAO LTDA1900-01-01R$ 119,2 mil

Eficiência de captação

45.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
22

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2022-05-01
Término

Resumo

Esta proposta apresenta como produto principal a realização de uma série de shows do Quinteto Villa-Lobos com programas e convidados diferentes, em comemoração aos 60 anos de existência deste conjunto tão importante na história da música brasileira. A estreia da série contará com transmissão online ao vivo. O projeto contempla ainda a realização de Concerto Didático e de Masterclass Online (como contrapartida social).

Sinopse

Este projeto é dedicado à comemoração dos 60 anos de existência do Quinteto Villa-Lobos, um dos grupos de Música de Câmara mais importantes do Brasil. Os shows foram concebidos para celebrar a carreira e o propósito do grupo: a difusão da música erudita e instrumental brasileira. SHOW 01: VILLA LOBOS E SUAS INFLUÊNCIAS O primeiro show é dedicado ao compositor que completaria 135 anos em 2022. É difícil identificar quando Heitor Villa-Lobos começou a se abrasileirar. Independente de um marco temporal, acabou por tornar-se o ícone musical do que há de maior brasilidade. A partir de sua obra e da ousada absorção de elementos populares, discorremos sobre um repertório no qual a tradição do Quinteto encontra o espaço perfeito para um diálogo sem fronteiras. SHOW 02: A MÚSICA DE CÂMARA DO BRASIL O Brasil dispõe de grandes compositores de Música de Câmara. Neste show, pretende-se mostrar uma pequena ponta do "iceberg" que constitui esse Universo cada vez mais esquecido e carente de uma divulgação mais eficiente e sistemática, com o objetivo de suprir o interesse de um público seleto e muitas vezes avesso a modismos, e à sua ampliação. Um repertório requintado e sutil que reflete tanto nuances e temas brasileiros quanto uma linguagem mais universal. SHOW 03: OS CHORÕES E O CHORO: A PRIMEIRA MÚSICA INSTRUMENTAL BRASILEIRA Para Paulo Sérgio, o universo do “Choro” detém uma das maiores fatias do “bolo” musical e artístico brasileiro. Um gênero que necessita de uma alta dosagem de virtuosismo, expressão, "ginga" e alguns detalhes “sui generis” e outros sutis que, segundo alguns intérpretes, se assemelham à prática da Música de Câmara e da Música dita “Erudita”. Um estilo musical consagrado por grandes instrumentistas de grande “densidade” estética, mas que ainda não ocupa um lugar justo em termos de relevância. SHOW 04: O COMPOSITOR: O CANTOR E A HOMENAGEM A ALDIR BLANC Nesse dia, temos como foco exaltar alguns autores e suas peculiaridades que, embora influenciados por outros que admiram, conseguem uma originalidade que se destaca de forma muito acentuada. Partimos da força de suas manifestações no cenário musical e das marcas registradas através de composições que refletem um Brasil rico e exuberante culturalmente. Uma Homenagem a Aldir Blanc representa a gratidão ao talento de poetas que enobrecem nossa cultura. SHOW 05: MÚSICA BRASILEIRA REVISITADA Inicialmente os arranjos desse dia parecem inusitados, tendendo para o exótico e fugindo do original em música popular. Porém, algumas formações inesperadas se destacam na história se tornando “clássicas”. Na música Erudita esse fenômeno consagrou o quarteto de cordas, o quinteto de sopros, o quinteto de metais e o trio de palhetas, já na Música popular as big-bands, o quarteto de “jazz”, as “Bandas de Pífanos”, dentre outros. SHOW 06: CHÁ DE PANELA O futuro e o passado se encontram no presente, através do talento do compositor e multi-instrumentista Hermeto Paschoal. Haverá espaço para as experimentações e improvisações do velho bruxo dos sons, no qual sobressai o apuro instrumental e a o domínio de diversas linguagens. Como resultado, este show terá o clima de uma "Jam Session" da música popular instrumental brasileira. Entre arranjos e improvisações, será um show despretensioso e divertido. CONCERTO DIDÁTICO COM QUINTETO VILLA-LOBOS Sinopse: O concerto contará com repertório de Heitor Villa-Lobos. O concerto é recheado de conversas, nas quais os artistas discorrem sobre os autores, as músicas e sobretudo os instrumentos apresentados. No final, os músicos se mantêm disponíveis junto com seus instrumentos para uma maior interação com o público.

Objetivos

Objetivo Geral A música popular brasileira é considerada uma das melhores do mundo ocidental. Haja visto que a maior parte dos músicos que criam, executam e divulgam essa música vivem no Brasil, acreditamos que a valorização desse produto interno bruto, tão caro para nós, seja tão desproporcional ao reconhecimento internacional. Nos últimos anos, tanto o Quinteto Villa-Lobos quanto a música instrumental brasileira vêm perdendo espaço e projeção. Sendo um dos mais antigos e mais importantes conjunto de Música de Câmara do Brasil, o grupo já rodou o mundo cumprindo o propósito de divulgar a riqueza e complexidade da música brasileira. Atualmente, sua atuação se encontra limitada, especialmente em território nacional. Para além da formação atual e do cenário instrumental no país, os 60 anos do Quinteto é um marco considerável. É extremamente necessário utilizar esse momento para grifar a trajetória ininterrupta do conjunto. Comemorar os 60 anos do Quinteto Villa-Lobos, é um ato de reconhecimento da importância da música erudita, instrumental e popular na formação da identidade artística brasileira. É indispensável incorporar trabalhos e parcerias de sucesso do grupo ao projeto, como forma de perpetuar e divulgar sua carreira. Assim como alguns repertórios clássicos e homenagens a ex-integrantes e compositores que marcaram a trajetória do conjunto. No entanto, também é relevante promover uma reconexão do Quinteto com seu propósito inicial de divulgar a música instrumental brasileira sem fronteiras. Portanto, serão apresentadas também novas propostas de formações e repertórios. Podemos indicar os principais objetivos do projeto conforme segue. - Celebrar os 60 anos do Quinteto Villa-Lobos - Reforçar a relevância histórico-cultural do grupo na cena musical brasileira - Comemorar os 135 anos de Heitor Villa-Lobos - Divulgar a música brasileira, sobretudo instrumental - Explorar o diálogo entre música popular e música erudita - Expandir a presença e os territórios ocupados pelo grupo - Democratizar o acesso a esse gênero musical associado às elites - Formar público de diferentes classes sociais e faixas etárias para a música instrumental Objetivos Específicos 1) APRESENTAÇÃO MUSICAL (SÉRIE DE SHOWS) Realização de 06 shows com programas diferentes (60min cada) em 04 cidades, respeitando os protocolos de segurança da pandemia de covid-19, conforme segue. Total: 24 sessões; 24h; 1.256 espectadores A) Rio de Janeiro/RJ: 06 sessões x 60min cada = 360min - Lotação reduzida: 100 lugares; estimativa de público total: 400 espectadores B) Belo Horizonte/MG: 06 sessões x 60min cada = 360min - Lotação reduzida: 88 lugares; estimativa de público total: 352 espectadores C) Distrito Federal/GO: 06 sessões x 60min cada = 360min - Lotação reduzida: 80 lugares; estimativa de público total: 320 espectadores D) São Paulo/SP: 06 sessões x 60min cada = 360min - Lotação reduzida: 46 lugares; estimativa de público total: 184 espectadores 2) APRESENTAÇÃO MUSICAL (TRANSMISSÃO AO VIVO) Transmissão ao vivo na internet gratuitamente dos 06 shows. Estimativa de 1.000 espectadores por sessão. Total: 06 sessões; 360min; 6.000 espectadores 3) CONTRAPARTIDAS SOCIAIS (MASTERCLASSES presencial / online) Realização de 04 masterclasses presenciais ( com a disponibilização do vídeo da atividade na íntegra para acesso de pessoas de todas as regiões interessadas no desenvolvimento didático do instrumento flauta, tendo sido o músico do quinteto Villa-Lobos Rubem Shuenk o professor) - (120min) sobre o Quinteto Villa-Lobos e sua instrumentação. 40 participantes por Masterclass. Total: 04 sessões; 8h; 160 participantes A gravação de 01 aula será disponibilizada gratuitamente na internet. Total: 01 sessão, 2h; 600 espectadores 4) CURSO / OFICINA / ESTÁGIO (CONCERTO DIDÁTICO) Realização de 01 concerto didático (60min) com o Quinteto Villa-Lobos em 04 cidades, respeitando os protocolos de segurança da pandemia de covid-19, conforme segue. Total: 04 sessões; 4h; 314 participantes A) Rio de Janeiro/RJ: 01 sessão; 60min - Lotação: 100 lugares; estimativa de público: 100 participantes B) Belo Horizonte/MG: 01 sessão; 60min - Lotação: 88 lugares; estimativa de público: 88 participantes C) Distrito Federal/GO: 01 sessão; 60min - Lotação: 80 lugares; estimativa de público: 80 participantes D) São Paulo/SP: 01 sessão; 60min - Lotação: 46 lugares; estimativa de público: 46 participantes

Justificativa

Captar recursos através de Leis de Incentivo para um projeto como o " Quinteto Villa-Lobos: 60 Anos de Música Brasileira" é absolutamente fundamental. Infelizmente, na realidade do mercado atual, um projeto ligado a memória cultural e musical do Brasil, em especial à música instrumental, não é absolutamente viável sem um processo de isenção fiscal. Em 2022, um dos conjuntos de Música de Câmara mais antigos do Brasil completa 60 anos de existência. É de extrema relevância sociocultural e histórica que não deixemos essa data passar em branco. O Quinteto Villa-Lobos foi criado com a proposta de divulgar a Música Brasileira, especialmente de Câmara. Com a chegada dos 60 anos, o grupo se propõe algumas reflexões, como: a situação da música brasileira no Brasil e no exterior, o caminho percorrido pelo conjunto - composto por atuação intensa e ininterrupta -, a dificuldade de formação de público nos dias de hoje e o papel da Música de Câmara na formação cultural da sociedade. Assim, parece se reconectar com seu compromisso principal: a difusão da música brasileira sem fronteiras. A mu´sica brasileira, sobretudo instrumental, tem pu´blico? Essa pergunta foi constante quando nós da Caseiras Produções preparamos o projeto "Conversa de Mu´sicos", sob aposta e patroci´nio da Secretaria Municipal de Cultura do RJ em 2016. Uma vez realizado, recebemos cerca de 2 mil pessoas nos Jardins da Escadaria da Glória, um local nada conhecido pelos cariocas. Através deste projeto, reafirmamos o engajamento em proporcionar espaços para a difusão da música instrumental brasileira. Quando foi criado o Quinteto Villa-Lobos, eram 5 jovens estudantes de música de diversas origens. Um deles, Airton Barbosa, se destacava pelas suas origens nordestinas e pelo engajamento com artistas populares famosos da época como Elis Regina, Beth Carvalho, Luizinho Eça, Paulinho da Viola, dentre muitos outros. Na hora de determinar o nome do grupo, cogitou-se "Quinteto Haydn", o que já denotava uma certa "heterogeneidade", entretanto, uma característica essencial do quinteto de sopros é que os instrumentos que o compõem têm uma natureza bastante diferente. Os únicos mais próximos seriam o oboé e o fagote ("primos distantes") por usarem palhetas duplas e um tubo cônico. O Oboé, com sua grande expressividade e imponência, sua "palhetinha" dupla impõe um gasto mínimo de ar mas uma alta pressão nos pulmões. Seu som, que já serviu para "encantar serpentes" no passado, hoje frequentemente encanta seres humanos com sua "magia". Já a clarineta, com sua palheta simples e seu tubo policilíndrico, produz um timbre característico que só é constituído por harmônicos ímpares da série harmônica (único no grupo) e, devido à sua extensão e tessitura, frequentemente faz o papel de "ligação" entre os instrumentos agudos e graves. A flauta, que não utiliza palheta, dispõe de embocadura livre, podendo trabalhar na região aguda e superaguda com extrema suavidade, delicadeza ou mesmo agressividade e punjança. O fagote, exoticamente possui dois tubos paralelos que são digitados pelas duas mãos interferindo simultaneamente nos dois tubos, com uma extensão e variedade de timbres invejável. Já a trompa pertence à família dos metais, onde o som é produzido pela vibração dos lábios, com resultado imponente e grandioso. Além disso, possui características sonoras muito diversas e mecanismos que provocam variações nos comprimentos dos tubos. Bem diferente do Quarteto de Cordas, onde os instrumentos têm o mesmo princípio acústico, a utilização do arco, e a possibilidade de utilização do pizzicato (cordas tangidas com os dedos ao invés de com o arco), faz com que tenham características muito semelhantes. Variam na tessitura. Embora com timbres diferentes entre os violinos (primeiro e segundo), a viola e o violoncelo, tendem muito mais ao "homogêneo" em termos de sonoridade global. Cada instrumento do quinteto de sopros tem emissões muito diferenciadas, características bastante diversas em termos de digitação e articulação, ou seja, tendem ao "heterogêneo". Em compensação, possuem uma riqueza muito grande que, quando sabiamente explorada pelo compositor e pelo intérprete, propiciam combinações tímbricas e emissões que podem transmitir sutilezas similares às do quarteto de cordas podendo chegar a um nível considerável em termos de pressão sonora. Na Música de Câmara, bem diferente de outras atividades musicais, o espírito democrático na escolha de fraseados, articulações, dinâmica, agógica e muitos outros parâmetros, torna-se imprescindível. Um comportamento coletivo, onde a maior ou menor importância, alternada em função das características momentâneas da obra executada, torna-se essencial. O Quinteto de Sopros tem origem européia, poder-se-ia dizer que vem das madeiras da Orquestra Sinfônica acrescidas da trompa (família dos metais). Entretanto, certas "nuances" desenvolvidas, em geral espontaneamente, por incríveis músicos nacionais populares que contribuíram para o surgimento de várias subcategorias da Música Brasileira, com sua variedade e riqueza admiráveis, foram incorporadas ao jeito "europeu" de tocar, criando assim uma espécie de "novo idioma" que tem traços de várias culturas - dentre elas a nossa. A riqueza e a originalidade deste produto final encantam nativos e estrangeiros _ que em muitos casos chegam a se especializar. A partir da contextualização acima, é possível afirmar que o projeto engloba todos os pontos propostos pelo Art. 1o da Lei 8313/91, promovendo especialmente os incisos I, II, III, IV, VI, VIII e IX, que tratam da facilitação ao livre acesso, da regionalização, da preservação, da proteção, da valorização e da difusão de movimentos e manifestações culturais tipicamente brasileiros. Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto promove e celebra a obra e o legado de Heitor Villa-Lobos, um dos mais importantes compositores da história da música brasileira, além de valorizar a música instrumental nacional. Tudo isso através do Quinteto Villa-Lobos, conjunto de música de câmara cujo trabalho é inestimável. Quanto ao Art.3o da mesma Lei, como objetivo óbvio e direto, nos enquadramos no inciso II como realização de música através dos concertos. No entanto, através de nossas contrapartidas sociais buscamos atender a todos os demais incisos. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;

Estratégia de execução

BENEFICIÁRIOS DAS VIAGENS 05 músicos Quinteto Villa-Lobos (Paulo Sérgio Santos, Rubem Schuenck, Luis Carlos Justi, Philip Doyle e Aloysio Fagerlande) 23 músicos/artistas convidados (Maria Tereza Madeira, Rodolfo Cardoso, Ronaldo do Bandolim, Zé Paulo Becker, Marcelo Gonçalves, Linda Bustani, Manoella Marinho, Joel Nascimento, Caio Marcio Santos, Zé Paulo Becker, Netinho, Ricardo Amado, Eliezer Rodrigues, Nailson Simões, Hugo Pilger, Kiko Horta, Oscar Bolão, Hermeto Paschoal+1, Guinga, Moysés, Joyce e Maestro Spok-Recife) 02 produtores 02 técnicos de som QUINTETO VILLA-LOBOS Um alto grau de musicalidade marca a trajetória do Quinteto Villa-Lobos, que em 2012 comemorou seu cinqüentenário de atividades ininterruptas. Fundado em 1962, desde então esmera-se na divulgação da música de câmara brasileira, ao mesmo tempo em que amplia seu repertório por vários gêneros, conferindo competência e popularidade às suas apresentações em espaços públicos e em escolas da rede de ensino. Atualmente é formado por Rubem Schuenck, flauta; Luis Carlos Justi, oboé; Paulo Sergio Santos, clarineta; Philip Doyle, trompa; Aloysio Fagerlande, fagote. Em sua discografia podemos destacar os CDs: Quinteto em Forma de Choros (Kuarup Discos), Fronteiras e Quinteto Villa-Lobos Convida (Rio Arte Digital), Um Sopro Novo (Selo Radio MEC), A Obra de Câmara para Sopros de Heitor Villa-Lobos (ABMDigital), Quintetos de Sopro Brasileiros 1926-1974(Selo Radio MEC), agraciado com o Prêmio BR-Rival em 2008, Villa-Lobos – um clássico popular (Kalamata), em 2009 , Ernesto Nazareth (Kalamata)em 2011 e Rasgando Seda (Selo SESC-SP) neste ano, com obras de Guinga – indicado recentemente ao Grammy Latino. Em 2001 e 2009 recebeu o Prêmio Carlos Gomes, promovido pelo Governo do Estado de São Paulo, como o Melhor Grupo de Câmara nacional. Em 2006 foi premiado pela Funarte e realizou turnê com 12 concertos pelo Nordeste, além de ter encerrado a Copa da Cultura com concerto em Berlim, Alemanha. Em 2008 realizou o projeto Oi apresenta: Quinteto Villa-Lobos no Rio de Janeiro, com 35 concertos e oficinas por cidades do estado, turnê de lançamento do CD Quintetos de Sopro Brasileiros com concertos em São Paulo, Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre, além de apresentações e oficinas no Chile, Paraguai, Peru e Equador a convite do Ministério das Relações Exteriores do Brasil. Em 2009 foi Quinteto Residente do 40º Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão, realizouturnê, também a convite do Itamaraty, por vários países africanos, além de uma série de concertos para olançamento do novo CD Villa-Lobos-um clássico popular por diversas cidades brasileiras, e encerrou o Festival Villa-Lobos promovido pela Radio-France, França, com um concerto em Paris, na Salle Olivier Messiaen. Em 2010 participou de concertos comemorativos em Israel, nas cidades de Tel-Aviv, Jerusalém e Kfar Saba, a convite da Embaixada Brasileira por ocasião da visita do Presidente Luis Inácio Lula da Silva aquele país. Em 2011 realizou turnê de lançamento do CD Ernesto Nazareth por várias cidades brasileiras, além de ter participado da XIX Bienal de Música Brasileira Contemporânea. Em 2012, ano da comemoração do cinqüentenário do grupo, recebeu e participou de diversas homenagens, como a primeira audição da obra Concerto a Cinco, de João Guilherme Ripper, em concertos com a Orquestra Petrobras Sinfônica e Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, do lançamento do DVD e Bluray Quinteto Villa-Lobos - 50 Anos ( Premio FAM-2011, Prefeitura do Rio de Janeiro), além de turnê de lançamento no Estado de SP do CD Rasgando Seda (Selo SESC-SP), com obras de Guinga, Em 2013 participou do Festival de Música Clássica Brasileira em Portugal, se apresentando em Lisboa, Porto, Coimbra, Évora e Mafra. Também foi convidado a participar de uma série de eventos musicais paralelos à Feira do Livro de Frankfurt, em setembro, além deintegrar a programação do Festival Cervantino no México, um dos maiores da América Latina, em outubro. Em 2104 e 2017 se apresentou no importante Cartagena Music Festival na Colombia. Em 2018, no palácio do Itamaraty, o grupo foi agraciado pelo ministro das relações exteriores, com a Comenda da Ordem de Rio Branco.

Especificação técnica

1) APRESENTAÇÃO MUSICAL (SÉRIE DE SHOWS) Total de 24 apresentações presenciais, sendo 04 de cada programa de 60min (total 24h) em 04 cidades. 20 instrumentais e 04 com canto. 2) APRESENTAÇÃO MUSICAL (TRANSMISSÃO AO VIVO) Total de 06 apresentações online, sendo 01 de cada programa de 60min (total 360min). 03 instrumentais e 01 com canto. 3) CONTRAPARTIDAS SOCIAIS (MASTERCLASSES presencial / online) Total de 04 masterclasses sobre o Quinteto Villa-Lobos e sua instrumentação de 120min (total 8h). (no formato presencial com a disponibilização do vídeo da atividade na íntegra para acesso de pessoas de todas as regiões interessadas no desenvolvimento didático do instrumento flauta, tendo sido o músico do quinteto Villa-Lobos Rubem Shuenk o professor.) 4) CURSO / OFICINA / ESTÁGIO (CONCERTO DIDÁTICO) Total de 04 apresentações de Concerto Didático com o Quinteto Villa-Lobos de 60min (total 4h) em 04 cidades.

Acessibilidade

1) APRESENTAÇÃO MUSICAL (SÉRIE DE SHOWS) Acessibilidade Física: A produção se certificará que os locais de realização do projeto apresentam os equipamentos de acessibilidade física necessários. Acessibilidade para deficientes visuais: Item da PLANILHA ORC?AMENTA?RIA: 124 Será produzida uma versão do programa impressa em braile para deficientes visuais. Acessibilidade para deficientes auditivos: Por se tratar de uma ação de concertos musicais, é técnicamente inviável pois não há ação de acessibilidade auditiva adequada disponível. Este público será atendido através das seguintes ações: contrapartidas sociais (masterclasses on line) cursos/oficina/estágio (concertos didáticos) 2) APRESENTAÇÃO MUSICAL (TRANSMISSÃO AO VIVO) Acessibilidade Física: A atividade será realizada online, de forma que não há impedimentos de acessibilidade física. Acessibilidade para deficientes visuais: Por se tratar de projeto de concertos musicais, as atividades já são acessíveis para deficientes visuais. Acessibilidade para deficientes auditivos: Por se tratar de uma ação de concertos musicais, é técnicamente inviável pois não há ação de acessibilidade auditiva adequada disponível. Este público será atendido através das seguintes ações: contrapartidas sociais (masterclasses on line) cursos/oficina/estágio (concertos didáticos) 3) CONTRAPARTIDAS SOCIAIS (MASTERCLASSES ONLINE) Acessibilidade Física: A atividade será realizada presencial / online Acessibilidade Física:A produção se certificará que os locais de realização do projeto apresentam os equipamentos de acessibilidade física necessários. Acessibilidade para deficientes visuais: Por se tratar de Masterclass no presencial tem a inteiração de fala e toque com o instrumento e professor. Para este caso não se aplica outro tipo de ação que seja eficaz Acessibilidade para deficientes auditivos: Item da PLANILHA ORC?AMENTA?RIA: 27. 32. 37. 43. As atividades contarão com interpretação em LIBRAS. 4) CURSO / OFICINA / ESTÁGIO (CONCERTO DIDÁTICO) Acessibilidade Física: A produção se certificará que os locais de realização do projeto apresentam os equipamentos de acessibilidade física necessários. Acessibilidade para deficientes visuais: Item da PLANILHA ORC?AMENTA?RIA: 17 Será produzida uma versão do programa impressa em braile para deficientes visuais. Acessibilidade para deficientes auditivos: Item da PLANILHA ORC?AMENTA?RIA: 01. 07. 13. 20. As atividades contarão com interpretação em LIBRAS.

Democratização do acesso

O projeto se enquadra no Art. 21 da IN nº 02/2019, e serão realizadas ações que contemplam os incisos III, V e VI conforme segue. III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VI - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural; Adotaremos a venda de ingressos a preços populares, respeitando as devidas leis vigentes sobre meia-entrada. A compra poderá ser realizada conforme as normas de cada teatro. Haverá opção de compra antecipada via internet, facilitando a aquisição de ingressos. Ainda utilizando a internet como meio facilitador, todos os shows da temporada de estreia no Rio de Janeiro serão transmitidos online ao vivo (III). Como forma de democratização de acesso ao espetáculo, faremos 1 concerto didático por cidade de realização do projeto - Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília e São Paulo. Será oferecida 01 (uma) vaga de estágio para aluno de instituição pública na área de produção cultural, mediante concessão de bolsa (VI).

Ficha técnica

A Caseiras Produções Culturais é formada por Ana Luisa Lima e Beatriz Lima, idealizadoras e coordenadoras do projeto. Como empresa proponente, a Caseiras também será responsável pela administração do projeto. Quinteto Villa-Lobos - instrumentistas: o Aloysio Fagerlande (fagote)o Rodrigo Herculano (oboe?)oo Cristiano Alves (clarinete)o Philip Doyle (trompa)o Rubem Schuenck (flauta transversa) Concertos:Show 01 (24/04) ?A MÚSICA BRASILEIRA REVISITADA? - Quinteto Villa-LobosShow 02 (01/05) ?OS CHORÕES E O CHORO? - Quinteto Villa-Lobos com Água de Moringa: André Boxexa (percussão e bateria), Jayme Vignoli (cavaquinho), Josimar Gomes Carneiro (violão de 7 cordas), Luiz Flávio Alcofra (violão), Marcílio Dias (bandolim e violão tenor), Rui Alvim (clarineta e clarone)Show 03 (08/05) ?VILLA-LOBOS E AS SUAS INFLUÊNCIAS? - Quinteto Villa-Lobos com Henrique Cazes (cavaquinho), Marcello Gonçalves (violão)Show 04 (29/05) ?A CANÇÃO BRASILEIRA? - Quinteto Villa-Lobos com Paula Morelenbaum (voz), Jaques Morelenbaum (violoncelo), Lula Galvão (violão)Show 05 (05/06) ?A COMPOSIÇÃO BRASILEIRA? - Quinteto Villa-Lobos com Guinga (violão)Show 06 ?QUINTETO VILLA-LOBOS E A MÚSICA DE CÂMARA DO BRASIL? - Quinteto Villa-Lobos com Maria Teresa Madeira (piano) Direção musical e arranjos – Paulo Sérgio SantosSonorização – ProAudio (Gugu)Desenho de luz – Celma Ungaro e Vilmar OlosDireção de Produção – Ana Luisa LimaProdução Executiva – Helô Prando ANA LUISA LIMAFormada em teatro pela Unirio e pós graduada pela Letras da UFRJ. É mestre em Bens Culturais e Projetos Sociais pelo CPDOC-FGV. Foi sócia-fundadora da Sarau Agência de Cultura durante 16 anos, coordenou projetos de teatro, música e acervos, entre eles Grande Otelo e Ariano Suassuna. Foi fundadora e membro do Colegiado da APTR por 6 anos. Foi Gerente da Rede de Teatros Municipais (2009), Secretária Municipal de Cultura-RJ (2010-2011) e Coordenadora do projeto Fábrica de Espetáculos do Theatro Municipal-RJ (2011-2015). É jurada do Prêmio Shell de Teatro do Rio desde 2016. É Professora de Produção Cultural-IFRJ e sócia da Caseiras Produções Culturais. Assina a idealização dos projetos de música Conversa de Músicos, apresentado em 2016 nos Jardins de Acesso ao Outeiro da Glória, e do Guimbaustrilho O Rio sobre Trilhos, série de shows com Nei Lopes no CCBB/RJ em 2019. Foi Diretora Adjunta de Normatização e Gestão dos Documentos Institucionais (DGDI), e atualmente é Pró-Reitora de Extensão. QUINTETO VILLA-LOBOSUm alto grau de musicalidade marca sua trajetória. Fundado em 1962, desde então esmera-se na divulgação da música de câmara brasileira, ao mesmo tempo em que amplia seu repertório por vários gêneros, conferindo competência e popularidade às suas apresentações.Atualmente é formado por Rubem Schuenck, Rodrigo Herculano, Paulo Sérgio Santos (sub Cristiano Alves), Philip Doyle e Aloysio Fagerlande.Em sua discografia podemos destacar os CDs: Quinteto em Forma de Choros (Kuarup Discos), Fronteiras e Quinteto Villa-Lobos Convida (Rio Arte Digital), Um Sopro Novo (Selo Rádio MEC), A Obra de Câmara para Sopros de Heitor Villa-Lobos (ABM Digital), Quintetos de Sopro Brasileiros 1926-1974 (Selo Rádio MEC) Prêmio BR-Rival, Villa-Lobos – um clássico popular (Kalamata), Ernesto Nazareth (Kalamata) e Rasgando Seda (Selo SESC-SP) indicado ao Grammy Latino. Recebeu o Prêmio Carlos Gomes como Melhor Grupo de Câmara Nacional. Realizou inúmeros shows e turnês dentro e fora do Brasil, entre eles: Copa da Cultura Berlim, Oi apresenta: Quinteto Villa-Lobos no Rio de Janeiro, 40º Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão, Festival Villa-Lobos Radio-France Paris, XIX Bienal de Música Brasileira Contemporânea, Festival de Música Clássica Brasileira em Portugal, eventos paralelos à Feira do Livro de Frankfurt, Festival Cervantino México, Cartagena Music Festival Colômbia, etc. Em 2018, o grupo foi agraciado pelo ministro das relações exteriores, com a Comenda da Ordem de Rio Branco.PAULO SÉRGIO SANTOSProfissionalizou-se ainda jovem, passando a integrar o Quinteto Villa-Lobos em 1975. Com o Quinteto, realizou inúmeras apresentações no Brasil e no exterior. Vencedor de muitos concursos, entrou para a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal-RJ por 18 anos. Integrou a Orquestra Filarmônica Mundial, regida por Lorin Maazel. Em 1987, em Paris, obteve "Menção Honrosa no Concurso Acanthes", de interpretação de Música Contemporânea. Fundou, juntamente com Maurício Carrilho e Pedro Amorim, o conjunto musical O Trio. No ano de 1993 gravou o primeiro CD do Trio e ganhou dois "Prêmio Sharp" em 1995: "Melhor Grupo Instrumental" e "Melhor Disco Instrumental". Neste mesmo ano, ganhou o "Prêmio Sharp" na categoria "Revelação" por seu CD solo "Segura ele". O disco foi selecionado dentre os 20 melhores discos de música brasileira e foi indicado como um dos cinco melhores CDs na categoria "Música Popular Brasileira", além de ganhar o "Prêmio Sharp" na categoria "Revelação".RUBEM SCHUENCKDoutor em Performance Musical pela Escola de Música da UFMG, Rubem Schuenck possui Mestrado nesta mesma instituição e graduação na Escola de Música da UFRJ, onde também já foi professor. Flautista do Quinteto Villa-Lobos desde 2012, se apresenta com o grupo nas principais salas de concerto do Brasil, e em países como Portugal, México, Alemanha, Eslovênia e Colômbia. Com o grupo, em 2018, foi condecorado com a Comenda da Ordem de Rio Branco, concedida pelo Ministério das Relações Exteriores. Atualmente é flautista da Orquestra Sinfônica Nacional - UFF. Atuou como primeira flauta solo na Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro de 2014 até 2021. Como professor, ministra aulas em festivais como os de Belém, Londrina e Cartagena de Índias na Colômbia. Tem desenvolvido intenso trabalho dedicado à música brasileira, e recentemente tem estreado obras inéditas de compositores como Ronaldo Miranda e Gilson Santos. Na área popular, participou de gravações/shows/turnês com artistas como Guinga, Gilson Peranzetta e Chico Buarque de Holanda.PHILIP DOYLERadicado no Brasil desde 1977, começou seus estudos de trompa na Inglaterra com Adrian Leaper em 1973. No Rio de Janeiro, estudou com João Jeronimo Meneses e Zdenék Svab. Aulas com Norman Schweikert, Gregory Hustis, Roland Pandolfi, Hermann Baumann , Frank Lloyd e Vladimira Klanská aprimoraram seus estudos. Philip obteve seu Mestrado em Música pela Escola de Música da UFRJ, onde atualmente leciona. Trompista solista da Orquestra Petrobras Sinfônica e da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, também é membro do Quinteto Villa-Lobos desde 1987. Recebeu prêmios como: Prêmio BR-Rival em 2008 pelo CD ?Quintetos de Sopro Brasileiros 1926-1974?; indicação ao Grammy Latino em 2011 pelo CD ?Rasgando Seda?; Prêmio Carlos Gomes, promovido pelo Governo do Estado de São Paulo, como melhor grupo de câmara em 2001 e 2009. Foi condecorado em 2018, com a Ordem de Rio Branco por serviços culturais. Desde 2010, é professor de trompa na Escola de Música da UFRJ, e leciona nos principais festivais de música do país. Philip é presidente da Associação de Trompistas do Brasil, a ATB.ALOYSIO FAGERLANDEProfessor adjunto da Escola de Música da UFRJ, é Coordenador Pro Tempore do Programa de Pós-graduação Profissional em Música-PROMUS da EM-UFRJ. Doutor em Música pela UniRio, Mestre em Música pela UFRJ, com especialização em Musicologia pelo CBM, realizou curso de aperfeiçoamento em fagote (Cours de Perfectionnement) na classe de Gilbert Audin no Conservatoire National de Région de Rueil-Malmaison, França, obtendo o Prix de Virtuosité (1986-1987), como bolsista da Capes. Tem realizado concertos como solista e camerista, enquanto integrante do Quinteto Villa-Lobos, por diversos países da Europa, América Latina, América do Norte, Ásia e África. Gravou vários CDs, sempre vinculados a seus projetos de pesquisa na UFRJ, todos contemplados através de editais da FAPERJ e Petrobras. É coordenador do Simpósio em Práticas Interpretativas UFRJ-UFBA. Tem atuado principalmente nos seguintes temas: fagote, quinteto de sopros, música de câmara, Heitor Villa-Lobos e Francisco Mignone.CRISTIANO ALVESDoutor em Música pela UNICAMP e Mestre pela UFRJ, Cristiano Alves iniciou seus estudos musicais aos sete anos de idade e aos dez teve os primeiros contatos com a clarineta. Natural de Niterói, foi aluno de José Carlos de Castro e recebeu orientações de inúmeros e renomados professores internacionais. Detentor de diversas premiações em importantes concursos, graduou-se com summa cum laude pela UFRJ. Participou de centenas de gravações sinfônicas e camerísticas, atuando ainda junto a grandes artistas da MPB. Apresentando-se com frequência no exterior, é regularmente convidado a realizar recitais, concertos e masterclasses fora do país. Em 2005, lançou seu primeiro CD solo, considerado um dos três melhores lançamentos de música erudita no Brasil. Lançou ainda os álbuns ?A música de Osvaldo Lacerda para clarineta?, ?T’Ro?, ?Tutti Solo?, "Clarineta Concertante? e ?Homenagens?. É professor efetivo da cadeira de clarinetas na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Com destacada carreira como solista, apresenta-se regularmente à frente de orquestras nacionais e internacionais, sendo responsável pelas primeiras audições, no Rio de Janeiro, dos concertos de Carl Nielsen, Jean Françaix e John Corigliano, além de diversas estreias mundiais. No Brasil, leciona frequentemente em diversos Festivais de Música, além de ministrar, regularmente, workshops em diversas cidades nas Américas, Europa e Ásia. Há décadas colabora com os naipes de prestigiosas orquestras brasileiras, como Petrobras Sinfônica, Orquestra Sinfônica Brasileira, Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo e Orquestra do Mercosul. Vem dedicando relevantes esforços em prol da música brasileira e da clarineta, produzindo e lançando métodos, artigos e livros. É diretor artístico do Selo de Gravação e Estúdio A Casa. Desenvolve importante carreira camerística e dezenas de títulos foram dedicados por grandes compositores da música brasileiraRODRIGO HERCULANORodrigo Herculano é bacharel em Música, com habilitação em oboé pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (2016), tendo se aperfeiçoado neste Instrumento sob a orientação do professor Luís Carlos Justi. Possui pós graduação em educação musical pela faculdade Claretiano. Atuou como solista da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro (2013-2019). Trabalhou como chefe de naipe na Orquestra Sinfônica da Bahia (2017). Atualmente é oboé solista da Orquestra Petrobras Sinfônica, oboísta da Orquestra Sinfônica Nacional UFF, membro do Quinteto Villa-Lobos e Trio de palhetas do Rio de Janeiro.A convite da Orquestra Petrobrás Sinfônica executou a frente da Orquestra o Concerto em Dó Maior de Mozart para Oboé sob a regência do Maestro Marcos Arakaki (2020) e Isaac Karabchevsky (2022). Cursou masterclasses com diversos oboístas consagrados como Albrecht Mayer, Gordon Hunt, Nicholas Daniel, Washington Barella, Thomas Indermuhle, Alex Klein, Paulo Rogério, Arcadio Minczuk e Ricardo Barbosa.

Providência

DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.

2024-01-31
Locais de realização (4)
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