| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33592510000154 | VALE S.A. | 1900-01-01 | R$ 776,3 mil |
Propõe a requalificação de uma sala de leitura penitenciária e a criação de programação de atividades educativo-culturais. A sala de leitura passará por reforma e ambientação. Seu acervo será complementado com livros novos. No espaço ocorrerá empréstimo de livros e mediação de leitura. Como produto derivado propõe oficinas de produção textual e espetáculo de artes cênicas (contação de histórias e sarau). A contrapartida social são sessões de contação de histórias em escolas públicas.
I. Sinopse do projeto Este é um projeto de incentivo à leitura em sala de leitura de presídio feminino, que visa a formação de leitores através da mediação de leitura, da contação de histórias e da produção textual. Todas as atividades previstas pelo projeto possuem classificação indicativa etária livre, assim como possuem distribuição 100% gratuitas. O público-alvo da ação são mulheres em situação carcerária, seus familiares e trabalhadores da unidade prisional. O projeto prevê as seguintes ações, a saber: - 72 sessões de mediação de leitura em voz alta: mediação de livro em roda utilizando o acervo da sala de leitura; - 72 sessões de contação de histórias: valorizará histórias da literatura universal, do domínio público e do folclore, acompanhadas de bonecos e música; - 72 oficinas de produção textual: oficina de produção textual, com foco em resenhas de livro, visando a remição de pena pela leitura; - 3 saraus literários: evento na biblioteca, com intervenções cênicas, artísticas e musicais, com duração de 2h/cada.. II. Da aquisição de livros A seleção e aquisição de livros, sob responsabilidade da coordenação, da pesquisa e dos consultores, contará com a participação das beneficiadas do projeto, após escuta. A ideia do projeto é valorizar livros que contribuam com a formação cultural, educativa e moral das reeducandas, assim como que dialoguem com seus gostos de leitura. Dos 500 livros adquiridos pelo projeto: 20% serão infantis, 60% serão juvenis e 20% serão dedicados à temática e de acessibilidade. Todos terão a classificação indicada Livre. A lista dos livros será construída na fase da pré-produção para que seja aprovada pela Administração penitenciária e, depois, adquiridos na etapa da produção. Ao final do projeto, o proponente se compromete a doar os livros aquiridos pelo projeto para que sejam um legado para a unidade prisional.
OBJETIVO GERAL Estimular a leitura em uma penitenciária feminina, através da readequação e manutenção de uma sala de leitura, que oferecerá programação de atividades educativo-culturais, tais como consulta e empréstimo de livros, mediação de leitura, contação de histórias, oficinas de produção textual e sarau, para as mulheres em situação carcerária do presídio de Marabá, no Pará, visando contribuir com a ressocialização das apenadas e aumento da sua autoestima, tal qual contribuir com a remição de pena pela leitura. OBJETIVOS ESPECÍFICOS a) PRODUTO BIBLIOTECA: Adquirir 500 livros novos; b) PRODUTO BIBLIOTECA: Realizar 72 sessões de mediação de leitura; c) PRODUTO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Realizar 3 eventos de saraus literários; d) PRODUTO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Realizar 72 sessões de contação de histórias; e) PRODUTO OFICINA/WORKSHOP/SEMINÁRIO: Realizar 72 oficinas de produção textual; f) AÇÃO PARALELA EXTRA, DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO, ALÉM DO ART. 22 da IN2/2019: Realizar 1 evento aberto e gratuito (palestra) sobre ressocialização; g) CONTRAPARTIDA SOCIAL: Realizar 10 sessões de contação de histórias em escolas da rede pública, conforme Art. 22 da In 2/2019.
Em 1994, a UNESCO/IFLA lançaram um manifesto sobre a importância de bibliotecas públicas como porta de acesso ao conhecimento e à aprendizagem dos indivíduos e dos grupos sociais. Estabelece que as bibliotecas têm como missão fortalecer o hábito da leitura, apoiar a educação, estimular a imaginação, apoiar a tradição oral, fomentar a diversidade, entre outros. Esse manifesto defende a liberdade de acesso para todos e todas as pessoas, independentemente da idade, da etnia, da religião, da nacionalidade e da língua. Afirma que as bibliotecas devem estar à disposição também daqueles que não podem usar seus serviços, como minorias linguísticas, pessoas deficientes, hospitalizadas e/ou reclusas. Destaca também que a biblioteca é um espaço de convivência vivo, essencial para a promoção da paz e do bem-estar social entre homens e mulheres. Dados da pesquisa Infopen sobre bibliotecas, do ano de 2014, indicam que 32% das unidades prisionais no Brasil possuem bibliotecas como módulo de educação. A obrigatoriedade da existência de biblioteca em estabelecimentos prisionais, com livros instrutivos, recreativos e didáticos, está prevista na Lei de Execução Penal - LEP, no seu Art. 21.Possuir uma biblioteca funcionando, com acervo e atividades culturais é importante não só para a ressocialização dos reeducandos, mas também para a remição de pena pela leitura. A remição de pena é o instrumento que permite ao preso reduzir parte do seu tempo de reprimenda, por meio do desenvolvido de atividades que promovam a sua ressocialização. Esse mecanismo está previsto na Lei 12.433/2011 e na LEP para o caso trabalho e estudo, mas a remição pela leitura foi incluída recentemente através de Recomendação CNJ n. 44/2013. Para cada obra lida, após resenha devidamente corrigida, reduzirá em 4 dias a pena da pessoa presa, tendo como limite 12 livros lidos por ano e, portanto, até 48 dias remidos na pena. Justifica-se a remição de pena pela troca dos momentos ociosos na prisão pela leitura e estudo, como forma de contribuir com reintegração social e formação cidadã do reeducando. A leitura e o estudo permitem o aprimoramento intelectual, cultural, moral e profissional do reeducando, como forma de readaptar o individuo ao meio e ao convívio social. A partir do contexto acima, o projeto propõe a readequação de um espaço existente na penitenciária localizada em Marabá, que será o palco de atividades educativo-culturais. Entendemos que o projeto é relevante por propor um meio de ressocialização de mulheres em situação carcerária, através da leitura, um meio de conquista moral e de capital cultural. Atividades educativas e a leitura e resenha de livros garantem a remição de pena, justamente por formar os reeducando para a vida além muros, quando cumprirem seu tempo na prisão. Essa remição por leitura, contudo, depende a existência de acervo, atividades educativo-culturais e de equipe dedicada à correção das resenhas, providas por este projeto cultural. Justifica-se nesse sentido, por democratizar o acesso ao livro, por dialogar com o manifesto da Unesco, por colaborar com a remição de pena e com a reintegração social das reeducandas. _____________________________________________ Trata-se de um projeto que propõe a requalificação de uma sala de leitura penitenciária e a criação de programação de atividades educativo-culturais. A sala de leitura passará por reforma e ambientação. Seu acervo será complementado com livros novos. No espaço ocorrerá empréstimo de livros e mediação de leitura. Como produto derivado propõe oficinas de produção textual e espetáculo de artes cênicas (contação de histórias e sarau). A contrapartida social são sessões de contação de histórias em escolas públicas. O projeto prevê ações em uma penitenciária, mas também prevê ações em outros lugares; não ficando esse público como único beneficiário direto das ações programadas. Citamos, como exemplo, as 10 sessões de contação de histórias em escolas da rede pública, que estão previstas como contrapartida social. Caso considere pertinente e necessário, esta Secretaria poderia sugerir mais -ou outras- ações para ampliar o público. No entanto, o proponente gostaria de ressaltar, ainda, que textos semelhantes ao do citado Art. 49 já estiveram - e estão- presentes em leis e decretos ligados à Lei 8.313/91. Assim como podemos encontrar textos semelhantes em leis estaduais e municipais de incentivo fiscal. Entretanto, não há impedimento de levar ações previstas em projetos que utilizam essas leis de incentivos fiscais às pessoas em situação de cárcere privado. O objetivo do legislador, ao criar essa norma, é ampliar o leque dos beneficiados pela lei, impedindo que recebessem o incentivo aquelas manifestações que visassem restringir o acesso ao bem cultural produzido com incentivo fiscal para favorecer um grupo privilegiado. Cabe salientar que o projeto não visa favorecer a um público privilegiado. Pessoas em situação de cárcere privado não estão em situação de privilégio. Muito ao contrário; estão pagando com a privação de sua liberdade a dívida que possuem com a sociedade. Mas nem por isso estão sujeitas a serem excluídas das obrigações que o Estado com elas possui. No Brasil, a pessoa em situação de cárcere é vista como sujeito de direitos por meio da Lei 7.210/1984 (Lei da Execução Penal - LEP) que possui diretrizes que contemplam a garantia do direito à educação e à leitura dentro dos espaços de privação de liberdade. E acima da LEP temos a Constituição Federal (CF/88), que no art. 1º, III dispõe, "Art. 1º - A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos: III - a dignidade da pessoa humana". Não estamos tratando aqui de patrocinar reformas de obras particulares, shows e eventos para um público elitizado/privado em detrimento do público em geral. Não estamos falando em privar pessoas que gostariam de ter acesso às ações. Estamos falando de como este projeto colabora com a obrigação do Estado em realizar ações que visem a promover a cidadania. O proponente afirma - e apresenta justificativas e dados na apresentação do projeto - que as ações propostas vão colaborar na ressocialização através da arte e da cultura do público alcançado. A Lei 8.313/91 preconiza já em sua primeira abordagem que o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac) tem a finalidade contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;" As ações previstas no projeto em voga visam, justamente, ampliar as ações de cultura promovidas pelo Estado levando arte, cultura, educação, cidadania e, ainda, a possibilidade de conscientização da importância de ressocialização das pessoas em situação de cárcere privado. O projeto pode ser entendido como um braço do Estado no cumprimento de suas obrigações. Ao aplicar o Art.49 do Decreto nº 10.755, de 26 de julho de 2021 de forma isolada, sem entender o objetivo do legislador e sem levar em consideração o propósito e a finalidade primordial das leis de incentivos fiscal, estaria-se inclinado a colocar à margem dessas ações diversos locais que necessitam primordialmente da ação do Estado para garantir acesso à bens culturais, tais como escolas públicas e asilos. E assim como não se pode entender escolas e asilos como locais de circuito fechado, não se pode entender o mesmo das ações previstas no projeto em voga. E ainda, se faz necessário reforçar que o referido projeto cumpre os propósitos da lei de incentivo, principalmente por levar cidadania a uma população que não tem acesso aos equipamentos culturais regulares. _______________________________________________________________________________ O projeto de enquadra nos seguintes itens do Artigo 1º da Lei n 8.313/1991: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Em tempo, serão alcançados os seguintes itens do Artigo 3º da Lei nº 8.313/1991: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos;
DESLOCAMENTOO proponente está sediado no Rio de Janeiro, de forma que a execução do projeto irá ocorrer tanto no Rio de Janeiro, quanto no Pará. As passagens para deslocamento serão utilizados pela Coordenação Geral ou pela equipe de produção para acompanhamento e monitoramento das ações locais.
À princípio, a produção estima que as atividades irão funcionar de segunda à sexta. O horário de funcionamento da sala de leitura será estabelecido pelo presídio selecionado, assim como o acesso das detentas ao espaço. Aulas serão oferecidas 3 vezes na semana. As educadoras estarão disponíveis no espaço para realizar atividades de mediação da leitura e ocorrerão oficinas, sessões de contação de história, sequências didáticas, saraus e outros, de acordo com calendário, que será construído na pré-produção. Projeto Pedagógico O projeto será desenvolvido em consonância com outros projetos semelhantes, para produzir situações significativas de aprendizagem voltadas a formação de leitores. Entre as ações a serem desenvolvidas estão: atendimento espontâneo na sala de leitura; oficinas de letramento e produção textual; contação de histórias; saraus; empréstimo de livros e materiais; e outros. A equipe irá incentivar que as presas realizem leitura, produzam textos e façam apresentações orais dos materiais criados. Esta equipe pedagógica será multidisciplinar formada por mulheres das áreas de Letras, Artes Visuais, Artes Cênicas, História, Música, Dança, Psciologia, Assistência Social, Atropologia e outros. Os profissionais passarão por formação continuada e atendimento psicológico quando necessário. A avaliação dos resultado será quantitativa e qualitativa. Quantitativa: cumprimento das metas de leitura; relatório de atividades. Qualitativa: socialização de livros entre detentas; desempenho de leitura e escrita a partir de acompanhamento continuado, entre outros. A base teórica do projeto é a aprendizagem mediada, na qual o educador não se coloca como o detentor de todo o conhecimento, mas como um facilitador, que organiza as funções cognitivas de quem aprende visando construir conhecimento. A aprendizagem mediada valoriza a troca, a escuta e a autonomia. O currículo será contextualizado, ou seja, a grade de livros e atividade não formais da ação, será contextualizado, dialogando com o dia-a-dia das detentas, com seus interesses e com conteúdos pertinentes a sua ressocialização. Material Será produzido material de formação para a equipe pedagógica, assim como materiais avulços para as atividades de letramento e produção textual com as detentas. Paginação será definida de acordo com o contexto pela equipe de educadores. Referências Teóricas do Projeto BARBOSA, Ana Mae. Arte Educação no Brasil. Perspectiva, São Paulo, 2012. BRASIL, LDB. Lei 9394/96 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado Federal. BONDÍA, Jorge Larrosa. Caminhos Investigativos I: Novos Olhares na Pesquisa em Educação. Lamparina, Rio de Janeiro, 2007 ___________________. Pedagogia Profana. Autêntica, Rio de Janeiro, 1999 ___________________. Tremores: Escritos sobre Experiência. Autêntica, Rio de Janeiro, 2014 FAILLA, Zoara (org.). Retratos da leitura no Brasil 3/ São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo: Instituto Pró-Livro, 2012. FEUERSTEIN, R.; RAND, Y. Mediated learning experience: An outline of the pr Mediated learning experience: An outline of the proximal etiology for differential development of cognitive functions. etiology for differential development of cognitive functions Baltimore: University Park Press, 1974. _____________________; HOFFMAN, M. The dynamic Assessment of Retardet The dynamic Assessment of Retardet Performance: The Learning Assessment Device, Theory, Instruments, and Techniques. echniques Glenview, Illinois: Scott, Foresman & Company, 1979.FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido, Paz e Terra, Rio de Janeiro, 2011. MORIN, Edgar. Sete Saberes Necessário para a Educação do Futuro, Editora Cortez, São Paulo, 2007 MOURA, Ana Aparecida Vieira de, MARTINS, Luzineth Rodrigues, CAXANGÁ, Maria do ROCHA, Rosário. A sequência didática aplicada à leitura: os explícitos, os implícitos e a mediação do professores. In: Leitura eMediação Pedagógica. Universidade de Brasília. Disponível em www.stellabortoni.com.br. Acesso em 03 de fevereiro de 2015. UNESCO. Manifesto sobre bibliotecas públicas, 1994. Disponível em: https://www.ifla.org/files/assets/public-libraries/publications/PL-manifesto/pl-manifesto-pt.pdf
BIBLIOTECA Acessibilidade FÍSICA: buscar por locais de realização que apresentem rampas e elevadores, alternativos à escadas; capacitar a equipe em mobilidade. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não se aplica, não resulta em custos extras. Acessibilidade de CONTEÚDO (deificiência auditiva): adquirir livros sobre cultura surda; pessoa na equipe de atendimento fluente em Libras. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Aquisição de Acervo; Assistente de bibliotecária. Acessibilidade de CONTEÚDO (deficiência visual): adquirir audiolivro e livros com temática de acessibilidade; realizar sessões de leitura para cegos e pessoas com baixa visão. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Aquisição de Acervo; Assistente de bibliotecária. OFICINA/WORKSHOP/SEMINÁRIO Acessibilidade FÍSICA: busca por locais que apresentem rampas e elevadores, alternativos à escadas; capacitar a equipe em mobilidade. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não se aplica, não resulta em custos extras. Acessibilidade de CONTEÚDO (deficiência auditiva): adotar Interprete de Libras na equipe para intermediar a comunicação na oficina. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de Libras. Acessibilidade de CONTEÚDO (deficiência visual): adotar educador capacitado em leitura para cegos, braile e educação inclusiva. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Arte educador. ESPECTÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade FÍSICA: buscar por locais de realização que apresentem rampas e elevadores, alternativos à escadas; capacitar a equipe em mobilidade. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não se aplica, não resulta em custos extras. Acessibilidade de CONTEÚDO (deficiência auditiva): adotar Intérprete de Libras nas sessões contação de histórias e nos saraus. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de Libras. Acessibilidade de CONTEÚDO (deficiência visual): adotar a audiodescrição oralizada e ofertar bonecos e cenográfias táteis. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Audiodescrição; Cenografia; Bonecos. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade FÍSICA: buscar por locais de realização que apresentem rampas e elevadores, alternativos à escadas; capacitar a equipe em mobilidade. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não se aplica, não resulta em custos extras. Acessibilidade de CONTEÚDO (deficiência auditiva): adotar Intérprete de Libras. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de libras. Acessibilidade de CONTEÚDO (deficiência visual): adotar audiodescrição oral por Narrador. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Narrador de Audiodescrição.
Em conformidade com o Art. 21 da IN 2/2019, o proponente irá adotar a seguinte medida de ampliação de acesso: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; A seguir o descritivo da ação: a) A produção fará uma palestra como atividade paralela sobre ressocialização da população carcerária, além do Art 22 da IN 2/2019. OBSERVAÇÃO 1: a produção doará os livros adquiridos para a Administração Penitenciária, deixando um legado para o presídio sede. OBSERVAÇÃO 2: o proponente se compromete a doar os bonecos e adereços do espetáculo ao final do projeto.
Proponente – Sapoti Projetos Culturais – a empresa atua na área de Educação e Cultura com ações de incentivo à leitura, produção de exposições e coordenação de projetos educativos de museus, centro culturais e sítios históricos. Há 18 anos desenvolve projetos em educação não-formal. Nos últimos dois anos a empresa este à frente de 35 ações educativas, atuando no Centro Cultural Banco do Brasil (das 4 capitais), Museu do Amanhã e Centro Cultural FIESP. A empresa coordenou o Programa CCBB Educativo (Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Brasília) e foi consultora do projeto educativo do Museu Judaico de São Paulo (2016/17). Na área de exposição produziu ?Avenida Rio Branco - 110 Anos?, na Galeria do IPHAN, no Rio de Janeiro (2015-2016). Em 2016 a diretora da empresa foi selecionada para representar o Brasil na feira Museum Connections, em Paris, pelo edital Conexão Cultura Brasil #negócios #mc2016.Coordenadora Geral - Daniela Chindler: Diretora da Sapoti Projetos Culturais e coordenadora de projetos educativos. Há 27 anos desenvolve proposta em educação não-formal. Elaborou a Visita Teatralizada da ABL que ficou em cartaz por 15 anos. Foi curadora de diversas Bienais do Livro. É escritora de livros infantis premiados, como Bibliotecas do Mundo (2012), considerado o Melhor Livro Informativo Brasileiro do Ano para crianças e jovens, pela FNLIJ. Atua como professora do curso de Curadoria Educativa da Pós-Graduação em Critica e Curadoria de Arte do Parque Lage.Flavia Rocha - Produção Uma de suas primeiras lembranças é das mãos de sua avó, fazendo cafuné e contando lendas indígenas na hora de dormir. Bacharel em Português Literaturas pela Faculdade de Letras - UFRJ, produtora cultural desde 2001 e contadora de histórias há 20 anos, Flavia adora pensar formas de explicar as coisas, procurar palavras para fazer uma ideia complicada ser mais fácil de entender e formando imagens que podem ser ?vistas? por todos. Redatora e pesquisadora, participou de diversas publicações de materiais para professores, como os cadernos de atividades do projeto Percurso Livre da Fundação Roberto Marinho. A quatro mãos escreveu ?Brincantes do Brasil – Ô abre a roda? com Daniela Chindler. No projeto Rede de Leitura foi responsável pela capacitação da equipe e ambientação de 4 salas de leitura em escolas de Pirambu, Sergipe e Pojuca, Bahia. Coordenou as educadores do Museu Light da Energia e Museu do Meio Ambiente realizando a capacitação para contação de histórias. Criou a companhia História em Família e realiza espetáculos e oficinas em escolas e eventos culturais.IZA PAES - Contação de histórias / ProduçãoLicenciada em Letras/Inglês, Iza começou como estagiária no projeto Histórias Além Muros e hoje atua como mediadora do mesmo, colabora com a seleção dos livros e da equipe. Já fez tradução para legendagem, foi monitora de língua inglesa e corretora de redação freelancer, além de ser formada em espanhol.Estefânia Nunes de Souza - Produção / Mediadoraé formada em Licenciatura em Pedagogia pela UFU (2002-2006) e pós-graduada em Supervisão, Gestão e Planejamento Educacional pela IESF (2008-2009). Foi coordenadora técnica na FASEPA de 2017 a 2023, realizando a implementação, estruturação e acompanhamento das atividades educacionais realizadas no Centro de Internação de Adolescentes Infratores (CIAM – Marabá/PA); foi coordenadora geral do CRAS de 2010 a 2016, trabalhando no processo de implementação dos programas, serviços e projetos de proteção social da Unidade; atuou como supervisora de ensino da UNOPAR de 2012 a 2014, preparando e ministrando treinamentos, atividades de aprendizado e acompanhado tarefas realizadas pelos graduandos; dentre outras experiencias nas áreas de educação e gestão de pessoas.Isabella Raianny Araujo da Silva - Arte educadora21 anos, artista em vários segmentos, como: Teatro, artes plásticas, cosplay, dança contemporânea, e música (composição e canto); Atriz do grupo ?Teatro Mania? de Parauapebas que atualmente está desenvolvendo a peça infantil musical ?A Rainha do Milho? que a mesma irá representar Milian (Rainha do Milho) e também ficou responsável por compor algumas canções. Atua na ATP – Associação de Teatro de Parauapebas, e trabalha órgão público ?Fundação Cultural do Pará?, localizado na ?Usina da Paz? de Parauapebas desde 2022, onde junto com a equipe realizam atividades culturais, como: Confecções de materiais artísticos, peças infantis, oficinas artísticas, artesanato (com crianças), contações de histórias, teatro de fantoches, entre outras atividades. Neste local, realiza suas primeiras apresentações teatrais com as peças infantis ?Chapeuzinho Vermelho? onde interpretava a personagem Chapeuzinho Vermelho, e ?O Casamento da Cuca? fazendo o papel de Cuco Antônio (Noivo da Cuca). Neste mesmo local instrui sua primeira oficina ?oficina de desenho e pintura?. Em 2022 começou a fazer aulas de Canto na ?Usina da Paz?, onde realizou algumas apresentações, e atualmente está desenvolvendo um Musical chamado ?O Sol e a Lua?, no qual ficou responsável pelo roteiro
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.