| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 09347916000197 | KAROON PETROLEO & GAS LTDA | 1900-01-01 | R$ 720,0 mil |
| 01425787000104 | REDECARD INSTITUICAO DE PAGAMENTO S.A. | 1900-01-01 | R$ 500,0 mil |
| 20346524000146 | KINROSS BRASIL MINERACAO S/A | 1900-01-01 | R$ 400,0 mil |
| 61557039000107 | ITAU SEGUROS S/A | 1900-01-01 | R$ 100,0 mil |
O plano anual do Instituto do Teatro Brasileiro para 2023 é destinado a manutenção da Instituição e também realização das atividades de formação, memória e democratização cultural. Dentro destas diretrizes esta prevista a realizacão de 1. PROGRAMAS EDUCATIVOS _ Cursos de formação para técnico de Som; técnico de Luz; técnico de palco e produção cultural (produto curso/oficina/estágio); 2.AÇÃO DE CONTRAPARTIDA SOCIAL/ PALESTRA _ Introdução ao universo teatral.
I. CURSOS DE FORMAÇÃO Iluminação Destina-se a qualificar aprendizes interessados na iluminação no âmbito das artes do palco. Deve buscar unir tecnologia de ponta com o que existe de mais artesanal nas maneiras de utilizar a iluminação, ressaltando a criatividade do técnico-artista e as alternativas na concepção de luz. Além disso, por meio da educação do olhar, deve promover a aproximação com áreas importantes para a formação do artista da luz, em especial, as artes visuais, o cinema e a música. Como requisito para a conclusão deste curso, além da frequência nas aulas presenciais, a realização de 40 horas de estágio obrigatório. Cada turma dever contar com no máximo 20 aprendizes. Sonoplastia Este curso deve enfatizar conhecimentos ligados comunicação pelo som visando prática de criação e execução de trilhas sonoras. Os estudos teóricos e práticos devem envolver diferentes meios de produção de som, música, ruídos e corpo. As propostas devem contemplar áreas como: dramaturgia sonora, teoria musical, tecnologia aplicada ao som e repertório, além de ateliês e práticas sonoras em composição, foley, gravação, edição, desenho de som, mixagem e sonorização de espaços. Cada turma dever contar com no máximo 20 aprendizes. Técnicas de palco Este curso deve voltar-se para a formação do técnico de palco, profissional que trabalha nos bastidores do teatro, auxiliando na construção e funcionamento do espetáculo. O técnico de palco pode atuar como cenotécnico, diretor de cena, contrarregra, aderecista ou maquinista de espetáculos. A formação deste profissional deve contemplar teoria e prática em ateliês e a participação em experimentos cênicos. Como requisito para a conclusão do curso, além da frequência mínima nas aulas presenciais, a realização de 40 horas de estágio em teatros e/ou produções artísticas. Cada turma dever contar com máximo 20 aprendizes. Produção em artes cênicas Este curso visa formar profissionais com conhecimentos globais, históricos, teóricos e filosóficos sobre política cultural e financiamento de cultura, além de conhecimentos específicos na legislação brasileira de leis voltadas ao setor como leis de financiamento da cultura, prêmios e editais; leis de direitos autorais; legislação trabalhista abrangentes e voltadas ao setor como trabalho em altura, acessibilidade etc. O aluno irá adquirir conhecimentos em planejamento estratégico de produção em teatro, dança, ópera e circo, assim como, em produção executiva para todas as etapas de produção. Ainda se espera que o aluno aprenda administração de projetos e prestação de contas para leis de incentivo, prêmios, editais e convênios. Para tanto, o aluno deverá acompanhar produções reais e ter conhecimentos transversais tais como atuação, direção, iluminação, sonoplastia e técnicas de palco. Como requisito para a conclusão do curso, além da frequência mínima nas aulas presenciais, será necessário a realização de 40 horas de estágio em teatros e/ou produções artísticas. Cada turma dever contar com no máximo 20 aprendizes. II. Contrapartida Social - Palestra para formação de público Os participantes serão convidados a experimentar os elementos que compõem a obra teatral através de uma relação ativa com os mesmos. Os elementos são: o espaço, a iluminação, as sonoridades, o corpo, a composição do texto, a palavra, o ator, etc. O objetivo é possibilitar aos participantes a identificação e decodificação destes elementos na obra teatral, em outras obras de arte, e, também, no próprio cotidiano.
Objetivo GeralO Plano anual do Instituto do Teatro Brasileiro para o ano de 2023 tem como objetivo a manutenção da Instituição e a realização dos programas propostos, sendo que cada programa tem os seguintes objetivos gerais:I. FORMAÇÃO DE TÉCNICOS E PRODUTORES EM ARTES CÊNICASRealização de 04 cursos em 05 cidades, totalizando 20 turmas. Os cursos serão nas áreas das artes cênicas (Iluminação, Sonoplastia, Técnicas de Palco e Produção).Ministrados gratuitamente, são cursos livres em áreas das artes cênicas e são voltados para pessoas a partir dos 18 anos de idade, visando sua profissionalização em uma das seguintes áreas de interesse:a) Iluminação; Destina-se a qualificar aprendizes interessados na iluminação no âmbito das artes do palco. Deve buscar unir tecnologia de ponta com o que existe de mais artesanal nas maneiras de utilizar a iluminação, ressaltando a criatividade do técnico-artista e as alternativas na concepção de luz. Além disso, por meio da educação do olhar, deve promover a aproximação com áreas importantes para a formação do artista da luz, em especial, as artes visuais, o cinema e a música. Como requisito para a conclusão deste curso, além da frequência nas aulas presenciais- 96 horas/aula, a realização de 40 horas de estágio obrigatório. Cada turma dever contar com no máximo 20 aprendizes.b) Sonoplastia; Este curso deve enfatizar conhecimentos ligados comunicação pelo som visando prática de criação e execução de trilhas sonoras. Os estudos teóricos e práticos devem envolver diferentes meios de produção de som, música, ruídos e corpo. As propostas devem contemplar áreas como: dramaturgia sonora, teoria musical, tecnologia aplicada ao som e repertório, além de ateliês e práticas sonoras em composição, foley, gravação, edição, desenho de som, mixagem e sonorização de espaços. Como requisito para a conclusão deste curso, além da frequência nas aulas presenciais- 96 horas/aula, a realização de 40 horas de estágio obrigatório. Cada turma dever contar com no máximo 20 aprendizes.c) Técnico de Palco; Este curso deve voltar-se para a formação do técnico de palco, profissional que trabalha nos bastidores do teatro, auxiliando na construção e funcionamento do espetáculo. O técnico de palco pode atuar como cenotécnico, diretor de cena, contrarregra, aderecista ou maquinista de espetáculos. A formação deste profissional deve contemplar teoria e prática em ateliês e a participação em experimentos cênicos. Como requisito para a conclusão do curso, além da frequência mínima nas aulas presenciais _ 96 horas/aula , a realização de 40 horas de estágio em teatros e/ou produções artísticas. Cada turma dever contar com máximo 20 aprendizes.d) Produção em artes cênicas; Este curso visa formar profissionais com conhecimentos globais, históricos, teóricos e filosóficos sobre política cultural e financiamento de cultura, além de conhecimentos específicos na legislação brasileira de leis voltadas ao setor como leis de financiamento da cultura, prêmios e editais; leis de direitos autorais; legislação trabalhista abrangentes e voltadas ao setor como trabalho em altura, acessibilidade etc.O aluno ira? adquirir conhecimentos em planejamento estratégico de produção em teatro, dança, ópera e circo, assim como, em produção executiva para todas as etapas de produção. Ainda se espera que o aluno aprenda administração de projetos e prestação de contas para leis de incentivo, prêmios, editais e convênios. Para tanto, o aluno devera? acompanhar produções reais e ter conhecimentos transversais tais como atuação, direção, iluminação, sonoplastia e técnicas de palco. Como requisito para a conclusão do curso, além da frequência mínima nas aulas presenciais _ 96 horas/aula, será necessário a realização de 40 horas de estágio em teatros e/ou produções artísticas. Cada turma dever contar com no máximo 20 aprendizes.O ITB entende que estas áreas possuem grande demanda de alunos e pouca oferta de cursos. Esta modalidade de aula tem como objetivo formar profundamente o aluno e deixá-lo habilitado ao mercado de trabalho. II. CONTRATARTIDA SOCIALPalestra de introdução ao universo teatral para público comum com objetivo de formação de público. A palestra será para até 100 pessoas (professores e alunos de qualquer nível. Desses alunos e professores, pelo menos, 50% serão de instituições públicas de ensino.)Os participantes serão convidados a experimentar os elementos que compõem a obra teatral através de uma relação ativa com os mesmos.Os elementos são: o espaço, a iluminação, as sonoridades, o corpo, a composição do texto, a palavra, o ator, etc. O objetivo é possibilitar aos participantes a identificação e decodificação destes elementos na obra teatral, em outras obras de arte, e, também, no próprio cotidiano. Objetivo específico I. FORMAÇÃO DE TÉCNICOS E PRODUTORES EM ARTES CÊNICASO Curso de formação de técnicos e produtores em artes cênicas tem como objetivos específicos:- formação de 400 profissionais em 4 áreas das artes cênicas, (80 em cada cidade);- 20 turmas de 20 alunos cada. Serão 5 turmas de cada área profissional (produção, iluminação, sonoplastia e técnicas de palco), em 5 localidades diferentes, sendo 4 cursos em Paracatú-MG, 4 cursos na cidade de São Paulo-SP, 4 cursos na cidade do Rio de Janeiro-RJ, 4 cursos na cidade de São Luis (MA) e 4 cursos na cidade de Florianópolis-SCa) Curso de Iluminação (1 turma em cada cidade com 20 vagas cada turma) - total de 100 vagas.b) Curso de Sonoplastia (1 turma em cada cidade com 20 vagas cada turma) _ total de 100 vagas.c) Curso de Técnicas de palco (1 turma em cada cidade com 20 vagas cada turma) _ total de 100 vagas.d) Curso de Produção em artes cênicas (1 turma em cada cidade com 20 vagas cada turma) _ total de 100 vagas. II. CONTRAPARTIDADE SOCIALRealização de 1 palestra de Introdução à linguagem teatral, atingindo um público de 100 pessoas (professores e alunos de qualquer nível. Desses alunos e professores, pelo menos, 50% serão de instituições públicas de ensino).
O Instituto do Teatro Brasileiro nasceu pautado em 3 pilares principais: a democratização do teatro, a formação de plateia e a preservação da memória do teatro brasileiro. O teatro é uma arte efêmera, onde a contemplação ocorre simultaneamente a ação. Diferente de outras obras artísticas, como artes visuais ou cinema, o teatro não pode ser contemplado posteriormente a sua realização. Isto faz com que seja fundamental o registro de sua memória. Em virtude da pandemia mundial o teatro teve suas atividades canceladas, exigindo dos profissionais da área, uma adequação a nova realidade, promovendo inovações e criando a necessidade de aprofundamento de conhecimentos. Neste momento muitos dos trabalhadores das artes cênicas procuram _ por interesse próprio e também por demanda do mercado _ profissionalização de seus afazeres e aprofundamento de conhecimentos e neste sentido o ITB procura atender a esta demanda do mercado oferecendo cursos profissionalizantes em 4 áreas das artes cênicas. Como ensinar teatro em momento de isolamento social? O teatro parte de uma premissa fundamental: o encontro. O mínimo necessário é ter alguém se apresentando e outra pessoa assistindo. Visto desde os primórdios ao longo da história da humanidade, o teatro como o conhecemos hoje é um presente da Grécia Antiga. Uma arte que sempre se adaptou às situações e possibilidades sociais, financeiras e tecnológicas de sua época. Sendo assim, para a demanda de iniciar uma escola em um momento em que paramos de fazer teatro por não podermos reunir as pessoas, encaramos o desafio como mais um movimento de adaptação, assim como a oportunidade de mantermos os profissionais da área trabalhando sob o atual cenário, tudo isso sob a grandiosa missão de ensinar esse ofício a pessoas com pouco ou nenhum acesso a escolas tradicionais de teatro. Para responder à proposta, foram convidados alguns dos mais importantes artistas pedagogos do Brasil hoje: Maria Thais e Guti Fraga. Maria Thais é pós-doutora em Artes cênicas com trajetória reconhecida internacionalmente, foi diretora/pedagoga da Moscow Theatre - Scholl of Dramtic Art/Rússia, responsável pela concepção, implantação e coordenação do projeto Escola Livre de Teatro (ELT), reconhecido pela inovação pedagógica, e teve extensa carreira acadêmica nas universidades USP e Unicamp, contribuindo para a evolução dos cursos e suas grades pedagógicas. O outro profissional que completa este trabalho é Gutti Fraga. Fraga é mundialmente famoso pelo projeto Nós do Morro que, entre centenas de premiações, foi reconhecido pela Unesco. A iniciativa exemplar tem feito, ao longo de 34 anos, a diferença para inúmeras pessoas nascidas no Vidigal, RJ. Com a ajuda de uma turma de docentes e artistas convidados, esses dois profissionais e pedagogos se propuseram a responder a nossa pergunta. Evidente que não partiremos do zero, mas de um programa pensado antes da pandemia, o qual previa a formação de profissionais da área dentro de uma metodologia já testada com os melhores resultados. Algumas premissas serão mantidas e outras serão criadas especialmente para o projeto, a fim de atender ao novo contexto e a realidade local onde vai acontecer cada curso. Corpo Docente Uma escola que se propõe a atender alunos de todo o país precisa compreender a diversidade na qual está inserida. O Brasil possui, em todas as suas regiões, artistas criativos do mais alto escalão com quem podemos aprender os diversos modos de fazer teatro. Seria limitador impor uma metodologia de ensino única a regiões tão ricas culturalmente como as dos nossos diferentes estados. A escola pretende ter um corpo docente de professores das cidades nas quais atuará, os quais também farão trocas com os demais mentores, numa proposta de intercâmbio enriquecedora. Como facilitadores dos cursos regulares, foram escolhidos alguns profissionais que comungam dos mesmos princípios humanistas que pretendem atender de maneira diversa a cada curso. São eles: (I) Iluminação, sonoplastia e técnicas de palco: André Prado (II) Produção e gestão em artes cênicas: Gabriel Fontes Paiva De acordo com o artigo Art. 1° da Lei 8313/91 o projeto se enquadra nos seguintes itens: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Bem como os seguintes objetivos do Art. 3º I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.
SOBRE MATERIAIS DAS OFICINAS (PRODUTO CURSO) Na execução das oficinas (produto Curso) está previsto que cada turma irá construir uma Maquete de Palco Italiano. A maquete será construída em sala de aula com os alunos. Cada turma ficará responsável por seu departamento na construção do protótipo, ou seja, a turma de cenografia ficará responsável pela infra-estrutura física (palco, varas, sistema de polias, cortinas, bambolinas, pernas, sistemas de contrapeso etc), a turma de iluminação construirá as varas elétricas, o sistema de dimmers, o sistema de controle dmx, a interface de controle e etc. A turma de sonorização irá fazer o dimensionamento e instalação do sistema de som e, por fim, a turma de produção irá fazer a gestão do recurso. O valor previsto no orçamento para compra de material é prioritariamente para compra dos materiais de execução destas maquetes, além de materiais gerais utilizados no decorres das aulas. Abaixo segue lista com exemplos de materiais necessários para a construção dos protótipos (maquetes) Materiais específicos para Oficina de Iluminação 4 refletores mini elipsoidais 2 refletores mini moving lights 4 refletores mini par leds 4 micropares Módulos de eletrônica Sistemas de controles Cabeamento Materiais específicos para oficina de Técnicas de palco Cordas/cordões Chapas de madeira Sarrafos de madeira Tubos de PVC Tintas Tecidos Mini polias Pequena quantidade de linóleo (+- 3 metros quadrados) Materiais específicos para oficina de Sonorização 1 Microfone dinâmico 2 microfones condensadores (cápsula peque na e cápsula larga) 1 Interface de áudio Caixas de som Sistemas de controle Cabeamento Materiais específicos para oficina de Produção Cadernos Cartolina Flip-chart Canetas Ferramentas Alicates de corte, bico, universal, decapagem e criadagem Estação de ferro de solda Jogos de chaves (Fenda e Philips) Grampeador Tesoura Martelo Chave inglesa EPI’s (12 conjuntos com óculos, luvas, etc) kit de segurança NR10 (cinto, capacete, âncoras) Instrumentos de medição e ferramentas elétricas Multímetro Alicate amperímetro Itens técnicos de consumo Estanho Parafusos Grampos Cola Fitas isolantes Fitas crepe Fita Rosco Terminais de crimpagem Soquetes Lampadas Plugues XLR e Energia Lubrificantes Arame Areia (Saquinhos de 100gr para simular os contrapesos) SOBRE AS PASSAGENS AÉREAS Foram inseridas no deslocamento e também na planilha orçamentárias as seguintes passagens aéreas: TRECHO São Paulo / Rio de Janeiro - QUANTIDADE: 6 TRECHO Rio de Janeiro / São Paulo - QUANTIDADE:6 TRECHO São Paulo / Ipatinga - QUANTIDADE: 6 TRECHO Ipatinga/ São Paulo - QUANTIDADE: 6 TRECHO São Paulo / Salvador - QUANTIDADE: 6 TRECHO Salvador / São Paulo / QUANTIDADE: 6 TRECHO São Paulo / São Luis - QUANTIDADE: 6 TRECHO São Luis / São Paulo / QUANTIDADE: 6 JUSTIFICATIVA: essas passagens, e as hospedagen e alimentação são para os COORDENADORES dos 4 cursos (Iluminação, Sonoplatia, Técnicas de Palco e Produção) realizarem encontro presencial com a equipe local para orientação, formação e instruções de execução das oficinas, além de ministrar aulas.
I. CURSOS DE FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA Curso de Iluminação: 96 horas aula + 40 horas de estágios; Curso de Sonoplastia: 96 horas aula + 40 horas de estágios; Curso de Técnicas de palco: 96 horas aula + 40 horas de estágios; Curso de Produção e gestão em artes cênicas: 96 horas aula + 40 horas de estágios. VAGAS Curso de Iluminação: 80 vagas (20 em cada cidade); Curso de Sonoplastia: 80 vagas (20 em cada cidade); Curso de Técnicas de palco: 80 vagas (20 em cada cidade); Curso de Produção e gestão em artes cênicas: 80 vagas (20 em cada cidade). PÚBLICO ALVO pessoas com idade mínima de 18 anos e ensino médio completo, com especial atenção para indivíduos provenientes de contexto de baixa renda ou situação de vulnerabilidade, que serão classificados nos perfis “interessados”, “iniciados” e/ou “especialistas”, de acordo com as seguintes definições: - Interessados: pessoas com pouco ou nenhum conhecimento específico sobre determinada linguagem ou tema, que buscam contato com conteúdos ou vivencias; - Iniciados: indivíduos com algum repertório constituído sobre linguagens artísticas ou questões culturais que buscam aprofundamento e experimentação; - Especialistas: profissionais de campos especializados ou possuidores de repertório e habilidades avançadas. II. CONTRAPARTIDA SOCIAL CARGA HORÁRIA 2 horas de duração VAGAS 100 pessoas PÚBLICO ALVOMaiores de 16 anos, estudantes e professores com foco em instituições públicas de ensino.
CURSO DE FORMAÇÃO Acessibilidade física: realização de atividades em local com acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida e adaptados para pessoas com obesidade; Acessibilidade para deficientes visuais: realização de áudio descrição para inscritos com deficiência visual (item orçamentário MONITORES); Acessibilidade para deficientes auditivos: realização de tradução em libras para inscritos com deficiência auditiva(item orçamentário MONITORES). CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: realização de atividades em local com acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida e adaptados para pessoas com obesidade; Acessibilidade para deficientes visuais: realização de áudio descrição para inscritos com deficiência visual (item orçamentário MONITORES); Acessibilidade para deficientes auditivos: realização de tradução em libras para inscritos com deficiência auditiva (item orçamentário MONITORES).
Seguem as medidas do artigo 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania que serão adotadas nos produtos do projeto: X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Secretaria Especial de Cultural – o projeto oferecere curso profissionalizante gratuito para população de baixa renda.
Gabriel Fontes Paiva é o diretor executivo da Instituição e portanto, responsável por coordenar todas as atividades do Instituto. Relação com captadores para prospecção de investimentos; parceria e convênios com outras instituições que forneçam espaços para cursos ou apresentações, divulgação, estágios para alunos das oficinas; contratação de coordenadores pedagógicos e professores; contratação de espetáculos infantis; contratação de equipe de produção e montagem para espetáculos infantis; contratação de equipe de assessoria de imprensa e de divulgação para as atividades; Direção executiva do Instituto do Teatro Brasileiro - Gabriel Fontes Paiva Consultoria pedagógica – Maria Thais Coordenação de Oficinas – André Prado Responsável jurídica - Cristiane Garcia Olivieri Executiva financeiro/administrativa – Luana Gorayeb CURRÍCULOS Gabriel Fontes Paiva – Direção Executiva Idealizou e realizou mais de 80 projetos culturais de destaque fundamentados em pesquisas e experimentações cênicas e construídos coletivamente com alguns dos principais artistas do teatro e da música da atualidade no Brasil. Dirige espetáculos de teatro com destaque para “Marte, Você Está aí?” e “Uma Espécie de Alasca”. Concebe e dirige espetáculos musicais como a série Na Mira da Música Brasileira. Atua como curador, pesquisador e editor em projetos culturais de caráter documental, histórico e pedagógico como as mostras "Murilo Rubião - O Reescritor Fantástico", "Mostra Contemporânea de Arte Mineira" e a publicação "O Continente Negro". Possui seu escritório de produção cultural desde 2001, a Fontes Realizações Artísticas. É diretor artístico da companhia teatral que fundou em 2005 juntamente com Yara de Novaes e Débora Falabella, o Grupo 3 de Teatro. Desde 2004, realiza os concertos do Projeto Memória Brasileira, ao lado de Myriam Taubkin. É presidente da APTI (associação dos produtores teatrais independentes), por onde colabora para a construção e o aprimoramento de políticas, leis e prêmios para a cultura em âmbito nacional, estadual e municipal. Ministra oficinas de política cultural, produção e formação de plateia para artistas, produtores e programadores. Endereços eletrônicos para conhecer melhor seu trabalho: www.fontes.art.br www.grupo3.art.br www.youtube/namiradamusicabr Maria Thais - Consultoria pedagógica Professora-Doutora na área de Interpretação e Direção Teatral no Departamento de Artes Cênicas da ECA/USP. Ministra disciplinas no Programa de Pós-Graduação e orienta pesquisas. Também é diretora da Cia Teatro Balagan. Foi professora do Departamento de Artes Cênicas na Unicamp e responsável pela concepção, implantação e coordenação do projeto Escola Livre de Teatro, do Departamento de Cultura de Santo André. Neste período, paralelamente às atividades pedagógicas, organizou e produziu junto a esse departamento, em colaboração com o Festival Internacional de Londrina, duas Mostras Internacionais de Teatro e a Mostra Odin Theatre, além de assessorar a política teatral realizada por esse órgão. Participou (1998/99 e 2001) como diretora-pedagoga na Moscow Theatre – Scholl of Dramatic Art/Rússia dirigida por Anatoli Vassiliev. Foi professora em instituições de formação de atores e ministrou cursos, oficinas, palestras em diferentes instituições. André Prado - Coordenação de Oficinas Iniciou seus estudo acadêmicos no curso de Comunicação Social pela Universidade São Judas Tadeu. É formado em Eletroeletrônica pela Escola SENAI Jacob Lafer, estudou Iluminação cênica com o diretor Roberto Lima. Tem atuado como iluminador de muitos grupos da cena teatral, música e da dança paulistana. Foi coordenador técnico do Projeto Piloto e da primeira gestão da ocupação artística da antiga Escola Municipal de Bailados de São Paulo, hoje CRDSP (Centro de Referência da Dança da Cidade de São Paulo) em uma parceria da Cooperativa Paulista de Dança com a Prefeitura de São Paulo e uma série de mostras e festivais como a “Mostra do Fomento à Dança de 2016”, A 2º edição da Mostra Latino-Americana “Contradança” em 2001 e latino americana, “Dança à Deriva” em 2015.No campo da formação, ainda no CRD foi responsável por implantar e ministrar oficinas de iluminação cênica e tecnologias teatrais voltadas para público específico (artistas residentes do CRD) e público livre com duração de um ano no período em que foi coordenador técnico do espaço. Realizou uma série de oficinas livres ocorridas na cidade em São Paulo por meio de contrapartidas oferecidas em editais públicos diversos e um curso livre na Bolívia, com certificação do consulado brasileiro do país, voltado à artistas locais. Cristiane Garcia Olivieri - Responsável jurídica Advogada com especialização em Gestão de Processos Comunicacionais e Culturais pela ECA-USP e Mestrado em política cultural pela ECA-USP. Master em Administração das Artes pela Universidade de Boston (USA), com bolsa Virtuose do Ministério da Cultura. Diretora da Olivieri e Associados Advocacia (www.olivieriassociados.com.br), atuando na área de consultoria para cultura, comunicação e entretenimento há 30 anos. Co-autora do Guia Brasileiro de Produção Cultural, editado desde 2007, e última edição “Cidades” em 2016, e autora do livro “Cultura Neoliberal – Leis de incentivo como política pública de cultura”. Integrante do Forum Brasileiro de Direitos Culturais (www.fbdc.com.br) e da Comissão das Artes da OAB/SP. Luana Gorayeb - Executiva financeiro/administrativa Gestora e Coordenadora de Projetos Culturais com experiência há mais de 20 anos. Graduada em administração de empresas iniciou sua carreira no cinema em 1997 como assistente de produção nas filmagens de “Cronicamente Inviável”, de Sérgio Bianchi. Em 2000, participa de seu primeiro projeto teatral quando integra a equipe de produção do espetáculo “Subúrbia” sob a direção de Francisco Medeiros. De lá pra cá vem se especializando na área trabalhando com profissionais e companhias como: Maria Thais / Cia Balagan, Johanna Albuquerque, Cia do Feijão, Cia Brasileira de Teatro e Grupo 3 de Teatro, companhia em que trabalha desde 2006, onde participou da produção dos 6 espetáculos do repertório do grupo. Desde 2005 também realiza trabalhos musicais junto ao Projeto Memória Brasileira de Myriam Taubkin. Atualmente é Gestora de projetos da Fontes Realizações, Grupo 3 de Teatro e Projeto Memória Brasileira.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.