| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 61602199000112 | COMPANHIA ULTRAGAZ S A | 1900-01-01 | R$ 250,0 mil |
| 93015006000113 | COMPANHIA ZAFFARI COMERCIO E INDUSTRIA | 1900-01-01 | R$ 150,0 mil |
| 04781843000123 | Distribuidora Memphis Ltda | 1900-01-01 | R$ 65,0 mil |
| 92665611000177 | DIMED S.A Distribuidora de Medicamentos | 1900-01-01 | R$ 40,0 mil |
| 20491112000108 | SCHONSTATT VEICULOS LTDA. | 1900-01-01 | R$ 27,0 mil |
| 11408138000140 | VIVERE VEICULOS LTDA | 1900-01-01 | R$ 15,0 mil |
| 90298993000112 | ASSOC DAS EMPRESAS DE TRANSP DE PORTO ALEGRE | 1900-01-01 | R$ 7,7 mil |
| ***738200** | MARIA AMELIA ALVES DE CAMPOS | 1900-01-01 | R$ 4,0 mil |
O projeto pretende dar continuidade as oficinas de música instrumental, canto e dança, para crianças e adolescentes de modo presencial; um espetáculo presencial no final do ano realizado no Theatro São Pedro, além de apresentações em espaços sociais ao longo do projeto. Desta forma, o projeto irá manter o funcionamento da Escola de Música de ações socioeducativas, tendo a música como pilar de transformação social. Todas as atividades são gratuitas e serão realizadas em Porto Alegre (RS), salvo as participações em eventos em outros municípios do Estado.
Não se aplica!
Objetivo Geral Ser referência como espaço de educação musical e acesso a cultura de forma gratuita a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, executando programas socioeducativos e artísticos, preparando-os para atuarem como disseminadores da cultura em suas comunidades. Objetivos Específicos 1. Realizar oficinas musicais para 410 crianças e adolescentes com idade entre 6 a 17 anos, deste total: 145 são atendidos no Multipalco do Theatro São Pedro e 265 na Associação das Creches Beneficentes do Rio Grande do Sul ACBERGS; 2. No primeiro semestre, postar diariamente, vídeos de diferentes oficinas para os educandos através das mídias sociais da Sol Maior, priorizando o canal da ONG no Youtube, bem como disponibilizar materiais para exercícios teóricos musicais; 3. Realizar oficinas coletivas, individuais e em grupos em modalidades específicas: oficinas teóricas relacionadas as habilidades instrumentais; oficinas práticas com coro e dança; oficinas práticas de instrumentalização com oficinas e ensaios 4 vezes por semana, no Multipalco do Theatro São Pedro e na sede administrativa da Sol Maior, além de horários de ensaios; 4. Disponibilizar acesso das oficinas presenciais de forma online para os alunos com dificuldade de acesso no período de pandemia; 5. Contribuir para o fortalecimento dos vínculos familiares, comunitários e sociais, com apresentação nas escolas parceiras do projeto, realização de passeios de integração das turmas e reuniões periódicas com as famílias; 6. Realizar oficinas na ACBERGS, com as crianças e adolescentes do serviço de convivência e fortalecimento de vínculos, oriundos de 17 comunidades do entorno; 7. Realizar ensaios abertos, no segundo semestre de 2022, oportunizando ao acesso as famílias e comunidade local preparando-os para o espetáculo final; 8. Realizar sarau cultural aberto no espaço do Multipalco, agregando todas modalidades culturais do projeto, com acesso livre para familiares, apoiadores do projeto e população em geral, respeitando as normas vigente do período; 9. Realizar um grande espetáculo com o resultado das oficinas em dezembro 2022, no Theatro São Pedro em Porto Alegre.
A desigualdade social é a diferença existente entre as classes sociais, levando-se em conta os fatores econômicos, educacionais e culturais. No Brasil, essa disparidade é amplamente expressiva quando avaliamos os dados de desenvolvimento humano, incluindo o acesso à educação, renda e moradias precárias de grande parte da população, evidenciando um abismo imenso entre as extremas classes sociais. A ausência de fomento da efetivação das políticas públicas traz como consequência o aumento dos índices das vulnerabilidades, riscos e violação de direitos da população em geral e, especificamente, na realidade e desenvolvimento de crianças e adolescentes que, com a falta de oportunidades e garantia de seus direitos, acabam vivenciando e se direcionando para outros caminhos, incluindo a criminalidade. Outro agravante o qual todos estamos convivendo é o crescimento da pobreza diante da crise sanitária mundial _ COVID 19, que deu outro norte de atuação para as entidades sociais que se desafiaram a inovar o modo de atendimento, mesmo com pouco respaldo do poder público, não deixando de atender esse público fragilizado. A dificuldade de acesso aos serviços das demais políticas públicas, também contribui para o agravamento desse quadro. Diante disso, se percebe crescente número de famílias em situação de mendicância, crianças nas sinaleiras corroborando com o aumento de casos de trabalho infantil e situação de rua. Consequentemente, também é desencadeada a fragilização dos vínculos familiares e comunitários, o que fez com que uma das nossas ações fosse o deslocamento até os territórios dando ênfase na função protetiva. Assim, a Associação Sol Maior busca se renovar e replanejar, diante do cenário atual, compondo a rede privada do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), a fim de atuar na promoção da igualdade e garantia de direitos, através de atividades que tenham a cultura como ferramenta no desenvolvimento do exercício da cidadania plena. A cultura associada aos processos socioeducativos tem se mostrado uma grande aliada na formação de cidadãos íntegros e participativos. Deste modo, apresentamos o presente projeto como proposta de elevação da Cultura a este grupo específico, fazendo desta uma ferramenta real de transformação significativa e de impacto na vida das crianças e adolescentes e suas famílias, atingindo direta e indiretamente mais de 2000 mil pessoas. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto se enquadra no Art. 3º da Lei 8.313, de 1991. Inciso I - alínea "c", com a manutenção de escola permanente de música e dança; Inciso II - alínea "c", pela realização de apresentações de música e dança gratuitas, em espaços públicos ou instituições, e abertas à comunidade.
Projeto pedagógico em anexo!
Acessibilidade Física: A sede da Sol Maior conta com acessibilidade física para pessoas com mobilidade reduzida (rampas de acesso - espaço livre de barreiras que impeçam o seu acesso ou tornem o caminho inseguro ou perigoso, com barras de apoio nos lugares necessários. Os banheiros são adaptados para pessoas com dificuldades de locomoção. OFICNAS Acessibilidade Física: As oficinas presenciais ocorrerão em locais com os requisitos de acessibilidade física para pessoas com mobilidade reduzida (rampas de acesso - espaço livre de barreiras que impeçam o seu acesso ou tornem o caminho inseguro ou perigoso, com barras de apoio nos lugares necessários. Os banheiros são adaptados para pessoas com dificuldades de locomoção. A Sol Maior colocará a disposição um monitor para assessorar o deslocamento destes alunos na transição de salas, banheiros ou outros espaços de socialização. As atividades da Sol Maior são elaboradas para todas as pessoas, com ou sem deficiência. Quanto aos recursos para as tais acessibilidades, as despesas com acessibilidade física, rampa, barras, portas largas com fácil sistema de aberturas, são de contrapartida Institucional, visto que já há nos espaços onde o projeto é realizado os cuidados com este público. Para auxiliar os alunos com tais necessidades, haverá monitores disponíveis que fazem parte da rubrica para custear essas medidas. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: "Monitores". Acessibilidade para deficientes visuais: Processo de Inscrição e Oficinas: A Sol Maior disponibilizará desde o primeiro contato com as famílias durante o processo de inscrição, preenchimento das fichas até a condução nas oficinas, um profissional, educador que auxiliará na audiodescrição. Para as oficinas, será disponibilizado um monitor que ficará auxiliando caso seja necessário, fazendo a audiodescrição das atividades realizadas pelo educador com a sua turma. Quanto aos recursos financeiros para tais acessibilidades: as despesas com audiodescrição para o processo de seleção e a metodologia simplificada e acessível serão realizadas através da contratação de monitores e educadores conforme consta na Planilha Orçamentária, item recursos humanos. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: "Educadores e monitores", cujo produto final será a produção musical. Acessibilidade para deficientes auditivos: Nas oficinas da Sol Maior não tem alunos com deficiência auditiva, entretanto aas oficinas disponibilizas nas redes da instituição, contam com legadas. Para as oficinas virtuais: Para as oficinas disponibilizadas no canal do Youtube, haverá legenda para garantir a acessibilidade de deficientes auditivos, para que eles possam acompanhar orientações das oficinas. Esse recurso estará disponível nos vídeos semanais postados pelos educadores e monitores. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Quanto o recurso para tal acessibilidade, será contrapartida institucional sendo realizado pelos próprios educadores responsáveis pelo canal da Sol Maior no Youtube. APRESENTAÇÃO MUSICAL Acessibilidade física: Para apresentação de final de ano serão disponibilizados espaços adaptáveis no Theatro São Pedro, próximos do palco e com fácil locomoção. Além disso, estão disponíveis mães auxiliares do projeto que farão a condução destes ao espetáculo. Para as atividades de apresentação, serão disponibilizados locação de transporte com adaptação para deslocamento dos alunos com dificuldades motoras. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Locação de transporte com acessibilidade (se houver necessidade) para as apresentações estão previstas na rubrica de transporte. Para assistir os ensaios abertos e espetáculo de final de ano: Acessibilidade física: Para tais atividades, ensaios abertos e acesso aos espetáculos da Sol Maior, haverá lugares reservados para pessoas com dificuldades de locomoção disponibilizados em frente ao palco. No caso do espetáculo no Theatro São Pedro, o espaço segue as medidas de acessibilidade conforme as normas exigidas. Haverá voluntários, mães da instituição que acompanharão essas pessoas até os espaços reservados e adaptados. Quanto aos recursos para tais medidas, rampas, portas, marcações, serão de contrapartida institucional no projeto, não sendo solicitada na planilha orçamentária do projeto. Quanto os responsáveis pela condução, orientação das pessoas com dificuldade em locomoção, serão voluntários, não constando assim nas planilhas orçamentárias do projeto. Acessibilidade para deficientes visuais: Espetáculo final de ano e apresentações em espaços sociais: Serão realizadas audiodescrição do espetáculo de final de ano, através de uma pessoa contratada para fazer a narrativa do espetáculo para garantir a acessibilidade de deficientes visuais. Serão disponibilizados alguns lugares no Theatro São Pedro para este grupo específico. Para as demais apresentações em espaços sociais, cada grupo de alunos com seus educadores farão a audiodescrição. Quanto aos recursos financeiros para tal acessibilidade, a Sol Maior deverá contratar um profissional especificamente para apresentação do Espetáculo de final de ano que fará a locução do mesmo Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: “Apresentador / locutor”. Acessibilidade para deficientes auditivos: A apresentação final conta com intérprete de libras. O espetáculo de Final de ano da Associação Sol Maior contará com a participação de um intérprete de LIBRAS, para garantir a acessibilidade para deficientes auditivos que participarem deste evento, através de uma tradução fluente em tempo real. Quanto aos recursos financeiros para tal execução da acessibilidade, as despesas com a contratação do intérprete de LIBRAS, está contemplada nas rubricas do projeto, na planilha orçamentária, Produção e execução intérprete de LIBRAS. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Apresentação Musical / Produção e Execução "intérprete de LIBRAS". CONTRAPARTIDA SOCIAL: Ação Formativa Acessibilidade física: As contrapartidas sociais ocorrerão em escolas públicas com os requisitos de acessibilidade física para pessoas com mobilidade reduzida (rampas de acesso - espaço livre de barreiras que impeçam o seu acesso ou tornem o caminho inseguro ou perigoso. Construído e sinalizado, conforme especificado. Acessibilidade para deficientes visuais: As contrapartidas sociais contarão com profissionais e recursos de audiodescrição, inclusive no processo de matrículas terá a disponibilidade de um profissional, monitor ou educador para facilitação. Estas despesas com audiodescrição não constam nas planilhas, pois serão de contrapartida da Instituição. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: “Educador”. Acessibilidades para deficientes auditivos: As contrapartidas sociais contarão com profissionais intérpretes de Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS). As despesas com intérprete de libras foram inseridas na planilha orçamentária. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: “Intérprete de libras”.
Com relação à democratização do acesso, conforme o Art. 20, da Instrução Normativa nº 2, de 23 de abril de 2019, o projeto é 100% gratuito. O produto principal do projeto são oficinas musicais para 410 crianças e adolescentes com idade entre 6 a 17 anos, deste total: 145 são atendidos no Multipalco do Theatro São Pedro e 265 na ACBERGS. Para ampliar a acessibilidade ao produto final do projeto, que é a música e a dança apresentada pelos alunos da Sol Maior, o projeto proporciona apresentações dos alunos em locais que atendem permanentemente este público. Os custos envolvidos nestas apresentações são apenas do transporte, que já consta na planilha orçamentária. Dentro da proposta de inclusão e inserção social, por meio da música, a Associação Sol Maior cria suas ramificações em comunidades que compõem áreas de extrema vulnerabilidade social na cidade de Porto Alegre. São realizadas apresentações dos alunos em espaços públicos como Praças e Parques da cidade, promovendo a cultura a todos que passarem pelo local, desde as famílias até a população de rua. Estas apresentações uma estimativa alta de pessoas, devido as datas em que são realizados e os dias de maiores movimentos nestes espaços. Para as apresentações realizadas em hospitais e outras instituições sociais, a estimativa de público é de 900 pessoas e sua comprovação será feita por meio de registros de fotos, postagens nas redes e declaração em forma de carta emitida pelas próprias instituições. Nas apresentações em escolas, estima-se um público de 500 pessoas e no Encontro de Coros, mais 200 pessoas. A apresentação de final de ano, realizada no Theatro São Pedro, também de entrada livre e gratuita, tem seus 666 convites distribuídos às famílias dos alunos e às escolas que eles frequentam, não sendo necessário ter o convite para acessar o teatro, que fica aberto para receber o público até o limite da sua lotação. (Essas apresentações ainda ficam condicionadas as mudanças de decretos respeitando as normas sanitárias). As escolas receberão os ingressos e essa distribuição será comprovada conforme o Art. 20 da Instrução Normativa nº 2, de 23 de abril de 2019. Entre o público estimado destacamos: • Alunos de escolas públicas • Professores da Rede Pública de Ensino • Crianças e adolescentes em vulnerabilidade social em entidades de Assistência Social • Idosos em asilos • População de rua nos eventos abertos • Pessoas com necessidades especiais – Assim, chega-se ao número estimado de 2500 pessoas mais ainda (dependendo das condições referente às orientações do poder público em relação à crise Sanitária). Estimamos atingir este público ao longo do projeto. Entretanto, a principal medida de democratização de acesso oferecida pelo projeto é a realização de aulas de música Associação das Creches Beneficentes do Rio Grande do Sul, no Bairro Humaitá, atendendo também a comunidade da Vila Farrapos. Estas aulas serão realizadas nas sextas-feiras com a presença dos professores da escola e em outros dias da semana abraçando com mais qualidade os beneficiários do projeto. As oficinas nesta comunidade serão: Dança, percussão, violão, teclado, flauta e cavaquinho. Os alunos de cada uma das comunidades atuarão como monitores nestas aulas, atendendo ao previsto no inciso VI do Art. 21 da IN nº2/2019. O projeto já oportunizou a 11 jovens de comunidades exercerem as funções de monitores, auxiliando os educadores nas oficinas e expandindo a atuação da Sol Maior nas comunidades do Humaitá e Vila Farrapos, que abraçam mais de 17 vilas da zona norte de Porto Alegre. Estes Monitores são educandos que ao longo dos anos foram se destacando pela superação de suas vulnerabilidades através das ações desenvolvidas pela Ong e hoje contribuem para o crescimento significativo e qualitativo dos atendimentos. Importante lembrar que esses monitores permanecem neste cargo no período máximo de dois anos, para que possamos oportunizar o surgimento de novos monitores no projeto. O evento contará com a participação de convidados especiais e será registrado em vídeo e disponibilizado no site do projeto. Conforme art. 21 da Instrução Normativa nº 2, de 23 de abril de 2019, o projeto prevê a seguinte distribuição: Produto oficinas: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20; II - oferecer transporte gratuito ao público; VI - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Apresentação final: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como: 2 ensaios abertos; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil.
Coordenação-geral do projeto: Proponente (Sol Maior) atividade não remunerada. O proponente é responsável pela concepção do projeto, bem como pela gestão administrativa e técnico-financeira. Coordenação Pedagógica: Douglas Daniel da Silva Portilho Pedagogo FAPA 2014. Psicologia Escolar pela Universidade Pedagógica da Beira – Moçambique 2008.Magistério – Escola Estadual 1° de maio 1999 / 2003. Ensino Fundamental – Escola Estadual Carlos Barbosa Gonçalves 1990 /1998. EXPERIÊNCIAS PROFISSIONAIS: 1999 / 2001 – Educador Social. ACBERGS –Associação das Creches Beneficentes do Rio Grande do Sul. 2003 – Professor da turma de 1ª série da Escola Estadual José Garibaldi. 2004 / 2006 – Coordenador Pedagógico do SASE – Serviço de apoio sócio educativo da Região Humaitá, Navegantes. 2006 / 2008 – Coordenador Escolas comunitárias em Moçambique, na cidade da Beira. 2009 – Educador Social PAIF – Programa de atenção integral a família nas regiões da lomba do Pinheiro e Partenon. 2009 – Educador social Fundação Pão dos Pobres. 2010 a2012 – Coordenador Pedagógico do CATI – Fundação Pão dos Pobres. 2012 e 2016 – Coordenador Pedagógico Escola de Música Sol Maior. Realiza 200h mensais diretas na instituição ao longo de cada mês de segunda a sexta feira, fazendo atividades extras em sábados, domingos, ficando integralmente disponível para atender as demandas conforme as necessidades do projeto. Atua não apenas na organização, planejamento e execução das oficinas, mas também como o grande organizador e articulador, promovendo a interface entre Sol Maior, famílias e demais políticas públicas. Representa a Instituição nos Conselhos Municipais, Fóruns e é também o grande responsável e idealizador do Espetáculo de Final de ano da Associação Sol Maior. Zela diariamente pelo pleno desenvolvimento das atividades, criando planos de ação e intervenção individual para cada criança e adolescente respeitando suas especificidades.O coordenador elabora os relatórios de comprovação de execução física dos projetos, constrói as agendas do ano, orienta a equipe para que os projetos sejam executados da forma como foram planejados. Assistente social: Alessandra Mazzei Graduada em Serviço Social - Ulbra/ RS. Suas atribuições são: atendimento e acompanhamento acrianças e adolescentes em vulnerabilidade social, bem como seus familiares, realização de encaminhamentos a serviços das demais políticas públicas, promovendo a inclusão social. De 2013 a2017, atuou Sociedade Meridional de Educação – SOME. Fundação de Assistência Social e Cidadania – FASC, Centro de Referência de Assistência Social – CRAS Cruzeiro. De 2011 a 2013, trabalhou na FECI –Fundação de Educação e Cultura do Sport Club Internacional – Programa Projovem Adolescente – FASC Porto Alegre –RS.
Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.