| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 50991421000108 | Alvorada Serviços e Negócios Ltda | 1900-01-01 | R$ 300,0 mil |
| 01222069000122 | Companhia Securitizadora de Créditos Financeiros Rubi | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
| 04229761000170 | Videolar S/A | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
| 04278130000141 | Nova Paiol Participações s/a | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
| 09470650000175 | QUIXABA EMPREENDIMENTOS E PARTICIPACOES LTDA. | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
| 45003746000197 | CREDIVAL Participações, Administração e Assessoria Ltda | 1900-01-01 | R$ 100,0 mil |
Considerado um dos maiores festivais da América Latina, o Festival Amazonas de Ópera vem propor a sua 24ª edição, a ser realizada em 2022, com a intenção de retomar as apresentações presenciais respeitando os protocolos de segurança da COVID-19. O Teatro Amazonas, espaço de enunciação deste evento internacional, será novamente palco para apresentações de obras de compositores do Brasil, América do Norte, Áustria, Alemanha, Itália, França e Reino Unido. A programação terá como produtos: FESTIVAL/MOSTRA, APRESENTAÇÃO MUSICAL e CONTRAPARTIDA SOCIAL. Como CONTRAPARTIDA SOCIAL a 24ª edição do FAO vai realizar: Palestra sobre a história do Teatro de Marionetes, ópera com marionetes, produção de bonecos marionetes e a técnica de manipulação dos bonecos, seguida de apresentação da obra Onheama, produzida e encenada com marionetes pelo grupo O Pequeno Teatro do Mundo.
SINOPSES Óperas 24º FAO IL TROVATORE, de Giuseppe Verdi Ato I Em Biscaia, na Espanha, alguns soldados estão comentando a história de uma cigana, condenada à morte na fogueira por bruxaria, injustamente acusada de adoecer um dos filhos do conde. Antes de morrer ordenou à sua filha que a vingasse, e ela então sequestrou um dos filhos do conde. Na pilha de cinzas foram encontrados os ossos de um bebé, mas o conde recusou-se a acreditar que era o seu filho raptado. Antes de morrer, o conde pediu ao seu primogénito que procurasse Azucena. Palácio de Aliaferia, em Aragão. Leonora está com a sua camareira Inês nos jardins do palácio e lhe conta sobre seu amor por um trovador desconhecido e que viria encontrá-la aquela noite. Aparece o Conde de Luna, irmão do bebê seqüestrado. Aparece o trovador, e Leonora - por engano - se declara ao conde, que também a ama. O conde se declara rival do trovador e este lhe revela o nome: é Manrico, seguidor de Urgel, um herege. Os dois iniciam o duelo, e Leonora desmaia. Ato II Amanhece. A meio do trabalho dos ferreiros dentro do acampamento cigano, Azucena, mãe de Manrico, o trovador, conta-lhe que em tempos, para vingar a morte de sua mãe condenada à fogueira pelo Conde, raptou um filho do Conde de Luna para o atirar às chamas. No momento, perturbada com o horror da cena e com os gritos atrozes de sua progenitora, acabou por cometer o erro de atirar o próprio filho na fogueira em vez do filho do conde. Manrico fica perturbado, mas apesar de Azucena afinal não ser sua mãe, sempre foi como uma e lhe teve amor e estima. Azucena alega que, caso ela não fosse de facto sua mãe, não teria cuidado com tanta dedicação de suas feridas na luta com o conde. Manrico diz ter derrotado o conde mas que fora misteriosamente impedido de o matar por um estranho poder. Um mensageiro aproximou-se e anuncia que Leonora, que amava Manrico, resolveu virar freira. Desta forma, Manrico vai ao convento e frustra os planos do Conde de Luna, que pensava em seqüestrá-la para com ela se casar. Ato III Depois de sitiarem Castellor, onde estavam Manrico e seus seguidores, reaparecem os soldados do Conde de Luna. Azucena é presa depois por certas suspeitas, e é reconhecida como aquela que roubou o filho de conde. O conde descobre que ela é mãe de Manrico, e fica ainda mais furioso. Em Castellor, terminam os preparativos para o casamento de Leonora e Manrico. No momento das núpcias, Ruiz, o escudeiro de Manrico, avisa que Azucena está presa e condenada à fogueira. Manrico aborta o casamento, e decide correr em socorro de sua mãe. Ato IV Noite escuríssima. Leonora anda ao redor do castelo do Conde de Luna, que mantém Manrico aprisionado. De dentro do castelo, ouve-se o "Miserere", salmo entoado pelos prisioneiros. Leonora corre em socorro de Manrico, e se envenena.Dentro da cela, Leonora confessa ter se envenenado e, antes de morrer, avisa que Manrico está livre. Chega o conde, e vê Leonora morta - agora, colocando Manrico sob suspeita. É ordenada a execução de Manrico. Enquanto ele caminha diante do cadafalso, Azucena implora ao Conde que impeça a execução. O conde leva Azucena até à janela, e esta vê Manrico sendo estrangulado pela forca. Enfim, é revelado o segredo terrível: Manrico era o irmão do Conde, que fora raptado. IL TABARRO, de Giacomo Puccini Ato Único Giorgetta se ocupa de pequenas tarefas enquanto seu marido Michele, chefe dos estivadores, está no convés da embarcação. Ele pede a ela um beijo, o que Giorgetta aquiesce com relutância. Em seguida desembarca e oferece vinho aos trabalhadores, entre os quais estão Luigi, Tinca e Talpa, que começam uma dança. Giorgetta dança com Luigi, ficando evidente o envolvimento amoroso entre eles. A dança é interrompida com a chegada de Michele. Giorgetta percebe a inquietação do marido e pergunta por que está tão preocupado. Em resposta, ele afirma que o trabalho anda escasso e que será obrigado a dispensar um dos estivadores. Giorgetta pede que não seja Luigi. Chega Frugola, esposa de Talpa, que vem buscá-lo e mostra as mercadorias que conseguiu em sua ronda pela cidade. Tinca, por seu turno, planeja afogar as mágoas na bebida e Luigi concorda com ele. Frugola sonha com uma pequena casa e Giorgetta fala do seu desejo de deixar o barco e morar em um subúrbio tranquilo. Ela expressa o seu amor por Luigi. A cena é, mais uma vez, interrompida por Michele. Luigi não suporta a situação e pede para ser demitido. Michele, porém, pondera que não encontrará outro trabalho e retorna ao porão. Luigi e Giorgetta combinam um encontro mais tarde. Quando Michele for dormir, ela acenderá uma luz como sinal. Com a saída de Luigi, Michele retorna ao convés e encontra a esposa inquieta. Evoca o amor do passado e recorda os dias felizes que passaram antes da morte do filho. Lamenta a diferença de idade entre eles e insinua que Giorgetta tem um amante. Ela nega e desce ao porão. Michele fica sozinho no convés sozinho. Encoberto por seu capote, acende o cachimbo. Vendo a luz, Luigi corre a bordo pensando tratar-se do sinal combinado com Giorgetta. Os dois homens se confrontam e Michelle o obriga a confessar seu amor por Giorgetta, antes de estrangulá-lo. Terminada a luta, tira o capote e cobre o corpo de Luigi com ele. Enquanto isso, Giorgetta reaparece disposta a se desculpar com o marido. Este, como resposta, levanta o capote e revela o corpo do amante assassinado. PETER GRIMES, de Benjamin Britten Ato I Uma aldeia costeira de Suffolk, meados do Séc. XIX, Peter Grimes é questionado em um inquérito sobre a morte no mar de seu aprendiz. Embora o médico legista/legal, o Sr. Swallow, tenha determinado a morte do garoto como acidental, e salvado Grimes, sem um julgamento adequado, ele aconselha Grimes a não tomar outro aprendiz. Grimes pede ajuda para transportar o seu barco para terra, mas é rejeitado pela maioria da comunidade. Mais tarde, Balstrode e o boticário, Ned Keene, ajudam Grimes rodando o cabrestante. Keene diz a Grimes que lhe arranjou um novo aprendiz do reformatório. Ninguém vai voluntariar-se para buscar o menino, até que Ellen se oferece. Ato II Na manhã de domingo, enquanto a maior parte de Borough está na igreja, Ellen fala com John, o aprendiz. Cada vez mais agitado com as crescentes preocupação e interferência dela, ele ataca Ellen e foge com o menino. Enquanto os homens marcham, Ellen, Tia e as sobrinhas, cantam com tristeza acerca da relação das mulheres com os homens. Ato III Noite tensa em Borough. Enquanto a dança está acontecendo, Sra. Sedley tenta convencer as autoridades de que Grimes é um assassino, mas sem sucesso. Ellen e Capitão Balstrode falam um no outro: Grimes retornou depois de muitos dias no mar, e Balstrode descobriu uma camisa lavada em terra: a camisa que Ellen reconhece como aquele que ela tinha dado para John. O MENINO MALUQUINHO, de Ernani Aguiar O universo lúdico do Menino Maluquinho recebe nova vida com cenas repletas de música e coreografia. O libreto é de Maria Gessy de Sales. Ernani Aguiar é o responsável pela composição musical. Compositor, regente, professor e pesquisador, Aguiar é um dos musicistas de maior atuação no país e suas composições já foram apresentadas em mais de cinquenta países de todos os continentes. Na Ópera do Maluquinho, emprestou seu talento musical para a produção composicional do texto do Ziraldo. O roteiro aborda de forma leve e divertida a importância da relação com a família e os conflitos comuns à infância. Os personagens da turma do Maluquinho, que marcaram o imaginário de gerações, estarão presentes nesta aventura musical, entre eles: Bocão, Julieta e a mãe, o pai e os avós. Juntos, eles cantam e dançam as composições inéditas de Ernani Aguiar. Recitais 1. Compositores Americanos 2. Beethoven, Schumann, Schubert 3. Fauré, Debussy, Ravel. Contrapartida social Palestra sobre a história do Teatro de Marionetes, ópera com marionetes, produção de bonecos marionetes e a técnica de manipulação dos bonecos, seguida de apresentação do grupo O Pequeno Teatro do Mundo.
Objetivo geral: Realizar a 24ª edição do Festival Amazonas de Ópera Objetivos específicos: Contribuir com o mercado artístico local; Impulsionar a economia criativa; Proporcionar o intercâmbio; Gerar emprego e renda; Viabilizar a produção de obras clássicas nacionais e internacionais; Fomentar o turismo cultural no estado do Amazonas. Produto FESTIVAL/MOSTRA Realizar 12 apresentações de 04 óperas Produto APRESENTAÇÕES MUSICAIS Realizar 03 apresentações de 03 recitais Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL Realizar 04 palestras sobre a história do Teatro de Marionetes, seguidas de apresentação da obra Onheama, produzida e encenada com marionetes pelo grupo "O Pequeno Teatro do Mundo".
A primeira edição do Festival Amazonas de Ópera foi realizada em 1997, desde então diversos foram os desafios para realizar as edições seguintes e transformar o evento em um dos mais importantes do país. Uma diversidade de artistas, técnicos, obras, músicos, cantores, bailarinos, atores, diretores, produtores entre tantos outros, construíram este festival que hoje se aventura em sua 24ª edição. Sua permanência é de grande relevância para a economia criativa, pois vem contribuindo sobremaneira com o desenvolvimento de vários setores do mercado cultural. Ao longo de suas edições o festival sempre buscou democratizar seu acesso e desenvolver estratégias de acessibilidade pensando na construção de caminhos possíveis para a fruição dos espetáculos e participação ativa da sociedade. Hoje, referência para a cultura amazonense, o festival é um projeto consolidado com números relevantes sobre empregos diretos e indiretos na área da cultura e turismo e tem afirmado que a cultura é um dos caminhos certos e seguros para o desenvolvimento sustentável. Na edição anterior sua programação foi inteiramente realizada no formato on line, devido a pandemia de COVID-19. Desafio superado que pode ser conferido na qualidade da programação e nos números: 03 Óperas inéditas; 06 Concertos com compositores contemporâneos brasileiros; 05 Recitais com compositores brasileiros; 03 Mesas redondas 02 Master classes; 14 Vídeos educacionais _ Raio X da Ópera (CONTRAPARTIDA SOCIAL); 104 empregos diretos; 150 Artistas envolvidos; 20 profissionais da equipe administrativa; 15 Transmissões pela TV Encontro das Águas; 193 mil Visualizações no youtube; 860 mil Impressões totais (instagram, youtube e facebook); 6.436 Interações totais (instagram, youtube e facebook); 27 Publicações originais (instagram, youtube e facebook); 23 Atividades inclusivas. O sucesso da realização do projeto, aliado ao crescimento da cultura local e a contribuição de diversas ações em prol da estruturação permanente na área, avalia e dá credibilidade para sua continuidade, que tanto retorno oferece aos investidores, à cultura, ao turismo e à sociedade de uma forma geral, com geração de emprego e renda, sendo ainda, uma excelente opção de lazer cultural. Anualmente o festival tem atraído público que circula pelo evento, mergulhados no universo das apresentações no Teatro Amazonas, no Largo de São Sebastião com espetáculos gratuitos, possibilidade garantida pelas parcerias estabelecidas. Podemos afirmar que o FESTIVAL AMAZONAS DE ÓPERA transformou-se num evento fundamental para a cultura amazonense, envolvendo-se significativamente em todos os temas relacionados a esta atividade no Estado. Enfatizamos que o evento disponibiliza a sociedade uma programação gratuita, em consonância com o artigo 27, do decreto 5.761 de 27 de abril de 2006, onde está definido que os projetos realizados com recursos incentivados, total ou parcialmente, deverão incluir formas para a democratização do acesso à população. Sem contar o público que assiste algumas apresentações transmitidas ao vivo pela TV Encontro das Águas e pelo AMAZON SAT. Os eventos são liberados para qualquer tipo de cobertura artística e jornalística, bastando apenas à comunicação com a produção do festival, para entrosamento e parceria na produção audiovisual e televisiva. Buscamos o apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura na aprovação deste projeto para que se possa captar recursos que viabilizem a realização da 24ª edição do FAO, possibilitando a produção das apresentações, o pagamento dos artistas e técnicos envolvidos e a contratação dos serviços necessários. Por todas as razões já citadas acreditamos que manter anualmente o Festival ativo e com uma programação de qualidade é de fundamental importância para a cultura, o turismo, a educação, a economia e para a imagem do Brasil dentro e fora do país. Ressaltamos que a cultura é uma das práticas de desenvolvimento sustentável mais ecologicamente corretas e, portanto, mais ajustadas a Região Amazônica. Considerando o Art. 1° da Lei 8313/91, o projeto se enquadra nos seguintes incisos: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso as fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III _ Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII _ Desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores de outros povos ou nações; VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O objetivo, conforme Art. 3° para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° da Lei 8.313/91, é: II _ Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL Planejamento pedagógico da Palestra Conteúdo: - História breve do Teatro de Marionetes; - Ópera com marionetes; - Como funciona a produção dos bonecos; - A técnica de manipulação dos bonecos. Material: - Computador - Projetor - Microfone Público alvo: - Alunos e professores de escola pública Metodologia: Apresentação de slides com texto, imagens, pequenos vídeos para explanação das informações históricas; Demonstração da produção de bonecos; Explanação e experimentação na manipulação de bonecos. Apresentação com o grupo O Pequeno Teatro do Mundo A obra é baseada no poema “A infância de um guerreiro”, de Max Carphentier, tem como tema lendas amazônicas, será produzida e encenada com marionetes pelo grupo “O Pequeno Teatro do Mundo”.
Considerando o Art. 18 da IN 02/2019, destacamos abaixo as medidas que serão tomadas para garantir o acesso das pessoas com deficiência às atividades: Produto FESTIVAL/MOSTRA ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os locais onde serão realizadas as apresentações possuem os recursos necessários para receber pessoas com deficiência (rampas, piso tátil, banheiros adaptados, elevador) Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA – não existe item referente a acessibilidade física na planilha orçamentária porque o Teatro Amazonas já está adaptado a pessoas com deficiência, além disso, disponibiliza pessoal especializado para atendimento. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: Deficientes auditivos – todas as apresentações de ópera terão legendas e intérprete de libras. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA 1. Locação de equipamento de legendagem eletrônica 2. Intérprete de libras Deficientes visuais – todas as apresentações de ópera terão audiodescrição. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA 1. Narrador de Audiodescrição Produto APRESENTAÇÃO MUSICAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os locais onde serão realizadas as apresentações possuem os recursos necessários para receber pessoas com deficiência (rampas, piso tátil, banheiros adaptados, elevador) Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA – não existe item referente a acessibilidade física na planilha orçamentária porque o Teatro Amazonas já está adaptado a pessoas com deficiência, além disso, disponibiliza pessoal especializado para atendimento. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: Deficientes auditivos – todas as apresentações dos recitais terão intérprete de libras. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA 1. Locação de equipamento de legendagem eletrônica 2. Intérprete de libras Deficientes visuais – todas as apresentações dos recitais terão audiodescrição. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA 1. Narrador de Audiodescrição Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL Em relação às CONTRAPARTIDAS SOCIAIS, a acessibilidade ficará assim garantida: ACESSIBILIDADE FÍSICA: Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA – não haverá custo pois as escolas que serão selecionadas possuem adaptação do espaço para receber pessoas com deficiência. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: Deficientes auditivos – a palestra e a apresentação serão acompanhadas de intérprete de libras Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA 1. Intérprete de libras Deficientes visuais – a palestra e a apresentação serão acompanhadas de audiodescrição Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA 1. Narrador de Audiodescrição
De acordo com o Art. 21 da IN n° 2/2019, serão adotadas as seguintes medidas para o projeto: IV - Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias. De acordo com o Art. 21 da IN n° 2/2019, serão adotadas as seguintes medidas para a Contrapartida Social IV - Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias.
EDVAL MACHADO JÚNIOR – COORDENAÇÃO GERAL DO PROJETO Presidente da Agência Amazonense de Desenvolvimento Cultural - AADC, graduado em Comunicação Social e Direito, atuando há mais de 15 anos, tem experiência na área empresarial e trabalhista. Como dirigente da instituição nomeado em 04 de junho de 2020, por meio de Decreto do Governo do Estado do Amazonas, o presidente da AADC, atuará por meio de serviço voluntário, sendo o mesmo responsável por todo processo decisório do projeto, realizando análise e direcionamento dos trabalhos desde sua pré-produção até a prestação de contas final. A ata de nomeação do atual diretor da AADC encontra-se anexada aos documentos. LUIZ FERNANDO MALHEIRO – DIRETOR ARTÍSTICO DO FESTIVAL AMAZONAS DE ÓPERA Reconhecido pela crítica como um dos principais nomes da ópera no Brasil, Malheiro tem em seu repertório mais de 60 títulos regidos. É o atual Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Amazonas Filarmônica, diretor artístico do Festival Amazonas de Ópera (FAO). Foi diretor artístico do Teatro São Pedro de São Paulo e regente titular de sua orquestra e foi diretor de Ópera no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Vencedor do Prêmio Carlos Gomes: Regente de Ópera (2012, 2011 e 2009) e Universo da ópera/2000, dirigiu no FAO/2005 a primeira montagem brasileira do Anel do Nibelungo de Wagner, recebendo ainda mais dois prêmios: Universo da Ópera e Espetáculo do Ano. Regeu diversas vezes no Festival de Ópera de La Coruña na Espanha e dirigiu concertos e espetáculos frente a Orquestra Sinfônica de Roma, Orquestra Sinfônica de Miami, Orquestra do Teatro Olímpico de Vicenza, Sinfônica de Bari, Orchestra Filarmônica Marchigiana, Orquestra da Ópera Nacional de Sófia, Orquestra Sinfônica de Porto Rico, Orquestra Sinfônica da Galícia e a Orquestra Sinfônica Castilha e Leon, Orquestra do Teatro de Bellas Artes de Bogotá, Orquestra do Teatro de Bellas Artes do México, Filarmônica do México, Teatro Del Libertador de Córdoba na Argentina, Orquestra da Rádio de Bucarest, Orquestra Filarmonica de Malaga, Orquestra da Opera de Atenas, dentre outras. No Brasil regeu a Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, a Sinfônica do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, a Sinfônica Brasileira, a OSESP, a Sinfônica de Minas Gerais, a Filarmônica de Minas Gerais, a Sinfônica do Paraná, a Orquestra Sinfônica da Bahia dentre outras. Gravou Fosca e Maria Tudor de Carlos Gomes em vídeo e CD. Estudou composição com J. Targosz na Polônia e com R. Dionisi na Itália. Estudou regência com T. Colacioppo no Brasil, K. Missona na Polônia e na Itália estudou com Leonard Bernstein em Roma, F. Leitner em Siena e Carlo Maria Giulini em Milão. FLÁVIA FURTADO – DIRETORA GERAL DO FESTIVAL AMAZONAS DE ÓPERA Gestora Cultural Diretora de palco (stage manager) Sócia Majoritária da VLAANDEREN PRODUÇÕES CULTURAIS Natural de Volta Redonda-RJ, iniciou seus estudos musicais aos oito anos, com Ana Maria Loureiro e, mais tarde, com Linda Bustani. Foi professora do Conservatório Brasileiro de Música, em Petrópolis-RJ, e em 1995 ingressou no curso de Música da UNIRIO. De 1997 até final de 2000, transferiu-se para Antuérpia (Bélgica) onde é aceita na classe de Heidi Hendrickx. Durante dois anos, foi professora de piano da Muziek School Waarde Beer e apresentou-se em Antuérpia e em Maaseik. Trabalhou durante dois anos no Teatro Municipal do Rio de Janeiro como Assessora Artística e Musical. Em 2003, graduou-se em Comércio Exterior na Universidade Estácio de Sá e, desde então, vem desenvolvendo diversos projetos, unindo experiências em ambas as áreas. Desde 2003 é Produtora Executiva do Festival Amazonas de Ópera, além de participar ativamente dos espetáculos como Diretora de Palco (stage manager). Realizou direção de palco em óperas como a tetralogia de O Anel do Nibelungo; O Barbeiro de Sevilha; Fosca; Condor; Otello; La Gioconda; Sansão e Dalila; Les Troyens; O Diálogo das Carmelitas; Lulu; Parsifal; A Raposa Astuta; Manon Lescaut, entre muitas outras. Como Assistente de Direção Cênica, trabalhou em óperas como Norma; Lady Macbeth de Mtsensk; Condor; Fosca, entre outras. No Theatro Municipal de São Paulo e no Theatro São Pedro (SP), trabalhou nas produções de La Gioconda; Condor; A Tempestade; Olga; A Voz Humana; O Telefone; O Morcego; A Menina das Nuvens; A Valquíria; O Crepúsculo dos Deuses; Orfeu e Eurídice; Werther, entre outras. Em 2006, criou a Vlaanderen Produções Culturais, empresa dedicada a produzir espetáculos profissionais com experiência tanto no aspecto artístico, quanto na execução de cenários e de figurinos, além de toda a logística necessária à produção de grandes espetáculos e festivais. MARCELO DE JESUS – MAESTRO É o diretor dos Corpos Artísticos do Amazonas, maestro titular da Orquestra de Câmara do Amazonas (OCA), maestro adjunto da Amazonas Filarmônica, maestro adjunto da Orquestra Experimental da Amazonas Filarmônica e diretor artístico adjunto do Festival Amazonas de Ópera (FAO). Atuou como pianista na série Vesperais Líricas e como maestro interno nas produções do Theatro Municipal de São Paulo. Trabalhou como pianista e maestro assistente de Luiz Fernando Malheiro, Isaac Karabtchevsky, Karl Martin, Siegfried Köhler, Silvio Barbato, Jamil Maluf, Abel Rocha e Luis Gustavo Petri. No SESC Ipiranga-SP, desenvolveu vários trabalhos da série Pocket-ópera como pianista, maestro assistente e diretor musical, entre eles o NxW com direção de Gerald Thomas. No Theatro Municipal do Rio de Janeiro desenvolveu os seguintes trabalhos como diretor musical assistente: La traviata com regência de Sílvio Barbato; Candide com regência de Luís Gustavo Petri; escreveu as variações e cadências de La Sonnambula com regência de Luiz Fernando Malheiro e Turandot sob regência de Malheiro. Fez sua estreia com a OCA em 2003 no VII Festival Amazonas de Ópera com a ópera La Cenerentola de Rossini e com essa orquestra participou do II Festival de Inverno do Rio de Janeiro (2004) e da Série Memorial Sinfônico, em São Paulo (2007). Em 2002 foi eleito maestro-revelação pela Revista Bravo! por sua direção musical em Don Giovanni (Mozart). Ainda no FAO regeu La Cenerentola (Rossini), Norma, Stabat Mater, Pierrot Lunaire, Gianni Schicchi, Otello, Zap (Marcelo Tas), Pedro Malazarte, O Barbeiro de Sevilha, A Noite Transfigurada, Canto de Amor e Paz, O Diálogo das Carmelitas, a estreia brasileira de Otello (Rossini), a estreia mundial da ópera Poranduba (Edmundo Villani), a estreia mundial da ópera completa "Yerma" de H. Villa-Lobos. Regeu também a ópera Maroquinhas Fru-Fru, de Ernst Mahle, no concerto inaugural dentro do XII FAO, o concerto Barroca e a ópera Turandot de Puccini no Largo São Sebastião, ao lado do Teatro Amazonas, para um público estimado em trinta mil pessoas. Na ópera da Colômbia regeu O Barbeiro de Sevilha (2005) no Teatro Colon de Bogotá, e Don Giovanni (2006). Marcelo foi premiado pela APCA 2010 – "Melhor Gravação de Música Brasileira" com o cd "Velhas e Novas Cirandas" – Música brasileira para fagote e orquestra, com Fabio Cury, Luiz Fernando Malheiro e Amazonas Filarmônica, regendo o Concerto para Fagote e Orquestra de André Mehmari. Participações recentes como regente convidado incluem concertos com a Orquestra Milano Clássica, Sinfônica de Rosário, Sinfônica de Sergipe, Orquestra do Teatro Nacional Claudio Santoro, Orquestra Filarmônica do Espírito Santo, Ópera de Colômbia (Don Pasquale) e Amazonas Filarmônica (integral dos Choros de Villa-Lobos). Graduou-se em piano, composição e regência pela UNESP. Estudou regência com Juan Serrano, Lutero Rodrigues, Ronaldo Bologna, e posteriormente com Karl Martin, composição com H. J. Kollrëuter e Edmundo Villani, piano com Pietro Maranca, Homero Magalhães e na Itália com Carmella Pistillo (Academia Santa Cecília-Roma). OTÁVIO SIMÕES – MAESTRO Natural de São Paulo é Bacharel em Música com habilitação em Regência pela Universidade de São Paulo (USP). Iniciou seus estudos de piano e teoria musical em 1995. Em 1998 ingressou no Coral USP tornando-se, no mesmo ano, regente assistente de Marcia Hentschel. Estudou regência desde 1997 sob orientação do maestro Roberto Tibiriçá. Foi participante do Festival de Inverno de Campos do Jordão/SP nas edições de 1999 e 2003. Na graduação em Música pela USP, estudou com Aylton Escobar, Gilberto Tinetti, Eduardo Monteiro, Mario Ficarelli entre outros. Nos anos de 2004 e 2005 foi regente assistente da Orquestra de Câmara da USP (OCAM), ao lado do maestro Gil Jardim. Em 2008, a convite da Prefeitura do Município de São Bernardo do Campo/SP, ministrou o curso Entendendo a Música Erudita. No universo da ópera, acumula mais de 20 títulos realizados como regente, maestro assistente e diretor de palco. Pelo Theatro Municipal de São Paulo, trabalhou nas óperas Andrea Chénier; A Filha do Regimento; O Chapéu de Palha de Florença; Il Tabarro (série especial das Vesperais Líricas); Ariadne auf Naxos; Dido & Eneas; Colombo; Amelia al Ballo; Le Villi; Sansão & Dalila; Rigoletto; L’Enfant et les Sortilèges; A Valquíria; La Traviata; Idomeneo; Crepúsculo dos Deuses; Pelléas et Mélisande; Violanta e Uma Tragédia Florentina. Pelo Theatro São Pedro da capital paulista, fez a direção musical e regência na adaptação de câmara da ópera Pagliacci, além de trabalhar nas óperas Rigoletto; Norma e Werther. Faz parte do conselho da Associação para Iniciação Musical (AIM) em São Paulo e é diretor musical de seu principal projeto beneficente, Quem Canta Ajuda Criança, já realizado em três edições (2010-2012). Pelo Festival Amazonas de Ópera, regeu as óperas Ballo in Maschera, O Morcego, Manon Lescaut e Onheama. Dentro da série Guaraná X (2013-2014) no Teatro Amazonas, dirigiu mais de 30 obras sinfônicas, entre elas: The Planets; A Sagração da Primavera; Young Person’s Guide to the Orchestra; Sinfonia n.5 (Shostakovich); Gloria (Poulenc); Te Deum (Dvoák); Concerto Grosso n.1 (Schnittke). É autor de mais de 200 arranjos, transcrições, orquestrações e adaptações musicais diversas – entre elas, a orquestração do Hino Municipal de Manaus, de Nicolino Milano. Desde fevereiro de 2013, Otávio Simões é maestro assistente da Amazonas Filarmônica e da Orquestra Experimental da Amazonas Filarmônica.
Comprovação Financeira do Projeto em Análise