| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 90347840000118 | TK ELEVADORES BRASIL LTDA | 1900-01-01 | R$ 76,9 mil |
Este projeto irá realizar uma série de encontros-acolhimentos que buscam a democratização artística. Estes oferecerão atividades formativas para comunidades situadas em vulnerabilidade social, tendo como foco atender mães e filhos moradores dessas regiões. Pretende-se proporcionar um espaço de sublimação, invenção e formação, usando a arte como ferramenta para construção de subjetividades e identidades. Durante um dia inteiro, cada comunidade convidada participará desta imersão artística onde serão realizadas oficinas de pintura, artesanato, dança e desenho, dentre outras, todas gratuitas para o público beneficiado. Ao final do projeto, cada grupo criará um painel artístico que será exposto em escolas da comunidade do qual os sujeitos são provenientes. Como contrapartida, há a previsão de realização de uma oficina de artes visuais para professores, visando a confecção de bonecos com biscuit.
Metodologia oficina capitonê Objetivo: Ensinar a técnica do capitonê através da criação de uma capa de almofada de tecido. Ao final do processo, a proposta é que os alunos saibam aplicar a técnica em diferentes tecidos e peças. Metodologia: Definição dos tecidos ideais. Tipos de capitonê. Definição de formas geométricas no tecido. Aplicação de miçangas, pérolas ou botões. Possibilidade de criação de outros materiais a partir da técnica Público Alvo: Mulheres Vagas disponíveis: 20 Carga horária: 3 horas Metodologia oficina descabelado Objetivo: Estimular a imaginação, trabalhar a coordenação motora, fomentar o trabalho criativo em grupo, incentivar o gosto pela arte. A proposta da oficina é que cada aluno aprenda a técnica de criação de bonecos “descabelados” e possa desenvolver diversos protótipos a partir da mescla de cores, texturas e personagens. Metodologia: Ensinar a fazer a base do boneco que fica fixo ao lápis ou chaveiro. Definição de paleta de cores do boneco. Criação do pom-pom a partir da utilização de EVA e tesoura. Desenho do rosto do boneco. Fixação no lápis ou chaveiro. Possibilidades de criação inspirado em diversos personagens. Público Alvo: Crianças de até 12 anos. Vagas disponíveis: 20 Carga horária: 1 hora Metodologia oficina pintura em vaso Objetivo: Estimular a coordenação motora e a imaginação, através da criação de pequenos cenários a serem aplicados em vasos ou cachepôs de barro. Metodologia: Descobrir a possibilidade da mistura de cores. Cores primárias, cores secundárias, cores terciárias. Técnicas básicas de pintura em superfície. Definição de cenários a serem pintados. Criação de esboço no papel. Aplicação da técnica nos vasos. Público Alvo: Crianças de até 12 anos. Vagas disponíveis: 20 Carga horária: 1 hora Metodologia oficina mangá Objetivo: Incentivar os alunos a conhecerem os quadrinhos e animações de origem japonesa, a criarem os próprios personagens e roteiros, aprenderem técnicas básicas de desenho e pintura. Metodologia: Princípios básicos do mangá. Elementos fundamentais de um personagem. Como desenhar um mangá. Criação de personagens individualmente. Público Alvo: crianças de até 12 anos. Vagas disponíveis: 20 Carga horária: 2h Metodologia oficina tie dye Objetivo: Pretende-se de forma lúdica e criativa, oferecer princípios básicos de tingimento através do tie dye, possibilitando a criação de inúmeras peças de roupa divertidas e personalizadas. Metodologia: Oferecer técnicas básicas para a criação de tie dye com o aprendizado de técnicas de fixação da tinta no tecido, tipos de amarração e possibilidade de mescla de cores. Público Alvo: Crianças de até 12 anos Vagas disponíveis: 20 Carga horária: 1h Metodologia oficina arteterapia e meditação Objetivo: Criar um espaço seguro para que mulheres possam se sentir à vontade, relaxadas e que possam utilizar a arte como ferramenta de expressão de seus sentimentos. Metodologia: Exercício de meditação, Exercícios de Improvisação, Exercícios de expressão corporal, Jogos em grupo. Público Alvo: Mulheres adultas Vagas disponíveis: 20 Carga horária: 30 minutos Metodologia oficina dança cega e canto falso Objetivo: Estimular a expressividade, a improvisação, o bem estar, a autoconfiança. Metodologia: Exercícios de dança com olhos vendados improvisando músicas de diversos ritmos, Criação de ritmos próprios a partir de referências que vão do axé ao clássico, Improvisações em grupo. Público Alvo: Mulheres Vagas disponíveis: 20 Carga horária: 30 minutos Metodologia oficina de empreendedorismo criativo Objetivo: Capacitar mulheres para encontrarem na economia da cultura uma possibilidade de sustentabilidade. Metodologia: Primeiramente serão explicados os conceitos básicos do empreendedorismo criativo, depois serão realizadas dinâmicas de grupo para criação e seleção de ideias. Essas propostas são trabalhadas pelo grupo para torná-las, de fato, viáveis Público Alvo: Mulheres Vagas disponíveis: 20 Carga horária: 30 minutos
Objetivo Geral Realizar três encontros artísticos formativos com comunidades em situação de vulnerabilidade social, visado democratizar e instrumentalizar pessoas através da arte. Objetivo específico PRODUTO Curso / Oficina / Estágio: Realizar três exposições artísticas em três escolas públicas PRODUTO Curso / Oficina / Estágio: Atender 60 crianças; PRODUTO Curso / Oficina / Estágio: Capacitar 40 mães; PRODUTO Curso / Oficina / Estágio: Realizar três oficinas de pintura tye dye; PRODUTO Curso / Oficina / Estágio: Oferecer três oficinas de pintura em vaso; PRODUTO Curso / Oficina / Estágio: Capacitar mulheres através de três oficinas de capitonê; PRODUTO Curso / Oficina / Estágio: Descobrir potencialidades com crianças a partir de três oficinas de mangá; PRODUTO Curso / Oficina / Estágio: Promover ludicidade através de três oficinas de descabelado; PRODUTO Curso / Oficina / Estágio: Estimular a descoberta de si através de três oficinas de dança cega e canto falso para mães; PRODUTO Curso / Oficina / Estágio: Investir no bem-estar através da realização de três oficinas de arteterapia e meditação; PRODUTO Curso / Oficina / Estágio: Desenvolver habilidades para a economia da cultura através de três oficinas de empreendedorismo criativo; PRODUTO Curso / Oficina / Estágio: Disponibilizar três ônibus para o transporte dessas mães e filhos até o local do evento; PRODUTO Curso / Oficina / Estágio: Distribuir cem kits criativos para que as mães e as crianças possam se desenvolver em seus lares através das técnicas aprendidas. PRODUTO Contrapartidas Sociais: Beneficiar 100 professores através da realização da oficina de Criação de biscuit PRODUTO Contrapartidas Sociais: Realizar 03 horas de atividades formativas com professores de escolas públicas.
Estamos vivendo uma revolução tecnológica, que coloca o mundo na palma da nossa mão através da conectividade digital. Encontrar pessoas, simular experiências geográficas, conhecer novas culturas _ tudo isso se tornou acessível e rápido através da invenção da internet. A rapidez com que os dados são gerados e transmitidos, atravessando continentes em poucos segundos, poderia ser um fator que nos levasse a acreditar que de fato o ser humano caminha em direção à uma evolução coletiva. Entretanto, todo esse novo mundo que se coloca à nossa frente, parece não dar conta das demandas de todos, e as desigualdades de acesso constroem lacunas entre realidades que são diametralmente opostas. Ocupando o 8 º lugar no ranking de desigualdade mundial, o Brasil apresenta-se com um índice de violência cinco vezes maior do que a média global atualmente _ de acordo com dados produzidos pela ONU. Tal violência faz parte de uma organização estrutural, de um país que reproduz desigualdades desde o período de sua colonização. Esta realidade se alastra e gera um contexto cada vez mais temeroso, tendo em vista a crise em que nos encontramos no momento. Desta forma, o cenário de vulnerabilidade social em que milhares de brasileiros vivem atualmente, é um terreno fértil para o surgimento de diversos tipos de violência, sejam elas física, psicológica, estrutural, sexual ou moral. Parece que aos poucos nossos olhos se acostumam com tais realidades, e o sensacionalismo das manchetes de jornais não nos assustam mais, fazendo com que a violência entre para dentro das casas, fazendo parte do cotidiano, como algo aceitável e normalizado. Homicídios, furtos, pessoas em situação de rua, abuso de poder, nada disso mais nos choca, tudo nos chega através da tela de nossos celulares, quando simplesmente deslizamos com o dedo para a próxima informação. Como pensar em um mundo sem violência, quando a mulher, gestora da vida, é quem mais sofre violência em nossa sociedade? Ainda na barriga de sua mãe, a criança já compartilha a experiência do medo e da vulnerabilidade de sua genitora. Desde o embrião já convivemos com a possibilidade da violência. E sendo a mulher a principal vítima de violência na sociedade, é principalmente dentro dos lares que essa cultura se perpetua. Portanto, quando se fala em mulheres violentadas, se fala também em crianças que irão crescer com a experiência da violência. É um grande ciclo que se transmite de geração em geração, onde precisamos investir energia e afeto para mudar. Com a pandemia essa realidade piorou: cresceu cerca de 20% a violência contra a mulher, e 9% a violência contra a criança e ao adolescente. Tais índices nos mostram que o lar, espaço de acolhimento, de afeto e de construção de possibilidades, está vulnerável, e que estando este lugar em risco, a sociedade como um todo está. Desta forma, é preciso compreender quais foram as lacunas que se criaram nesse percurso de desenvolvimento do ser humano, e buscar formas de dar conta das ausências que foram geradas neste processo. A arte mostra-se como uma importante ferramenta de desenvolvimento individual e coletivo. Através dela conseguimos construir significado para a vida, a partir de um processo de construção de identidades, que nos situa num tempo, espaço e coletivo. A prática artística, cria perspectivas para uma vida onde o sujeito atua como protagonista de sua história, construindo valores, atitudes e práticas para uma realidade não-violenta, já que considera a importância do outro, criando assim possibilidades de bem viver, de forma ética e consciente em relação ao mundo e a si mesmo. Este projeto tem como motivação a construção de uma sociedade não-violenta, onde muito além das facilidades que a tecnologia nos trouxe, conviver em sociedade seja algo seguro e viável, e as relações sejam construídas a partir do respeito e da consideração com o próximo. Desta forma, entendemos as ações aqui propostas, como espaços de acolhimento e construção de novos mundos, gerando experiências transformadoras no público-alvo que pretendemos beneficiar. Nossa proposta é realizar uma série de encontros-acolhimentos, no qual durante um dia inteiro mães e filhos receberão formação artística humanizada, que pretende potencializar habilidades para que a arte venha a ser uma fonte de equilíbrio, de inspiração e inclusive de sustentabilidade. O foco deste projeto, é justamente atender os públicos mais vulneráveis à violência doméstica, pois entendemos que o lar é um dos espaços de maior propagação da violência na sociedade _ é ali que as experiências de violência começam a se construir. Nosso intuito é atender durante três dias, três comunidades em situação de vulnerabilidade social. Estes grupos serão recebidos e atendidos durante um dia inteiro, participando de oficinas como dança, meditação, pintura, economia criativa, costura e desenho. Propomos a criação de um espaço que ofereça toda a estrutura para que estas pessoas possam se experimentar, e que através dessas oficinas possam se expressar, sublimar suas angústias, conectar-se com outras pessoas e que também aprendam técnicas artísticas que possam vir a ser geradoras de renda para essas famílias. A inspiração para a criação deste projeto, surge a partir de nossa própria experiência com trabalhos voluntários, onde diversas mulheres foram atendidas, de forma presencial e virtual, e destes atendimentos, gerou-se um espaço de empoderamento e afirmação de identidades, fazendo com que mulheres em situação de vulnerabilidade, transformassem suas histórias e encontrassem na arte uma forma de expressão e de renda. Muitas delas hoje são artistas e atuam como agentes de transformação em suas realidades, capacitando outras mulheres e criando uma teia de afetos e potências por onde passam. Algumas destas mulheres, serão convidadas para o projeto, e elas próprias atuarão na maioria das capacitações previstas. Serão o testemunho vivo de que a arte pode transformar vidas e de que podemos ser criadoras de nossas próprias narrativas, gerando assim micro revoluções que se consolidam em uma realidade de não-violência e de potência de vida. O evento acontecerá durante um dia inteiro, para cada comunidade, totalizando trêsdias intensos de um grande festival de democratização artística. Cada comunidade terá à sua disposição um ônibus que irá levá-la e buscá-la para o evento, sendo que no espaço serão oferecidas refeições como café da manhã e almoço para os participantes. A proposta é dividir mães e filhos durante o dia, para que cada grupo receba sua formação e possa construir coletivamente com pessoas de sua faixa etária. Ao final do evento, será realizado um encontro entre mães e filhos, através da pintura coletiva de um grande painel _ um momento de criação de novos possíveis, uma proposta para trazer cores a esses caminhos novos que foram estimulados. Este painel que é a soma das potências de cada indivíduo, vai virar uma obra de arte que será exposta na escola da comunidade que os participantes forem provenientes. Desta forma, pretende-se levar a arte para dentro da escola, capacitando inclusive professores, para mediarem esses painéis, mostrando para os alunos a importância da expressão artística para a formação de uma sociedade mais coerente e atuante. Ao final do projeto, as mães e os filhos receberão também um kit criativo com mochila e materiais que possibilitem dar continuidade a essa construção subjetiva e experimentação técnica posteriormente, em seus lares. Desta forma, torna-se fundamental o apoio da Lei de Incentivo neste projeto, para viabilizar ações que não se apresentam como mercadológicas, dificultando sua realização via apoio direto das empresas. Através de nosso trabalho social, não temos recursos para investir num evento deste porte, e entendemos que o abatimento fiscal poderia ser um facilitador para atrair empresas para patrocinarem esta ação. Justificamos também o pedido de aprovação deste projeto, tendo em vista que ele foi construído com princípios e valores que possuem isonomia com os ideais que regem a lei 8.313/91. Buscando alinhar o projeto aos preceitos que regem a Lei 8.313/91, acreditamos que o projeto enquadra-se nos incisos I, II, III, IV, V, VIII e IX do Art.1º que versam sobre: contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais, apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores, proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional, salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira e estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória e priorizar o produto cultural originário do País. Da mesma forma, acreditamos que o projeto tem como finalidade o fomento à produção cultural e artística, mediante a realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; de acordo com o Art.3º inciso II alínea c.
Haverá a compra de passagens áreas, conforme especificado abaixo: * Descalvado x São Paulo (terrestre) e São Paulo x Rio de Janeiro (aéreo) – para Juliana que vem de Descalvado/SP e precisa se deslocar até o RJ para dar a oficina de Tiedie. A artista também ficará hospedada durante 7 dias no Rio de Janeiro para a realização das atividades. * Conselheiro Lafayete x Belo Horizonte (terrestre) e Belo Horizonte x Rio de Janeiro (aéreo) – para Alessandra Frangeni Paula que vem de Conselheiro Lafayete/MG e precisa se deslocar até o RJ para dar a oficina de pintura em vaso. A artista também ficará hospedada durante 7 dias no Rio de Janeiro para a realização das atividades. * Caldas Novas x Goiânia (terrestre) e Goiânia x Rio de Janeiro (aéreo) – para Juraci Miranda que vem de Caldas Novas/GO e precisa se deslocar até o RJ para dar a oficina de Almofada em Capitonê. A artista também ficará hospedada durante 7 dias no Rio de Janeiro para a realização das atividades. * Vila Valério x Vitória (terrestre) e Vitória x Rio de Janeiro (aéreo) – para Leidi Fleigler que vem de Vila Valério/ES e precisa se deslocar até o RJ para dar a oficina de Descabelado. A artista também ficará hospedada durante 7 dias no Rio de Janeiro para a realização das atividades. * Ponta Grossa X Curitiba (terrestre) e Curitiba x Rio de Janeiro (aéreo) – para Simone Salvador de Mello que vem de Ponta Grossa/PR e precisa se deslocar até o RJ para dar a oficina de mangá. A artista também ficará hospedada durante 7 dias no Rio de Janeiro para a realização das atividades. Em atenção ao email recebido dia 14 de julho de 2022, referente ao projeto cultural TransformAção, com PRONAC 220309, no qual colamos abaixo: Favor anexar o CNPJ com o CNAE referente ao Segmento do Projeto apresentado. De acordo com a Nova IN. Gostaríamos de ressaltar que a proposta em questão é regulamentada pela Instrução Normativa de 2019, que aceitava o CNAE 9002-7/01 como exigência para projetos de Artes Visuais, de acordo com o enquadramento deste projeto em questão. Com a nova instrução, este CNAE foi retirado, entretanto destacamos aqui que com o último ajuste de instrução normativa (02/2022), o Art. 86 regulamenta que “As disposições desta Instrução Normativa aplicam-se aos projetos aprovados após a sua entrada em vigor”, ainda no parágrafo 2º, fica claro que “Os projetos aprovados antes da entrada em vigor desta Instrução Normativa serão regidos integralmente, inclusive na fase de execução, pela regra vigente na data da aprovação”. Desta forma, gostaríamos de solicitar que tal projeto siga seu caminho de análise, em vistas à sua homologação, pelo fato de o mesmo estar devidamente enquadrado no CNAE obrigatório da IN 02/2019, tendo tido inclusive sua aprovação e publicação em diário oficial no dia 09 de fevereiro de 2022. Entendemos que tal solicitação foi um equívoco deste setor, e pedimos a consideração das justificativas aqui apresentadas.
Não se aplica
PRODUTO PRINCIPAL: Acessibilidade física: O espaço previsto para a realização das atividades do projeto deverá ser dotado com rampas, banheiros adaptados, elevadores, e estacionamento com reserva de vagas para pessoas idosas, gestantes ou com deficiência. Acessibilidade para deficientes visuais: O local de realização do projeto será feito em um espaço com acessibilidade para pessoas com deficiência visual através de recursos como pisos tátil. O deficiente visual terá um acompanhamento individualizado caso necessite de algum auxílio. Caso haja algum deficiente visual presente nas oficinas, será oferecido um profissional que auxiliará em suas atividades através da audiodescrição, facilitando assim sua participação nas atividades. Item na planilha orçamentária: 4 – AUDIODESCRIÇÃO Acessibilidade para deficientes auditivos: Durante toda a realização das atividades, caso haja algum participante surdo ou com audição reduzida, será contratado um profissional de libras para fazer a tradução dos conteúdos desenvolvidos. Item na planilha orçamentária: 7– INTÉRPRETE DE LIBRAS CONTRAPARTIDA SOCIAL: Acessibilidade física: O espaço previsto para a realização da oficina deverá ser dotado com rampas, banheiros adaptados, elevadores, e estacionamento com reserva de vagas para pessoas idosas, gestantes ou com deficiência. Acessibilidade para deficientes visuais: O local de realização do projeto será feito em um espaço com acessibilidade para pessoas com deficiência visual através de recursos como pisos tátil. O deficiente visual terá um acompanhamento individualizado caso necessite de algum auxílio. Caso haja algum deficiente visual presente nas oficinas, será oferecido um profissional que auxiliará em suas atividades através da audiodescrição, facilitando assim sua participação nas atividades. Item na planilha orçamentária: 27 – serviço de audiodescrição Acessibilidade para deficientes auditivos: Durante toda a realização das atividades, caso haja algum participante surdo ou com audição reduzida, será contratado um profissional de libras para fazer a tradução dos conteúdos desenvolvidos. Item na planilha orçamentária: 25 – Intérprete de libras
Visando ampliar as medidas de ampliação do acesso, este projeto pretende oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos. Além disso, será permitida a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias, de acordo com o estabelecido no Art.21, parágrafo II e IV.
MILLA FERRATTI – Proponente e coordenadora geral Escolaridade: Bacharelado - Artes Visuais na Estácio de Sá – 2019 Pós graduação - Arte Terapia em UNIBF – 2021 Pós graduação - Estudos em Psicopatologias – Termina em 2021 Reciclagem do curso de psicanalise – Instituto Somata – 2021 Coaching e Mentoring – Instituto Holos - 2020 Dezenas de cursos livres de artes e terapia Experiência Com artes, comecei ainda cedo, venda de obras desde a infância, criei a empresa Milla Ferratti Art Gallery localizada nos Estados Unidos e a LMCPaes no Rio de Janeiro. Participação em vários projetos sociais para crianças se envolverem em arte. O meu objetivo é encontrar talentos que estão fora do ambiente mais rico em artes e levar sua arte para o resto do mundo, a galeria está no ambiente virtual no site Millaferratti.com. Há anos dou suporte a grupos de mulheres vitimas de violência, Xegamiga e mães e crianças especiais. Trabalhando com arte e terapia para melhorar a vida das pessoas. Por isso deixei de usar o nome de batismo e criei uma marca para evitar os problemas que encontrei nesse caminho. Apesar do trabalho em várias áreas de gestão, passando por Vale do Rio doce, Brinks e Petrobras não estão no âmbito de artes. Busco por meio da arte mudar o mundinho das pessoas e ampliar a visão do indivíduo, transformando em renda e novos negócios oferecendo opções artísticas. Ju Rocha - Oficineira tye dye Sou artista autodidata, costumo vender minhas obras na internet, nesse caminho fiz alguns cursos livres de pintura, sendo eles com o professor Elton Brunete, cavalos, hiper-realismo e atualmente paisagens, embora a natureza seja o ponto focal das minhas artes. Sou artista da galeria Milla Ferratti Art Gallery. Trabalho como professora de artes em tecido na empresa Center Panos. Dou aula e workshops de pintura a óleo sobre tela, trabalhando coordenação e mente de crianças especiais e adultos em fase de demência e Alzheimer Simone Salvador de Mello – Oficineira Mangá Formação: Artes Visuais - Faculdade Unopar (2017); Pós em Arte, Educação e Terapia - Faculdade Unina (2018) Pós em educação do campo- Unina (2019) Pós em Educação Especial (2020) Formação Cursos extra currílares: Curso em tela Fernanda Arndt Curso pintura em tela, Rico Curso de Ribeiro (2013) Work shop Rico Ribeiro (2013). Curso de pintura iniciados, Elton Brunetti (2019) Curso de Cavalos, Elton Brunetti (2020) Curso de desenho, Júlio rocha (2019) Pintura em tecido instituto alfenas (2017) Libras básico, Cresça Brasil (2017) Bullyng e Cyberbullyng, Cresça Brasil (2017) ADI – Agente de Desenvolvimento Infantil (2017) Novas Tecnologias Educacionais (2017) Principais Experiências: Estagiaria auxiliar de professor no projeto casa de vivencia (2015) (período); Professora do ensino fundamental Colegio do Campo em Romeopolis (2018) Professora do ensino fundamental, Colegio Estadual e Arapuã (2018) Professora do ensino fundamental, Colegio Estadual e Arapuã (2019) Professora de artes no projeto Casa do Adolescente ( 2020) LEIDI FLEGLER – Oficina descabelado Experiência: Curso de flores em EVA Curso de Pintura a óleo com Elton Brunete Curso de Impressionismo com Cido Oliveira Sou autodidata, gosto de criar a partir do cotidiano, estou sempre em busca de desafios. Sempre trabalhei na agricultura e me descobri artista quando comecei a pintar para relaxar apesar dos calos nas mãos. Luto pelo fim do trabalho infantil, principalmente na minha área agrícola. Influenciando crianças a irem para escola. Faço parte do grupo de artistas da Milla Ferratti Art Gallery no Brasil e nos Estados Unidos, onde trabalhamos fine art e leilões. Meu objetivo é viver da arte e pela arte, trazendo beleza ao mundo das pessoas e me envolver em projetos sociais com o grupo de artistas dessa galeria em prol de um mundo melhor e mais colorido. ALESSANDRA FRANGENI PAULA – Oficineira pintura em vaso Escolaridade: Curso de Pintura em Tela para Iniciantes - Elton Brunetti Art Curso de Pintura em Tela para Iniciados - Elton Brunetti Art Curso de Desenho e Pintura em Tela de Felinos - Elton Brunetti Art Curso de Desenho e Pintura em Tela de Retratos - Elton Brunetti Art Curso de Pintura em Tela Avançado - Elton Brunetti Art Curso Fundamentos e Estrutura do Desenho - Ateliê Issao Bazolli Curso Tatuadores de Sucesso – Renata Jardim Curso de empreendedorismo na metodologia By Necessity – Programa Gerdau Transforma Minha experiência: Com artes, comecei ainda cedo na infância, me destacando nos desenhos, coloridos e pinturas na escola. Por sempre ter interesse na área, iniciei cursos livres de pintura em tecido desde então, dando continuidade a cursos livres em todas as esferas até os dias de hoje. Trabalhei em 2019 como voluntária realizando pintura facial em crianças, num evento promovido por um grupo beneficente em Conselheiro Lafaiete. Através da arte tudo fica mais leve, positivo e me sinto livre para experimentar vários tipos de técnicas e estilos. Juraci Miranda – Oficineira Capitonê - Cursando Artes Visuais - Faculdade Unicesumar Curitiba - Curso de desenho – Profº Elton Brunetti - Curso iniciante – Profº Elton Brunetti - Curso Pintura em tecido – Profº Hélia P. J. - Especialização pintura em cavalos - Profº Elton Brunetti - Especialização pintura em felinos - Profº Elton Brunetti - Publicidade e propaganda – Universidade Norte do Paraná - Tecnologia em Marketing – Universidade Norte do Paraná - Curso pintura em telas – Profº Alzira Marinho - Curso pintura e desenho em nu artístico - Profº Suzana Dorneles - Curso pintura em tela - Profº Antônio Carlos Ribas Maciel - Pintura em Aquarela – Mestre Ricardo Sierro - Curso de Cerâmica , técnica Raku – Mestre Alejandro Salvini - Curso Técnica Espatulada - Profº Braggado Participação em exposições: - Exposições Coletivas Mistas – Museu Osvaldo Aranha - Projeto cultural Interferência - Exposição Palacete dos Dornelles, Feira de Arte E Cultura Paço Municipal - Exposição em unidades militares 10º Beloc, 12º Companhia de Comunicações, 6º RCB, 12º Batalhão de Engenharia e Combate - Exposição CTG Aconchego dos Caranjos - Alegrete RS - Exposição CTG Nova Querência – Cristalina GO Juliana Rocha - oficina de tiedie Sou artista autodidata, costumo vender minhas obras na internet, nesse caminho fiz alguns cursos livres de pintura, sendo eles com o professor Elton Brunete, cavalos, hiper-realismo e atualmente paisagens, embora a natureza seja o ponto focal das minhas artes. Sou artista da galeria Milla Ferratti Art Gallery. Trabalho como professora de artes em tecido na empresa Center Panos Dou aula e workshops de pintura a óleo sobre tela, trabalhando coordenação e mente de crianças especiais e adultos em fase de demência e Alzheimer
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.