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PRONAC 220323Apresentou prestação de contasMecenato

TEATRO PARA TODOS

Associação Cultural Sem Fins Lucrativos Pronto Sorrir
Solicitado
R$ 242,6 mil
Aprovado
R$ 269,8 mil
Captado
R$ 142,3 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

52.7%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
22

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2022-03-20
Término
2023-12-31
Locais de realização (2)
Bragança Paulista São PauloSão Paulo São Paulo

Resumo

Este projeto propõe: PRODUTO PRINCIPAL:a) criação de um espetáculo inédito, para todas as idades. Texto original, com cerca de 60 minutos por apresentação. b) Apresentações gratuítas do espetáculo, com tradução em LIBRAS; Como medida de democratização de acesso iremos realizar:c) Produção de versão gravada do espetáculo com inserção de audiodescrição e tradução em libras; Como medida de ampliação de acesso iremos realizar:d) transmissão do espetáculo gravado em várias instituições seguidas de bate-papo entre artistas e público; PRODUTOS SECUNDÁRIOS:Como CONTRAPARTIDAS SOCIAIS serão realizadas:e) ações formativas com transmissão do espetáculo gravado seguido de debate sobre o precesso criativo entre artistas e professores e alunos do ensino médio de Escola Estadual na cidade de São Paulo. Como OFICINA será realizado:f) Oficina gratuíta de "Memória, presença e Devir nas máscaras da Infância, Palhaço e Ancião".

Sinopse

SINOPSE DO ESPETÁCULO A SER CRIADO: Uma trupe de teatro mambembe viaja o mundo todo com sua mini ambulância esfalfada, em busca de resolver pepinos ou pelo menos comê-los. Mesmo com uma estrutura precária, elxs transformam qualquer cantinho impossível num espaço possível de se fazer teatro, e qualquer pessoa esquecida na espectadora mais inesquecível de todos os tempos! Esse é o jeito desses artistas criarem um universo mágico para contar e cantar a história mais instigante já ouvida no mundo, ou melhor, na América Latina, ou melhor, em Tamanduateí: "A história de quando uma criança parou de sonhar". Entre tragédias, quiproquós e canções esta trupe lança seu sopro de esperança, e convida o público a acolher suas utopias para construirmos juntxs um mundo onde criança alguma nunca deixe de sonhar. SINOPSE DA OFICINA: oficina gratuita de "Memória, presença e Devir nas máscaras da Infância, Palhaço e Ancião", ministrada por Cida Almeida, com 36 horas de duração, 30 vagas + vagas para ouvintes. Esta formação tem por objetivo provocar a intuição criadora acionando a memória ancestral para a criação de personagens autorais e fabulares dos participantes. Serão confeccionadas máscaras e interpretadas (Infância, Figura Cômica, Ancião) a partir de uma dinâmica de condução de acesso à imaginação criativa, um corpo invisível, até sua corporificação. Propõe articular ideias sobre a função do trabalho com as Máscaras na formação artística e aos conceitos de “memória, presença e devir” . SINOPSE DA CONTRAPARTIDA SOCIAL (AÇÕES FORMATIVAS): Interessados em acessar o público jovem e compartilhar nosso fazer artístico com estudantes e professores da rede pública, faremos 5 ações formativas para alunos e professores do 1o ano do Ensino Médio da Escola Estadual Maria José, com o desejo de promover uma reflexão sobre o fazer artístico e o cenário cultural no Brasil. As ações serão presenciais, em que transmitiremos a versão gravada do espetáculo criado e logo após promoveremos uma palestra e debate sobre o processo criativo, entre artistas, professores e alunos. SINOPSE DO PLANO DE DIVULGAÇÃO: O plano de divulgação de nosso projeto contará com assessoria de redes sociais, que irá criar e administrar conteúdos sobre cada etapa do desenvolvimento, divulgando atividades, inscrições para oficina, registros do processo, além de divulgar a estreia e temporada do espetáculo. Contaremos ainda com divulgação em larga escala por whatsapp e mala direta, a partir de mailings de instituições parceiras, como a Oswald Andrade, compartilhados com a produção.

Objetivos

Objetivo Geral: Produzir e divulgar espetáculo teatral como forma de levar a arte do teatro para lugares diversos e não convencionais, para públicos interessados e pouco assistidos. Objetivos Específicos: Produto Principal 1. Criar espetáculo inédito, para todas as idades e que possa ser adaptável a qualquer espaço físico; 2. Realizar 04 apresentações gratuitas da peça, sendo todas com tradução simultânea em LIBRAS, em espaço aberto com capacidade média de 100 lugares, em São Paulo, durante 2 semanas de temporada.; 3. Produzir 01 versão gravada do espetáculo com inserção de audiodescrição para pessoas com deficiência visual e LIBRAS para pessoas surdas. 4. Realizar 1 Transmissão do espetáculo gravado com assessiblidade em LIBRAS seguido de bate-papo com artistas e público em Instituição que apoie pessoas surdas (local a definir); 5. Realizar 1 Transmissão espetáculo gravado com assessiblidade em audiodescrição seguido de bate-papo com artistas e público em Instituição que apoie pessoas com deficiência visual (local a definir); 6. Realizar 1 Transmissão espetáculo gravado seguido de bate-papo com artistas e públcio em Instituição de Longa Permanência para idosos (local a definir com apoio do Instituto Velho Amigo, conforme carta de anuência anexa); 7. Realizar 1 Transmissão espetáculo gravado seguido de bate-papo online, com artistas e público no espaço cultural Edith Cultura (Bragança Paulista/SP), conforme carta de anuência anexa; Produtos Secundários Oficina 8. Promover 1 oficina gratuita com o tema: Memória, Presença e Devir nas Máscaras da Infância, Palhaço e Ancião, de 36 horas (12 aulas) ministrada por Cida Almeida. 30 vagas para participantes + vagas para alunos ouvintes (oficina será realizada na Oficina Cultural Oswald Andrade e/ou no Circo da Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho, conforme cartas de anuência anexas); Contrapartida Social 9. Promover 5 ações formativas para estudantes e profosseres de ensino médio de colégio da rede pública de SP (carta de anuência anexa), consistente em transmissão do espetáculo gravado seguido de debate sobre o processo criativo do espetáculo entre artistas e público, bem como sobre o histórico de atuação artística da Pronto Sorrir em seguimentos da saúde; 10. Compartilhar o processo de realização do projeto nas redes sociais da Pronto Sorrir e com veículos de imprensa, através de 32 postagens de fotos e 6 postagens de vídeo.

Justificativa

JUSTIFICATIVA: MECANISMOS DE INCENTIVO- A realização desta peça passa pelo uso das leis de incentivo como um mecanismo para garantir o acesso à maior camada possível da população. Assim, com o suporte da Lei de Incentivo a Cultura, conseguiremos custear a produção do espetáculo e garantir a difusão cultural. Além de possibilitar o acesso ao público, os mecanismos de incentivo também garantem salários justos para a classe artística e técnica que realizará a peça. Conseguimos, por meio do projeto de Lei de Incentivo a Cultura, prever uma equipe de mais de 30 pessoas com remuneração de acordo com as principais tabelas sindicais. Sem o mecanismo, não teríamos condições de realizar o projeto. A proposta se enquadra nos seguintes dispositivos: Art. 1º da Lei nº 8.313/91, incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; e IX - priorizar o produto cultural originário do País. Serão alcançados os objetivos constantes no Art. 3º da Lei nº 8.313/91, incisos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: alínea "c" - instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: alínea "c" - realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore e alínea "e" - realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; e inciso IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: alínea "a" - distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; UTOPIA E FUTURO Nossa experiência artística em diálogo com equipes multidisciplinares dentro dos hospitais evidenciou como a arte combinada a outras áreas do conhecimento - como a saúde, por exemplo - pode contribuir com processos terapêuticos, especialmente, nas elaborações psicológicas e emocionais de experiências difíceis. Acreditamos que nosso espetáculo possa colaborar com processos de cura de que a sociedade tanto necessita, após esse longo período em que a doença, a morte e o luto se manifestaram em larga escala ao redor do planeta; também, confiamos na potência revigorante que nossa proposta apresenta frente a versões distópicas de futuro, que invadem a realidade e a ficção de crianças, adultxs e idosxs, ao sugerir o retorno ao sonho como uma alternativa para imaginar e realizar mudanças positivas para a cidade, país, planeta. LIBRAS, AUDIODESCRIÇÃO E NEURODIVERDIDADE No dia a dia dentro de hospitais, encontramos uma diversidade imensa de pessoas e linguagens, conhecemos cosmopercepções múltiplas e aprendemos a explorar estratégias de comunicação diferentes das que a equipe domina. A partir do contato com a neurodiversidade de pacientes - com crianças que estavam em estado de coma e não se comunicavam através da fala e/ou da visão, por exemplo - inventamos estratégias de expressão poéticas e intuitivas e neste projeto, previmos 4 apresentações presenciais com tradução simultânea em LIBRAS e versões audiovisuais do espetáculo com tradução simultânea em LIBRAS e audiodescrição, com o objetivo de ampliarmos ainda mais a interlocução desse trabalho, a visibilidade das comunidades cega e surda e a beleza, além de evidenciar a aprendizagem que experenciamos ao entrar em contato com outras formas de ser e estar no mundo. Preocupados também em garantir que esta versão do espetáculo gravado alcance públicos que precisem de acessibilidade, faremos parcerias com centros de apoio às comunidades cega e surda, para que possamos transmitir o espetáculo nestes locais e realizar um bate papo com os espectadorxs após a apresentação. GRATUIDADE E ESPAÇOS NÃO CONVENCIONAIS A gratuidade de TODAS as nossas atividades abertas ao público somada à realização de nossa temporada fora de espaços convencionais para o teatro, visa reunir pessoas, sem que edifícios institucionais e seus protocolos de segurança e as diferenças de recursos financeiros se interponham entre artistas e público e, também, entre público e público - que no cotidiano, se separam à medida em que as diferenças entre classes sociais aumentam. Teatros Sem Fronteiras diz sim para o encontro e o celebra como oportunidade rara de estarmos juntxs na metrópole ou no interior, sem a mediação do dinheiro, aproximando pessoas que, talvez, nunca trocassem um olhar sequer, na correria das cidades. CAPITAL _ INTERIOR - INTERNET Nossa ações se desenvolvem entre as cidades de São Paulo e Bragança Paulista e nosso desejo é estabelecer esse fluxo e diálogo com espaços e agentes culturais de naturezas distintas, além de fortalecer artistas independentes do estado de São Paulo, que se unem para promover arte e cultura. Nossa comunicação online e exibições e bate papos virtuais expandem ainda mais o alcance dessas ações, espalhando a mensagem da importância do apoio do Estado a iniciativas culturais e garantindo que o projeto possa acessar pessoas em mais regiões do estado, país e mundo. APRENDIZAGEM E INTERGERACIONALIDADE Interessados em acessar o público jovem e em compartilhar nosso fazer artístico com estudantes de escola pública, faremos transmissões do espetáculo gravado seguidos de debate sobre nosso processo criativo e sobre nosso histórico de atuação artística em seguimentos da saúde, com o desejo de promover uma reflexão sobre o fazer artístico e o cenário cultural no Brasil. Nossa oficina aberta ao público é mais uma oportunidade de aproximação entre artistas independentes e, uma homenagem ao ambiente pedagógico, à educação como aspecto indissociável do fazer artístico. Compartilhamos a oportunidade de aprender com Cida Almeida (diretora artística do projeto e pedagoga teatral) com mais gente e, ao abrir o processo criativo _ durante a oficina e através da comunicação online -, nosso processo conquista dimensões mais plurais e potentes. Também na busca de se conectar com o público idoso, iremos transmitir o espetáculo gravado seguido de bate-papo entre artistas e público em Instituição de Longa Permanência para idosos em situação de vulnerabildiade social. Ao longo dos últimos 9 anos, todas as nossas criações artísticas foram realizadas para e com público intergeracional, que variava entre crianças de poucos dias ou meses de vida, passando por adolescentes, jovens, adultxs e idosxs, muitas vezes, simultaneamente, como nos quartos em que conviviam pacientes, familiares, visitas e profissionais da saúde, ou em auditórios de congressos que reuniam diversas gerações de pesquisadores, palestrantes e interessados em temas como saúde, arte e luto em pediatria. Esse caráter intergeracional passou a ser considerado fundamento de nossas pesquisas e criações. Como estratégia pedagógica, confiamos na aprendizagem compartilhada com pessoas de todas as idades e na valorização desse convívio. Nosso espetáculo foi idealizado para contemplar um público diverso, também, em relação à faixa etária. Breve apresentação do projeto em vídeo, caso seja do interesse dos jurados assistir (obs: neste vídeo não falamos das contrapartidas que ocorrerão para alunos e professores de ensino médio de escola pública, mas esta contrapartida é explicada no corpo deste projeto) : https://www.youtube.com/watch?v=f_TqwIO5Jx4

Estratégia de execução

EXISTÊNCIA DE RECURSOS CAPTADOS DISPONÍVEIS PARA A PRESENTE PROPOSTA Nosso plano Anual PRONAC 183403 foi arquivado por insuficiência de captação, não obstante termos captado o percentual necessário tempestivamente. Em nossas manifestações através do sistema de solicitação do referido plano anual, recebemos respostas da Coordenação de Execução para apresentarmos nova proposta e solicitarmos a transferência do saldo de R$ 106.301,00 do plano anual arquivado para a nova proposta. Assim, desde já, informamos que HÁ RECURSOS A SEREM DESTINADOS AO PRESENTE e pretendemos solicitar a transferência do plano Anual PRONAC 183403 para esta proposta 358226 tão logo seja possível, de modo que requeremos prioridade na análise da presente proposta. APRESENTAÇÃO Em 2021, a Pronto Sorrir completa 9 anos de atuação artística em hospitais pediátricos e instituições de longa permanência para idosxs, levando a arte do teatro àqueles que, por motivos de saúde, estão impossibilitados de ir a centros culturais. Durante esses anos, a companhia criou espetáculos para centros de saúde, produziu um documentário e vídeos de brincadeiras para todxs, desenvolveu intervenções artísticas, realizou oficinas, palestras em congressos, colaborou com publicações sobre arte e saúde, além das visitas semanais a pediatrias, interagindo com pacientes, acompanhantes, profissionais da saúde e demais funcionárixs desses ambientes e impactando mais de 36 mil crianças hospitalizadas e 300 idosxs em situação de vulnerabilidade. Durante este longo período de experimentações artísticas fora de centros culturais percebemos que são infinitos os espaços possíveis de se fazer teatro: em qualquer lugar onde houver uma/um artista e uma/um espectadora/r interessadxs em compartilhar o instante, o teatro pode acontecer. Inspirado por essa premissa nasce este projeto, que propõe a criação de um espetáculo inédito, para todas as idades e pensado de forma a poder ser apresentado e adaptável a qualquer espaço físico: seja um leito de UTI, seja uma praça, um teatro, um presídio, um metrô, etc. Neste “teatro” construído em qualquer canto, uma trupe de artistas mambembes - entre números circenses, cantorias e atrapalhoadas - vem contar e cantar ao público uma história muito instigante, senão preocupante: a história de quando uma criança parou de sonhar. Olhar para essa criança sem sonhos é na verdade olhar um pouco para todxs nós neste momento, e para os medos e impotências que projetamos ao futuro que nos aguarda. Em torno desta temática, queremos aproveitar o poder de encontro que o teatro carrega, para criar uma atmosfera aconchegante, lúdica e fabular, através da qual possamos refletir e acolher nossas utopias para que juntxs possamos imaginar um futuro mais próspero para todxs. CONCEPÇÃO DE CENÁRIO, FIGURINO, ILUMINAÇÃO E MÚSICA DO ESPETÁCULO A SER CRIADO: Nossa trupe precisa do necessário para instaurar uma arena e, logo em seguida, recolher tudo para seguir sempre em frente, rumo ao próximo encontro/sonho. A estética do espetáculo homenageia as trupes circenses itinerantes com figurinos marcados por sobreposições e cores vivas, evocando figuras arquetípicas para contarem a história, como o Bufão da Commedia dell'arte e também figuras populares brasileiras, que traduzem a complexidade da imagética de povos originários do sul global. Dando continuidade à nossa pesquisa e experiência de atuação em hospitais e espaços não convencionais para teatro, vamos utilizar materiais versáteis, que favoreçam o livre movimento de artistas em cena e ressignifiquem objetos, como, um chapéu de luvas cirúrgicas, que se transforma em um escudo ou em qualquer coisa que sirva à história, dando à quem assiste o jogo de imaginar junto de quem conta todas as imagens e ludicidades propostas. Ao chegar em sua “ambulância nanica”, essxs artistas se apropriam de elementos do ambiente hospitalar para experimentar seus desdobramentos poéticos, então, máscaras e outros acessórios podem se transformar conforme as necessidades da cena. Pensando na diversidade dos espaços das apresentações (ruas, praças, etc), o cenário poderá estar contido nos figurinos e objetos de cena para que não sejam excessivas as informações e, também, em elementos a serem manuseados - um só objeto opera como figurino, cenário e iluminação. O objetivo é que os elementos, ora se misturem em composições integradas, ora destaquem-se uns dos outros: algo que compõe a paisagem visual, de repente se transforma em vestimenta; um utensílio como uma lanterna, passa a ser paisagem e poesia, significando a lua a iluminar a noite estrelada; a sirene, se transforma em foco de luz para alguém em cena; um megafone, vira um chapéu e assim por diante. Esses aspectos da encenação serão idealizados e desenvolvidos em paralelo à montagem da peça, a partir das necessidades da dramaturgia e, principalmente, dos corpos em cena. Seguindo a lógica desse elenco que contém uma bagagem de imagens e histórias, a iluminação se dará também em operação feita pelos próprios personagens, com luzes diversas que estejam como objetos de cena. E a dinâmica de manipulação em cena se estende para tudo - o elenco é também a direção de palco, a equipe de contrarregragem. A trilha sonora original também segue na bagagem (elementos sonoros e instrumentos), nos corpos e vozes de quem conta, com composições feitas para fazer dançar as palavras da dramaturgia, num tom bastante musical e que convide o público para cantar junto. A música será um norte tão importante quanto a palavra contada e a canção uma oportunidade de coro entre artistas e espectadores. Com direção musical da cantora, compositora e musicista baiana, Josyara, preparação vocal de Rani Guerra, apoio técnico de som de Florência Saravia, Teatro(s) (im)Possíveis se debruça no repertório do cancioneiro nacional popular para criar uma trilha realizada por atrizes e atores em cena, combinando outros recursos para compor uma trilha, que também aproveita os ruídos de seus espaços - carros, falas, buzinas, sirenes, pássaros, etc - para criar uma paisagem sonora plural. PROPOSTA DE DRAMATURGIA DO ESPETÁCULO A SER CRIADO: A proposta de criação da dramaturgia acontecerá de forma coletiva em processo, durante ensaios teórico-práticos em diálogo com o trabalho desenvolvido na oficina ministrada por Cida Almeida - diretora do espetáculo - a partir de suas pesquisas sobre “Memória, Presença e Devir”, infância (memória), palhaçaria (presente), máscara anciã (ancestralidade). Na articulação entre três tempos – passado, presente e futuro -, criaremos uma fábula para tratar de uma questão urgente em frente à crise: como encontrar forças para seguir? Diante de um presente em que a esperança parece ruir e o futuro não parece certo, qual legado ficará para as crianças perpetuarem? Pensantes e sensoriais os pequenos - e os grandes, também - já percebem a dificuldade de cumprir uma simples missão: sonhar. Inquieta com essa realidade a Pronto Sorrir se propõe a pensar uma utopia. Um encontro de artistas para criar uma dramaturgia que construa uma nova proposta de futuro. Teatros Sem Fronteiras em “Quando ela parou de sonhar”. Uma trupe de teatro itinerante monta seu picadeiro. Palhaços, mágicos, uma mulher barbada e o apresentador. Mesmo com uma estrutura precária, eles conseguem criar um universo mágico e instigante, para contar a história mais incrível já ouvida no mundo, ou melhor, na América Latina, ou melhor, em Tamanduateí: A história de quando uma criança parou de sonhar. OBSERVAÇÃO SOBRE DESLOCAMENTO: O campo "deslocamento" do ítem "local de realização" não foi preenchemos com nenhuma informação, porque todas as ações fora da cidade de São Paulo serão ONLINE, não havendo a necessidade de deslocamento. As ações PRESENCIAIS do projeto serão todas feitas na cidade de São Paulo.

Especificação técnica

Espetáculo inédito Ações Presenciais: - ensaios e criação de espetáculo inédito em celebração dos 10 anos da Cia Pronto Sorrir (duração: 4 meses) - apresentações presenciais gratuítas do espetáculo inédito: (4 apresentações na cidade de São Paulo, sendo TODAS elas com tradução simultânea em LIBRAS. Duração do espetáculo: 60 minutos) (PARA 100 PESSOAS, EM MÉDIA) - gravação do espetaculo em vídeo (local de gravação: Oficina Cultural Oswald Andrade e/ou Circo da Universidade Estadual Paulista, ambos no município de São Paulo (conforme carta de anuência anexa). - inserção de audiodescrição e tradução em LIBRAS na versão gravada do espetáculo. Obs.: As apresentações PRESENCIAIS solicitarão comprovante de vacinação contra COVID-19 e uso obrigatório de máscara. Teremos um assistente de produção responsável por conferir temperatura e vacinação de covid-19. Ações online: - Compartilhamento do trabalho realizado e promoção de reflexão artística, por meio de transmissões do espetáculo gravado seguido de bate papo entre artistas e público em 4 Instituições distintas no Estado de São Paulo. São elas: Município de Bragança Paulista: a) Transmissão do espetáculo gravado seguido de bate-papo online, com artista e público no espaço cultural Edith Cultura, conforme carta de anuência anexa (duração: 1 dia); (PARA 120 PESSOAS, EM MÉDIA) Município de São Paulo: b) Transmissão de espetáculo gravado com assessiblidade em LIBRAS seguido de bate-papo online com artistas e público em Instituição de apoio a pessoas surdas (local a definir / duração: 1 dia); (PARA 120 PESSOAS, EM MÉDIA) c) Transmissão do espetáculo gravado com assessiblidade em audiodescrição seguido de bate-papo online com artistas e público em Instituição de apoio a pessoas com deficiência visual (local a definir / duração: 1 dia); (PARA 120 PESSOAS, EM MÉDIA) d) Transmissão do espetáculo gravado seguido de bate-papo online com artistas e públcio em Instituição de Longa Permanência para idosos (local a definir com apoio do Instituto Velho Amigo, conforme carta de anuência anexa / duração: 1 dia)/. (PARA 120 PESSOAS, EM MÉDIA) Divulgação: - compartilhamento do processo de criação pelas redes sociais, com auxílio de profissional de comunicação. - criação de arte gráfica do espetáculo; material de divulgação e versão de impressão em braile. - divulgação do espetáculo e de sua circulação por meio das redes sociais e imprensa, com auxílio de profisisonal de comunicação e de assessoria de imprensa. Oficina: - oficina gratuita de "Memória, presença e Devir nas máscaras da Infância, Palhaço e Ancião", ministrada por Cida Almeida; - Divulgação ocorrerá pelas mídias sociais, imprensa e whatsapp. Haverá inscrição para realizar a oficina e a seleção será por ordem de inscrição. Caso haja mais de 30 inscritos interessados, oferecemos 20 vagas para participantes ouvintes. Também faremos grande divulgação em organizações de apoio a pessoas surdas e/ou com deficiência visual, para garantir a presença desta população na oficina. - Como medida de acessibilidade de CONTEÚDO, teremos dois intérpretes em Libras fazendo a tradução simultânea de todos os dias de oficina. Também teremos uma pessoa do projeto responsável por dar assistência a pessoas com deficiência visual que venham a se inscrever na oficina. Projeto Pedagógico da Oficina: Esta formação tem por objetivo provocar a intuição criadora acionando a memória ancestral para a criação de personagens autorais e fabulares dos participantes. Serão confeccionadas máscaras e interpretadas (Infância, Figura Cômica, Ancião) a partir de uma dinâmica de condução de acesso à imaginação criativa, um corpo invisível, até sua corporificação. Propõe articular ideias sobre a função do trabalho com as Máscaras na formação artística e aos conceitos de “memória, presença e devir” . É a busca pela revelação e escolhas que está na intersecção, no centro da encruzilhada entre diferentes caminhos epistemológicos, principalmente a ideia de ancestralidade, comunidade e pertencimento. Associando esses conceitos de memória, presença e devir às Máscaras é traçado um paralelo: a Memória estaria ligada à Máscara da Infância, como referencial imediato de uma vivência cultural; a Presença, o aqui e agora ao Palhaço - o que nos sugere o acontecimento1 , o ato que nos conecta com o comum - “o resgate do convívio”, ou seja, “o encontro de pessoa a pessoa em escala humana” ( in Teatro como acontecimento convival: uma entrevista com Jorge Dubatti )2 . O Devir ao Ancião, por estar diretamente ligada ao mistério, ao que não sabemos; ao que inventamos, criamos ; ao processo criativo e à impermanência. Essas máscaras, dentro do processo de formação, são criadas, manufaturadas: são artefatos construídos pelos próprios artistas, que criam corpos e narrativas para elas. A OFICINA: Os encontros são independentes entre si, divididos em 3 Jornadas. Aquecimento energético e físico presente em todas as etapas: MEDITAÇÃO DINÂMICA. JORNADA I Máscara da Infância – Criação e Confecção de Máscaras da Infância produzidas durante o encontro em papel, com volume e tridimensionalidade. Utilização das máscaras e exploração destas figuras criadas no processo de trabalho da oficina. JORNADA II Máscara do Palhaço / Figura Cômica - Envolve a Figura Cômica: do Palhaço, Ritual e Profana/Popular encontradas na Cultura Brasileira formada pelas culturas afro descendente diaspórica e ameríndias. A partir de seus códigos e usos é capaz de subverter o que é imposto como verdade absoluta tanto para quem a utiliza, quanto para quem interage como público. JORNADA III Mascara do Ancião – A partir das máscaras do ANCIÃO - criadas pelos artistas do Clã – Estúdio das Artes Cômicas durante o processo de montagem de seu espetáculo Cobertas D’Alma – A Fábula de Reminiscor - provocar a intuição criativa com o objetivo de acionar nossa memória ancestral para a criação de personagens autorais e fabulares dos participantes. Público alvo: artistas e alunos de artes cênicas, a partir de 16 anos. Vagas: 30 participantes em cada JORNADA + público ouvinte. Local de Realização: Oficina Cultural Oswald Andrade e/ou Circo da Universidade Estadual Paulista, ambos no município de São Paulo (conforme cartas de anuência anexa). Datas: A COMBINAR Horário: A COMBINAR Carga horária total: 36 hrs. CONTRAPARTIDA: Interessados em acessar o público jovem e compartilhar nosso fazer artístico com estudantes e professores da rede pública, faremos uma parceria com a Escola Estadual Maria José, na cidade de São Paulo, com o desejo de promover uma reflexão sobre o fazer artístico e o cenário cultural no Brasil. Com o auxílio dos professores de artes da escola, iremos promover ações formativas para estudantes e professores de 5 turmas do 1o ano do ensino médio (45 alunos por turma. 225 alunos no total, conforme plano de distribuição). Serão 5 encontros com projeção do espetáculo gravado (com assesbilidade em libras e audiodescrição) seguido de palestra e debate sobre o processo criativo do espetáculo, bem como sobre o histórico de atuação artística da Pronto Sorrir em seguimentos da saúde. Público alvo: estudantes e professores do Ensino Médio da rede pública. Vagas: 45 alunos por turma. 5 turmas. Total: 225 alunos. Carga horária: 2 hrs por encontro. Total: 10 horas. Local: Escola Estadual Maria José. Endereço: R. Treze de maio, 267 - Bela Vista, São Paulo - SP, 01327-000 Acessibilidade: Contaremos com intérprete em LIBRAS em todos os dias das ações formativas. Obs.: As ações formativas estão previstas para ocorrerem PRESENCIALMENTE. No entanto, caso surjam medidas restritivas e sanitárias decorrentes da pandemia da Covid-19, iremos adaptar a ação de modo a realizá-la de forma remota. Todos os artistas envolvidos no projeto já têm, pelo menos, duas doses da vacina contra COVID-19.

Acessibilidade

Espetáculo de Artes Cênicas Como medida de acessibilidade FÍSICA, nos comprometeremos a realizar todas as apresentações presenciais do espetáculo em locais com rampas e acessibilidade a cadeirantes e deficientes físicos, além de banheiros próximos. Como medida de acessibilidade de CONTEÚDO, iremos realizar uma versão gravada do espetáculo, com acessibilidade em LIBRAS para pessoas surdas e com audiodescrição para pessoas com deficiências visuais. (Conforme ítens "Intérprete em Libras" e "Serviço de Audiodescrição" da planilha orçamentária) Além disso, todas as nossas apresentações presenciais terão tradução simultânea em LIBRAS. (conforme item "Intérprete em Libras" da planilha orçamentária) A divulgação impressa também será contemplada por impressão em braile, alinhado com os termos do Art. 42 da Lei n. 13.146/15 e nas formas de comunicação previstas no Art. 3º da referida Lei. (Utilizaremos parte dos recursos de divulgação do projeto para arcar com os custos de impressão em braile) . Também faremos transmissões online do espetáculo gravado em diferentes instituições da cidade de São Paulo e Bragança Paulista, seguidas de bate papo online entre artistas e público. Nosso objetivo é garantir que a versão gravada da peça alcance pessoas que necessitam de acessibilidade, por meio de parcerias para transmissão do espetáculo em instituições de apoio a pessoas com deficiência auditiva e visual, além de idosos residentes de Instituições de Longa Permanência. Neste caso, quanto a acessibilidade FÍSICA, como as ações serão online, nos comprometeremos a realizar as transmissões somente em instituições que contem com medidas de acessibilidade física ou, então, que garantam que os beneficiários possam contemplar a obra de suas próprias casas, de forma remota. Vale ressaltar também que a essência deste projeto é justamente levar a arte do teatro a públicos diversos, de diferentes locais, inclusive idosos em situação de vulnerabilidade social e residentes de Instituições de Longa Permanência para Idosos, como também pessoas que, por motivos variados, estão impossibilitados de ir a centros culturais. Oficina A oficina também ocorrerá em espaço que conta com as medidas de acessibilidade FÍSICA e que estão de acordo com os artigos 27, inciso II, de Decreto 5.761, de 27 de abril de 2006, e na instrução normativa vigente. (Oficina será realizada na Oficina Cultural Oswald Andrade e/ou no Circo da Universidade Estadual Paulista – UNESP, ambas com medidas de acessibilidade FÍSICA). Como medida de acessibilidade de CONTEÚDO, teremos dois intérpretes em Libras fazendo a tradução simultânea de todos os doze dias de oficina (conforme item "Intérprete em Libras" da planilha orçamentária). Também teremos uma pessoa do projeto responsável por dar assistência a pessoas com deficiência visual que venham a se inscrever na oficina (conforme ítem "Assistente de Produção" na planilha de Oficina). . Contrapartidas Sociais As contrapartidas sociais do projeto se referem as ações formativas que faremos durante as aulas de artes da Escola Estadual Maria José, São Paulo. Serão 5 projeções do espetáculo gravado para alunos e professores do Ensino Médio rede pública, seguidas de debate sobre processo criativo entre artistas e público. Como foi dito acima, a versão gravada do espetáculo terá acessibilidade em libras para pessoas surdas e audiodescrição para pessoas com deficiência visual. (conforme ítens "intérprete em libras e serviço de audiodescrição" na planilha orçamentária do produto Espetáculo). Estas ações formativas também contarão com uma intérprete em LIBRAS para fazer a tradução simultânea de todo o encontro. (conforme ítem "intérprete em libras" da planilha orçamentária do produto Contrapartida). Também teremos uma pessoa do projeto responsável por dar assistência a pessoas com deficiência visual que venham a estar presentes (conforme ítem "Assistente de Produção" na planilha de contrapartida). Quanto a acessibilidade FÍSICA, nos comprometeremos a realizar as ações formativas em um local da Escola Estadual Maria José que conte com medidas de acessibilidade física ou, então, que garantam que os beneficiários possam contemplar a obra de suas próprias casas, de forma remota.

Democratização do acesso

Todas as ações previstas no projeto serão oferecidas gratuitamente para população e atendem ao Art. 30 da IN/MinC n. 01 de 24/06/2013. Além disso, este projeto adotará as seguintes medidas do art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; Preocupados em tornar este projeto o mais democrático possível, criaremos um espetáculo pensado de forma a atender todas as idades, e adaptável a qualquer espaço físico, justamente para que, uma vez pronto, a gente possa circular com ele aos mais variados lugares possíveis, e aos mais diversos públicos possíveis. Vamos levar 04 apresentações teatrais presenciais gratuitas a públicos diversos, na região do Bom Retiro e da Barra Funda. Haverá divulgação do espetáculo nas redes sociais e imprensa, e os ingressos serão distribuídos gratuitamente nos locais das apresentações com uma hora de antecedência ao início do espetáculo. Para entrada no espaço de apresentação da peça será realizado medição de temperatura dos espectadores e também será exigido comprovante de vacinação de Covid-19. Como medida de ampliação de acesso também faremos: a) 2 (dois) ensaios abertos; b) Criação de uma versão gravada do espetáculo com acessibilidade em LIBRAS e audiodescrição; c) Garantiremos que esta versão gravada do espetáculo chegue a pessoas que necessitem de acessibilidade, por meio de transmissão do espetáculo gravado em Instituição de apoio a pessoas surdas e em Instituição de apoio a pessoas com deficiência visual, seguida de bate papo entre público e artistas; d) Também transmitiremos a versão gravada do espetáculo em Instituições de Longa Permanência para idosos em situação de vulnerabilidade, seguida de bate papo entre artistas e público. Para isso, faremos parceiras com o Instituto Velho Amigo, organização não governamental que há 21 anos apoia lares de idosos em várias regiões periféricas de São Paulo. e) Com o propósito de levar o projeto para fora da capital Paulista, também realizaremos uma transmissão do espetáculo gravado seguido de bate papo online entre artistas e público em Centro Cultural do Município de Bragança Paulista. Também faremos ações formativas presenciais, que consistirão na apresentação do espetáculo gravado a 5 turmas da rede pública, seguidas de debate sobre o processo de criação entre artistas, estudantes e professores. Estas ações formativas ocorrerão no horário das aulas de artes da escola e não será preciso processo de inscrição, pois ofereceremos a ação formativa a todos os alunos do 1º ano do ensino médio da Escola Estadual Maria José, em São Paulo. (Conforme carta de anuência anexa.) Também ofereceremos uma oficina gratuita de 36 horas para artistas interessados e público ouvinte. Esta oficina contará com ficha de inscrição e a seleção dos beneficiários será por ordem de inscrição. No entanto, faremos grande divulgação em organizações de apoio a pessoas surdas e/ou com deficiência visual, para garantir a presença desta população na oficina. Contaremos com uma assessoria de imprensa para nos ajudar a divulgar todo nosso projeto e o chamamento público para inscrição na oficina ministrada por Cida Almeida, com o intuito de alcançar o maior público possível.

Ficha técnica

PROPONENTE A proponente será responsável por toda contratação dos profissionais empregados no projeto, elaborando os respectivos contratos e gerenciando seus pagamentos, fará toda comunicação com os órgãos competentes - ministério da cultura, sindicatos, etc -, e irá coordenar o processo de prestação de contas. Para além destas funções, irá também elaborar o planejamento estratégico de divulgação e comercialização da peça, bem como será a responsável por firmar as parcerias relativas aos ingressos gratuitos. Ana Paula Lopez: atriz e dramaturgista - CPF: 215.062.118-52 Formada em Dança pela Universidade Anhembi Morumbi (2003). Atriz pela Escola de Arte Dramática da USP (2015). Integra a DAMAS Produções e a Cia Laleche. Ganhou o prêmio de melhor atriz no Festival de Pindamonhangaba por EXISTO! que também recebeu o APCA 2020 na categoria de identidade de gênero. Assina a dramaturgia da peça infanto-juvenil “O país que perdeu as cores” em colaboração com a Cia Barco (2021). Gravou a série A Mesa, direção de Rubens Reiwald (2021). Bruno Sperança: ator, dramaturgista, editor e montador cinematográfico - CPF: 364.037.268-97 Ator, palhaço, diretor, diretor audiovisual e editor de vídeos (canais: quebrando tabu e deboche astral). Formado pela Escola de Arte Dramática da USP – EAD em 2015, formado no curso de Humor pela SP Escola de Teatro em 2011, com o espetáculo Fim de Partida – de Samuel Beckett. HELENA MIGUEL: representante legal da Associação Cultural Sem Fins Lucrativos Pronto Sorrir; atriz, coordenadora do projeto e captadora de recursos - CPF: 228.470.648-77 Atriz, palhaça, diretora e artista empreendedora. Graduada em Licenciatura em Artes/Teatro pela Unesp e em interpretação pela Escola de Arte Dramática da USP. No exterior teve experiências com teatro na Índia, Itália, Espanha e Portugal. É também fundadora e diretora da Associação Cultural Sem Fins Lucrativos Pronto Sorrir que, desde 2012, promove experiências artísticas em locais não convencionais, àqueles que, por motivos de saúde, estão impossibilitados de ir a centros culturais. Jackeline Stefanski Bernardes - atriz, coordenadora do projeto - CPF: 347.285.778-13 Atriz, artista multilinguagem, diretora de produção e arte-educadora formada pelo Instituto de Artes da UNESP. Pesquisa e pratica criação artística e direção de produção, concomitantemente, em trabalhos transdisciplinares. Marcelo Prudente - ator e narrador da audiodescrição - CPF: 325.634.148-90 Ator, performer e arte educador com Licenciatura plena em Artes Cênicas pela Faculdade Santa Cecília (FASC, 2007). Mestrando em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo (USP, 2019) com a pesquisa intitulada "Poéticas do Afeto: a participação na arte da performance" Fundador do coletivo Transe, que pesquisa performance, intervenção urbana e artes visuais na cena contemporânea. Marisa Bezerra - atriz e diretora de arte - CPF: 019.991.693-44 Atriz, produtora e diretora artística. Formada pela Escola de Arte Dramática (ECA-USP), atriz paraense, criada no Ceará, radicada em São Paulo desde 2008, tem construído sua trajetória como atriz e pesquisadora das artes desde o ano de 2002. Melany Kern S. Marsal - atriz - CPF: 351.361.168-46 Atriz formada em Comunicação das Artes do Corpo pela PUC Sp com habilitação em teatro e Dança, Pós Graduada em Corpo: Teatro, Dança e Performance pela Faculdade Celia Helena. Também é professora de dança, Laboratório Corporal, Jogos lúdicos e Escrita Coletiva no IADHEC desde 2010. Otto Blodorn - assistente de direção e produtor audiovisual - CPF: 380.988.198-84 Diretor e palhaço. Cursou Artes Cênicas – Direção Teatral (2012-2018) pela ECA-USP e cursou o Programa de Formação de Palhaço dos Drs. da Alegria (2014-2015). Atualmente trabalha como ator na Associação Pronto Sorrir, e fundou em 2018 a Multiverso Mídia, produtora audiovisual onde atua como Filmmaker e Editor de filmes institucionais e publicitários. Cida Almeida: Diretora Artística e Oficineira - CPF: 146.664.038-33 Educadora, Atriz e Diretora formada pela ESCOLA DE ARTE DRAMÁTICA-ECA/USP e pela UNIVERSIDADE DO SUL DE SANTA CATARINA - UNISUL, em Filosofia. Produtora Cultural e Artista pesquisadora com foco no Intérprete Fabulador desenvolvida atualmente em mestrado pela UNESP sob orientação da Prof.Dra. Carminda André. Especialista na formação e preparação de atores através das Máscaras Teatrais, com ênfase na Linguagem do Clown e no aprimoramento da Criatividade, Intuição, Percepção e Conscientização Corporal. O CLÃ- Estúdio das Arres cômicas, fundado pela artista, tem sido nos últimos 20 anos seu espaço de criação, investigação e produção. No início dos anos 80 estudou Técnicas Circenses na Escola Picadeiro. Teve como mestre de clown, máscara neutra e comedia dell’art Francesco Zigrino, aluno da Escola de Jaques Lecoq. Faz parte do seu currículo o desenvolvimento e aprofundamento técnico em Dança Contemporânea através de cursos com Denilton Gomes e Sílvia Bittencourt, com quem trabalhou TÉCNICA DE ALONGAMENTO E CONTATO IMPROVISAÇÃO de 1984 a 1987. Tem trabalhos realizados em teatro, televisão e cinema, onde foi dirigida por diversos diretores. Josyara: Diretora musical - CPF:053.522.645-48 Cantora e compositora baiana, natural de Juazeiro-BA. Em 2012, lançou o disco "Uni Versos", através do patrocínio da Petrobras. Realizou shows em importantes festivais, como Intercenas Musicais, Invasão Cultural, MINAVU e Radioca. Também fez shows de abertura para cantoras como Alessandra Leão, Tiê e Elba Ramalho. Em 2018, a artista lança o seu segundo álbum, intitulado "Mansa Fúria", composto por 12 canções autorais. O disco conta com o patrocínio da Natura Musical e realização da Giro Planejamento Cultural. Compôs a trilha sonora do espetáculo Em Análise, direção de Bruno Sperança. CURRÍCULO COTIARA PRODUTORA - ANA ELISA MELLO E SAMYA ENES (Produtora) A Cotiara Produtora nasceu em agosto de 2019 do encontro das produtoras e artistas Ana Elisa Mello e Samya Enes em 2015. É responsável, junto da Ventania Cultural e da RIMA Coletiva, pela idealização, curadoria e produção do TEIMA Festival de Artes. Em 2021, realizou a segunda edição do TEIMA Festival de Artes Online, contemplado no EDITAL PROAC EXPRESSO LEI ALDIR BLANC Nº 40/2020; a temporada de “Tampoco Hay Casa”, projeto de parceria entre a Antônima Cia de Dança e a musicista Mariana Carvalho, através do edital ProAC Expresso Lab da Lei Aldir Blanc N37/2020; e a temporada de “Cantos de Xícaras”, solo de Helena Miguel com co-direção de Aline Filócomo e Thiago Amaral, por meio do edital ProAC Expresso Lab da Lei Aldir Blanc N36/2020. Em 2020, realizou a primeira edição do TEIMA Festival de Artes Online de forma independente. Com foco em projetos artísticos híbridos, a Cotiara Produtora também realiza consultoria para artistas e companhias. Atualmente trabalham com artistas de diferentes áreas culturais, como a Antônima Cia. de Dança, a pianista e performer Mariana Carvalho, a cia Pavio de Abajour, a diretora teatral Thais Medeiros, o grupo de contação de histórias “Tá na Boca do Conto”, além dos projetos idealizados pela Cotiara. ANA ELISA MELLO: Direção de Produção- CPF: 358.448.148-19 SAMYA ENES: Produção - CPF: 327.918.038-40 André Luiz Vidal: Fotógrafo - CPF: 404.775.278-92 Rani Guerra: Preparador vocal - CPF: 328.202.218.23 MARCOS FELLIPE SALES: Comunicação / Assessoria de Redes Sociais - CPF:404.750.058-56 Florencia Saravia Akamine - Técnica de som e Finalizadora de Áudio – CPF: 01.180.057-37 Assessoria de Imprensa - a contratar (sugestão: Pombo Correio) Assessoria Contábil: Carvalho Ramos Assessoria Contábil Transmissão do espetáculo - estrutura técnica : a contratar. Pedro Orlando: audiodescritor - CPF: 009.919.833-94 Intérprete em Libras: a contratar. DANIELA VERDE: produtora cultural responsável pelo espaço cultural Edith Bragança (Bragança Paulista/SP) - CPF: 265.353.408-80 (serviço voluntário)

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.