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O projeto "nós" e "tramas" é um caminho de pesquisa e criação de uma exposição de artes visuais que começa com o próprio processo, síntese do olhar de um artista que observa o mundo pelo avesso, o lado que não expomos, mas que nos direciona externamente, é como uma viagem para a origem, das nossas emoções, sentidos e sensações. · Pesquisa e criação da nova exposição de Artes Visuais de Ana Bouissou. · Etnografia do percurso da pesquisa gerando um registro audiovisual.
O meu trabalho como fotógrafa e artista visual está muito embasado na condição humana. Tenho forte interesse em filosofia, antroposofia, psicologiaJunguiana, mitologia, literatura e conhecimentos ancestrais. Acredito na liberdade e no diálogo entre as várias formas do fazer e expressar a arte, resultando muitas vezes em obras participativas e interativas. Minhas obras exaltam o homem e seus vínculos, seus espaços internos e externos, as conexões transcendentais, as emoções e suas interfaces micro e macro. Metodologia: A pesquisa terá a utilização da técnica do campo da antropologia que é a etnografia, um registro minucioso e detalhado do percurso da pesquisa (que colhe momentos, sentimentos, valores, sentidos, sensações, narrativas), o objetivo é transformar este registro numa obra audiovisual utilizando um aparato tecnológico que capte as nuances dos dois ciclos, do cultivo do canteiro de girassóis e da produção artística de artes visuais de Ana Bouissou. Serão utilizados drones, câmera GoPro 4k, programas de edição, tecnologias que estejam à disposição para uma etnografia que dê ao público a possibilidade de visitar uma exposição de artes visuais imerso antes no caminho, como se tomasse pra si o processo tornando a experiência da fruição muito mais orgânica e real. No trabalho da manualidade a artistas que tem a reciclagem como ferramenta, irá utilizar cd’s e discos de vinil para tecer os miolos de girassol neste espirito que a natureza ela se transforma, se reconecta. A pesquisa segue o ciclo de vida do girassol, semeadura, germinação, crescimento das mudas, floração, murcha e rebote, estes dois últimos é o momento do renascimento, quando termina a floração os pontos na parte central incham e se transformam em sementes que lançadas ao solo geram um novo ciclo. O produto final é uma incógnita, no “nós e tramas” a ênfase está na travessia, criar memória e registros imateriais de um processo que o público não conhece, dando a dimensão da importância do que é único e irrepetível, do elo entre criador e criação, da organicidade da vida expressada pela lente da arte. O produto passa pela história a ser construída, uma etnografia de narrativas e percursos simbólicos e imateriais. Por fim, uma exposição margeada, sobreposta e entrelaçada pelo movimento que gera vida, por toda ancestralidade que cada corpo (seja ele qual for) carrega e se permite exteriorizar, expressões que dialogam e se conectam por um mesmo fio, ou diria uma única haste que cresce acima do solo, mas que abaixo dele tem uma teia complexa de raízes e conexões. A pesquisa assinada por Ana Bouissou terá sua floração em 2023, doze meses para pesquisa e criação, desta obra que pretende inovar, aquecer e acelerar o olhar do público, envolvendo-o numa teia de significados tecida por cada um de nós.
Apresentação: "A linha sobre o tecido Você no mundo O deslize macio Contrapõe o nó Laços feitos... Desfeitos... Mal feitos..." Ana Bouissou O tecer, o tecido, o visto, o vivido, colorido, sem cor, sentido, um elemento poético simbolicamente discorre toda potência da criação experimentada nas artes visuais, de um fazer manual que borda não somente a obra artística, mas a alma, bordando, moldando, tocando e direcionando sentidos e sensações. A arte é essa maneira de ler o mundo que não cobra da palavra, não espera uma única maneira de sentir, não coloca perguntas em respostas prontas. A arte permite o voo, materializa emoções, memórias, não escolhe quais emoções ou quais memórias, ela convida a "Ser", a "Construir", como uma linha no tecido, você no mundo, retas, nós, tramas, curvas, é a potente expressão do humano na nossa existência. O projeto "nós" e "tramas" nasce com a beleza do trabalho de Ana Bouissou, artista plástica e escritora, sensível, singular em sua assinatura. Ana transporta para seu trabalho a delicadeza e força ao mesmo tempo, transpondo culturas e histórias, dialeticamente integradas e indissociáveis, fazendo com que seu público queira conhecer o fio (a palavra) que tece, que inspira, que dialoga, tornando-se parte da obra, conhecendo o fio que tece a própria vida, numa comunicação dialógica entre o artista, seu trabalho e quem o aprecia. O projeto "nós" e "tramas" é um caminho de pesquisa e criação de uma exposição de artes visuais que começa com o próprio processo, síntese do olhar de um artista que observa o mundo pelo avesso, o lado que não expomos, mas que nos direciona externamente, é como uma viagem para a origem, das nossas emoções, sentidos e sensações. Ao chamar de nós e tramas o projeto será uma imersão na pesquisa em um registro muito particular do processo, uma etnografia do percurso. O fio condutor desta pesquisa é o ciclo do girassol, que por definição tem o nome científico de Helianthus annus, cujo significado é "flor do sol". É uma planta originária da América do Norte, possui a particularidade de ser heliotrópica, ou seja, gira o caule posicionando a flor na direção do sol durante a fase de amadurecimento. No seu ciclo, que dura exatos doze meses, o girassol ao germinar cria raízes muito profundas, cerca de 1,8 metros, como uma âncora que sustenta uma haste acima do solo que pode alcançar até 3 metros. O botão do girassol leva aproximadamente três semanas para se tornar visível no final do caule da planta. Este botão começa a crescer até que finalmente se abra, assumindo a forma de um disco com pétalas amarelas. O uso do girassol não é uma analogia, mas uma filosofia de imersão da pesquisa que terá o ciclo de doze meses, um mergulho para conhecer o quão profundas são nossas raízes e o que elas conseguem suportar e construir acima do solo, que podemos chamar de ciclo da vida. Será um olhar antropológico refletindo sobre que sociedade estamos produzindo (ou queremos produzir), que individuo estamos produzindo, como estamos nos construindo, nossa identidade. E assim como o Girassol, também o ser humano busca uma direção, e quem orienta ou o que orienta? Quando o girassol amadurece ele escolhe um lugar, um olhar, não para de aprender, apenas escolhe com quem deve aprender até que a finitude da vida lhe transforme novamente em semente. Ana Bouissou nos convida a tecer um caminho de volta, pra dentro, para desatar nós e tramas e não que a vida não vai nos impor novos nós, mas é fato que precisamos nos reconectar com nosso interno, para que a experiência da coletividade seja menos materialista, massificada, hedonista, anestesiada pelo consumo exacerbado. Metodologia: A pesquisa terá a utilização da técnica do campo da antropologia que é a etnografia, um registro minucioso e detalhado do percurso da pesquisa (que colhe momentos, sentimentos, valores, sentidos, sensações, narrativas), o objetivo é transformar este registro numa obra audiovisual utilizando um aparato tecnológico que capte as nuances dos dois ciclos, do cultivo do canteiro de girassóis e da produção artística de artes visuais de Ana Bouissou. Serão utilizados drones, câmera GoPro 4k, programas de edição, tecnologias que estejam à disposição para uma etnografia que dê ao público a possibilidade de visitar uma exposição de artes visuais imerso antes no caminho, como se tomasse pra si o processo tornando a experiência da fruição muito mais orgânica e real. No trabalho da manualidade a artistas que tem a reciclagem como ferramenta, irá utilizar cd’s e discos de vinil para tecer os miolos de girassol neste espirito que a natureza ela se transforma, se reconecta. A pesquisa segue o ciclo de vida do girassol, semeadura, germinação, crescimento das mudas, floração, murcha e rebote, estes dois últimos é o momento do renascimento, quando termina a floração os pontos na parte central incham e se transformam em sementes que lançadas ao solo geram um novo ciclo. O produto final é uma incógnita, no "nós e tramas" a ênfase está na travessia, criar memória e registros imateriais de um processo que o público não conhece, dando a dimensão da importância do que é único e irrepetível, do elo entre criador e criação, da organicidade da vida expressada pela lente da arte. O produto passa pela história a ser construída, uma etnografia de narrativas e percursos simbólicos e imateriais. Por fim, uma exposição margeada, sobreposta e entrelaçada pelo movimento que gera vida, por toda ancestralidade que cada corpo (seja ele qual for) carrega e se permite exteriorizar, expressões que dialogam e se conectam por um mesmo fio, ou diria uma única haste que cresce acima do solo, mas que abaixo dele tem uma teia complexa de raízes e conexões. A pesquisa assinada por Ana Bouissou terá sua floração em 2023, doze meses para pesquisa e criação, desta obra que pretende inovar, aquecer e acelerar o olhar do público, envolvendo-o numa teia de significados tecida por cada um de nós. Objetivo geral: · Pesquisa e criação da nova exposição de Artes Visuais de Ana Bouissou. · Etnografia do percurso da pesquisa gerando um registro audiovisual. Objetivos específicos: · Registrar o processo da pesquisa de forma detalhada e diária. · lançamento da Exposição em Belo Horizonte e São Paulo. · Laboratório de pesquisa e criação das peças da exposição a partir do ciclo do girassol. · 15 postos diretos de trabalho e aproximadamente 120 postos indiretos. · Promover como contrapartida social 12 horas de oficina de artes visuais para alunos (com seus professores) da escola integrada anos iniciais da rede municipal de ensino de Belo Horizonte no ateliê da artista. · Difundir novas maneiras de criar artisticamente, conectando públicos diversos em um mesmo ambiente. · Transformar o processo de pesquisa em produto cultural. Fomentar público formador de opinião
Justificativa cultural: O processo de criação artística esteve por longas décadas atrelado em um conceito de que as expressões artísticas, dança, teatro, música, artes plásticas, artes visuais, tem cada um lugar existencial específico, trabalham sozinhas. Dito isso, tem públicos e espaços de apresentação diferentes, cada uma com suas especificidades, é um fato. A questão é que a pós-modernidade trouxe à tona o pluralismo e a diversidade cultural, convergindo para um outro caminho, o hibridismo, uma fusão que não anula a identidade particular de cada parte integrante, mas dialoga, conversa, soma. O hibridismo, uma constante em países como o nosso, formados a partir do choque de culturas, ganha um interesse maior em tempos ditos globalizados, quando a circulação de ideias e de produtos culturais atinge um grau inédito. Essa situação molda o debate cultural contemporâneo, recolocando a questão da inter-relação entre a cultura nacional e o influxo externo. Para alguns, o mundo de hoje oferece uma oportunidade para a criação de uma cultura globalizada, um novo espaço da convivência da diversidade e do pluralismo culturais. Para outros, trata-se de submeter uma diferença nacional ao rolo compressor do lixo cultural mediático que vem, em especial, dos Estados Unidos. Por isso, nunca fez tanto sentido o movimento antropofágico, que é este receber sem perder a singularidade e individualidade do trabalho, o que está externo é apenas mais uma referência. É sabido que a cultura é dinâmica, mutável, plástica, livre. Assim, prefiro pensar que esta pluralidade externou outras formas do fazer artístico, democratizando processo e espaços de criação compartilhada. A dicotomia que estabelecemos entre um "nós" e um "eles" totalmente dissociados deixa de existir, passam a coexistir e é nesse conceito que este projeto se debruça, as linguagens não se sobrepõem, elas dialogam, conversam, são plurais. A relação de poder e todo seu universo de ocupação de lugares de poder implícita no universo da indústria cultural perde força quando o artista reconhece a irreprodutibilidade da sua obra. O que se tem como filosofia é que as artes visuais tem por especificidade se expressar conectada a um olhar que passa por outras linguagens artísticas que transpõe para dentro das galerias ou espaços que são instalações vivas, móveis ou não. A experiência da residência artística é o que chamamos de processo de pesquisa, é o momento livre e criado para a liberdade e pulsão criativa, é um momento que respeita o tempo do artista e sua forma de criar, de permitir o amadurecimento para que a maneira como lê o mundo seja exteriorizada. Os motivos que levaram a propor o projeto é que a autora ao longo da sua trajetória esteve muito restrita à eventos comerciais sem muita relevância e diante de todo potencial artístico resolveu dar um passo adiante, compreendendo que a proposta aqui apresentada é de relevância para a cidade e para as artes visuais no contexto nacional. A execução desta exposição coloca a artista num patamar de visibilidade que irá possibilitar entrar em espaços nacionais e internacionais. E o que antes era feito com recursos próprios, agora só é possível através de mecanismos que possibilitem parcerias privadas com benefício fiscal. Citar os incisos: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Sobre a artista Ana Bouissou "Cada ponto uma memória O pensamento se faz, refaz, desfaz A agulha escreve a poesia Alinhava afetos Liberta mágoas ao vento" Ana Bouissou A arte é a manifestação sensível do espirito e do próprio sensível, dos sentidos, da leitura que o artista faz do que o cerca e do seu mundo. E por assim ser concebida, autor e obra são indissociáveis, individualmente provocam sensações, emoções, mas a plena apreciação só é possível percorrendo o fio que tece a trajetória (intencionalidade) que desemboca na obra artística. O bailarino utiliza o movimento, o gesto e o seu corpo como ponto de partida para expressar sua verdade, o músico usa a melodia, as canções, o instrumento, o poeta usa a palavra, o artista visual (artista plástico) vive a experiência do sensível pelas mãos. "A complicada arte de ver" de Rubem Alves traz à tona uma das tarefas da educação, ensinar a ver, será a ação de ver pertencente aos olhos? Adélia Prado certa vez disse que Deus de vez em quando lhe tirava a poesia porque ela olhava uma pedra e via uma pedra. A experiência do ver está intrinsecamente ligada aos demais sentidos, ao que guardamos na memória e como guardamos, à capacidade de refletir e abstrair-se sobre o mundo das coisas. A artista Ana Bouissou desenha no tempo e no espaço uma trajetória marcada por uma pulsão criativa muito peculiar, um fazer artístico que coloca para dialogar com as mais diversas manifestações artísticas, um caminho de densas subjetividades. É uma artista a frente do seu tempo, vanguardista, com trabalhos que facilmente nos remetem ao espirito do expressionismo, nesta busca de romper padrões, criar uma linguagem própria e conectada com o contexto onde se insere. Ana Bouissou tem uma característica singular, a leveza e o estudo do movimento, seja em obras cuja materialidade são elementos brutalistas como o aço e o concreto, seja naqueles que se misturam com a natureza e tudo que ela oferece, que são organicamente alinhavados pela arte têxtil, diluem entre cores, linhas, tecidos, arranjos, pensados e produzidos que parecem saltar aos olhos. No resultado final a singularidade da interatividade do público com sua obra, uma proposta incorporada desde o início da criação, passa pelos sentidos, olhar, tocar, e, por vezes, acrescentar ou retirar elementos. As obras concebidas partem de um lugar bem especifico das artes visuais, essa confluência de técnicas da pluralidade das expressões artísticas materializada na manualidade, é como um rio que corre por cada poro e desagua nas mãos esculpindo, produzindo elementos que são a resposta da essência da artista. E o público é integrante e parte de todo processo.
Respondendo a diligência de 23 de março de 2022. EXPOSIÇÕES: Anexar nos Documentos da Proposta: a) Proposta museográfica da exposição, documentação indispensável para conclusão da admissibilidade da proposta. Proposta museográfica é um projeto com layout, detalhamento e especificações das soluções técnicas de montagem (uso das paredes, forro, laje de cobertura internas e externas, haverá apoio para as estruturas, entre outros); Resposta: foi anexada, frisando que é uma proposta por se tratar de um processo de pesquisa e criação, ou seja, a exposição e seu espaço dependem do que a artista conseguirá produzir, inclusive tamanho, textura, etc. b) Ficha técnica, com currículo dos curadores e dos artistas, quando for o caso; e Resposta: não é o caso por se tratar de um trabalho autoral c) Relatório das obras que serão expostas, quando já definidas. Resposta: Só será possível após início da pesquisa Informar os nomes e funções das pessoas que participarão do projeto (Coordenadores, Diretores, Curadores, Professores, Artistas etc.) Obs.: Caso não tenha definido o profissional que será contratado, descrever apenas a função que aquele profissional previsto na planilha orçamentária irá exercer no projeto, quando se tratar de função administrativa ou de gestão. Exemplos: (Coordenadores, Diretores, produtores, Assistentes etc.). Resposta: foi feito no campo da ficha técnica.
não se aplica
Produto principal ( pesquisa) Acessibilidade física: rampas de acesso para cadeirantes e espaços reservados ( para o caso de visitas aos ateliê) Acessibilidade auditiva: Interprete de libras na edição do material de audiovisual. Acessibilidade visual: audio descrição para o audiovisual. Produtos secundários ( exposição de artes visuais) Acessibilidade física: rampas de acesso para cadeirantes e espaços reservados, banheiros adaptados. Acessibilidade auditiva: Interprete de libras durante a exposição Acessibilidade visual: audio descrição na galeria, avisos sonoros descritivos do espaço, programação impressa em braille. Acessibilidade para pessoas que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: · Para atender pessoas com deficiências intelectuais (sindrome de down por exemplo), teremos um profissional formado em educação especial na equipe de produção da exposição. · O registro videográfico será uma obra de animação voltada para acessibilidade e será disponibilizado no canal do youtube ,com todos os recursos necessários para que pessoas com qualquer deficiência possam assistir ao espetáculo. · No espaço da exposição teremos um balcão da acessibilidade: folders impressos em braile e com o link no youtube para que o espetáculo possa ser baixado ou assistido online. Produto : contrapartida social ( oficinas) Acessibilidade física: rampas de acesso para cadeirantes e espaços reservados ( para o caso de visitas aos ateliê) Acessibilidade auditiva: Interprete de libras na edição do material de audiovisual. Acessibilidade visual: audio descrição para o audiovisual. Acessibilidade para pessoas que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: · Para atender pessoas com deficiências intelectuais (sindrome de down por exemplo), teremos um profissional formado em educação especial na equipe de produção da exposição. DE ACORDO COM A LEGISLAÇÃO: “Art. 23. Nos teatros, cinemas, auditórios, estádios, ginásios de esporte, locais de espetáculos e de conferências e similares, serão reservados espaços livres para pessoas em cadeira de rodas e assentos para pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, de acordo com a capacidade de lotação da edificação, conforme o disposto no art. 44 § 1º, da Lei 13.446, de 2015. § 1º Os espaços e os assentos a que se refere o caput , a serem instalados e sinalizados conforme os requisitos estabelecidos nas normas técnicas de acessibilidade da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT, devem: I - ser disponibilizados, no caso de edificações com capacidade de lotação de até mil lugares, na proporção de: a) dois por cento de espaços para pessoas em cadeira de rodas, com a garantia de, no mínimo, um espaço; e b) dois por cento de assentos para pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, com a garantia de, no mínimo, um assento; ou II - ser disponibilizados, no caso de edificações com capacidade de lotação acima de mil lugares, na proporção de: a) vinte espaços para pessoas em cadeira de rodas mais um por cento do que exceder mil lugares; e b) vinte assentos para pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida mais um por cento do que exceder mil lugares.
Contrapartida formativa: · Promover como contrapartida social 12 horas de oficina de artes visuais para alunos (com seus professores) da escola integrada anos iniciais da rede municipal de ensino de Belo Horizonte no ateliê da artista Ana Bouissou ou na própria escola. Atividades que possibilitem trabalhar com materiais manuseados pelas mãos, como tinta, argila, mas trazer o registro fotográfico como primeira inspiração para as obras de arte. Detalhamento: Duração de cada oficina: 50 minutos Local: espaço aberto (auditório , quadra ou biblioteca) Necessidades técnicas: materiais de artes visuais, painéis, pincéis. Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil (que neste caso será para estudantes de escola pública)
Ana Bouissou ( artista, proponente, pesquisadora) Graduada em engenharia civil, a Mineira Ana Bouissou nasceu em Belo Horizonte em 1967 e despertou para o universo artístico com o design de jóias e com a fotografia. Apresenta desde adolescente uma grande paixão pela dança e como consequência atua como fotógrafa de espetáculos artísticos de dança e teatro. Participou ativamente em diversos cursos livres de artes visuais,filosofia, antroposofia e demais áreas relacionadas ao bdesenvolvimento humano e tem como característica a utilização de diferentes linguagens, técnicas e suportes na execução de suas obras. Produtora e gestora de prestação de contas: Regina Moura dos Santos Silva Formação acadêmica: Graduada e Mestra em Ciências Sociais pela PUC MINAS Experiência profissional: Produtora de importantes grupos artísticos, Grupo de Dança Primeiro Ato (MG), Mimulus Cia de Dança (MG), Seráquê Cultural (MG), circulando dentro e fora do país nos principais festivais e teatros. DRT 6605 desde 2001, Diretora de produção e gestora cultural formada pelo observatório da Diversidade. Funções a serem contratadas: Pesquisadora / Direção artística: Função desempenhada pela proponente Ana Bouissou Assistentes : estagiários de artes visuais / artes plásticas Videomaker: Irá registrar todo processo de pesquisa para compor um registro audiovisual do projeto. Coordenação geral : Será contratada um profissional para fazer a administração financeira do projeto e a gestão da equipe e prestadores de serviço. Produtor executivo: Fará a produção da exposição, é a função da Regina Moura . técnico audiovisual: é o cinegrafista e assistente do videomaker. Assessoria de comunicação: será contratada uma agência para a identidade visual e produção das peças gráficas. Assessoria de imprensa: para divulgar a exposição Produtor de conteúdo: fará a criação das redes sociais e alimentar com informações.
PROJETO ARQUIVADO.