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O Festival Internacional de Música Instrumental ChorandoSemParar - é de modo especial, uma homenagem ao Choro e à música instrumental brasileira e é realizado, anualmente, desde 2004.Toda a programação é livre e gratuita. O nome dofestivalé uma referência ao encerramento: uma apresentação de 12 horas ininterruptas de Choro Instrumental, em praça pública. A Programação combina a participação de três categorias de convidados: talentos locais e regionais; instrumentistas brasileiros de renome internacional; e músicos estrangeiros que vêm para tocar a música brasileira.O 18° ChorandoSemParar _ Edição Tia Amélia propõe realizar um festival de três (03) dias de apresentações de música instrumental e oficinas.
O presente projeto destina-se a realizar o 18ª Festival Internacional de Música Instrumental ChorandoSemParar – Edição Tia Amélia, em dezembro de 2022, na cidade de São Carlos – SP. O Festival ChorandoSemParar é realizado anualmente desde 2004. Sua inclusão no calendário de eventos culturais de São Carlos foi oficializada com a lei nº 15.358 de 12/07/2010, consolidando-o como uma tradição cultural de destaque, que atrai aproximadamente 15 mil pessoas de toda a região, estado e país. Desde sua primeira edição, o Festival é realizado em Dezembro, como fechamento da programação anual do Projeto colaborativo, e sem fins lucrativos, Contribuinte da Cultura, criado pela produtora e pesquisadora cultural Fátima Camargo e que, desde 2003, é constituído como um projeto de extensão da UFSCar. O Festival ChorandoSemParar é, de modo especial, uma homenagem ao Choro e também à música instrumental brasileira. Realizou 16 Edições Presenciais e 01 (uma) Edição Digital, inicialmente prevista para Dezembro de 2020, mas que por força das circunstâncias provocadas pela pandemia foi realizada em Fevereiro de 2021. A Programação combina a participação de três categorias de convidados: talentos locais e regionais; instrumentistas brasileiros de renome internacional; e músicos estrangeiros, para tocar o Choro e gêneros afins. A programação apresenta roteiros dinâmicos, com variação de instrumentos solistas, de estilos de choro – dos mais tradicionais ao contemporâneo – e participação de grupos de diferentes gerações, aspectos que tornam a programação atrativa e surpreendente. Em cada edição há dois homenageados. Um em memória e outro especialmente convidado para a edição. O “Homenageado em Memória” inspira toda a programação e a escolha do elenco. As apresentações artísticas são elaboradas para difundir o seu legado e a sua importância. O elenco é composto por músicos que têm uma forte afinidade com o homenageado em memória e amplo conhecimento de sua obra. Os repertórios são elaborados especialmente para o festival e incluem composições e arranjos exclusivos inspirados no artista homenageado. De modo que, a cada ano, o Festival tem diferentes características, sonoridades e abordagens tanto no roteiro de palco quanto no oferecimento das contrapartidas sociais. A 18ª edição do Festival ChorandoSemParar, objeto desta proposta, será dedicada à pianista Amélia Brandão Nery, carinhosamente conhecida desde os anos 50 como Tia Amélia. O “Convidado Homenageado”, por sua vez, tem um forte vínculo com o homenageado em memória. Na edição Jacob do Bandolim, por exemplo, o convidado foi o trombonista Zé da Velha, que tocou com Jacob. Na edição Sivuca, o convidado foi Hermeto Pascoal. Na edição dedicada a Benedito Lacerda, o homenageado presente foi Toninho Carrasqueira. Na edição dedicada a Garoto, Paulo Bellinati. Na edição Villa Lobos, não poderia ser outro se não Turíbio Santos e na edição Radamés Gnattali, Joel Nascimento. A última edição Raphael Rabello teve como homenageado Maurício Carrilho. Esse vínculo entre passado e presente, tradição e atualidade, entre o “Homenageado em Memória” e o “Convidado Homenageado”, também é considerado um parâmetro de destaque do Festival. Tal curadoria, combinada com a multiplicidade de músicos, pesquisadores e artistas presentes no evento, permite encontros únicos, de valor inestimável. O Festival ChorandoSemParar ocorre, anualmente, durante uma semana (07 dias), em vários pontos de São Carlos-SP (teatros, centros culturais e praça pública) e reúne os mais renomados instrumentistas brasileiros e estrangeiros para tocar o Choro e gêneros afins. No início da semana são realizadas apresentações e ações formativas culturais referente à contrapartida social. Nos três últimos dias há apresentações em locais abertos, como a Praça XV. Neste mesmo local, ocorre o Encerramento, no último dia, com 12 horas de programação e revezamento de renomados instrumentistas brasileiros e estrangeiros, das 10h da manhã às 10h da noite, sem parar – formato que inspirou o nome do Festival. Dois meses antes da semana do Festival, são programadas ações culturais em escolas públicas e interferências artísticas em locais públicos, bares e centros culturais, sempre buscando caminhos para a difusão do patrimônio musical brasileiro e para a formação de público. Retomando a prática das atividades presenciais e híbridas, que na edição anterior restringiram-se à programação digital, a realização presencial do 18º Festival ChorandoSemParar é certamente um dos mais esperados acontecimentos culturais de nossa região e Estado. Ainda assim, sua realização será fortalecida com a implementação das tecnologias e possibilidades digitais, que passaram a ser familiares às produções culturais, ampliando seu alcance. Encontram-se mais descrições de cada um desses aspectos, nas outras partes desta proposta. TODA A PROGRAMAÇÃO É LIVRE E GRATUITA.
OBJETIVO GERAL: Conforme o artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021, os objetivos gerais do projeto são: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; XI - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira; XIV - apoiar as atividades culturais de Belas Artes; XV - contribuir para a implementação do Plano Nacional de Cultura e das políticas de cultura do Governo federal; O objetivo geral do Festival ChorandoSemParar é difundir e homenagear a música instrumental e o Choro brasileiro, demonstrando as relações harmônicas, rítmicas e melódicas entre o Choro e outros gêneros musicais (destacados de acordo com o estilo musical do "Homenageado em Memória" da edição). E, para isso, realizar ao longo do ano, programações artísticas, que culminam na semana do Festival ChorandoSemParar, com sua série de apresentações públicas, em dezembro. A 18ª Edição do Festival ChorandoSemParar tem como objetivo homenagear Amélia Brandão Nery. Ao longo dos anos, ocorreu um processo de amadurecimento conceitual, que consolida o Festival como um evento amplo de música instrumental brasileira, que se relaciona livremente com a música mundial, mas reserva grande espaço em sua programação para a difusão do Choro Brasileiro. Sendo assim, firma-se cada vez mais como um festival de música instrumental que busca promover o avanço da música instrumental brasileira em nível internacional. As caraterísticas únicas do Festival permitem o encontro de profissionais diversos do cenário cultural, entre músicos, pesquisadores, estudantes e admiradores, que se enriquecem mutuamente. Nesse sentido, o Festival também tem como uma de suas metas a criação de estratégias para formação de público através de ações culturais nos meses de outubro e novembro: breves apresentações surpresas, performances, palestras em escolas públicas e em outros locais da cidade. Acreditamos que esse é um objetivo complementar com o mesmo nível de importância. Através de uma programação de atividades em praças públicas e em outros pontos na cidade de São Carlos - SP, como escolas e passeios (todas com entrada franca), o Festival ChorandoSemParar atinge muitos seguimentos da população e da sociedade, cumprindo seu papel como agente cultural de impacto, em nível de alta qualidade musical, inspiração à criatividade e à pesquisa acadêmica, difusão popular e formação de público amplo. Cabe destacar que será observado suas obras em versões exclusivamente instrumentais para que não haja conflito com o Art. 18, cujo enquadramento ocorre desde as primeiras edições. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: A) PRODUTO FESTIVAL/MOSTRA: Realizar o 18º Festival ChorandoSemParar _ Edição Tia Amélia, com acesso livre e gratuito nos 03 dias do Festival, na cidade de São Carlos _ SP. A) PRODUTO FESTIVAL/MOSTRA: Promover 12 Apresentações Musicais instrumentais ao vivo, ao longo de 03 dias (sexta-feira, sábado e domingo) em espaço público e ao ar livre (praça pública) com acesso livre e gratuito, sendo que no domingo são 12 horas de apresentações com revezamento ininterrupto dos artistas convidados, formato que justifica o nome do Festival; A) PRODUTO FESTIVAL/MOSTRA: Dedicar a 18ª Edição à Amélia Brandão Nery. Tia Amélia nasceu em 1897, em Jaboatão de Guararapes, cidade próxima à Recife (PE). A biografia da "Homenageada em Memória", Amélia Brandão, e a fundamentação de sua escolha encontram-se em "Outras Informações". A) PRODUTO FESTIVAL/MOSTRA: Adequar a proposta de elenco ao tema da presente edição. A cada edição do Festival ChorandoSemParar, o elenco é inspirado e definido a partir de relações temáticas ou por afinidade de estilo dos artistas convidados com o homenageado que dá nome à edição. A montagem do elenco busca criar uma programação surpreendente, diversificada e de grande qualidade. Na edição 2022 serão incluídos no elenco convidados cujos trabalhos se relacionem de alguma forma com aspectos marcantes da obra instrumental de Amélia Brandão. A proposta de programação inclui nomes como: Hercules Gomes (Pianista _ ES), Nahim Marun (Pianista _ SP), Marcelo Tupinambá (Pianista _ SP), Nailor Proveta (Clarinetista _ SP), Rafael Toledo (Pandeiro - SP), Gian Correa (Violinista 7 cordas _ SP), Henrique Araújo (Cavaquinho), Alfredo Halc (Percussão), Eliezer Tristão (Tuba _ SP), Phillips Thor (Eufônico), Natan de Oliveira (Trompete), Rodrigo y Castro (Flauta), Douglas Fonseca (Bateria), Samuel Pompeo (Flauta e Clarinete), Roberta Valente (Pandeiro - SP), Trio Julio, Choro das 3, Ronni Kot Wenzell (Dinamarca), Rubén Zuniga (Percussão), entre outros.Não é possível garantir a confirmação dos nomes sugeridos acima antes da captação de recursos, mas vale mencionar como crédito ao projeto, que o histórico das edições anteriores sempre contou com a presença da grande maioria dos convidados propostos. Dessa forma, as sugestões acima cumprem a função de representar conceitualmente a presente proposta. Dentre esses nomes, aqueles disponíveis no momento da contratação definirão o elenco 2022. Caso seja necessária alguma substituição ou alteração serão preservados o conceito e a qualidade musical que caracterizam a presente proposta e sua temática. Ressaltamos ainda que, no Festival, há somente apresentações de músicas instrumentais. B) PRODUTO APRESENTAÇÃO MUSICAL: Abrir para a presença do público 8 ensaios preparotórios para as apresentações de palco. B) PRODUTO APRESENTAÇÃO MUSICAL: Realizar 3 apresentações musicais gratuitas e de livre acesso. Das 18h30 às 22h / segundo dia do Festival. (Sábado); B) PRODUTO APRESENTAÇÃO MUSICAL: Realizar o encerramento com 12 horas de música: revezamento ininterrupto dos artistas convidados apresentações musicais gratuitas e de livre acesso das 10h às 22h (domingo) - média de 10 apresentações. B) PRODUTO APRESENTAÇÃO MUSICAL: Realizar a 1ª. Noite de Abertura do Festival, no Teatro Municipal de São Carlos, com 2 apresentações no programa, com distribuição gratuita de 400 convites; B) PRODUTO APRESENTAÇÃO MUSICAL: Convidar instrumentistas de renome para interpretar composições instrumentais de Amélia Brandão Nery; C) PRODUTO OFICINA/WORKSHOP/SEMINÁRIO: Realizar ao longo dos 3 dias do Festival 05 palestras, 01 Workshop e conforme plano pedagógico em Anexo; C) PRODUTO OFICINA/WORKSHOP/SEMINÁRIO: Promover a troca de informações e de experiências entre profissionais de renome e alunos e professores de instituições públicas, e público em geral;
A fim de esclarecimentos, transcrevemos os incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 em quais a proposta se enquadra: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII- estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E também quais objetivos do Art. 3° da da Lei 8313/91 serão alcançadas com o projeto: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; Abaixo consta uma explicação pontual, para justificar o cumprimento e adequação da proposta aos referidos artigos e incisos: São Carlos realiza há 18 anos o Festival ChorandoSemParar _ ação cultural que veio preencher a falta de acontecimentos dessa natureza em uma região rica em produção musical, contando com vários grupos instrumentais, orquestras e bandas marciais. Entre esses grupos, é possível citar a Orquestra Experimental da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), a pequena Orquestra da UFSCar, a Orquestra da Escola Livre de Música Maestro João Sepe, as diferentes formações do Projeto Guri, além do Curso de Graduação em Música da Universidade Federal de São Carlos. Vale ainda mencionar a proximidade e o intercâmbio natural com o Curso de Música da Unicamp e com o Conservatório Musical de Tatuí - SP. O Festival ChorandoSemParar é reconhecido pela mídia e pelo público como o evento que reúne o maior número de instrumentistas brasileiros e estrangeiros de primeira grandeza para homenagear o Choro e a música instrumental brasileira. O formato de seu último dia, com duração de 12h - das 10h da manhã às 10h da noite e revezamento ininterrupto dos músicos nos palcos da Praça XV, na cidade de São Carlos SP, se consagrou como uma deliciosa maratona musical, cujo final ocorre sob os protestos do público, incansável nos aplausos e nos pedidos de bis. A programação combina a participação de três categorias de convidados: talentos locais e regionais, instrumentistas brasileiros de renome internacional e músicos estrangeiros, para tocar o nosso choro e gêneros afins. Além disso, a programação elaborada com a preocupação de produzir um roteiro dinâmico com variação de instrumentos solistas, de estilos de choro - dos mais tradicionais ao elétrico - e a inclusão de grupos de diferentes gerações, tornam a programação atrativa e surpreendente. A partir de 2008 foram escolhidos dois homenageados sendo um convidado e um homenageado em memória. Em 2008 os escolhidos foram Jacob do Bandolim e o convidado Zé da Velha; em 2009 o homenageado em memória foi Sivuca e o convidado, Hermeto Pascoal; em 2010, Waldir Azevedo e Armandinho, em 2011, Pixinguinha e Jorginho do Pandeiro e em 2012, Benedito Lacerda e Toninho Carrasqueira, em 2013 Ernesto Nazareth e Arthur Almdeida Lima, em 2014 Chiquinha Gonzaga e Luciana Rabello, em 2015 a edição Heitor Villa-Lobos trouxe como convidado homenageado o violonista Turibio Santos, em 2016 a edição Paulo Moura com o homenageado Nailor Proveta, em 2017 a edição Garoto trouxe o convidado Paulo Bellinati. Em 2018 o homenageado foi o maestro Radamés Gnattali e o convidado Joel Nascimento, e em 2019 o homenageado em memória foi Luiz Gonzaga (em especial, seus Choros) e o convidado Oswaldinho do Acordeon. A 17° edição foi elaborada para ser uma homenagem a Raphael Rabello. A 18ª Edição, objeto desta Proposta, será em homenagem à Amélia Brandão Nery. · O Festival ocorre em São Carlos, cidade que tem uma localização estratégica na região em que está inserida, com facilidade de acesso rodoviário, permitindo que o evento possa ser frequentado por grande público de todo o interior. A principal via de acesso à cidade é através da Rodovia Washington Luis (SP 310) que faz ligação do município à capital paulista. Outras rodovias tais como a Bandeirantes, Anhanguera, Faria Lima, Thales de Lorena Peixoto Jr. (SP 318), Dr. Paulo Lauro (SP 215), Luiz Augusto de Oliveira (SP 215) também dão acesso ao município; · Uma das principais motivações é oferecer oportunidades de apresentação e aprimoramentos aos músicos instrumentistas de nossa região, onde há uma carência local de festivais com esse perfil; · Atrai público de todas as idades e classes sociais e de diferentes cidades e estados; · Cumpre o papel de difusor da música instrumental brasileira, proporcionando ao público a possibilidade de apreciar o resultado do encontro de artistas consagrados de diversas partes do Brasil e do mundo para tocar a música instrumental brasileira; · Promove evento extremamente popular e, ao mesmo tempo, de alta qualidade técnica e artística; · Promove a produção artística através da criação de arranjos exclusivos para serem apresentados no Festival; · Promove a difusão da importância de compositores e instrumentistas nacionais, de gêneros musicais representativos do país e consequente valorização do patrimônio cultural brasileiro; · Oferece uma semana de programação cultural e artística de qualidade em que todas as atividades têm entrada franca em espaços públicos e abertos. · Promove o intercâmbio de informações e ideias entre artistas brasileiros e estrangeiros; · Abre espaço para outras ações para além da música (debates, exposições); · É o maior e mais tradicional evento artístico cultural da cidade; · Promove o turismo cultural e o desenvolvimento econômico através da utilização de serviços e do aquecimento na movimentação do comércio. · Com o apoio da Lei de Incentivo à Cultura será possível propiciar ao público o contato com apresentações culturais de música instrumental, sobretudo com o Choro brasileiro, visando apresentar e valorizar a linguagem musical de nosso país. Estas apresentações terão ingresso gratuito e/ou serão realizados em espaços abertos (praça pública) e em ambiente virtual, permitindo o acesso de um grande público, democratizando assim a cultura.
Sobre a readequação à realidade: A readequação à realidade do projeto considerou dois eixos principais: 1. O montante de recursos captados e a consequente alteração na planilha orçamentária 2. A mudança de datas do Festival devido ao calendário da Copa do Mundo de 2022 que implicou no adiamento da 18a edição para o início de 2023 O adiamento da 18a edição, prevista para dezembro de 2022, implicará em realizar duas edições do Festival no ano de 2023, e a captação de recursos até então realizada. A 18a edição foi reestruturada para ser uma edição especial de 03 dias de duração (não mais 07) que será realizada no espaço público e aberto do Teatro de Arena articulado ao Teatro Municipal de São Carlos. Apesar da mudança de espaço e duração, o projeto manterá seu mesmo formato característico, com apresentações musicais instrumentais, palestras, workshops, além da sua alta qualidade técnica e artística do elenco. Sobre a Diligência 28/03/2022: Informamos que o Portfólio com as atividades culturais realizadas pelo proponente foi anexado em Documentos do Proponente - RELATÓRIO DE ATIVIDADES CULTURAIS DA ENTIDADE/EMPRESA PROPONENTE. E as cartas de anuência que obtivemos até o presente momento se encontra em Documentos Proposta - Carta ao proponente. Hospedagem - esclarecimentos: Os beneficiários da Hospedagem (conforme Planilha Orçamentária) serão os músicos provenientes de outras cidades e estados que se apresentarão ao longo do Festival. Homenageada em Memória - Amélia Brandão Nery De família musical, começou ao piano aos quatro anos de idade e, aos doze compôs sua primeira peça, a valsa “Gratidão” – gravada em 1959, de destaque em sua obra. Teve uma extensa carreira musical, sendo uma forte influência em muitas partes do Brasil. Seu brilhantismo é visível desde os primeiros anos. Viúva aos 25 anos, com três filhos, ela foi uma das poucas mulheres que exerceram a música de forma profissional, algo escandaloso para uma mulher – vide a trajetória de sua antecessora, Chiquinha Gonzaga. Começou sua atuação na Rádio de Recife, nos anos 20. Os ritmos nordestinos são parte da essência de sua obra. Ademais, ela dedicou boa parte de seu tempo à pesquisa da música folclórica brasileiro. Já nos anos 30, foi para o Rio de Janeiro, e teve uma das épocas mais intensas de sua vida, como representante do Governo Getúlio Vargas, a convite do Itamarati, durante seis anos: trabalhou em Schenectady, em Nova York e em Nova Orleans – nos EUA. Depois do sucesso nas turnês internacionais, voltou para o Brasil e foi morar em Goiânia, em época jovem capital do Estado de Goiás. Muitos pesquisadores e interpretes de sua obra destacam sua importância para o desenvolvimento da região. Entre seus admiradores dessa época temos Egberto Gismonti, Maestro Julio Medaglia, Paulinho da Viola, Gilson Peranzzetta, entre outros. Manteve contato com nomes importantes da sua época como Ernesto Nazareth, que em 1934, antes de morrer, se encontrou com Tia Amélia pedindo que ela continuasse o Choro, que não o deixasse morrer. Como bem sintetizou o pianista Hercules Gomes, Ernesto estava passando o bastão para Tia Amélia. A partir desse momento, ela se dedicou intensamente ao gênero musical e, ao longo de sua carreira, expressou em diversas ocasiões seu amor pelo Choro; “O choro é imortal, bonito e brasileiro” disse em uma apresentação no Rio de Janeiro. Nos anos 50, assim, Amélia Brandão se popularizaria como a Tia Amélia. Convencida pela amiga Carmélia Alves, ela deixa Goiânia para retornar ao Rio de Janeiro onde assume um programa na Radio Mayrink Veiga. Além disso, de modo pioneiro, adaptando-se às novas linguagens e meios, Tia Amélia apresentou durante 10 anos o programa televisivo “Velhas Estampas” (1956-1966) onde tocava seu virtuoso piano e contava histórias na TV Rio. Seu LP "Velhas Estampas", fruto do famoso programa de tv, foi um grande sucesso de vendas e foi indicado ao prêmio de melhor LP de música instrumental, perdendo somente para o do amigo Jacob do Bandolim. O impacto de sua influência musical ainda está sendo calculado, mas indica-se que sua obra é baseada em três tripes fundamentais: a tradição melódica brasileira; o repertório clássico-romântico; e as sonoridades musicais-de-salão, dos pianeiros nacionais. Conhecida, e rememorada por seus alunos, como rigorosa e perfeccionista, lançou seu último LP “A benção, tia Amélia”, pelo Selo Marcus Pereira Discos, em 1980, aos 83 anos. Em 1983, morreu em Goiânia. Apesar de sua enriquecedora trajetória de vida, caiu em esquecimento. Pesquisas recentes, como a de Robervaldo Linhares Rosa, Como é bom poder tocar um instrumento: pianeiros na cena urbana brasileira (2015), destacam a importância do resgate de sua obra. E em 2020, Hercules Gomes gravou o CD “Tia Amélia Para Sempre” (Selo SESC), trazendo à tona a beleza e qualidade de suas composições para piano. O CD tem arranjos de Hercules Gomes, Henrique Araújo e Nailor Proveta e participação especial de Izaías Bueno de Almeida. Faixas de piano solo, piano com regional de choro e piano com "banda de coreto". O lançamento do CD no SESC Consolação foi um sucesso. Em Recife estão criando o Instituto Tia Amélia. A produtora cultural e biógrafa Jeanne de Castro também está preparando um livro sobre a vida da pianista/pianeira. Um de seus choros mais conhecidos, “Bordão de Luar”, foi regravado recentemente por Pedro Amorim, acompanhado por Maurício Carrilho, Luciana Rabello e Celsinho Silva, no álbum “Mulheres do Choro” (Acari Records, 2021). O Festival, encerra a programação anual do Contribuinte da Cultura, projeto colaborativo e sem fins lucrativos, criado pela produtora e pesquisadora cultural Fátima Camargo. Todas as atividades têm entrada franca. A programação é elaborada com a preocupação de produzir um roteiro dinâmico com a inclusão de instrumentistas de diferentes gerações, a variação de instrumentos solistas incluindo os menos previsíveis como gaita, guitarra elétrica, baixo acústico, viola de arco, ukulele, harpa, vibrafone e a variação de estilos de Choro, desde o mais convencional, interpretado por regionais, até os interpretados por Orquestras ou formações instrumentais com diferentes influências, tornando a programação atrativa e surpreendente. O festival busca criar uma atmosfera atraente e motivar a presença de público variado para compartilhar informação e conhecimento sobre nossa música instrumental. A Praça XV, local onde é realizada a maior parte das apresentações musicais e uma das principais da cidade, é próxima da estação rodoviária de São Carlos (20 minutos a pé). Há também linhas de ônibus que deixam o público quase em frente à Praça. Os outros locais utilizados pelo Festival também contam com linhas de ônibus muito próximas. Formação de Público: O Festival proporciona a um grande público a oportunidade de apreciar, conhecer e aprimorar conhecimentos sobre a música instrumental brasileira. Cabe destacar que na percepção da Coordenação do Festival tem sido criada uma verdadeira cultura regional de respeito e apreciação do Choro Brasileiro. Os músicos que participam, sobretudo aqueles que se apresentaram em mais de uma edição, reafirmam que durante os anos de execução do Projeto é nítida integração e compreensão que o público tem desta manifestação musical, de modo ímpar no país. Divulgação: A divulgação do Festival é realizada através de diversas mídias, para alcançar o mais variado público em diversas áreas da cidade: Televisão, Revista, Site, Redes Socias, Banners, Outdoors, Cartazes, Programação impressa, etc. Não há venda das camisetas produzidas em cada edição. Uma parte delas é utilizada pela equipe de trabalho e o restante doado aos músicos participantes como lembrança do Festival.
As apresentações serão totalmente e exclusivamente Instrumentais. Por se tratar da edição a ser realizada no ano comemorativo do centenário da Semana de Arte Moderna, em 2022, além da homenagem em memória à pianista Amélia Brandão Nery, a Tia Amélia, três outros compositores pianistas serão também mencionados com destaque: Heitor Villa Lobos, Camargo Guarnieri e Marcello Tupynambá, caracterizando o 18º ChorandoSemParar como uma edição pianística, mas de repertórios construídos com a e sonoridades de músicos intérpretes dos mais variados instrumentos. ELENCO PREVISTO: CONVIDADO HOMENAGEADO - HÉRCULES GOMES (PIANISTA) OUTROS NOMES E RESPECTIVO INSTRUMENTO: RODRIGO Y CASTRO (FLAUTA); ELIEZER TRISTÃO (TUBA); NAILOR PROVETA (CLARINETISTA); DOUGLAS FONSECA (BATERIA); PHILIPS THOR (EUFÔNICO); OUTROS NOMES A SEREM CONFIRMADOS. Reiteramos que não é possível garantir a confirmação dos nomes sugeridos acima antes da captação de recursos, mas vale mencionar, como crédito ao projeto, que o histórico das edições anteriores contou com a presença da grande maioria dos convidados propostos. Dessa forma, as sugestões acima cumprem a função de representar conceitualmente a presente proposta. Dentre esses nomes, aqueles disponíveis no momento da contratação definirão o elenco 2022. Caso seja necessária alguma substituição ou alteração serão preservados o conceito e a qualidade musical que caracterizam a presente proposta e sua temática. O PLANO PEDAGÓGICO referente ao produto Oficinas/Workshops/Seminários COMPLETO ENCONTRA-SE EM ANEXO. Devido às limitações de espaço, apresenta-se aqui apenas um resumo de cada ação. No anexo também consta currículo de cada ministrante. As atividades são gratuitas e planejadas visando a transmissão de conhecimento, o aprimoramento da apreciação das expressões artísticas, e mais especificamente no presente Projeto, através da Música, linguagem que define e caracteriza a presente programação. Consequentemente, o Projeto almeja a formação de público, o enriquecimento pessoal e da visão de mundo através da Arte. PROPOSTA DE OFICINAS/WORKSHOPS/SEMINÁRIOS: Atividade 01: PALESTRA MUSICAL INTERATIVA TÍTULO: O poder transformador da música - trajetória do pianista Hércules Gomes MINISTRANTE CONVIDADO: pianista HÉRCULES GOMES PÚBLICO-ALVO: Público em geral, professores e estudantes de música e outros interessados. CARGA HORÁRIA: 02 horas Atividade 02: PALESTRA MUSICAL INTERATIVA TÍTULO: Camargo Guarnieri e os caminhos do Modernismo Brasileiro MINISTRANTE CONVIDADO: o pianista NAHIM MARUM PÚBLICO-ALVO: Público em geral, professores e estudantes de música e outros interessados. CARGA HORÁRIA: 02 horas Atividade 03: PALESTRA MUSICAL TÍTULO: “A Rádio-escola” de Mário de Andrade e as composições de Marcello Tupynambá MINISTRANTE CONVIDADO: MARCELO TUPINAMBÁ LEANDRO PÚBLICO-ALVO: Interessados em música, no movimento modernista e na história da música brasileira, público em geral. CARGA HORÁRIA: 02 horas Atividade 04: WORKSHOP TÍTULO: PERCUSSÃO EM FOCO: RITMO E VANGUARDA MINISTRANTE CONVIDADO: RUBÉN ZUNIGA E MARTELO PERCUSSION GROUP PÚBLICO-ALVO: Público em geral, professores e estudantes de música e outros interessados. CARGA HORÁRIA: 02 horas Atividade 05: PALESTRA SEGUIDA DE RODA DE CONVERSAS TÍTULO: MENINA TAMBÉM CHORA MINISTRANTE CONVIDADA: RITA BRAGA PÚBLICO-ALVO: Público em geral, professores e estudantes de música e outros interessados. CARGA HORÁRIA: 02 horas Atividade 06: PALESTRA TÍTULO: AMÉLIA BRANDÃO NERY, a TIA AMÉLIA MINISTRANTE CONVIDADA: JEANNE DE CASTRO PÚBLICO-ALVO: Público em geral, professores e estudantes de música e outros interessados. CARGA HORÁRIA: 02 horas COORDENADOR DAS ATIVIDADES: Prof. Dr. Fred Siqueira Cavalcante Desde 2006 é Professor adjunto na Licenciatura em Música da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e no Curso de Educação Musical pela Universidade Aberta do Brasil conveniada a Universidade Federal de São Carlos (UAB/UFSCar) na modalidade de EaD (Educação a distância). Cursou piano e saxofone no Conservatório Dramático e Musical Carlos de Campos de Tatuí, concluiu bacharelado em Música pela Unicamp, mestrado e doutorado em educação pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Atuou em gravações e shows ao lado de músicos como João Alexandre, Guilherme Kerr, Aristeu Pires Junior, Hector Costita, André Juarez, Rogério Boccato, Edu Ribeiro, Jericó da Silva, Marco Abreu,entre outros. Participou também de apresentações ao lado de Djalma Correia, Paulo Moura, Zezo Ribeiro, Leandro Braga, Juarez Moreira e Simone Guimarães. Algumas de suas composições foram interpretadas pela Orquestra Experimental da UFSCar, por combos de jazz brasileiros, estadunidenses e pela Latin American Music Ensemble da Indiana University School of Music. Algumas de suas composições constam como trilhas sonoras de filmes, como é o caso do curta “Sentidos” produzido em 2011 na UFSCar. É músico integrante dos grupos Four Jazz e Hamilton e Seus Estados. Coordena os projetos de extensão MoMA (Mostra Musical dos Alunos da Licenciatura em Música da UFSCar) e Combo Instrumental da UFSCar, além de colaborar na coordenação do projeto Big Band na UFSCar, coordenado pelo professor Glauber L. A. Santiago. Desenvolve pesquisas sobre educação musical, arranjo e análise musical.
A) PRODUTO: FESTIVAL/MOSTRA ACESSIBILIDADE FÍSICA: Piso tátil para deficientes visuais (PcD Visuas e Cegos) Item da planilha orçamentária: Não há. Todos os espaços são escolhidos a partir do critério da acessibilidade, devendo possuir piso tátil, rampa de acesso, cadeiras adaptadas, barras laterais, estacionamento exclusivo para pessoas com deficiência e idosos. Assim, todos os locais selecionados são acessíveis. ACESSIBILIDADE FÍSICA: Disponibilização de infraestrutura (Rampas, elevadores e barras lateiras) e adaptação de espaços/ equipamentos com o objetivo de priorizar ou facilitar o acesso. (PcD físico, PNE, idosos, pessoas com mobilidade reduzida) Item da planilha orçamentária: Não há. Todos os espaços são escolhidos a partir do critério da acessibilidade, devendo possuir piso tátil, rampa de acesso, cadeiras adaptadas, barras laterais, estacionamento exclusivo para pessoas com deficiência e idosos. Assim, todos os locais selecionados são acessíveis. ACESSIBILIDE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Confecção do programa e peças de divulgação em braile; Item da Planilha Orçamentária: Impressão em Braile (produto Festival) ACESSIBILIDE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição antes das apresentações das informações sobre a apresentação (nome do músico ou da banda, nome das músicas, instrumentos utilizados e etc). Item da planilha orçamentária: Monitores ACESSIBILIDE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição do ambiente onde serão realizadas as apresentações (desde o palco até a plateia) Item da planilha orçamentária: Monitores ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Tradução simultânea em Libras nos eventos e vídeos de divulgação. Item da Planilha Orçamentária: Interprete de Libras (o item na Planilha Orçamentária está contemplado nos produtos Apresentação Musical e Oficina/Workshop/Seminário) ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Monitoria especializada inclusiva para acompanhamento e atendimento em todas as apresentações e atividades. Item da Planilha Orçamentária: Monitores B) PRODUTO - APRESENTAÇÃO MUSICAL: ACESSIBILIDADE FÍSICA: Piso tátil para deficientes visuais (PcD Visuas e Cegos) Item da planilha orçamentária: Não há. Todos os espaços são escolhidos a partir do critério da acessibilidade, devendo possuir piso tátil, rampa de acesso, cadeiras adaptadas, barras laterais, estacionamento exclusivo para pessoas com deficiência e idosos. Assim, todos os locais selecionados são acessíveis. ACESSIBILIDADE FÍSICA: Disponibilização de infraestrutura (Rampas, elevadores e barras lateiras) e adaptação de espaços/ equipamentos com o objetivo de priorizar ou facilitar o acesso. (PcD físico, PNE, idosos, pessoas com mobilidade reduzida) Item da planilha orçamentária: Não há. Todos os espaços são escolhidos a partir do critério da acessibilidade, devendo possuir piso tátil, rampa de acesso, cadeiras adaptadas, barras laterais, estacionamento exclusivo para pessoas com deficiência e idosos. Assim, todos os locais selecionados são acessíveis. ACESSIBILIDE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Confecção do programa em braile; Item da Planilha Orçamentária: Impressão em Braile (produto Festival) ACESSIBILIDE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição antes das apresentações das informações sobre a apresentação (nome do músico ou da banda, nome das músicas, instrumentos utilizados e etc). Item da planilha orçamentária: Monitores ACESSIBILIDE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição do ambiente onde serão realizadas as apresentações (desde o palco até a plateia) Item da planilha orçamentária: Monitores ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Tradução simultânea em Libras nos eventos e vídeos de divulgação. Item da Planilha Orçamentária: Interprete de Libras ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Monitoria especializada inclusiva para acompanhamento e atendimento em todas as apresentações e atividades. Item da Planilha Orçamentária: Monitores C) OFICINA/WORKSHOP/SEMINÁRIO: ACESSIBILIDADE AUDITIVA: Tradução do conteúdo falado por um intérprete de Libras Item da planilha orçamentária: Interprete de Libras ACESSIBILIDADE VISUAL: Disponibilização em Braille dos materiais impressos que forem usados Item da planilha orçamentária: Impressão em Braile ACESSIBILIDADE VISUAL: Narração de conteúdos de forma descritiva sem dependência de suportes visuais Item da planilha orçamentária: Monitores ACESSIBILIDADE FÍSICA: Piso tátil para deficientes visuais (PcD Visuas e Cegos) Item da planilha orçamentária: Não há. Todos os espaços são escolhidos a partir do critério da acessibilidade, devendo possuir piso tátil, rampa de acesso, cadeiras adaptadas, barras laterais, estacionamento exclusivo para pessoas com deficiência e idosos. Assim, todos os locais selecionados são acessíveis. ACESSIBILIDADE FÍSICA: Disponibilização de infraestrutura (Rampas, elevadores e barras lateiras) e adaptação de espaços/ equipamentos com o objetivo de priorizar ou facilitar o acesso. (PcD físico, PNE, idosos, pessoas com mobilidade reduzida) Item da planilha orçamentária: Não há. Todos os espaços são escolhidos a partir do critério da acessibilidade, devendo possuir piso tátil, rampa de acesso, cadeiras adaptadas, barras laterais, estacionamento exclusivo para pessoas com deficiência e idosos. Assim, todos os locais selecionados são acessíveis. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Monitoria especializada inclusiva para acompanhamento e atendimento em todas as apresentações e atividades. Item da Planilha Orçamentária: Monitores
O Festival ChorandoSemParar é livre e gratuito, não havendo geração de receita com a venda dos produtos culturais - conforme Art. 23 da IN 01/2022. O projeto adotará as seguintes medidas para democratização do acesso, conforme Art. 21 da IN 01/2022: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; IV - além da Ação Formativa Cultural prevista no art. 25 desta Instrução Normativa, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como: a) ensaios abertos com rodas de conversas em backstage de forma proporcional a a vinte por cento do tempo de duração e do quantitativo das apresentações.
Proponente - Fátima Camargo Catalano. Responsável pela gestão financeira e administrativa do projeto, concepção, curadoria, direção artística e executiva. É Graduada em Letras e pós-graduada em Semiótica pela Unesp. Tem atuação como pesquisadora musical, roteirista e produtora cultural há mais de 30 anos, no Brasil e no exterior. É mentora e diretora do Projeto Contribuinte da Cultura. Criou e coordenou a programação artística do Café com Letras (São Carlos-SP 1988/89), espaço cultural dedicado à produção contínua de conteúdo cultural incluindo apresentações musicais, workshops, palestras, performances, saraus, entre outros. Entre muitas outras atuações e atividades também foi responsável pela criação e ainda dirige o projeto colaborativo, sem fins lucrativos denominado Contribuinte da Cultura, cuja finalidade é a criação e produção contínua de conteúdo cultural. O Contribuinte da Cultura é projeto de extensão UFSCar e foi iniciado em 1999. Fátima criou e fez a direção artística do espetáculo cênico-musical “Viva Dalva!” - elenco de 17 artistas e participação do cantor Pery Ribeiro, filho da cantora homenageada, Dalva de Oliveira. Obteve Prêmios da Secretaria de Estado da Cultura e dos Correios. 2007 a 2011. Criou o Centro Cultural e Ponto de Cultura Canal Aberto Espaço 7, contemplado através de edital do Ministério da Cultura conjuntamente com a Secretaria de Estado da Cultura, e também as 17 edições Festival Internacional de Música Instrumental denominado ChorandoSemParar, na cidade de São Carlos SP.(2004 a 2021) É Membro do Conselho Gestor do Campus USP de São Carlos e Presidente do Instituto Mário de Andrade - São Carlos SP- que Iniciará as atividades a partir de Setembro de 2021. Consultor - Davi Sperling. É professor do Instituto de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (IAU-USP) e coordenador do Núcleo de Estudos de Espacialidades Contemporâneas (NEC.IAU-USP). É pesquisador do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), desenvolvendo a pesquisa "Contracartografias: tecnopolíticas de espacialização da informação". É arquiteto, possui mestrado e doutorado em Arquitetura e Urbanismo pela USP. Alguns de seus projetos, trabalhos visuais e cartográficos foram exibidos nas 4ª, 10ª e 11ª Bienais Internacionais de Arquitetura de São Paulo e no Storefront for Art and Architecture (NYC). Coordenador Pedagógico - Fred Siqueira Cavalcante. Cursou piano e saxofone no Conservatório Dramático e Musical Carlos de Campos de Tatuí, concluiu bacharelado em Música pela Unicamp e mestrado e doutorado em educação pela Universidade Federal de São Carlos-UFSCar, com pesquisas voltadas para a área de educação musical. Desde 2006 é professor no curso de Licenciatura em Música da mesma universidade, onde atualmente é vice-coordenador. É músico integrante dos grupos Four Jazz e Hamilton e Seus Estados. Coordena os projetos de extensão MoMA (Mostra Musical dos Alunos da Licenciatura em Música da UFSCar) e Combo Instrumental da UFSCar, além de colaborar na coordenação do projeto Big Band na UFSCar, coordenado pelo professor Glauber L. A. Santiago. Desenvolve pesquisas sobre educação musical, arranjo e análise musical. Músico Pianista (músico homenageado e consultor)- Hércules Gomes.Considerado um dos mais representativos pianistas brasileiros da atualidade, Hercules Gomes se destaca pelas fortes influências de ritmos brasileiros, jazz e da música erudita presentes em seu estilo. Natural de Vitória (ES) e radicado em São Paulo, é bacharel em música pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Já se apresentou em alguns dos mais importantes festivais de música no Brasil e no exterior como o Festival Piano, Piano (Buenos Aires, Argentina); o Brazilian Music Institute (Miami, EUA), o Festival de Inverno de Campos do Jordão (São Paulo, Brasil); e o Savassi Festival (Belo Horizonte, Brasil). No Brasil foi vencedor do 11º Prêmio Nabor Pires de Camargo e do I Prêmio MIMO Instrumental. Como solista já atuou com orquestras como a Jerusalem Symphony Orchestra, OSUSP, Orquestra Jovem Tom Jobim e Orquestra Sinfônica de Campinas. Em 2015 participou do projeto Gravação dos Concertos Cariocas de Radamés Gnattali. Em 2013 lançou seu primeiro trabalho solo intitulado “Pianismo” com composições próprias e arranjos que trazem fotografias panorâmicas do piano brasileiro e em 2018 lançou seu segundo álbum: “No tempo da Chiquinha” em comemoração aos 170 anos da pianista e compositora Chiquinha Gonzaga. E em 2020 o álbum “Tia Amélia para Sempre” em homenagem à Amélia Brandão Nery, a Tia Amélia. Consultora- Jeanne de Castro. Produtora de 5 projetos da Lei Aldir Blanc, Produção Cultural, "Primórdios do Piano no Brasil", "Izaías e a Memória Viva do Choro", "Foxtrot na Música Brasileira" e "Ukulele Pede Passagem". Produtora do programa “Brasil Toca Choro” na TV Cultura exibido em 2018/20. Sócia (2017-18) da Tupi or not Tupi, em São Paulo que abrigou shows de Egberto Gismonti, João Bosco, Ney Matogrosso, Banda Mantiqueira, João Donato e novos nomes da MPB, música instrumental e do mundo erudito Série Tupinambach (com Cristian Budu e Quarteto Carlos Gomes, entre outros). Coordenadora de produção dos CDs pelo Selo SESC de Hercules Gomes “Tia Amélia Para Sempre”, 2020, entre outros. Produtora de dois vídeos para o projeto Não Repare a Bagunça do Selo SESC: 1) com a pianista Karin Fernandes e o bandolinista Fabio Peron 2) com as instrumentistas Cassia Carrascoza (flauta), Ana de Oliveira (violino), Adriana Holtz (violoncelo) e Cristina Braga (harpa). Entre seus projetos de destaque shows Adylson Godoy – 50 anos de carreira, Edmundo Villani-Côrtes – 80 anos, Izaías Bueno de Almeida – 60 anos de carreira. Produziu inúmeros concertos com orquestras. Diretor de palco - Luiz da Silva Netto (Netto Rockfeller). Guitarrista e produtor musical, tendo também vasta experiência como diretor de palco. Como guitarrista, está na ativa a vinte e dois anos e já excursionou por diversos países da América do Sul, do Norte e Europa. Dividiu o palco com grandes expoentes do blues e gêneros afins, entre eles: Igor Prado, Flávio Guimarães, Solon Fishbone, Fernando Noronha, Danny Vincent, Fred Sun Walk e Blues Etílicos. No ano de 2017 foi vencedor do prêmio Profissionais da Música, com o gaitista Flávio Guimarães, com quem tem dois discos lançados. A sete anos está a frente do estúdio de gravação e selo fonográfico Blue Crawfish Records, em que já gravou mais de quarenta artistas e possui vinte e três álbum lançados. Como diretor de palco, atuou nas dez últimas edições do Festival Internacional de Música Instrumental ChorandoSemParar. Coordenadora de mídias sociais - Mayra Rodrigues Silva. Musicista e produtora cultural. Vocalista da banda Clementines e também em seu projeto solo, além de sócia-proprietária do estúdio de gravação e selo fonográfico Blue Crawfish Records (BCR), em que atua como diretora administrativa. É a responsável pela coordenação de mídias sociais e de pesquisa de todos esses projetos (Clementines, BCR e carreira solo) e também do Projeto Contribuinte da Cultura. Seu trabalho mais relevante foi a coordenação de pesquisa e comunicação digital do 17º Festival ChorandoSemParar, que ocorreu em fevereiro de 2021. Graduada em biologia e mestrado em Ciências Ambientais pela Escola de Engenharia da Universidade de São Paulo. Ficha técnica completa anexo
DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.