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O projeto consiste em realizar um festival de teatro multiartístico inteiramente gratuito. O evento aborda temáticas negras contemporâneas e contempla múltiplas atividades artísticas, sendo essas: apresentação de 06 espetáculos teatrais,04 encontros/bate-papos mediados com artistas e trabalhadores do meio cultural, 01 show musical de encerramento e 01 oficina de formação artística em artes cênicas como contrapartida do projeto.
O ODU – Festival de Arte Negra é um festival teatral multiartístico, de cunho nacional, sediado no Distrito Federal, que apresenta em sua programação: Teatro, Cinema, Música, Dança, Feira de Afroempreendedora/es, Artes Visuais, Poesia, Circo, Mímica, Atividades Formativas e Bate-Papos. O festival começou como um sonho de artistas que ansiavam por espaços de reconhecimento e empoderamento de artistas negras/os e público. Esse desejo se consolidou formando o ODU Festival de Arte Negra que tem como intuito gerar espaços de vivência e resistência cultural por meio do afeto, do cuidado, da valorização de vidas negras e do combate ao racismo.
OBJETIVO GERAL: ·Realizar um evento artístico que promova a democratização da arte no Distrito Federal. · Valorizar o trabalho de artistas negros e público, de forma a seguir os incisos V e VI do art. 2 do decreto 10.755 de 2021, que diz: o PRONAC tem como missão apoiar programas com a finalidade de incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais e de omentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade. ·Gerar através do evento cerca de 25 empregos diretos, contratando e fortalecendo profissionais do mercado artístico e cultural. ·Gerar através do evento cerca de 50 empregos indiretos fortalecendo a economia local. ·Gerar através do evento a contratação de cerca de 21 artistas/grupos artísticos estimulando e fortalecendo o mercado cultural do Distrito Federal. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Produto: Festival ·Realizar um festival de arte negra com as seguintes ações gratuitas; apresentações de 06 espetáculos teatrais; exibição de 04 filmes; realização de 03 oficinas (com 04 horas de duração cada); 04 encontro/bate-papos e 01 shows musical de encerramento. · Atender com a realização do festival um público total estimado de 900 pessoas. . Contabilizar o número de participantes através da contagem de ingressos. Produto: Espetáculo de Artes Cênicas · Promover a apresentação de 06 espetáculos teatrais realizados por artistas negros de forma gratuita para um público estimado de 400 pessoas. . Contabilizar o número de participantes através da contagem de ingressos. Produto: Apresentação Musical · Realizar uma apresentação musical composta por três artistas/bandas de forma gratuita para um público estimado de 200 pessoas. . Contabilizar o número de participantes através da contagem de ingressos. Produto: Encontro/Bate-Papos · Realizar de forma gratuita ao público 04 debates mediados para um público estimado de 150 pessoas. . Contabilizar o número de participantes através da contagem de ingressos. Produto: Contrapartidas Sociais - Ações de capacitação e treinamento pessoal ·Realizar como ação de responsabilidade social uma oficina formativa artística para cerca de 90 estudantes de escolas públicas do Distrito Federal, tendo a oficina a duração total 40 horas. ·Atender um público estimado de 90 pessoas através das ações formativas artísticas culturais. . Contabilizar o número de participantes através de listas de presença.
O ODU - Festival de Arte Negra (https://odufestivaldeartenegra.com.br/) tem como propósito reconhecer e promover o trabalho de artistas negros tendo como missão fortalecer, reconhecer e divulgar expressões e manifestações artísticos-culturais assim como seus respetivos criadores. Por meio da arte o evento busca viabilizar espaços de reflexão sobre temáticas étnico-raciais, dos direitos humanos e da cidadania, trabalhando dessa maneira aspectos de afirmação positiva das identidades negras e do reconhecimento e empoderamento de artistas negras/os e público. O Festival ODU já teve duas edições realizadas (respectivamente 2018 e 2020) e mobilizou público de diversas localidades do Distrito Federal e do Brasil, totalizando cerca de 70 artistas participantes, 80 empregos diretos e indiretos, 800 pessoas no público do evento, 8.000 visualizações nas redes sociais e a realização de 60 atividades, dentre essas: apresentação de espetáculos, exibição de filmes, shows musicais, feira de afroempreendedorismo, oficinas de artes e bate-papos. Esse projeto deseja dar continuidade à realização do festival ODU e tem como objetivo continuar a promover e valorizar a produção cultural artística do Distrito Federal, em intercâmbio com a cena nacional, de modo que o evento além de ser sediado no DF terá 70% da ficha técnica constituída por artistas e profissionais locais. A democratização e a promoção do acesso aos bens culturais é de suma importância para o nosso projeto, por isso todas as atividades do festival serão gratuitas ao público, assim como também serão realizadas medidas de acessibilidade. Justamente por isso o projeto precisa da lei de incentivo à cultura, pois essa é a principal forma de oferecermos a comunidade um evento gratuito e de qualidade dando continuidade à tradição do festival de colaborar para promover, a todos, os meios para o livre acesso à arte, cultura e o pleno exercício dos direitos humanos. A existência de um Festival Nacional de Arte Negra no Distrito Federal é relevante para a sociedade porque corrobora para valorização das expressões e manifestações artísticas de artistas negras e negros em nossa região. Visamos propor espaços, físicos e simbólicos, para apresentação de seus trabalhos, ideias e atividades formativas; trazer produções que mobilizem questões de políticas públicas como a igualdade racial, direitos humanos e ações afirmativas em suas temáticas e em suas inovações e proposições estéticas. A proposta, ainda, se enquadra nos objetivos expressados no art. 1° da Lei 8313/91, sendo I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Para isso, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do art. 3 da mesma Lei I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;
Produto: Festival Não se Aplica. Produto: Espetáculo de Artes Cênicas Não se aplica visto que os espetáculos que comporão a programação do festival ainda serão selecionados pela curadoria (item previsto na planilha orçamentária). Produto: Apresentação Musical Não se Aplica. Produto: Encontros/Bate-Papos Não se Aplica.
Produto: Festival · Acessibilidade Física: Nos locais de realização das ações do festival serão reservados 10% dos espaços e assentos para a pessoa com deficiência (3% para pessoas em cadeira de rodas, e 3% para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida), de acordo com a capacidade da lotação do local. Os espaços e assentos serão distribuídos pelos recintos em locais diversos e serão devidamente sinalizados e instalados conforme os requisitos estabelecidos nas normas técnicas de acessibilidade da Associação Brasileira de Normas Técnicas. Item na planilha orçamentária: Locação de espaço para o evento ·Acessibilidade Física: O local de apresentação será adequado a pessoas com deficiências físicas e/ou mobilidade reduzida. Contará com banheiros adaptados, corredores largos e rampas de acesso. Item na planilha orçamentária: Locação de espaço para o evento ·Acessibilidade para deficientes visuais: No espaço, haverá monitores capacitados para receber e guiar pessoas com deficiência visual. Item na planilha orçamentária: Monitores ·Acessibilidade para deficientes auditivos: No espaço, haverá intérprete de libras e monitores capacitados para receber e guiar pessoas com deficiência auditiva Item na planilha orçamentária: Monitores .Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos contéudos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos contéudos: No festival haverá monitores capacitados para receber, guiar e acompanhar esse público. Item na planilha orçamentária: Monitores Produto: Espetáculo de Artes Cênicas · Acessibilidade para deficientes auditivos: Os espetáculos teatrais do festival terão interpretação em libras, com presença de intérprete de Libras no local. Item na planilha orçamentária: Interprete de Libras · Acessibilidade para deficientes visuais: Será disponibilizado o serviço de audiodescrição dos espetáculo teatrais para pessoas cegas e com baixa visibilidade. Item na planilha orçamentária: Audiodescrição Produto: Apresentação Musical · Acessibilidade para deficientes auditivos: A apresentação musical do festival terá interpretação em libras, com presença de intérprete de Libras no local de realização da apresentação. Item na planilha orçamentária: Interprete de Libras Produto: Encontros/Bate-Papos · Acessibilidade para deficientes auditivos: A apresentação musical do festival terá interpretação em libras, com presença de intérprete de Libras no local de realização da apresentação. Item na planilha orçamentária: Interprete de Libras Produto: Contrapartidas Sociais - Ações de capacitação e treinamento pessoal · Acessibilidade para deficientes auditivos: As oficinas formativas do festival terão interpretação em libras, com presença de intérprete de Libras no local conforme a demanda. Item na planilha orçamentária: Interprete de Libras
Produto: Festival Referente à distribuição gratuita à população, adotaremos o exposto no item "a", inciso I do artigo 23 Instrução Normativa nº 1/2022 do Ministério da Cidadania para a doação gratuita de 20% do total de produtos, a saber: a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística sendo o proponente responsável pela disponibilização do transporte e em toda distribuição gratuita de ingresso na bilheteria deverá divulgar dia e hora marcados. Adotamos também o exposto no inciso II do artigo 24 da IN nº 1/2022 do Ministério da Cidadania, a saber: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição.
Nome Completo: Victor Hugo Leite de Aquino Soares (proponente) Função no projeto: Coordenador Geral Currículo Resumido: Victor Hugo Leite (vhfro), ator, diretor, performer, poeta, escritor, produtor cultural eprofessor de arte na SEE-DF em São Sebastião. Conselheiro da Região Centro-Oeste na Associaçãode Profissionais do Audiovisual Negro (APAN). Coordenador e Gerente do projeto APAN EaD,plataforma de ensino à distância para profissionais de audiovisual. Doutorando no Programa dePós-Graduação em Artes Cênicas da UnB. Mestre, Bacharel e Licenciado em Artes Cênicas na UnB.Pesquisa direção teatral e artistas negras/os no Audiovisual e no Teatro nos campos da estética,atuação, imagem e representação. Em 2018, foi produtor e diretor geral do ODU - Festival de Arte Negra(https://www.facebook.com/odufestivaldeartenegra/), que teve presença de dança, música, teatro,performance, poesia, cinema, bate-papo, oficinas e foi o primeiro festival nacional desse cunho noDistrito Federal. A 2ª edição do festival acontece em Julho de 2021 com apoio do Fundo de Apoio àCultura do Distrito Federal (FAC-DF). Participou como ator local convidado na edição especial doEspetáculo En(cruz)ilhada com Leno Sacramento, junto às atrizes convidadas Cristiane Sobral ePietra Sousa e ao ator convidado Rafael Soul. No cinema, em 2018, atuou como produtor de elenco dofilme “Um dia com Jerusa”, dirigido por Viviane Ferreira, produção histórica do segundolonga-metragem dirigido por uma mulher negra no Brasil, o filme foi estrelado por Léa Garcia eatualmente está no circuito de Festivais de Cinema. Em 2019, realizou produção local de vídeo aulaspara cursos formativos EaD da Associação dxs Profissionais do Audiovisual Negro (APAN). Em2019, atuou como oficineiro no projeto Gigante Pela Própria Natureza com a “Oficina Vozes Negras”em que apresentou diálogos e práticas, entre aspectos técnico-formais do teatro e discursos de artistasnegras do teatro, da poesia e do cinema em Diáspora, como Cristiane Sobral, Lázaro Ramos, GracePassô, Leda Maria Martins, Zózimo Bulbul. Em 2020, ministrou a Oficina Afroestética e Educação:Negritude e Imagens e(m) Invenção, no projeto SESC-DF, carga horária de 2h/aula. Foi painelista eorganizador de um painel no SESC em Debate com tema Presenças Negras na Cena Teatral do DF:Um diálogo entre três gerações de artistas. (Victor Hugo Leite, Jonathan Andrade e Cristiane Sobral).Participou de 3 ações no Festival Internacional de Audiovisual Negro do Brasil, organizado pelaAssociação de Profissionais do Audiovisual Negro (APAN): apresentador na Live de Abertura,mediador da mesa Adaptações da literatura para o audiovisual no mercado nacional com Paulo Lins,Ana Maria Gonçalves e Mariana Jaspe, participante da mesa Percursos APAN - conversa com adiretoria e conselho APAN como conselheiro da Região Centro-Oeste da APAN. Em 2021,co-organizou e produziu a Exibição de Filme + Bate-papo do documentário Minha avó era palhaço deMariana Gabriel e Ana Minehira em uma organização de Érico José, João Aguiar, ODU Festival deArte Negra, o 68º Cometa Cenas e o 88º aPós Explorações do Programa de Pós-Graduação doDepartamento de Artes Cênicas da Universidade de Brasília. Nome Completo: Clarice César Dias Função no projeto: Coordenação de Produção Currículo Resumido: Clarice César, 30 anos. Produtora, palhaça, atriz e arte-educadora. Mestra pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade de Brasília (2020) investiga comicidade, humor, palhaçaria e práticas inovadoras na educação. Como Produtora e Gestora de projetos, começou sua carreira estagiando no festival Cena Contemporânea de Brasília (2012-2014). Em 2015, foi produtora do espetáculo “Os Porcos” financiado pelo FAC-DF, realizado nas cidades de Estrutural-DF e Planaltina-DF. Em 2018, produziu e gestou o projeto “Oficinas Formativas Sagrado Riso”, financiado pelo FAC-DF e realizado nas cidades de Ceilândia e Taguatinga. No mesmo ano também produziu o festival independente “ODU Festival de Arte Negra 1° Edição! realizado em Brasília e Ceilândia- DF. Atualmente é produtora e coordenadora administrativa do projeto “ODU Festival de Arte Negra 2° Edição” financiado pelo FAC e realizado nas cidades de Ceilândia e São Sebastião- DF. Como palhaça e atriz, já teve a oportunidade de participar de processos criativos com diversas/os artistas como: Adriana Lodi (Espetáculo: Sem pé nem cabeça -2012), Alice Stefânia (Espetáculo: GOTA-2013 e Abensonhar-2014), Cecília Almeida Borges (Exercício Teatral: TV Cutuca-2011, -), Fran Marino (Curso: Oficina de Números- 2019), Pepe Nunez (Curso: Direção de Números - 2018) Rhena Faria (Curso: A Construção da cena improvisada- 2019), Ricardo Puccetti (O Palhaço e o sentido cômico do corpo- 2019), Rita de Almeida Castro (Espetáculo: Abensonhar-2014) e Zé Regino (curso: Direção de Números Cômicos-2019). Como palhaça, sua iniciação foi com Denis Camargo, palhaço Chupadim, na disciplina de Técnicas Experimentais em Artes Cênicas realizada na UnB (2013). Em seguida fez oficina com Antônia Vilarinho, palhaça Fronha, formação que a levou a participar durante seis meses do projeto de visitação como palhaça ao Hospital da Criança de Brasília (2014). De 2016 a 2018, foi membro do Grupo de Circo e Teatro Sagrado Riso, trabalhando como palhaça visitando hospitais públicos do DF no projeto: O Poder da Palhaçaria na Humanização Hospitalar FAC-DF e com a circulação do espetáculo Dupla Riso Frouxo em escolas públicas da cidade (2016-2018). Entre 2017 e 2019 também participou de cursos oferecidos pelo espaço cultural Galpão do Riso orientados por João Porto e Paula Sallas, os cursos levaram a criação do número cômico: A Turista que foi apresentado no Espaço Galpão do Riso (2018), Iesb em Cena (2018) e no Festival Palhaças do Mundo (2019). Nome Completo: Marina de Oliveira Soares Função no Projeto: Produtora Executiva: Currículo Resumido: Marina Olivier (DRT 0003437/DF) é Bacharel em Interpretação Teatral pela Universidade de Brasília. Trabalhou produtora executiva nas peças “Otelo”, “Merda!” e “Aquela Peça de Shakespeare” com direção de James Fensterseifer e em festivais como “Jogo de Cena” (2015 – 2018), “V BIFF – Brasília International Film Festival (2016), ”TOP CUFA” (2017), Mostra Celeiro 25” (2018), “ODU – Festival de Arte Negra” (2018), “VI BIFF – Brasília International Film Festival” (2018), "ODU - Festival de Arte Negra" (2018), “1ª Mostra de Mulheres Brincantes do DF – Solares Brincantes”, "Rastro - Festival de Cinema Documentário" (2020). Trabalhou no Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul como Supervisora de Eventos pela gestão do Instituto Bem Cultural (2018-2020). Foi integrante do grupo Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro (2014 – 2018), tendo apresentado na sede do grupo, Centro Tradicional de Invenção Cultural (Brasília), FUNARTE (Brasília), Festival Sagarana (Minas Gerais) e no SESC Belenzinho (São Paulo) com a peça "A 4ª Roda Ou O Amor é Rio sem Margem", estando em circulação em Plano Piloto, Taguatinga, Planaltina e Ceilândia. O grupo esteve em turnê em 2016, passando por Olinda (PE), Lagoa de Itaenga (PE), Recife (PE), João Pessoa (PB) e Salvador (BA). Em abril de 2018, o grupo participou da Semana de Jorge na Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge (Alto Paraíso – GO) e esteve em cartaz na Caixa Cultural em 2018. Dirige o espetáculo ”Bistrô” que esteve em cartaz por 2 meses no projeto Teatro Bar (Setembro – Outubro de 2018), apresentando também na FUNARTE Brasília em Outubro de 2018, Espaço Cultural Renato Russo 508 (Setembro e Novembro de 2019) e no Restaurante Bem Te Vi (Novembro de 2019).
PROJETO ARQUIVADO.