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PRONAC 220417Apresentou prestação de contasMecenato

Fundação Carlos Pinheiro - Cursos livres - Ano 2022

FUNDACAO ASSISTENCIAL CARLOS LEITE BARBOSA PINHEIRO
Solicitado
R$ 1,03 mi
Aprovado
R$ 1,03 mi
Captado
R$ 876,1 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (11)
CNPJ/CPFNomeDataValor
07203904000163UNITEXTIL - União Industrial Têxtil S/A1900-01-01R$ 480,3 mil
07327166000166Cequip Importação e Com. Ltda1900-01-01R$ 145,4 mil
01914851000102C. B. Distribuidora de Bebidas Ltda.1900-01-01R$ 106,0 mil
02656686000107MULTICOR - INDUSTRIA TEXTIL LTDA1900-01-01R$ 61,8 mil
63302376000170JAGUATEXTIL JAGUARUANA TEXTIL LTDA1900-01-01R$ 46,4 mil
06627947000103Ceará Motos LTDA1900-01-01R$ 25,0 mil
***254763**ELIANA MARIA DINIZ PINHEIRO1900-01-01R$ 4,4 mil
***800723**MARCOS FIUZA DE CARVALHO1900-01-01R$ 3,0 mil
***353823**FABIO DINIZ PINHEIRO1900-01-01R$ 2,0 mil
12877146000107CTB- COMPANHIA TEXTIL DO BRASIL LTDA1900-01-01R$ 1,3 mil
***608843**JULLIUS DE FONTES QUEIROZ1900-01-01R$ 600,00

Eficiência de captação

84.9%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
III.Educativos em geral e Ações de Capacitação Cultural
Ano
22

Localização e período

UF principal
CE
Município
Fortaleza
Início
2022-01-01
Término

Resumo

O projeto visa garantir a continuidade das atividades culturais da Fundação Assistencial Carlos Leite Barbosa Pinheiro. Ao longo de 11 meses da iniciativa, serão atendidas crianças e adolescentes em situação de risco e/ou moradoras de áreas de vulnerabilidade social. A proposta contempla as linguagens artísticas: música, dança, artes visuais e capoeira, distribuídas entre cursos livres que serão oferecidos gratuitamente aos 150 educandos da instituição.

Sinopse

O projeto Fundação Carlos Pinheiro - Cursos livres - Ano 2022 prevê a realização de 04 cursos livres e outras atividades formativas na área da cultura para crianças e adolescentes residentes do bairro Henrique Jorge, localizado na periferia de Fortaleza, Ceará. Realização de apresentações de música clássica, artes visuais, dança e capoeira, abertas ao público e oferecidas gratuitamente para as comunidades do entorno da Fundação. Também está disposto na execução do projeto em questão o acompanhamento social, previstos na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e no Estatuto da Criança e do Adolescente, através de uma equipe social (fornecida pela instituição proponente). O acompanhamento dos alunos e de suas famílias será realizado através de encontros, grupos de discussão, atendimentos individuais e em grupo e de orientação sobre políticas públicas para que as famílias possam ser beneficiadas.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Contribuir com o desenvolvimento cultural e a promoção dos direitos culturais a partir da oferta gratuita das atividades culturais desenvolvidas pela Fundação Assistencial Carlos Leite Pinheiro, localizada na periferia de Fortaleza, no Ceará. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Produto - CURSO/OFICINA/ESTÁGIO • Oferecer 04 cursos livres gratuitos de música, dança, artes visuais e capoeira para 150 crianças e adolescentes envolvidos no projeto. Produto CONTRAPARTIDAS SOCIAIS • Promover saídas culturais para os 150 estudantes experimentarem outros espaços culturais da cidade e desta forma contribuir para uma maior integração deles com a dinâmica cultural; • Realizar 03 debates gratuitos e abertos ao público, com vagas destinadas preferencialmente a professores e alunos da rede pública de ensino.

Justificativa

As ações apresentadas nessa proposta são de interesse público, de caráter gratuito e inclusivo. São, também, ações desenvolvidas a partir de sólida experiência, com capacidade de captação e de execução, inclusive com aprovações anteriores neste sistema. Alinhando-se, desta maneira, com a política cultural do ministério, bem como com as diretrizes da Lei Federal de Incentivo à Cultura. O financiamento do projeto Fundação Carlos Pinheiro - Cursos livres - Ano 2022 justifica-se ainda pela compatibilidade com os Art. 1º e Art. 3° da Lei 8313/91: Com o Artigo 1º há aderência total nos seus incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Já em relação ao Artigo 3° encontramos maior aderência no projeto com o item: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; Diante dos pontos expostos é possível identificar que o projeto conta com os pré-requisitos expressos na Lei 8313/91 para que apresentação de projetos para apoio incentivo fiscal.

Especificação técnica

PROJETO PEDAGÓGICO A admissão aos cursos livres ofertados pela Fundação será aberta ao público e gratuita, para crianças e adolescentes entre 06 e 16 anos, sem nenhuma restrição de escolaridade ou camada social. As demais diretrizes e normas para o processo de seleção constarão nos materiais de divulgação do processo de matrícula contendo período e local de inscrição, documentação necessária, data, local, horário. FUNCIONALIDADE DOS CURSOS OFERTADOS 1. CURSO DE INICIAÇÃO MUSICAL Iniciação Musical I A Iniciação Musical 1 tem a função de encantar a criança através da música, dando foco ao lúdico. A ludo pedagogia é mais presente, apresentando os conteúdos musicais de maneira prática e simples, facilitando o entendimento dos alunos. As aulas relacionadas à construção de instrumentos (instrumentos de percussão) estão no conteúdo para auxiliar no ritmo, afinação e capacidades integrativas. Ao final do primeiro ano os alunos já terão desenvolvido o senso rítmico e noções de afinação, o que os tornará preparados para o segundo, onde serão trabalhados conteúdos teóricos e práticos (voz, flauta doce). Iniciação Musical II Já a Iniciação Musical 2 tem a função de introduzir os educandos à leitura musical, ao solfejo, à percussão/ ritmo, à flauta doce e de apresentar os demais instrumentos musicais ofertados pelo programa. Os alunos são preparados para o Básico I, ou seja, a leitura de partitura e pequenos exercícios de solfejo serão mais presentes. 2. CURSO BÁSICO (Canto coral e Instrumentos) Os instrumentos musicais e o canto coral são de fato trabalhados com os educandos no Básico 1 e Básico 2, quando os educandos conhecem as técnicas musicais básicas do instrumento de sua escolha. É permitido o estudo de apenas um instrumento. Pode ser feita a troca de instrumentos no decorrer da formação, mediante justificativa e no caso de haver vagas disponíveis. Cada educando só pode escolher um instrumento, além do canto coral. O público infantil dos Cursos Básicos vem da Iniciação musical infantil. Já os adolescentes que ingressam no Curso Básico sem conhecimento musical prévio passam por um processo de iniciação musical acelerada durante o Básico 1. No Básico 1 (infantil e jovem), todos os educandos estudam canto coral. O duplo diploma (instrumento e canto coral) passa a ser optativo a partir do Básico 2. O educando pode também optar por estudar apenas canto coral. O Curso de Iniciação Musical Infantil e os Cursos Básicos têm como objetivo o desenvolvimento das crianças e adolescentes através da música, com foco na integração social, na construção de vínculos e do fortalecimento da autonomia e da autoestima dos educandos. 3. BALLET CLÁSSICO O curso livre em balé visa o desenvolvimento do corpo e de suas potencialidades, trabalhando principalmente aspectos como a conscientização corporal, a coordenação motora, a espontaneidade, a criatividade, a expressividade, a ritmicidade e a musicalidade, ampliando a formação cultural e artística do aluno. Nas aulas práticas, são utilizados alguns recursos como bolas, elásticos e arcos para auxiliar no desenvolvimento da técnica. O método adotado é o Vaganova e o ensino é dividido em diferentes níveis (cada um com um programa determinado). 4. CAPOEIRA O objetivo deste curso livre é desenvolver e fortalecer a atenção e percepção, a criatividade, o autocontrole e astúcia, a disciplina e o respeito e a auto- confiança. AVALIAÇÕES, FREQUÊNCIA E CERTIFICAÇÕES frequência dos educandos é registrada diariamente. Ao final do mês, os educandos recebem avaliações qualitativas dos seus professores. São considerados (1) participação/ esforço, (2) assiduidade/ pontualidade, (3) comportamento/ disciplina, (4) relações interpessoais. As notas são conceituais: AN – Ainda Não, PM – Pode Melhorar, DA – Desenvolvimento Admirável. A frequência e a avaliação qualitativa dos educandos é monitorada pelas coordenações pedagógicas, para que sejam dados os encaminhamentos necessários quando são identificadas dificuldades dos educandos. Ao final de cada semestre são realizados Conselhos de Classe em cada núcleo, a fim de que a equipe docente possa discutir sobre a evolução de cada educando, e planejar as intervenções necessárias para garantir seu desenvolvimento. São também realizados Encontros de Pais e Mestres, onde os educadores têm a oportunidade de conversar individualmente com os responsáveis pelos educandos, para conhecer suas realidades mais a fundo e para informar as famílias sobre as dificuldades, potencialidades, conquistas e resultados das avaliações qualitativas e quantitativas de cada educando. Os educandos passam por avaliações teóricas e práticas, com o objetivo de se verificar se todas as competências propostas pelo programa foram assimiladas. As avaliações semestrais possuem caráter qualitativo, com notas de 0 a 10, tanto teórica quanto prática. As avaliações teóricas podem ser feitas de forma escrita ou oral. As avaliações práticas são divididas em três partes: livre escolha, leitura à primeira vista e repertório. Estas avaliações, que são as mesmas usadas para definir o nível de ingresso dos novatos com alguma experiência musical, são elaboradas de forma colaborativa pelos educadores do programa, e são aplicadas aos educandos de diferentes núcleos e turnos. FREQUÊNCIA MÍNIMA OBRIGATÓRIA A frequência mínima exigida para aprovação é de 75% de presença. O aluno que ultrapassar o percentual de 25% de faltas em uma determinada disciplina será considerado reprovado na mesma. O controle de frequência é realizado pelo professor em sala de aula, através de registro de presenças e faltas nos diários de classe. Com relação às justificativas de faltas, são aceitos os seguintes documentos: atestado (médico, dentista, psicólogo); atestado de trabalho (em papel timbrado, com carimbo e assinatura do responsável); e atestado de óbito de parente próximo (pai, mãe, irmão, filho, avós).

Acessibilidade

A Fundação Assistencial Carlos Leite Pinheiro Barbosa, instituição proponente do projeto, por ser uma organização não governamental e que oferece serviços distintos das atividades desenvolvidas no ensino formal, não tem a obrigatoriedade deferida por lei no tocante à matricula de aluno(as) com deficiência. No entanto, a FCP está comprometida com o pleno desenvolvimento da cidadania e do desenvolvimento humano e compreende que, através da inclusão, a instituição e seus colaboradores crescem enquanto seres humanos, cidadãos, profissionais e equipe, portanto o projeto Fundação Carlos Pinheiro - Cursos livres - Ano 2022 conta com medidas de acessibilidade que visam atingir diversos públicos para, assim, ofertar ações realmente inclusivas e acessíveis! Com a finalidade de proporcionar um amplo alcance e condições de acessibilidade ao nosso público, algumas medidas serão inferidas aos objetivos da proposta, distribuídos por produto: PRODUTO: CURSO/OFICINA/ESTÁGIO Acessibilidade física: Os espaços da Fundação Carlos Pinheiro dispõem de: - Rampas de acesso; - Equipe do projeto identificada, com uniforme e crachás; - Equipe capacitada para agir proativamente diante das diferentes necessidades de acesso das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida; - Sanitários acessíveis. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não há despesa prevista no orçamento do projeto para a execução das medidas, uma vez que o local de realização das ações já conta com as adaptações necessárias. Acessibilidade para deficientes visuais: - Espaços totalmente monocromáticos serão evitados, pois uma pessoa com baixa visão tem dificuldade de se localizar; - Cuidado para que os níveis de iluminação nos espaços de circulação e onde acontecerão os cursos sejam suficientes para uma boa acuidade visual; - Será utilizado o serviço de audiodescrição em todas os cursos culturais realizados. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Audiodescrição. Acessibilidade para deficientes auditivos: - Cuidado para que ruídos excessivos nos espaços sejam evitados; - Todas as ações dispostas no produto do projeto contarão com intérprete de libras. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de Libras. PRODUTO: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS No local onde as contrapartidas sociais serão realizadas, os lugares na frente serão destinados às pessoas com necessidades especiais. Acessibilidade física: Os espaços da Fundação Carlos Pinheiro dispõem de: - Rampas de acesso; - Equipe do projeto identificada, com uniforme e crachás; - Equipe capacitada para agir proativamente diante das diferentes necessidades de acesso das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida; - Sanitários acessíveis. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não há despesa prevista no orçamento do projeto para a execução das medidas, uma vez que o local de realização das ações já conta com as adaptações necessárias. Acessibilidade para deficientes visuais: - Espaços totalmente monocromáticos serão evitados, pois uma pessoa com baixa visão tem dificuldade de se localizar; - Cuidado para que os níveis de iluminação nos espaços de circulação e onde acontecerão as oficinas sejam suficientes para uma boa acuidade visual; - Será utilizado o serviço de audiodescrição em todas as contrapartidas sociais oferecidas (Debates abertos ao público). Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Serviço de audiodescrição. Acessibilidade para deficientes auditivos: - Todas as apresentações ofertadas no produto em questão contarão com intérprete de libras. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de Libras. Para garantir que as propostas de ação cultural e educativa sejam adequadas às diferentes necessidades das pessoas com deficiência, levaremos em consideração as especificidades de cada indivíduo, respeitando, no entanto, o processo de programação e estabelecimento de políticas de inclusão.

Democratização do acesso

O projeto de Fundação Carlos Pinheiro - Cursos livres - Ano 2022 terá 100% de seus ingressos distribuídos gratuitamente através das ações desenvolvidas pela entidade. Como forma de democratização de acesso aos produtos oferecidos, serão contemplados os seguintes incisos do art.56: I. Está prevista dentro do projeto a inclusão de alunos portadores de deficiência. A proposta de acessibilidade refere-se a um programa de formação comprometido em utilizar a arte como instrumento de inclusão. Profissionais capacitados de diferentes áreas, como psicopedagogo, assistente social, entre outros, farão o acompanhamento e monitoramento devido das atividades desempenhadas pelos alunos, possibilitando assim uma maior e mais efetiva integração da turma no convívio social e permitindo simultaneamente o cumprimento dos resultados esperados pelo projeto. III. A Fundação Carlos Pinheiro atende diariamente 150 crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. A execução do projeto é realizada em local específico, buscando alcançar uma parcela de pessoas moradoras de áreas menos favorecidas da periferia da cidade, que não têm acesso fácil aos tipos de expressão artística e cultural oferecidos pela proposta, contribuindo para a garantia do acesso à cultura e cidadania. IV. Será ofertado transporte gratuito para participação em todas as saídas culturais realizadas pelo projeto a todos os beneficiários contemplados pelo programa. Devem occorrer por ano ao todo no mínimo 2 saídas, destacando-se entre eventos e apresentações culturais voltadas para os segmentos artísticos trabalhados pela instituição. VI. É permitida a captação de imagens das atividades e de espetáculos e autorizada sua veiculação por redes públicas de televisão. VII. Os beneficiários do projeto recebem formação em áreas específicas de artes e com isso têm acesso aos direitos culturais; desta forma, também tornam-se público para a apreciação de arte. Serão 150 vagas para cada curso: artes visuais, música, artes cênicas e capoeira. Todas as atividades são gratuitas, de caráter formativo e cultural, proporciona, dessa forma, acesso à educação e cultura de excelência para comunidades que não são tradicionalmente beneficiadas com tais recursos. Contemplando os termos do §2 do Art. 57, os registros das ações realizadas serão disponibilizadas na internet através das redes sociais oficiais do projeto, que contará com equipe de comunicação especializada, voltada para a atualização das atividades, assim como o contato direto com o público. FORMAÇÃO DE PLATEIA A busca de formação de público para a proposta consiste numa metodologia que não é feita apenas para grupos que não tem uma relação com a cultura, mas com todos os grupos possibilitando uma diversidade de formas estéticas e de linguagens artísticas. O intercâmbio de linguagens ajuda a formar públicos mais críticos e engajados, bem como artistas mais abertos a uma visão contemporânea de criação e fruição artística. Nesse sentido, a proposta é voltada para diferentes perfis de públicos: · Cursos de formação em música, dança, artes visuais e capoeira para as 150 crianças e adolescentes que participam diariamente de atividades de formação artística. · Público do entorno: familiares e a comunidade são convidados a participar de ensaios abertos, eventos específicos das linguagens tendo acesso aos bens culturais e a um processo de formação a partir da apreciação de diferentes produtos artísticos. As duas formas são complementares no que se refere a metodologia mais geral de trabalho da instituição, mas o ponto de formação de pessoas da comunidade, que não estão no cotidiano das ações formativas do projeto constituem o centro da ação de formação de plateia, como uma ação de extensão à comunidade dos conhecimentos e produtos gerados nos processo formativos. A filosofia da instituição proponente tem no acesso e a promoção da cidadania cultural como uma questão de grande relevância. Portanto, tudo é gratuito e há formação de gosto em todos os processo, mas a ação de criação de espaços para oferta de programação com foco na formação de novos públicos constituem elementos central na abordagem da instituição no que se refere a fruição artística.

Ficha técnica

Silvana Diniz Pinheiro de Carvalho A Diretora da instituição proponente atuará como gestora administrativo-financeira do projeto (voluntária). Silvana Diniz é licenciada em Pedagogia pela Universidade de Fortaleza (2001). Possui experiência como professora de inglês nas Escolas Fisk (1997 – 2001). Concluiu curso de Espanhol na Escola Hispano Continental em Salamanca, Espanha (2002) e concluiu curso Choice Points na escola de MIT Sloan School of Management, em Boston, EUA. (2012). Atualmente é diretora Presidente da Fundação Carlos Leite Barbosa Pinheiro. Paulo Leniuson Israel Mota Ribeiro – Professor Mestre em Práticas Interpretativas (violino) pela Universidade Federal da Paraíba (2015), Especialista em Arte e Educação com ênfase em Música pela Faculdade Vale do Jaguaribe (FVJ) graduado em Música com habilitação em Violino pela UFPB (1994) e Fisioterapia pela Unichristus(2009). Possui experiência como professor de violino na Escola e Música Anthenor Navarro (PB) Centro de Formação de Instrumentista de Cordas (SESI-CE) e professor bolsista da FUNCAP na Universidade Estadual do Ceará(1998), professor convidado de nível superior de música da Faculdade de Tecnologia Darcy Ribeiro, professor convidado de nível superior da Faculdade Vale do Jaguaribe). Atuou como músico violinista da Orquestra Sinfônica da Paraiba, Orquestra Sinfônica do Recife, Spalla da Orquestra Ópera Brasil (Maranhão) dentre outras, Atualmente é professor de Violino e Viola do Projeto Jacques Klein, regente assistente e membro da comissão artística da Orquestra de Câmara Eleazar de Carvalho. Possui também vários trabalhos como arranjador e compositor.Atribuições: Atuará como professora de violino e viola do programa. Grayce Kelly Souza Fonteles ‐ Professora Graduada em Gestão Tecnológica em Recursos Humanos pela Faculdade Estácio/FIC. Estudou música no Núcleo de Arte e Cultura – NAEC de Jijoca de Jericoacoara, com o maestro Gladson Carvalho, onde desenvolveu aptidão para os instrumentos flauta doce, violino e viola. Lecionou musicalização infantil, flauta doce e teclado para deficientes visuais e práticas de violino e viola para iniciantes no mesmo núcleo. Participou do Festival Eleazar de Carvalho nos anos de 2005 a 2013, nos cursos de violino, viola e canto coral. Participante, como instrumentista, da gravação dos Cds e DVDs do Grupo Adoração e Vida, Grupo Desejo de Menina, Waldonys, Camerata Unifor e Tenor Luiz Peças, Camerata Unifor e Maestro João Carlos Martins. Atualmente é violista da Orquestra Filarmônica do Ceará, violinista e violista da Camerata Unifor e professora de violino do Projeto Jacques Klein. Atribuições: Atuará como professora de violino e viola do programa. José Armando da Costa ‐ Professor Iniciou sua carreira musical na orquestra do SESI (Fortaleza, Ceará) onde teve aulas de contrabaixo com o MaestroVasquem Fermanian, de 1985 a 1998. Estudou violão no Conservatório de música Alberto Nepomuceno. Esteve presente em importantes festivais e participou de diversos cursos, tais como: A evolução da Música Erudita, com o professor Orlando Leite, Harmonia Aplicada ao Violão com o professor Marcos Maia e Master Class com o violoncelista Antonio Meneses em Itu, São Paulo. Foi professor de coral, violão e contrabaixo no projeto Escola Viva, no período de 1997 a 2003. Também desenvolveu seu trabalho como professor de violão, contrabaixo e violoncelo no Núcleo de Arte e Cultura do município de Jijoca do Ceará. Participou como músico contrabaixista da Orquestra Sinfônica de Sergipe. Atualmente é professor de violão, contrabaixo e violoncelo nos Projetos Jacques Klein e Tapera das Artes e também é músico contrabaixista da Orquestra Filarmônica do Ceará. Tem como objetivo através da música, educar e incentivar aos alunos a procura pelo desenvolvimento de suas capacidades intelectuais e artísticas.Atribuições: Atuará como professor de violão, violoncelo e contrabaixo do programa. Victor Thierry Martins Lopes ‐ Professor Começou seus estudos na área musical em 2004, no Colégio da Policia Militar do Ceará, onde ingressou como tubista da Banda de Música do CPMCE. Em 2006 começou a ministrar aulas de iniciação musical para os alunos iniciantes de trombone, trompete, tuba e percussão. Participou da IV e V edições do Festival de Música na Ibiapaba, onde teve contato com os professores Sandoval Moreno, Gilvandro Pereira (”Azeitona”), e Radegundis; e da XI edição do Festival Eleazar de Carvalho, cursando a oficina de tuba sob a orientação do professor Gian Marco de Aquino. Em 2009 ingressou como tubista na Orquestra Filarmônica do Ceará, na Banda de Música do CEFET e na Orquestra de Sopros da UFC como tubista titular. Atualmente faz parte da Orquestra Filarmônica do Ceará como Tubista, Arquivista e assistente de Maestro, integra a Orquestra de Sopros da UECE, está cursando o Curso de Licenciatura em Música na UECE, e é professor de Musicalização no Projeto Jacques Klein.Atribuições: Atuará como professor de iniciação musical e piano do programa. Clara Bezerra ‐ Professora Licenciada em Música pela Universidade Federal do Ceará – UFC, Técnica em Música pelo IFCE (Ex‐CEFET). É Cantora, atriz, diretora artística, arranjadora, regente e preparadora vocal. Durante seu processo de graduação, desenvolveu trabalhos de extensão e ensino sobre “Voz e Corpo”, junto ao curso de Música da UFC – Sobral e ao curso de Teatro da UFC – Fortaleza. Apresentou‐se nos principais Centros Culturais das cidades de Fortaleza, Maranhão, Goiânia, Brasília entre outros, com shows musicais e peças teatrais. Atualmente é professora particular de canto, diretora musical do grupo vocal jovem 5 Encantos e professora de Canto Coral no Instituto Beatriz e Lauro Fiuza.Atribuições: Atuará como professora de canto coral do programa. Ana Maria Sobrinho – Professora Licenciada em Música pela Universidade Federal do Ceará (2015), educadora musical, regente, compositora e escritora de histórias infantis. Atuou como estagiária na SME com o projeto “Educação Musical na Escola” na EMEIF Raimundo Soares de Sousa (2012/2013). Professora de Artes/Música no Colégio Santos Dumont (2013-2014) e Musicalização Infantil com flauta doce e Canto Coral no Colégio Criativo (2015). Foi bolsista do PIBID (Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência da UFC) na área de Musicalização infantil com os projetos de “Construção de Instrumentos Musicais com Materiais Recicláveis” e “Canto Coral” nas EMEIFs Alvorada e Prof. Martinz de Aguiar (2009-2014). Regente do Coral da Faculdade de Educação da UFC – FACED (2014), pelo projeto SECULT ARTE/UFC. Escreve arranjos para coro e atualmente é professora de Canto Coral no Instituto Beatriz e Lauro Fiuza/Projeto Jacques Klein. Atuará como professora de canto coral do programa João Paulo - Professor Começou o estudo de violão em 1997 com o professor Carlos Crisóstomo. Ao ingressar no curso de Educação Musical da UFC, passou a ser orientado pelo professor Marco Túlio. Estudou também com o professor José Mário do Conservatório Alberto Nepomuceno e com outros vários grandes professores como Henrique Pinto, Álvaro Henrique, Ulisses Rocha Pedro Martele. Durante o ano de 2009, lecionou violão na Fundação Raimundo Fagner. Atualmente leciona violão na federação de bairros e Favelas de fortaleza, além de fazer do Quarteto de violões da UFC, faz parte da Camerata de violões do IFCE e estuda com o professor Eddy LincolnAtribuições: Atuará como professor de violão e iniciação musical do programa.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2024-11-30
Locais de realização (1)
Fortaleza Ceará