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O projeto trata de uma pesquisa(produto principal) sobre a contribuição cultural dos migrantes nordestinos e seus descendentes. A pesquisa será apresentada/disponibilizada digitalmente no site do Literatura Comunica, no jornal digital Literatura Comunica e em duas edições do Podcast "Cabe mais 1". Serão usados no site e no jornal digital os textos resultantes da pesquisa, fotos e demais arquivos coletados. Uma exposição, e oficinas de criação completam a proposta. Segue resposta à diligência da proposta, a partir da IN 01/2022. Como os produtos da proposta são totalmente gratuitos, retiramos o produto Contrapartida Social seguindo o Art. 25 parágrafo 5 da IN 01/2022. Ao tentar enviar a proposta, o SALIC não aceitou por ainda considerar este produto obrigatório seguindo o Art. 22 da IN 02/2019. Recoloquei o produto contrapartida social e inseri rubricas simbólicas no orçamento para que o envio seja aceito. Espero não haver prejuízo à proposta, com este procedimento.
O Rio de Janeiro é um dos estados do sudeste que mais recebe migrantes nordestinos. Quais imagens temos do nordeste e que palavras podem traduzir essas imagens. É possível vivenciar o nordeste no sudeste? Através de que elementos? Estas são questões que se colocam para os migrantes e seus descedentes. O “Imagem-palavra: Nordeste” é um projeto de PESQUISA com dois movimentos básicos de encontro com a região: 1. Uma viagem de volta, um contrafluxo, realizando residência de pesquisa no Centro Cultural Rachel de Queiroz, no Ceará. A escolha deste espaço justifica-se por RQ ser autora de um dos mais importantes livros sobre o drama da seca da literatura brasileira (O Quinze) e por homenageada da Sala de Leitura do Parque Ecológico da Maré, RJ. Na Paraíba buscamos os destacados escritores paraibanos que fazem parte da bibliografia básica do curso, José Américo de Almeida e José Lins do Rego, sendo relevante também pesquisar a Fundação José Américo de Almeida e o Museu José Lins do Rego, ambos em João Pessoa, na Paraíba. Além disso, muitos migrantes nordestinos no Rio de Janeiro são do estado da Paraíba. 2. Oficinas sobre nordeste no Rio de Janeiro com filhos de migrantes e nordestinos no qual será produzido um número especial do jornal Literatura Comunica! e uma exposição coletiva com o tema “Favela Nordestina”, a serem lançados em 8 de outubro, Dia do Nordestino. Serão convidados escritores nordestinos para participar da ação, como por exemplo Jarid Arraes (CE) e Marcelino Freire (PE), ainda a confirmarem presença. Esses movimentos possibilitarão múltiplas leituras sobre a região e terão como base estudos sobre migração, a invenção do conceito de nordeste (Muniz, 1999) e textos de escritores nordestinos. O projeto tem o propósito de desenvolver um inventário participativo de histórias locais através das oficinas de criação que serão realizadas na favela da Maré, Rio de Janeiro (RJ), local onde residem muitos migrantes nordestinos e seus filhos. Nessas oficinas, serão mapeados símbolos que constroem as identidades do grupo, de modo a pensar fluxo e refluxo da migração nordeste x sudeste. Há cinco anos a proponente trabalha com essa metodologia e ela tem sido bem sucedida. Em 2014, desenvolveu a exposição “Da Maré ao Canindé, inspiração para as periferias”, com alunos da favela da Maré, RJ, partindo de imagens do cotidiano da favela e trechos dos livros da escritora afro-brasileira Carolina de Jesus. “Da Maré ao Canindé” foi montada na Maré e teve circulação internacional pelos Centros Culturais do Brasil em Luanda (Angola) e Maputo (Moçambique), 2018, e da Casa Mocambo (Portugal), 2019. As oficinas de criação que deram origem à exposição ganharam o Prêmio Todos Por Um Brasil de Leitores (2015) do MinC e receberam, 2015 e 2016, a Chancela Ações Locais da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro. Em 2018, realizou a oficina “Da oralidade à escrita: imagens do Rio de Janeiro e Luanda” onde trabalhou com narrativas da diáspora africana e no encontro com países africanos de língua portuguesa. A iniciativa ganhou o Prêmio Culturas Populares do MinC. “Imagem-Palavra: Nordeste” é ainda um desdobramento dos estudos sobre literatura nordestina que realiza desde 2009 e carrega o desejo de construção de um itinerário afetivo pessoal sobre o nordeste no Rio de Janeiro. Toda a pesquisa será disponibilizada no site do Literatura Comunica, no jornal digital Literatura Comunica e em duas edições do Podcast “Cabe mais 1”
Objetivo Geral - Realizar o projeto "Imagem-palavra: Nordeste" a partir da pesquisa desenvolvida no Ceará, Paraíba e Rio de Janeiro sobre os nordestinos sua situação atual e contribuições culturais. Incisos do artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; VIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural. Objetivos Específicos: - PRODUTO PESQUISA:Atingir cerca de 800 pessoas com a pesquisa disponibilizada em plataforma gratuita (site do Literatura Comunica) e em duas edições do Podcast "Cabe mais 1"; - PRODUTO EXPOSIÇÃO: Realizar exposição, recebendo cerca de 300 pessoas; - PRODUTO OFICINAS: Realizar 02 oficinas, na Maré/RJ, voltadas para 50 descendentes de nordestinos; - PRODUTO PESQUISA:Produzir um número especial do jornal Literatura Comunica! disponibilizando a pesquisa realizada; - PRODUTO PESQUISA:Desenvolver um inventário participativo de histórias locais através das oficinas de criação que serão realizadas na favela da Maré; - PRODUTOS PESQUISA E OFICINAS:Mapear os símbolos que constroem as identidades do grupo, de modo a pensar fluxo e refluxo da migração nordeste x sudeste; - PRODUTO PESQUISA:Contribuir para a divulgação da cultura nordestina; - PRODUTO EXPOSIÇÃO: Contribuir na formação de platéias de exposições nas periferias; - PRODUTOS PESQUISA E OFICINAS:Contribuir na divulgação de Podcasts culturais.
O projeto nasceu do desejo da proponente de pesquisar a situação dos nordestinos no Brasil, a partir do Ceará (estado de origem de sua família) do Rio de Janeiro. As manifestações xenófobas em relação aos nordestinos aumentaram nos últimos anos e reações diversas vem tomando as redes sociais há algum tempo. Estas manifestações de ódio tem estreita relação com a atual conjuntura política do Brasil, mas também com um imaginário construído negativamente em torno do nordeste e sua população migrante ao longo do século XX. Ao mesmo tempo, uma corrente em oposição à xenofobia vem destacando a força política da região e mesmo reforçando a idéia de um nordeste-nação, separado do sudeste que o agride e discrimina. "O Nordeste é o meu país" se tornou uma frase viral nas redes sociais. Esse cenário é acompanhando de perto pela proponente. Seu pai, cearense e caminhoneiro, migrou para o Rio de Janeiro nos anos 80. Cada palavra contra o nordeste a agride política e afetivamente. Isso a levou a desenvolver a idéia de "dupla nacionalidade" para os filhos de nordestinos nascidos no sudeste, tão atravessados pelas expressões culturais das duas regiões. "Qual é o nordeste que nós, filhos da migração nordestina, experimentamos no Rio de Janeiro?" Parte de sua experiência vem das histórias dos mais velhos, de viagem realizada como um "caminho de volta" à região paterna. A outra vem de espaços de tradição nordestina no Rio de Janeiro tais como a Feira de São Cristóvão e a favela da Maré, na zona norte. Desde 2013 atua como educadora e jornalista em favelas, e a formação delas tem forte relação com a ocupação desses espaços pelos migrantes nordestinos. No Parque Ecológico da Maré, poucos sabem, tem a Sala de Leitura Rachel de Queiroz que faz homenagem à escritora cearense. A favela transpira nordeste nas músicas, festas, religiosidade e diversas práticas cotidianas pouco noticiadas. Na pesquisa-ação "Literatura Comunica!", que realiza incentivando a literatura em favelas cariocas, fez um mapeamento sobre a forma como a escritora Carolina de Jesus (1914-1977) aborda a chegada dos migrantes nordestinos na favela em seu diário "Quarto de Despejo". A universidade também é um lugar de experimentação dessas narrativas. Desde 2009 estuda literatura nordestina. Trabalhou com obras de Rachel de Queiroz (1910-2003) na Especialização e José Lins do Rego (1901-1957) no Mestrado, ambos em Literatura Brasileira na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). O doutorado em Literatura Comparada na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) a levou a conhecer a influência que escritores como Jorge Amado (1912-2001) e Graciliano Ramos (1892-1953) tiveram na literatura de países africanos de língua portuguesa, como Angola e Moçambique. Atualmente, estuda as obras de Jarid Arraes (1991-), escritora e cordelista cearense. Realizar o projeto vai contribuir para aproximar os descendentes de nordestinos de suas raízes, cultura e situação atual. Realizá-lo com patrocínio chancelado pela LIC é de suma importãncia pelo seu caráter de pesquisa e descentralização nacional. O projeto se coaduna com os seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. O projeto atinge o seguinte objetivo previsto no Art. 3º da Lei 8313/91: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.
Plano de divulgação: todo o projeto será divulgado em seu site, nas redes sociais e na mídia Os podcasts tambéms serão veículos de divulgação do projeto RECURSO ENVIADO ANTERIORMENTE, FRENTE A SUGESTÃO DE ENQUADRAMENTO - A PROPOSTA JÁ ESTAVA EM ANÁLISE FINAL ANTES DESTA DILIGÊNCIA DE 03/03/2022 BASEADA NA IN 01/2022: Solicito revisão de enquadramento da proposta 338173 – Imagem-palavra: Nordeste no Art. 26 com segmento - Periódicos e outras publicações. O projeto trata da realização de uma pesquisa (produto principal) sobre a contribuição cultural dos migrantes nordestinos e seus descendentes. A pesquisa será apenas apresentada/disponibilizada digitalmente no site do Literatura Comunica, no jornal digital Literatura Comunica e em duas edições do Podcast “Cabe mais 1”, estes se caracterizando apenas como canais de divulgação do trabalho. Serão divulgados no site e no jornal digital os textos resultantes da pesquisa, fotos e demais arquivos coletados. Uma exposição, oficinas de criação e encontros de professores e estudantes como forma de contrapartida social, completam a proposta. Os recursos solicitados para a realização do projeto são exclusivamente voltados para os produtos pesquisa, exposição, oficinas e encontros de contrapartida social (retirados nesta resposta a diligencia uma vez que o projeto é totalmente gartuito). Apesar de os resultados da pesquisa serem disponibilizados no site do Literatura Comunica, no jornal digital Literatura Comunica e em duas edições do Podcast “Cabe mais 1”, nenhum recurso foi solicitado para estes canais de divulgação. O projeto só tem rubricas para seus produtos. O site, o jornal digital e o Poadcast já existem e não dependem de recursos para sua produção ou manutenção. O projeto não se refere a periódicos e outras publicações, mas sim a uma importante pesquisa para para conhecer a situação dos migrantes nordestinos no Rio de Janeiro. O projeto nasceu do nosso desejo de pesquisar a situação dos nordestinos no Brasil, a partir do Ceará (estado de origem de minha família) do Rio de Janeiro. Realizar o projeto vai contribuir para aproximar os descendentes de nordestinos de suas raízes, cultura e conhecer sua situação atual. Também peço reconsiderar o enquadramento de Art. 26 para Art. 18, tendo em vista a isenção fiscal para o patrocinador. O projeto teve um longo caminho de tramitação. Durante este tempo foram perdidas algumas possibilidades de patrocínio, mas estamos envidando esforços para essa captação. O projeto estar aprovado no art. 18 vai facilitar a captação de recursos e a conseqüente realização do relevante projeto. Grata
Produto Principal - Pesquisa Pesquisa, disponibilizada na internet (site do Literatura Comunica, no jornal digital Literatura Comunica e em duas edições do Podcast “Cabe mais 1”), para conhecer a situação dos migrantes nordestinos, a partir de residência artística no Ceará, Paraíba, com duração de 06 meses Produto Secundário – exposição de artes Exposição com o tema Favela Nordestina, a partir do material produzido nas oficinas na Maré. Currículo do curador principal em anexo Currículos dos artistas - só após a elaboração e escolha dos trabalhos Relatório das obras que serão expostas - só após a elaboração e escolha dos trabalhos Produto Secundário – oficinas 02 Oficinas com cerca de 2 horas de duração cada, na Maré/RJ atendendo 50 descendentes de migrantes nordestinos.
Produto Principal - Pesquisa Acessibilidade de deficientes físicos – A pesquisa será disponibilizada na internet(site e podcast), sem entraves para deficientes físicos Rubrica: Não se aplica por ser pesquisa Acessibilidade deficientes visuais – A pesquisa disponibilizada na internet com audiodescrição (site e podcast) Rubrica: junto com a criação do site. Audiodescrição R$ 500,00 Acessibilidade deficientes auditivos - A pesquisa disponibilizada na internet com legendas (site) Rubrica: junto com a criação do site. Legendagem R$ 500,00 Produto Secundário – exposição de artes Acessibilidade de deficientes físicos – O espaço escolhido será acessível para cadeirantes e PNEs Rubrica: sem rubrica específica por já ser local acessível Acessibilidade deficientes visuais – A exposição contará com monitores para fazer a descrição do espaço físico e falar sobre o conteúdo da exposição Rubrica: Audiodesrição - R$ 1.000,00 Acessibilidade deficientes auditivos - Haverão visitas monitoradas com intérpretes de Libras Rubrica: Legendagem - R$ 5.000,00 Produto Secundário – oficinas Acessibilidade de deficientes físicos – O espaço escolhido será acessível para cadeirantes e PNEs. Haverá espaço reservado para cadeirantes. Rubrica: sem rubrica específica por já ser local acessível Acessibilidade deficientes visuais – As oficinas contarão com monitores para fazer a descrição do espaço físico e falar sobre o conteúdo Rubrica: Audiodesrição - R$ 1.000,00 Acessibilidade deficientes auditivos - As oficinas contarão com intérpretes de Libras Rubrica: intérprete de Libras - R$ 1.000,00
Produto Principal - Pesquisa A pesquisa será disponibilizada em plataforma gratuita - site do Literatura Comunica, no jornal digital Literatura Comunica e em duas edições do Podcast “Cabe mais 1” inciso/medida do art. 24 da IN nº 01/2022: III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; Produto Secundário – exposição de artes A exposição será totalmente gratuita inciso/medida do art. 24 da IN nº 01/2022: III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; Produto Secundário – oficinas As oficinas serão totalmente gratuitas inciso/medida do art. 24 da IN nº 01/2022: III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas;
Coordenação Geral/Proponente/Curadoria Principal – Miriane da Costa Peregrino É doutora em Ciência da Literatura, área de concentração Literatura Comparada, pela UFRJ e mestre e especialista em Literatura Brasileira pela UERJ. Entre 2017 e 2018 realizou Estágio de Pesquisa na Universidade Agostinho Neto, Angola, desenvolvendo estudos sobre literatura angolana contemporânea. Também em 2018 atuou nos centros culturais brasileiros de Angola e Moçambique realizando a exposição "Da Maré ao Canindé" e promovendo ações do seu projeto de incentivo à leitura e literatura brasileira, Literatura Comunica!, contemplado com o Prêmio Todos Por Um Brasil de Leitores (2015) e o Prêmio Culturas Populares (2018), ambos do então Ministério da Cultura. Também desenvolve estudos sobre literatura nordestina desde 2009, atuando na organização da correspondência do escritor Jorge de Lima no Arquivo-Museu de Literatura Brasileira da FCRB entre 2014 e 2015. Atualmente, dedica-se aos estudos de literaturas em língua portuguesa, escritas visuais, globalização cultural e pós-colonialismo e à edição do Jornal Literatura Comunica! Produção – Fátima Magalhães Produtora das Ações Educativas da exposição “Esplendores de Espanha” no Museu Nacional de Belas Artes (1999), pela empresa Primeiro Olhar Ações Educativas; Produtora do Programa Educativo da exposição “O Surrealismo” – no Centro Cultural Banco do Brasil, em 2001; Entre 2001 e 2004 foi produtora das Ações Educativas do Programa Educativo do Centro Cultural Banco do Brasil RJ; Produtora executiva, redatora, gestora de projetos e captadora de recursos na Casa da Arte de Educar entre 2006 e 2014. Aprovando projetos junto à Petrobras Social, SECADI/FNDE, Fundo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, Criança Esperança, Lei Rouanet entre outros; Desde 2009 trabalha em parceria com a Arcos Digital Filmes, no desenvolvimento e redação de projetos para editais e leis de incentivo – Projetos aprovados no ISS; Trabalhou junto à Titânia – educação, arte, cultura e meio ambiente em 2009 e 2019, no desenvolvimento e redação de projetos para editais e leis de incentivo; Produtora, gestora de projetos, captadora de recursos e prestadora de contas para o Ponto das Artes de Anchieta (Cinema Ponto Cine) e Associação Ponto Solidário – Projetos aprovados para ISS e Fomento Olímpico 2015 / 2016; Produtora executiva da fase de Mapeamento e Estudos no Projeto LAB Rio Criativo pela organização Titânia – educação, arte, cultura e meio ambiente, junto à Secretaria de Estado de Cultura – 2016; Curso de Redação de Projetos no Projeto Cine Manguinhos – 2016; Curso “Projetos Culturais e Terceiro Setor” – Centro Cultural da Justiça Federal – 2017; Redação de projetos, produção e prestação de contas junto à RKF Rio – de 2017 até o presente; Produção do Núcleo Periferia na LER – 2019; Fundadora da Brilho Produções em 2015, para consultoria em leis de incentivo, produção, redação e gestão de projetos – atualmente. Assistente de Pesquisa Ceará – a definir Assistente de Pesquisa Paraíba – a definir Fotógrafo Ceará – a definir Fotógrafo Paraíba – a definir Monitores – a definir Palestrantes – a definir Cenotécnico – a definir Designer gráfico – a definir Diagramador – a definir Assessor de imprensa – a definir
PRAZO DE CAPTAÇÃO DE RECURSOS ENCERRADO.