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PRONAC 220494Projeto não executado por insuficiência de captação de recursosMecenato

E A TIA NA LAREIRA

CARDAPIO CULTURAL PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 499,4 mil
Aprovado
R$ 499,4 mil
Captado
R$ 30,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

6.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
22

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2022-08-01
Término
2023-12-31
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

Montagem do espetáculo teatral E A TIA NA LAREIRA seguida de temporada de estreia, com ingressos a preços populares, transporte ao público social, totalidade das sessões com acessibilidade completa (tradução e interpretação para LIBRAS e audiodescrição) e como ação de Contrapartida Social uma Oficina de Escrita Criativa e uma Oficina História do Ballet destinada exclusivamente a professores e alunos da rede pública de ensino.

Sinopse

Sinopse do espetáculo E A TIA NA LAREIRA Na casa de número oito da fictícia cidade de Cipreste Dourado e mergulhado em reflexões involuntárias, o artista plástico Estevam Monteiro percebe não ter cumprido aquilo que se prometera na infância: jamais crescer e, caso crescesse, ter o cuidado de andar sempre de mãos dadas com a criança que foi. Aterrorizado com o surgimento da barba, na juventude, e encontrando cada vez alguém mais velho nos espelhos onde perdia os olhos, o dândi decidiu mudar de estratégia: ser imortal na arte. Às vésperas de completar 40 anos, e já um bancário engravatado, Estevam se vê fundido ao que chama de “classe dos homens cinzentos”, dando pouco ou nenhum fôlego às pinturas e refém da passagem de um tempo que possui, ao mesmo tempo, um arsenal aveludado e chega atirando à queima-roupa. Antagonista do status quo e filho de uma angústia existencial batizada no escuro, o artista flerta com a ideia do suicídio, pensando poder lavar no que chama de “silêncio que sucede caos” a sutil sujeira que a sociedade mete aos homens unha abaixo. Na mentalidade teatral do anti-herói, a última pincelada – melancólica e lírica – é assassinar Heitor Leopoldo, seu amigo de infância e antiga paixão, cúmplice das promessas da juventude e também fisgado pelo jeito-que-as-coisas-são. Numa sequência de tirar o fôlego, Heitor é envenenado e escondido atrás do sofá da sala de estar de uma antiga mansão onde a decadência coteja apodrecer móveis e almas. É a chegada inesperada de uma senhora, a hilária e incorrigível tia Felícia Guilhermina, que demove Estevam de seu intuito inicial, vendo-se às voltas com um corpo escondido na sala, uma tia faminta que vem lanchar e uma campainha que não para de tocar e anunciar mais visitantes - a noiva, o sogro e a amante que, somados à espirituosa empregada Dolores, o insosso tio Norberto e personagens de outros rascunhos de vida que atravessam décadas e vêm congregar numa noite infinita, jogam o anfitrião em desespero e convidam a refletir, com humor sarcástico, ritmo frenético e texto brilhante, questões sociais como casamento, moralidade, hipocrisia, crítica artística e o verdadeiro significado da vida, que prometem voltar um espelho maravilhoso e devastador para a plateia, numa junção monstro-reflexo de fazer rir e causar espanto.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Realizar a montagem do espetáculo teatral E a Tia na Lareira seguida de uma temporada com quatro apresentações em Porto Alegre/RS. O projeto traz como proposta a promoção da dramaturgia local, valorizando a produção autoral. A obra é um texto inédito, nunca antes apresentado no circuito profissional. Junto à criação dramatúrgica está a pesquisa de linguagem da encenação, que pretende resultar em um trabalho inovador no gênero do teatro. O projeto tem as seguintes finalidades conforme o Artigo 2 do Decreto 10.755, de 2021: V - incentivar a ampliação do acesso da população à fuição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; - A partir da distribuição gratuita de 40% de ingressos a escolas da rede pública de ensino, instituições sociais e entidades de atendimento a comunidade surda e a pessoas cegas ou baixa visão, do oferecimento de transporte para as apresentações ao público social e da acessibilidade total em todas as sessões por meio dos recursos de audiodescrição e tradução e interpretação para LIBRAS. VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; - Por se tratar de uma nova montagem que prevê apresentações de estreia, é necessário a contratação de uma gama de profissionais para que seja possível a concretização do projeto em sua plenitude. Deste modo, isso contribui para o fortalecimento da cadeia produtiva e da economia da cultura, uma vez que os recursos captados por meio de renúncia fiscal, com a geração de emprego e renda temporárias acabam retornando para a sociedade através da movimentação de diversos setores. OBJETIVOS ESPECÍFICOS A) PRODUTO: Espetáculo de Artes Cênicas - Realizar 04 apresentações de estreia do espetáculo, com ingressos a preços populares; - Distribuir gratuitamente 40% de ingressos a escolas da rede pública de ensino, instituições sociais e entidades de atendimento a comunidade surda e a pessoas cegas ou baixa visão; - Oferecer gratuitamente transporte para as apresentações ao público social, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência e/ou com mobilidade reduzida e aos idosos; - Garantir o acesso e inclusão ao espetáculo através do oferecimento em todas as sessões de tradução para LIBRAS e Audiodescrição. O local previsto para as 04 apresentações possuí capacidade para 650 pessoas, sendo esperado o alcanse de 2.600 espectadores, sendo distribuído da seguinte forma: 40% da capacidade para distribuição gratuita: 1.040 espectadores 5% da capacidade para divulgação (jornalistas, formadores de opinião, criticos): 130 5% da capacidade para patrocinadores: 130 50% para comercialização, sendo divididos como ingressos lote promocional (260 meia e 260 inteira) e venda normal (390 meia entrada e 390 inteiro). Para a obtenção dos resultados esperados contaremos com ampla divulgação nos meios de comunicação, redes sociais, assessoria de impresa e com contato direto com instituições que trabalhem em prol dos públicos sociais que o projeto pretende beneficiar. A fim de garantir a presença do público social o projeto prevê o ofericimento de tranporte. Quanto a avaliação de resultados, poderá ser observado por meio de cópia dos borderôs das apresentações, declarações das instituições e escolas que serão beneficiadas, clipagem de imprensa, fotos e vídeos. B) PRODUTO: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: - Oferecer a professores e alunos da rede pública de ensino uma Oficina de Escrita Criativa, ministrada pelo dramaturgo do espetáculo, com até 130 vagas, tradução para LIBRAS e narrador de audiodescrição. - Oferecer a alunos da rede pública de ensino a Oficina História do Ballet, ministrada pela produtora executiva e bailarina Letícia Krenzinger, com até 130 vagas, tradução para LIBRAS e narrador de audiodescrição. As entregas das ações de contrapartida social poderá avaliar a comprovação do alcance dos resultados por meio de planilha constando o número de inscritos, lista de presença, fotos e vídeos de ambas ações durante sua execução.

Justificativa

O projeto de montagem e temporada de estreia do espetáculo "E A TIA NA LAREIRA" traz como proposta a promoção da dramaturgia local, valorizando a produção autoral. A obra é um texto inédito, nunca antes apresentado no circuito profissional. Junto à criação dramatúrgica está a pesquisa de linguagem da encenação, que pretende resultar em um trabalho inovador no gênero do teatro musical. Para o tal, a equipe conta com reconhecidos profissionais em sua ficha técnica: Além da direção de cena e orientação cênica contar com Jardel Rocha e Deborah Finocchiaro, a equipe conta também com Letícia Krenzinger (produtora, coreógrafa e bailarina com mais de trinta anos de experiência), Eduardo Schenini (ator e diretor teatral desde 1986), e com diversos jovens artistas promissores. A direção de produção e coordenação administrativa fica ao encargo de Daniela Lopes, através da Cardápio Cultural, com vasta experiência em planejamento, gestão, produção teatral, festivais e eventos culturais. Os ingressos terão preços populares, valor complementar ao custeio do espetáculo, contando com a distribuição de 40% dos ingressos a escolas/instituições de atendimento à comunidade surda e pessoas com deficiência visual, escolas da rede pública, cursos de teatro (UFRGS, UERGS, alunos da Casa de Teatro e artistas locais) e transporte gratuito ao público social. A distribuição ocorrerá por meio de postagens nas redes sociais para reserva dos ingressos, bem como através de contato direto com as entidades de interesse do projeto. Todas as 04 apresentações contarão com tradução simultânea para LIBRAS - Língua Brasileira de Sinais e com o recurso de Audiodescrição, contribuíndo desta forma para a inclusão e acessibilidade de todos. Enquanto ação formativa de Contrapartida Social será realizada a "Oficina de Escrita Criativa para Teatro" e a "Oficina História do Ballet" ambas voltadas a alunos (10 a 12 anos) e professores, oriundos de escolas da rede pública de ensino. As inscrições serão divulgadas via nota para a imprensa, pelas redes sociais e por contato direto com as escolas dos locais beneficiados. As inscrições serão realizadas através de e-mail da produção. Destacamos que este projeto envolve o sonho de uma grande equipe de profissionais sedentos por concretizá-lo, mas necessita de recursos para sua montagem e temporada de estreia, especialmente após quase dois anos de uma pandemia que tanto castigou artistas, produtores e técnicos. Em suma, para manter as ações de planejamento e toda a estrutura de preparação do projeto E A TIA NA LAREIRA, assim como todas as ações que compõem seu cronograma, torna-se indispensável à utilização de recursos de Lei de Incentivo à Cultura, pois é necessária a busca por patrocinadores, uma vez que a verba prevista de receita não cobre o custo integral do projeto. Diante do exposto, o projeto de montagem e temporada de estreia do espetáculo E a Tia na Lareira se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Por fim, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 3°: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

CONCEPÇÃO CENOGRÁFICA A sala de estar de um antigo casarão. Por sobre o requinte da mobília, uma grossa camada de decadência. Percebe-se, pelo ar viciado e aspecto de limpeza-envelhecida, que nenhum problema na estrutura será reparado, graças a uma violenta crise financeira. Trata-se de uma residência construída com esplendor que sofre a ação do tempo e da falência. O papel de parede há muito começou a descascar nos cantos, e há marcas de infiltração desenhando arabescos teto abaixo. Mesmo assim, é perfeitamente habitável e, poderia, com menor esforço, parecer confortável. Estamos diante do último elo – insólito – entre os idos tempos áureos e um presente que entrou sem bater e se convidou a ficar, agredindo a tudo e a todos com a violência sutil que é característica do ato de envelhecer – ataca à queima-roupa, mas seu arsenal é aveludado. O pé direito é alto e o ambiente é espaçoso, mas permanece um efeito claustrofóbico oriundo da proximidade dos móveis e janelas fechadas. Um lustre majestoso – que já iluminou dias melhores – pende sobre uma mesinha de centro de madeira ladeada por duas cadeiras de ferro com estofado em couro vermelho. Sobre a mesinha de centro, uma escultura em cimento*, estatuetas em cobre e uma lamparina. O linóleo lembra um piso de motivo antigo. Sob a mesinha de centro, um tapete tão surrado quanto as almofadas dispostas em um sofá de dois lugares de estofado rosa claro, que se encontra atrás da mesma. Na extremidade direita – do ponto de vista do ator – supõe-se que exista a porta de acesso a este cômodo, além da qual está localizado um corredor – este corredor liga a sala de estar ao hall de entrada da residência, de um lado, e ao restante da casa, de outro. No final do corredor está situada a lavanderia que Dolores ocupa. À direita da porta de acesso ao cômodo, um móvel bombê serve como balcão de bebidas, munido com uma fileira de taças de cristal, garrafas diversas, rolhas perdidas, outras encontradas, uma bandeja de prata e miudezas que ao encontrar vagando pela casa, Dolores deitou ali. Entre o balcão de bebidas e a porta, um cinzeiro com pedestal em cobre. Numa gaveta do balcão de bebidas mora a caixa de nácar onde Estevam conserva veneno. À direita do móvel bombê, cabides de parede em ferro. No fundo, entre duas janelas, uma tapeçaria com motivo pastoril é amparada por duas estantes abarrotadas de pesados tomos de literatura. Sob a janela à esquerda da primeira estante, uma mesa de apoio lateral em mármore branco e folhas esculpidas faz a vez de escrivaninha, e sobre ela está uma infinidade de canetas, pilhas de papeis em branco, um mata-borrão, folhas amassadas nascidas para morrer-onde-caírem, uma caixinha de música – dentro desta está uma pistola, uma carta de despedida e o testamento de um pobre que como posse só possui lembranças (quanto vale, em pedaços de pão, uma lembrança de sorriso antigo?) –, um telefone castiçal, uma luminária de mesa em cobre, um copo d’água afogando pincéis, um pano de prato rabiscado, uma paleta com tinta seca, lápis de sanguina, farelo de lápis apontado com lâmina e dois ou três livros abertos em determinada página. Praticamente cobrindo a primeira estante de livros, um cavalete ostenta uma obra inacabada* (trata-se da representação pintada da escultura em cimento que está sobre a mesinha de centro. Obra abstrata, retorcida). Na extremidade esquerda, uma lareira feita de arame ostenta um retrato de Flora Monteiro em sua cornija, além de uma variedade de relógios de mesa em cobre e ouro. À direita da lareira vê-se um imenso baú de madeira, à direita do qual descansam três baús pequenos, de propósito meramente decorativo. Eis o lar do herdeiro de uma fortuna que teve, desde o princípio, um gosto de término. A casa experimenta o descaso de um dândi subitamente desiludido com a vida.

Especificação técnica

Especificações técnicas plano de divulgação Trazer primeiro o conteúdo através de ações e bate papo com a imprensa e gravação e divulgação de podcasts. Divulgação através de redes sociais com fotos, vídeos, vinhetas, etc. Divulgação através de mídia impressa Divulgação em telejornais e programas de entrevista Ações de Guerrilha – em locais públicos de POA - envolvendo o público - como Parque da Redenção, Orla do Guaíba, entre outros Série de vídeos mostrando a realidade dos bastidores da montagem de uma peça (formato de reality show)

Acessibilidade

ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física: O local onde será realizada a temporada de estreia do espetáculo possui acesso aos idosos e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, assim definidos em legislação específica e de acordo com a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, promulgada pelo Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009. Como por exemplo: elevador, rampas e corrimões, a fim de facilitar o acesso das pessoas com dificuldade de locomoção e são disponibilizados espaço na plateia para os cadeirantes, assim como banheiros adaptados. Item da planilha orçamentária: sem custo Acessibilidade para deficientes visuais: Audiodescrição em todas as apresentações, bem como acompanhamento dos deficientes visuais até suas poltronas. Item da planilha orçamentária: Audiodescritor Acessibilidade para deficientes auditivos: tradução e interpretação de todas as sessões para LIBRAS. Item da planilha orçamentária: Tradutor; Intérprete de LIBRAS. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, assim como pessoas que desconheçam as liguagens ou idiomas dos conteúdos: Item da planilha orçamentária: legendas em português. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Acessibilidade física: A produção buscará por um local para a realização da Oficina de Escrita Criativa e da Oficina História do Ballet que possua adaptações para acesso aos idosos e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, assim definidos em legislação específica e de acordo com a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, promulgada pelo Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009. Como por exemplo: elevador, rampas e corrimões, a fim de facilitar o acesso das pessoas com dificuldade de locomoção e são disponibilizados espaço na plateia para os cadeirantes, assim como banheiros adaptados. Item da planilha orçamentária: sem custo Acessibilidade para deficientes visuais: No caso de alunos e/ou professores deficientes visuais a produção disponibilizará um narrador de audiodescrição. Item da planilha orçamentária: Narrador de Audiodescrição Acessibilidade para deficientes auditivos: No caso de alunos e/ou professores surdos, será disponibilizado tradução e interpretação para LIBRAS durante todo o período de realização da oficina. Item da planilha orçamentária: Intérprete de LIBRAS Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, assim como pessoas que desconheçam as liguagens ou idiomas dos conteúdos: em caso da presença de alunos com espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, buscaremos orientações com profissional capacitado para que possa orientar e adptar o conteúdo a este público. Item da planilha orçamentária: consultor

Democratização do acesso

a) 40% do quantitativo dos ingressos para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística e disponibilização de transporte. b) 5% para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores. c) 5% para distribuição gratuita promocional. PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS I - Doar, além do previsto na alínea “a”, Inciso I do Artigo 23, no mínimo 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados.

Ficha técnica

1 - Nome: Daniela Nunes Lopes ME (proponente) Função no projeto: Diretora de Produção e Coordenadora Administrativa Currículo resumido: Daniela Lopes é Bacharel em Comunicação - Habilitação em Relações Públicas, fundadora da Cardápio Cultural, há quinze anos atua em produção, planejamento e gestão cultural. Em sua trajetória produziu inúmeros projetos e temporadas em Porto Alegre, interior e em diversos estados brasileiros, tais como Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Sergipe, Alagoas, Paraíba, Rio Grande do Norte, Piauí, Brasília, Goiânia, Tocantins e também na Argentina. Entre outros trabalhos, foi produtora executiva dos espetáculos e projetos da Companhia da atriz Deborah Finocchiaro (2008 A 2016): “Sobre Anjos & Grilos - O Universo de Mario Quintana”; “Histórias de Um Canto do Mundo - Memórias de Porto Alegre e do Rio Grande do Sul”; “Pois é, Vizinha...”; “Um Certo Capitão Veríssimo” e “GPS GAZA”. Assinou a produção dos projetos: “Ópera na UFRGS/ Tempos de Solidão - Missa do Orfanato (W. A. Mozart)”; “Sobre Anjos & Grilos - Turnê RS” (financiamento da Lei Rouanet e patrocínio da Sulgás), da Companhia de Solos & Bem Acompanhados; “Alice no País das Maravilhas” (prêmio FUMPROARTE/2014 para montagem e temporada) do Grupo Signatores; “Frida Kahlo, à Revolução!” da Cia Dramática; “Nós Por Nós”, do Grupo Teatro Sarcáustico; “Moacyr Scliar - 80 anos”; “Bernarda”, do Grupo de Teatro Meráki e “Arena Selvagem”, do Grupo Cerco (Selecionado no Edital Teatro de Arena 50 Anos – Pró-Cultura RS FAC), Prêmio Açorianos de Melhor Direção, Prêmio Braskem de Melhor Espetáculo (Júri Oficial e pelo Júri Popular). Atua como produtora para grupos de fora do estado, tal como a Cia de Teatro Nu Escuro de Goiânia, a qual realizou a produção local em Porto Alegre, Canoas e Gravataí dos espetáculos Plural, Gato Negro e Pitoresca com o projeto o Iconógrafo no ano de 2014 e em 2016. Foi diretora de produção e gestora (2018 e 2019) do FIDPOA - Festival Internacional de Dança de Porto Alegre, produtora do FESTECRI - Festival de Teatro para Crianças (Theatro São Pedro), Mostra Pirlimpimpim de Teatro (Theatro São Pedro), Festival da Primavera (Theatro São Pedro) e coordenadora de projetos do Grupo Signatores, cujo trabalho foca nas demandas contemporâneas de acessibilidade e inclusão de pessoas com necessidades especiais. Além de produzir e gerir, foi responsável pela interlocução dos projetos e turnês com patrocínio de grandes empresas como SULGÁS, Petrobrás Distribuidora, CEEE, AGCO, Valtra, Porto Seguro, Banrisul, Agibank, Dufrio, assim como contemplados por importantes prêmios: FUMPROARTE, Prêmio de Teatro Myriam Muniz/Funarte, Pró-Cultura RS FAC e Instituto Nacional del Teatro da Argentina. 2 - Nome: Letícia Krenzinger Função no projeto: Produtora Executiva, Coreógrafa Assistente e Bailarina Currículo resumido: Fisioterapeuta (PUCRS), Especialista em Estudo do Movimento Humano (UFRGS), coreógrafa e bailarina com mais de trinta anos de experiência, Letícia Krenzinger foi solista de ballets como Don Quixote, O Lago dos Cisnes, Giselle e Paquita, realizando reposição coreográfica de ballets como O Príncipe Igor, Giselle e O Quebra-Nozes. Dentre os cursos realizados com importantes professores figuram aulas com Jair Moraes, Raul Candal, Leonid Sichev, Vladimir Rybiakov e Boris Storojkov. Formada em Pilates pela Physicalming Institute (Nova York) e instrutora de Gyrotonic e Gyrokinesis. 3 – Nome: Henrique Cambraia Função no projeto: Dramaturgo e Ator Currículo resumido: Escritor, ator, dramaturgo, versionista, tradutor – de inglês e francês - e cantor, Henrique Cambraia é graduando em Letras (UFRGS). Tendo estudado canto lírico no Conservatório de Música da OSPA e, conduzido pelo cantor e professor Ricardo Barpp e o regente Cosmas Grienesein, integrou o elenco de três temporadas do espetáculo “A Sbórnia Kontr’atracka”, continuação do famoso “Tangos & Tragédias”, comandado por Hique Gomez e Simone Rasslan. Estudou teatro com a atriz e diretora Nena Ainhoren, protagonizando o espetáculo “Os Miseráveis – experience” (Theatro São Pedro, 2019), e integrando o grupo de teatro experimental “Orquestra de Poesias” (PUCRS, 2015), comandado pelo professor, escritor e ilustrador Celso Sisto. É autor de dezenas de contos, como “A Giganta & O Jardineiro”, romances como “Segredos do Escuro” e peças teatrais como “Madame Su”, “O Jardim dos Insatisfeitos” e “A Mulher de Papel”. 4 - Nome: Jardel Rocha Função no projeto: Diretor Cênico Currículo resumido: Jardel Rocha é diretor, ator e professor de teatro. Atualmente é aluno do curso de graduação em Teatro pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS. É membro fundador do ''Coletivo Nômade de Teatro'' e diretor cênico do grupo teatral ‘’Foi O Que Eu Disse''. Em sua trajetória artística dirigiu os espetáculos: Classe Cordial, Diário Inexistente, Para Onde Voam as Gaivotas, Onde Vivem os Sonhos e Filhas do Sal o qual recebeu o prêmio de Melhor Direção- Revelação no 42° Prêmio Açorianos de Teatro. 5 - Nome: Deborah Finocchiaro Função no projeto: Direção Artística e Atriz Currículo resumido: Deborah Finocchiaro é multiartista, estreou no teatro em 1985. Bacharel em Interpretação Teatral no DAD / UFRGS (1992), já participou de centenas de trabalhos como atriz no teatro, cinema e televisão. É também diretora, locutora, produtora, apresentadora, roteirista e ministrante. Ao longo de sua carreira, recebeu 33 prêmios, entre eles 9 de Melhor Espetáculo, 18 de Melhor Atriz, 1 de Melhor Direção, 1 de Melhor Texto Adaptado, 1 de Melhor Roteiro e 3 como Melhor Artista de Teatro. Em 2006 criou a Companhia de Solos & Bem Acompanhados, que tem em seu repertório, entre outros, os espetáculos “Pois é Vizinha...”, direção Deborah Finocchiaro (1993), “Sobre Anjos & Grilos - O Universo de Mario Quintana”, direção Deborah Finocchiaro e Jessé Oliveira (2006 - além do espetáculo contém CD, lançado em 2015 e DVD, lançado em 2017), “GPS GAZA”, orientação Camila Bauer (2014); “Caio do Céu”, a partir da obra de Caio Fernando Abreu, direção Luís Artur Nunes (2017) e “Diário Secreto de Uma Secretária Bilingue”, direção de Vinícius Piedade e Deborah Finocchiaro (2019). Os projetos “Histórias de Um Canto - Memórias de Porto Alegre e do Rio Grande do Sul” (que consiste em um espetáculo solo, um recital, um show musical e um registro da obra em livro/CD - 2008), “Palavra de Bolso - Onde a Literatura ganha Voz” (2016), “Sarau Voador - Literatura e Improvisos Transcriados”(2018). As obras literomusicais: “A Espessura da Vida” (2018), “Leitura às Cegas” (2018); “Benção Poetinha”, a partir da obra de Vinicius de Morais (2018), “Palavra Balada (2018) e ”Substantivo Feminino - Confinamentos Voluntários e Involuntários” (2021). O espetáculo audiovisual “Invisíveis - Histórias Para Acordar”, direção Deborah Finocchiaro (2020), a websérie “Confessionário - Relatos de Casa”, direção Deborah Finocchiaro e Luiz Alberto Cassol (2020/2021). Os programas / podcasts “Estação Confessionário” e “Estação Sarau Voador”, ambos na Rede Estação Democracia e disponíveis no Spotify (2021). Em 2014 foi a artista homenageada do 21º Festival Internacional de Teatro Porto Alegre Em Cena, ganhando a biografia “A Arte Transformadora”, escrita pelo jornalista Luiz Gonzaga Lopes, que integra o 5º volume da coleção Gaúchos Em Cena. Em 2020 foi tema do documentário “Deborah! O Ato da Casa”, longa-metragem produzido durante a quarentena, direção Luiz Alberto Cassol (2020). De 2009 a 2019 assinou a coluna de teatro na Rádio Band News FM Porto Alegre - 99,3. Acesse os links e saiba mais: www.youtube.com/user/deborahfinocchiaro www.instagram.com/deborahfinocchiaro www.deborahfinocchiaro.com 6 - Nome: Pedro de Los Santos Função no projeto: Diretor Musical e Compositor da Trilha Sonora Original do Espetáculo Currículo resumido: Cantor, compositor, graduando em música (UFC) e dotado de ouvido absoluto, Pedro trabalhou desde criança com gravações e locuções publicitárias. Tendo estudado no Conservatório de Música da OSPA - atuando também como monitor - integrou o elenco de cinco temporadas do espetáculo “A Sbórnia Kontr’atracka”, comandado por Hique Gomez e Simone Rasslan, e ingressou no Coro sinfônico da Osquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA). Há mais de cinco anos estudando produção musical, assinou a composição de trilha sonora do podcast-documentário “Comunidades Invisíveis: Ilha Grande dos Marinheiros”. 7 - Nome: Eduardo Schenini Função no projeto: Ator Currículo resumido: Ator e diretor teatral desde 1986, Eduardo Schenini integrou o elenco de treze peças teatrais, como “Circo Rataplan” (direção de Fermin Diaz, 1986), “Grande Circo Brasil” (direção de Juan Carlos Sosa, 1990) e “A Grande Babilônia” (direção de Eduardo Fachel, 1991), e, assinando a direção do Grupo de Teatro Cara Dura e Macaron, dirigiu, produziu e integrou o elenco de mais de dez espetáculos teatrais. Em sua formação figuram cursos com grandes nomes como Luiz Armando Queiroz, Carmen Silva, Paulo José, Pilar Aguerre, Rosana Schaefer, Biratã Vieira, Eduardo Fachel, Arine Ibias, Marlene Goidanich, Paulo Guerra, Izabel Ibias, Adriana Defentti, Betina Muller, Laurence Marafante Brancão, Raquel Sokolowski, Plínio Mosca, Renato Epstein, Caroline Falero da Silva e Eveliana Marques. 8 - Nome: Fiama Devitte Função no projeto: cantora Currículo resumido: Cantora, Fiama Devitte iniciou seus estudos musicais em 2016, ao ser aprovada na audição para o Coro Jovem da Escola de Música da OSPA, o qual integra desde então. Desde 2017, somou-se ao elenco de todas as temporadas do espetáculo teatral do espetáculo teatral “A Sbórnia Kontr’atracka”, comandado por Hique Gomez e Simone Rasslan, além de se apresentar ao lado dos coros Capela Vocal Joaquim Mendanha e Coro Feminino Donna Voce. Aspirando a uma carreira de atriz, realizou o curso de teatro “Oficina Fazendo Cena”, ministrado por João Lima. Cursa licenciatura em música pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). 9 - Nome: Queli Cambraia Função no projeto: Atriz Currículo resumido: Escritora e atriz, Queli Cambraia descobriu, ainda no momento em que a caneta tira a primeira peça de roupa do papel, que literatura e filosofia andam escritas com a mesma tinta. Quatro vezes premiada – prêmios nos quais figuram dois troféus do Sintrajufe -, se encontra frase em livros como “Assombros Juvenis”, “Lavra Palavra”, “Eu Palavro” e “Contos de Mochila”. Como autora, estudou criação literária com Walmor Santos, literatura infantojuvenil com Celso Sisto – recebendo destaque pela obra “Eu, Vovó e a Cegonha”, de publicação agendada para 2022 – e literatura infantil com Elaine Maritza e Caio Ritter. Como atriz, integrou o elenco do grupo de teatro experimental “Osquestra de Poesias”, da PUCRS, comandado por Celso Sisto. Faz sua estreia na cena teatral porto-alegrense ao lado do filho, o escritor, ator e dramaturgo Henrique Cambraia. 10 - Nome: Karla Quintana Função no projeto: Atriz Currículo resumido: Atriz e cantora, Karla Quintana integrou o coro da Associação Canto Coral Porto Alegre de 1996 a 1997 e de 2011 a 2015. Desde 2016, atua como cantora do bloco “Não Mexe Comigo Que Eu Não Ando Só”. Como atriz, integrou o elenco do espetáculo teatral “Os Miseráveis – experience” (Theatro São Pedro, 2019) e do espetáculo teatral “Chiiicago - Nem Tudo é Jazz” (direção de Luis Manoel, 2019). 11 - Nome: João Thedy Função no projeto: ator Currículo resumido: Ator e cantor, João Thedy começou seus estudos de teatro em 2018, na Casa de Teatro de Porto Alegre, cursando, em 2019, Atuação para Câmeras e Método de Personagem na Escola Take 04 – Escola de TV e Cinema. Atualmente, cursa o Projeto Cinema, da mesma escola, onde integra o elenco de seriado televisivo com exibição agendada para 2022. 12 - Nome: Manuela Thedy Função no projeto: atriz Currículo resumido: Atriz e bailarina desde os quatro anos, integra a pré-equipe de ginástica rítmica do Clube Grêmio Náutico União. Na pandemia, começou a estudar teatro e canto na modalidade on-line, participando de lives de eventos beneficentes como pianista e cantora. Faz sua estreia como atriz na peça “...e a Tia Na Lareira”. 13 - Nome: Francisco Amaral Função no projeto: Ator (voice-over) Currículo resumido: Bacharel em canto lírico pela UFSM, atua como solista em óperas e concertos. 14 - Nome: Diego Molinardo Reis Função no projeto: Ator Currículo resumido: Ator, cantor e violinista, Diego Braun Molinaro Reis estuda há mais de cinco anos no Conservatório de Música da OSPA, integrando o coro de diversos recitais da OSPA, Coro Jovem da OSPA, Loft Criativo e Atelier da Música. Desenvolveu diversificado repertório musical, integrando o elenco de cinco temporadas do espetáculo teatral “A Sbórnia Kontr’atracka”, comandado por Hique Gomez e Simone Rasslan, e concertos oficiais da Orquestra Sinfônica De Porto Alegre, tais como “Pink Floyd Sinfônico”, “OSPA na Comunidade” e “Série Quintas Musicais” (Instituto Goethe). Integrou o elenco do espetáculo teatral “Os Miseráveis – experience” (Theatro São Pedro, 2019), atuando como solista. 15 - Nome: João Maestri Função no projeto: Ator Currículo resumido: Graduado pela Royal Academy Of Dramatic Arts, integrou o elenco de espetáculos teatrais, em Londres, como “Ricardo III”, de projetos do National Theatre, como “We’re Here Because We’re Here” (direção de Rufus Norris), “Bathroom Scenes” (RADA Studios) e do curta-metragem “Two Young Men Thinking About Love”, com dramaturgia de Andrea DiBartolo. Figuram, em sua formação acadêmica, cursos de atuação com ênfase em Shakespeare na Central School Of Speech and Drama. No Brasil, realizou diversos cursos com foco na técnica “Meisner”.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.