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O projeto contempla lançar os produtos LIVRO IMPRESSO e AUDIOLIVRO da obra "1823: A VERDADEIRA INDEPENDÊNCIA", do jornalista e escritor José Antônio Severo, escrita pouco antes de seu falecimento em setembro/2021. O lançamento da obra ocorrerá em 2022, quando se comemoram 200 anos da Independência do Brasil e 1 ano de falecimento do autor. O livro terá tiragem de 2000 exemplares impressos que serão distribuídos gratuitamente a bibliotecas públicas dos estados do Rio Grande do Sul e São Paulo e do Distrito Federal (bem como o audiobook), instituições e população.
Por José Antônio Severo A independência do Brasil foi mais do que a criação de uma nação autônoma numa antiga colônia europeia, como ocorreu em tantos lugares nas Américas, na África e na Ásia. A separação do Brasil do antigo Reino de Portugal, Brasil e Algarves significou o surgimento no mapa político do planeta de uma das cinco maiores extensões territoriais do mundo que, 200 anos depois, constitui-se também na sexta ou oitava economia do mundo (a depender dos cálculos do câmbio na hora de fazer a conta). Ao se separar do Reino e constituir um império independente, o Brasil se desvencilha das amarras europeias e mergulha em sua vocação americanista e sulista. Essa configuração é que marca a presença do País no mundo atualmente. Somos a nação hegemônica do mundo ibérico-americano, a segunda potência do continente e maior país da língua portuguesa no planeta, uma expressão que hoje é a quinta língua mais falada do mundo e que se espalha como idioma oficial pelos cinco continentes. Isto tudo confere ao Brasil uma posição geopolítica invejável. Vamos contar a história deste País. Tudo começa com as chamadas guerras napoleônicas a partir de em 1803 e que vai até 29 de novembro de 1815. Até então, desde 25 de abril de 1500, o Brasil reduzia-se a um perímetro no Mapa Mundi sem expressão política. Em 1808, subitamente, a remota colônia entrou no centro da grande guerra internacional. Como se recorda, Napoleão Bonaparte produziu uma guerra mundial, cujas dimensões somente foram superadas na Segunda Guerra (1939/45), que, efetivamente, conflagrou o planeta inteirinho. Mas nas guerras napoleônicas envolveu-se a Europa, o norte da África e o Oriente Médio. Nas guerras napoleônicas, também houve ações no Extremo Oriente. E, claro, a América Latina pegou fogo, com o envolvimento das colônias espanholas e do Brasil. Esse é o começo de nossa história. Em resumo, o processo histórico começa com a invasão de Napoleão à Península Ibérica, jogando Portugal e, depois, o Brasil no conflito mundial, e se encerra com a Batalha de Ayacucho, no Peru, em que o general bolivariano (nascido no Alto Peru -atual Bolívia - mas herói das guerras de Simon Bolívar). Nessa batalha o general Antônio José de Sucre derrota o general espanhol José de la Serna e Hinojosa, em 9 de dezembro de 1824, dando fim definitivo aquele conflito. Com a expulsão dos espanhóis consolida-se a independência dos países sul-americanos. Vencidos os colonialistas, o Exército dos Andes, argentino, que estava na costa do Pacífico participando daquele conflito, é liberado para atacar o Brasil. Inicia-se então o ciclo sul-americano de nossas guerras, já dissociado do conflito europeus que vinham desde os tempos de Bonaparte. A história começa contextualizando a transferência da corte portuguesa para o Brasil. Rapidamente vamos mostrar as ambições da Espanha sobre Portugal, o único retalho da Península Ibérica que não foi incorporado ao reino de Madrid. Em seguida relembrar o projeto do Marquês de Pombal de transferir a capital do Reino para o Brasil em caso de invasão espanhola. Finalmente, com o ataque de Napoleão, o fato se deu e Dom João VI veio para o Rio de Janeiro com sua corte e todos os papeis e documentos de seu governo. Foi uma retirada organizada e completa, algo que somente muito depois Stalin fez para escapar de Adolf Hitler, que estava às portas de Moscou. Nos primeiros tempos, de 1808 até o Congresso de Viena, em 1815, o Brasil era o refúgio dos rebeldes hispânicos. O Rio é o centro da subversão na América do Sul. Uma verdadeira Havana de Fidel do século XIX. Nesse meio, a família imperial e nobreza portuguesas se movimentam. Com destaque os dois príncipes, jovens adolescentes, Pedro e Miguel. Eles serão os grandes rivais. Miguel o protegido pela mãe, a megera Carlota Joaquina; Pedro o preferido do pai, o príncipe Dom João. Entretanto, eles crescem juntos, sempre se espicaçando, o que continuará até as lutas pelo trono de Lisboa 30 anos mais tarde. A rivalidade entre os dois será um ponto importante nesta dramatização. A seguir vamos destacar sem aprofundamento, para efeito de sinopse, alguns dos melhores momentos que deverão constar desse docudrama ou triller histórico. · Declaração do Brasil Reino: o país passa a ser um estado independente, nos moldes do hoje são Canadá e Austrália. Participa do Congresso de Viena (Santa Aliança), com delegados próprios, na Conferência de Paz. Nessa mesma época enviados da corte portuguesa vão à Europa à procura de uma esposa para Dom Pedro. Aparece Leopoldina: princesa austríaca, naturalista, encanta-se com a possibilidade de viver num país tropical. Apaixona-se pelo retrato do príncipe Dom Pedro (esse amor dura a vida inteira). · José Bonifácio de Andrada e Silva volta ao Brasil consagrado como cientista (mineralogista) de nome mundial. Fala com seus irmãos (Antônio Carlos e Martim Francisco) sobre seus projetos para o Brasil. Essas falas serão importantes, voltando ao longo da obra, para pontuar a formação do País. Os personagens principais evoluem na produção: Carlota Joaquina odeia o Brasil. O príncipe dom Pedro um atleta e um músico. A mistura maluca de uma corte europeia com nobreza portuguesa e austríaca com escravos africanos e índios. · Morre a rainha dona Maria a Louca, e Dom João sobe ao trono; chega Leopoldina e casa com Dom Pedro. Coroação de Dom João VI, a maior festa da História do Rio de Janeiro até hoje. Chegam as missões cientificas e artísticas que Leopoldina traz consigo. Dom Pedro revela-se um talentoso músico. Primeiro concerto com uma orquestra sinfônica tocando músicas de influência africana, 100 anos antes de Villa Lobos. · Final de Napoleão e a retomada da Europa. É exigida a volta de Dom João VI, sob pena de Portugal perder seu status. Aqui retoma-se a narrativa política de alcance mundial. · Dom João volta e sofre pressões do parlamento. A revolução do Porto. O príncipe está no Brasil e apoia a ideia de monarquia constitucional. Brasil, África, Ásia e Oceania mandam deputados para os Cortes (parlamento). Rompimento, bancada brasileira foge para a Inglaterra. Grande crise. Este será um período de muita ação. Teremos locações em Portugal, em África, em Goa (na Índia), em Macau (na China), em Timor (na Oceania) e nas cidades brasileiras que enviam deputados para as Cortes (Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Montevidéu e Rio de Janeiro (com bancadas integradas por paulistas, cariosas, mineiros e gaúchos). Nas ruas do Rio muita agitação. O príncipe atua fortemente. José Bonifácio junto com Leopoldina produz o “acordão” que vai desembocar na Independência. Detalhe: Dom Pedro, assim que assume o governo como regente, manda comprar dez impressoras nos Estados Unidos, dando início a uma imprensa ativa e panfletária. Ele próprio é autor incendiário, assinando com pseudônimos. · O Brasil era ameaçado pela formação de duas grandes potências hispânicas na América do Sul: a Grã Colômbia, no Norte (Venezuela, Colômbia, Equador, Peru e Bolívia), e do Vice-reinado do Prata no Sul (Argentina, Chile, Paraguai e, territórios contestados, Uruguai e Bolívia). Os hispânicos queriam retomar as terras além do Tratado de Tordesilhas que os bandeirantes roubaram dos espanhóis durante os séculos XVII e XVIII. O Brasil cresceu de 2,5 milhões de km2 para oito milhões. · Vamos mostrar em detalhes dramatizados todos aqueles detalhes que antecedem a independência. O grande momento, que lembraria o Diretas Já dos anos 1980 foi o dia do Fico. Gigantesca manifestação de massa. Naquele momento está configurado o rompimento com a metrópole, com o Brasil deixando de ser o Reino do Brasil para se transformar no Império do Brasil. · Na sequência vamos mostrar os acontecimentos da independência. Belém, Salvador e Montevidéu rejeitam o Grito do Ipiranga. Teremos guerra nessas três cidades. Também haverá uma batalha no Piauí, com forças do Ceará lutando contra a Independência (Batalha de Jenipapo). A unidade nacional será o final desse processo. Vamos mostrar a constituinte, as divisões. · Os embates da Constituinte no Brasil darão bom material, com a dramatização da vida no Rio de Janeiro e do aparecimento da Marquesa de Santos. · No final, acaba a Guerra da Cisplatina e, numa sucessão de cenas, Dom Pedro abdica e volta a Portugal, derrota seu irmão Manuel, expulsa a mãe do País, para ser coroado Pedro IV, e passa a coroa lusitana à sua filha Maria da Glória (Rainha Dona Maria II) e deixa seu filho Pedro de Alcântara no Brasil (futuro Pedro II). Muito importante é que vamos mostrar como era a vida no Brasil naqueles tempos. Como o povo vivia, como se vestia, o que comia, como morava, como se articulava na sociedade. Muito interessante será mostrar o papel dos escravos naquela civilização, pois os comerciantes e os profissionais eram todos cativos (vendedores ambulantes, pedreiros, padeiros, barbeiros, alfaiates) com vida econômica própria. Isto será uma curiosidade fantástica, pois o estereotipo da escravidão não contempla esse papel para os africanos e seus descendentes). Essa recuperação da vida no Brasil, tanto no Rio como nas províncias, o relacionamento com a África e a Ásia (Salvador era a rota dos navios que demandavam o Oceano Índico). O leitor vai ficar sabendo que País foi este e por que somos assim. No final, os hispânicos que nos ameaçavam fragmentaram-se em mais de duas dezenas de repúblicas, enquanto nós, que éramos uma colônia dividida, conquistamos nossa unidade e nos convertemos num dos maiores países territoriais do planeta. Há um sem número de tramas. Nessa época havia no Rio uma corte, com seus fidalgos, cortezãs, generais, diplomatas estrangeiros, músicos europeus, artistas plásticos (Debret foi um deles), escritores. Muitas intrigas, algumas bem pesadas, como, por exemplo, os esforços da futura rainha Carlota para assumir o trono da Espanha, já que seu pai e seu irmão estavam presos por Napoleão. Deu errado, mas o Brasil invadiu o Uruguai. Vamos mostrar os intercâmbios do Brasil com a Índia e com a China. Vamos fazer cenas e apresentar o relacionamento com o do Brasil (Portugal) com os reinos africanos (Reino do Congo – atual Angola, Na Nigéria, Benin, Moçambique) com os Estados Unidos (o primeiro país a reconhecer a independência), com Cuba (grande importadora de charque do Rio Grande do Sul) e assim por diante. A pessoas ficarão deslumbradas com o vigor da vida no Brasil naqueles tempos, ao contrário da vida medíocre hoje sugerida pela exígua historiografia sobre esses temas.
OBJETIVO GERAL Em atendimento aos incisos I, IV, V, e VI do Art. 2º do Decreto 10.755/2021, o projeto objetiva legar à sociedade brasileira o último trabalho do jornalista e escritor José Antônio Severo, realizado nos meses que antecederam seu falecimento, em setembro de 2021, por meio de livro impresso e audiolivro sobre o processo que culminou com a Independência do Brasil, há 200 anos. Defende que a independência do Brasil se deu de fato no ano seguinte à proclamação, em 1823. Mostra que o primeiro movimento da nascente soberania é registrado em 1815, no Congresso de Viena, quando as grandes potências reconhecem o status do Brasil como integrante singular do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves e membro relevante da comunidade internacional. Quem estava lá? Quais articulações diplomáticas ocorriam? Qual era a importância do Brasil para o Velho Mundo? Qual era a situação das outras colônias latino-americanas? A pesquisa, aprofundada durante anos, aborda o processo político desde a mudança do país da condição de reino pertencente a Portugal - e o início das monarquias constitucionais - até tornar-se o Império do Brasil, a nova realidade da monarquia europeia, as influências de cada personagem, os aspectos econômicos e o envolvimento dos mercadores de escravos. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Publicar, por meio dos produtos LIVRO IMPRESSO E AUDIOLIVRO a última obra do escritor e jornalista José Antônio Severo, 1823: A VERDADEIRA INDEPENDÊNCIA. Produzir 2000 exemplares do livro impresso. Realizar eventos de lançamento da obra no Distrito Federal (DF), Porto Alegre (RS) e São Paulo (SP). Destinação gratuita do audiolivro e pelo menos 1000 exemplares do livro impresso para bibliotecas públicas do Distrito Federal, Rio Grande do Sul e São Paulo, bibliotecas de escolas da rede municipal de ensino de Porto Alegre e instituições de interesse público nas áreas de humanas, literatura e pesquisa histórica.comprovação destas metas será realizada por meio de fotos, clipping, declaração de recebimento das instituições beneficiadas e listas de distribuição individual contendo nome, cpf e assinatura do beneficiado.
O uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais para financiamento deste projeto se justifica por se tratar de produto cultural de significativo valor histórico e artístico sobre temática de interesse permanente para a sociedade brasileira; pela oportunidade da temática dos 200 anos da Independência do Brasil se comemorar em 2022, ano de lançamento do livro; por se tratar de livro póstumo do autor, José Antônio Severo, jornalista e escritor de destaque no País (ver currículo anexado ao projeto); por resultar em livro impresso e audiobook que serão cedidos gratuitamente a bibliotecas e instituições de interesse público; por resultar em livro cujos exemplares da edição impressa serão comercializados ao preço do vale-cultura nacional. O projeto se enquadra nos incisos I, VI e VIII do Art. 1º da Lei 8313/91, transcritos abaixo: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitosculturais; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores deconhecimento, cultura e memória; O projeto atende ao objetivo descrito no inciso IIb do Art. 3° da da Lei 8313/91, descrito abaixo: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;
Os beneficiários das passagens/hospedagens/diárias/viagens são a Coordenadora geral do projeto Carmen Silvia Langaro, o editor da obra Elmar Bones e a assistente editorial Patricia Marini. Nas viagens descriminadas no projeto, a Brasília e São Paulo, Carmen e Patrícia estarão também encarregadas de organizar o despacho dos livros, organizar os eventos de lançamento da obra, receber convidados e proceder à distribuição dos volumes por meio de listagem identificada com nome e cpf dos beneficiários. Já o editor Elmar Bones estará representando o projeto e fazendo sua apresentação nos eventos de lançamento.
LIVRO IMPRESSO Capa c/orelhas: 49.5x23cm, 4x0 cores, Tinta Escala em Triplex 250g. Com 1 Prova Digital.Miolo: 240 págs, 16x23cm, 1 cor, Tinta Preta em Polen Soft 90g.Lombada:15mm, Dobrado, Intercalado, Colagem PUR, Prolam Fosco=1 lado(s) (Capa c/orelhas). Tiragem: 2000 exemplares AUDIOLIVRO Audiodescrição de 240 páginas de texto no formato 16x23cm e 13 ilustrações em preto e branco nasaberturas de capítulo. Mais as capas com imagens coloridas. Dois narradores. Finalização do arquivo de áudio .wav ou .mp3 e fornecimento também em DVD ou outra mídia.
ACESSIBILIDADE FÍSICA Os eventos de lançamento da obra no Distrito Federal (DF), Porto Alegre (RS) e São Paulo (SP) serão realizados em instalações dotadas dos recursos de acessibilidade exigidos pela legislação brasileira, tais como rampas de acesso, elevador, sanitários apropriados, guias táteis, entre outros. Este item não contempla gastos tendo em vista que os eventos serão realizados obrigatoriamente em locais já equipados com os recursos de acessibilidade física. A comprovação se dará por fotos dos recursos. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO O produto AUDIOLIVRO será produzido segundo os mais atualizados recursos de audiodescrição adequados a portadores de deficiência visual, pela empresa O SOM DA LUZ ESTÚDIO DE GRAVAÇÕES LTDA, de Porto Alegre, há 11 anos no mercado. A empresa tem por premissa de trabalho a acessibilidade como condição indispensável para possibilitar às pessoas com deficiência o exercício pleno da cidadania, seus direitos e liberdades fundamentais, sempre investindo no desenvolvimento de novas tecnologias e qualidade técnica. Ver itens 24 e 25 da planilha, identificados no produto DVD porque não existe o produto AUDIOLIVRO ou audiobook no sistema. ACESSIBILIDADE PARA deficientes que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos. Para atender a estes públicos, o livro será produzido na forma impressa e na forma de áudio, recursos contemplados nas rubricas 1, 2, 4, 6,7, 9, 12, 13, 15, 16, 17, 19, 21, 24 e 25. Acrescente-se: PRODUTO: LIVRO IMPRESSO ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: versão integral do livro impresso em audiolivro, cuja técnica adotada é a audiodescrição integral do conteúdo, títulos, legendas e demais itens textuais, bem como audiodescrição da capa, fotos e imagens. Item da planilha orçamentária: 24 e 25. PRODUTO: AUDIOLIVRO ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: demanda atendida pelo livro impresso. Itens da planilha orçamentária: 1, 2, 4, 6,7, 9, 12, 13, 15, 16, 17, 19, 21
Tiragem do livro impresso: 2000 exemplares. O acesso eletrônico ao audiolivro será franqueado a pelo menos 20 instituições, para veiculação em suas redes sociais. Visando atingir o maior número possível de leitores, o livro impresso será doado ao Sistema de Bibliotecas Públicas do Rio Grande do Sul (500 exemplares), ao Sistema de Bibliotecas Públicas de São Paulo (apenas 100 exemplares, em atendimento à solicitação do órgão), às escolas municipais da cidade de Porto Alegre, às cerca de 30 bibliotecas públicas do Distrito Federal, bem como a instituições dedicadas à literatura e pesquisa histórica, totalizando pelo menos 1000 exemplares distribuídos gratuitamente para estas instituições. Por ocasião dos eventos de lançamento nas cidades de Brasília, Porto Alegre e São Paulo, os exemplares serão distribuídos gratuitamente aos presentes, mediante listagem de comprovação do recebimento. Com isso, o projeto atende às medidas descritas no Art. 24 da IN nº 01/2022, transcritas abaixo: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados; IX- ações de incentivo à leitura com formação e doação de acervos de livros em braile;(substituindo a linguagem braile pela audiodescrição, que é a linguagem do produto audiobook.) Acrescente-se: Serão distribuídos gratuitamente pelo menos 50% dos 2000 exemplares a instituições de caráter social, educativo ou formação artística, sendo o proponente responsável por seu envio; 5% para patrocinadores, gratuitamente; 10% serão distribuídos gratuitamente pelo proponente a título promocional e à imprensa e mídias sociais para divulgação do projeto.
PROPONENTE A proponente será responsável pela coordenação geral do projeto, articulando os fornecedores e/ou colaboradores e provendo os meios necessários para a realização satisfatória das ações propostas no plano de trabalho, bem como será responsável pela captação das comprovações das metas e prestação de contas do projeto ao Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac). CURRÍCULOS RESUMIDOS DA EQUIPE Carmen Langaro – Coordenação geral, produtora executiva Jornalista, pós-graduada em gestão estratégica, gestora cultural e proponente de projetos incentivados desde 2012. Foi Secretária Adjunta da Cultura do Rio Grande do Sul no período jan/2019 a jul/2020. José Antônio Severo – Autor Falecido em 24/09/2021. Jornalista, escritor e roteirista de cinema. Em mais de meio século como repórter, editor, diretor, ele passou pelos principais veículos de comunicação do país, tais como Veja, Realidade, Exame, Reuters, Estadão, Gazeta Mercantil, TV Bandeirantes e Rede Globo. Gaúcho, de Caçapava do Sul, cresceu em meio às lides campeiras na estância da família. É autor de diversos livros, como “A guerra dos cachorros”, “Cem anos de guerra no Continente Americano”, “Os senhores da guerra”, “General Osório e seu tempo”. A experiência na TV também reavivou uma paixão da infância, o cinema. Do encontro com o escritor e cineasta Tabajara Ruas nasceu o produtor e roteirista de filmes como “Netto perde sua alma”, “Netto e o domador de cavalos” e “Senhores da Guerra”. Elmar Bones - Editor Jornalista, escritor e editor de livros. É diretor da Já Editora. Fundador do Coojornal. Como jornalista atuou também em Veja, O Estado de SP, IstoÉ, Gazeta Mercantil e Jornal Já. Entre outros livros, é autor de A CAbeça de Gumercindo Saraiva; A espada de Floriano; 1966 - A conciliação impossível; Pioneiros da ecologia; O cardeal e o guarda-chuva: Histórias da Santa Casa. Patricia Marini - Preparação de originais, checagem histórica, revisão. Jornalista e editora. Produtora editorial, editora executiva e revisora de diversos livros, entre eles A Patrulha de Sete João, de Euclides Torres; Roessler – O primeiro ecopolítico, de Ayrton Centeno; Jornalismo e literatura, de Antonio Olinto; Lanceiros Negros, de G.Hasse e G.Kolling; Visão do Pampa, de Rivadavia Severo; Protasio Alves, de Maria C.Campos e Martha G.Alves; Três no Divã, de João G. Mariante; O Editor sem Rosto e Na Região dos Sonhos, de Elmar Bones; Pronto-Socorro Gramatical, de Elisabeth Horn; O QuintoMovimento, de Aldo Rebelo; História Ilustrada do Rio Grande do Sul (2ª ed.; JÁ Editora). Paulo Totti – Texto final e edição de texto Jornalista. Na trajetória sempre cobriu economia com excelência. Foi um dos fundadores da revista Veja, editor de Política de O Globo, editor-executivo do Jornal do Brasil. Traz na bagagem 23 anos de Gazeta Mercantil, correspondente em Washington, Buenos Aires e Cidade do México, assessor de imprensa do BNDES e repórter especial do Valor Econômico, além de um Prêmio Esso de Jornalismo em 2006. Assumiu em agosto 2015 como gerente executivo das Agências da EBC. Andres Vince – Projeto gráfico e editoração Profissional com 30 anos de experiência em design editorial (jornais, revistas, livros e impressos em geral), no Brasil e em Cabo Verde, país da África onde residiu no período 2008/2013. Webdesigner desde 2014. Enio Squeff – Ilustrador Jornalista, crítico de música e artista plástico com mais de 40 anos de biografia, já fez exposições no exterior (Alemanha, Colômbia, Portugal e Cuba, para citar alguns países), mas se inspira na cidade de São Paulo para sua vasta produção artística. Ilustrou mais de 100 livros ao longo de sua carreira, entre eles “K”, de Bernardo Kucinski, lançado na Europa, no Japão e em Israel, e a obra do português Pedro Almeida Vieira “Crime e Castigo no País dos Brandos Costumes”, editado em 2012, no Brasil. Como muralista, destacam-se “O Triunfo de Dom Quixote”, instalado na biblioteca da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP, e “De Saulo de Tarso a São Paulo”, no SESC Itaquera, ambos em São Paulo. Aldo Rebelo – Prefácio Político e historiador. Foi deputado federal (PCdoB) por São Paulo durante cinco mandatos, e presidente da Câmara durante 2005 e 2007. Nos governos Lula e Dilma Rousseff, foi ministro da Defesa, da Ciência, Tecnologia e Inovação, do Esporte e de Coordenação Política e Assuntos Institucionais. É autor da Lei 9125/1995, entre outras, que declarou o dia 20 de novembro como data nacional de Zumbi dos Palmares. É autor de diversos livros, entre eles “Política de Defesa para o Século XXI”; “Forças Armadas e Soberania Nacional” e “Raposa Serra do Sol: o índio e a questão nacional”. Já Editora – Produção editorial, distribuição e comercialização do livro impresso Editora localizada em Porto Alegre com diversos títulos publicados, entre eles a Obra Completa de Simões Lopes Neto, História Ilustrada de Porto Alegre, cuja segunda edição está sendo produzida em comemoração aos 250 anos de Porto Alegre (2022), e uma série de títulos sobre a imprensa brasileira, o meio ambiente e personagens e fatos da história nacional. À frente da Já Editora está o jornalista e escritor Elmar Bones, com longa carreira em veículos da imprensa brasileira, tais como Coojornal, Veja, O Estado de SP, IstoÉ, Gazeta Mercantil e Jornal Já. Ver portfólio da editora anexado ao projeto. O Som da Luz – Produção do audiolivro Há 11 anos no mercado, é especialista na utilização das técnicas de audiodescrição, legendagem explicativa e janela de Libras. Desenvolve ações e programas que visam proporcionar a inclusão sociocultural das pessoas com deficiência e de pessoas sem deficiência a um único universo, possibilitando o exercício pleno da cidadania a uma parcela da população carente de conteúdo em formato acessível. Além de audiodescrição para impressos, audiovisuais e ações ao vivo, é realizadora do Festival de Cinema Acessível, em Porto Alegre. Ver o portfólio completo em http://somdaluz.com.br/portfolio-2/
PROJETO ARQUIVADO.