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O projeto Fotografe-para-ver (título provisório) é uma exposição individual de um artista jovem, brasileiro e expoente no panorama das artes visuais no país. A ideia fundamental é, além de apresentar os trabalhos fotográficos do artista, resultado de uma pesquisa com luz e vaga-lumes, criar uma instalação interativa com ambiente imersivo e lúdico.Além da exposição de artes visuais, a proposta tem um catálogo bilíngue formatodigital e palestras que correspodem às ações de contrapartidas sociais.
Todos os produtos (exposição, catálogo e contrapartida social) terão classificação indicativa livre para todos os públicos.
Objetivo Geral O projeto Fotografe-para-ver (Titulo provisório) é uma exposição individual do artista brasileiro André Feliciano, um artista jovem e expoente no panorama das artes visuais no país. A ideia fundamental é, além de apresentar os trabalhos fotográficos do artista, resultado de uma pesquisa com luz e vaga-lumes, a exposição também apresentará uma instalação site specific que criará um ambiente imersivo e lúdico. O artista propõe, criar um espaço interativo e dedicado as crianças para que a arte possa além de enriquecer culturalmente os visitantes, também incentive a todos a interagir e criar.André Feliciano graduou-se em bacharelado e licenciatura pela FAAP e possui mestrado em Poéticas Visuais pela Universidade de São Paulo. Feliciano expõe seu trabalho internacionalmente, incluindo no MAM/SP, SESC Carmo, Instituto Tomie Ohtake, entre outros no Brasil, e no Brooklyn Bridge Park, Bosi Gallery, Annemberg Space for Photography entre outros nos EUA. Feliciano também trabalha como educador e atualmente desenvolve um projeto em Nova York em parceria com a fundação "Little Sun" do artista Olafur Eliasson. Feliciano já publicou vários livros e atualmente reside entre São Paulo e Nova York. Visitar uma exposição atualmente é uma experiência fotográfica. A maioria dos visitantes interage com a arte através de fotos, selfies e posts. Nesta exposição, de dois modos, se torna evidente que a fotografia se é a natureza dessa experiência. A sala será montada de forma que se transforme em um espaço único e imersivo com fotografias, instalações e ações dedicadas as crianças. A série de fotografias resultante da pesquisa do artista com a luz e vaga-lumes só existe porque os vaga-lumes piscaram e a fizeram aparecer. Os vaga-lumes são capturados de noite, levados para o laboratório, colocados dentro de uma caixa especial (que será apresentada ao público). De um lado dessa caixa há, por exemplo, uma imagem de uma árvore impressa em acetato transparente. Totalmente no escuro, é colocado um papel fotográfico sobre essa imagem e, quando o vaga-lume pisca, a sua luz "queima" a imagem dessa árvore no papel. Se o vaga-lume pisca mais de um lado, a imagem vai aparecer mais desse lado. Se o vaga-lume não pisca de um outro lado, não vemos imagem nenhuma. A imagem só existe porque o vaga-lume piscou ali. Depois, no dia seguinte, todos os vaga-lumes são soltos. O segundo trabalho é o que dá nome à exposição: o visitante entra numa sala escura e apenas consegue ver o que está ali se tira uma foto com flash. Ao ver a imagem que fez, o visitante percebe que ali existe um jardim fotográfico, onde as flores o fotografam poeticamente de volta. Nessa sala, a arte só existe caso fotografada. De certo modo, os visitantes se tornam vaga-lumes e piscam para ver o que há ali. No espaço interativo para crianças, será produzido um dispositivo que pisca quando a criança pula. Feito com imãs, bobinas de cobre e uma luz LED verde, a energia é criada ali com o próprio pulo, de modo totalmente sustentável. As crianças (mas acho que adultos não vão resistir e vão brincar) se tornam vaga-lumes autossuficientes e piscam gerando sua própria energia ao pularem. Em suma, a exposição é uma experiência artística de vaga-lume. Também será criado e editado para a mostra um vídeo onde durante alguns minutos, o vaga-lume nada sobre as nuvens (caixa utilizada para fazer as fotos da exposição). Em um dado momento, ele anda para fora da caixa e voa livre. No centro da sala, no escuro, teremos um Campo de Flores, ali os visitantes fotografam-para-ver. Nessa sala, além das flores, será elaborado todo um ambiente fotográfico. As paredes de fundo serão pintadas com uma tinta reflexiva, no qual criará um efeito luminoso ao ser fotografado com flash (em fase de testes). Escondido dentro do jardim, esporadicamente, alguns "grilos fotográficos" farão barulhos, como uma rápida sequência do click de câmeras analógicas. Todo o ambiente será construído para ser uma experiência instigante e inusitada. Este projeto, de acordo com o artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021, visa: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão;II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;XI - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira; Objetivos Específicos - Realizar uma exposição de arte contemporânea inédita de artista brasileiro com duração de 90 dias; - Editar um catálogo bilíngue (português / inglês) em formato digital (PDF) com download gratuito, para registro, documentação e difusão da exposição reunindo texto (s) crítico (s), imagens dos trabalhos e biografia do artista; - Realizar ações de formação caracterizadas como contrapartidas sociais, com duração mínima de 40h/semanais, para até 1.000 pessoas sendo estudantes e professores da rede pública de ensino. Obs.: Ressaltamos que o art. 21, VII da IN 1/2022 veda a realização de despesas em projetos de continuidade ativos simultaneamente, o que não limita o número de projetos ativos do proponente, nos termos do art. 4° da mencionada normativa, no caso, com limite de 5 projetos ativos.
A mostra do artista André Feliciano, intitulada Fotografe-para-ver (Titulo provisório), fomenta e valoriza a arte brasileira e oportuniza a jovens artistas apresentarem suas pesquisas e trabalhos. Pretendemos reconhecer a produção nacional e nossos artistas. Feliciano, já apresentou sua obra no Brasil e exterior, mas pela primeira vez teria a possibilidade de criar um espaço imersivo no qual ele desenvolverá um trabalho único e inédito com a intensão de germinar curiosidade tanto na área das artes visuais como na pesquisa. O projeto é resultante de uma pesquisa do artista com a luz, os resultados da luz na câmera fotográfica, porém nos remete a brincadeiras e sensações de nossa infância. André Feliciano, conhecido como Jardineiro-de-arte é uma espécie de enxerto entre Primavera e Renascimento, uma reconexão com a natureza, uma mistura do tempo da natureza e do tempo da história da arte, a arte não será alguma coisa inteligível só para os cultivados e cultivadores: será algo vivo e fará parte da vida de todos. É com essa imaginação própria que poderemos nos reconectar com a natureza através do trabalho do artista e é um convite a mergulharmos no campo da imaginação que a arte contemporânea nos possibilita. A arte contemporânea brasileira tem grande reconhecimento internacional e respeito, porém temos de cada dia mais irradiar em nosso país o desejo de nos relacionarmos com nossas criações e artistas. Este projeto além de nos fazer mergulhar na obra da artista e em seu imaginário também viabilizará o incentivo da arte brasileira. A mostra, a ser financiada pelos Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturaispela, a Lei 8313/91, se enquadra nos incisos destacados a seguir, do Art 1º da referida Lei: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E, de acordo com o Art.3º da referida norma, para o cumprimeito das finalidades expressas no Art. 1º da Lei 8313/91, este projeto cumprirá: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
O catálogo será produzido apenas em formato digital.
1) PRODUTO - EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAIS ACESSIBILIDADE FÍSICA: No âmbito físico, todos os espaços da instituição são acessíveis. Há rampa para pessoas com deficiência de mobilidade. Elevadores, telefones e banheiros são adaptados às necessidades de mobilidade. Item da planilha orçamentária: Não haverá nenhum gasto no projeto para adequaçãp de espaço físico uma vez que o local onde a exposição irá acontecer já possui as medidas de acessibilidade conforme descrito acima. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Haverá textos e legendas em braile e a disponibilidade de audiodescrição detalhando o espaço e as obras expostas. Item da planilha orçamentária: Sinalização e Audiodescrição. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Não haverá impactos para deficientes auditivos, terão obras artísticas distribuídas ao longo do espaço expositivo permitindo que o deficiente auditivo se contemple com a exposição assim como os textos explicativos. Item da planilha orçamentária: Não haverá nenhum gasto no projeto conforme descrito acima. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Não haverá impactos para deficientes cognitivos, terão obras artísticas distribuídas ao longo do espaço expositivo permitindo que todos se contemplem com a exposição assim como os textos explicativos em português e inglês. Item da planilha orçamentária: Não haverá nenhum gasto no projeto conforme descrito acima. Os textos explicativos estão contemplados na rubrica de sinalização. 2) PRODUTO - CATÁLOGO ACESSIBILIDADE FÍSICA: Não se aplica uma vez que o catálogo será apresentado apenas em formato digital (PDF). Item da planilha orçamentária: Não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O catálogo será disponibilizado na internet, em redes sociais por exemplo. O catálogo no formato PDF permite ao usuário a utilização da funcionalidade “Voice Over” que possibilita a descrição dos elementos, textos e imagens contidos no catálogo. Vale ressaltar que tal funcionalidade é intrínseca aos computadores, sem necessidade de inserção de rubrica para contemplar esta medida de acessibilidade. Item da planilha orçamentária: Não haverá nenhum gasto no projeto conforme descrito acima. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Não haverá impactos para deficientes auditivos, e a participação ocorrerá da mesma forma que para os demais, uma vez que poderão ler o catálogo. Item da planilha orçamentária: Não haverá nenhum gasto no projeto conforme descrito acima. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Não haverá impactos para deficientes cognitivos, e a participação ocorrerá da mesma forma que para os demais, uma vez que poderão ler o catálogo bilíngue com textos em português e inglês. Item da planilha orçamentária: Não haverá nenhum gasto no projeto conforme descrito acima. 3) PRODUTO - CONTRAPARTIDAS SOCIAIS ACESSIBILIDADE FÍSICA: No âmbito físico, as palestras serão realizadas em escolas e/ou instituições da rede pública de ensino que possuam acessibilidade, como rampas de acesso, para pessoas com deficiência de mobilidade. Item da planilha orçamentária: Não haverá nenhum gasto no projeto para adequação de espaço físico uma vez que o local irá acontecer onde já possui as medidas de acessibilidade conforme descrito acima. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O deficiente visual poderá se contemplar pela palestra e os textos apresentados serão impressos em braille e distribuidos ao público que necessitar. Item da planilha orçamentária: Impressão em braille. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: A palestra terá tradução simultânea em libras. Item da planilha orçamentária: Intérprete de Libras. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Não haverá impactos para deficientes cognitivos, e a participação ocorrerá da mesma forma que para os demais. Item da planilha orçamentária: Não haverá nenhum gasto no projeto conforme descrito acima.
Em concordância com o Art. 23, da IN 01/2022, serão adotadas as seguintes medidas de ampliação de acesso: PRODUTO - EXPOSIÇÃO DE ARTES - mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística;- até dez por cento para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores, conforme parágrafo único do art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 julho de 2021;- até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto;mínimo de dez por cento para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012.- a comercialização em valores a critério do proponente será limitada a cinquenta por cento do quantitativo de produtos culturais, sendo o preço médio do ingresso ou produto limitado ao valor máximo de R$ 250,00 (duzentos reais). E ainda, de acordo com o art. 24 da IN nº 01/2022, será adotada a medida no projeto: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição. PRODUTO - CATÁLOGO (catálogo bilíngue apenas em formato digital com download gratuito Para a democratização de acesso do produto de catálogo, haverá a disponibilização para download gratuito do catálogo no formato PDF, o que atende ao inciso XIV do art. 24 da IN nº 01/2022. XIV - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela autoridade competente. PRODUTO - CONTRAPARTIDA SOCIAL Em concordância com o Art. 25 da IN 01/2022, as ações de Contrapartida Social seguirão: § 1º As Ações Formativas Culturais deverão corresponder a pelo menos dez por cento do somatório de público previsto em todos os produtos culturais do projeto, contemplando no mínimo vinte e limitando-se a 1.000 (mil) beneficiários. § 2º No mínimo cinquenta por cento do quantitativo de beneficiários do produto contrapartida social deve se constituir de estudantes e professores de instituições públicas de ensino, crianças em orfanatos ou idosos em casas de repouso. Em concordância com o Art. 24 da IN nº 01/2022, será adotada a seguinte medida complementar de ampliação do acesso: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição.
AYO CULTURAL – Proponente Desde 2018, os produtores culturais Julia Brandão e Gabriel Curti uniram-se em uma só figura jurídica para agregar e disseminar suas experiências em prol de projetos culturais das mais diversas naturezas e formados. Desde 2012 em parceria e colaborações autônomas com diversas produtoras, produziram mais de 40 exposições de artes visuais dentro e fora do Brasil. Julia Brandão – Direção de Produção – realiza todo planejamento e controle das atividades ligadas a área de produção durante a etapa de produção e execução. Supervisiona os serviços de fornecedores para a realização do projeto, responsável por planejar, organizar e controlar as atividades de fabricação dos produtos da empresa, formulando e recomendando políticas e programas de produção. Suas responsabilidades são de assegurar o cumprimento das metas de produção, dentro dos padrões de qualidade, quantidade, custos e prazo estabelecidos na proposta, planejar, organizar e supervisionar as atividades de produção da exposição, dentro das especificações e padrões de qualidade estabelecidos, visando a assegurar o cumprimento dos objetivos, otimizar os recursos produtivos disponíveis, supervisionar a elaboração dos cronogramas da produção, visando a garantir a melhor alocação da mão-de-obra, equipamentos e materiais, controlar as despesas gerais da etapa de produção da exposição (energia elétrica, custos de manutenção, insumos etc.). Atuou, entre outros, nos projetos relacionados: Floresta de Números - Emmanuelle Moureaux (2021); A Arte da Moda - Histórias Criativas (2021); Revoada - Flávia Junqueira (2020); Belo, Transitório, Intangível e Finito (Laura Vinci (Brasil) e Tundra (Rússia)) – janeiro /2018; Vazios Povoados (Rejane Cantoni, Leonardo Crescenti (Brasil) e Haroon Mirza (Inglaterra)) – maio / 2018; Luz e Arte (Gisela Motta e Leandro Lima (Brasil) e NONE Collective (Itália)) – outubro / 2018; Além do Infinito (Regina Silveira (Brasil) e Serge Salat (França)) – janeiro / 2019; Hebe Eterna (curadoria Marcello Dantas) – fevereiro / 2019; Produção Executiva e Coordenação de produção da exposição Infinitos (Rejane Cantoni, Leonardo Crescenti, Raquel Kogan), Centro Cultural Vale Maranhão – março / 2019; Coordenadora de Produção da exposição Todo poder ao povo! Emory Douglas e os Panteras Negras, SESC Pinheiros, São Paulo / SP; Coordenadora de Produção da X Bienal Ibero-americana de Arquitetura e Urbanismo, São Paulo; Coordenadora de Produção da exposição Antonio Benetazzo, permanências do sensível, CCSP e CFCCT, São Paulo / SP; Coordenadora de Produção da 10ª Bienal do Mercosul, Porto Alegre / RS; Produtora Executiva da exposição Variações do Corpo Selvagem, SESC Araraquara; Produtora da 5ª Bienal Brasileira de Design, Florianópolis / SC; Produtora Executiva da exposição Cores do Brasil, OCA, São Paulo / SP; Produtora Executiva da exposição O Artista e a Bola, OCA, São Paulo / SP; Produtora Executiva da exposição ChinaArteBrasil, OCA, São Paulo / SP. Angela Magdalena – Produção Executiva – responsável pela organização geral de produção, planejamento da programação junto a curadoria e cliente, assessoria na coordenação de implementação dos projetos curatorial, expográfia e iluminação, elaboração de cronograma e coordenação da equipe de produção, interface de informação entre curador, arquitetura, educativo, comunicação visual, designer e fornecedores para o fechamento de projetos e de orçamentos, controle orçamentário, controle e acompanhamento de prestação de contas. Logística da organização geral das exposições e da programação. Atua em diversos segmentos do mercado cultural incluindo a criação, desenvolvimento e gestão de projetos, com especialização em artes visuais. Desde 1995 atua e traz vasta experiência na coordenação de equipes e na intermediação das diversas áreas que compõem uma mostra, como arquitetura, transporte, comunicação, design e museografia, em mostras de artistas nacionais e internacionais como Patricia Piccinini, Zeitgeist: Arte da Nova Berlim, Marina Abramovich, Anish Kapoor, Laurie Anderson, Rebecca Horn, Antony Gormley, Jenny Holzer, Bauhaus.foto.filme, Shirley Paes Leme, Marcelo Moscheta, Cai Guo Qiang, Lusa a matriz portuguesa, Tatiana Blass entre outros. André Feliciano - Artista - André Feliciano graduou-se em bacharelado e licenciatura pela FAAP e possui mestrado em Poéticas Visuais pela Universidade de São Paulo. Feliciano expõe seu trabalho internacionalmente, incluindo no MAM/SP, SESC Carmo, Instituto Tomie Ohtake, entre outros no Brasil, e no Brooklyn Bridge Park, Bosi Gallery, Annemberg Space for Photography entre outros nos EUA. Feliciano também trabalha como educador e atualmente desenvolve um projeto em Nova York em parceria com a fundação “Little Sun” do artista Olafur Eliasson. Feliciano já publicou vários livros e atualmente reside entre São Paulo e Nova York.
PROJETO ARQUIVADO.