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PRONAC 220638Apresentou prestação de contasMecenato

Curta Vitória a Minas III

INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL E GESTAO DE PRODUCAO CULTURAL, ARTISTICA E AUDIOVISUAL - MARLIN AZUL
Solicitado
R$ 1,25 mi
Aprovado
R$ 1,26 mi
Captado
R$ 1,24 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33592510000154VALE S.A.1900-01-01R$ 1,24 mi

Eficiência de captação

98.2%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações de capacitação e treinamento de pessoa
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
III.Educativos em geral e Ações de Capacitação Cultural
Ano
22

Localização e período

UF principal
ES
Município
Vitória
Início
2023-10-01
Término

Resumo

O projeto tem como produto principal a realização de oficina/workshop/seminário audiovisual, que será dividido em duas etapas, a saber: - etapa 01: oficina teórica de realização audiovisual (terá duração de 15 dias, totalizando carga horária de 120 horas. Ao longo das aulas, os 10 selecionados aprenderão a transformar suas histórias em filmes); - etapa 02: oficina prática de realização audiovisual (gravação/ filmagens). Também terá como produto secundário ""Obra Exibida" que consiste na exibição das obras resultantes da oficina de realização audiovisual (circuito de exibição ao ar livre nas cidades contempladas pelo projeto, onde cada cidade terá uma exibição ao ar livre).

Sinopse

Não se aplica

Objetivos

Curta Vitória a Minas III tem por objetivo geral possibilitar aos moradores das cidades que se desenvolveram ao longo da Estrada de Ferro Vitória a Minas a oportunidade de contar histórias e transformar em filme, registrando a memória, os costumes, os hábitos, as lendas e as peculiaridades destas localidades, contribuindo para o fortalecimento territorial e comunitário. Todo o projeto é gratuito e realizados em espaços acessíveis. O projeto tem como objetivos a realização de oficina/workshop/seminário audiovisual, que será dividida em duas etapas, a saber: - etapa 01: oficina teórica de realização audiovisual (terá duração de 15 dias, totalizando carga horária de 120 horas. Ao longo das aulas, os 10 selecionados aprenderão a transformar suas histórias em filmes); - etapa 02: oficina prática de realização audiovisual (gravação/ filmagens) além de ter como a exibição das obras resultantes da oficina de realização audiovisual (circuito de exibição ao ar livre nas cidades contempladas pelo projeto). São ainda objetivos gerais do projeto: - estimular o resgate e a construção de histórias reais ou inventadas contadas por moradores que vivem nos municípios formados no entorno das estações da Estrada de Ferro Vitória a Minas e transformá-las em filme pelos próprios autores; - resgatar, valorizar e aprofundar a relação e o vínculo entre os moradores, as cidades e a ferrovia; - produzir um rico acervo composto por 10 obras audiovisuais de curta-metragem produzidas a partir de histórias originais que marcam os modos de ser, viver e de pensar de comunidades formadas nesta faixa territorial dos estados do Espírito Santo e de Minas Gerais; - valorizar a identidade geográfica, ambiental e cultural de cada município, destacando características e potencialidades locais; - incentivar a integração e o comprometimento comunitário durante as etapas de gravação e de exibição das obras; - promover oficinas básicas sobre a linguagem e as técnicas audiovisuais, democratizando o acesso aos meios tecnológicos de produção e expressão; - fortalecer a autoestima e o sentimento de pertencimento dos moradores em relação às cidades; - possibilitar aos brasileiros de outras regiões do país, acesso a um conteúdo audiovisual diversificado produzido nas cidades situadas ao longo da ferrovia. - estimular e difundir o uso das tecnologias de informação e comunicação para expressar ideias e produzir conteúdos. Em relação ao artigo 2º do decreto 10.755/2021, o projeto irá atender as seguintes finalidades: Inciso I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; Incico II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; Inciso IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro e sua dimensão material e imaterial; Inciso V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição dos bens culturais; Inciso VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade. Os objetivos específicos do projeto são: 1- realização de oficina/workshop/seminário audiovisual, que será dividida em duas etapas, a saber: - etapa 01: oficina teórica de realização audiovisual (terá duração de 15 dias, totalizando carga horária de 120 horas. Ao longo das aulas, os 10 selecionados aprenderão a transformar suas histórias em filmes, tendo orientação de profissionais da área que ministrarão aulas de roteiro, produção, direção, fotografia, edição, mobilização, direção de arte, som); - etapa 02: oficina prática de realização audiovisual (gravação/ filmagens) 2- exibição das obras (produto Obra exibida) resultantes da oficina de realização audiovisual: nesta etapa, o projeto fará o circuito de exibição ao ar livre nas 10 cidades contempladas pelo projeto. Cada uma das sessões de exibição terá uma programação de aproximadamente 1h30 de programação, com pelo menos 6 dos 10 filmes gerados pelo projeto. Um caminhão-cinema percorrerá as 10 cidades contempladas pelo projeto com sistema de projeção, sonorização, cadeiras e tela de cinema 6mx4m em estrutura de box truss. Em relação as 10 cidades contempladas pelo projeto, só será possível afirmar quais serão após a realização do concurso de histórias, que será a fase que selecionará os 10 autores das 10 histórias que virarão filme. COntudo, o projeto abre a oportunidade de 25 cidades ao longo da estrade de ferro Vitória a Minas participarem.

Justificativa

Estradas e cidades sempre tiveram destinos entrelaçados. Quando a Estrada de Ferro Vitória a Minas foi implantada no país, formou-se ao longo do seu desenho férreo diferentes aglomerações de pessoas com diversas crenças, hábitos, costumes, talentos e ambições para compor os contornos sociais e econômicos das comunidades. Todos os dias o trem leva e traz, busca ou deixa produtos, mensagens, ideias, impressões, notícias e pessoas. A ferrovia carrega em si a simbologia do movimento, da construção de caminho, da busca ou da perda, da chegada e da partida. O projeto Curta Vitória a Minas III é uma homenagem ao entrelaçamento entre as cidades, seus moradores e a Estrada de Ferro Vitória Minas. De uma forma democrática e baseada na livre temática, o projeto propõe aos moradores dos municípios que contem histórias, sejam reais ou inventadas, para compor um acervo audiovisual diversificado e original a ser apreciado por milhares de pessoas em sessões, mostras, festivais, na TV Trem ou por meio do recebimento da coletânea dos filmes. A ideia é incentivar a criação e, ao mesmo tempo, a produção porque os autores selecionados e moradores envolvidos aprenderão noções básicas sobre a linguagem e as técnicas audiovisuais, ministradas por especialistas em diferentes áreas do cinema e da comunicação, para transformar o que contaram em conteúdo audiovisual. É na etapa de produção que o projeto adquire nuances mais intensas de compartilhamento de aprendizados e experiências com o retorno do selecionado, após as oficinas, para a cidade de origem. Lá, ele irá dividir o que aprendeu com outros moradores, pois a comunidade é envolvida no processo de transformação da história em filme ao assumir funções técnicas ou artísticas. Ou seja, os moradores são convidados a fazer parte de uma produção coletiva através da qual poderão se expressar e desenvolver habilidades. Na fase seguinte, depois da edição e finalização das obras, os moradores das cidades se encontram em sessões abertas e gratuitas para assistir ao conteúdo produzido pela própria cidade. A mobilização para as exibições busca despertar mais uma vez o sentimento de pertencimento das pessoas ao lugar. Esse sentimento é favorecido pela emoção e pelo encantamento provocados pela arte e o cinema. A apresentação dos vídeos em mostras e festivais também ampliam a visibilidade das obras e das cidades para espaços privilegiados de difusão e debate sobre o cinema brasileiro, transformando o conteúdo em fonte de estudos e pesquisa audiovisual, além da função de lazer e entretenimento. Além dos motivos já apresentados anteriormente para sua realização, o projeto Curta Vitória a Minas III tentará viabilizar sua execução através da captação de recursos com empresas públicas e/ou privadas através do mecanismo de incentivo a projetos culturais/lei de incentivo à cultura. Em relação à lei 8.313/91, o projeto Curta Vitória a Minas se enquadra nos seguintes artigos/incisos: - em relação ao art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; - em relação ao art. 3º Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais.

Estratégia de execução

A primeira fase da primeira etapa do projeto poderá abranger os seguintes municípios ao longo da estrada de ferro Vitória a Minas: Cariacica, Fundão, Ibiraçu, João Neiva, Colatina, Baixo Guandu, Aimorés, Itueta, Resplendor, Conselheiro Pena, Tumiritinga, Governador Valadares, Periquito, Belo Oriente, Naque, Santana do Paraíso, Ipatinga, Coronel Fabriciano, Timóteo, Antônio Dias, João Monlevade, Nova Era, Bela Vista de Minas, Ipaba, Itabira, etc. As etapas seguintes do projeto, contemplarão os 10 selecionados, de 10 municípios com histórias selecionadas. No que se refere aos beneficiários das rubricas "hospedagem sem alimentação", "passagens aéreas" e "refeição" previstas no orçamento do projeto, serão para os selecionados do projeto, para os professores que ministrarão as aulas da oficina e para os profissionais vinculados ao projeto, como produtor, assistente, coordenadores, fotógrafo, técnico de som, entre outros.

Especificação técnica

O produto principal do projeto é a realização de oficina/workshop/seminário audiovisual, que será dividido em duas etapas, a saber: Etapa 01: Primeira fase: Concurso de Histórias – divulgação através de assessoria de comunicação do projeto e mobilizadores comunitários locais. Fichas de inscrição e regulamento com versão impressa e digital. : Segunda fase: Oficina de realização audiovisual (teórica e prática) – Terá duração de 15 dias, totalizando carga horária de 120 horas. Ao longo das aulas, os 10 selecionados aprenderão a transformar suas histórias em filmes. As oficinas serão ministradas por profissionais reconhecidos e tratarão dos temas linguagem audiovisual, roteiro, direção, produção, direção de arte, direção de fotografia, som, edição/finalização, direitos autorais, mobilização comunitária. Ao final cada selecionado terá o seu roteiro e plano de produção, para dar início aos trabalhos em sua cidade. Etapa 02: Gravação/filmagnes/Produção dos curtas – serão montadas equipes mistas, compostas por moradores e profissionais do audiovisual. O projeto irá disponibilizar um kit básico de equipamento de câmera e som (câmera HD, lentes, acessórios, equipamento de iluminação básico, microfones direcionais e boom). Cada curta-metragem terá no máximo 15 minutos de duração. As edições serão feitas com o diretor (a) e editor (a) profissional. E, ainda, o projeto terá um produto secundário, Obra exibida (Etapa 03): exibição da obra resultante da oficina de realização audiovisual (circuito de exibição ao ar livre nas cidades contempladas pelo projeto).

Acessibilidade

Curta Vitória a Minas III é um projeto de participação livre para qualquer morador dos municípios contemplados capixabas e mineiros, acima de 18 anos. Os interessados são selecionados por meio de um concurso de histórias amplamente divulgado por meio físico, pelas redes sociais, rádios e imprensas locais. Todas as etapas de formação e produção do projeto levam em conta a acessibilidade dos selecionados, desde o translado do município de origem ao local das oficinas, até a organização do plano de produção do filme e a escolha dos locais acessíveis para o lançamento do filme. Embora construídos conjuntamente ao longo das oficinas, os projetos são individuais e personalizados, atendendo às necessidades de cada diretor (a) e suas propostas. Desta maneira, os (as) portadores (as) de necessidades especiais serão atendidos (as) em todas as etapas, através de escolhas conscientes de acessibilidade e de um planejamento compartilhado de forma a facilitar o desenvolvimento da produção, adaptando o processo de realização às necessidades específicas. Outra medida de acessibilidade adotada será a inclusão de audiodescrição, legendagem e libras nos DVDs dos filmes realizados para distribuição gratuita entre instituições públicas das cidades participantes, parceiros do projeto, instituições públicas de ensino e pesquisa ligadas aos direitos humanos, audiovisual, educação, memória, patrimônio cultural e ambiental. Informamos que todo material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto conterá informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade adotadas para o produto. O projeto também fará a seguinte medida de acessibilidade em seus produtos: - Oficina/workshop/seminário audiovisual: a oficina, será realizada em espaço acessível, amplo, com rampas e/ou elevadores para acesso as dependências onde será realizado, banheiros adaptados. Com carga horária de 120 horas de forma de imersão audiovisual contendo o seguinte conteúdo: introdução à linguagem audiovisual, roteiro, direção, direção de arte, produção, fotografia, som, edição, finalização, direitos autorais e mobilização comunitária, durante as oficinas, caso haja alguma necessidade especial entre os selecionados, o projeto disponibilizará profissionais para atender, como intérprete de libras e audiodescrição. - Obra exibida: todos os espaços escolhidos para a sessão de exibição/lançamento dos filmes nas cidades contempladas, são pensadas em total acesso ao público, mais notadamente à espaços físicos com acessibilidade, que serão priorizados espaços com rampas de acesso ou em espaços térreo, sinalização horinzontal e espaço reservado para cadeirantes e acompanhante. Os filmes exibidos, que resultaram do projeto, também terão acessibilidade, como: 10 curtas terão legendas descritivas em português, 01 filme terá audiodescrição, 01 filme terá língua brasileira de sinais.

Democratização do acesso

Todos os moradores dos municípios contemplados capixabas e mineiros localizados ao longo da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM), acima de 18 anos, serão convocados à participação no projeto e poderão ter acesso aos regulamentos e fichas de inscrição de forma física ou digital. Durante o período de divulgação do concurso de histórias será estratégico criar uma rede de difusão por meio de parcerias com rádios comunitárias locais e regionais, envolver as agências dos Correios dos municípios na distribuição dos regulamentos/fichas de inscrição, contactar canais de TV regionais e estaduais para a divulgação do projeto e amplificar a divulgação por meio das redes sociais facultando a inscrição online ou em papel, pelos Correios. As participações das prefeituras, comércios locais, sindicatos rurais, associações e grupos organizados serão essenciais para que a informação tenha abrangência e capilaridade, atingindo também as comunidades rurais, distritos dos municípios. Com um intenso trabalho de assessoria de comunicação (rádios, jornais, tvs, redes sociais), mobilização comunitária e a adesão de parceiros locais fica garantido um grande número de inscrições de histórias por município. Nesta etapa, o maior desafio é não só fazer a informação chegar aos municípios de forma ampla, mas especialmente sensibilizar pessoas com os mais variados perfis, interesses, profissões, níveis de escolaridade e faixas etárias para a participação. O envolvimento democrático das populações vai além do autor selecionado no concurso de histórias. Na etapa de realização dos vídeos, toda a comunidade é mobilizada para integrar as equipes, ocupando funções técnicas, artísticas ou de apoio nas filmagens. A participação das comunidades começa na pré-produção dos vídeos, quando os selecionados mobilizam os moradores por meio de reuniões, palestras e convocações pelas rádios comunitárias ou faixas nas cidades. Na etapa de lançamento dos filmes, o projeto irá montar um Cinema na Praça, criando estratégias junto às prefeituras para o transporte de moradores de áreas rurais ou distantes do centro. As sessões são gratuitas e abertas ao público, reunindo plateias entre 400 e 2 mil espectadores nas cidades. No tangente a estimativa de público, temos: - no produto oficina/workshop/seminário audiovisual, que será dividido em duas etapas, teremos: - etapa 01: oficina teórica de realização audiovisual - 10 selecionados (a seleção se dará a partir de um concurso de histórias, onde serão escolhidas as 10 melhores histórias que serão transformadas em filme); - etapa 02: oficina prática de realização audiovisual (gravação/ filmagens) - 100 participantes (100 pessoas se juntarão aos 10 selecionados da etapa 01. Cada um dos selecionados na etapa 01 a partir de um processo de mobilização na sua cidade, selecionará outras 10 pessoas que integrarão a oficina prática de realização audiovisual para as filmagens do filme na cidade. Totalizando assim, 100 pessoas. - no produto Obra Exibida" que consiste na exibição das obras resultantes da oficina de realização audiovisual: 5.000 pessoas beneficiadas Vale ressaltar que, após o lançamento das obras nas cidades contempladas, os filmes serão inscritos em mostras e festivais de cinema no Brasil e, ainda, após 01 ano, serão disponibilizados no canal do youtube do Instituto Marlin Azul. Em relação a medida de democratização de acesso elencada no artigo 24 da IN 001/2022, o projeto fará o disposto nos incisos I e III, a saber: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoas com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados; III - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição.

Ficha técnica

BEATRIZ LINDENBERG - Função: Produtora Executiva (não remunerada) e também será a responsável pela gestão do processo decisório, incluindo atividade técnico-financeira. - Breve currículo: Graduada em Comunicação Social na Universidade Federal do Espírito Santo. Fiz especialização em Literatura Brasileira Contemporânea na Fundação Nelson Abel de Almeida/ES e atualmente curso especialização em Cultura e Educação na Faculdade Latino Americana de Ciências Sociais, a Flacso/Brasil. Atuo como gestora de projetos culturais audiovisuais desde 1995. Sou fundadora do Instituto Marlin Azul e coordeno os projetos da instituição, com especial destaque para o Revelando os Brasis (iniciado em 2004) e Projeto Animação/Núcleo Animazul (iniciado em 2002). PATRICIA CORTES FERREIRA - Função: produtora - Breve currículo: É advogada formada pela UVV. Atuou como assistente/coordenadora administrativa e financeira do Instituto Marlin Azul durante 17 anos, além de exercer atividades na área de produção/coordenação de projetos da instituição como o Revelando os Brasis, Projeto Animação, Curta Vitória a Minas, entre outros. SIMONY LEITE SIQUEIRA - Função: assessoria de comunicação - Breve currículo: Formada em Jornalismo pela Ufes, com pós-graduação em Gestão de Assessoria de Comunicação pela Faesa. Trabalhou como repórter, produtora e apresentadora na Rádio América. Foi repórter do Jornal A Tribuna e escreveu para revistas segmentadas, e para diversos materiais e publicações institucionais. Ministrou aulas na Universidade Bandeirantes de São Paulo (Uniban). Foi assessora de imprensa do Instituto Marlin Azul. Cursa Cinema e Audiovisual na Ufes. KARINE NOBRE - Função: assessoria redes sociais - Breve currículo: Tem mais de 17 anos de formada em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo. Atuou em dois dos maiores jornais do ES: A Gazeta e A Tribuna, como repórter, editora, subeditora, repórter especial e redatora. Também passou por agências de comunicação no Estado, atuando como assessora, coordenando e organizando eventos, fazendo a ponte entre o cliente e a imprensa e vice-versa, editando, revisando e escrevendo informativos e revistas corporativas. LUELANE LOIOLA CORREA - Função: Professora de roteiro e direção - Breve currículo: Formada em Cinema pela Universidade Federal Fluminense. Dirigiu os documentários “Como se Morre no Cinema”, “Sol de Oro no Festival de Biarritz” (vencedor de 11 prêmios nacionais), “A Cidade e o Poeta”, “Machado de Assis” e “Rio, 39,6 Graus”. Montadora e assistente de direção, trabalha com Nelson Pereira dos Santos desde o filme “Memórias do Cárcere”. Assina a montagem de “A Música segundo Tom Jobim”. Foi diretora assistente nos filmes de Hugo Carvana, com quem trabalhou desde “O Homem Nu”. Recebeu prêmio de Melhor Montagem pelos filmes “Áurea”, de Zeca Ferreira, “O Quinze”, de Jurandir Oliveira e “Rio de Memórias”, de José Inácio Parente. Dirigiu o documentário sobre Hugo Carvana. Atua como orientadora de roteiro e direção do Revelando os Brasis desde a primeira edição do projeto. MÁRCIA MEDEIROS - Função: Professora de edição e editora de imagem - Breve currículo: É editora e diretora. Como editora fez os programas globais “Fama”, “The Voice Kids”, as séries do GNT “Bem Estar”, “Que Marravilha!” e “Liberdade de Gênero”, do diretor João Jardim. Ainda na televisão editou as três temporadas de “O Bom Jeitinho Brasileiro” do canal Futura, a série “Capoeira” da TV Brasil e pelo History Channel, “O Infiltrado”. Em 2017, editou ainda a inédita “#DesdeJunho”, feita pela Noix Cultura em parceria com a EBC. No campo documental editou o filme “Uma Família Ilustre”, de Beth Formaggini, ganhador do Festival Internacional de Lanzarote e do Grande Prêmio de Cinema Brasileiro, ambos de 2016 e “Memória para Uso Diário” do Grupo Tortura Nunca Mais, também dirigido por Beth Formaggini, vencedor do prêmio de Melhor Filme do Júri Popular do Festival do Rio de 2007. Ainda neste campo, editou documentários sobre os artistas plásticos Abraham Palatnik, Iole de Freitas e Cildo Meirelles. Editou os curta-metragens “Maria, Ana Maria, Mariana” e O Casamento de Mario e Fia”, dirigidos por Paulo Halm. É professora de edição em programas de capacitação como “Revelando os Brasis”, “Belas Favelas” e “Projeto Memória: HumanizaRio”.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2025-03-31
Locais de realização (1)
Vitória Espírito Santo