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O Presente projeto tem como objetivo realizar uma circulação com apresentações de concertos gratuitos com a Orquestra A Trupe Barroca. Os concertos, realizados com instrumentos originais ou réplicas dos séculos XVII e XVIII terão em seus programas obras de aurores napolitanos, portugueses e brasileiros, buscando levar ao público a música composta e ouvida no circuito denominado "Estrada Real, durante o final do século XVII e século XVIII. O projeto música na Estrada Real tem como produto prrincipal "Apresentação Musical", atrávés de quatro concertos gratuitos e como produto secundário "Contrapartida Social", com o oferecimento de ensaios abertos precedidos de palestra sobre o projeto, cujo público alvo será de estudantes e professores de escolas públicas.
A Estrada Real: um caminho da riqueza e da cultura do Brasil. A Estrada Real faz parte de um importante capítulo da história colonial do Brasil, revelando-nos nuances econômicas, sociais e culturais daquelas épocas. Seus mais de 1600 quilômetros guardam histórias e revelam acontecimentos importantes sobre o desenvolvimento de cerca de 170 cidades que dela fazem parte, entre os estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e, posteriormente, São Paulo. Criada na segunda metade do século XVIII, o caminho foi o resultado do esforço da coroa portuguesa para criar rotas oficiais para escoar a produção de ouro e de pedras preciosas das Minas Gerais para Portugal. Esses caminhos, chancelados pelos monarcas da metrópole portuguesa, foram denominados de Estradas Reais. Seus destinos principais eram os portos de Paraty e do Rio de Janeiro. O primeiro caminho ligava diretamente a cidade de Ouro Preto a Paraty, entretanto, com o passar do tempo, novos caminhos foram abertos para garantir segurança ao transporte das valiosas mercadorias e fugir, também, dos constantes ataques de piratas. Junto com o movimento cada vez mais crescente dessas rotas veio, também, o desenvolvimento em seus entornos de vilarejos, fazendas, pequenos comércios e diversas igrejas, erguidas para levar consolo espiritual às almas daquelas localidades. Em cada uma dessas pequenas vilas, foi surgindo, também, um contingente cada vez mais prósperos de pequenos e grandes burgueses formados por comerciantes, funcionários públicos e fazendeiros, além de representantes da baixa nobreza, que conquistavam seus títulos mais às custas do poder e do dinheiro, que, efetivamente pelo sangue que corria em suas veias. Impulsionado pelo entusiasmo crescente do ciclo do ouro tal desenvolvimento econômico trouxe consigo, também, a necessidade desse contingente de novos cidadãos abastados “civilizarem-se, ” importando da metrópole portuguesa os gostos e os hábitos da burguesia e da nobreza daquele país. Nesse sentido, talvez não seja exagero afirmar, que as Minas Gerais se tornaram o centro da produção cultural brasileira, sobretudo na pintura, na escultura e, também, na música. Grande parte dessa produção, incluindo-se a música dos compositores dessas localidades, estava voltada para os ofícios e os adornos religiosos. Entretanto, nas reuniões sociais nas residências das “boas famílias” podia-se ouvir, também e sobretudo, as músicas de compositores portugueses e napolitanos para o deleite daqueles que tinham a sorte de frequentar esses meios. Esse movimento criou o interesse em algumas famílias abastadas de criarem suas próprias pequenas orquestras ou bandas, formadas por escravos, que buscavam desenvolver suas habilidades orientados por diversos mestres de vários instrumentos. Muitos desses músicos se destacavam e tornavam-se, eles também, exímios professores que ensinavam a outros escravos e também a membros das famílias ricas. Esses conjuntos musicais acabavam por representar uma fonte de renda a mais para os senhores desses escravos músicos, que os “alugavam” para entreter festas, reuniões sociais e procissões religiosas, entre outros eventos. Alguns desses músicos que conseguiam suas alforrias comprando-as ou que já nasciam libertos, por serem filhos reconhecidos de um pai português, ingressavam nos regimentos da polícia, integrando suas bandas oficiais, outros, no entanto, iriam servir às igrejas, como sacerdotes, músicos e compositores. Não é à toa que vários importantes compositores mineiros dos séculos VXIII eram mestiços e religiosos. Toda esta breve narrativa nos serve para compreendermos a relação existente entre a Estrada Real e o desenvolvimento dos hábitos sociais e culturais nesse importante circuito. Nesse aspecto, a música se sobressai nesta discussão ainda envolta num véu que precisa ser removido para que possamos entender as relações que encerram em si as influências recebidas pelas obras dos compositores mineiros desse período, as condições em que eles viviam, a valorização que tinham em suas comunidades e, ainda, como se davam os encontros sociais em que a música vinda de fora era apresentada como novidade e um presente, muitas vezes inédito, aos convidados dessas reuniões. O Projeto “Música na Estrada Real”, com os seus cinco concertos em cidades importantes dessa história é apenas uma primeira fase para o despertar dessa curiosidade. Não pretendemos, num primeiro momento remover o véu que encobre tantas dúvidas e mistérios dessa história, mas desejamos mostrar ao público que esse véu, de fato, existe e que, por debaixo dele, ainda há muito a ser descoberto. É uma nova história, encoberta pelo nosso passado. No fundo, temos diante de nós um elemento importante para entendermos formação social e cultural do nosso país. Produto Principal - Apresentação Musical Serão realizadas 4 apresentações musicais nas cidades de Vitória-ES, Ouro Preto-MG, Parati-RJ e Rio de Janeiro-RJ, com um público previsto de até 2.000 pessoas (500 em Vitória, 400 em Ouro Preto, 400 em Parati e 700 no Rio de Janeiro-RJ). A apresentação se propõe a fazer um resgate da produção musical no circuito conhecido como Estrada Real (a estrada velha), durante o fim do século XVII e durante o século XVIII. Além dos compositores brasileiros desse período o projeto trará para o público, também, obras de compositores portugueses e napolitados, que eserceram influência sobre a produção musical do Brasil daquela época. A orquestra terá uma formação de 18 músicos e contará ainda com 4 cantores solistas. Produto Secundário - Contrapartida Social Apesar do produto principal ser totalmente gratuito, o projeto se propões a realizar, como contrapartida social, um ensaio aberto para estudates de escola pública e professores, em cada uma das quatro cidades visitadas, befeciando um público de até 1.600 pessoas. Essa ação será precedida por uma palestra oferecida pelo Maestro Sérgio Dias, em que serão vinculadas as obras às realidades sociais e culturais de cada uma das cidades, fazendo, assim, com que o público dessa ação possa se aproximar do passado histórico de sua própria cidade, além do contato com obras musicais inéditas para eles. O ensaio aberto terá uma duração de cerca de duas horas, entre a palestra (30 minutos) e o ensaio em si (1 hora e 30 minutos). Durante o ensaio, os estudantes poderão, também, conhecer um pouco sobre os intrumentos da Orquestra A Trupe Barroca.
OBJETIVO GERAL: O presente projeto tem como objetivo apresentar ao público o trabalho de pesquisa denominado "Música na Estrada Real", através de quatro concertos gratuitos e quatro ensaios abertos com palestra que acontecerão respectivamente nas cidades de Vitória-ES, Ouro Preto-MG, Parati- RJ e Rio de Janeiro-RJ, com a apresentação de obras de compositores mineiros dos séculos XVII e XVIII e, também, de compositores portugueses e napolitanos que os influenciaram diretamente, reunido no total um público de até 3.600 pessoas nos dois produtos oferecidos no plano de destribuição, além do público "on-line." O projeto, assim, atende plenamente o inciso I, do artigo 2º do decreto 10.755/21, ao resgatar e divulgar o passado histórico e musical, em consonância com o citado inciso que estabelece como objetos de apoio do PRONAC projetos que tenham como finalidade "valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão". Além disso, o projeto, pela sua abrangência e ações de demcratização de acesso e contrapartidas sociais, também atende aos incisos V e VI, que prevêm, respectivamente, comoações dos projetos apresentados ao PRONAC aqueles que tenham por objetivo "incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais (inciso V)," além de "fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade (inciso VI)." OBJETIVOS ESPECÍFICOS: a) PRODUTO PRINCIPAL (apresentação musical): oferecer ao público quatro concertos gratuitos, como uma nova alternativa de execução da chamada "música antiga"; através de obras vinculadas ao nosso próprio passado histórico, reunindo para esse produto um publico de até 2.000 pessoas (500 em Vitória, 400 em Ouro Preto, 400 em Parati e 700 no Rio de Janeiro; b) PRODUTO SECUNDÁRIO (Contrapartida social): Atingir a um público de até em 1.600 estudantes e professores de escolas públicas, através da apresentação de quatro ensaios abertos, com palestras; c) PRODUTO PRINCIPAL (Apresentação musical) e PRODUTO SECUNDÁRIO (contrapartida Social):Promover, através dos quatro concertos gratuitos e quatro ensaios abertos, espetáculos e atividades acessíveis e que levem em conta o desejo de, de fato, democratizar a música de concerto; d) PRODUTO PRINCIPAL (Apresentação Musical) e PRODUTO SECUNDÁRIO (Contrapartida Social): Incentivar a troca de experiências entre os profissionais da orquestra e seu maestro e solistas, contribuindo para o fortalecimento dos vínculos artísticos; e) PRODUTO SECUNDÁRIO (contrapartida social): Realizar palestras durante os quatro ensaios abertos para estudantes e professores de escolas públicas; e) PRODUTO PRINCIPAL (Apresentação Musical) e PRODUTO SECUNDÁRIO (Contrapartida Social): Propor espaços de conexão com o público, sobretudo aqueles mais carentes, através da realização de ensaio abertos e concertos gratuitos; f) PRODUTO PRINCIPAL (Apresentação Musical): Oferecer, um espetáculo de qualidade a todo público interessado, sem distinção de sua condição social, religião, gênero, idade, garantindo, inclusive garantindo os mecanismos necessários à acessibilidade de pessoas idosas e em situação de deficiência; g) PRODUTO PRINCIPAL (Apresentação Musical) e PRODUTO SECUNDÁRIO (Contrapartida Social): Incentivar o estudo e a pesquisa de obras musicais brasileiras dos séculos XVII e XVIII; h) PRODUTO PRINCIPAL (Apresentação Musical) e PRODUTO SECUNDÁRIO (Contrapartida Social): Divulgar de maneira eficiente e ética o incentivo cultural da Lei Federal de Incentivo à Cultura e o apoio dos patrocinadores do projeto; e i) PRODUTO PRINCIPAL (Apresentação Musical) e PRODUTO SECUNDÁRIO (Contrapartida Social): Avaliar o projeto, apartir da manifestação de todos os participantes, através de levantamento semiestruturado, valendo-se de manifestações espontãneas espontâneas e estimudalas, através da aplicação de questionários e outros mecanismos.
O Projeto "Música na Estrada Real" é uma aspiração antiga do orquestra A Trup Barroca e que encontrou na Lei Federal de Incentivo à Cultura uma grande oportunidade de realização. A Orquestra, que conta hoje com um acervo dos maiores e mais importantes instrumentários barrocos do Brasil, desenvolve já há algum tempo, também, a ideia de pesquisar, recuperar e apresentar ao público a música ouvida, executada e composta nesse importante caminho que ligava várias cidades do período conhecido como o "ciclo do ouro" à capital da colônia. Esse projeto trata do resgate de nossa própria história cultural e social, pois revela, através da música, os hábitos e gostos da sociedade colonial dos séculos XVII e XVIII e que serviam de referenciais para todo o Brasil, afinal estamos falando de um período em que As Minas Gerais e o Rio de Janeiro possuíam um enorme protagonismo social, político e cultural. Apresentar essas obras ao público é levá-los a entender todo o nosso próprio processo de construção cultural. Trata-se de um projeto importante para todo o Brasil e que pode suscitar outras pesquisas nesse sentido e também sua própria continuidade através de novas edições. Hoje pouco se fala sobre os compositores mineiros dos séculos XVII e XVIII. É importante resgatar essa história, da mesma forma que necessitamos lançar mais luz sobre os hábitos culturais e sociais daquele período. Essa primeira fase do projeto, que se propões a realizar quatro concertos, contextualizando as obras apresentadas com os aspectos políticos e sociais de suas épocas, é a oportunidade de chamar a atenção do público para a vida cultural das cidades do projeto e criar a curiosidade sobre todo o processo de ensino da arte, da criação artística e a construção do gosto no período das obras apresentadas. Tais aspectos se relacionam diretamente com as políticas culturais preconizadas na Lei de incentivo à Cultura do Governo Federal, uma vez que o resgate e a valorização da cultura brasileira é um dos valores mais caros para as suas iniciativas. Desse modo, a presente proposta se enquadra perfeitamente nos objetivos definidos pela Lei 8313/1991, em seu artigo 1º, através dos incisos: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; (...) VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - Priorizar o produto cultural originário do País. Diante do exposto, a proposta apresentada atenderá os seguintes objetivos constantes no artigo 3° da Lei 8313/91: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: (...) c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore, e (...) IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos (a proposta, terá todas as suas atividades ofertadas de forma gratuita); b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos. V - Apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: (...) b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; (...) c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura.
Os Efeitos Multiplicadores do Projeto e as propostas de Continuidade O projeto "Música na Estada Real" é, além de um importante projeto cultural, um instrumento fomentador de novas pesquisar e, também, um projeto de grande abrangência educacional. Uma sociedade melhor é construída a partir da noção que seus membros possuem dos seus valores como nação, bem como da consciência da sua formação como povo e nação. A memória social e cultural é primordial para despertar essa consciência e incentivar, sobretudo nos jovens o interesse pelos nossos valores culturais, a história de nossa formação social e suas relações com os aspectos políticos e econômicos de nosso passado. Nosso projeto é fruto da inquietude de remover as poeiras do passado que encobrem histórias e artistas brasileiros que o desinteresse e a falta de informações legaram ao esquecimento por tantos anos. Ainda são muito recentes as pesquisas que buscaram explorar as histórias, documentos e mistérios que ainda envolvem a produção musical brasileira dos séculos XVII e XVIII. Não há dúvida, entretanto, que as várias cidades existentes ao longo das Estradas Reais, compreendidas principalmente entre as Minas Gerais e o Rio de Janeiro, revelaram e, ainda podem revelar, inúmeros compositores que nos surpreenderiam com suas obras. O trabalho de pesquisa desenvolvido para o presente projeto, apresentará, nessa primeira fase, alguns deles, assim como compositores portugueses e napolitanos que os influenciaram. Existe material disponível para outras séries, ampliando a divulgação das pesquisas e atraindo novos interesses para novas incursões por essa fascinante história. O Projeto "Música na Estrada Real" possui um efeito multiplicador fabuloso, pois além do público que pretende reunir e dos ensaios reservados para estudantes de escolas públicas, pretende esclarecer, através dos concertos didáticos e das palestras com os estudantes que o Brasil possuía já na época da colônia uma produção musical de qualidade e que essas obras se desenvolveram intimamente ligadas ao desenvolvimento econômico do período conhecido como o "ciclo do ouro." É uma nova “antiga” história que se descortinará diante dos olhos e ouvidos de uma plateia de terá contato com uma "nova" música que, embora, desconhecida para a maioria deles, nos revela uma parte importantíssima de nossa história. É certo que essa ação, despertará no público presente nos concertos, bem como naqueles que acompanharão o desenrolar do projeto pelas mídias sociais, a curiosidade de seguir tentando desenrolar esse complexo novelo. Além de se tratar de um projeto que ainda possui material para outras tantas séries de concertos com obras pouco conhecidas e algumas inéditas, é, ainda, intenção da equipe promover, no futuro, a edição de um livro sobre o tema e as experiências do projeto, assim como produzir o registro fonográfico das obras apresentadas. SOBRE AS PASSAGENS AÉREAS UTILIZADAS NO PROJETO Serão utilizadas ao todo 28 trechos de passagens destinadas a 4 solistas, 1 maestro, 1 violinista spala, 4 músicos convidados para o projeto e, ainda, dois membros da aquipe técnica que realizarão as visitas técnicas. Os músicos convidados são especialistas em música barroca e três deles executam instrumentos que para os quais não existem músicos especializados no Espírito Santo. O projeto trata-se de uma tounê e percorrerá cidades de MG, ES e RJ. Os ensaios acontecerão na cidade de Viória, onde também acontecerá a primeira apresentação do projeto. Desde Vitória até a última cidade a ser visitada (Rio de Janeiro), toda equipe viajará de ônibus. Do Rio de Janeiro os músicos convidados retornarão para suas cidades de avião e os músicos e técnicos residentes no Espírito Santo retornarão de ônibus. Eis a relação dos músicos e os trechos aéreos utilizado por cada um, além da função que desempenham no projeto: Recife-PE x Vitória-ES: Sérgio Dias (Regente); Curitiba-PR x Vitória-ES: Paulo Mestre (Cantor - Contratenor); Uberaba-MG x Vitória-ES: Carlo Arruda (Cravista e Organista); São Paulo x Vitória-ES: Marcus Held Neves (Violinista Spalla); Alfredo Zaine (Oboísta Barroco); Daniel Figueiredo (Oboísta Barroco); Anderson de Lima (Arquealaudista); Rosemeire Moreira (Cantora - Soprano); Jabez Lima (Cantor - Tenor); Sabah Teixeira (Cantor - Baixo); Confins-MG x Vitória-ES: Lúcia Alves Melo (Traversista); Obs: Esses músicos serão os que utilizarão hospedagem e alimentação na cidade de Vitória. As Despesas com diárias são relativas aos lanches da tarde. Rio de Janeiro-RJ x Recife-PE: Sério Dias (Regente); Rio de Janeiro-RJ x Curitiba-PR: Paulo Mestre (Cantor - Contratenor); Rio de Janeiro-RJ x Uberaba-MG: Carlo Arruda (Cravista e Organista); Rio de Janeiro-RJ x São Paulo-SP: Marcus Held Neves (Violinista Spalla); Alfredo Zaine (Oboísta Barroco); Daniel Figueiredo (Oboísta Barroco); Anderson de Lima (Arquealaudista); Rosemeire Moreira (Cantora - Soprano); Jabez Lima (Cantor - Tenor); Sabah Teixeira (Cantor - Baixo); Rio de Janeiro-RJ x Confins-MG: Lúcia Alves Melo (Traversista). VISITAS TÉCNICAS Vitória-ES x Confins-MG: Fernando Coelho Sabino (Produtor); Washington Luiz Sieleman Almeida (Diretor Artístico): Confins-MG x Rio de Janeiro-RJ: Fernando Coelho Sabino (Produtor); Washington Luiz Sieleman Almeida (Diretor Artístico): Rio de Janeiro-RJ x Vitória-RJ: Fernando Coelho Sabino (Produtor); Washington Luiz Sieleman Almeida (Diretor Artístico). SOBRE A VIAGEM DE ÔNIBUS O ônibus que atenderá a turnê sairá de Vitória-ES e terá como destino final a cidade do Rio de Janeiro-RJ, passando por Ouro Preto-MG, Parati-RJ e retornando, após o concerto na cidade do Rio de Janeiro, para Vitória com a equipe residente no Espírito Santo. Estarão no ônibus da turnê a seguinte equipe: Sérgio Dias (Regente) Rosemeire Moreira (Cantora - Soprano); Paulo Mestre (Cantor - Contratenor); Jabez Lima (Cantor - Tenor); Sabah Teixeira (Cantor - Baixo); Marcus Held Neves (Violinista Spalla); Diego Adnolfi Vieira (Violinista); Jacqueline Costa (violinista); Emily Orjuela (violinista); Oscar David Orjuela (Violinista); Dennys Serafim (Violista); Claudine Correa (Violista) Christian Alberto Munawek (violoncellista); Leandro Nery (Contrabaixista); Carlo Arruda (Cravista e Organista); Anderson de Lima (Arquealudista); Lúcia Alves Melo (Transversista); Lucas Rodrigues (Transversista); Alfredo Zaine (Oboísta barroco); Daniel Figueiredo (Oboísta barroco); Felipe Reis (Fagotista Barroco); Ricardo Lepre (Trompista Natural); Uriel Vieira Silva (Trompista Natural). Wahington Luiz Sieleman Almeida (Diretor Artístico); Fernando Coelho Sabino (Produtor); Dois auxiliares (montador e auxiliar de produção) ainda serão definidos, além deles estaremos viajando com dois fotógrafos que ainda serão definidos. Essa é, portanto a equipe completa (28 pessoas) que utilizará o transporte de ônibus para a turnê saindo de Vitória-ES ao Rio de Janeiro-RJ e, também, fará uso das refeições hospedagem e diárias para lanhes nas cidades de Ouro-Preto, Parati-RJ e Rio de Janeiro-RS. Observações Importantes: a) A planilha de recolhimentos de tributos não foi preenchida pois só trabalharemos com profissionais que emitam nota fiscal pelos seus produtos ou serviços; e b) A respeito da diligência recebida em 02/08/2022, esclarecemos que alteramos os quantitativos de público do produto principal nas cidades de Vitória-ES (500 pessoas) e no Rio de Janeiro-RJ (700 pessoas). Nessas cidades realizaremos as apresentações em espaços maiores que os previstos antertiormente.
O projeto "Música na Estrada Real" apresenta dois produtos, são eles: apresentação musical e contrapartida social. A programação músical será composta de 4 concertos e 4 ensaios abertos, os quais serão apresentados por uma orquestra de 18 músicos, que acompanharão 4 cantores. Pela natureza do espetáculo (música erudita) e pelas obras apresentadas, cuja relação segue na "Sinopse da obra" o projeto, mesmo com a presença de cantores líricos, manténs-se no enquadramento di artigo 18 da IN 1/2022. O custo total do projeto, considerando as etapas de pré-produção, pós-produção despesas advocatícias e contábeis, além dos custos vinculados está previsto em R$ 499.888,80. O projeto tem dentro os seus compromissos a formação de plateia e, também, importantes contrapartidas sociais. Através de um ensaio geral aberto precedido de uma palestra sobre o seu próprio conteúdo, poderemos dar a oportunidade a até 1.600 estudantes e professores da rede pública de acompanharem todo o espetáculo da forma como será levado ao público. Essa experiência dará oportunidade a um grupo expressivo de alunos a, talvez, terem seu primeiro contato com um espetáculo dessa natureza. O ensaio aberto também cumprirá o seu papel formativo, uma vez que será precidido de uma uma palestra explicando os aspectos históricos, culturais e sociais em que as obras apresentadas foram escritas. A circulação prevê um público total (para os dois produtos) de até 3.600 pessoas, divididos em ensaios abertos com palestra e 4 apresentações. Portanto, o detalhamente das apresentações é o seguinte: a) Número de apresentações (envolvendo orquestra e canto lírico): 4 b) Número de ensaios abertos com palestra (envolvendo orquestra e canto lírico): 4 c) Público total atingido de forma presencial: até 3.600 pessoas. d) Tempo médio de cada apresentação: 1 hora e 30 minutos e) Tempo médio de cada ensaio aberto: 2 horas obs: O projeto prevê ainda a disponibibilização, para acesso gratuito, do registro do concerto na plataforma de Youtube da orquestra A Trupe Barroca.
Todos os espaços sugeridos para os concertos da série "Música na Estrada Real", bem como suas atividades extras ou complementares, deverão atender às normas oficiais de acessibilidade, contando com rampas, banheiros adaptados, por exemplo, além de outros recursos que se façam necessários. Para tanto, a equipe de produção fará as devidas visitas para escolher os espaços mais adequados, em cada uma das cidades contempladas pelo projeto. Do ponto de vista da acessibilidade de conteúdo, a produção buscará encontrar todos os recursos necessários para que o espetáculo, torne-se, de fato acessível, buscando investir em materiais em Braille, como, em audiodescrição dos espetáculos, realizada pela própria equipe do espetáculo, tradutor de libras para as atividades didáticas, tentando, dessa forma, garantir, ao máximo a experiência dos concertos para todo o público. Além disso, a equipe manterá um consultor de acessibilidade durante as fases de pré-produção e execução do projeto orientando e dando suporte presencial em cada um dos concertos. As ações de acessibilidade acontecerão da seguinte forma: Produto Principal - Apresentação Musical: O produto principal será oferecido na forma de quatro concertos gratuitos que atenderão até 2.000 pessoas (500 em Vitória, 400 em Ouro Preto, 400 em Parati e 700 no Rio de Janeiro). Acessibilidade física :Os espaços escolhidos deverão conter rampa de acesso ou elevador, banheiros acessíveis e espaço para cadeiras de roda, além de espaços ou cadeiras exclusivas para pessoas obesas, garantindo acesso a todos o público com deficiência e/ou mobilidade reduzida. Itens da Planilha de Custo que se refere a esta ação: Essas ações estarão a cargo do assistente de acessibilidade, o qual consta da planilha deste produto em suas fases de pré-produção e produção como "Assistente." Acessibilidade para pessoas com deficiência visual: Haverá, para o público com deficiência visual a disponibilização de material impresso em braile, além de atendimento especializado feito por nosso assistente de acessibilidade. Itens da Planilha de Custo que se refere a esta ação: O material impresso em Braile será lançado juntamente com as demais peças de divulgação dentro das despesas da rubrica específica para este fim, nos custos vinculados. O assistente de acessibilidade está lançado nas fases de pré-produção e produção deste produto como "assistente." Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: Além de um atendimento especial realizado por nosso assistente de acessibilidade, as apresentações vinculadas ao produto principal serão acompanhadas de um tradutor de libras, o qual fará a tradução para a Língua Brasileira de Sinais dos comentário do maestro sobre as obras. Além disso, as pessoas com deficiência auditiva serão convidadas, meia hora antes de cada concerto a conhecerem os instrumentos da orquestra e realizarem experiências táteis, acompanhadas do tradutor de libras e do nosso assistente para acessibilidade. Itens da Planilha de Custo que se refere a esta ação: O assistente de acessibilidade está lançado nas fases de pré-produção e produção deste produto como "assistente." Na planilha da fase de produção desse produto consta o item "interprete de libras." Acessibilidade para PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: O projeto apresentado tem como produto principal "Apresentação Musical." Com o intuito de oferecer um projeto acessível e condizente com o que estabelece a Lei Brasileira de Inclusão, manteremos nas fases de pré-produção e produção um assistente especializado em acessibilidade. Caberá a ele a alaboração do plano de acessibilidade do projeto, bem como a elaboração de propostas específicas para receber esse público. Para tanto, analisaremos a lista de inscrição do público, com as autodeclarações de deficiência e /ou mobilidade reduzida e as necessidades de cada grupo. Esse trabalho será realizado pelo profissional indicado e, havendo despesas extras a serem empregadas, além daquelas já registradas, a produção se encarregará delas. Ítens da Planilha de Custo que se refere a esta ação: O assistente de acessibilidade está lançado nas fases de pré-produção e produção deste produto como "assistente." Produto Secundário - Contrapartidas Sociais: As contrapartidas sociais serão oferecidas na forma de quatro ensaios abertos comn palestras introdutórias sobre o projeto. Essa ação será oferecida a alunos e professores de escolas públicas de cada uma das cidades visitadas e pretende atingir um público de até 1600 pessoas. Acessibilidade física: Os espaços escolhidos deverão conter rampa de acesso ou elevador, banheiros acessíveis e espaço para cadeiras de roda, além de espaços ou cadeiras exclusivas para pessoas obesas, garantindo acesso a todos o público com deficiência e/ou mobilidade reduzida. Itens da Planilha de Custo que se refere a esta ação: O assistente de acessibilidade está lançado nas fases de pré-produção e produção do produto "Apresentação musical" como "assistente." Ele também será o responsável pelo plano de acessibilidade das ações do produto secundário (contrapartida Social). Acessibilidade para pessoas com deficiência visual: Os ensaios abertos terão à disposição das pessoas com deficiência visual impressos em braile e audiodescrição, realizada pelo assistente de acessibilidade do projeto. Itens da Planilha de Custo que se refere a esta ação: Os custos com as impressões em braile estão lançados na planilha de Contrapartidas Sociais, na fase de produção, em cada uma das cidades como "impressão em braile." O Apoio do assistente de acessibilidade está lançado nas fases de pré-produção e produção do produto principal (Apresentação Musical), como "assistente." Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: Os ensaios abertos terão o acompanhamento de tradutores de libras. Havendo pessoas com deficiência auditiva entre os alunos e/ou professores, os mesmos serão convidados, 30 minutos antes para conhecerem os instrumentos da orquestra, através de experiências táteis, acompanhados do tradutor de libras e do assistente de acessibilidade. Itens da Planilha de Custo que se refere a esta ação: Os custos com os tradutores de libras estão lançados na fase de produção do produto secundário (contrapartidas sociais, em cada uma das cidades, com a descrição "intérprete de libras." O Apoio do assistente de acessibilidade está lançado nas fases de pré-produção e produção do produto principal (Apresentação Musical), como "assistente." Acessibilidade para PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: O projeto apresentado tem como produto principal "Apresentação Musical" e como produto secundário "Contrapartidas Sociais." Com o intuito de oferecer um projeto acessível e condizente com o que estabelece a Lei Brasileira de Inclusão, manteremos nas fases de pré-produção e produção do produto principal um assistente especializado em acessibilidade. Caberá a ele a elaboração do plano de acessibilidade do projeto, bem como a elaboração de propostas específicas para receber esse público. Para tanto, analisaremos a lista de inscrição de alunos a professores para os ensaios abertos, com as autodeclarações de deficiência e /ou mobilidade reduzida e as necessidades de cada grupo. Esse trabalho será realizado pelo profissional indicado e, havendo despesas extras a serem empregadas, além daquelas já registradas, a produção se encarregará delas. Obs: Além dessas meditas, a equipe se compromete a contratar entre os profissionais locais, sempre que possível, uma pessoa com deficiência, contribuindo, assim, com as medidas de oferta de trabalho e renda para as Pessoas com Deficiência.
O projeto efetiva o alcance da Lei 8313/91 e democratiza a distribuição dos recursos públicos quando integra uma série de diferentes expressões artísticas em torno de um único projeto, além de contemplar públicos distintos - tanto de imediato na oferta do espetáculo, quanto a médio e longo prazo através do fortalecimento e da qualificação profissional e artística individuais experimentados pelos integrantes do processo - conhecimentos acumulados que se revelarão em seus trabalhos futuros levados à comunidade como um todo. Nesse sentido, o espetáculo proposto, além de se tornar um evento acessível a todo o público, sem exceção de idade, gênero, etnia, credo ou cultura, cumpre também o seu papel social, tendo seus dois produtos oferecidos de forma totalmente gratuita, fazendo com que o seu caráter de "apresentação musical" se confunda, na sua intencionalidade, de ser um espetáculo realmente abrangente com o seu produto secundário "contrapartida social." Produto Principal - Apresentação Musical O Projeto tem como produto principal 4 apresentações do concerto "Música na Estrada Real", em quatro diferentes cidades, atendendo diretamente a um público de até 2.000 pessoas (500 em Vitória, 400 em Ouro Preto, 400 em Parati e 700 no Rio de Janeiro). Produto Secundário - Contrapartida social O Projeto, como contrapartida social, adotará 4 ensaios abertos, precedidos de palestras realizadas pelo Pro. Dr. Sérgio Dias, regente de A Trupe Barroca. Essa ação atenderá um total de até 1.600 alunos e professores de escolas públicas das cidades visitadas pelo projeto. Medidas de Ampliação da Ação de Democratização de Acesso - O projeto investirá em iniciativas que atenderão plenamente ao art. 24º da Instrução Normativa 1/2022 do Ministério do Ministério do Turismo a partir dos seus incisos: II - disponibilizar, na Internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; (o espetáculo terá uma de suas apresentações gravadas, editadas e disponibilizada para acesso gratuito nas redes sociais de A Trupe Barroca, com tradução de Libras e audiodescrição). III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; e IV - Além da Ação Formativa Cultural prevista no art. 25 desta Instrução Normativa, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos (...). O projeto oferecerá como contrapartida social quatro ensaios abertos precedidos de palestras. Como todas as atividades previstas no projeto são gratuitas, o mesmo, de acordo com o art. 25 da IN nº 1/2022, não está obrigado a apresentar Ações Formativas.
Ficha Técnica Fernando Coelho Sabino (Proponente e Produtor Executivo) Com larga experiência em realizações de eventos, concressos, conferências, entre outros, trabalhou nas Secretarias de Saúde Desde 2017 atua como auxiliar de prode festivais, encontros e congressosdo Município de Vitória, também, do Espado do Espírito Santo. Duarante 6 anos foi secretário executivo da Federação das Apaes do Espírito Santo, sendo responsável por toda a dinâmica operacional da instituição, prestação de contas, contratações e organização de congressos, festivais e outros eventos. Desde 2017 atua como produtor e coordenador administrativo do grupo A Trupe Barroca. Recentemente, foi o produtor responsável, pela montagem da obra A Paixão Segundo São João, do compositor alemão, J. S. Bach, sendo essa feita pela primeira vez no Brasil com todos os instrumentos solicitados pelo compositor. A Trupe Barroca (Orquestra) Criada no ano de 217, a Trupe Barroca tem uma proposta estética relevante e inovadora, dedicando-se à pesquisa e execução do repertório do século XII à primeira metade do século XIX. O grupo, que possui atualmente um dos maiores acervos de instrumentos musicais históricos, já se apresentou com vários importantes nomes do cenário musical brasileiro, atuando em cidades como Vitória, Recife, Olinda, Tatuí e São Paulo. Recentemente, A Trupe Barroca apresentou pela primeira vez no Brasil, com a instrumentação original indicada pelo compositor J. S. Bach, A Paixão Segundo São João, na cidade de Vitória. Washington Luiz Sieleman Almeida (Diretor Artístico e Diretor Geral) É Sociólogo, músico e produtor cultural, Mestre em Ciências Sociais pela UFES é, ainda, palestrante. Como produtor, organizou e participou de inúmeros concertos, festivais de música, além de vários espetáculos de teatro, merecendo destaque especial as óperas Dido e Enéas (1999), Il Capanello (2008), a peça teatral O Avarento, com Jorge Dória (2004) e a Orquestra Brasileira de Sapateado (2004). Possui artigos publicados nas áreas de inclusão social, antropologia, sociologia e música e sociedade. Foi o fundador e diretor artístico das Orquestras de Câmara da Universidade Federal do Espírito Santo, do grupo Victoria Ensamble e, desde 2017, de A Trupe Barroca. Alexandra Asanache (Coordenadora de Comunicação) Graduada em Filologia pela Universidade de Bucareste, possui pós-graduação MBA em Marketing e Comunicação. Desde 2017 é a Diretora de Comunicação da orquestra A Trupe Barroca. Sérgio Dias (Regente) Sérgio Dias nasceu em 1961, no Rio de Janeiro. É graduado em Flauta, Composição e Regência, pós-graduado em Educação Musical, em Arte e Cultura Barroca e Mestre em Música (com área de concentração em Musicologia Histórica). Ex-professor do Conservatório Brasileiro de Música, ex-titular de Harmonia, Contraponto, Fuga e Estruturação Musical da Faculdade de Música do Espírito Santo - FAMES e ex-professor de História do Teatro da Escola de Artes FAFI (Prefeitura Municipal de Vitória / ES). Ex-professor substituto de História da Música do Conservatório de Coimbra e da Escola Superior de Educação de Lisboa. Atualmente é professor e musicólogo do Departamento de Música da Universidade Federal de Pernambuco. Marcus Held (Spalla) Natural de São Paulo, é Doutorando e Mestre Música (Musicologia) pela Universidade de São Paulo (2017), cuja pesquisa resultou na primeira tradução no Brasil e à língua portuguesa da obra tratadística completa de Francesco Geminiani (1687-1762). Especializou-se em Música Antiga (Violino Barroco) na Escola de Música do Estado de São Paulo (EMESP), na Escola Municipal de Música de São Paulo (Fundação Theatro Municipal de São Paulo) e na Escola Superior de Música de Catalunya (ESMUC-Barcelona). Foi chefe de naipe da Orquestra Jovem Tom Jobim, violinista da Orquestra de Câmara da USP (OCAM) e da Orquestra Barroca da EMESP. Desde 2012, transita nas cadeiras de chefe de naipe, concertino e spalla do Conjunto de Música Antiga da USP.Com experiência internacional na prática e no estudo da Música Antiga, participou de mais de 30 festivais e cursos de curta duração no Brasil e na Europa, tais como a Oficina de Música Antiga de Curitiba (2014-2019) e La Petite Bande Summer Academy (Itália, 2016).Com diversos artigos sobre a música dos séculos XVII e XVIII publicados em revistas especializadas, dedica-se à performance, à pesquisa e ao ensino da música antiga. Atualmente, é professor de Violino Barroco e História da Música do Conservatório de Tatuí e spalla da Orquestra A Trupe Barroca. Rosemeire Moreira (Soprano) É natural de São Paulo, graduou-se em Canto pelo Instituto de Artes (UNESP). Em 1999 concluiu o curso de pós-graduação pela Royal Academy of Music (Londres), com especialização em Música de Câmara, tendo como professor Ian Partridge (canto). Desde 2014 é Mestre pela ECA - USP sob orientação do prof. Dr. Ricardo Luís B. Ballestero. Nos últimos anos atuou como solista em diversas obras como o Oratório Israel no Egito de G.F. Haendel; ciclo de Cantatas Membra Jesu Nostri de D. Buxtehude; Magnificat e Missa em Si menor de J.S. Bach; Missa em Dó menor, Requiem e Waisenhaus Mass de W.A. Mozart; Requiem do Pe. José Maurício Nunes Garcia; Stabat Mater de G.B. Pergolesi. Atuou também com destaque no Oratório Die Schöpfung de J. Haydn; nas óperas L’ Orfeo de C. Monteverdi (Ninfa). Paulo Mestre (Contratenor) É natural de Curitiba e é considerado uma das grandes vozes do canto lírico brasileiro, desenvolvendo uma importante carreira como camerista e solista, destacando-se em apresentações internacionais como em Washington, com a Camerata Antiqua de Curitiba; em Pau, na França, como convidado pela Unicef. Em Paris e Metz, apresentou-se sob a regência de Ricardo Kanli, durante as comemorações do ano do Brasil na França e em turnê com o grupo Caliope no mesmo país. Atuou na fundação Gulbenkian, em Lisboa e, também, em apresentações na Espanha, além do Festival de Chiquitos na Bolívia. Paulo Mestre apresentou-se, ainda como camerista em recitais no Canadá, Alemanha, Israel, Costa Rica, Uruguai e nas cidades argentinas de Buenos Aires, Mendonza, Rosário e Córdoba. Jabez Lima (Tenor) Membro do Coro da OSESP, iniciou seus estudos em canto com Walter Chamun. Participou da Academia de Ópera do Theatro São Pedro, recebendo orientações de Mauro Wrona, e Festivais em Campos do Jordão e Chorakademie em Lübeck, Alemanha. Foi aluno de Canto Barroco, na EMESP. Na oficina de Música Antiga da EMMSP se especializou com Marília Vargas e Nicolau de Figueiredo. Nos últimos anos atuou como solista junto ao Coro da OSESP e Coral Paulistano, sob regências dos maestros Luis Otávio, Hans Bönisch, Luciano Camargo e maestrinas Naomi Munakata e Valentina Peleggi, passando por casas como Theatro Municipal, Sala São Paulo, Auditório Claudio Santoro e Teatro Guaíra. Sabah Teixeira (Baixo-Barítono) É Baixo-Barítono, natural de Natal (RN), onde estudou piano no início de seus estudos de música e graduou‐se em Canto pela UFRN, instituição na qual lecionou posteriormente as disciplinas da Canto, História da Música e Percepção Musical. Dedica especial atenção ao repertório de Música Barroca, Brasileira e Música de Câmara. Apresentou‐se como solista junto a Orquestra Sinfônica do Estados de São Paulo (OSESP), Orquestra Sinfônica da Paraíba (OSPB), Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte (OSRN), Musicos de Capella, Orquestra Engenho Barroco, Camerata Fukuda, colaborando com maestros como Celso Antunes, Nathalie Stutzmann, Naomi Munakata e Luis Otávio Santos. Desde 2002 integra o naipe de Baixos do Coro da Osesp, sendo seu atual monitor.
PROJETO ARQUIVADO.