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Realizar a temporada "Gaspar da Gama _ Redescobrimento", ópera inédita com libreto em português a ser estreada na cidade do Rio de Janeiro. O projeto de ópera itinerante consiste em apresentações de espetáculos, turnê e uma série de vídeos didáticos.
Produto: Espetáculo de Artes Cênicas Redescobrimento – Gaspar da Gama é uma Ópera inédita em dois atos, de aproximadamente 40 minutos cada, com música de Lipe Portinho e libreto de Angela Moscoso. Redescobrimento é escrita em português com temática nacional, uma obra de ficção inspirada na figura histórica do mercador Gaspar da Gama. Judeu de ascendência polonesa, Gaspar inicia sua jornada explorando Jerusalém e a Alexandria até chegar às Índias. Era um homem descrito como misterioso, alto, com longa barba, cabelos e roupas brancos, e conhecido por falar diversas línguas. Seu encontro com Vasco da Gama foi cercado de suspeitas infundadas por parte do navegador e Gaspar acaba sendo capturado e levado como prisioneiro a Portugal. Durante a longa viagem é convertido ao cristianismo e batizado como Gaspar da Gama. Seus conhecimentos sobre outras culturas e línguas fazem dele conselheiro e intérprete nomeado pelo rei Manuel I para integrar a expedição de Pedro Álvares Cabral e é assim que chega ao Brasil e se torna o primeiro membro da esquadra a tentar, mesmo que em vão, se comunicar com os índios tupiniquins. A ópera Redescobrimento mescla ficção com fatos reais da biografia de Gaspar da Gama. O primeiro ato se passa na caravela de Cabral e o segundo, no Brasil com ênfase na paixão do personagem tema pela índia Ibi, que significa terra (solo) em Tupi. Os personagens principais são Gaspar da Gama (tenor), Ibi (soprano) e Pedro Álvares Cabral (barítono). A ópera conta com dois arranjos musicais: um para orquestra formada por quinteto de cordas, flauta, oboé, clarinete, piano/clavinova, tímpano, vibrafone, xilofone e caixa clara/pratos; e uma versão reduzida com sete músicos concebida para turnês e/ou apresentações em teatros sem fosso de orquestra. Produto: Vídeo Realização de série making off com 5 vídeos curtos incluindo trechos do espetáculo, ensaios e produção do projeto. O produto será disponibilizado gratuitamente no website e mídias sociais da Orquestra de Bolso Produções Artísticas Ltda. Os vídeos contarão com apresentação e comentários dos artistas e equipes envolvidas na criação e execução do projeto. O objetivo é ampliar o alcance de público, estimular o interesse e democratizar o acesso ao gênero ópera, oferecer material de qualidade para ser utilizado em cursos e oficinas de arte nas diversas regiões do país.
Objetivo Geral Viabilizar a temporada da ópera Gaspar da Gama _ Redescobrimento, obra inédita de ficção com enredo baseado em fatos históricos e libreto em língua portuguesa. A realização do projeto visa atender o Decreto 10.755, nos seguintes incisos: V _ Incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais. Popularizando este gênero musical e contribuindo para a renovação do público de ópera. E, a fim de ampliar o alcance de outros públicos, o projeto foi idealizado num formato que possibilita a itinerância do espetáculo. Objetivos específicos Realizar a temporada da ópera itinerante Gaspar da Gama _ Redescobrimento na cidade do Rio de Janeiro, em Petrópolis (RJ) e em Juiz de Fora (MG). Produto: Espetáculo de Artes Cênicas (Ópera) - Realizar 2 espetáculos na cidade do Rio de Janeiro. Público estimado: 1.400 pessoas - Realizar 1 espetáculo na cidade de Petrópolis. Público estimado: 900 pessoas - Realizar 1 espetáculo na cidade de Juiz de Fora. Público estimado: 1.600 pessoas Produto: Vídeo - Realizar série de 5 vídeos do making of do processo criativo e de produção do espetáculo.
A Orquestra de Bolso Produções Artísticas LTDA. foi fundada em 2008 pelo compositor, arranjador e contrabaixista Lipe Portinho e pela pianista Ana Azevedo e vem atuando ativamente no setor cultural tendo como missão divulgar a música, formar e reciclar profissionais que trabalhem no ambiente musical e produzir espetáculos e material audiovisual de qualidade. A realização de Gaspar da Gama _ Redescobrimento possibilita a continuidade dos projetos culturais e educativos produzidos pela Orquestra de Bolso visando fomentar a cultura brasileira, incentivar a realização de espetáculos inéditos estimulando assim o trabalho criativo e a produção nacional, ampliar repertório, promover interdisciplinaridade artística, dar oportunidade para o desenvolvimento de novas linguagens no gênero musical ópera e apresentar espetáculos de qualidade com potencial de itinerância. A aprovação na Lei de Incentivo à Cultura é imprescindível para a realização deste projeto pois viabiliza economicamente as atividades e a oferta à população de ingressos a preços populares e/ou gratuitos. Considerando o Art.1º da lei 8.313, este projeto se enquadra nos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Quanto ao Art.3º da lei 8.313, este projeto se insere nos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Notas sobre orçamento: Levando em consideração o baixo custo administrativo do projeto, foi estabelecido o percentual de 3% para essa rubrica. A rubrica passagem aérea será destinada ao pagamento do deslocamento aéreo São Paulo - Rio de Janeiro - São Paulo, utilizada pelos cantores e regente. Os deslocamentos por transporte terrestre com previsão de aluguel de ônibus serão para as cidades de Petrópolis e Juiz de Fora a serem utilizados pelas equipes de produção, técnica e artística envolvidas nos espetáculos.
A duração do espetáculo está prevista em 95mins, com 2 atos de aproximadamente 40 mins cada e 15mins de intervalo.
Para atender a Instrução Normativa 01/2022, em seu Art.22, serão oferecidas medidas de acessibilidade compatíveis com as características de cada produto, sempre que tecnicamente possível, atendendo a Lei 13.146, de 2015 e o Decreto nº 9.404, de 2018. Produto: Espetáculo de Artes Cênicas Acessibilidade Física: Todos os espetáculos serão realizados em teatros que já estão adaptados para atender este público, com rampas de acesso, elevadores, sanitários adaptados e locais na plateia reservados a cadeirantes. Além disso, destinaremos um profissional da equipe para atender aos portadores de deficiência no acompanhamento deste público no deslocamento dentro do espaço sempre que necessário. Item da planilha orçamentária: Não se aplica uma rubrica específica pois serão escolhidos teatros que sejam adaptados para atender esse público. Deficientes Visuais: Para os portadores de deficiência visual, os programas dos espetáculos serão lidos em off antes do início do espetáculo para os deficientes visuais totais e a programação visual/impressão dos programas que serão entregues em cada espetáculo será feita para atender também a pessoas com baixa visão utilizando caracteres ampliados e cores que facilitem a leitura. Item da planilha orçamentária: Não se aplica, uma vez que estas medidas não geram despesas específicas na planilha do projeto pois os programas serão lidos em off por integrantes da produção do projeto e o valor previsto para impressão dos programas físicos já prevê a criação em formato que atenda ao público de baixa visão. Deficientes Auditivos: Para atender os deficientes auditivos o projeto prevê a contratação de serviços de legendagem, sempre que tecnicamente viável. Em caso alternativo também poderá ser disponibilizado o link para libreto virtual. Item da planilha orçamentária: legendagem e libreto. Acessibilidade para pessoas que apresentam Espectros, Síndromes ou doenças que geram limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Em caso de necessidade, será destinado um profissional da equipe para atender a esse público e fazer as orientações necessárias para que o espectador tenha a melhor fruição possível do projeto. Item da planilha orçamentária: Não se aplica por não gerar uma despesa específica uma vez que será alocado um membro da equipe da produção do projeto. Produto: Vídeos Acessibilidade Física: As filmagens serão realizadas nos ensaios e espetáculos que acontecerão em estúdios e teatros que adotam a política de acessibilidade. Item da planilha orçamentária: Não se aplica uma rubrica específica. A rubrica de locação de sala de ensaio e teatro já prevêm a escolha de espaço adaptado. Deficientes Visuais: Não se aplica. Item da planilha orçamentária: Não se aplica. Deficientes Auditivos: Os vídeos serão legendados. Item da Planilha orçamentária: Legendagem Acessibilidade para pessoas que apresentam Espectros, Síndromes ou doenças que geram limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Não se aplica. Item da planilha orçamentária: Não se aplica.
O Projeto propõe como democratização de acesso, a oferta de espetáculos gratuitos à população; sendo assim, não terá geração de receita com venda dos seus produtos culturais, como previsto no plano de distribuição. Para cumprir o Art. 24, de forma complementar, serão adotadas as seguintes medidas: IV – Além da Ação Formativa Cultural prevista no art. 25 desta Instrução Normativa, realizar gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como: a) ensaio aberto com rodas de conversa em backstage de forma proporcional a 20% do tempo de duração e do quantitativo das apresentações. Esta ação será realizada através da ação educativa do projeto, com 1 palestra e 1 espetáculo educativo para escolas, projetos sociais e instituições de ensino ligados à música e canto coral, na cidade do Rio de Janeiro. X - produção de conteúdo para lives, webnários, educação à distância para plataformas públicas ou colaborativas de ensino de economia criativa, produção cultural empreendedorismo e sustentabilidade cultural com divulgação gratuita e respeitando o manual de marcas. O projeto prevê a realização de lives durante a sua fase de produção, sobre temas que envolvam a criação e desenvolvimento da Ópera Gaspar da Gama - Redescobrimento.
Orquestra de Bolso Produções Artísticas Ltda. – Direção Geral | Proponente A Orquestra de Bolso Produções Artísticas Ltda. foi fundada em 2008 pelo compositor, arranjador e contrabaixista Lipe Portinho e pela pianista Ana Azevedo e vem atuando ativamente no setor cultural com projetos que incluem: direção e curadoria artística de espaços culturais e festivais de música; filmagem e gravação de áudio de inúmeros projetos musicais incluindo orquestras sinfônicas, coros, formações de câmara, grupos de jazz e música popular; produção artística e executiva de projetos e espetáculos culturais; produção, mixagem e masterização de CDs; transmissões ao vivo de eventos musicais; arranjos para formações musicais diversas; composição de inúmeras obras; entre outras atividades. Esses projetos incluem artistas consagrados na música de concerto, no jazz e na música popular e muitos deles foram realizados em espaços de grande importância no cenário cultural brasileiro. A Orquestra de Bolso tem o objetivo de divulgar a música, formar e reciclar profissionais que trabalhem no ambiente musical e produzir espetáculos e material audiovisual de qualidade. Lipe Portinho – Diretor Musical e Compositor Graduado em música – contrabaixo – pela UFRJ onde concluiu também o mestrado. Atualmente é doutorando no PPGM da mesma universidade. Foi músico da orquestra Petrobras Sinfônica e tocou com inúmeros artistas tais como Roberto Menescal, Tim Rescala, Paulo Sérgio Santos e Vittor Santos. Como arranjador é especialista em grandes orquestras tendo inclusive vencido concursos, além de ter sido selecionado para bienais. É compositor residente da Orquestra Sinfônica Brasileira. Tem inúmeras composições gravadas e músicas selecionadas em concursos nacionais e internacionais. Escreveu para orquestras sinfônicas e cameratas, espetáculos de dança, abertura da árvore de Natal da Lagoa, abertura da missa de 100 anos de JK, entre muitos outros. Foi diretor da Sala Baden Powell onde realizou 419 espetáculos e 14 festivais. Criou os grupos musicais Tutti (crossover), CORDA (especializado na música de Astor Piazzolla), Gravíssimo Bass Ensemble, Trio Portinho Grumser Fróes e é co-líder da orquestra Baixada Jazz Big Band. Tem três álbuns autoriais gravados. Tendo produzido e participado de tantos outros. É diretor de cinema, produziu o programa JAZZ para o canal Arte 1. Foi diretor de filmagem do festival OPES de 2020. Fez o Documentário Brazilian Bass Grooves sobre a criação da linguagem da seção rítmica no Brasil e está produzindo dois documentários sobre ópera e mercado de música além de ter escrito música para o mini-doc laureado em vários festivais internacionais LUNETA, de Duda Carvalho e Bia Hetzel. Ângela Moscoso – Libretista Nasceu em Salvador, Bahia, em 1954 e veio para o Rio em 1960. Em 1964 foi para o Colégio Santa Marcelina, interna, onde começou a estudar piano. No Colégio Andrews, participou dos festivais de música de 1970 e 1971, como letrista em parceria com Alceu Maia, nos quais ficou em segundo e terceiro lugares respectivamente. Entrou na faculdade de medicina da UFF em 1975. Após um pequeno intervalo começou a estudar canto com Alza Alves em 1988 e em 2004 entrou para o coro de Cor, para o qual já escreveu inúmeras letras entre versões e letras originais. Atualmente, aposentada da Secretaria de Saúde do município do Rio de Janeiro, se dedica a cantar, estudar piano e escrever. Ângela já teve duas músicas gravadas pela cantora estoniana Pille-Rite-Rei e fez uma versão para o inglês de um tema de Menescal, apresentado na Sala Cecília Meireles. “Redescobrimento” marca a sua estreia como libretista para uma ópera. Natália Larangeira – Regência Natália Larangeira revela uma promissora carreira como regente de ópera, balé, coro e orquestra. Em sua carreira, destacam-se o recente prêmio em 2º lugar no III Concurso para regentes da Opera de Baugè(França/2019) e a conquista da vaga de Regente Assistente da Orquestra Filarmônica de Buenos Aires, no Teatro Colon (Argentina/2020). Iniciou seus estudos no Conservatório Arte Musical de Osasco. Formou-se em regência na UniFiamFaam com os maestros Abel Rocha e Naomi Munakata. Principais orquestras regidas: Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, Orquestra do ISATC (Argentina), Orquestra Jovem do Estado de São Paulo, Orquestra do Theatro São Pedro, Szolnok Symphonic Orchestra (Hungria), Orquestra da Opera de Baugè (França), Atlantic Coast Orchestra (Portugal), Orquestra Bohuslav Martinu (Rep. Tcheca), dentre outras. Entre 2016 e 2019 fez parte da classe regência do maestro Cláudio Cruz, junto à Orquestra Jovem do Estado de São Paulo. Natália Larangeira é regente assistente da OSSA desde 2015. Atualmente participa do movimento Mulheres Regentes. É mestranda em Performance na Unicamp, onde pesquisa sobre a primeira ópera escrita por uma mulher: “La liberazione” de Francesca Caccini, e atua como regente Titular e Diretora Artística da Camerata Filarmônica de Indaiatuba. Julianna Santos – Direção de Cena Graduada em Direção Teatral pela UFRJ. Em 2003, ainda na universidade, iniciou seu trabalho com assistente de direção da ópera, “Le Nozze di Figaro” de Mozart. Desde então começou a trabalhar como assistente de direção nos principais teatros de Ópera do país, participando da montagem de aproximadamente 80 diferentes produções. Participou de cinco edições do Festival de Amazonas de Ópera, onde em 2019 dirigiu a opera Alma de Claudio Santoro, que recebeu prêmio da Revista Concerto 2019 por votação popular. Em 2018 dirigiu Acis e Galatea de Haendel e em 2013, a Ópera “O Morcego” de Johaan Strauss, em Em 2017 dirigiu La Tragedie de Carmen no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Durante quatro anos, fez parte da equipe fixa de Direção Cênica do Theatro Municpal de São Paulo, assumindo a função de Diretora Residente, acompanhando o processo de montagem e prestando assistência de direção a todos os renomados diretores cênicos convidados. Nesse período foi responsável pela direção de remontagem das operas La Boheme e Cavalleria Rusticana, trabalhando com grandes nomes da lirica nacional e internacional. Ainda em 2018 dirigiu na Escola de Música da UFRJ a opera A Flauta Mágica de Mozart. Trabalhou também como assistente no Palacio das Artes de Belo Horizonte e Theatro São Pedro em São Paulo. No Festival de Inverno de Petrópolis remontou as óperas Cosi Fan Tutte e As Damas Trocadas. Em 2010 dirigiu o concerto cênico “Máscaras” no Theatro Municipal de Niterói e também a ópera “La Traviata” em versão reduzida para piano no CCJF. Por cinco semanas acompanhou o processo de remontagem da ópera “Rapto no Serralho” de Mozart na “Opera Company of Philadelphia”. Foi assistente dos diretores: André Heller-Lopes, Andrea de Rosa, Arnaud Bernard, Caetano Vilela, Carla Camuratti, Cesare Lievi, Davide Livermore, Filippo Tonon, Giancarlo Del Monaco, Henning Brockhaus, Pier Francesco Maestrini, Livia Sabag, Marco Gandini, Mauro Wrona, Stefano Poda, William Pereira, e trabalhou com os maestros: Alain Guingal, Eduardo Strausser, Ira Levin, Luiz Fernando Malheiro, Jacques Delacote, Jader Bignamini, John Neschling, Marcelo de Jesus, Michelangelo Mazza, Miguel Campos Neto, Oleg Caetani, Ramon Tebar, Roberto Minczuk, Silvio Viegas , Victor Hugo Toro e Yoram David. Eric Herrero – Tenor Vencedor do VII Concurso Brasileiro Maria Callas, Eric Herrero canta com regularidade nas principais salas de espetáculo do país. Dentre os mais de quarenta personagens em sua carreira, vale destacar Roberto (Le Villi – G. Puccini) no Theatro Municipal de São Paulo, Cavaradossi (Tosca – G. Puccini) e Don José (Carmen – G. Bizet) no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Andrea Chénier no Palácio das Artes de Belo Horizonte, Boris (Katia Kabanová – L. Janáček) e Maurizio di Sassonia (Adriana Lecouvreur – F. Cilea) no Theatro São Pedro de São Paulo, e Lisandro (A Midsummer Night’s Dream – B.Britten) junto a OSB Ópera & Repertório. Na América do Sul, interpretou Princ na estreia argentina de Rusalka (A. Dvořák), junto a Buenos Aires Lirica. Sua estreia no Teatro Solís de Montevidéu se deu como Bacchus (Ariadne auf Naxos – R. Strauss) e no Chile, na Gala Lírica do Festival Internacional de Ópera Laguna Magica. Foi um dos cantores convidados pelo Theatro Municipal de São Paulo para a celebração dos 90 anos da Semana de Arte Moderna de 1922. Participou da estreia europeia de Pedro Malazarte (Camargo Guarnieri) no Feldkirch Music Festival/Áustria. De seu repertório sinfônico, destacam-se Die erste Walpurgisnacht, Elias e Lobgesang de F. Mendelssohn, Nona Sinfonia e Missa Solemnis de Beethoven, Messa da Requiem de Verdi, Te deum de Bruckner, Maria Zeller Mess de Joseph Haydn, Theresienmesse de Michel Haydn, El pesebre de Pablo Casals. O tenor possui também importantes estreias nacionais em seu curriculum, dentre elas, Florencia en el Amazonas de Daniel Catán, Ça Ira de Roger Waters e Poranduba de Villani-Côrtes, no Festival Amazonas de Ópera, Le Rosignol de I. Stravinsky no Theatro Municipal de São Paulo, Jenufa (versão Brno.) no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e Katia Kabanová no Theatro São Pedro/SP. Recentemente, interpretou o papel-título de Les Contes d’Hoffmann (J. Offenbach), no TMRJ. Vinícius Atique – Barítono O barítono brasileiro Vinícius Atique vem se apresentando como solista em todo o Brasil, tendo cantado, dentre outros papéis, Don Giovanni, Macello em La Bohème, Sharpless em Madama Butterfly, Escamillo em Carmen, Fìgaro em Il Barbiere di Siviglia, Arlecchino na ópera homônima de Busoni, Albert em Werther. Interpretou os “Des Knaben Wunderhorn” e os “Kindertotenlieder” de G. Mahler, e Carmina Burana de Orff com a Amazonas Philarmônica; o Messiah de G. F. Händel; Theresienmesse de J. Haydn; Weihnachtsoratorium, de J. S. Bach; Requiem, de W. A. Mozart; El Pessebre de Pablo Casals, dentre outras obras sinfônicas. Debutou em 2011 no Theatro Municipal de São Paulo, em L’enfant et les sortilèges de Maurice Ravel, interpretando o Relógio de Pêndulo e o Gato, sucesso de público e considerado pela crítica como o melhor espetáculo do ano. Em novembro do mesmo ano deu vida a Pantalon na estréia carioca de L’amour des Trois Oranges no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, considerado pelo jornal O Globo como um dos dez melhores concertos de 2011. Encerrou a programação do Theatro Municipal de São Paulo, interpretando o Evangelista na Cantata de Natal de Ernani Aguiar, obtendo sucesso da crítica especializada. Na Temporada 2012, interpretou Riccardo em I Puritani, no Festival Amazonas de Ópera, e foi Marcello em La Bohème pela Cia. de Ópera Curta, tendo cantado o papel mais de 40 vezes. Em dezembro do mesmo ano, interpretou Albert na nova produção da ópera Werther de Jules Massenet, no Theatro São Pedro. Na Temporada 2013, cantou a estréia brasileira de A Midsummer Night’s Dream, de Benjamin Britten no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e a estréia brasileira da emblemática Sinfonia, de Luciano Berio, no Teatro Amazonas. Encerrou a temporada da Orquestra Sinfônica Heliópolis interpretando Raphael e Adão na Criação de Haydn na Sala São Paulo. Em 2014, estreou, como Sharpless, na nova produção da Cia. de Ópera Curta no Theatro São Pedro e em 2015 estreou como Fìgaro no Barbeiro de Sevilha de G. Rossini e como Gabriel von Eisenstein no Morcego de J. Strauss sob a batuta de Roberto Minczuk. Na temporada de 2016, cantou Silvio em I Pagliacci e Don Giovanni na ópera homônima de Mozart. Em 2017, cantou, em Jenufa, de Janácek, o papel de Starek na estreia brasileira da versão Brno, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Em maio estrelou a produção de Winterreise no Theatro Municipal de São Paulo com direção de Ismael Ivo e em agosto foi Arlecchino na ópera homônima de Busoni, sob a batuta de Ira Levin. Na temporada de 2018, cantou Trouble in Tahiti, de Bernstein, na Sala Minas Gerais, Katia Kabanová, de Janácek no Theatro São Pedro e realizou seu début internacional interpretando Marcello, em La Bohème, de Puccini, no Teatro Colón, em Buenos Aires. Encerrou a temporada de ópera do Theatro Municipal de São Paulo, cantando Ping na nova produção de Turandot. Em 2019, cantou O Caso Makropolus, no Theatro São Pedro, Os Contos de Hoffmann, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, além de concertos vários pelo país e o revival da produção de Turandot do Theatro Municipal de São Paulo. Atualmente aluno da mítica mezzo-soprano norteamericana Dolora Zajick, foi agraciado com bolsa de estudos pela USP para estudar na Université de Montréal com o barítono Mark Pedrotti. Estudou também com Carmo Barbosa e Eliane Coelho. Thayana Roverso – Soprano Natural de São Paulo, bacharel em canto lírico pela UniFIAMFAAM, mestre em performance de ópera pelo Conservatório Francesco Venezze em Rovigo na Itália, atriz formada, atua em diversos palcos do Brasil, Itália, China, Jordânia entre outros, tendo em seu repertório personagens como Juliette em “Romeo et Juliette” de Gounod, Lola em “Cavaleria Rusticana” de Pietro Mascagni, Anna Gomes e Straniera em “The Consul” de Gian Carlo Menotti, Morgana em “Alcina”, de Händel, Rosalinde em “Die Fledermaus” de Strauss, Musetta em “La Bohème” de Puccini, Zerlina em Don Giovanni, Berenice em “L’occasione fa il Ladro de Rossini, Frasquita “Carmen” de Bizet, L’amore em “Orfeo ed Euridice” de Gluck, Ninetta em “La finta semplice” de Mozart, e Serpina em “La Serva Padrona”, entre outros. Marcelo Marques – Figurino Começou a sua carreira em 1978 e desde então, tem em seu currículo mais de 170 espetáculos de teatro, ao lado de diretores como Bibi Ferreira, Roberto Vignatti, Sergio Britto, Jacqueline Laurence, Luis Arthur Nunes, Wolf Maia, Gilles Gwizdek, Cininha de Paula e Flávio Marinho. Marcelo já criou figurinos para L'Elisir d'Amore (Donizetti), Macbeth (Verdi), Idomeneo (Mozart), La Fille du Régiment (Donizetti), Ariadne auf Naxos (Strauss), Samson et Dalila (Saint-Saëns), Diálogo das Carmelitas (Poulenc), Tristão e Isolda (Wagner), Nabucco (Verdi) e A Valquíria (Wagner). Marcelo criou os figurinos para o show "Opus Brazil" (comemorativo dos 30 anos de relações diplomáticas Brasil-China), realizado no National Sing And Dance Ensemble - a Ópera de Pequim. O figurinista já passou pelas principais salas e festivais brasileiros como Festival Amazonas de Ópera, Palácio das Artes, Theatro Municipal do Rio de Janeiro e de São Paulo, trabalhando com diretores renomados como Sergio Britto e André Heller-Lopes. Marques foi premiado pelo Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões do Estado do Rio de Janeiro (Sated), nas categorias de melhor cenário e melhor figurino; e recebeu o Prêmio Shell de melhor figurino em 2003, pelo espetáculo O Último Dia, com direção de Sergio Britto. Nos últimos anos, Marcelo Marques tem se dedicado também a palestras e workshops sobre o processo de criação de cenários e figurinos. Giorgia Massetani – Cenografia Giorgia é formada em Cenografia pela Accademia di Belle Arti di Firenze, na Itália, e especializou-se em técnicas plásticas para cenografia teatral. Iniciou sua carreira como cenógrafa no teatro infantil com a companhia Vieni Tela Racconto, com a qual participou do Mercantia (Festival internazionale del teatro di strada), em Certaldo, também na Itália. Ainda no país europeu, trabalhou no ABC Festival com a Compagnia dell’Atto Comico. Teve sua primeira experiência com ópera no Maggio Musicale Fiorentino e no Festival Pucciniano de torre del Lago. Em 2012, participou pela primeira vez do Festival Amazonas de Ópera, em Manaus, como assistente de cenografia para o Atelier La Tintona, na Ópera Lulu. Desde então, segue colaborando com o festival. Atualmente é cenógrafa residente e coordenadora da central técnica do Theatro São Pedro em São Paulo. Paulo Ornellas – Iluminação Em 2012 ingressa no Theatro Municipal do Rio de Janeiro como operador de luz participando de todas as produções desde então. No TMRJ prestou assistências de luz a Jorginho de Carvalho, Fábio Retti e Beto Bruel e assinou a luz do Ballet Giselle na temporada 2019 do BTM. Assinou também a iluminação de exposições no Museu da República, Cidade das Artes e Casa França Brasil, da ópera “Domitila” de João Guilherme Ripper e de shows e concertos no Teatro Riachuelo, Imperator, Teatro Municipal de Niteroi, Espaço Cultural Sergio Porto, Vivo Rio, entre outros. É iluminador residente da Orquestra Johann Sebastian Rio e da Companhia de Ballet da Escola de Dança Maria Olenewa (Cia BEMO). Em 2020 iluminou a comissão de frente da Grande Rio a convite dos coreógrafos Helio e Elisabeth Bejani. Com a diretora de cena Julianna Santos desenvolve dois projetos em 2021, Il Tabarro, em formato semi encenado, e o Trítico Feminino. Adriana Rio Doce – Diretora de Produção e Técnica Historiadora e Designer esteve sempre envolvida em projetos culturais. Foi coordenadora de palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro -TMRJ e coordenadora técnica de turnês Sul Americanas de cias internacionais. Em NY atuou como diretora de produção e stage manager por 16 anos prestando serviços para cias de dança, teatro, orquestras, ópera, organizações culturais, eventos corporativos e de captação de recursos para as artes. Produziu festivais, galas e shows. Colaborou profissionalmente com Jazz at Lincoln Center, Alvin Ailey, Princeton University, Brooklyn Philharmonic, Jazz House Kids entre outros. Em 2016, volta ao Brasil convidada a trabalhar nas produções do TMRJ sendo nomeada Chefe da Divisão Técnica. Atualmente é Diretora Operacional do TMRJ e Diretora de Produção da orquestra Johann Sebastian Rio.
PROJETO ARQUIVADO.