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PRONAC 220692Apresentou prestação de contasMecenato

ARTE EM CORES - 4ª EDIÇÃO

ATELIE 22 - ARTE E CULTURA LTDA
Solicitado
R$ 1,62 mi
Aprovado
R$ 1,74 mi
Captado
R$ 1,45 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33592510000154VALE S.A.1900-01-01R$ 1,45 mi

Eficiência de captação

83.2%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
III.Exposições de Artes
Ano
22

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2023-04-01
Término

Resumo

Realizar o "ARTE EM CORES - 4ª EDIÇÃO" que consiste em uma EXPOSIÇÃO DE ARTE URBANA de artes plásticas a partir da utilização de técnicas de grafitti. A proposta é dar visibilidade aos participantes da mostra, e transformar a realidade desses artistas beneficiados. A seleção acontecerá por meio de edital, e os artistas que mais se destacarem receberão premiação. A exposição final será realizada em galeria virtual e através de painéis urbanos expostos em locais públicos, sendo um em cada estado beneficiado.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Realizar o "ARTE EM CORES - 4ª EDIÇÃO" que consiste em uma exposição de arte urbana a partir da utilização de técnicas de grafitti. A proposta é dar visibilidade aos participantes da mostra, e a partir de uma seleção transformar a realidade desses artistas beneficiados. A seleção dos artistas acontecerá por meio de edital, e os artistas que mais se destacarem receberão premiação. A exposição final será realizada em galeria virtual através de 03 painéis urbanos expostos em locais públicos, distribuidos nos pólos de realização do projeto. O projeto atenderá a finalidade do inciso V do artigo 2º do Decreto 10.755, de 2021: V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais, por meio da produção dos painéis urbanos criados e produzidos pelos artistas beneficiados pelo projeto, e expostos em espaços públicos, de modo a possibilitar a fruição de grande número de pessoas ao bem cultural resultante da ação. Além disso, no sentido de potencializar o acesso da população, as obras serão exibidas em redes sociais. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAIS - Produzir 03 painéis urbanos coletivos, sendo 02 no Maranhão e 01 no Pará. - Realizar 01 exposição dos painéis em galeria virtual das obras produzidas durante as oficinas;istribuir até 60 kits para os artistas selecionados; - Distribuir até 60 prêmios para os artistas selecionados na 1ª seletiva, e 13 prêmios para os artistas que se destacarem na 2ª seletiva. MAIS SOBRE O PROJETO As possibilidades do universo artístico _ neste caso das artes plásticas _ estarão disponíveis para jovens e adultos artistas através de uma exposição de arte urbana. A mobilização ocorrerá por meio de edital, voltado artistas residentes em cidades dos estados do Maranhão e Pará. O projeto abrirá inscrições para artistas residentes em municípios compreendidos num eixo total aproximado de 1.200 km, abrangendo os estados do PA e MA, tendo como base para produção do projeto as cidades de Imperatriz/MA, São Luis/MA e Canaã dos Carajás/PA. Após a publicação do edital, serão selecionados 60 artistas para a participação em uma galeria virtual. Entre os participantes, serão escolhidos os 13 artistas que mais se destacaram, que receberão uma premiação especial e serão convidados para a realização dos painéis urbanos. A definição das cidades que irão receber os painéis urbanos (01 Pará e 02 Maranhão) depende de um mapeamento prévio a ser realizado na fase de pré-produção do projeto. Na etapa de produção dos painéis urbanos, os artistas irão definir, coletivamente, a temática que será utilizada nas intervenções, planejar sua execução e realizar a pré-produção da obra, o que envolve a escolha de técnicas associadas ao grafitti e materiais a serem utilizados. A linguagem artística escolhida para o desenvolvimento do projeto é o grafitti, uma plataforma jovem, alegre e urbana. De origem contestadora, muitas vezes confundido com a pichação, o grafitti também se ressignificou como manifestação artística contemporânea, ganhou as ruas e outros espaços das grandes cidades e consagrou novos artistas. As técnicas de grafitti são facilmente absorvidas pelo público iniciante e permitem o desenvolvimento de um trabalho coletivo em curto espaço de tempo. Com o objetivo de envolver os artistas participantes na atmosfera da arte urbana, durante a execução dos painéis uma apresentação musical embalará os trabalhos, e uma equipe de filmagem acompanhará toda a produção para a criação de um making of de todas as etapas do painel para divulgação nas redes sociais do projeto e ampliação do acesso às técnicas e aos produtos culturais gerados. A organização vai oferecer suporte para os participantes em todas as etapas do projeto. Os inscritos receberão kits para a produção de seus trabalhos. No dia da produção do painel, os artistas terão um instrutor/mentor, água e tendas à disposição, bem como materiais e equipamentos apropriados. Como resultado, o projeto quer proporcionar à juventude novas perspectivas através desta experiência única que combina o elemento artístico à construção coletiva. Entre as implicações deste encontro destacam-se a troca de informações e experiências, o respeito à diversidade, o trabalho em equipe, a empatia e o reconhecimento ao esforço alheio. A inserção da juventude local no universo das artes incentivará a formulação de manifestações que valorizem a cultura local daquela comunidade. Colorir a cidade renova o olhar, rejuvenesce a estética. E pode, também, significar a oportunidade de imprimir cores que resgatem valores da ancestralidade, de tradições coletivas apagadas pelo tempo, que poderão ressurgir numa parede, num muro ou num viaduto. Expressões que podem aflorar o imaginário coletivo submerso e se transformar em base para a construção de um inventário do patrimônio imaterial dessas regiões. Um colorido especial de pertencimento e identidade.

Justificativa

O projeto ARTE EM CORES - 4ª EDIÇÃO, consiste na realização de exposição urbanas de artes visuais, para valorização do grafite. O proponente acredita no caráter transformador do projeto ARTE EM CORES e no efeito multiplicador de suas ações. Os resultados obtidos nas primeiras edições comprovam que essa natureza de projeto, que visa, principalmente, revelar e valorizar os novos artistas das localidades, são essenciais para fomentar a continuidade das produções artísticas. Porém, para execução adequada de suas atividades, o projeto precisa contar com fontes de recursos incentivados, pois envolve a contratação de serviços especializados e de infraestrutura logística, materiais para a confecção das obras, premiação, dentre outras necessidades inerentes às ações propostas, tais como oficinas, execução das obras de arte e montagem da exposição. Definido como projeto -singular, conforme art. 6º da IN 01 nº 1, de 4 de fevereiro de 2022, por ser um projeto que resultará em uma exposição, o mesmo se enquadra na área de artes visuais, segmento exposição de artes visuais, conforme o art. 1º, da Lei nº8.313, de 23 de dezembro de 1991, e tem por finalidade: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. E os meios utilizados para o cumprimento destas finalidades expressas no art. 1º atenderão aos seguintes objetivos, conforme art. 3º da Lei nº 8.313: - incentivo à formação artística e cultural; - fomento à produção cultural e artística; - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais. Em suas primeiras edições o projeto ARTE EM CORES obteve resultados muito positivos, onde foi possível observar um ótimo engajamento do público, da mídia espontânea e dos artistas atuantes nos municípios beneficiados. Por esse motivo, o proponente encontra um ótimo ambiente para continuidade das ações, onde será possível dar oportunidade a novos talentos, compartilhar conhecimentos e promover a arte. A arte transforma e ressignifica. Aperfeiçoa os sentidos do ser humano. Seus múltiplos efeitos podem transformar a vida de pessoas e de comunidades inteiras. Podem redesenhar o semblante de uma cidade. A arte tem o poder da inclusão social, de desenvolver habilidades e talentos. A arte pode, simplesmente, ser apreciada. Pensando nestas premissas, a prática artística escolhida como condutora do projeto Arte em Cores foi o grafitti, uma das linguagens mais populares da denominada arte urbana, uma arte contemporânea, de cunho popular, produzida intencionalmente para interferir em espaços externos da cidade, sobre o mobiliário urbano. A arte urbana reúne outras expressões artísticas difundidas nas ruas, como estêncil, colagem, teatro, dança e música, entre outras. Hoje o grafitti brasileiro é reconhecido internacionalmente como uma expressão de particular qualidade. Ele tem características próprias, como a valorização da identidade nacional no trabalho de diversos artistas como Derlon, Criola, Nunca, Os Gêmeos e Highraff, entre outros, que resgatam tradições regionais, como a literatura de cordel, lendas e folclores, as origens étnicas do povo brasileiro e o sincretismo religioso, tão característico do país. Cidade, poesia e identidade Atualmente, multiplicam-se as iniciativas que colorem espaços públicos e privados das ruas das cidades brasileiras. Isto acontece pelo impacto do grafitti na paisagem urbana. Ele transforma o olhar urbano, modifica tudo o que está ao redor do painel ou do mural. Induz o apreciador a percorrer o olhar por locais que nunca foram vistos. A transformação da cidade é outra premissa do projeto Arte em Cores. Entende-se que a arte pode inspirar as pessoas a refletir sobre novas soluções para questões coletivas, debater abordagens surpreendentes e a vislumbrar futuros possíveis. A arte pode atuar com enorme relevância na transformação urbana. O projeto Arte em Cores acredita que as oficinas vão contribuir para essa transformação, independente das características próprias de cada cidade atendida. Alguns núcleos urbanos são mais densamente povoados, outros não. Algumas cidades são mais jovens, outras mais antigas. Algumas refletem a presença de imigrantes em sua arquitetura e planejamento urbano. Outras se mantêm ligadas às suas origens locais e únicas, com antigas referências indígenas e caboclas. Estampar as cidades renova a paisagem urbana, apresenta novas perspectivas estéticas para o olhar, provoca a redescoberta do imaginário coletivo e sugere novas reflexões sobre o passado e o presente das comunidades. Através da arte, o projeto Arte em Cores quer contribuir para inspirar vidas.

Estratégia de execução

PASSAGENS AÉREAS para Equipe Principal do projeto: Trechos BH/Imperatriz/BH e BH/Canaã dos Carajás/BH

Acessibilidade

Exposição de Artes Visuais: Acessibilidade física: Os espaços definidos para a produção dos painéis serão escolhidos pensando na acessibilidade física; Deficientes auditivos: Libras no filme de making of do projeto disponibilizado na galeria virtual. Rubrica: Intérprete de libras (por cidade) Deficiente visual: Audiodescrição no filme de making of do projeto disponibilizado na galeria virtual. Rubrica: Narrador de audiodescrição (por cidade) Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que geram limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Monitor (por cidade, mediante demanda) Rubrica: Monitor

Democratização do acesso

Todas as ações previstas no projeto serão gratuitas, com ampla divulgação, e realizadas em locais de fácil acesso. Serão desenvolvidas as seguintes medidas de ampliação do acesso, conforme Art. 24, da IN 01/2022: - As 60 obras produzidas disponíveis para acesso irrestrito através de exposição em uma galeria virtual nas redes sociais do projeto (Art.24, II). - A confecção dos painéis urbanos pelos artistas será filmada e resultará em um produto audiovisual a ser disponibilizado nas redes sociais do projeto com recursos de acessibilidade (Art. 24, II). De acordo com o Art. 23 da IN 1/2022, o público previsto consta do Plano de Distribuição: Exposição de Artes Visuais: 7.725 (2.575 por cidade) TOTAL: 7.725

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA ATELIÊ 22 ARTE E CULTURA - Proponente responsável pela gestão financeira e de metas do projeto. Gilberto Scarpa (representante legal Ateliê 22) – Coordenador Geral, Coordenador Financeiro e Captador de Recursos André Amparo – Coordenação Artística Fernando dos Santos (FHERO) - Curadoria Edson Filho - Produtor Executivo ATELIÊ 22 ARTE E CULTURA (Proponente) Criado em 2008, pelo diretor Gilberto Scarpa, em Belo Horizonte, o Ateliê 22 Arte e Cultura é uma empresa de produção e gestão cultural, que se dedica à promoção dos direitos culturais, à educação e à fruição artística. Possui equipe qualificada e presta serviços em planejamento, pesquisa, promoção, articulação, políticas institucionais e consultoria. Atua em todo o Brasil nos mais diversos campos da cultura e da arte como o teatro, a dança, as artes plásticas, a literatura, as artes urbanas, com especial ênfase na produção e na formação audiovisual. Gilberto Scarpa (Representante legal Ateliê 22) Funções: Curador, Coordenador Geral, Coordenador Financeiro e Captador de Recursos Atua no mercado audiovisual desde 1998 como diretor, roteirista e produtor. Artista plástico formado pela Universidade Estadual de Minas Gerais / Escola Guignard, estreou nas salas de cinema em 2008 com o média-metragem OS FILMES QUE NÃO FIZ, que recebeu mais de 40 prêmios em festivais do Brasil e no exterior. É idealizador e coordenador de diversos projetos culturais tais como Cultura na Praça, Arte em Cores, Movimenta Pebas. EXPERIÊNCIA COMO CINEASTA Em 2009, dirigiu e produziu o média O FILME MAIS VIOLENTO DO MUNDO que, dentre outros prêmios, recebeu o de melhor direção no 33º Guarnicê. Co-produziu o média-metragem BALA NA CABEÇA, de Cristiano Abud, que participou da mostra competitiva do Festival de Havana. Em 2010, realizou o curta UM U.R.S.O NA MINHA RUA, foi finalista do ART.MOV. Apresentou, dirigiu e co-produziu duas temporadas do programa GENIAL!! (2010/2011) para o Canal Brasil e produziu e dirigiu o documentário de 52 minutos, O PODER E O BANG-BANG, para TV CULTURA, em 2011. Co-produziu o documentário SILÊNCIO 63, de Fábio Nascimento, sobre o violento embate entre grevistas da Usiminas e o exército brasileiro. EXPERIÊNCIA COMO PRODUTOR E GESTOR CULTURAL Alguns projetos: Arte em Cores: Projeto de arte urbana que está em sua segunda edição, é realizado em 15 municípios do Pará e do Maranhão. Transforma a paisagem das cidades realizando mais de 50 painéis e murais artísticos. Movimenta Pebas: Em sua segunda edição, o projeto é dedicado à valorização da cultura e dos artistas da cidade de Parauapebas, oferece atividades de formação e fruição em artes plásticas, teatro, dança, audiovisual e música. Cultura na Praça: Festival itinerante de cinema, oferece formação prática em audiovisual por meio de oficinas a jovens de 13 a 19 anos. Atua em diversos estados brasileiros como Pará, Maranhão, Minas Gerais e Espírito Santo Série Didática: Documentário audiovisual em formato de minissérie. Ela será composta por 04 (quatro) episódios que terão como foco a introdução ao mundo das orquestras sinfônicas, seus instrumentos e seu repertório. Pare e Siga: Filme sobre o amor, um roadmovie para um casal de atores negros, com participação de Adyr Assumpção e Zora Santos. BH 150: O projeto tem por finalidade a produção de um documentário de longa-metragem que aborde o olhar sobre a cidade de Belo Horizonte de hoje, com 120 anos, e de 2047, quando completará 150 anos. Serão ouvidos artistas, cientistas, cidadãos comuns, políticos, líderes religiosos, arquitetos, crianças e adultos, abordando todos os temas pertinentes às áreas específicas de cada entrevistado, formando assim uma rede de ideias e percepções sobre a realidade atual e os desejos e projeções futuras. ANDRÉ AMPARO Função: Coordenação Artística Formação profissional Graduado em Comunicação Social pela UFMG. Pós-graduado em UX Design (Processos de Experiência do Usuário) pela PUC-MG. Cursos de especialização na Holanda (Cinema Digital – Rotterdam International Film Festival), França (Multiskilling e Audiovisual – Institut National de l'audiovisuel, Paris) e Estados Unidos (Automação e sistemas de arte regenerativa – Harvestworks, NY). Cursos de especialização na Escola de Belas Artes (UFMG) e Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFMG. Experiência profissional Atua na área artística há 30 anos com trabalhos desenvolvidos no Brasil e exterior, possui ampla experiência em concepção, planejamento, coordenação, gestão e implementação de projetos culturais que abrangem o audiovisual, a arte experimental e também intervenções urbanas ligadas às tecnologias contemporâneas. Filmes documentários, curtas-metragens, trabalhos em videoarte, performances com som e imagem ao vivo e videoinstalações foram apresentados em mais de 40 países em centros culturais como o Palais de Tokyo (Paris), Museu de Artes de Niigata (Japão), MoMA (Nova Iorque), Centro Georges Pompidou (Paris), ItauCultural SP, Festival Internacional Videobrasil (SP), Oi Futuro (RJ/BH), Palácio das Artes (BH), Videoformes Clermont Ferrand (França), Overtoom (Amsterdam, Holanda), Instituto Artes Alameda (Cidade do México), Bauhaus (Alemanha – obras no acervo permanente). Diretor, roteirista e produtor vídeo instalações, transmissões ao vivo, ambientação audiovisual para museus, teatro, shows musicais e eventos de grande porte. Trabalhos exibidos em rede internacional pelos canais CNN, HBO, HBO Max, Al Jazeera e Bloomberg Television. Plataformas HBOGo e Dekkoo. Trabalhos audiovisuais com veiculação nacional pela TV Cultura, Canal Futura, Rede Globo, Canal Brasil, MTV Brasil, Rede Minas, TV Brasil, dentre outros. Trabalhos MAIS RECENTES: 2018 / 2019 – Série documental BABEL SP (7 episódios / 60 minutos cada) apresentando o universo da Ocupação Leila Khaled, prédio da cidade de São Paulo em que convivem brasileiros sem teto e refugiados palestinos de origem síria. HBO Latinoamerica / Filmegraph (São Paulo / Belo Horizonte). Criação, roteiro e direção. Exibições nos canais Max, HBO Signature e plataforma HBO Go para mais de 70 países. Estreia: agosto de 2019. 2018 / 2019 – Série de ficção SOU AMOR (13 episódios / 26 minutos cada) tendo como proposta a desmistificação de questões de gênero, relacionamento e sexualidade do público jovem. Projeto vencedor do Edital Prodav – TVs Públicas - Região Sudeste – 11/2015. FERNANDO DOS SANTOS (FHERO) Função: Curador Fernando dos Santos, FHERO, nasceu em São Paulo em 1984. Deu início a sua carreira no graffiti em 1997. E desde sempre as letras estiveram recentes em suas criações, por influência das tags – tipografia originária do graffiti. Além disso FHERO usa imagens para compor seus trabalhos junto com as letras dando unidade a sua produção. Tudo isso mesclado com uma paleta de cores fortes e contrastantes! Para o artista o graffiti é o meio mais certo de chegar até as pessoas com quem ele gostaria de conversar. Seus trabalhos buscam dialogar com o cotidiano das pessoas. Para isso sempre que pode busca pintar em locais mais afastados dentro da cidade, nas periferias ou em lugares que são negligenciados. Tem em seu currículo exposições solos e exposições coletivas. FHERO faz parte de um dos grupos mais influentes do cenário nacional e internacional de graffiti, a“PDF CREW” e com ela tem murais e exposições espalhadas pelo Brasil. Participou de eventos de graffiti no Chile e na Colômbia. E no início de 2019 pintou a fachada de um shopping popular do centro de Belo Horizonte, o Xavantes, totalizando 1200 metros quadrado de pintura.Atualmente o artista reside em Belo Horizonte – Minas Gerais; divide seu tempo entre produzir, ministrar workshops e oficinas. EDSON FILHO Função: Produtor Executivo Mestre em Ciências Sociais (ênfase em Sociologia Econômica) pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, especializado em Políticas Públicas e Inovação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e em Visão Holística pela Universidade Holística do Brasil, e graduado em Administração pela Universidade Estácio de Sá. Possui experiências focadas na Gestão de Projetos e Novos Negócios e no Desenvolvimento Estratégico e Sustentável das Organizações, com emprego de planejamento, organização e orientação para inovação; de visão crítica e sistêmica dos processos; e valorização e aplicação estratégica dos recursos (humanos), para organizações públicas e privadas de médio e grande porte. Vivas Cultura e Esporte, Aventura Teatros (Teatro Riachuelo Rio e Teatro Prudential), Experience Rio Carnival (Marquês de Sapucaí/Carnaval Rio), Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, NV Consultoria em Planejamento e Recursos Humanos, Volkswagen Caminhões e Ônibus, Michelin e Alcoa compõem o conjunto de organizações para as quais já atuou em sólidos serviços. Inclui-se ainda, Universidade Estácio de Sá e Centro Universitário Geraldo Di Biase, por onde lecionou nos cursos de graduação e pós graduação.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2024-08-31
Locais de realização (3)
Imperatriz MaranhãoSão Luís MaranhãoCanaã dos Carajás Pará