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O projeto prevê a produção de filme média-metragem em linguagem documental, em formato Full HD, com duração de 40 minutos, sobre a criação e circulação de espetáculo, também considerado neste projeto. O trabalho também promoverá oficinas expressivas de dança, teatro e educação física.
O processo de criação e circulação de um espetáculo criado por velhos, novos velhos corpos, quebrando por onde passa a visão daqueles que acreditam que um corpo com longevidade não movimenta mais. Esse documentário pretende aproximar o outro lado da moeda, aquele onde estes corpos dançam, brincam, movimentam, e levam os outros a esse mesmo lugar. A partir de uma circulação pelos estados do RS, SP e MG, o grupo levará a sua visão da velhice, além de promover oficinas e formações que somem e promovam a movimentação dos NOVOS VELHOS CORPOS além daqueles que por algum motivo estão enfrentando alguma mobilidade física. Classificação etária indicativa: livre
Objetivo Geral Realizar a gravação de um documentário média metragem, contendo o processo da montagem e circulação do espetáculo Novos Velhos Corpos, visando a promoção e o diálogo do corpo velho na dança e suas potencialidades expressivas. O projeto prevê também oferecer oficinas de dança em locais que promovam a saúde do idoso e de pessoas com pouca mobilidade, bem como oficinas de capacitação em dança, teatro e educação física para estudantes de universidades públicas, visando também o trabalho com arte e saúde para o público idoso e/ou com pouca mobilidade física. Visando atender ao Art 02 do Decreto 10.755, de 2021, o projeto contempla: V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; uma vez que produz um documentário e um espetáculo de dança de forma gratuita ao público. Objetivos Específicos - Gravar 1 (um) documentário media metragem, intitulado "Novos Velhos Corpos" registrando a experiência artística do grupo durante o período de criação e circulação de um espetáculo; - Criar 1 (um) espetáculo de dança, composta por bailarinos acima de 50 anos, realizando 09 apresentações, sendo 03 apresentações em Porto Alegre (RS), 03 em São Paulo (SP) e 03 em Belo Horizonte (MG), com entrada gratuita, alcançando aproximadamente um público total de 1.000 (mil) pessoas; - Promover 3 oficinas de capacitação em dança em dança, teatro, educação física e áreas afins, visando a formação de alunos para o trabalho de arte e movimento com idosos pelo período de 5 meses, nas cidades de Porto Alegre (RS), São Paulo (SP) e Belo Horizonte (MG).
Muitas pessoas idosas se questionam se dançar é algo que conseguiriam realizar, já que sentem que perderam toda possibilidade de expressão e movimento do corpo com o passar do tempo. Muitos perguntam: Na minha idade, será que eu posso? Será que eu vou conseguir? Muitos não sabem que a dança é capaz de produzir transformações a qualquer época da velhice, e que ela estimula as potencialidades do corpo que todas as pessoas têm. Wanda Pereira Patrocinio _ gerontologista Na sociedade contemporânea o envelhecimento é na maioria das vezes tratado com discriminação e preconceito, na qual a ideia de envelhecer é pulverizada pelas características de um corpo inútil, rígido, frágil, e sem vida. Esta pulverização das características do corpo velho, faz com que idosos não se permitam a vivenciar sua velhice de forma plena, expressiva e prazerosa. Em geral, os idosos, demonstram ter vergonha de seu corpo e timidez para colocá-lo em movimento; muitos chegam à dança após um longo caminho de esquecimento e desencontros com seu próprio corpo, com uma história de sedentarismo, com posturas que os distanciam cada vez mais da flexibilidade natural, com tensões psíquicas, preconceitos e medos enormes de se mostrar. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), se prevê no Brasil uma estimativa de chegar até 2050 a 65 milhões de pessoas com 60 anos ou mais de idade, ou seja, cerca de 30% do total de brasileiros, um índice três vezes maior que a proporção de idosos de quatro décadas passadas. Caminhamos a passos largos para a velhice, contudo, para uma velhice que seja longínqua e viva. O debate em torno da velhice vem ganhando espaços, e em tempos de pandemia, esse grupo geracional foi um dos mais afetados, principalmente no fator mobilidade. Neste sentido, partimos da seguinte questão: A velhice, muitas vezes associada a valores negativos, pode fornecer material artístico de modo a arejar estereótipos? Acreditamos que sim, as artes do movimento podem oferecer perspectivas poéticas de modo a desestabilizar rótulos geracionais negativos. Ao pensarmos a construção cultural do corpo velho, a noção arcaica sobre a ideia de velhice sofreu profundas mudanças sociais e políticas nos últimos anos, e é a partir dessas mudanças que pensamos este novo corpo velho, dotado de potencialidades e possibilidades expressivas. A partir de criações artísticas e oficinas de artes envolvendo idosos, acreditamos que podemos encontrar qualidade de vida, bem-estar, novas socializações e desejos. O projeto DANÇA, LONGEVIDADE E BEM-ESTAR buscará abordar a temática do corpo velho em uma nova perspectiva, a da que todo corpo é dançante e detentor do movimento. Para isso pretende-se registrar através da produção de um filme documentário, o processo criativo e a circulação do espetáculo Novos Velhos Corpos, dançado por bailarinos velhos e de trajetórias significativas na cena cultural da dança. A proposta é que através da gravação do vídeo documentário, possamos expandir o acesso à conteúdos de criação e formação em dança para idosos, como forma de fruição de bens culturais para este público. O documentário é importante não só por contar episódios emocionantes, curiosos e bastante pessoais das vidas dos participantes, mas principalmente por resgatar para o público uma parte de suas próprias histórias, obtendo um retrato multicolorido e plural da sociedade. Serão gravados takes percorrendo o corpo velho em movimento e em atividade através de oficinas de expressão em dança. O propósito é conseguir com que o espectador idoso se sinta imerso e convidativo a se movimentar através dos estímulos, depoimentos e performances dos participantes com mais de 50 anos. Assim, a relevância deste projeto para a sociedade se dá principalmente pelo foco de ação: quebrar os paradigmas sobre o corpo velho, dito como um corpo sem vida, buscando-se dar protagonismo e promover às potencialidades do corpo do idoso enquanto corpo criativo, dançante e vivo. O documentário tem como narrativa a idade, a longevidade e vulnerabilidade na dança contemporânea. Buscamos responder, através do registro de crianção e circulação de um espetáculo, às seguintes questões: Com qual idade nos tornamos velhos para dançar? Como incorporamos o tempo? Como integramos o desgaste e a fragilidade a nossas danças? O projeto prevê ainda, a realização de oficinas de capacitação em dança, teatro e educação física para alunos da graduação visando a formação em arte e saúde para o público idoso. Após a formação, o projeto beneficiará gratuitamente, através dos próprios estudantes capacitados, pessoas com mais de 50 anos com oficinas de expressividade em dança e cuidados com a saúde do corpo, durante o período de cinco meses, promovendo a autoestima através do movimento, facilitando a integração e fortalecimento das amizades e convívio social, com superação dos limites físicos, diminuindo assim as angústias e incertezas que cercam este grupo durante a vida cotidiana. As oficinas serão conduzidas pelos artistas do espetáculo e estudantes da graduação, e serão realizadas em locais que promovam a saúde do idoso e de pessoas com pouca mobilidade. O trabalho em locais de acolhimento visa democratizar o acesso desses corpos ditos como velhos aos benefícios proporcionados pela dança tanto no fator saúde (coordenação motora, estímulo à memória, equilíbrio, agilidade e bem como no fator da expressividade criativa, bem-estar e lúdica dos corpos. A oficina de dança visa incentivar e estimular para que os idosos voltem se exercitem por meio de atividades expressivas que geram prazer, mantendo-o ativo e devolvendo a resistência para várias tarefas do dia a dia. A fim de divulgar nestes locais as potencialidades dos corpos velhos dançantes, como um convite ao movimento do corpo pulsante, vibrante e criador, o resultado destas oficinas poderá ser assistido no vídeo documentário e em em locais de acolhimento através de vídeos projeções que contará com fragmentos do documentário criado. Buscando alinhar o projeto aos preceitos que regem a Lei 8.313/91, acreditamos que o projeto enquadra-se no inciso I do Art.1º, que versa sobre: contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. Da mesma forma, acreditamos que o projeto tem como finalidade o fomento à produção cultural e artística, mediante a realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; de acordo com o Art.3º inciso II alínea c. Contudo, não temos disponíveis recursos financeiros para arcar com os custos gerados por esse projeto. Por seu grau de importância, e pelo fato de o mesmo estar de acordo com o estabelecido pela lei nº 8.313, acreditamos que a aprovação dessa proposta seja pertinente e fundamental para a realização do trabalho, através da captação de recursos disponibilizados por possíveis patrocinadores. Novos Velhos Corpos exigirá da equipe envolvida nesta iniciativa um trabalho igualmente sensível e transformador.
PassagensPor se tratar de um documentário que reflete a criação e circulação de um espetáculo, é necessário que a equipe principal do projeto esteja junta em ambas as cidades. A equipe reflete as funções necessárias para a execução do documentário, do espetáculo e/ou das oficinas a serem realizadas em cada local, não podendo que sejam substituidos os integrantes por profissionais locais. Alex Sernambi – Diretor Audiovisual (Vídeo e Fotografia) Suzi Weber - Concepção e Direção Lisandro Belotto - Assistente de direção e Video Mapping Cláudia Sachs – Assistente de Direção Eduardo Severino – Coreografia e atuação Eva Schul – Coreografia e atuação Monica Dantas – Coreografia e atuação Robson Lima Duarte – Coreografia e atuação Aline Haas – Coordenação de Oficinas de dança Jana Castoldi - Vídeo Mapping Carol Zimmer - Iluminação Nenem Menezes – Trilha Sonora Flavinha Aguiar – FigurinaçãoÉlcio Rossini – Cenografista Prezado analista, Ao tentar cadastrar o projeto em tipicidade normal, como proposta audiovisual, houve impedimento do sistema para seu envio, informando que o limite para projetos para esta tipicidade era de R$ 500.000,00. Conforme IN, o valor para médias-metragem é de R$ 600.000,00. Para poder realizar o envio da proposta, no entanto, foi informado que o projeto é de tipicidade específica, direcionado à Educativos em geral e Ações de Capacitação Cultural, fato que não deixa de ser verídico, uma vez que o projeto também possui ações de capacitação em sua execução. Foi enviada solicitação através do sistema explicando o assunto, e o retorno dado sobre o assunto pelo COAPI/SNAv através de solicitação foi que deveríamos enviar email ao salic@turismo.gov.br, reportando o caso. Feito isso por email, ainda não recebemos retorno sobre o caso. Por isso, peço auxílio para que a proposta possa ser analisada de acordo, dentro da comissão audiovisual. Obrigada!
DOCUMENTÁRIO Objetivo: Apresentar o processo de criação e circulação do espetáculo Novos Velhos Corpos, discutindo, entre outros temas, as possibilidades do corpo com lengevidade. Além disso, mostrar as oficinas e processos realizados para a entrega desse projeto. Temas a serem abordados: Dança, corpo, idoso, mobilidade, movimento. Público Alvo: idosos, pessoas com mobilidade reduzida, universidades com cursos voltados para o estudo do corpo e população em geral. Carga horária: 40 min. Equipamentos, insumos e recursos humanos e materiais que serão utilizados: cinco bailarinos que irão se apresentar e ser o objeto de gravação da obra, hospitais e pessoas acima de 50 anos que receberão a formação e serão também fonte de inspiração para a obra, estudantes de graduação que ministrarão as atividades nos hospitais, um profissional de vídeo que fará toda a captação de imagem e som juntamente com um profissional assistente, editará a obra e fará a distribuição em canais virtuais. ESPETÁCULO O espetáculo NOVOS VELHOS CORPOS é composto por 4 cenas intercaladas por 5 solos. As cenas são: a maca, a mesa, o muro e a celebração dos corpos. O objeto de cena principal é uma maca que se transforma em mesa e em muro. As técnicas utilizadas são composição coreográfica ancorada na dança contemporânea e improvisações estruturadas. A trilha será especialmente composta por Nenem Menezes. Estão previstas projeções em vídeo durante o espetáculo. Duração prevista: 50 min. Equipamentos, insumos e recursos humanos e materiais que serão utilizados: cinco bailarinos, um cenógrafo, uma iluminadora, um sonoplasta, dois assistentes de direção, uma costureira, material para a criação de figurinos, material para a criação de cenários, uma profissional de vídeo, projetor, computador, sala de ensaios, sala de espetáculos. OFICINAS Objetivo: oficinas de criação em dança para idosos e pessoas com pouca mobilidade, a fim de proporcionar bem-estar e saúde através da dança Temas a serem abordados: exercícios que promovam a consciência corporal, percepção motora e espacial, estímulo à memória, equilíbrio, agilidade e propriocepção. Público Alvo: idosos, pessoas com mobilidade reduzida.Carga horária: 40 min por oficina. OFICINA DE DANÇA COM ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS TEMA:Capacitar estudantes para trabalharem atividades de dança com pessoas acima de 50 anos ou com mobilidade reduzida. NATUREZA: Oficina Objetivos formativos: Desenvolver em estudantes de dança, educação física e demais áreas de estudos relacionadas ao corpo, capacitação para realização das oficinas direcionadas ao público de idosos, pessoas com mobilidade reduzida. Temas a serem abordados: Dança, corpo, idoso, mobilidade, movimento. MÉTODO DE ABORDAGEM/METODOLOGIA: Aulas práticas, exercícios de criação em grupo, exercícios de criação individuais, aulas expositivas, vídeos instrucionais. Público Alvo: estudantes de dança, educação física e demais áreas de estudos relacionadas ao corpo Quantidade esperada de participantes: 20. Tipo e quantidade de profissionais envolvidos: Duas professoras de dança. Materiais utilizados: Sala com espelho, caixa de som, bolinhas. Critérios e meio de avaliação das atividades dos participantes: As professoras avaliarão o desempenho dos alunos no momento das intervenções nos locais de acolhimento, quando os alunos colocarão em prática o que aprenderam. Instrumento de comprovação de presença: folha de chamada. Carga horária: 15h
DOCUMENTÁRIO Acessibilidade para pessoas com deficiência física: O espaço previsto para a realização das atividades do projeto deverá ser dotado com rampas, banheiros adaptados, elevadores, e estacionamento com reserva de vagas para pessoas idosas, gestantes ou com deficiência. O resultado final, uma vez que pode ser assistido diretamente das próprias casas das pessoas, não prevê necessidade de acessibilidade física. Acessibilidade para pessoas com deficiências visuais: O vídeo documentário Novos Velhos Corpos contará com o recurso de Audiodescrição. Item da planilha orçamentária: 34 Acessibilidade para pessoas com deficiências auditivas: O vídeo documentário contará com o recurso de libras e de Legenda para surdos e ensurdecidos (LSE).Item da planilha orçamentária: 32, 33 ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Por se tratar de conteúdo online, não se faz necessária a previsão de acessibilidade nesse sentido, uma vez que as pessoas poderão acessar o conteúdo diretamente de suas casas. ESPETÁCULO Acessibilidade para pessoas com deficiência física: O espaço previsto para a realização das atividades do projeto deverá ser dotado com rampas, banheiros adaptados, elevadores, e estacionamento com reserva de vagas para pessoas idosas, gestantes ou com deficiência. Acessibilidade para pessoas com deficiências visuais: Caso haja alguma pessoa cega ou com visão reduzida presente nos espetáculos, será oferecido o recurso de audiodescrição, facilitando assim sua participação na atividade. Item da planilha orçamentária: 37, 47, 69 Acessibilidade para pessoas com deficiências auditivas: Será contratado um profissional de libras para fazer a tradução do espetáculo. Item da planilha orçamentária: 39, 58, 71 ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Caso necessário, será oferecido profissional monitor para acompanhamento das atividades e adaptação da linguagem para as pessoas, conforme necessidade. Item da planilha orçamentária: 40, 61, 72 OFICINASAcessibilidade para pessoas com deficiência física: O espaço previsto para a realização das atividades do projeto deverá ser dotado com rampas, banheiros adaptados, elevadores, e estacionamento com reserva de vagas para pessoas idosas, gestantes ou com deficiência. Acessibilidade para pessoas com deficiências visuais: Não é necessário prever acessibilidade neste caso, pois todo o conteúdo será transmitido de forma sensível através da fala e do toque. Acessibilidade para pessoas com deficiências auditivas:Durante toda a realização da atividade, caso haja algum participante surdo ou com audição reduzida, será contratado um profissional de libras para fazer a tradução dos conteúdos desenvolvidos. Item da planilha orçamentária: 5 ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Caso necessário, será oferecido profissional monitor para acompanhamento das atividades e adaptação da linguagem para as pessoas, conforme necessidade. Item da planilha orçamentária: 2, 6, 10
As ações do projeto se dão de forma inteiramente gratuita ao público, dessa forma, pode-se dizer que, visando atender as medidas de democratização de acesso disposto no Art. 23 da IN 01/2022, o projeto contempla: a) no mínimo de vinte por cento para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística, sendo o proponente responsável pela disponibilização do transporte e em toda distribuição gratuita de ingresso na bilheteria deverá divulgar dia e hora marcados; Ainda, conforme previsto no parágrafo II do Art. 24 da IN 01/2022, o projeto prevê: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; Por último, em relação ao art. 25 da IN 01/2022, não se faz necessária a previsão de atividade secundária, uma vez que o projeto se dá de forma totalmente gratuita para os beneficiários.
FERNANDO KEIBER – Proponente, gestor administrativo e coordenador geral, bem como gestor do processo decisório, incluindo atividade técnico-financeira Proprietário da Gaia Cultura & Arte, é produtor cultural, professor e músico, formado em música pela Universidade Federal de Pelotas (UFPEL - 1992); Leitura e Transposição e Harmonia e Improvisação no Conservatório de Música de Pelotas. Atuou como coordenador do Setor de Tomada de Contas da Lei de Incentivo à Cultura - SEDAC/RS (2005 a 2009). Atualmente é conselheiro fiscal da Associação dos Produtores Culturais do Estado do Rio Grande do Sul – APCERGS, coordenador do Musicanto, presidente do Conselho Municipal de Política Cultural de Santa Rosa, gestão 2020/2022, presidente da Comissão Municipal e Incentivo à Cultura – CMIC de Santa Rosa/RS e gestor administrativo e financeiro da Organização da Sociedade Civil Sempre-Viva. Alex Sernambi – Diretor Audiovisual (Vídeo e Fotografia) Alex Sernambi nasceu em Belém-PA, viveu no Rio de Janeiro, São Paulo e atualmente mora em Porto Alegre. Estudou pintura na Escola de BellasArtes da UFRJ e litogravura na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Em 1981 iniciou no cinema como assistente de direção no longa metragem“O Mágico e o Delegado” de Fernando Cony Campos. Alex Sernambi é diretor de fotografia de cinema, televisão e publicidade desde 1984, fez filmes como“O Homem que Copiava” e“Houve uma vez dois verões” de Jorge Furtado. Para a televisão fotografou os programas como “Comédia da vida privada”,“Brava Gente Brasileira”, “História do Amor”, “Doce de mãe” da Rede Globo. Premiado em diversos festivais de cinema como diretor de fotografia, roteirista e montador. Em 2019 começo a trabalhar com vídeo dança. New Old Bodies: I am/we are, Macho homem frágil com Eduardo Severino e concepção de Eva Schul, o doc sobre a residência online. Levanta sacode a poeira dá a volta por cima e Amo, vídeo dança em parceria com Mônica Dantas. Suzi Weber - Concepção e Direção Formada em danças moderna e contemporânea com Cecy Franck, Daggi Donrnelles, Eva Schul, traz no currículo inúmeras imersões em Contato Improvisação e técnicas somáticas, com destaque à experiência com Sylvie Fortin (Canadá), e trabalhos com coreógrafos de renome, entre eles: Andréia Druck, Cecy Frank, Daggi Dornelles e Eva Schul. Nos anos 1980, participou do grupo de dança Choreo, dirigido por Cecy Frank, e do coletivo de bailarinas e músicos Haikai Dança & Performance, e, entre 2002 e 2004, do coletivo Artéria. Como coreógrafa, destaque para Ópera Dido e Enéas, com direção do maestro Tiago Flores, e o filme Vênus, de Cássio Topolar. Atuou como assistente de direção do espetáculo “Dar Carne a Memória II” (2010), com direção de Mônica Dantas e Eva Schul. Difusora e bailarina de festivais de Contato Improvisação no Brasil e exterior, estudou com Andrew Harwood, Nancy Stark Smith e Ray Chang, entre outros. Em 2013 e 2016, chamou a atenção na intervenção urbana intitulada Cidade Proibida, de Patrícia Fagundes. Durante a pandemia participou como bailarina convidada do Projeto Levanta, Sacode a poeira (Lei 14.017/2020 - LAB), com direção de Eva Schul, como bailarina-pesquisadora convidada. Tem graduação em Teatro e Mestrado em Ciências do Movimento Humano, PhD em Estudos e Práticas das Artes pela Université du Quebéc à Montréal (2010). Professora e pesquisadora da UFRGS, no Departamento de Teatro e no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas. Realizou estágio de pós-doutorado no Centre for Dance Research/Coventry University (Reino Unido) e tem publicado os processos e resultados de suas pesquisas em eventos e periódicos nacionais e internacionais. Desenvolve projetos que envolvem dança, arquivos digitais e longevidade nas artes cênicas. Lisandro Belotto - Assistente de direção e Video Mapping É Bacharel em Interpretação Teatral e Mestre em Teatro pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da UFRGS, onde investigou o diálogo do ator contemporâneo com as tecnologias da imagem e do som. É PhD em Artes Cênicas também pelo PPGAC/UFRGS, realizando Doutorado Sanduíche na Université Libre de Bruxelles (Bélgica) onde pesquisou e participou de cursos de treinamento para o ator com encenadores europeus renomados como Jean Fabre e Stefan Kaegi. É professor e pesquisador no Centro de Artes e Letras da UFSM, e desenvolve pesquisas na área de Processos de Criação e de Direção. No ano de 2013 dirigiu os espetáculos de Artes Integradas Miragem e Polaróides Made in Dança, ambos financiamentos pelo FUMPROARTE/PMPA. Em 2011 dirigiu o espetáculo VÃO, ganhador do prêmio “Mais Teatro Revelação” da Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre. Recentemente Lisandro dirigiu o Espetáculo Performativo Argonautas (2018). Como ator, faz parte da renomada Cia Rústica de Teatro de Porto Alegre desde sua fundação no ano de 2013, onde integrou o elenco de Cidade Proibida (2013), Natalício Cavalo(2013), Clube do Fracasso(2010), Desvios em Trânsito(2010), A Megera Domada(2008), Sonho de Uma Noite de Verão(2006) e Macbeth(2003). Foi membro fundador de outra importante Cia de teatro no ano de 2005, a Cia Espaço em Branco e, durante 10 anos, participou de montagens como Extinção(2005), Andy e Edie(2006), Teresa e o Áquario(2009), com direção de João De Ricardo, e Em Trânsito(2009) com direção de Sissi Venturin. No início dos anos 2000, junto ao diretor Décio Antunes do Grupo Jogo de Cena atuou nos espetáculos As Núpcias de Teodora e A Ronda do Lobo. Cláudia Sachs – Assistente de Direção Professora Adjunto A de práticas corporais no Departamento de Arte Dramática da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Cursou Doutorado (2013) e Mestrado (2004) em TEATRO na Universidade do Estado de Santa Catarina-UDESC. Trabalha como atriz, diretora, preparadora corporal e professora de teatro e dança, com ênfase em interpretação, movimento corporal, improvisação e preparação de ator. Estudou na École Internacional de Thèâtre Jacques Lecoqem Paris(1992/93). Pesquisa práticas embasadas na pedagogia de Jacques Lecoq relacionadas à imaginação do ator e a produçõesde caráter colaborativo a partir da ênfase no ator como autor. Realizou pesquisa pós-doc como bolsista PNPD no PPGAC - Programa de Pós-graduação em Artes Cênicas da UFRGS. Eduardo Severino – Coreografia e atuação Coreógrafo, bailarino, professor. Estudou com Heike Kuhlmann(Alemanha), Ester Momblant Ribas (Espanha), Nancy Stark Smith(USA), Frey Faust(USA), Juan Kruz (Alemanha), Lia Rodrigues (RJ), Marta Myers (USA), David Beadle (USA), Ming-Lung Yang (USA), Eva Schul (RS/Brasil), Cecy Frank (RS/Brasil), Ana Mondini (SP/Brasil), K.J. Holmes (USA), Fred Traguth (Alemanha),David Zambrano (Holanda). Ministrou aulas regulares em vários espaços e projetos como Centro de dança Eva Schul, Grupo Experimental de Porto Alegre, Cia Municipal de Porto Alegre, Cia. Municipal de Santa Maria, Fidet (Chile), El Cruces (Rosário/Argentina), Centro Coreográfico Escola de Belas Artes(Cidade México). Recebeu bolsa de estudos pela Fundação Vitae para participar como coreógrafo residente do American Dance Festival em Duhram/USA. Administrou durante 12 anos a Sala 209/Projeto Usina das Artes/ Centro Cultural Usina do Gasômetro/Porto Alegre, desenvolvendo projetos como a Mostra Movimento e Palavra e Residências artísticas.Em 2000 fundou a Eduardo Severino Companhia de Dança junto com Luciano Tavares. Desde então criou, produziu e atuou nos seguintes espetáculos: Planetário (2000), Alma Tonta (2001), Lixo, Lixo Severino (2002), Ato Bruto (2003), A mão mansa do afeto (2003), IN/Compatível? (2005), Y KÛÁ - O silenciar de um rio (2006), Bundaflor Bundamor (2008), Glórias do Corpo (2010), Tempostepegoquedelícia (2012) e Manchas Urbanas (2013). Recebeu o Prêmio Funarte Klauss Vianna de Dança 2013 para Circulação em 2 Atos/ Bundaflor, Bundamor e Tempostepegoquedelícia. As coreografias foram apresentadas em 8 cidades brasileiras, na Cidade do México e em Santiago/Chile. Recebeu nove indicações ao Prêmio Açorianos de Dança como bailarino e cinco indicações como coreógrafo. Foi agraciado com o Prêmio Açorianos de Dança como bailarino por IN/compatível? (2005) e como coreógrafo por A mão mansa do afeto (2003) e IN/compatível? (2005). Recebeu o Prêmio Brasken Em Cena/2010 como melhor bailarino/ator pelo solo Ser Animal do espetáculo Dar Carne à Memória II de Eva Schul. Em 2020 concebeu e dirigiu com Eva Schul o projeto Levanta, sacode a poeira e dá volta por cima, ateliê de criação que reuniu três companhias de dança e artistas independentes num elenco com mais de 20 bailarinos. Realizado com recursos da Lei nº 14.017/2020, Edital Sedac nº 09/2020, resultou em uma mostra de processo transmitida online, um documentário e vários vídeos registrando os processos de cada artista. Em 2021 a Eduardo Severino Companhia de Dança estreou Pelelínguasedentobeijo, realizado com recursos do Fumproarte 2016, que resultou em um espetáculo com oito intérpretes-criadores foi transmitido ao vivo em ambiente digital. Eva Schul – Coreografia e atuação Obteve título de Notório Saber pelo MEC/PUC/Paraná, Faculdade de Dança. Fez sua formação em dança clássica em Porto Alegre; Nos anos 1960 viajou para Nova Iorque, onde estudou com Martha Graham, Alwin Nikolais, Hanya Holm, Jan Van Dyke, Merce Cunnigham, com discípulos de José Limón. Ampliou assim sua formação nas áreas técnica, improvisação e composição com profissionais como Phillys Lahmut em conscientização do movimento; Laban com Irmgard Bartenieff em sistema Laban. Durante sete anos acompanhou o desenvolvimento da dança pós-moderna na cidade, em lugares como a Judson Church. Num de seus retornos a Porto Alegre em 1976, criou o Espaço Mudança, onde criou as obras Um Berro Gaúcho (1977), Metamorfose (1978) e Alice (1979). A partir dos anos 1980, começou sua trajetória na Fundação Teatro Guaíra, em Curitiba, ministrando aula de dança contemporânea para o Corpo de Baile da Fundação Teatro Guaíra (FTG) e torna-se também diretora e coreógrafa do Grupo de Dança da Fundação Teatro Guaíra/PUC. Em Curitiba, sua produção se multiplica: Cantiga Para Ninar Gente Grande (1984), Ecos do Silêncio (1983), Reflexos do Espelho (1985), Jungle (1986), Hall of Mirrors (1986), Pantanal (1987), Tiro Liro Livre (1988) e Reflexos (1989). No início dos anos 1990, Eva retorna a Porto Alegre e cria a Ânima Companhia de Dança, onde refina e consolida os procedimentos técnicos, criativos e pedagógicos que sustentam sua poética e produz mais de 30 espetáculos, com destaque para Caixa de Ilusões (1994), De um a cinco (2001), Catch ou como segurar um instante (2003), Tão Longe, tão perto, tão… (2008), Vestido como parece (2012), Acuados (2016), Fisiologia do Desespero (2018). Coreografa ainda Três Segredos Interiores (2000) para a Cia. Municipal de Caxias do Sul, Voar é com os pássaros (2010) para a Mimese Cia. de Dança-Coisa, Salão Grená (2014) e Água Viva (2015) para a Companhia Municipal de Dança de Porto Alegre. Em 2017 foi uma das coreógrafas convidadas para participar do 3º Ateliê Internacional São Paulo Companhia de Dança, onde ministra workshop e coreografa Passion Patrona. Em 2020, com a pandemia do Covid-19, Eva passou a ministrar suas aulas em ambiente digital utilizando-se de plataformas de videoconferência. No mesmo ano concebeu e dirigiu com Eduardo Severino o projeto Levanta, sacode a poeira e dá volta por cima, ateliê de criação que reuniu três companhias de dança e artistas independentes num elenco com mais de 20 bailarinos. Realizado com recursos da Lei nº 14.017/2020, Edital Sedac nº 09/2020, resultou em uma mostra de processo transmitida online, um documentário e vários vídeos registrando os processos de cada artista. São quase cinquenta anos de trabalho no cenário das Artes Cênicas no Rio Grande do Sul, Brasil e exterior e mais de 100 obras. Eva Schul foi agraciada com a Ordem do Mérito Cultural Augusto de Campos, um dos mais importantes reconhecimentos para o artista brasileiro. Sua vida e obra têm sido tema de pesquisas de mestrado e doutorado, bem como do Projeto Carne Digital: Arquivo Eva Schul (www.ufrgs.br/carnedigital/) Monica Dantas – Coreografia e atuação Tem formação em dança moderna e contemporânea com Cecy Franck, Daggi Dornelles e Eva Schul no Brasil e incursão em práticas somáticas com Sylvie Fortin e dança africana contemporânea com Zab Maboungou, no Canadá. Integrou o Grupo Choreo (1984-1986), o Grupo Haikai (1986-1988), o Ballet Oficina (1989) e a Ânima Cia. de Dança (a partir de 1991). Trabalhou com coreógrafos independentes como Gérson Berr e Andréa Druck, com quem criou e apresentou Vênus é um menino (1994) e Niil (1997) em eventos nacionais e internacionais (França, 1997). Atua desde 2008 como bailarina convidada da Eduardo Severino Cia. de Dança, tendo participado da criação de "Bundaflor, Bundamor" e "Tempostepegoquedelícia", apresentados em várias cidades do Brasil (Projeto Circulação em 2 Atos - Funarte Klauss Vianna 2013), na Cidade do México e em Santiago/Chile. Em 2020 atuou como bailarina-pesquisadora convidada no Projeto Levanta, sacode a poeira e dá volta por cima (Lei nº 14.017/2020, Edital Sedac nº 09/2020). Em 2021 integrou o elenco da Eduardo Severino Cia de Dança para criação de Pelelínguasedentobeijo, realizado com recursos do Fumproarte, que resultou em um espetáculo com oito intérpretes-criadores transmitido ao vivo em ambiente digital.Concebeu e coordenou o projeto "Dar Carne à Memória" com Eva Schul e Ânima Cia. de Dança (Prêmio Funarte Klauss Vianna de Dança 2009 e Troféu Açorianos de Melhor Produção e Espetáculo), no qual dirigiu dois espetáculos e apresentou o solo Caixa de Ilusões/Chantal. . Professora e pesquisadora da UFRGS na Graduação em Dança e no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas. Coordena o projeto "Carne Digital: Arquivo Eva Schul" (www.ufrgs.br/carnedigital/) e é autora do livro "Dança, o enigma do movimento". Mestre em Ciências do Movimento Humano pela UFRGS, Doutora em Estudos e Práticas Artísticas pela UQAM (Canadá), realizou estágio de pósdoutorado no Centre for Dance Research/Coventry University (Reino Unido). Tem publicado os processos e resultados de suas pesquisas em eventos e periódicos nacionais e internacionais. Robson Lima Duarte – Coreografia e atuação Graduado em Educação Física (1988) pela Fundação de Ensino Superior de Pernambuco - FESP, e pós- graduado em Pedagogia da Arte pela UFRGS Porto Alegre (2013). Estreou como bailarino no Recife em 1985 com o espetáculo “Senhora dos afogados” de Nelson Rodrigues, dirigido por Ruben Rocha Filho e coreografado por Mônica Japiassú. Na capital pernambucana participou de várias produções ao lado de profissionais como o bailarino e coreógrafo Zdenek Hampl, com quem atuou em vários espetáculos entre os quais, “festa da pedra” (1989), como bailarino e assistente de direção. Na Cia. Cais do Corpo sob a direção da bailarina Maria Eduarda Gusmão, atuou no videodança “duo elo” (Itaú cultural - 1991) dirigido pelos cineastas, Lírio Ferreira e Paulo Maurício caldas e no espetáculo “heptágono” (1994), na Mostra de arte do nordeste do Brasil em Portugal. Em 1992 mudou-se para Porto alegre, onde segue atuando como artista cênico, trabalhando com profissionais como, Gabriel Motta, Dennison Ramalho, Thais Petzhold, Gustavo Spolidoro, Emiliano Cunha, Decio Antunes, Maria Waleska Van Helden, Carlota Albuquerque, Luciano Alabarse, Camilo de Lélis, Jessé Oliveira, entre outros. Aline Haas – Coordenação de Oficinas de dança Aline Haas tem formação em Ballet Clássico no Studio Cris Fragoso e foi bailarina do Grupo Phoenix e do Grupo Anette Lubisco, realizando apresentações em várias cidades do Brasil e na cidade de Corrientes na Argentina. Estudou com professores de dança contemporânea, moderna, jazz, danças de salão e folclóricas tanto no Brasil como na Espanha. Também possui formação no Método Pilates com Romana Kryzanowska, complementando seus estudos na área com professores de renome internacional, como Bob Liekens e Jay Grimes. Professora e pesquisadora da UFRGS na Graduação em Dança e no Programa de PósGraduação em Ciências do Movimento Humano. Coordena o projeto “Dança & Parkinson”, premiado em três Salões de Extensão da UFRGS. É autora dos livros “Dança: aspectos gerais” e “Expressão Corporal: aspectos gerais”. Doutora em “Medicina y Cirugía” pela Universidade de Cádiz, Espanha, realizou estágio de pós-doutorado na área da “Dance Science” na University of Wolverhampton, Reino Unido. Coordenadora do “Grupo de Pesquisa em Arte, Corpo e Educação (GRACE)”, desenvolvendo pesquisas na área da “dança e saúde” com foco na Doença de Parkinson e envelhecimento. Jana Castoldi - Vídeo Mapping Formada em Artes Visuais pela UFRGS, trabalha com arte e entretenimento, usando projeções e videomapping. VJ desde 2015. Suas projeções já fizeram parte de videoclipes, documentários, filmes e videoartes. Recebeu Prêmios em Salões e Festivais de Artes Visuais em João Pessoa-PB, Garanhuns-PE e Porto Alegre-RS. Em peças teatrais, trabalhou com diversos diretores e grupos, como a Cia Espaço em Branco e o Grupo Pretagô; Integrou performances e shows, com o Bloco da Laje, o Coletivo Âmago, o cantor Yanto Laitano, Concertos da Orquestra Unisinos com Diogo Nogueira e Fafá de Belém e outros. Realizou obras em video mapping em festivais e eventos como Amazônia Mapping 2020, POA em Cena 2021 e Virada Sustentável 2021. A partir da pandemia, passou a realizar projeções urbanas, foi curadora da Mostra Cine Esquema Novo de Janelas Abertas e curadora e produtora do Projeto Esquadros, com o coletivo Projetores pela Cultura, que é integrante e fundadora. Carol Zimmer - Iluminação Iluminadora e produtora cultural, assina também a ambientação cênica de shows e direção técnica de espetáculos. Licenciada em Artes Cênicas pela UFRGS, Especialista em Cinema pela UNISINOS, Pós- graduanda em Iluminação e design de interiores pelo IPOG. Entusiasta de coletivos e processos colaborativos, acredita na potência das criações de cena que envolvem todas as áreas como autoras da obra. Iniciou como iluminadora ainda na graduação, desde então podemos destacar alguns espetáculos: Expedição Monstro (prêmio Tibicuera melhor iluminação); Iluminus (prêmio Açorianos melhor iluminação); Hiato (Destaque prêmio Braskem em Cena); As Aventuras do Pequeno Príncipe (prêmio Tibicuera melhor iluminação); O Linguiceiro da Rua do Arvoredo e Wonderland e o que M. Jacksom encontrou por lá. Alguns músicos/bandas: Simone Rasslan; Nei Lisboa; Dingo Bells; Mulamba; Bloco da Laje; Paola Kirst; As Tubas. Aventura-se também em projetos audiovisuais como assistente de fotografia e chefe de elétrica, tendo realizado diversos trabalhos com a Bactéria Filmes, dentre eles o Longa “Contos do Amanhã” e a série “Vida Fluxo”. Dentre outros, pode-se destacar como chefe de elétrica, trabalhos com as produtoras Verte Filmes e Mourão Filmes, nas séries “Alce & Alice” e “O Complexo”; com a Atama Filmes na série “Proibido para Maiores”. Nenem Menezes – Trilha Sonora Músico brasileiro multi-instrumentista, de formação artística profissional, compositor e luthier. Possui trinta anos de vasta experiência em dança contemporânea. Já trabalhou com o Grupo Corpo LTDA (MG), Theatro Municipal de São Paulo (SP), e Palácio das Artes - Fundação Clóvis Salgado (MG). Além disso, já realizou os seguintes trabalhos: The Juilliar School - NYC, Alvin Ailey American Dance Theatre - NYC, La Guardia High School - NYC, LA Mandrágora - Viña Del Mar, Cia Raça de Dança - SP, Nucleo Luz - SP, entre outros. Flavinha Aguiar – Figurino Bacharel em Artes Visuais na UFRGS (2002). Realizou em colaboração com Rô Cortinhas, os figurinos das peças Buffet Glória de Ilana Kaplan e Élcio Rossini, Romeu e Julieta e Rainhas da Pesada de Roberto Camargo. . Figurinista das peças Centro da Terra Humberto Vieira e King Kong Palace de Antônio Carlos Brunet. Élcio Rossini – Cenografia Professor Associado do Departamento de Artes Cênicas da Universidade Federal de Santa Maria. Mestre em Poéticas Visuais no Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Doutor em Poéticas Visuais pelo Programa de PósGraduação em Artes Visuais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. PósDoutorado pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Universidade Federal de Minas Gerais, UFMG, Brasil. Bolsista: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Pós-Doutorado Programa de Pós-Graduação em Artes da Cênicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Em seus trabalhos artísticos Rossini explora diferentes meios e procedimentos para tratar o tempo e as relações entre objetos, espaço e ação. Artista plástico, diretor teatral e cenógrafo entre 1986 e 2004 dirigiu espetáculos premiados, dentre os quais destaca-se Traças da Paixão, de Alcides Nogueira. 2003 – Entre Quatro Paredes de Jean Paul Sartre. Prêmios 1999 - Prêmio Açorianos Melhor Direção pelo espetáculo Traças da Paixão, Porto Alegre, RS. - Prêmio Açorianos Melhor Espetáculo pelo espetáculo Gueto Bufo, Porto Alegre, RS. 2005 Prêmio Açorianos Melhor Direção, Melhor espetáculo e Melhor cenário pelo espetáculo Entre Quatro Paredes. A partir de 2005 dedica sua produção artista a criação de performances apresentadas na 5ª Bienal do Mercosul (RS); Riocenacontemporanea (RJ); Sincretismo dos Sentidos (SP) e Palais de Glace (Buenos Aires). Epiderme encontros a volta da performance (Lisboa). Museu de Arte do Rio Grande do SuL Ado Malagoli, Porto Alegre. Fundação Vera Chaves Barcellos. Viamão
PROJETO ARQUIVADO.