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Habeas pinho - Concerto para Violão e Poesia é projeto de um curta metragem ficcional, com 15 minutos de duração, captado e finalizado em 4K que aborda um prosaico acontecimento na cidade de Campina Grande, na Paraíba, na década de 60. Uma serenata indesejada, causa a prisão de um boêmio com o seu violão. O seu advogado faz uma defesa em versos para libertar o instrumento musical. Tem como contrapartida social a realização de cinco oficinas gratuitas em escolas públicas do estado da Paraíba.
É um projeto de produção de um filme de curta-metragem de quinze minutos, a ser captado e finalizado em 4k. O roteiro, desenvolvido por Cristiane Fragoso e Ricardo Farias, é inspirado em um inusitado acontecimento ocorrido na cidade de Campina Grande na década de 60. Um advogado, recém-formado, foi procurado por um boêmio para liberar o seu violão, que havia sido apreendido por causa de uma serenata. A história torna-se ainda mais interessante, porque fala de uma petição escrita no formato de poema. O Juiz ficou tão maravilhado com a causa e com a forma como ela foi defendida, que também liberou o violão através de um despacho em formato de poesia. O texto ficou nacionalmente conhecido e até hoje é exposto em paredes de bares e de escritórios de advocacia. O filme tem classificação livre.
Objetivo Geral Produção de um filme de curta-metragem com cerca de quinze minutos, a ser captado e finalizado em 4k."Habeas Pinho _ Um Concerto Para Violão e Poesia". Este projeto tem como finalidade o fomento à produção cultural e artística, mediante a produção de obra cinematográfica de curta metragem. Desta forma cumpre-se o artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021, item VII - o projeto irá desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura. Objetivos específicos: 1 - Filme de curta-metragem - 1.1 - Exibição de forma Virtual: Será exibido em plataforma digital (YOUTUBE) com expectativa de público de 500 pessoas; 1.2 -Lançamento: Exibição de forma presencial: O Curta será lançado, em sala de exibição, de forma gratuita, destinado ao público em geral, com a expectativa da presença de 300 pessoas. 1.3 - Exibir o curta com posterior debate em algumas escolas públicas do estado da Paraíba: Em Campina Grande, com o estímulo à participação de poetas e artistas locais no evento. Será uma atividade que atingirá aproximadamente 500 pessoas entre alunos, professores de escolas públicas de Campina Grande e público em geral, e serão realizadas de forma completamente gratuita. Com isso atendemos o artigo 02 do decreto 10.755 de 21 - Valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; Como contrapartida social: De acordo com o Artigo 25, da IN 1 de fevereiro de 22 § 5º Fica dispensada a obrigatoriedade estabelecida no caput para projetos de acesso inteiramente gratuitos. (Nosso projeto será inteiramente gratuito), mas faremos a contrapartida por sabermos da importância que uma atividade como esta para esse público alvo. 1 Faremos 05 oficinas durante a pré-produção do filme para alunos e professores de instituições públicas, adolescentesde orfanatos e idosos de casa de repousos para capacitá-los a participar de uma produção cinematográfica (Com expectativa de Público de 26 pessoas em cada oficina, totalizando 130 pessoas com 40 horas/ aula); 2) Participação de algumas das pessoas, capacitados nas oficinas oferecidas pelo projeto, como figurantes durante a fase de produção do filme.
A cultura popular é um referencial de linguagem caro à arte paraibana. Há no Estado uma legítima produção artística que corrobora essa ideia. O roteiro "Hábeas-Pinho - Concerto para violão e poesia", é considerado aqui nesta perspectiva. É um elaborado texto literário (antes de ser uma peça jurídica), invulgar e lírico, que se constrói a partir de um acontecimento real e inusitado ocorrido em Campina Grande: a prisão de um violão durante uma serenata. A obra alude poeticamente ao temário popular: os costumes de uma época, o cancioneiro, a manifestação pública da boemia etc. Não por acaso, elementos rítmicos da poesia popular são evidenciados no texto. É partindo dessas evidências que o poema é apresentado no filme através de um duelo de repente. A preservação da história cultural e artística de um lugar justifica um filme com tais intenções. A obra cinematográfica contribuirá para que esta memória seja eternizada. Lúdica e realisticamente. Em conformidade com a Lei 8313/91 esse projeto justifica-se por através da gravação e exibição gratuita do curta metragem contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais (Art. 1º, Inciso I) e estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória (Art. 1º, Inciso VIII). Ainda de acordo com a Lei 8313/91 esse objeto tem como finalidade o fomento à produção cultural e artística, mediante a produção de obra cinematográfica de curta metragem (Art. 3º, Inciso II-A).
Passagens aéreas: Dois trechos - ida e volta. Mayana Maria Ramos Neiva (Mayana Neiva) Função: Atriz Atriz natural de Campina Grande e hoje reside em São Paulo. Será a atriz protagonista do filme.
“Habeas Pinho – Um Concerto Para Violão e Poesia” é um projeto de produção audiovisual de um filme de curta-metragem com cerca de quinze minutos, a ser captado e finalizado em 4k. Com classificação livre. RESPONSABILIDADE SOCIAL: Ainda, em atendimento ao artigo 25 da IN nº 01/2022) o projeto compromete-se a realizar ação formativa. Oficinas: 1) Oferecer 05 oficinas durante a pré-produção do filme para alunos e professores de instituições públicas de ensino, criança em orfanato e idosos em asilos para capacitá-los a participar de uma produção cinematográfica (Com expectativa de Público de 26 pessoas em cada oficina, totalizando 130 pessoas, com 40 horas/ aula e certificado); 2) Participação de algumas pessoas, capacitados nas oficinas oferecidas pelo projeto, como figurantes durante a fase de produção do filme. Projeto Pedagógico: 1 - As dinâmicas propostas envolverão exercícios para tirar a tensão e trazer os alunos para o momento presente (aqui e agora), haverá ainda exercícios de respiração buscando contato e percepção interior, estimulando a disponibilidade corporal, sensorial e emocional do ator, exercício de contracenação e ampliação da escuta. 2 - Esse trabalho envolve também como educar o olhar para o entendimento da linguagem audiovisual (e suas diferenças com o teatro), explorando a relação ator/personagem e as relações da atuação com outras áreas da criação: fotografia, roteiro, som, direção de arte e etc. 3 Classificação dos planos, convivência e coletivo, construção da personagem, técnica de atuação, divisão de papéis, leitura de mesa, marcação de cena, cena de texto em dupla e avaliação. Conscientização Corporal: movimento, corpo e voz, ritmo interno e externo, apoio e eixo e ação e reação. 4 1º plano e 2º plano, posição de câmera, pesquisa de personagem, expressão do ator, posicionamento do ator, evolução do ator, segurança e postura em cena, mercado audiovisual, cena de texto (em dupla ou em trio) e avaliação. Conscientização Corporal: expressão facial, gestual e mímica.
Para fins de atendimento ao artigo 22 da Instrução Normativa nº 1, de 22 no Lançamento do filme será realizado em um espaço que possua estrutura necessária para atender pessoas portadoras de deficiência (cadeirantes) e/ou com dificuldade de locomoção, oferecendo condições adequadas ao acesso de pessoas com necessidades especiais como rampas de acesso e assentos especificamente reservados para as mesmas, banheiros adaptados, além de ótima localização e disponibilidade de transporte público para Portadores de Necessidades Especiais. O filme terá: Legendagem em Português; Audiodescrição em português: Faremos uma sessão; (item na Planilha orçamentária: Legendagem Audiodescrição) Legendagem descritiva (LSE): Faremos uma sessão; (Item na planilha orçamentária: Legendagem descritiva) Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS): Faremos uma sessão. (item na planilha orçamentária: Intérprete de libras) Contrapartida Social: RESPONSABILIDADE SOCIAL: Ainda, de acordo com a Instrução Normativa nº 1 de 04 de fevereiro de 2022, art.º 25, paragrafo 2º, o projeto compromete-se a realizar ação formativa. Ofereceremos 05 oficinas durante a pré-produção do filme para alunos e professores de instituições públicas de ensino, crianças em orfanatos ou idosos em asilos para capacitá-los a participar de uma produção cinematográfica (Com expectativa de Público de 26 pessoas em cada oficina, totalizando 130 pessoas). Medida de acessibilidade: Seguindo a Lei nº 13.146/2015 e o decreto 9.404 de 2018: Os locais de realização, terão como pré-requisito a existência de medidas de acessibilidade, portanto não há previsão de Orçamento para isso. Para deficiencias auditivas: Teremos uma intérprete da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS que acompanhará a execução das oficinas. (item da planilha orçamentária de contrapartida: Interprete de Libras). Para deficiência visual: Os oficineiros são aptos a realizar as oficinas com a descrição das pessoas e das atividades.(Planilha orcamentária orçamentária: Oficineiro).
Cumprindo a Instrução Normativa nº 1/Ministério do Turismo, de 04 de fevereiro de 2022, o projeto irá assegurar plenamente a ampliação de acesso aos produtos, bens e serviços culturais, com exibição do Curta-Metragem feito forma gratuita. Assim cumprindo o art. 24 da Instrução Normativa de nº 01/2022; Referente ao inciso II do art. 24 da IN 01/22: Habeas Pinho – Concerto para Violão e Poesia: Todo o material audiovisual será veiculado gratuitamente pela internet. A obra cinematográfica será disponibilizada na seguinte plataforma: YouTube - público aproximado 500 pessoas. Referente ao Inciso IV art. 24 da IN 01/22, (item e): O curta-metragem também será exibido de forma gratuita, presencial em escolas públicas do estado da Paraíba, em Campina Grande, para o público infanto-juvenil. A exibição será seguida de uma palestra sobre o conteúdo do filme, abordando aspectos artísticos, conceito e reflexões sobre o tema. Atingindo aproximadamente 500 pessoas. Exibição de forma presencial: O Curta será lançado, em sala de exibição, de forma gratuita e presencial, destinado ao público em geral, com a expectativa da presença de 300 pessoas; Referente ao parágrafos 1º e 2º art. 25 da IN 01/22: Ofereceremos 05 oficinas durante a pré-produção do filme para alunos e professores de instituições públicas de ensino, crianças em orfanatos ou idosos em asilos para capacitá-los a participar de uma produção cinematográfica (Com expectativa de Público de 26 pessoas em cada oficina, totalizando 130 pessoas, com duração de 40 horas/aula e certificado). Essas atividades atingirão aproximadamente, 1300 pessoas entre alunos e professores de instituições públicas de ensino de Campina Grande e público em geral, realizada de forma completamente gratuita.
Glauce Cunha Lima: PROPONENTE Função: Coordenação do geral do projeto. (Rubrica no orçamento do projeto: Coordenador Geral) Pedagoga - PUC/RJ/1989 - com Especialização em Educação Especial, Atriz e Produtora Cultural. Iniciou sua carreira como Produtora Cultural em 1990. Integra a equipe de Produção do FEST Aruanda. Em 2011 teve a Formação com os Doutures da Alegria/PE e atuou como a Palhaça Maria Peitolina no Hospital Laureano entre 2012 e 2018. Em João Pessoa participou da Paixão de Cristo de 2004 a 2006. Dentre outras atuações na Cultura da Paraíba foi Vice-Presidente da FUNESC, Produtora do Festival de Cinema da Língua Portuguesa- CINEPORT e na FUNAD - 1991-1999 - criou o Núcleo de Artes e posteriormente o tradicional bloco carnavalesco “Portadores da Folia”. No Núcleo de Artes da Funad promoveu alguns espetáculos com portadores de deficiência , chegando a ter 90 participantes , como O Circo Encantado . Em 1990 iniciou sua participação em vários trabalhos como Atriz. No cinema atuou em inúmeros filmes, destacando-se os longas: “Canta Maria” do Diretor Francisco Ramalho Jr; “Por 30 Dinheiros” da Diretora Vânia Perazzo Barbosa; “O Sonho de Inacin” do Diretor Eliezer Rolim; “Tudo Que Deus Criou” do Diretor André da Costa Pinto e do curta-metragem “Eu Sou o Servo” de Eliezer Rolim. Cristiane Guedes Fragoso: FUNÇÃO: Roteirista e Direção Graduação em Cinema Universidade Estácio de Sá/ RJ Curso de Formação Profissional de Atores CAL – Casa das Artes de Laranjeiras - RJ Licenciatura em Ciências Biológicas UFPB/ João Pessoa / PB Bacharelado em Ciências Biológicas UFPB/ João Pessoa /PB EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL: PRODUÇÕES CINEMATOGRÁFICAS: DIREÇÃO 2021 – “CASA DO LOUVOR” - Diretora Assistente e Co-roteirista; 2004 – “A PAZ DEPOIS DA GUERRA”; 2004 – “AMOR, PAIXÃO, SEXO” (Curta); 2004 – “PREVIEW DO DOCUMENTÁRIO DIAMANTE BRUTO”. ASSIST. DIREÇÃO 2021 – “CERCAS” de Ismael Moura; “A GOTA D’ÁGUA” de Dry Araújo; “Nascentes” de Raysa Prado;2019 – “O PATO” de Antônio Galdino; 2018 – “O QUE OS OLHOS NÃO VEEM” de Vânia Perazzo. André da Costa Pinto: Função: Direção É comunicólogo formado pela Universidade Estadual da Paraíba. Jornalista, professor, roteirista, diretor e produtor audiovisual. Roteirizou, produziu e dirigiu cinco longas –metragens: “Tudo que Deus Criou” (2012 – lançado em circuito Comercial), “Antes do Parto” (ficção, experimental 2016), “O Tempo feliz que passou”(ficção, 2016), Ratoeira (ficção – 2018 – ainda inédito), Madame (documentário 2019 – distribuição Globo Filmes). Atualmente ministra oficinas de formação de atores para vídeo. Coordenou o projeto de formação audiovisual Por Telas – projeto pioneiro de audiovisual em Escolas de Samba do grupo especial do Rio de Janeiro. Idealizou e coordenou o projeto AudioTransVisual, uma oficina de formação audiovisual voltada exclusivamente para alunes transgêneres. Participou da produção de mais de 40 curtas. Roteirizou, produziu e dirigiu os curtas “A minha amiga: um breve relato sobre nós”, “A encomenda do bicho medonho” e “Amanda e Monick”, com os quais soma mais de 20 prêmios em Festivais Nacionais e Internacionais. Foi um dos selecionados pelo projeto Revelando os Brasis da SAV – MIC, o qual mais tarde também tornou-se professor. João Carlos Beltrão: Função: Diretor de Fotografia Paraibano, natural da capital e criado em Alagoa Grande. Jornalista pela UFPB, iniciou sua formação audiovisual no seu Núcleo de Documentação Cinematográfica. Desde 1997 é técnico em audiovisual do IFPB. É membro da Academia Paraibana de Cinema. Presidiu por dois mandatos a ABD-PB e representou o segmento audiovisual no Conselho Estadual de Cultura da Paraíba. Participou de júri de festivais, curadoria de mostras, comissões de seleção de projetos em editais de produção, ministrou cursos e oficinas e foi responsável técnico por exibições em festivais e mostras. Como Diretor de Fotografia assinou: Os curtas-metragens: Alma (premiado no Cine PE), O cão Sedento, O plano do cachorro, Cabaceiras, Água barrenta, Urânio Picuí, Ivan Cineminha, Amanda e Monick (premiado no Curta Santos), Enraizados (premiado no Fest Aruanda), Travessia (premiado no Curta Taquary), Antoninha (premiado no Curta Coremas), Sobre cabelos (premiado no Curta Coremas e Festissauro), O terceiro velho (premiado no Comunicurtas), Rasga mortalha (premiado CineVirada), Ato institucional, A poeira dos pequenos segredos, Catástrofe, Amador, Sala de reboco – a história de Zé Marcolino, O terceiro prato, Redemunho, O pato, Deus não acredita em máquinas entre outros nos longas-metragens: O herdeiro de Avôhai, Ariano: Suassunas, Tudo que Deus criou, Rebento (menção honrosa no Oniros Film Awardas m Aosta na Itália e premiado no Festicine Pedra Azul) e O tempo feliz que passou, Madame, O engenho de Zé Lins (Co-direção de Fotografia) entre outros. Realizou a exposição individual “Retiniando-me” (2012) e “Eis um frame” (2019) a partir de fotogramas e frames do filmes que fotografou. Homenageado no V Comunicurtas –2010, no III Festissauro – Sousa/ PB – 2016, no XI CineCongo – Congo/PB – 2019, no XV Fest Aruanda JP/PB – 2020. Nina Rosa Gomes e Metilde Fátima Alves dos Santos: Função: Produção Executiva Gestoras culturais, graduadas em Pedagogia com Especialização em gestão de projetos, produção executiva e prestação de contas; Cursos de Gestão Cultural /Sônia Kavatan (SP) / Patrícia Ferraz (RJ) / Romulo Avelar (MG). Experiência em gestão de Projetos junto a Ancine e ao Ministério Do Turismo/Lei de incentivo a cultura. Produção do Artista André Morais, nas áreas de Teatro, Música e Audiovisual. Responsáveis Pela Gestão e Produção Executiva, durante os últimos três anos dos Projetos “Interatos” e “Orquestra nos Bairros” – FUNESC com o Grupo de Teatro Lavoura, desde 2011 (Produção executiva, Elaboração e Gestão de Projeto e Gerenciamento Administrativo). Desde 2014 trabalham com o Audiovisual, respondem pela Produção Executiva dos Longas-Metragens “Rebento” de André Morais; “Ambiente Familiar” e “Corpo da Paz” – ambos do Diretor Torquato Joel. Curtas-metragens “A Ética das Hienas” do Diretor Rodolpho de Barros e “Animais na Pista”, do Diretor Otto Cabral. Atualmente trabalham na Pré dos longas-metragens Fic “Malaika” de André Morais e “O Braço” do Diretor Ian Abé. Os Curtas-Metragens “A Arte de Morrer Ou Marta Díptero Braquícero” do Diretor Rodolpho de Barros, “Pulmão de Pedra” dos Diretores Torquato Joel e Rodolpho de Barros, “Cocada” do Diretor Caio Bernardo e “Um passo do Desconhecido” do Diretor Ian Abé, Festival de Cinema de Coxixola/2021. Mayana Maria Ramos Neiva Função: Atriz É uma multiartista brasileira. Atriz, natural de Campina Grande, descobriu atuação durante um intercâmbio aos 15 anos. Estudou Teatro na California onde também ficou em cartaz e ao retornar ao Brasil foi finalista do Concurso Nacional Criação Teatral Volkswagen. Lá participou de dois grupos ícones da vanguarda teatral brasileira: Teatro Oficina e CPT dos lendários Zé Celso Martinês Correa e Antunes Filho. Ela estreou na TV como a protagonista feminina da Pedra do Reino de Ariano Suassuna dirigida por Luiz Fernando Carvalho. Na Rede Globo ela fez mais 5 minisséries e 6 novelas. Nos canais a cabo fez “A vida secreta dos casais” pra HBO e quatro temporadas da série “Rotas do ódio” para Globoplay na qual vive a protagonista Carolina Ramalho. Mudou-se para NYC onde estudou, trabalhou e viveu durante 5 anos. Em Nyc fez o filme Idee Fixe de Andrew Bell, e na Argentina e Uruguai fez o longa Infância Clandestina de Benjamin ´Avila e as séries El Hipnotizador e Encerrados. No Brasil fez sete longas e cinco curtas incluindo “Para minha amada morta” de Aly Muritiba e “ O silêncio da chuva” ao lado de Lázaro Ramos direção de Daniel Filho. Lança no começo de 2022 a série Temporada de Verão na Netflix. Lucas Henrique Veloso Função: Ator Ator, humorista, mímico, cartunista, músico multi-instrumentista, diretor, roteirista e produtor. 2017 - vencedor do prêmio “melhores do ano” do Domingão do Faustão na categoria “melhor ator de comédia". 2018 - dublagem para a Paramount Pictures na obra “O Parque dos Sonhos” 2019 - em cartaz por todo o país com o show de stand up ‘Cócegas no Cérebro’. 2020 - elenco do Domingo Show na Rede Record 2020 - repórter do Domingo Espetacular na rede Record 2021 - elenco no programa ‘Hora do Faro’ na Rede Record de Televisão 2021 - Dublagem para a Paramount Pictures na obra “Patrulha Canina”
PROJETO ARQUIVADO.