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O projeto prevê a realização de oficinas de música ao longo de 24 meses, para jovens e adultos moradores da comunidade de Heliópolis, em São Paulo, culminando em três práticas de conjunto: 1) a formação de uma Big Band composta por 48 instrumentos; 2) a formação de uma banda de coreto composta por 12 instrumentos e; 3) a formação de um coral composto por 25 vozes, prevendo apresentações gratuitas. As oficinas serão acompanhadas por psicólogos e estagiários que trabalharão conceitos da psicanálise.
O projeto prevê a realização de oficinas de música ao longo de 24 meses para jovens e adultos moradores da comunidade de Heliópolis, em São Paulo, culminando em três práticas de conjunto diferentes: 1) a formação de uma Big Band composta por 48 instrumentos; 2) a formação de uma banda de coreto composta por 12 instrumentos e; 3) a formação de um coral composto por 25 vozes. Como produto secundário o projeto prevê apresentações gratuitas dessas práticas de conjunto e como ação de contrapartida social serão realizadas palestras sobre o desenvolvimento do projeto, com demonstração dos instrumentos e suas especificidades, em escolas públicas de ensino, preferencialmente da região de Heliópolis, no contraturno escolar. As oficinas serão acompanhadas por psicólogos e estagiários de psicologia que trabalharão conceitos da psicanálise junto aos participantes e suas famílias. Classificação indicativa: Livre.
Objetivo Geral: O objetivo geral do projeto é a realização de oficinas de música ao longo de 24 meses para jovens e adultos moradores da comunidade de Heliópolis, em São Paulo, culminando em três práticas de conjunto diferentes: 1) a formação de uma Big Band composta por 48 instrumentos; 2) a formação de uma banda de coreto composta por 12 instrumentos e; 3) a formação de um coral composto por 25 vozes. Como produto secundário o projeto prevê apresentações gratuitas dessas práticas de conjunto no estado de São Paulo e como ação de contrapartida social serão realizadas palestras sobre o desenvolvimento do projeto, com demonstração dos instrumentos e suas especificidades, em escolas públicas de ensino, preferencialmente da região de Heliópolis, no contraturno escolar. As oficinas serão acompanhadas por psicólogos e estagiários de psicologia que trabalharão conceitos da psicanálise junto aos participantes e suas famílias. O projeto atende às finalidades dos incisos II e VII, do Art.2 do Decreto 10.755/2021, tendo em vista que visa estimular a expressão cultural de diferentes formas, umas delas com o oferecimento de oficinas de músicas, abrangendo três tipos musicais, além de contar com apresentações. Deve-se levar em consideração que o estímulo através da música não é referência apenas ao estilo apresentado, mas também a oportunização de oficinas e aperfeiçoamento de crianças e jovens adultos da comunidade de Heliópolils. Instigar esse aperfeiçoamento e promover os meios para que isso aconteça é uma das maneiras para se difundir mais ainda a cultura brasileira, como também levar cultura até os outros espaços, diversificando seu público e os indivíduos atingidos por esta difusão. Portanto, vejamos:Art. 2. Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; VIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural; Objetivos Específicos: - Oferecer 13 oficinas de música ao longo de 24 meses, para 85 jovens e adultos moradores da comunidade de Heliópolis, em São Paulo, da seguinte forma: Aulas de trombone: 3h por aula, duas vezes por semana. Aulas de trompete: 3h por aula, duas vezes por semana. Aulas de Sax Alto: 3h por aula, duas vezes por semana. Aulas de Sax Tenor: 3h por aula, duas vezes por semana. Aulas de Sax Barítono: 3h por aula, duas vezes por semana. Aulas de Clarinete: 3h por aula, duas vezes por semana. Aulas de Piano: 3h por aula, duas vezes por semana. Aulas de Baixo: 3h por aula, duas vezes por semana. Aulas de Contrabaixo: 3h por aula, duas vezes por semana. Aulas de bateria: 3h por aula, duas vezes por semana. Aulas de Percussão: 3h por aula, duas vezes por semana. Aulas de Flauta: 3h por aula, duas vezes por semana. Aulas de Canto Coral: 3h por aula, duas vezes por semana. Carga horária total: 7.488 horas (13 oficinas x 3h cada x 2 aulas por semana x 4 semanas x 24 meses) - Realizar 06 apresentações da big band em espaços culturais da cidade de São Paulo; - Realizar 06 apresentações da banda de coreto em praças públicas, nos coretos, de 06 cidades do interior de São Paulo, ainda a definir. - Oferecer formação cultural e artística para jovens e adultos em situação de vulnerabilidade social como uma forma de promover a interação social, a mudança de perspectivas e a possibilidade de transformação de vida; - Trabalhar o aspecto psicológico dos jovens e suas famílias, através de uma abordagem psicanalítica e integrada com o ensino da música; - Contribuir para a ampliação da experiência musical dos alunos através de atividades que promovam a apreciação musical; - Contribuir para a revitalização das praças públicas do interior paulista; - Contribuir para o resgate da cultura popular dos coretos e big bands; - Beneficiar aproximadamente 10.000 pessoas com todos os produtos culturais oferecidos pelo projeto.
O projeto Musicando sem Fronteiras propõe a formação cultural e artística de jovens e adultos em situação de vulnerabilidade social, assim como a valorização dos espaços públicos _ praças e coretos, do estado de São Paulo. Os coretos datam dos séculos XIX e XX, quando a música não podia ser gravada e nem amplificada. Era desta maneira que a comunidade conseguia expressar sua musicalidade de forma democrática, pois se apresentar em praça pública era uma solução simples, barata e de grande alcance cultural. Para Guga Stroeter, diretor artístico do projeto, "a música na praça pública, orquestrada e animada cria um ambiente de generosidade e convívio horizontal entre distintas gerações e classes sociais". Outro aspecto interessante das músicas de coreto é a sua simplicidade técnica. Não exige nada além da presença dos músicos, uma vez que acontece sem microfones e caixas de som. E, é também um fazer artístico artesanal, onde o público tem a transmissão da experiência através de uma vivência muito próxima. Nesse sentido, a culminância das oficinas do projeto com a formação de uma Big Band e banda de coreto, visa facilitar o acesso da população à música ao vivo, assim como proporcionar mais visibilidade à importância de projetos socioculturais. Porque inserir a Psicanálise em um projeto de música? Talvez a resposta possa parecer fácil, mas com certeza, dentro de sua simplicidade vamos encontrar a complexidade própria do ser humano e algo preciosíssimo. Antes de nascer, o feto vive em águas brandas e com os sons que são produzidos pelo organismo da mãe: sejam as batidas de seu coração, os gases, o som de sua voz, enfim, uma infinidade de sons. Ao nascer, o bebê vai dando sentido a esses sons, criando afetos para o bem ou para o mal. Sabemos que os ritmos, a cadência, a harmonia, o tempo musical, provocam muitas sensações em quem escuta. Essas sensações, que vão dando de certo modo um sentido em nossas vidas, podem se transformar em muitos sentimentos, nos tornando pessoas melhores ou piores, dependendo da intensidade, para nós mesmos. Mas, geralmente tendemos a fazer projeções desses sentimentos e isto pode ser algo que muito nos atrapalhe no curso de nosso desenvolvimento. A psicanálise entra neste projeto para tentar, junto àqueles que vão participar, captar e dar um sentido aos sons que são despertados pelos barulhos, ruídos ou até mesmo pelos sons que ali vão surgir. O objetivo é fazer com que os jovens e adultos beneficiados pelo projeto possam lidar com seus próprios ruídos sem ignorá-los. Fazendo dessa escuta apurada um instrumento propulsor, que poderá ou não ajudar na criação de outros sons. Então, o objetivo é incentivar os participantes a se escutarem, a escutar aquilo que geralmente não se dão conta que existe, que é o seu próprio som, o som que está no seu entorno, provocando uma variação de sentimentos. Apreendê-los, para através desses sons, em conjunto com os psicanalistas, tecer suas histórias, contextualizando-as e tornando-as legítimas a eles. Pretende-se trabalhar o primitivo através da música, da reestruturação, da construção da subjetividade. A escuta psicanalítica, segundo Luís Cláudio Figueiredo, no seu livro: As diversas faces do cuidar, é fundamental nesse processo, porque vai se escutar a situação de exclusão extrema, que é feita pelo próprio inconsciente de cada um, que se refere a escuta do infantil, de excluídos por excelência, que é o caso de moradores de comunidade em uma sociedade tão cruel, perversa, preconceituosa. Essa escuta acionará o dispositivo de transformação desse excluído, numa tentativa de reestruturação do inconsciente. O que está em jogo? Esta é a constante pergunta que o psicanalista em cena fará para desenvolver este trabalho. O que se consegue criar a partir dessa experiência. Então, poderá concluir que dar voz ao inconsciente é dar voz ao que é excluído como: exclusões intrapsíquicas, éticas, políticas, sociais. O objetivo é que a partir dessa escuta e da intervenção psicanalítica, a pauta possa emergir nas situações de conversas, de jogo dos participantes com os profissionais, que proporcionará a vivência de barra do traumático, o qual, assim, poderá aprender a suportar o insuportável, que precisa ser encenado. Essa é a proposta da psicanálise neste projeto musical. Por que Heliópolis?A Região do Ipiranga, na Capital de São Paulo, composta pelos distritos Cursino, Sacomã e Ipiranga, tem cerca de 479 mil habitantes. Heliópolis está localizada no distrito de Sacomã e acolhe 75% destes moradores do distrito com uma população de 200 mil pessoas. De acordo com a última Pesquisa de Municípios Paulistas do Seade, são 98 mil crianças, adolescentes e jovens de 0 a 25 anos, 70% dos moradores vieram da região nordeste do país e a renda média das famílias é de 1 a 2 salários mínimos. Há uma extensa maioria de famílias sobrevivendo apenas com os benefícios de transferência de renda, com cerca de 8000 benefícios do Bolsa Família no distrito de Sacomã, segundo a SMADS/CGB de Janeiro de 2017. Neste contexto a economia informal surge como alternativa de geração de renda entre os moradores, com uma taxa de desemprego (considerando empregos formais com registro em carteira) de 14%, segundo informações dos projetos de geração de renda, empreendedorismo e economia solidária atuantes em Heliópolis (Facebook na Comunidade, Coopersol - Economia Solidária). Com o desenvolvimento desenfreado, Heliópolis cresceu desordenadamente e sem nenhuma infraestrutura. Aproximadamente 40% das famílias são compostas por mãe e filhos, sendo a mãe a única provedora. Há escolas públicas, um único museu que se encontra fechado, e além de dificuldade no acesso para áreas culturais, de esporte e lazer, como cinemas, teatros, parques e espaços esportivos. Em 2006, 3,01% dos adolescentes residentes nesta subprefeitura envolveram-se com ato infracional e em 2012, 11,8% das pessoas acima de 16 anos estavam desempregadas, segundo informações do Conselho Tutelar Ipiranga. As condições de vulnerabilidade e desigualdade social gera na região uma condição de exclusão, estabelecida nas relações sociais, começando pelas condições de habitação, onde aproximadamente 45% da população da região mora em uma única favela, porém isto não implica simplesmente em um aglomerado de moradias irregulares. Heliópolis, em relação à Região do Ipiranga, é o local consta o maior índice de pessoas desempregadas, com baixa escolaridade e alto índice de natalidade. Destaca-se que diante dessas condições de vida, os adolescentes e os jovens são de certa forma os que mais reagem, promovendo um novo índice, o da mortalidade juvenil por homicídio, 37% a mais do que o restante da Região do Sacomã. A gravidez na adolescência também é outro agravante. O projeto atende aos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; E os incisos do art. 3º da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos. II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; O projeto será oferecido gratuitamente e não há receita prevista. Por esta razão, o Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais é fundamental para realização do mesmo, pois é através deste Mecanismo que os profissionais poderão ser contratados e pagos, garantindo a sua permanência e desenvolvimento no mercado cultural.
Remuneração do Proponente: a proponente será remunerada através da rubrica Custos Administrativos – Coordenação Administrativa/Financeira do Projeto. O Instituto de Educação Integrada Garotos Sem Fronteiras tem como código e descrição da atividade econômica principal: 94.30-8-00 - Atividades de associações de defesa de direitos sociais. Já como código e descrição das atividades econômicas secundárias a OSCIP tem:94.93-6-00 - Atividades de organizações associativas ligadas à cultura e à arte94.99-5-00 - Atividades associativas não especificadas anteriormente Entretanto, embora o código “Ensino de música - 8592-9/03” não conste no cartão do CNPJ da OSCIP, o Artigo 9º do Estatuto Social da organização explicita que “O Instituto enfatiza a necessidade da execução de Projetos Socioculturais (...) sob a forma de Apresentações e de Shows Artístico-Culturais e similares que abordem toda abrangência das Artes, da Música, da Dança, do Movimento (...). Já o Artigo 10 do Estauto, explicita que “O Instituto oferece atividades em forma de Cursos Livres e/ou Regulares (...)”. Com base nas informações acima e no Estatuto anexado a esta proposta, o Instituto de Educação Integrada Garotos Sem Fronteiras está apto a realizar ensino de música com finalidade social, que é o objeto desta proposta. Devido o projeto ser inteiramente gratuito, fica dispensada a realização de Contrapartida Social, conforme art. 25, § 5º Fica dispensada a obrigatoriedade estabelecida no caput para projetos de acesso inteiramente gratuitos.
Projeto Pedagógico Oficinas Musicais Local das aulas: Será alugado um espaço na comunidade de Heliópolis para o desenvolvimento das atividades.Vagas: 85 vagas no totalPerfil dos alunos: Jovens a partir de 16 anos de idade, moradores da comunidade de Heliópolis, em São Paulo. Carga horária: Aulas de trombone: 3h por aula, duas vezes por semana. Aulas de trompete: 3h por aula, duas vezes por semana. Aulas de Sax Alto: 3h por aula, duas vezes por semana. Aulas de Sax Tenor: 3h por aula, duas vezes por semana. Aulas de Sax Barítono: 3h por aula, duas vezes por semana. Aulas de Clarinete: 3h por aula, duas vezes por semana. Aulas de Piano: 3h por aula, duas vezes por semana. Aulas de Baixo: 3h por aula, duas vezes por semana. Aulas de Contrabaixo: 3h por aula, duas vezes por semana. Aulas de bateria: 3h por aula, duas vezes por semana. Aulas de Percussão: 3h por aula, duas vezes por semana. Aulas de Flauta: 3h por aula, duas vezes por semana. Aulas de Canto Coral: 3h por aula, duas vezes por semana. Duração das oficinas: 24 meses Metodologia:- Além da prática do instrumento que desenvolve a concentração, o ritmo, a criatividade e a coordenação motora, através das práticas de conjunto – Big Band, Banda de Coreto e Coral - os educandos desenvolvem a prática de conjunto favorecendo a atenção, a socialização, o valor da cooperação e da alternância de liderança. - As músicas do repertório escolhido e ensaiado são ensinadas pelos educadores durante as oficinas dos diferentes instrumentos visando a produção de um espetáculo de cada prática de conjunto com 12 apresentações, sendo 06 da Big Band e 06 da Banda de Coreto. Encontros Psicanalíticos Serão realizados encontros quinzenais de 2 horas de duração com os participantes do projeto; Será realizado encontro mensal de 2 horas com as famílias participantes do projeto; Será realizado encontro quinzenal com os estagiários que acompanham as oficinas; Objetivos: - Rodas de conversa: escutar psicanaliticamente, através da música, os ruídos que serão produzidos internamente e conversarmos sobre eles. Dessa forma provocamos, ou não, algum tipo de transformação interna, de forma a ampliarem suas visões de mundo. - Trazer para este espaço de vulnerabilidades, estudantes de psicologia, de forma a ampliar seus olhares e escuta terapêutica, desses futuros profissionais de saúde mental, de forma mais responsivo com o social que o cercam, no que tange a diversidade humana e social. - Supervisionar os estudantes de psicologia, oferecendo um suporte teórico/clinico de forma a possibilitar ampliarem seus conhecimentos interno e externo, levando-os a reconhecer e nomear as emoções que ali serão despertadas ( transferencialmente e contratransferencialmente) ajudando-os a seguir seu lugar de psicoterapeuta sem, no entanto, se envolverem com as questões surgidas. Permitindo assim que possam trabalhar dentro de uma possível neutralidade. Instrumentos que serão comprados: Orçamento detalhado nos documentos em anexo. Instrumentos Quantidade Preço Unitário Preço Total Trombone HS S761 01 R$ 3.499,00 R$ 3.499,00 Trombone TV 602 02 R$ 4.379,00 R$ 8.758,00. Trompete Eagle WTRM 02 R$ 1.579,00 R$ 3.158,00 Sax alto MICHAEL WASM 02 R$ 3.999,00 R$ 7.998,00 Sax alto MICHAEL WASM 02 R$ 4.259,00 R$ 4.259,00 Sax tenor MICHAEL WTSM 01 R$ 5.329,00 R$ 5.329,00 Sax tenor EAGLE ST503 LN 02 R$ 6.489,00 R$ 12.978,00 Sax Soprano MICHAEL WSSM 02 R$ 4.419,00 R$ 8.838,00 Contrabaixo MICHAEL Modelo BM 02 R$ 1.339,00 R$ 2.678,00 Contrabaixo MICHAEL BM607N BT. 01 R$ 1.445,00 R$ 1.445,00 Guitarra MICHAEL GM 217 N MBA 02 R$ 998,00 R$ 1.996,00 Guitarra MICHAEL GM 217N MBK 01 R$ 998,00 R$ 998,00 Flauta MICHAEL WFLM25 01 R$ 1.469,00 R$ 1.469,00 Flauta Eagle FL 03 N 03 R$ 1.329,00 R$ 3.987,00Niquelada em DÓ. Flauta EAGLE FL 03 S DÓ 01 R$ 1.479,00 R$ 1.479,00 Violão Tagima Paraty 04 R$ 469,00 R$ 1.876,00 Violino Eagle VE 441 4/4. 01 R$ 1.059,00 R$ 1.059,00 Violoncelo EAGLE CE200 4/4 01 R$ 4.679,00 R$ 4.679,00 Violoncelo MICHAEL VOM 40 4/4. 01 R$ 3.429,00 R$ 3.429,00 Acordeon Eagle EGA 48 01 R$ 4.859,00 R$ 4.859,00baixos 0348 PRD Sax Barítono Michael 01 R$ 21.899,00 R$ 21.899,00WSBM35N laqueado Pandeiro meia lua preto 05 R$ 33,00 R$ 165,00 Bateria Acústica RMV 01 R$ 2.959,00 R$ 2.959,00 Total 40 R$ 82.395,00 R$ 109.794,00
Em atendimento ao Art. 22 da IN 01/2022 e, adotando a recomendação da Norma Brasileira 15599:2008 da ABNT, o projeto adotará as seguintes medidas em benefício das pessoas idosas e/ou com deficiência: CURSOS/OFICINAS:DEFICIENTES FÍSICOS: Acesso físico para pessoas idosas e/ou com deficiência, sendo o espaço equipado com: banheiros adaptados, rampas e/ou elevadores de acesso, corrimão, sinalização, locais para cadeiras de rodas, entre outros. DEFICIENTES AUDITIVOS: Será disponibilizado intérprete de Libras para o atendimento de alunos com deficiência auditiva, caso se matriculem na oficina.Item planilha orçamentária: 11 - Intérprete de Libras DEFICIENTES VISUAIS: Será disponibilizado material didático (partituras) em braile para o atendimento de alunos com deficiência visual, caso se matriculem na oficina.Item planilha orçamentária: 10 - Impressão (Folder em braile) ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Será utilizada linguagem clara e acessível, além da contratação de monitores para atender, prestar assistência e acompanhar esse público, auxiliando no que for necessário. Item planilha orçamentária: 13 - Monitores APRESENTAÇÕES: DEFICIENTES FÍSICOS: Acesso físico para pessoas idosas e/ou com deficiência, sendo o espaço equipado com: banheiros adaptados, rampas e/ou elevadores de acesso, corrimão, sinalização, locais para cadeiras de rodas, entre outros. DEFICIENTES AUDITIVOS: Todas as músicas serão instrumentais, de modo que não há necessidade de intérprete de Libras. Será disponibilizado folder em tinta com a listagem das músicas que serão executadas.Item orçamentário: Não se aplica DEFICIENTES VISUAIS: A apresentação contará com material de divulgação em braile.Item planilha orçamentária: 10 - Impressão (Folder em braile) ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Será utilizada linguagem clara e acessível, além da contratação de monitores para atender, prestar assistência e acompanhar esse público, auxiliando no que for necessário. Item planilha orçamentária: 13 - monitores Não consta CONTRAPARTIDA SOCIAL, visto que o projeto é totalmente gratuito, está dispensado de prever a contrapartida, conforme §5º do artigo 25 da IN 01/2022.
Os produtos culturais serão distribuídos conforme alíneas, inciso I, art 23 da IN 01/2022, respeitando seus limites: b) até dez por cento para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores, conformeparágrafo único do art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 julho de 2021; O projeto atende aos seguintes Incisos do Artigo 24 da IN 01/2022:III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redespúblicas de televisão e outras mídias gratuitas; IV - além da Ação Formativa Cultural prevista no art. 25 desta Instrução Normativa, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como: g) bolsas de estudo, estágio ou trainee a estudantes da rede pública de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural ao visar ações em economia criativa, empreendedorismo e sustentabilidade culturais. APRESENTAÇÕES:III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redespúblicas de televisão e outras mídias gratuitas;
Coordenação Geral: Maria Teresa Lopes Direção de Produção: Cristina Monteiro Direção Artística: Guga Stroeter Produtor Musical: João Suplicy Coordenação Financeira: Instituto de Educação Integrada Garotos Sem Fronteiras - IEIG (PROPONENTE) INSTITUTO DE EDUCAÇÃO INTEGRADA GAROTOS SEM FRONTEIRAS (IEIG)- PROPONENTE E COORDENAÇÃO FINANCEIRACriado pela da Resolução AESA no003 em 22/11/2002 o IEIGSF é pessoa jurídica de direito privado e sem fins lucrativos, inscrito sob o CNPJ no 05.577.250/0001-02 com duração por tempo indeterminado, recebeu o título de qualificação como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público na data de 23/04/2003 (Processo MJ no 08015.002326/2003-75). O IEIGSF tem a sua sede e foro na cidade de Brasília, tem como missão a valorização do ser humano em toda sua dimensão, a construção da cidadania e a efetivação do processo de Inclusão Social produtiva visando a qualidade de vida, vem há 17 anos atuando na promoção dos direitos humanos nos seus diversos segmentos Seu último trabalho foi a realização do Projeto Social “Educação pela Arte” em parceria com a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. Após realização desse projeto, a Diretora Geral Sra Therezinha Barros da Silva, em novembro de 2016, entra em processo de tratamento de saúde, deixando o Instituto sob a direção do Vice-Diretor e do Diretor Administrativo. No ano de 2019, já recuperada e com 92 anos, reassume suas atividades, convoca todos os sócios para uma Assembleia Geral Extraordinária e ali elege uma Nova Diretoria ficando como Conselheira Fiscal, deixando os mais jovens atuarem com vigor e destreza. Tem como propósito captar recursos a nível nacional e internacional com a finalidade de prover os projetos em pauta. MARIA TERESA LOPES - Coordenação Geral Maria Teresa Lopes, graduada em psicologia pela faculdade Santa Ursula no Ano de 1998. Membro Associado da Sociedade Brasileira de Psicanalise do Rio de Janeiro. Membro da International Psychoanalytical Association (IPA) , da FEPAL -Federação Psicanalítica da América Latina e da FEBRAPSI - Federação Brasileira de Psicanalise, fez parte da Conselho diretor no biênio 2017/2019. Hoje exerce na sociedade a função de Diretora do Centro de Estudos psicanalítico. Durante 11 anos participou do projeto Travessia, projeto voltado para o social. Faz parte do PROPIS - Programa de Psicanalise e interface social. E durante esses anos desenvolveu em algumas comunidades do Rio atividades com crianças, adolescentes, país dessas crianças e adolescentes, e educadores sociais atividades em grupo, usando algumas vezes a arte, a música, a pintura como estímulo para acionar as questões psíquicas de modo a poderem falar, refletir, na tentativa de transformar as emoções que ali apareciam em alguma coisa mais palpável para os participantes. Estas atividades faziam parte do projeto Travessia. Seu trabalho e conhecimento na área social vem de longo tempo de experiência. Tem alguns trabalhos científicos publicado em revistas de Psicanálise e em Anais de congresso brasileiro de Psicanálise contando esta experiência. CRISTINA MONTEIRO -Direção de produção Criadora do departamento de Relações Públicas para o Theatro Claro; montagem de protocolos para eventos e pré estreia de espetáculos; preparo de recepcionistas do Theatro Claro para atendimento ao público; implantação de curso de Livre – Comunicação com o público que frequenta Theatro Claro; captação de recursos para shows e espetáculos de teatro musicais; elaboração em projetos para leis de incentivos fiscais. GUGA STROETER- Direção ArtísticaMúsico, Diretor e Produtor Musical Gustavo Cerqueira Stroeter nasceu em São Paulo, SP, em 15 de outubro de 1960. No ano de 1987 participou da fundação do quinteto jazzístico Nouvelle Cuisine; e, com o saxofonista George Freire, criou a Orquestra Heartbreakers. Desde então, vem realizando projetos com a Orquestra Heartbreakers tendo quatro formações: Orquestra HB, HB Jazz Combo, HB Big Band e HB Coreto; além de, como instrumentista, trabalhar ao lado de diversos nomes da MPB. Mais informações www.gugastroeter.com.br JOÃO SUPLICY - Produtor MusicalÉ um cantor e compositor brasileiro que trafega por vários estilos musicais, e mistura elementos de gêneros como Rock, Samba, Baião e Blues em sua própria música. Lançou seu primeiro CD MUSIQUEIRO em 1998, produzido por Bid. Seu segundo álbum autoral Cafezinho, veio em 2002 e trazia muitas músicas feitas em parceria com João Pellegrino, além de ter a participação de Toquinho. Em 2005 Lançou Caseiro, que reflete bastante o momento “família”do autor, com canções feitas para mulher e filhos e que conta com a participação de Jorge Mautner. Em 2006, em parceria com o produtor Roberto Menescal regravou sucessos de Elvis Presley em versões Bossanovísticas no álbum Love me tender. Já em 2008 iniciou uma frutífera parceria com seu irmão Supla, formando a banda BROTHERS OF BRAZIL. Juntos lançaram três álbuns e um compacto, fizeram centenas de shows no Brasil e exterior, incluindo festivais como Rock in Rio( Lisboa e Rio), Warped Tour( EUA), LolaPalloza(SP) e terra (SP), participaram de turnês junto com as bandas Flogging Molly, Adam Ant e Aggrolites, e tiveram dois programas de televisão. Entre 2008 e 2010 apresentaram o programa BROTHERS na Rede TV e no ano de 2012 o programa BROTHERS NA GRINGA, na MIX TV. O primeiro CD da banda foi PUNKANOVA(2009) produzido por Mario Caldato e que foi relançado pelo selo Americano SIDEONEDUMMY. Lançaram o álbum ON MY WAY, produzido por APOLO 9 e que teve a música título na lista das melhores músicas do ano da revista Rolling Stone. O CD MELODIES FROM HELL (2014), considerado por muitos como o melhor da banda, foi gravado em Nashville pelos produtores Jon Tiven e Jimmy Walls. Paralelamente à banda, em 2015 João fez um projeto rockabilly com os Hound Dogs e em 2016 resolveu se dedicar novamente à carreira solo para qual já tinha acumulado mais de 80 composições inéditas. Nesta época começou a fazer o programa VIOLÃO AO VIVO DO QUARTO todas às segundas na sua página do Facebook. Neste, faz um número musical com seus convidados. Participaram nomes tais como Criollo, Chico Cesar, Evandro Mesquita, Tie, Ana Vilela, Nazi, Mariana Aidar, Derico, entre outros. Em julho de 2017, João Suplicy lançou o álbum JOÃO onde toca maior parte dos instrumentos. Zeca Baleiro participou da gravação da música e vídeo clip de UM ABRAÇO E UM OLHAR, enquanto Marina de La Rivas divide os versos de DICIONÁRIO DO AMOR, que está na trilha Sonora da novela Carinha de Anjo do SBT.
PROJETO ARQUIVADO.