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Edição de livro comemorativo, ilustrado e histórico, sobre a Brasil Surf _ a primeira e principal revista brasileira de surfe no país, criada em 1975 e editada até 1979. Como contrapartida social será realizado curso de produção editorial para alunos de instituições públicas de ensino.
O livro será dividido conforme os capítulos abaixo: Introdução: Lançada em 1975, a Brasil Surfe foi a primeira revista de surfe brasileira. A Brasil Surf circulou até 1979 registrando os fatos e as fotos mais importantes, os primeiros campeonatos profissionais, as surf trips para destinos ainda desconhecidos e os surfistas que marcaram aquela época. Com um olhar lúdico e romântico, a BS retratou o comportamento, a liberdade e a cultura do surfe durante a segunda metade da década de 70. Foram 4 anos fundamentais no estabelecimento e na popularização do surfe moderno e da sua cultura no Brasil. Os anos Brasil Surf: Entre 1975 e 1979 o surfe brasileiro evoluiu bastante. A fundação da Brasil Surf, a produção do documentário “Nas Ondas do Surfe” e a disputa do “Waimea 5000” foram fatores determinantes para o crescimento do surfe no Brasil na segunda metade da década de 70. Surfistas como Pepê Lopes representam bem esta época, quando os brasileiros estavam começando a se destacar internacionalmente. Comportamento: Entre 1975 e 1979 a revista Brasil surf registrou as performances, o comportamento e o estilo de vida dos surfistas da época. Jovens cabeludos e com uma atitude despretensiosa com relação à vida, eles prezavam a liberdade e quebraram vários paradigmas. O Píer de Ipanema: Construído no início dos anos 70, o Píer de Ipanema ficava praticamente em frente à rua Teixeira de Melo, no coração da praia de Ipanema. As ondas fortes e tubulares que passaram a quebrar de ambos os lados da estrutura metálica, marcaram época na história e no folclore do surfe brasileiro. Enquanto dentro d’água os surfistas usavam as modernas “Mini models”, nas areias que formavam as “Dunas da Gal” imperava a diversidade e a liberdade de usar e fazer o que dava vontade. O Píer de Ipanema foi uma “ilha de liberdade” um verdadeiro “Laboratório de costumes e tendências”. Saquarema, RJ: Descoberta pelos surfistas durante a década de 60, Saquarema e suas ondas grandes, constantes e perfeitas, foi palco dos campeonatos mais importantes, de festivais de rock que marcaram uma época e onde os surfistas passaram a viver um estilo de vida alternativo. A Brasil Surf documentou os acontecimentos mais importantes daquele período. Viagens: Os surfistas são nômades por natureza. E vivem em busca de ondas perfeitas e de novos destinos. A Brasil Surf desbravou alguns deles durante a segunda metade da década de 70. O surfe em São Paulo: O surfe cresceu em São Paulo durante a década de 70. Inicialmente em Santos e no Guarujá. Mas depois se espalhou por todo o litoral paulista. E a BS estava lá para registrar. Moda: A moda costuma refletir o comportamento e a maneira de encarar o mundo de uma parcela formadora de opinião da sociedade. No Brasil, muitas tendências, em especial aquelas ligadas à cultura de praia, surgiram na Zona Sul carioca, onde a Brasil Surf nasceu. A filosofia do surfe: O surfe é uma atividade essencialmente lúdica, na qual os surfistas procuram interagir e estar em harmonia com a natureza. Conceitos que também estão presentes em outras atividades filosóficas, como a Yoga e a meditação, e que tem como objetivo limpar e clarear a mente de seus praticantes. Os surfistas já foram confundidos com os “hippies” e considerados rebeldes, mas hoje o esporte é respeitado nacional e internacionalmente. Equipamentos: A evolução e a popularização do surfe sempre esteve diretamente ligada ao desenvolvimento dos seus equipamentos. No Brasil a indústria foi impulsionada pelo surgimento da “primeira revista de surfe brasileira”. As mulheres no surfe: Até o início dos anos 70 o tamanho e o peso das pranchas eram um obstáculo à prática do surfe pelas mulheres. Mas mesmo assim, elas sempre fizeram parte do universo dos surfistas. Preservação da Natureza: O surfe é uma atividade que depende da natureza. E que deve ser praticada em harmonia com as ondas, os ventos e as marés, entre outros elementos. Por isso os surfistas são essencialmente ecologistas e defensores do meio ambiente. O surfe no Brasil: O Rio de Janeiro foi onde o surfe moderno surgiu e passou a ser praticado pelos jovens moradores da zona Sul carioca. Principalmente pelos frequentadores da praia do Arpoador a partir dos anos 60. Na década seguinte, os surfistas exploraram e se espalharam pelo resto do Brasil. A Brasil Surf registrou a expansão, o crescimento e a popularização do surfe por todo o litoral brasileiro durante a segunda metade da década de 70.
OBJETIVO GERAL - Registrar - através de reproduções de páginas, imagens e textos - valioso material de pesquisa sobre o surgimento e o crescimento do surfe brasileiro na década de 70; - Mostrar como as transformações culturais e comportamentais dos anos 70 _ que foi palco de uma revolução no estilo de vida dos jovens do mundo inteiro _ influenciaram e tiveram no surfe um porta-voz dessa contracultura. - Incentivar a prática do surfe como uma opção não só de lazer, mas também de vida e carreira para os jovens de baixa renda. - Proporcionar a prática de hábitos saudáveis, presentes no conteúdo do livro, como: sustentabilidade, preservação da natureza, inclusão social ("a praia é de todos") - Atender ao artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021 em seus incisos: "Art. 2o Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; (O surfe foi considerado patrimônio cultural imaterial no estado do Rio de Janeiro) V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; (Através de venda a preços populares e produção de audiolivro gratuito) OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Produto LIVRO: Produção, publicação e distribuição de 2.000 exemplares do livro "Brasil Surfe". Levando-se em conta uma média de 3 leitores por exemplar, estima-se que este produto atingirá cerca de 6 mil pessoas. O público-alvo vai do adulto-jovem ao público maduro (de 16 a 80 anos), de ambos os sexos e todas as classes sociais. Será disponibilizada versão no formato de audiolivro (contendo o conteúdo textual e a audiodescrição das imagens) com link gratuito voltado para deficientes visuais e para a população de baixa renda, principalmente para os jovens, onde cresce muito a escuta de audiolivros. O link será disponibilizado a qualquer interessado e divulgado na internet impulsionado através das mídias sociais - Produto CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: Realização de 1 curso sobre produção editorial, com duração de 40h e 200 vagas, para estudantes de instituições públicas de ensino superior a serem definidas. Serão 2 aulas por semana, ao longo de 5 semans, totalizando 10 aulas de 4h cada. Haverá emissão de certificado ao final.
Criada em 1975 e publicada até 1979, a BRASIL SURF popularizou o surfe moderno dando os primeiros passos para ajudá-lo a se tornar o que é hoje: um esporte reconhecido internacionalmente e que trouxe o Ouro para o Brasil em sua estreia nas Olimpíadas. O livro, além de registrar como se deu a popularização do surfe moderno, vai mostrar as profundas transformações culturais e comportamentais dos anos 70 _ que também aconteciam no mesmo local do surgimento do esporte: a Praia do Arpoador, no Rio de Janeiro, berço de toda uma nova classe artística que surgia na música, artes plásticas, literatura e moda. O projeto também se justifica pelas suas contrapartidas que não seriam possíveis sem o incentivo fiscal: - Na distribuição: A parcela da tiragem que irá gratuitamente para as bibliotecas públicas e ONGS; a parcela da tiragem que será distribuída gratuitamente para jornalistas e formadores de opinião; a parcela da tiragem que será distribuída gratuitamente por patrocinadores e doadores. No total, serão 800 exemplares distribuídos gratuitamente, representando 40% da tiragem do livro proposto. - Na produção e distribuição de audiolivro gratuito com audiodescrição das imagens A necessidade da utilização do mecanismo de incentivo fiscal se justifica ainda por seu custo ser superior à sua previsão de receita. Com base nessas premissas, solicitamos o enquadramento do presente projeto no Art. 18 da Lei 8.313/1991. O projeto se enquadra no Art. 1º da Lei 8313/91 através dos incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; (O Surfe foi declarado patrimônio cultural imaterial no estado do Rio de Janeiro) VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Se enquadra ainda no Art. 3º da Lei 8.313/1991 em seu inciso: II fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;
ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO: Será contratada uma Assessoria de Imprensa para trabalhar no projeto durante dois meses - nos veículos eletrônicos e nas mídias sociais - enviando releases e o exemplar do livro, quando necessário. PEÇAS DE DIVULGAÇÃO: - Banner impresso e produção multimídia no local do lançamento - Convite eletrônico para o lançamento do livro - E-mail marketing - Criação e veiculação de pop-ups e e-banner - Posts patrocinados nas mídias sociais Remuneração de proponente A proponente será remunerada através das rubricas Coordenação Geral e como Coodenadora Administrativo-Financeira (Custos Vinculados de Administração). Está ciente do limite estabelecido pelo Art. 16 da I.N. 1 de 2022
Livro: Formato fechado 21x28 cm; capa dura com laminação fosca e hotstamping 4x0 cores; 02 guardas em color plus 180grs.; miolo 4x4 cores; couché matte 150 grs.; 224 páginas. Tiragem: 2.000 exemplares.
PRODUTO LIVRO Acessibilidade Física: O lançamento do livro será realizado em local com efetiva acessibilidade para cadeirantes e idosos e de fácil acesso para a população, com alternativas de transporte público – ônibus e metrô. - Medida sem custo adicional para o projeto Acessibilidade para Deficientes Visuais: Em atendimento ao Art. 22 da Instrução Normativa nº 01/2022, será disponibilizado um LINK GRATUITO com audiolivro, contendo o conteúdo textual gravado e audioscrição das imagens, para contemplar os deficientes visuais. O LINK constará em todos os exemplares do livro e também será divulgado nas mídias sociais da Editora Lacre e em todas as outras que se interessem em divulgá-lo de forma gratuita. - Medida custeada pela rubrica Audiodescrição Acessibilidade para Deficientes Auditivos: Por ser um livro, já é acessível para deficientes auditivos. - Medida sem custo adicional para o projeto Acessibilidade para Pessoas que apresentam Espectros, Síndromes ou Doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Não se aplica ao produto. PRODUTO CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Acessibilidade Física: Os cursos serão realizados em espaços que proporcionem plena acessibilidade física cumprindo as exigências contidas na Lei nº 13.146, de 2015, e o Decreto nº 9.404, de 2018. - Medida sem custo adicional para o projeto Acessibilidade para Deficientes Auditivos: Será disponibilizado intérprete de Libras durante as 40h do curso caso haja inscrição de deficientes auditivos - Medida custeada pela rubrica Intérprete de Libras Acessibilidade para Pessoas que apresentam Espectros, Síndromes ou Doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Será disponibilizada uma Monitoria especializada inclusiva p/ pessoas com TEA e PcD intelectuais durante as 40 horas do curso caso haja inscrição de aluno nesse perfil. - Medida custeada pela rubrica Monitores Acessibilidade para deficientes visuais: Os ministrantes do curso farão a audiodescrição dos elementos visuais. - Medida sem custo adicional para o projeto
- 20% da tiragem, correspondente a 400 exemplares, serão doados para as bibliotecas de universidades públicas, ONGs e crianças e jovens de comunidades. - 10% da tiragem, ou seja, 200 exemplares, serão distribuídos gratuitamente pelos patrocinadores e doadores - 10% da tiragem, ou seja, 200 exemplares, são para distribuição promocional a jornalistas e formadores de opinião além de autores do livro e equipe, como parte de pagamento de direitos autorais - 6 exemplares para o depósito legal - Venda de 20% da tiragem (400 exemplares) a preço promocional, pela internet - 40% da tiragem para comercialização em livrarias nas capitais brasileiras Em atendimento ao Art. 24 da I.N. 1 de 2022, serão adotadas as seguintes medidas complementares de democratização de acesso: VI - promover o uso do Vale-Cultura para aquisição dos produtos e serviços culturais resultantes do projeto que, eventualmente, venham a ser comercializados, nos termos da Lei no 12.761, de 27 de dezembro de 2012, no caso de não enquadramento da proposta cultural ao parágrafo único do art. 22, desta Instrução Normativa, ou além do previsto; VII - comercializar além do previsto na alínea "e", inciso I do artigo 22 desta Instrução Normativa, no mínimo dez por cento em valores que não ultrapassem o preço do Vale-Cultura, nos termos do art. 8o da Lei no 12.761, de 2012; fazendo o uso deste mecanismo;
Detentor dos Direitos Autorais: FLÁVIO DIAS Incentivado pelo seu pai, Juvêncio Dias, também fundador da revista, Flávio começou a surfar numa prancha de isopor, em Copacabana, na década de 60. Ainda adolescente, estudando no colégio Andrews, conheceu Alberto Pecegueiro e juntos fundaram a Brasil Surf. Redação: Rosaldo Cavalcanti Jornalista e cineasta, ex-surfista profissional, Rosaldo recebeu 2 prêmios da ASP (Association of Surging Professionals) pela melhor cobertura do circuito mundial de surfe. Um dos fundadores do jornal Surf News e do Jornal Staff, Rosaldo foi Editor do Jornal Now, da revista InsideNOW e da Revista Alma Surf. E escreveu para as principais publicações de surfe do mundo. Entre elas o Jornal Tracks e as revistas Surfer, Surfing , Australia Surfing Life e The Surfer’s Journal Fotografia: Fernando Fedoca Lima Um dos pioneiros da fotografia de surfe no Brasil, Fedoca foi um dos principais fotógrafos da revista Brasil Surf. A partir dos anos 80 Colaborou como fotógrafo e repórter para as principais revistas de surfe do Brasil: Visual, Fluir, Now, Hardcore e Surfer Magazine. Foi editor e sócio dos sites Brasil Surf e Clicksurf. Projeto gráfico e diagramação: WALTER GARROTE Designer Grafico desde 1994, trabalhou em grandes editoras do Brasil: Editora Abril, Azul, Peixes, em revistas como: FLUIR, The Surfer’s Journal Brasil, BRAVO, EXAME Informática, Primeira Leitura e Tribo Skate. Em 2004 criou e editou a revista SKT por dois anos quando passou para o lado corporativo, como gerente de marketing de marcas de surf e skate: DVS Shoes, EZEKIEL, MATIX, O’Neill e QIX International. Produção Gráfica: FERNANDO DIAS Outro nome do time original da Brasil Surf. Entre 1975 - 79 Fernando viveu intensamente o dia a dia da redação. Fez um pouco de tudo. Recebia, arquivava e selecionava as melhores fotos. Ajudava no comercial e na administração das assinaturas. Estudou Comunicação e Direito na PUC-Rio. Coordenação Geral e Coordenação Administrativo-Financeira: FLÁVIA PORTELA Produtora e editora, Flávia Portela é responsável pela Estúdio F / Editora Lacre que realizou diversos projetos editoriais e expositivos para empresas como Bondinho do Pão de Açúcar, Petrobras, O Globo, Confederação Nacional das Seguradoras, Estácio, Caixa Econômica, Vale S.A. e ONU Mulheres (www.editoralacre.com.br). Será responsável por toda a gestão do projeto incluindo atividade técnico-financeira
PROJETO ARQUIVADO.