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PRONAC 220746Apresentou prestação de contasMecenato

Instituto Burle Marx – Projeto de Digitalização

INSTITUTO BURLE MARX
Solicitado
R$ 498,4 mil
Aprovado
R$ 714,0 mil
Captado
R$ 498,2 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33592510000154VALE S.A.1900-01-01R$ 498,2 mil

Eficiência de captação

69.8%

Classificação

Área
—
Segmento
Acervos arquivísticos culturais do Patrimônio
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
22

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2022-03-01
Término

Resumo

O projeto trata da digitalização de projetos do acervo BMI já inventariados e catalogados até o momento. A digitalização desses projetos prioritários de paisagismo contempla plantas originais de projetos, croquis, guaches e desenhos de Roberto Burle Marx e seus colaboradores, além da digitalização de fotografias impressas do acervo do BMI. Os produtos do projeto são a preservação do acervo cultural e disponibilização para sociedade no futuro banco dados que ficará acessível à consulta online.O acesso público se dará pela plataforma digital do site. ANEXAMOS A NOVA ATA E O CARTÃO DE CNPJ COM CNAEs CULTURAIS.

Sinopse

O projeto se refere à digitalização de 100 projetos prioritários de paisagismo contempla um total de aproximadamente 1000 documentos entre plantas originais de projetos, croquis, guaches e desenhos de Roberto Burle Marx do acervo do Instituto Burle Marx. Para enriquecer este panorama global do paisagista, estamos considerando também a digitalização de 300 fotografias impressas do acervo do BMI. Este primeiro recorte tem como objetivo desenhar um uma visão inédita do trabalho de Roberto Burle Marx, apresentando tanto projetos históricos e reconhecidos internacionalmente, quanto projetos inéditos ou pouco conhecidos do paisagista; priorizando os trabalhos públicos e/ou de uso coletivo como inspiração para utopias possíveis de cidade. Os projetos digitalizados serão disponibilizados ao acesso público pela plataforma digital do site. Para viabilizar a disponibilização deste material para uso público, esta proposta também compreende um aporte de cerca de 35% da aquisição do banco de dados In Patrimonium, da empresa portuguesa Sistemas do Futuro. O resultado é uma plataforma de consulta online no site do Instituto Burle Marx, onde será possível visualizar projetos paisagísticos desenvolvidos por Roberto Burle Marx e sua equipe, com uma variedade de itens acerca de cada um deles composta por plantas originais, desenhos, croquis, guaches e fotografias; traçando um primeiro panorama global de um dos mais importantes paisagistas do Século XX. Esta plataforma permitirá que uma parte do banco de dados e do trabalho do inventário fique disponível para consulta e pesquisa, bilingue (português e inglês), e filtros de busca e segurança; atendendo uma solicitação frequente e crescente de pesquisa ao acervo do Instituto; para fins educacionais, de arte e de cultura. Metodologia de Inventário e Catalogação Em 2020, a partir de um mergulho mais reflexivo sobre o acervo, o BMI ampliou os critérios de pesquisa, indo além da abordagem cronológica utilizada como metodologia inicial para o inventário das coleções. Inicialmente, a metodologia seguiu a organização cronológica pré-existente dos projetos, privilegiando as décadas iniciais por conta da fragilidade das plantas. No entanto, por conta do grande período de abrangência histórica (dos anos 30 até os anos 90) e do vasto material, o Instituto contemplou uma estratégia hibrida para compreensão global deste conjunto arquivístico, realizando também uma seleção direcionada por conteúdo e com foco na apresentação de alguns projetos icônicos de Burle Marx. O conceito consiste em estabelecer critérios que permitam o cruzamento dos períodos históricos com as principais temáticas dos projetos que promovam as reflexões necessárias, como: equipamentos públicos de praças e parques até os espaços voltados para educação (universidades) e saúde (hospitais), projetos ambientais, culturais, governamentais, dentre outros; incluindo a cobertura da abrangência geográfica dos projetos (localização no país ou internacional). O Instituto busca com esta conjunção de critérios refletir sobre a produção paisagística de Burle Marx e seus colaboradores ao longo da história e traçar um primeiro panorama global (overview) do acervo de projetos, que irão atuar neste momento como suporte essencial às narrativas do BMI sobre o legado. A partir de setembro de 2020, a nova etapa de catalogação deu início a produção de uma amostragem de projetos paisagísticos selecionados por décadas. O critério da curadoria perpassou a escolha de obras de interesse público, como Conjuntos de moradias, Parques, Praças Públicas, Universidades, e ainda, residências privadas que viraram centros culturais, jardins feitos para exposições, consulados etc. Um panorama temático da ampla atuação de Burle Marx entre as décadas de 1930 e 1990, contemplando um primeiro recorte de projetos icônicos e inéditos, nacionais e internacionais. O trabalho desenvolvido no Instituto adota as normas técnicas arquivísticas internacionais e da metodologia museológica vigente e, também, parte de amostragem por conteúdo para obtenção de um panorama mais global do acervo que auxilie e ilustre a narrativa proposta no planejamento de comunicação e atividades ao longo dos próximos anos. No que tange o trabalho com o acervo de projetos paisagísticos, até outubro de 2021 foram catalogados o montante de 8.226 documentos individuais, sendo o total de 500 projetos paisagísticos, que após as pesquisas mostraram-se ser 421, pois são reformas de áreas, adequações de projetos, feitos a posteriori.

Objetivos

Segue resposta à diligência da proposta, a partir da IN 01/2022. Como os produtos da proposta são totalmente gratuitos, retiramos o produto Contrapartida Social seguindo o Art. 25 parágrafo 5 da IN 01/2022. Ao tentar enviar a proposta, o SALIC não aceitou por ainda considerar este produto obrigatório seguindo o Art. 22 da IN 02/2019. Recoloquei o produto contrapartida social e inseri rubricas simbólicas no orçamento para que o envio seja aceito. Espero não haver prejuízo à proposta, com este procedimento. Objetivo Geral: Dar ontinuidade do inventário do acervo documental e cartográfico (projetos paisagísticos) bem como a digitalização de projetos já inventariados e fotografias do acervo do Instituto Burle Marx, visando a sua disponibilização para a sociedade, por meio de ações de comunicação nas redes sociais e no site oficial da organização, para consulta e pesquisa, e ampliando o debate sobre a ressignificação dos conteúdos para uma maior contribuição social, cultural, educacional e ambiental. O objetivo se coaduna com os seguintes incisos do Art. 02 do Decreto 10.755/2021: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; Objetivos Específicos: · Produto _ PRESERVAÇÃO DE ACERVO CULTURAL - Digitalizar 100 projetos do acervo BMI (Burle Marx Instituto) já inventariados e catalogados, que abarcam juntos um total de 1000 documentos aproximadamente, entre plantas originais de projetos, disponibilizando-os na plataforma digital do site, por meio da criação de um mapa georreferenciado; · Produto _ PRESERVAÇÃO DE ACERVO CULTURAL - Digitalizar 300 fotografias impressas do acervo do BMI para preservação e divulgação das mesmas; · Produto _ PRESERVAÇÃO DE ACERVO CULTURAL- Possibilitar o acesso de cerca de 2.000 pessoas em visitação virtual ao acervo no período de um ano no site da instituição; · Produto _ PRESERVAÇÃO DE ACERVO CULTURAL - Ampliar o debate público sobre o legado Burle Marx e suas contribuições narrativas sobre utopias possíveis de cidades e visões de mundo. A partir da divulgação dos projetos pertencentes ao acervo do Instituto, muitos desses ainda inéditos, promover o conceito de bem-viver e de bem-estar tão presente na produção artística e paisagística de BM e seus colaboradores; · Produto _ PRESERVAÇÃO DE ACERVO CULTURAL - Possibilitar engajamento do público - jovens, pensadores e influenciadores, profissionais e acadêmicos do campo - para valorização e preservação dos jardins, espaços públicos e privados de convivência com a natureza, conhecendo aqueles desenvolvidos por Burle Marx; · Produto _ PRESERVAÇÃO DE ACERVO CULTURAL - Colaborar para o reconhecimento do legado de Burle Marx, como referência nacional e internacional, e valorização do Instituto Burle Marx por sua atuação na preservação e disseminação desse legado.

Justificativa

O Instituto Burle Marx busca apoio e parcerias institucionais que permitam complementar o trabalho de inventário e catalogação do seu acervo iniciado em 2020 com a doação da Leon Levy Foundation, organização filantrópica americana, permitindo a digitalização de um primeiro panorama global dos projetos paisagísticos de Burle Marx e de seus colaboradores, bem como a consolidação da aquisição da plataforma de bancos de dados. Esse aporte tornará possível a preservação das informações e o início da disponibilização deste rico e singular acervo que é um patrimônio brasileiro. Roberto Burle Marx foi um dos paisagistas mais importantes do Século XX. Incorporou uma estética plástica à criação de paisagens e foi incansável na experimentação e busca de novas soluções para sua arte. Além disso, foi um dos pioneiros na luta pela preservação das florestas brasileiras, iniciando a discussão sobre meio ambiente e sustentabilidade no início dos anos 60. Seus projetos públicos levaram seus ideais e conceitos para todos, criando espaços de bem-estar democráticos para a cidade. O BMI tem como propósito atuar proativamente para reverberar a importância da contribuição de Burle Marx no mundo e celebrar a arte viva desse homem visionário, à frente do seu tempo. Vale ressaltar que nos últimos anos o legado de Burle Marx foi promovido mais fora do país do que no Brasil. Em 2015, Roberto Burle Marx foi tema de uma grande exposição no Museu Judaico de NY e, em 2019, o New York Botanical Garden (NYBG) fez uma interessante exposição sobre Burle Marx através da interação com seus jardins, ambos com repercussões muito positivas internacionais. Foi também no país que foram produzidas as últimas publicações sobre o tema: em 2017 (Palestras Gareth Doherthy - Harvard University) e 2018 (Depoimento - Catherine Seavitt - Columbia University). Infelizmente, no Brasil, seu país de origem, existe um déficit de produção sobre o assunto, com as últimas grandes publicações sobre seu legado datando de 2009, ano de seu centenário. Durante esse hiato, tivemos pequenas exposições no Mube e na Galeria Almeida Dale, em São Paulo, ambos com apoio do acervo e consultoria do BMI. Recentemente, inaugurou a primeira exposição do Instituto Burle Marx, "O Tempo Completa", que acontecerá entre os dias 30/01/2021 e 06/02/2022, na Casa Roberto Marinho, com a curadoria de Lauro Cavalcanti e Isabela Ono. Na exposição são apresentadas peças inéditas do acervo e emblemáticas, como as plantas arquitetônicas dos projetos de paisagismo do parque do Aterro do Flamengo e da Praia de Copacabana. O feito de inaugurar uma primeira exposição vem reforçar a necessidade de se dar continuidade a catalogação e inventário das obras, e iniciar a digitalização deste primeiro panorama de projetos para tornar essas informações disponíveis e públicas futuramente, ampliando e valorizando esse legado. Para além de inventariar e digitalizar o acervo para simples disponibilização do seu material bruto, nos interessa provocar desdobramentos que possam estimular diálogos e trocas para se pensar alternativas de novos futuros. Através da produção de conteúdo, o intuito é ressignificar esse acervo, trazendo a relevância desta produção para a atualidade do pensamento, gerando aprofundamento, leitura crítica, inspiração e o desdobramento desses conteúdos em ações presenciais e nas plataformas digitais. Por ser um projeto de grande importância para a cultura e a arte, o patrocínio é uma ferramenta fundamental para sua realização por possibilitar investimentos de grandes empresas. O projeto se coaduna com os seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro. O projeto cumpre os seguintes objetivos do Art. 3° da Lei 8313/91: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos.

Estratégia de execução

Eixos Temáticos Através do processo de inventário iniciado em 2019, o Instituto teve a oportunidade de começar a desvendar em seu acervo informações e conteúdos inéditos, em diferentes formatos, com o intuito de preservá-los e de promover seu conhecimento e sua ressignificação na atualidade. O propósito principal é gerar empatia do público com esse legado, para que ele comece a ser divulgado e utilizado amplamente em ações educacionais, culturais e ambientais e possa então inspirar desejos de mudança. O processo de desvendar a história através do acervo permitirá que essa matéria-prima gere conteúdos, troca e inspire futuras proposições para construção de novos diálogos perante os desafios contemporâneos. Para isso, o BMI buscará se associar a iniciativas institucionais e contribuir no médio prazo para fomentar: · A percepção sobre o espaço urbano e a necessidade de mudanças em atitudes e práticas; · engajamento pela criação, preservação e acesso à equipamentos públicos, especialmente as áreas verdes, jardins e parques; · A curiosidade e o conhecimento sobre Urbanismo, Paisagismo e a contribuição do legado de BM; · entendimento de que são seus habitantes os principais sujeitos de mudança das cidades; · A expansão das formas de expressão artísticas e de criatividade em intervenções urbanas, individuais e coletivas; e · O diálogo e convivência entre diferentes grupos sociais, áreas de conhecimento e saberes. O Instituto pretende realizar uma contribuição capaz de trazer frescor e leveza ao tratar questões contemporâneas, através de conteúdos e experiências presentes na narrativa de Burle Marx, relevantes ao momento atual. Essa reflexão acontecerá através de 3 eixos temáticos, que se interconectam e se relacionam entre si, conforme descrição a seguir: Eixo 1 - Utopias Possíveis de Cidades Percepção sobre as cidades e compreensão de que elas podem ser planejadas e configuradas para e por quem nelas moram. Os projetos de Burle Marx e de seus colaboradores - dos desenhos iniciais aos projetos implantados - são inspiração de como é possível intervir na paisagem das cidades, tanto nos seus espaços públicos e coletivos quanto nos espaços privados e individuais. · Reflexão sobre a necessidade de valorização e preservação dos patrimônios públicos da cidade, em especial os projetados por Burle Marx, e sobre a importância da criação de novos equipamentos públicos, como parques, praças e jardins, principalmente nas áreas de maior ausência desses equipamentos. · Contribuição no pensamento e nas discussões sobre “cidades saudáveis”, alinhadas aos atuais debates conectados às questões globais pactuadas nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, Agenda 2030-ONU. Especialmente sobre o Objetivo 11 que visa tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis, buscando principalmente as contribuições relativas à preservação, inclusão e acesso as áreas verdes. Eixo 2 - Educação e Cultura – Por Experiências Estéticas e Lúdicas · Conhecimento e a disseminação da contribuição estética, artística e coletiva do trabalho de Burle Marx, buscando a valorização do paisagismo como expressão artística viva e inovadora; e a percepção de que os jardins não são estáticos, ocorrem em ciclos naturais e são locais abertos para possibilidades de fruição, interações e convivência democrática, respeitando a diversidade de usos e de pessoas. · Experienciação artística como inspiração junto às juventudes, permitindo uma aproximação com a arte, provocada a partir do encantamento das cores, formas, texturas e volumes no espaço, percebidas na vivência do jardim e no contato com as obras e documentos do acervo do BMI; incentivo à iniciativas educacionais afirmativas, que possibilitem momentos de fruição estética que gerem sentimento de leveza e expansão da criatividade, e a liberdade de expressão. · Contato de diferentes públicos com as obras e documentos do acervo em iniciativas lúdicas e educativas que possibilitem essa experimentação potente e artística para semear um sentido de conexão/pertencimento, inspirando novas formas de expressão. · Participação e fomento de comunidades de aprendizado em redes com jovens, pensadores, artistas que busquem criar e ou preservar espaços individuais e coletivos de contato com a natureza e de expressão criativa sobre as cidades. Eixo 3 - Paixão, Convivência e Preservação do Meio Ambiente · Promoção de aprendizados e relações mais conectadas entre o indivíduo e o meio que os cercam, através da convivência com os elementos naturais e a paisagem, que ocorrem tanto na esfera pública, coletiva, quanto na privada e individual; · Valorização de biomas brasileiros e a importância de conhecer e entender o seu valor estético, ambiental e simbólico para preservá-lo; · Conhecimento da potência da obra de BM onde observamos constante experimentação de uso de vegetação nativa de diversos ambientes naturais, principalmente brasileiro, nos ambientes urbanos. PLANO DE DIVULGAÇÃO A divulgação será feita com o apoio de uma assessoria de imprensa, por meio de redes sociais e pelo site da organização.

Especificação técnica

Produto principal – Preservação de acervo cultural digitalização de até 100 projetos arquitetônicos, considerando em torno de 1000 itens, incluindo também 300 fotografias impressas a serem disponibilizadas pela plataforma digital do site

Acessibilidade

Produto principal – Preservação de acervo cultural Acessibilidade deficientes físicos – não se aplica por ser um projeto a ser disponibilizado em virtualmente em site. RUBRICA – não se aplica Acessibilidade deficientes visuais - os arquivos disponíveis no site contarão com audiodescrição para garantir acessibilidade de conteúdo RUBRICA – audiodescrição – R$ 2.000,00 Acessibilidade deficientes auditivos- as informações do acervo serão legendadas RUBRICA – sistema digital pq não tem a rubrica legendagem - R$ 1.000,00 Para promover a acessibilidade ao conteúdo dos produtos às pessoas que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos, teremos as seguintes medidas: ACESSIBILIDADE - O conteúdo será disponibilizado no site da organização proponente, atendendo aos critérios em W3C para beneficiar também ao público com PcD Auditiva e População Surda, PcD, Visual e Cegos PcD físico, PNE entre outros, disponibilizando legendas maiores, contraste entre a cor do fundo, utilização de ícones facilitadores do acesso, audiodescrição com possibilidade de aumento de volume, entre outras possibilidades. A escolhas das formas de acessibilidade serão estudadas durante o desenvolvimento do conteúdo. Deficientes auditivos que desconheçam a linguagem Libras podem acessar o conteúdo pela legendagem eletrônica. RUBRICA – sistema digital (parte) - R$ 25.000,00 Para acessibilidade de indivíduos com limitação intelectual ou indivíduos que não dominem linguagens de acesso ao conteúdo vamos propor ações de apreensão dos conteúdos através da arte com Experimentação e fruição estética. As contribuições estéticas, éticas e filosóficas identificadas no acervo do BMI ensinam que a beleza tem seu valor para os indivíduos e a sociedade. Partimos do pressuposto de que o encantamento com as cores, formas, texturas e volumes dos ambientes planejados — percebido em jardins e no contato prazeroso com as obras e documentos do Instituto — têm imensa capacidade de promover conhecimentos, compreensões de mundo e subjetividades originais. Trata-se de um recurso valioso para estimular, sobretudo entre as juventudes, a diversidade de expressões artísticas, a expansão da criatividade e a liberdade de pensamento. RUBRICA – consultoria técnica (parte) - R$ 3.000,00

Democratização do acesso

Produto principal – Preservação de acervo cultural As consultas/acessos ao acervo serão gratuitas para o público, através do site da organização. Art. 24 da IN nº 01/2022: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas.

Ficha técnica

Equipe permanente: Coordenação geral e administrativo-financeira - Isabela Ono – Diretora Executiva BMI - Formada em arquitetura e urbanismo (FAU-UFRJ); mestrado urbanismo (PROURB-UFRJ) e professora da faculdade de arquitetura PUC RJ (2006 a 2008). Entrou no Escritório Burle Marx em 1992 como estagiária e em 2004 tornou-se sócia. Possui mais de 20 anos de experiência profissional na área de paisagismo. Em 2017, tornou-se Diretora Executiva do Escritório Burle Marx e em 2019 conselheira fundadora e Diretora Executiva do Instituto Burle Marx. Tatiana Leiner – Coordenadora de Comunicação BMI - Graduada em comunicação social (UFRJ); MBA em Marketing (IBMEC); pós-graduação em filosofia (PUC RJ). Mais de 20 anos de experiência nas áreas de marketing e comunicação digital com atuação em empresas multinacionais. Em 2015 iniciou seu trabalho de comunicação do escritório Burle Marx e em 2019 passou a colaborar no Instituto Burle Marx. Rafaela Manhães – Analista Financeiro - Formada em ciências contábeis, com 9 anos de experiência no terceiro setor. Inventário e Catalogação do Acervo BMI - Hólos Consultoria e Assessoria: Christina Gabaglia Penna - Supervisão de Projeto - Graduada em história da arte (UERJ); mestrado em museologia (UNIRIO UFRJ). De 1979 a 2005, trabalhou no projeto Portinari, onde organizou a pesquisa e publicação do Catálogo Raisonné do artista, o 1º deste tipo na América Latina. Cecilia de Oliveira Ewbank - Coordenadora de Acervos BMI - Graduada em Museologia (UNIRIO); mestre em História Cultural (PPGH - UFSC) e doutoranda em Artes Visuais (EAV - UFRJ). Atuou na revisão do inventário do Sítio Roberto Burle Marx em 2019 e desde 2020 integra a equipe do BMI. Possui experiência na área de museologia e atua em pesquisas voltadas para a história do colecionismo e dos museus no Brasil. Maria Pierro Gripp – Museóloga - Formada em Museologia (UNIRIO, 2014) e mestra em Antropologia (UFF, 2017); atua na área de museus, educação, arte e etnologia há 10 anos. Desde 2019, se dedica ao tratamento das coleções de Roberto Burle Marx, prestando serviço inicialmente ao Sítio Roberto Burle Marx (SRBM/IPHAN) e atualmente ao Instituto Burle Marx (BMI). A partir de 2019, atua no Instituto BM. Lia Peixinho – Museóloga - Graduada em Museologia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) em 2021 e cursa atualmente antropologia na Universidade Federal Fluminense (UFF). Desenvolveu pesquisa sobre objetos rituais Tikuna para o Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST) e atuou em pesquisa e documentação no Museu do Samba. Ana Renata de Souza Tartaglia – Arquivista - Graduada em Arquivologia (UNIRIO), em 2012. Atuou como Arquivista e Coordenadora do Arquivo Institucional da Academia Brasileira de Letras, entre 2012 e 2020. Desde abril de 2021, atua como Arquivista contratada do Projeto de Organização do Acervo do Instituto Burle Marx, para identificação, acondicionamento, descrição e elaboração de instrumentos de pesquisa dos documentos arquivísticos. Lucia Helena Ribeiro Santos – Arquivista - Graduada em Arquivologia (UNIRIO), com Pós-Graduação em Arquivologia (FAVENI). Experiência na área de organização de acervos pessoais e institucionais com atuação em empresas públicas e privadas.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2025-07-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro