| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 27816487000131 | Empresa Gerencial de Projetos Navais | 1900-01-01 | R$ 4,47 mi |
| 02270689000108 | REPSOL SINOPEC BRASIL SA | 1900-01-01 | R$ 2,95 mi |
| 03562124000159 | WILSON SONS SERVIÇOS MARÍTIMOS | 1900-01-01 | R$ 426,5 mil |
| 01392043000122 | NORSUL CARGO NAVEGAÇÃO SA | 1900-01-01 | R$ 230,0 mil |
| 33127002000286 | Cia. de Navegação Norsul | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
| 01640625000180 | TECON Rio Grande S.A | 1900-01-01 | R$ 160,0 mil |
| 31790710000196 | IMETAME METALMECANICA LTDA | 1900-01-01 | R$ 156,0 mil |
| 00089189000130 | LIVING CONSULTORIA E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS LTDA - EPP | 1900-01-01 | R$ 10,0 mil |
| ***908897** | PATRICIA PEREIRA DE MELO DOS SANTOS | 1900-01-01 | R$ 300,00 |
| ***010797** | REINALDO RAMOS VALENTE | 1900-01-01 | R$ 100,00 |
| ***997417** | SHEILA SANTOS DE MEIRELES | 1900-01-01 | R$ 100,00 |
O projeto dará continuidade às ações de criação e construção do Museu Marítimo do Brasil - primeiro museu marítimo público do país - promovendo a elaboração do Projeto Executivo de Arquitetura, documento que viabilizará a construção das novas edificações e a revitalização do Espaço Cultural da Marinha, localizado no Centro do Rio de Janeiro.
Objetivo Geral Este projeto tem como objetivo principal a contratação de serviço especializado de Arquitetura para a elaboração do Projeto Executivo Arquitetônico, documento que norteará as obras de construção do Museu Marítimo do Brasil. O Projeto Executivo a ser elaborado neste projeto terá como base o Concurso Nacional de Estudos Preliminares de Arquitetura organizado em 2021 pelo Instituto de Arquitetos do Brasil. Neste concurso (PRONAC 202218), ao todo, 191 equipes, distribuídas por 17 estados do país, candidataram-se para enviar projetos _ um recorde na história das chamadas públicas do IAB/RJ. A equipe vencedora do certame foi coordenada pelo arquiteto e urbanista Rodrigo Quintella Messina, de São Paulo (SP) e será contratada para desenvolver os estudos e projetos de que se trata este projeto, como preconiza o edital do referido concurso. Planejamos também a reestruturação do Espaço Cultural da Marinha (ECM), equipamento cultural que sediará o Museu Marítimo. Esta reestruturação compreenderá diversas ações que objetivarão aproximar a população da cultura marítima e reestruturar a visitação ao ECM segundo padrões internacionais de visitação a museus/espaços culturais, preparando o ECM para receber o futuro Museu Marítimo. Objetivos Específicos Produto: Bem Imóvel - Reforma / Ampliação / Construção / Aquisição 1) Elaborar o Projeto Executivo de construção do Museu Marítimo do Brasil, novo museu a ser sediado no Espaço Cultural da Marinha, visando avançar na requalificação do equipamento cultural já existente e do seu entorno. Este documento terá como base o resultado do Concurso Nacional de Estudos Preliminares de Arquitetura organizado em 2021 pelo Instituto de Arquitetos do Brasil e executado no PRONAC 202218. Neste concurso, ao todo, 191 equipes, distribuídas por 17 estados do país, candidataram-se para enviar projetos _ um recorde na história das chamadas públicas do IAB/RJ. A equipe vencedora do certame foi coordenada pelo arquiteto e urbanista Rodrigo Quintella Messina, de São Paulo (SP) e será contratada para desenvolver os estudos e projetos ligados ao Projeto Executivo. Produto: Modernização e Equipagem de Museus e Espaços Culturais 1) Realizar intervenções na área da construção civil no Espaço Cultural da Marinha, incluindo ações como: ambientação e paisagismo; sinalização; eletricidade e iluminação; rede, telefonia e CFTV; refrigeração; instalações sanitárias e reforma dos banheiros já existentes; e sistema de combate à incêndio. Produto: Contrapartidas Sociais 1) Realizar 40 visitas mediadas no Espaço Cultural da Marinha para estudantes do Ensino Fundamental e Médio da rede pública de Ensino, apresentando este equipamento cultural ao público e promovendo um diálogo sobre os desafios e o papel dos espaços musealizados na sociedade contemporânea.
Fundamentalmente, o Museu Marítimo do Brasil se constituirá como um museu da história marítima brasileira e dos sentidos da brasilidade no que se refere aos mares e rios, abarcando a pluralidade de vozes e sujeitos, o que o caracterizará e o diferenciará de outros museus marítimos ao redor do mundo. Ele aprofundará a questão central de todo museu marítimo: o próprio mar como questão simbólica essencial na história humana, em qualquer tempo, propondo sistematicamente a valorização da experiência direta de cada visitante como instrumento de imersão no espaço e conteúdos narrativos e museológicos, buscando estabelecer uma relação ativa do espectador com o universo e temáticas apresentadas. Desta forma, o Museu Marítimo do Brasil tem como sua missão engajar públicos na valorização e popularização da consciência marítima representativa das vozes e sujeitos sociais da história e memória dos mares e rios no Brasil. O primeiro grande passo para a criação e construção do Museu Marítimo foi realizado com a execução do projeto "Museu Marítimo do Brasil _ Fase 1", entre dezembro/2021 e março/2022, junto ao Programa Nacional de Apoio à Cultura. Este projeto viabilizou a realização do Concurso Nacional de Estudos Preliminares de Arquitetura, organizado em parceria com o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB/RJ). Esta ação foi executada para cumprir o disposto no Anexo III da Instrução Normativa nº 2, de 23 de abril de 2019, quanto a obrigatoriedade de de propostas que contemplem projetos de arquitetura e urbanismo serem resultados de concursos com exposição pública. No concurso realizado via PRONAC para o Museu Marítimo, foi definido o perfil arquitetônico da nova instituição e seu resultado será a base para a elaboração do Projeto Executivo compreendido nesta nova proposta. Se ocupará tanto da criação de um novo atrativo para o lugar - o Museu Marítimo do Brasil, quanto da revitalização física do Espaço Cultural da Marinha como um todo. Este projeto se configura como a segunda fase do processo de criação do Museu Marítimo, contendo ações voltadas, principalmente, para a elaboração dos projetos arquitetônicos ainda necessários à próxima etapa de construção da nova instituição. De acordo com a ABNT 16636-2:2017, desenvolveremos o Estudo Preliminar resultado do referido concurso até as etapas de Projeto Executivo e Projetos Complementares, com a intenção de iniciarmos a efetiva construção do Museu Marítimo em uma posterior Fase 3. O Espaço Cultural da Marinha (ECM), equipamento cultural que abrigará o futuro Museu Marítimo, está situado no epicentro da enorme área portuária revitalizada e traz em sua localização qualidades e valores geográficos e históricos extraordinários. Localiza-se na orla histórica em frente à Igreja da Candelária e à Antiga Alfândega do Rio de Janeiro (hoje Casa França-Brasil), a meio caminho entre a Praça Mauá e a Praça XV que, depois da reforma, estão interligadas por um passeio que margeia as águas da Baía de Guanabara. O ECM abriga parte importante do acervo da Marinha do Brasil. De lá, saem as embarcações para as visitas à Ilha Fiscal e para o Passeio Marítimo na Baía de Guanabara, onde os passageiros podem conhecer diversos pontos turísticos e históricos do redor. Integra um complexo de museus e centros culturais que já desloca para a região milhares de turistas, estudantes e consumidores de arte, história e cultura. O grande agrupamento cultural da orla histórica é constituído pelo Museu Histórico Nacional, Museu Naval, Paço Imperial, Centro Cultural da Justiça Federal, Centro Cultural Banco do Brasil, Casa França-Brasil, Ilha Fiscal, Museu de Arte do Rio, Museu do Amanhã e o AquaRio. Após três anos fechado para as obras de derrubada do Elevado da Perimetral, o ECM, que ficava encoberto por esta via, passou, a partir de 2016, a ter visibilidade e uma enorme visitação para os seus navios-museus e passeios culturais à Ilha Fiscal e pela Baía de Guanabara. Durante a Olimpíada, o público visitante atingiu 97 mil pessoas e desde então a média mensal de visitantes tem sido superior a 10 mil pessoas. Uma das características mais significantes do ECM é seu píer histórico, importante entreposto comercial do século XIX. Tem 17m de largura por 280m de comprimento, e constituiu parte das Docas da Alfândega até o início do século XX. Em seguida, abrigou as instalações da Companhia de Navegação Lloyd Brasileiro, que funcionou até a década de 1990 naquela área, sendo então adquirido pela Marinha do Brasil. Embora seus meios navais continuem abertos à visitação, a edificação destinada à área expositiva, construída em 1996, não pode ser reaberta por não ser adequada a recepção de acervo e de público. Diante deste cenário e das novas perspectivas de visitação, deu-se início aos estudos para a construção de um novo museu no local. O resultado do Concurso Nacional de Estudos Preliminares será a base para a elaboração do Projeto Executivo compreendido nesta proposta, e se ocupará tanto da revitalização deste equipamento cultural quanto da criação de um novo atrativo para o espaço - o Museu Marítimo do Brasil _ que será o primeiro museu público sobre o tema no Brasil. Assim, a realização da proposta "Museu Marítimo do Brasil - Fase 2: Projeto Executivo de Arquitetura" com o apoio do PRONAC representará um importante passo na construção de um novo equipamento cultural para o País. Todos estes valores e qualidades que o Museu Marítimo abraçará serão evidenciados em todos os aspectos de sua criação, indo de encontro às finalidades expressas na Lei de Incentivo à Cultura. O presente projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; b) conservação e restauração de prédios, monumentos, logradouros, sítios e demais espaços, inclusive naturais, tombados pelos Poderes Públicos.
Produto: Bem Imóvel - Reforma / Ampliação / Construção / Aquisição Acessibilidade física: o projeto prevê a adequação estrutural para acessibilidade do Espaço Cultural da Marinha. Atualmente, o Espaço Cultural da Marinha já dispõe de algumas adaptações para receber pessoas portadoras de necessidades especiais, como a disponibilidade de cadeira de rodas, rampas, e banheiro adaptado. Item da planilha orçamentária: Restauração / Conservação das estruturas Acessibilidade sonora: não se aplica diretamente - o local não faz uso de recursos sonoros. Acessibilidade visual: disponibilização de guia vidente de cegos (item 7.4.2 da ABNT NBR 15599:2008) para visitantes no Espaço Cultural da Marinha. Item da planilha orçamentária: esta ação não irá gerar custos à proposta pois será realizada pela equipe de visitação já atuante no local. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Criação de sinalização bilíngue e adaptações no espaço expositivo. Item da planilha orçamentária: Restauração / Conservação das estruturas Produto: Modernização e Equipagem de Museus e Espaços Culturais Acessibilidade física: o projeto prevê a adequação estrutural para acessibilidade do Espaço Cultural da Marinha. Atualmente, o Espaço Cultural da Marinha já dispõe de algumas adaptações para receber pessoas com deficiências, como a disponibilidade de cadeira de rodas, rampas, e banheiro adaptado. Item da planilha orçamentária: Restauração / Conservação Acessibilidade sonora: não se aplica diretamente - o local não faz uso de recursos sonoros. Acessibilidade visual: disponibilização de guia vidente de cegos (item 7.4.2 da ABNT NBR 15599:2008) para visitantes no Espaço Cultural da Marinha. Item da planilha orçamentária: esta ação não irá gerar custos à proposta pois será realizada pela equipe de visitação já atuante no local. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Criação de sinalização bilíngue. Item da planilha orçamentária: Restauração / Conservação Produto: Contrapartidas Sociais Acessibilidade física: as visitas serão realizadas em espaço que possui elementos facilitadores de acessibilidade, como rampas, corrimãos, piso tátil, etc. Acessibilidade sonora: os recursos auditivos da exposição contarão com legendagem e/ou tradução para LIBRAS. Item da planilha orçamentária: Consultor de Acessibilidade. Acessibilidade visual: criação de audiodescrição de recursos visuais. Item da planilha orçamentária: Consultor de Acessibilidade. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Visitas mediadas especiais para o público com deficiências cognitivas. Item da planilha orçamentária: Mediador
Produto: Bem Imóvel - Reforma / Ampliação / Construção / Aquisição "V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios,cursos,treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;" Produto: Modernização e Equipagem de Museus e Espaços Culturais "V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios,cursos,treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;" Produto: Contrapartidas sociais "VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil"
Coordenação geral: Fundação Estudos do Mar (FEMAR) – ProponenteA Fundação foi instituída em 31 de maio de 1966 pelo Clube Naval, representado pelo seu Presidente, Almirante de Esquadra JOSÉ SANTOS DE SALDANHA DA GAMA e outras organizações ligadas ao mar como a Petróleo Brasileiro S.A., a Comissão de Marinha Mercante (CMM), Departamento Nacional de Portos e Vias Navegáveis (DNPVN), Sindicato Nacional da Industria de Construção Naval (SINAVAL), Sindicato das Empresas de Navegação Marítima (SYNDARMA), Serviço Social da Industria (SESI), Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN). Esses Instituidores visavam promover estudos, pesquisas, cursos, seminários e outras atividades congêneres para a formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoas que exercem atividades pertinentes ao mar. Desde então a FEMAR, proporciona, financia ou canaliza recursos, através de convênios, contratos ou iniciativas próprias para a realização de pesquisas, edição de publicações, desenvolvimento de projetos, planos, programas, cursos, estudos e assistência técnica relacionados com a difusão de conhecimentos afins, todos inerentes ao meio marítimo. Em resumo, desde sua origem a FEMAR canalizou a sua atuação para a disseminação da mentalidade marítima por meio do conhecimento. A partir do ano 2000, passou a atuar também em projetos com a Marinha do Brasil relacionados à pesquisa e extensão. Em 26 de abril de 2011, a Fundação foi credenciada no MEC como Fundação de Apoio ao Núcleo de Inovação Tecnológica da Marinha do Brasil (NIT – MB) obtendo respaldo institucional para a gestão de projetos de pesquisa na Marinha do Brasil. Como Entidade, é pessoa jurídica de direito privado, dotada de autonomia patrimonial, administrativa e financeira com fins não-lucrativos e regida por seu Estatuto, pelo Regimento Interno e pelas disposições legais aplicáveis, incluídas aquelas emanadas da Promotoria de Justiça de Fundações do Rio de Janeiro. Em face de seus objetivos, a FEMAR é considerada como Organização de Utilidade Pública Federal (Decreto n° 87.122 de 24 de setembro de 1982) e Estadual (Lei n° 1252 de 5 de janeiro de 1967). Além das atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão, a Fundação desenvolve um Programa de Responsabilidade Social (PRS). Por sua vez, o PRS está baseado no Projeto Escola no Mar (PROEMAR) e no Projeto de Gratuidade de Cursos (PGC). Esses projetos, de cunho Social, tem forte apelo cultural em sua gênese como veremos mais adiante. A Fundação realiza também outras ações de impacto no campo da cultura como seminários, encontros, palestras e lançamento de livros. Almirante de Esquadra (Refº) AIRTON TEIXEIRA PINHO FILHO, Presidente da Fundação de Estudos do Mar – FEMARFormado pela Escola Naval - EN e aperfeiçoado em Comunicações pelo Centro de Instrução Almirante Wadenkolk - CIAW. Realizou os cursos Básico e de Comando e Estado-Maior, ambos na Escola de Guerra Naval - EGN. Realizou o Curso de Altos Estudos de Política e Estratégia na Escola Superior de Guerra - ESG. Exerceu diversos cargos e comandos ao longo de sua carreira na Marinha do Brasil culminando com a Chefia do Estado-Maior da Armada. Após a sua passagem para a reserva, foi eleito e assumiu, em 2017, a presidência da Fundação de Estudos do Mar – FEMAR cargo que atualmente ocupa. Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha – Parceria para direção técnica do projeto Sediada no Rio de Janeiro e sob a direção do Vice-Almirante José Carlos Mathias, a DPHDM é responsável por promover estudos e pesquisas, consolidar e publicar documentação relativa à cultura marítima, conservar o patrimônio histórico e cultural da Marinha, promover intercâmbios com entidades públicas e privadas, nacionais e internacionais, envolvidas com a história e a cultura marítima. Sob sua administração estão a Biblioteca da Marinha, o Arquivo da Marinha, o Museu Naval, a Ilha Fiscal, o Espaço Cultural da Marinha, os navios-museus Bauru e Laurindo Pitta, o submarino-museu Riachuelo, o carro de combate Cascavel e o helicóptero-museu Sea King. Vice-Almirante José Carlos Mathias (Diretor da DPHDM), Dirigente da instituição parceira do projeto e supervisão geral das atividades culturais Formado pela Escola Naval fez aperfeiçoamento de Armamento para Oficiais – Centro de Instrução Almirante Wandenkolk. Também fez curso no Comando de Estado-Maior, na Escola de Guerra Naval e na Escola de Altos Estudos em Política e Estratégia, este realizado na Escola Superior de Guerra. Possui MBA em Planejamento e Gestão Estratégica – Fundação Getulio Vargas. É diretor da DPHDM desde 2016. Coordenação do produção: Edina Laura Costa Nogueira da GamaÉ oficial da reserva da Marinha do Brasil (MB), licenciada em Bacharel em História pela Universidade Santa Úrsula (1976/1979), e Especialista em História Militar Brasileira – Universidade do Rio de Janeiro (UNIRIO) 2000/2002. Formação complementar: Módulo de Conservação, Restauração e Microrreprodução de Acervos Bibliográficos e Documentais – Fundação Biblioteca Nacional (2000); Assessora Técnica de Projetos da Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha (DPHDM). Atuação profissional: Diretoria de Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha, DPHDM, Brasil, Assessor técnico para projetos; Atividades fins da Diretoria de Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha- DPHDM e História Marítima- Naval Brasileira (2009 – atual); Serviço de Documentação da Marinha, Ajudante do Departamento de História Marítima; Chefe do Departamento de História Marítima; Encarregada da Divisão de História Naval e Marítima; Chefe do Departamento de História Marítima (interinamente); Chefe do Departamento de História Marítima; Chefe de Publicações e Divulgação; Superintendente de Documentação; Superintendente de Museus; Chefe do Departamento de Museus (1988-2009); Fundação Vitae – Projeto de Registro, higienização e acondicionamento do acervo da Reserva Técnica do Museu Naval – Ilha Fiscal (2003/2005); Projeto de Registro de Tratamento Técnico da Informação do Acervo Museológico do Museu Naval (2004/2005); Projeto de Registro, higienização e acondicionamento do acervo da Reserva Técnica do Museu Naval II – Ilha Fiscal (2004/2006) Programa Caixa de Adoção a Entidades Culturais: Projeto de Tratamento Técnico do Acervo Museológico do Serviço de Documentação da Marinha – agosto de 2007 a agosto de 2008. Curadoria: Paulo Knauss de MendonçaÉ licenciado em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF), onde também obteve o título de doutorado em História, depois de realizar o mestrado em História na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e ter sido bolsista do DAAD na Universidade de Freiburg . i. B., na Alemanha. Fez, ainda, estudos de pós-doutorado na Universidade de Estrasburgo, França, no campo da história cultural das relações internacionais. É professor de Departamento de História da Universidade Federal Fluminense, onde atua também no Programa de Pós-Graduação em História. Como pesquisador dedica-se especialmente ao estudo das relações entre Memória e História, assim como ao campo da História da Imagem e da Arte. É autor de inúmeros ensaios publicados em revistas e livros sobre Historiografia e Teoria da História, História Urbana, História da Imagem, História do Patrimônio Cultural e da Arte Pública. Seu livro de estreia foi O Rio de Janeiro da pacificação: franceses e portugueses na disputa colonial(1991), e em co-autoria escreveu Macaé: história e memória (2005) e Brasil: uma cartografia (2010), The Rio de Janeiro Reader: history, culture, politics (2016). Coordenou, ainda, Cidade Vaidosa: imagens urbanas do Rio de Janeiro (1999), Sorriso da cidade: imagens urbanas de Niterói (2003). Em colaboração organizou os livros Niterói: cidade múltipla (1997), Cultura política, memória e historiografia (2009) e Revistas ilustradas: modos de ler e ver no Segundo Reinado (2011) e História do Rio de Janeiro em 45 objetos (2019). Museologia: MM MUSEOLOGIA E PROJETOS CULTURAIS/ Margareth de Moraes – Diretora - COREM # 138-I. Pós-graduada em Metodologia do Ensino Superior - Universidade Estácio de Sá. 1982-1983; Museóloga pela Universidade do Rio de Janeiro UNI-RIO. 1978-1981É uma empresa sediada no Rio de Janeiro que há mais de trinta anos atua na produção de exposições nacionais e internacionais, no planejamento e implantação de museus, e no gerenciamento de coleções de arte. A experiência institucional e empresarial de sua diretora, a museóloga Margareth de Moraes, que por doze anos dirigiu o Departamento de Museologia do MAM/RJ e teve aperfeiçoamento profissional no MoMA-NY, confere uma capacidade na gestão de projetos reconhecida por órgãos da esfera pública, que concederam notória especialização à MM. Entre seus clientes há importantes instituições culturais e empresas, do Brasil e do exterior como: MoMA NY, Fundação Bienal de São Paulo, Fundação Roberto Marinho, Fundación La Caixa Madrid, Bienal do Mercosul, Centro Cultural Banco do Brasil, Milwaukee Art Museum, Cia Bozano, Documenta de Kassel, Fundação Nacional de Arte e Fundación Cisneiros. Alguns projetos executados: Implantação museológica dos espaços expositivos da Fundação Getúlio Vargas - FGV Rio de Janeiro; Planejamento museológico e assessoria à Fundação Roberto Marinho no projeto de criação, construção e implantação do MUSEU DE ARTE DO RIO – MAR. Elaboração do Programa de Necessidades Museológicas, Elaboração do Plano Museológico e Coordenação geral das exposições de inauguração do Museu; Gestão técnica e financeira do ?Projeto de Recuperação da Estrutura Física e Museológica do Museu Nacional de Belas Artes? – MNBA, através da Lei Rouanet. MINC/MNBA; Elaboração de Programa Museológico para o projeto do prédio anexo do museu, a cargo do arquiteto Paulo Mendes da Rocha. Escritório Paulo Mendes da Rocha, SP; Planejamento e implantação do MUSEU RICARDO BRENNAND, dedicado a coleções do período Brasil Holandês. Instituto Ricardo Brennand, Recife; Planejamento do NOVO MUSEU DE ARTE DA PAMPULHA; Elaboração do Programa Museológico para o escritório de arquitetura Oscar Niemeyer. Secretaria Municipal de Cultura de Belo Horizonte; Assessoria ao Centro Cultural São Paulo para o anteprojeto de implantação das Reservas Técnicas do Centro Cultural São Paulo; Assessoria museológica à Secretaria de Cultura e Desporto do Estado do Ceará, na readequação e implantação física do Museu De Arte Contemporânea de Fortaleza (MAC-FOR) e Centro Dragão do Mar; Planejamento e implantação do Centro de Arte Hélio Oiticica. Rioarte/Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro; Assessoria técnica museológica para o planejamento e implantação do Museu de Arte do Espírito Santo - MAES, Secretaria de Educação e Cultura do Estado do Espírito Santo; Membro do International Council of Museums - ICOM/UNESCO # 11263; .Membro da American Alliance of Museums - AAM # 37432; Membro do Conselho de Orientação Artística do MON – Museu Oscar Niemeyer, Curitiba
PERÍODO DE EXECUÇÃO DO PROJETO ATUALIZADO.