| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 09095183000140 | Energisa Paraíba - Distribuidora de Energia S.A | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
| 09123654000187 | COMPANHIA DE AGUA E ESGOTOS DA PARAIBA CAGEPA | 1900-01-01 | R$ 160,0 mil |
| 00371600000166 | Companhia Paraibana de Gás - PB GÁS | 1900-01-01 | R$ 34,0 mil |
| 08995631000108 | N. Claudino e Cia Ltda. | 1900-01-01 | R$ 30,0 mil |
O 17° Fest-Aruanda do Audiovisual Brasileiro terá duração de sete (7) dias e será realizado em formato híbrido (presencial e Plataforma Aruanda Play) e tem como produto principal duas mostras competitivas (Nacional e Sob o Céu Nordestino) de curtas e longas-metragens, além de retrospectivas especiais. Trata-se de espaço de convergência da produção audiovisual local-regional com Oficinas de requalificação profissional e seminários temáticos, fechando o tripé Intercâmbio-Qualificação-Reflexão Teórica.
Não se aplica
Objetivo Geral: O Fest‐Aruanda do Audiovisual Brasileiro chega à sua 17ª edição ainda mais consolidado como o maior festival de cinema e audiovisual genuinamente paraibano e que tem como sede a Capital, João Pessoa, realizado sempre no mês na primeira qunzena de dezembro. Com base no Artigo 2º do decreto 10.755/2021, incisos V (incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais) e VI (fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade), o evento tem o compromisso e a compreensão de que o audiovisual constitui valioso instrumento de democratização e inclusão cultural; como afirmação de identidade e exercício de cidadania através da sétima arte em suas diversas expressões. Nesse sentido, o foco do festival se encontra consubstanciado em mostras competitivas de curta e longa-metragens de todas as regões do país; Objetivos Específicos: Democratizar o acesso à produção audiovisual brasileira através dos seguintes produtos: - Mostra Competitiva de Curta-Metragem Nacional: 12 filmes em competição; 500 espectadores por sessão; - Mostra Competitiva de Curta-Metragem Paraíba: 10 filmes em competição; 500 espectadores por sessão; - Mostra Competitiva Nacional de Longa-Metragem: 7 filmes em competição; 500 espectadores por sessão; - Mostra Competitiva Nordestina: 6 filmes em competição; 500 espectadores por sessão; - Mostra Retrospectiva (Homenageados): 6 filmes; 300 espectadores por sessão; - Mostra Cine Aruandinha (Infanto-Juvenil): 5 filmes; 500 espectadores por sessão; TOTAL DO PÚBLICO ESTIMADO: 6.500 espectadores. - 3 Oficinas: 60 beneficiados diretos; - 12 Mesas-Redondas; - 1 Conferência de Abertura: AÇÕES: - Distribuição, durante sete dias, de 6.500 Convites para as duas sessões das mostras competitivas (Nacional e Sob o Céu Nordestino), às 18h e 21h, respectivamente, além das mostras especiais (retrospectivas). - 60 Inscrições grátis para 3 Oficinas; 60 Certificados para todos os participantes das ações formativas; - Livre acesso para debates e mesas-redondas (presenciais e/ou On Line) - 600 beneficiados (entre estudantes e docentes) com as exibições audiovisuais (curtas e longas-metragens) na rede estadual de ensino (Projeto Aruandando).
O Festival Aruanda, desde sua fundação (2005) mantém fina sintonia com o artig 1º da Lei 8313/91 (II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais e, III, - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores), onde o mesmo se enquadra na medida em que promove um amplo painel das produções audiovisuais brasileiras, com especial atenção à região Nordeste onde o festival se realiza; o mesmo se repete no artigo 3º da lei supracitada, inciso I (b - concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil), ao se prestar como janela de exibição, oportunizando e valorizando com premiação em troféus e dinheiro a todos as categorias técnicas e autorais de curta e longa-metragem (mostras competitivas), com exibições de estéticas e temáticas diversas nos respectivos filmes inscritos; com isso se respalda a proteção das expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; como festival de cinema, se trabalha com difusão, estimulando a produção de bens simbólicos (filmes), o que responde pela formação no campo da cultura e da memória do país, além de priorizar, com a realização do evento, as produções genuinamente brasileiras. Por fim, o uso da Lei de Incentivo tornou-se o mais eficaz instrumento de viabilização de tais diretrizes norteadoras do festival, conforme a experiência dos últimos anos tem demonstrado quanto ao crescimento e consolidação de seu formato e reconhecido alcance e desempenho junto ao público e formadores de opinião (mídias tradicionais e midiáticas).
Beneficiários do produto da proposta e forma de seleção: - Diretores e produtores de produtos audiovisuais (curta e longa-metragem) que se submetem à seleção, mediante abertura de edital de inscrições, amplamente divulgado para todo o país, via veículos da mídia tradicional, digital e redes sociais do festival. A escolha dos curtas-metragens é feita por um Comitê de Seleção, cujo trabalho se encontra em andamento, neste momento, e que busca contemplar filmes por sua qualidade estética e temática, além da representatividade regional, de modo a contemplar, se possível, todas as regiões brasileiras. São selecionados 12 filmes de curta-metragem para a mostra competitiva nacional e 10 que sejam oriundos da Paraíba, uma forma de valorizar a produção local, mostra essa também de caráter competitivo. Da mesma forma, a Curadoria de Longas-metragens, elege os 12 filmes nessa categoria que irão constituir as mostras competitivas Nacional e Sob o Céu Nordestino (obras realizadas em solo nordestino). - Justificativa acerca do conteúdo ou acervo indicado para o segmento de público a ser atingido, no caso de mostra: As mostras competitivas de curta e longa-metragem são a principal vitrine dos festivais, e se prestam a ampliar o nível de informação do público que conhece as obras antes de seus respectivos lançamentos nas salas comerciais. Desse modo, tais eventos dentro do festival se justificam na medida em que, para além do público, em si, propicia aos realizadores locais a oportunidade do intercâmbio, da troca de ideias, de experiências profissionais e de produção dos filmes. O festival, por sua vez, assegura essas formas de intercâmbio através de debates, mesas-redondas e workshops com diretores, produtores, fotógrafos e roteiristas. Indicação do curador, dos componentes de júri, da comissão julgadora ou congênere, quando houver: Componentes do Comitê de Seleção de Curta-Metragem: AMILTON PINHEIRO Endereço: Alameda Eduardo Prado, 733 Apto. 01 Bairro: Campos Elíseos CEP: 01218-012 São Paulo/SP Contatos: (11) 99576-2082 (11) 3159-3159 (Recado Ana Célia ou Berenice Macedo) E-mail: amilton.pinheiro@gmail.com Idade: 55 anos FORMAÇÃO Curso: Pós-Graduação em Economia Política Instituição: Pontifica Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP) Período: 1998 a 2000 Curso: Aluno “Especial” do Doutorado em Economia na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da Universidade de São Paulo (USP) Período: 1998 a 2000 Curso: Aluno “Especial” do Mestrado em Letras e História Social da FFLCH da Universidade de São Paulo (USP) Período: 2001 a 2003 Curso: Graduação em Economia Instituição: Universidade Federal da Paraíba (UFPB) Período: 1990 a 1995 EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL Curador e diretor artístico do Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro Período: Desde 2011 Curador da seleção dos longas-metragens e mediador do Comunicurtas, Festival de Cinema de Campina Grande Período: Desde 2020 Agenciamento literário e de audiovisual Período: Desde 2020 Co-curador de uma Ocupação no Itaú Cultural em homenagem ao ator Lima Duarte Período: 7 de novembro de 2020 a 16 de janeiro de 2021, comemorando os 90 anos de vida dele 3a Assistente de direção do curta-metragem A Volta Para Casa, de Diego Freitas Colabora no jornal O Estado de S. Paulo, fazendo matérias sobre Cultura (cinema, música, televisão e literatura) Período: Desde 2011 Colabora para o jornal O Valor Econômico, no Caderno EU & Fim de Semana, escrevendo matérias de (cinema, música, literatura, entrevistas, etc) Período: Desde 2022 Colunista cultural do site Esquina da Cultura Período: Desde 2018 Marcus Mello Programador, pesquisador e crítico de cinema, um dos editores da revista Teorema, fundada em agosto de 2002, uma das publicações de cinema mais longevas do Brasil. Formado em Letras, é Mestre em Literatura Brasileira pela UFRGS e especialista em gestão cultural pela Universidade de Girona, na Espanha, em curso realizado em parceria com o Itaú Cultural de São Paulo. Entre maio de 2013 e dezembro de 2016 foi Coordenador de Cinema, Vídeo e Fotografia da Secretaria da Cultura de Porto Alegre e diretor da Cinemateca Capitólio, inaugurada em março de 2015. Atualmente integra a equipe da Cinemateca Capitólio, onde atua em atividades envolvendo produção de eventos, programação, acervo e divulgação. CAMILA DE MORAES Camila de Moraes é jornalista e graduanda no curso B.I. de Artes com concentração em audiovisual pela Universidade Federal da Bahia. Na área do cinema dirigiu o documentário de longa-metragem "O Caso do Homem Errado" que aborda a questão do genocídio da juventude negra no Brasil. A cineasta se tornou a segunda mulher negra a entrar em circuito comercial com um longa-metragem após 34 anos de silenciamento no Brasil. A primeira mulher negra foi Adélia Sampaio, em 1984, com o longa-metragem de ficção “Amor Maldito”. Aclamado, o longa “O Caso do Homem Errado” esteve na seleta lista de pré-selecionados pelo Ministério da Cultura para representar o Brasil e concorrer ao prêmio de Melhor Filme Estrangeiro no Oscar 2019. Idealizadora e Curadora do Festival Cinema Negro em Ação. Atualmente desenvolve o projeto de uma série de ficção chamada “Nós Somos Pares” que aborda a vida de seis mulheres negras e suas relações de amizade e amores. Camila de Moraes também dirigiu o curta-metragem “A Escrita do Seu Corpo”, que trata sobre a questão de identidade racial e de gênero por meio da poesia. Produziu e co-roterizou o documentário “Mãe de Gay” vencedor de dois Galgos de Ouro no Festival Universitário de Gramado. Fez produção do curta-metragem de ficção “Marcelina - com os olhos que a terra há de comer”, de Alison Almeida, e assistência de produção do documentário “Poesia Azeviche”, de Ailton Pinheiro. Assina a direção do curta-metragem documental “Mãe Solo” realizado durante a pandemia. Camila de Moraes é gaúcha, mas reside em Salvador há doze anos. Curador de Longa-Metragem: Amilton Pinheiro FORMAÇÃO Curso: Pós-Graduação em Economia Política Instituição: Pontifica Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP) Período: 1998 a 2000 Curso: Aluno “Especial” do Doutorado em Economia na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da Universidade de São Paulo (USP) Período: 1998 a 2000 Curso: Aluno “Especial” do Mestrado em Letras e História Social da FFLCH da Universidade de São Paulo (USP) Período: 2001 a 2003 Curso: Graduação em Economia Instituição: Universidade Federal da Paraíba (UFPB) Período: 1990 a 1995 EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL Curador e diretor artístico do Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro Período: Desde 2011 Curador da seleção dos longas-metragens e mediador do Comunicurtas, Festival de Cinema de Campina Grande Período: Desde 2020 Agenciamento literário e de audiovisual Período: Desde 2020 Co-curador de uma Ocupação no Itaú Cultural em homenagem ao ator Lima Duarte Período: 7 de novembro de 2020 a 16 de janeiro de 2021, comemorando os 90 anos de vida dele; 3a Assistente de direção do curta-metragem A Volta Para Casa, de Diego Freitas; Colabora no jornal O Estado de S. Paulo, fazendo matérias sobre Cultura (cinema, música, televisão e literatura): Período: Desde 2011 Colabora para o jornal O Valor Econômico, no Caderno EU & Fim de Semana, escrevendo matérias de (cinema, música, literatura, entrevistas, etc) Período: Desde 2022 Colunista cultural do site Esquina da Cultura (SP) Período: Desde 2018 Componentes do Júri Oficial 2022: Carlos Vinicius Borges (Rio de Janeiro, 12 de novembro de 1975), conhecido como Cavi Borges, é um cineasta, produtor e ex-judoca brasileiro. Com uma vasta filmografia, tendo dirigido quatorze longa-metragens e mais de quarenta curtas, além de ter produzido mais de cento e cinquenta filmes, é considerado um dos principais produtores do cinema brasileiro independente contemporâneo. Seus filmes foram exibidos e premiados em alguns dos mais importantes festivais de cinema do Brasil e do mundo, como o Festival de Cannes, Festival do Rio, Festival de Gramado, Mostra de Cinema de Tiradentes e outros.[4] Também foi fundador da locadora, produtora e distribuidora Cavídeo.[5] CarreiraCavi Borges atuou como atleta de judô profissional até o ano 2000. Em 1996, teve um acidente e por conta disso, não conseguiu participar da Olimpíada de Atlanta, nos Estados Unidos. Em 2000, teve um rompimento dos ligamentos do joelho e assim, mais uma vez perdeu os jogos olímpicos em Sydney, na Austrália.[6][7] Ao se aposentar como atleta, Borges abriu uma locadora de vídeo chamada Cavídeo, no Rio de Janeiro. A locadora se tornou referência no Rio de Janeiro na época, por conta de seu acervo de filmes até então cults e raros, com títulos de diretores como Bergman e Truffaut, entre outros. Além da locação de filmes, a Cavídeo gradualmente passou a também organizar eventos como mostras, encontros, lançamentos de DVDs e livros, festas e, em 2009, passou a atuar também como produtora de filmes. Formado em Cinema e Audiovisual na Universidade Estácio de Sá, Borges passou a atuar como produtor e diretor de cinema. Desde o início dos anos 2000, Borges atuou como diretor e produtor em centenas de filmes independentes. Como diretor, realizou filmes de destaque como o documentário Cidade de Deus - 10 Anos Depois, Vida de Balconista e outros. Seus filmes foram exibidos em alguns dos mais importantes festivais de cinema do mundo, incluindo o Festival de Cannes, na mostra Semaine de la Critique, com o curta-metragem A Distração de Ivan.[11] Como produtor, trabalhou ao lado de realizadores como Felipe Bragança, Luiz. Rosemberg Filho, Sérgio Ricardo, Luiz Carlos Lacerda, Sabrina Fidalgo e outros Kristal Bivona (Universidade de Sam Diego) A Dra. Kristal Bivona é diretora assistente do Centro de Estudos Brasileiros e ministra cursos de estudos culturais brasileiros para a Faculdade de Letras e Artes. Ela é doutora em Línguas e Literaturas Hispânica pela Universidade da Califórnia, Los Angeles, mestra em Literatura Comparada pela Faculdade de Dartmouth, e se graduou em inglês com especialização em espanhol na SDSU. Atualmente está trabalhando no projeto do livro que investiga como cineastas brasileiros e do Cone Sul lidam com justiça de transição, vitimização e memória das ditaduras militares mais recentes. Seu trabalho analisa extensivamente como a produção cultural, incluindo arte de rua, instalações artísticas e cinema, se relaciona com questões contemporâneas prementes, como violência estatal, política de transição e direitos humanos. Matheus Nachtergaele Ingressou na carreira artística aos vinte anos no teatro. Em 1989, a convite de uma amiga fez um teste para a companhia do diretor teatral Antunes Filho e foi aprovado. Aos 22 anos, entrou para a Escola de Arte Dramática da USP, se formando em 91. Ganhou notoriedade em 1992 com a companhia Teatro da Vertigem, sob a direção de Antonio Araújo, e teve seu trabalho reconhecido por sua atuação no premiado espetáculo da companhia Livro de Jó.[3] Seu sucesso o levou à televisão (Rede Globo), onde estreou na minissérie Hilda Furacão como Cintura Fina. O sucesso na minissérie o levou a atuação como protagonista na também minissérie que se tornou filme O Auto da Compadecida, baseado na obra de Ariano Suassuna, no papel de João Grilo. Atuação essa que lhe rendeu o Grande Prêmio do Cinema Nacional como Melhor Ator. Desde então, tem feito inúmeras participações no cinema nacional e, no ano de 2008 estreou como diretor sem nunca ter deixado de lado o teatro e a televisão. Atualmente, mora em Tiradentes. Relação dos títulos a serem exibidos no caso de proposta na área de audiovisual, sendo permitida a sua apresentação até o início da execução do projeto, porém, é necessário que seja informado o quantitativo e o formato das obras a serem exibidas. - Serão selecionados, via Curadorias de curta e longas-metragens: . 12 Longas-metragens; . 22 Curtas-metragens. Obs: Como as inscrições para edição 2022 se encerram somente dia 27 de Agosto, os filmes serão anunciados somente no final do mês de Setembro. DESLOCAMENTOS AÉREOS: 1 - CAMILA DE MORAES (BA): TRECHO: SALVADOR-JOÃO PESSOA-SALVADOR; FUNÇÃO: MEMBRO DO COMITÊ DE CURTA-METRAGEM E PARTICPAÇÃO EM MESAS-REDONDAS SOBRE A CATEGORIA; 2 - BERNARDETE DUARTE (RIO): TRECHO: RIO-JOÃO PESSOA-RIO; FUNÇÃO: JORNALISTA; COBERTURA DO FESTIVAL PARA SITES DO PAÍS; 3 - SUSANNA LIRA (RIO): TRECHO RIO-JOÃO PESSOA-RIO; FUNÇÃO: DIRETORA E OFICINEIRA DO LABORATÓRIO DE ROTEIRO PARA SÉRIES AUDIOVISUAIS; 4 - LUIZ ZANIN ORICHIO (SÃO PAULO): TRECHO: SP-JOÃO PESSOA-SP; FUNÇÃO: JORNALISTA/CRÍTICO; COBERTURA JORNALÍSTICA PARA O JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO; 5 - MARIA DO ROSÁRIO CAETANO (SÃO PAULO): TRECHO: SP-JOÃO PESSOA-SP; FUNÇÃO: JORNALISTA; COBERTURA JORNALÍSTICA PARA A REVISTA DE CINEMA; 6 - AMILTON PINHEIRO (SP): TRECHO: SP-JOÃO PESSOA-SP; FUNÇÃO: CURADOR; MEDIADOR DE DEBATES DE CURTAS E LONGAS-METRAGENS; 7 - FLÁVIA ARRUDA (SP): SP-JOÃO PESSOA-SP; FUNÇÃO: JORNALISTA; ASSESSORIA DE IMPRENSA NACIONAL DO FEST ARUANDA; 8 - FLAVIA GUERRA (SP): SP-JOÃO PESSOA-SP; FUNÇÃO: JORNALISTA; COBERTURA PARA A BAND NEWS (RÁDIO E TV); 9 - MARILIA FRANCO (SP): SP-JOÃO PESSOA-SP; FUNÇÃO: DOCENTE DA ECA-USP; PALESTRANTE; 10 - JOSÉ MARIA LOPES (SP): SP-JOÃO PESSOA-SP): JORNALISTA E ESPECIALISTA EM RESTAURAÇÃO DE FILMES; PALESTRANTE.
PROJETO PEDAGÓGICO DE AÇÕES FORMATIVAS OFICINA ATELIÊ DE EDUCAÇÃO AUDIOVISUAL Prática pedagógica. Ministrante | Lúcio César Fernandes RESUMO | O Ateliê propõe um trabalho de reflexão sobre o uso do audiovisual como ferramenta que auxilia o ensino-aprendizagem. Para essa imersão trabalhará com dois grupos distintos. O primeiro formados por professores da rede pública de ensino, com ênfase para os que atuam no ensino fundamental. O segundo formado por jovens que estejam cursando ou cursaram o ensino médio. Cada grupo terá um conteúdo específico, acontecendo um único encontro de confronto e construção coletiva entre os dois grupos. CONTEÚDO ESPECÍFICO | Grupo A - Professores. Uso das tecnologias em sala de aula observando técnicas e práticas. O Celular na sala de aula; A leitura e a produção de conteúdo; Técnicas audiovisuais aplicadas. Grupo B - Jovens que estejam cursando ou cursaram o ensino médio. O audiovisual e o mercado de trabalho. As diferentes nomenclaturas (Cinema; Arte e Mídia; Radialismo; Mídias Digitais; Publicidade e outros); As profissões (fotógrafo; produtor; editor, roteirista e outros); Mercado de trabalho; O mercado e o conteúdo. CONSTRUÇÃO COLETIVA | Grupo A e Grupo B | Sessão de filmes e vídeos; rodas de conversa sobre as possibilidades do audiovisual em sala de aula; construção de propostas ou ideias e apresentação dos resultados. OBJETIVOS | Objetivo Geral Fortalecer o audiovisual na pratica pedagógica e incentivar o surgimentos de novos profissionais da área. Objetivos específicos Incentivar o uso do audiovisual no ensino fundamental através do celular e outras ferramentas; Usar a tecnologia para tornar mais dinâmico o ensino-aprendizagem; mais dinâmicos frente às novas tecnologias; Apresentar aos jovens o audiovisual como uma possibilidade de atuação profissional. ESPAÇO E ESTRUTURA FÍSICA | Os encontros podem ser presenciais ou através de plataformas digitais, ou ainda um híbrido, com parte presencial e parte virtual. Encontro presencial Sala de aula com a capacidade para o número de participantes equipada com projetor de vídeo e internet; Todos os participantes devem ter forma de acessar conteúdos através de celular, tablet ou outros. Encontro Virtual Todos os participantes devem ter forma de acessar conteúdos através de celular, tablet ou outros. A organização do evento é que deve indicar se os encontro vão acontecer de forma presencial ou virtual. GRUPO, PÚBLICO, CARGA HORÁRIA, DIAS, HORÁRIOS | Grupo A | Público | Professores da rede pública de ensino (Prioritariamente do ensino fundamental). Carga horária | 10 horas Dias | De segunda a quarta Horário | 13h30 às 17h30 (Proposto) Grupo B | Carga horária | 10 horas Público | Estudantes do ensino médio e universitários. Dias | De quarta a sexta Horário | 13h30 às 17h30 (Proposto) LABORATÓRIO ARUANDA-ENERGISA DE NARRATIVAS HÍBRIDAS Objetivo geral: Imersão em projetos documentários e ficionais para viabilização no mercado. Objetivo específico: Apresentação das ferramentas básicas para elaboração e desenvolvimento de projetos de filmes documentários. Metodologia: aulas teóricas e práticas, cujos resultados serão publicados no site do festival com indicação dos três melhores projetos selecionados. Público-alvo: alunos de Comunicação Social, Cinema e Mídias Digitais. Justificativa: Estímulo ao exercício de elaboração de projetos documentários, considerando o fato de a Paraíba ter forte lastro cultural no campo do cinema de não-ficção. Material didático a ser utilizado: Apostilas e filmes documentais. Ministrante: Susanna Lira CURRÍCULO: Susanna Lira (Rio de Janeiro) é uma renomada cineasta brasileira. É pós graduada em Direito Internacional, Direitos humanos e Biopolítica Criminal. Pós graduanda em Filosofia. Atua no mercado audiovisual desde 1994. Dirigiu cerca de 11 longas metragens e diversos curtas e séries de televisão. Em 2016, teve uma mostra "Susanna Lira, hasta el limite" de seus trabalhos no Festival internacional de filme independente de Mar del Plata na Argentina. Em 2019, foi novamente homenageada em dois festivais: Festival FEMCINE no Chile com uma mostra retrospectiva de seus filmes e também teve uma mostra em sua homenagem no Festival TENEMOS QUE VER no Uruguay. Em 2012, realizou a direção e roteiro dos projetos: “Rio’s Red Card”, documentário para a Al Jazeera; a série de TV “Mulheres de Aço” para o Canal GNT; a série “Em Busca do Pai”, para o canal GNT e o curta “Mães Solteiras” para o Canal Futura. Criou, roteirizou, produziu e dirigiu a série Rotas do Ódio para o Universal Channel. Oficina: Direção e Roteiro para Animação. Objetivo geral: Noções para direção e roteiro para filmes de animação Objetivo específico: Apresentação das ferramentas básicas para a direção e roteiro de Animação. Metodologia: aulas teóricas e práticas. Público-alvo: realizadores audiovisuais, alunos de Comunicação Social, Cinema e Mídias Digitais. Justificativa: Despertar o interesse para a produção de Animação, campo ainda pouco explorado. Material didático a ser utilizado: apostilas, DVDs e links de artigos e modelos de roteiro e modelos de direção para Animação. Ministrante: Frederico Pinto CURRÍCULO: CURRÍCULO: Diretor e roteirista. Dirigiu “Docinhos” (35mm, 2002, stop-motion e imagem real), “Salão Aurora” (Histórias Curtas/ RBS TV, 2004), “Foi onde deu pra chegar de bicicleta” (Histórias Curtas/ RBS TV, 2005), “Os Olhos do Pianista” (35mm, stop-motion, 2005), “Quintana inventa o mundo” (Quintana Anjo Poeta/RBS TV, 2006), “Tratado de Liligrafia” (Curta Criança/ TV Brasil, 2008) e a série “Loja da Esquina” (RBS TV, 2007). Atualmente, além de “As Aventuras do Avião Vermelho”, está dirigindo o episódio piloto da série “Bolota & Chumbrega” (AnimaTV). SEMINÁRIOS TEMÁTICOS DIÁLOGOS ARUANDA DE CINEMA Mesa I - Cinema & Música PALESTRANTES: Maria do Rosário Caetano (jornalista e curadora do festival); André Dib (jornalista e crítico de cinema); Luiz Zanin (crítico de cinema do jornal ESTADÃO); Fernando Trevas (UFPB) Mesa II – Cinema com sotaque nordestino: a produção regional em debate. Lírio Ferreira (cineasta pernambucano); Cláudio Assis (cineasta pernambucano); Torquato Joel (cineasta paraibano); Marcus Vilar (cineasta paraibano); Rosemberg Cariry (cineasta cearense); João Gabriel (cineasta baiano). Mesa III – Documentário & ficção: a linha tênue de um gênero em transformação. PALESTRANTES: Jean-Claude Bernardet (ensaísta e ator); João Batista de Andrade (cineasta). PEÇAS GRÁFICAS E BANNER Qtde. 3.000 UN - FOLDER 11 FEST ARUANDA - EM COUCHE BRILHO FSC 115 - COR 4X4 - FORMATO ABERTO 400X200MM - FORMATO FECHADO 100X200MM Qtde. 400 UN - IMPRESSOS L COLADO - EM TRIPLEX C2S 350 - COUCHE BRILHO FSC 150 - COR 4X4 E 1X1 - FORMATO ABERTO 420X250MM - FORMATO 210X250MM Qtde. 120 UN - IMPRESSOS C C/ COR 11 FEST ARUANDA - EM TRIPLEX C2S 300 - COR 4X0 - FORMATO 80X120MM Banners em lona com imagem digital em alta resolução, med. 1.20x2.00m2 (CADA). Faixa com imagem digital em alta, com vira de bordas e fita dupla face, med. 3,00x1.20m2. Lona com imagem digital em alta resolução e ilhós, med. 2,95x1.95m2. (BACKDROP) banners em lona com imagem digital em alta resolução, med. 1.00x1.20m2 (CADA).
Em atendimento ao Art. 22 da Instrução Normativa nº 01/22, que trata, entre outros, das medidas de acessibilidade (física e de conteúdo), estão asseguradas no 17º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro as seguintes ações culturais de inclusão: - Do cinema (rede Cinépolis, onde se realiza o festival); local é dotado de rampas, elevador especial e demais pré-requisitos arquitetônicos que atendem ao público Portador de Necessidades Especiais; Do Festival: - 1 Sessão com Audiodescrição; - 2 Sessões com Legendagem descritiva ou Legenda para surdos e ensurdecidos; - LIBRAS (todo cerimonial do evento é acompanhado por profissionais especializados para tal); - 1 Sessão com LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais);- Presença de intérprete de libras em todos os debates, palestras e mesas-redondas que sejam transmitidas, via Lives (On Line).
Em atenção e cumprimento ao art. 23 da Instrução Normativa nº 01/2022, que trata de da Democratização de Acesso, o festival adota as seguintes ações durante sua realização: - Como evento realizado com recursos públicos, o Fest-Aruanda em seus dezesseis anos de história nunca cobrou ingressos ou estabeleceu quaisquer outras taxas para que o público pudesse ter acesso e/ou participar de suas oficinas, palestras, mesas-redondas, seminários ou das sessões cinematográficas, atração maior do evento; - Os convites e/ou senhas para as mostras competitivas e/ou especiais são distribuídos uma hora antes de cada sessão, assim como são assegurados convites para patrocinadores-apoiadores; - Ações Formativas Culturais: Seminários e mesas-redondas com livre acesso do público que ainda tem direito a certificado; - Oficinas com inscrição gratuita, mediante preenchimento de formulário uma semana antes do festival, com ampla divulgação na imprensa local e via internet (site oficial do evento) e nas redes sociais; Em atenção e cumprimento ao art. 24 da Instrução Normativa nº 01/2022, que trata de Democratização de Acesso, segue, abaixo, os incisos transcritos e suas justificativas: - II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; Jurtificativa: Todas as Mesas-Redondas, Conferências, Seminários e Debates serão transmitidos On Line pelo You Tube do Fest Aruanda, assegurando amplo acesso, cujos conteúdos ficarão armazenados e disponibilizados no respectivo canal; - V - realizar ações culturais voltadas ao público infantil ou infanto juvenil na proporção de vinte por cento do tempo de duração e quantitativo de apresentações, quando mensuráveis, e acompanhado de projeto pedagógico (Anexo I) e observados os indicativos etários; Justificativa: Está programado o evento Cine Aruandinha, com sessões de filmes de longa-metragem infanto-juvenil que deverá atingir mil espectadores nas respectivas sessões; -
FICHA TÉCNICA Lúcio Vilar – Coordenador-geral do Fest-Aruanda Andréa Gonçalves Pereira Vilar – Produtora Executiva Pablo Miranda – Assistente de Produção Redondas e Debates Temáticos Amilton Pinheiro – Curadoria de Curtas e Longas-Metragens Flávia Arruda – Assessoria de Imprensa Bárbara Wanderley – Assistente de Produção Pablo Vilar – Coordenação de Tráfego Rogério Monteiro – Produção e edição audiovisual Marcos Enriques - Coordenação de projeção audiovisual Produtora Bolandeir@rt&Films – Representação jurídica do Festival. A produtora Bolandeir@rte&Films tem como sua representante legal Andréa Gonçalves Pereira Vilar, que tem atuação no festival como produtora executiva, cujo trabalho vai desde a elaboração do projeto para inscrição na Lei de Incentivo Fiscal, passando pela captação e monitoramento das ações de pré/produção e pós-produção do evento. Segue currículo resumido dos principais participantes: Currículo Bolandeir@rtes&Films – Produções e Eventos 2013 - Realizador do VIlI FEST-ARUANDA DO AUDIOVISUAL BRASILEIRO 2014 –Realizador do DOCUMENTÁRIO EM MÉDIA-METRAGEM "O HOMEM É PEDRO" . 2014- Realizador do IX FEST- ARUANDA DO AUDIOVISUAL BRASILEIRO 2015- Realizador do X FEST-ARUANDA DO AUDIOVISUAL BRASILEIRO 2016- Realizador do XI FEST-ARUANDA DO AUDIOVISUAL BRASILEIRO 2016- Realizador do I FEST-ARUANDINHA – CINEMA E LITERATURA INFANTO-JUVENIL 2017- Realizador do XII FEST-ARUANDA DO AUDIOVISUAL BRASILEIRO 2018 - Realizador do XIIl FEST-ARUANDA DO AUDIOVISUAL BRASILEIRO 2019 - Realizador do XIV FEST-ARUANDA DO AUDIOVISUAL BRASILEIRO 2020 - Realizador do XV FEST-ARUANDA DO AUDIOVISUAL BRASILEIRO 2021 - Realizador do XVI FEST-ARUANDA DO AUDIOVISUAL BRASILEIRO 2022 - Produção do filme documentário em curta-metragem CONFISSÕES DOCUMENTAIS, com direção de Lúcio Vilar, via Lei Aldir Blanc/Edital Margarida Cardoso/PB. CURRÍCULO VITAE ANDRÉA GONÇALVES PEREIRA VILAR ENDEREÇO: RUA DR. JAIME LIMA, 40, BAIRRO DOS ESTADOS JOÃO PESSOA-PB/ CEP: 58031-230 RG: 1490994/ SSP-PB CIC: 019734134-93 CONTATOS: 3224-7928/ 996850264 EMAIL: handreagp@gmail.com FORMAÇÃO ACADÊMICA NUTRICIONISTA FORMADA PELO CURSO DE GRADUAÇÃO EM NUTRIÇÃO DO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DO CAMPUS I DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA (UFPB) NO ANO DE 1998. CRN: 3308 OUTROS CURSOS - INGLÊS / FISK – JOÃO PESSOA - INGLÊS PARA TURISMO – PRÁTICA DE CONVERSAÇÃO (SENAC – 1992 ) - CURSO DE RELAÇÕES PÚBLICAS (SENAC – 1992) - WINDOWS 98, WORD 97 E EXCEL 97 OBJETIVO ATIVIDADES NA ÁREA DE SAÚDE E DE PRODUÇÃO CULTURAL ATIVIDADES NA ÁREA DE PRODUÇÃO CULTURAL: - PRODUÇÃO E CAMARIM DE 6 EDIÇÕES DO MANAÍRA COLLECTION - III FEST-ARUANDA DO AUDIOVISUAL UNIVERSITÁRIO BRASILEIRO; - IV FEST-ARUANDA DO AUDIOVISUAL UNIVERSITÁRIO BRASILEIRO; - V FEST-ARUANDA DO AUDIOVISUAL BRASILERIO - VI FEST-ARUANDA DO AUDIOVSUAL BRASILEIRO - VII FEST-ARUANDA DO AUDIOVISUAL BRASILEIRO - VIII FEST-ARUANA DO ADUIOVISUAL BRASILEIRO - IX FEST-ARUANDA DO AUDIOVISUAL BRASILEIRO - X FEST-ARUANDA DO AUDIOVISUAL BRASILEIRO - XI FEST-ARUANDA DO AUDIOVISUAL BRASILEIRO - XII FEST-ARUANDA DO AUDIOVISUAL BRASILEIRO - XIII FEST-ARUANDA DO AUDIOVISUAL BRASILEIRO - XIV FEST-ARUANDA DO AUDIOVISUAL BRASILEIRO - XV FEST-ARUANDA DO AUDIOVISUAL BRASILEIRO - XVI FEST-ARUANDA DO AUDIOVISUAL BRASILEIRO Lúcio Vilar – Coordenador-geral do Fest-Aruanda LÚCIO VILAR é paraibano, graduado pela Universidade Federal da Paraíba, onde é docente do Departamento de Mídias Digitais; jornalista com produção audiovisual na área do documentário, é pós-graduado (nível Mestrado) pela Escola de Comunicações e Artes/ECA-USP e pós-doutorando da mesma instituição, nesse momento, autor do livro “Janelas da Sedução Cotidiana” (sua dissertação) e co-organizador, ao lado do jornalista Antonio Vicente Filho, da coletânea “Menino de Engenho – 40 anos depois” (2007). Produziu, roteirizou e dirigiu os documentários "Pastor de Ondas" (2003), "O menino e abagaceira" (2004), “Aruandando” (2005); “Camará – O que eu seu contar é isso!” (2007), “O fio da memória” (2008), “Kohbac – A maldição da câmera vermelha” (2009), “Doc Correio, 60 anos” (2013), “O Homem é Pedro” (2014) e "Confissões Documentais" (2022). Foi secretário de Cultura do município de Cajazeiras-PB, exercício de 1996, e da Capital do Estado, exercício de 2012. É coordenador-geral do Festival Aruanda do Audiovisual Brasileiro que esse ano chega à sua nona edição, instituído pelo Núcleo de Estudos, Pesquisa e ProduçãoAudiovisual (Neppau); desde agosto de 2010, é doutor pela ECA-USP com pesquisa focada nas matrizes culturais do documentarismo paraibano no contexto do cinema brasileiro no século XX. CURADOR AMILTON PINHEIRO Endereço: Alameda Eduardo Prado, 733 Apto. 01 Bairro: Campos Elíseos CEP: 01218-012 São Paulo/SP Contatos: (11) 99576-2082 (11) 3159-3159 (Recado Ana Célia ou Berenice Macedo) E-mail: amilton.pinheiro@gmail.com Idade: 55 anos FORMAÇÃO Curso: Pós-Graduação em Economia Política Instituição: Pontifica Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP) Período: 1998 a 2000 Curso: Aluno “Especial” do Doutorado em Economia na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da Universidade de São Paulo (USP) Período: 1998 a 2000 Curso: Aluno “Especial” do Mestrado em Letras e História Social da FFLCH da Universidade de São Paulo (USP) Período: 2001 a 2003 Curso: Graduação em Economia Instituição: Universidade Federal da Paraíba (UFPB) Período: 1990 a 1995 EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL Curador e diretor artístico do Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro Período: Desde 2011 Curador da seleção dos longas-metragens e mediador do Comunicurtas, Festival de Cinema de Campina Grande Período: Desde 2020 Agenciamento literário e de audiovisual Período: Desde 2020 Co-curador de uma Ocupação no Itaú Cultural em homenagem ao ator Lima Duarte Período: 7 de novembro de 2020 a 16 de janeiro de 2021, comemorando os 90 anos de vida dele 3a Assistente de direção do curta-metragem A Volta Para Casa, de Diego Freitas Colabora no jornal O Estado de S. Paulo, fazendo matérias sobre Cultura (cinema, música, televisão e literatura) Período: Desde 2011 Colabora para o jornal O Valor Econômico, no Caderno EU & Fim de Semana, escrevendo matérias de (cinema, música, literatura, entrevistas, etc) Período: Desde 2022 Colunista cultural do site Esquina da Cultura Período: Desde 2018
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.