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O documentário de média-metragem "Paixão esquecida: a história do futebol profissional de Maringá" visa resgatar os principais fatos históricos deste esporte na cidade. Com 69 minutos, sendo finalizado em 4K, o produto finalserá exibido de forma gratuita para toda população local.
O projeto “Paixão esquecida: a história do futebol profissional de Maringá” resultará em um documentário de média-metragem, estimado em no máximo 69 minutos. O seu conteúdo abordará sete décadas de histórias relacionadas ao futebol maringaense, com foco principal dedicado a modalidade esportiva profissional. Ainda, por se tratar de obra destinada ao campo da Educação Patrimonial, segundo o Guia Prática – 2012 da Secretaria Nacional de Justiça/MJ, a classificação indicativa será livre para todos os públicos.
O projeto "Paixão esquecida: a história do futebol profissional de Maringá" tem como Objetivos Gerais: • Produzir documentário de média metragem, previsto em 69 minutos, com finalização em 4K, sobre a história do futebol profissional em Maringá-PR, a ser distribuído gratuitamente em plataformas virtuais para 10 mil expectadores, conforme previsto no plano de distribuição; • O projeto será realizado para destacar a importância deste esporte em determinados períodos históricos da sociedade, conforme previsto pelo Artigo 2 do Decreto Nº 10.755/2021, em seus itens: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão e II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira. Por essa razão, ainda, destacam-se como objetivos gerais: • Resgatar e tratar acervo imagético inédito sobre o futebol local, o qual é mantido como propriedade exclusiva do Maringá Histórica; • Despertar o interesse da sociedade contemporânea acerca de grandes conquistas alcançadas pelos times profissionais da cidade ao longo da história; • Preencher a lacuna hoje existente em pesquisas sobre a história do futebol maringaense. Como Objetivos específicos, o projeto prevê: • Disponibilizar esse conteúdo, de maneira organizada em formato de documentário média-metragem, por meio de plataformas digitais e redes sociais do Maringá Histórica, promovendo a sua disseminação e popularização. A expectativa é atingir pelo menos 10 mil expectadores ao todo; • Planeja-se entrevistar, ao menos, 10 pessoas, torcedores, jornalistas, pesquisadores, antigos moradores e ex-jogadores que possuem relação direta com o tema; Como Metas Qualitativas do projeto, destacam-se: • Promover o espírito de valorização da história local; • Contextualizar a paixão de antigos moradores frente a sua relação pessoal com os times profissionais da cidade; • Valorizar memórias privadas e coletivas.
Projetos de resgate histórico são fundamentais para a preservação da memória e da identidade de um povo. É habitual que ações de salvaguarda e manutenção de dados históricos sejam efetivadas de maneira contínua e institucionalizada em regiões com formações seculares. Entretanto, o mesmo não se é percebido em cidades mais jovens, como é o caso de Maringá, no interior do Paraná. Fundada em 10 de maio de 1947, Maringá teve seu nome inspirado na canção composta pelo médico mineiro Joubert de Carvalho, e que fez muito sucesso ao longo da década anterior. A cidade, diferentemente de outras do país, foi concebida a partir de um amplo projeto de colonização estabelecido pela empresa britânica Companhia de Terras Norte do Paraná, que foi adquirida por investidores brasileiros no início da década de 1940. Com esmero e cuidado, Maringá ganhou destaque por seu projeto urbanístico e paisagístico, o que fez que conquistasse sua emancipação política poucos anos após sua elevação à categoria de Distrito, que ocorreu no mesmo ano de sua fundação. Mas, assim como destacou Victor Hugo, ao desconstruirmos as cidades restam apenas pessoas. Isso implica dizer que nossas memórias são estruturadas, também, a partir das relações de afeto e de atos promovidos por pessoas que estão próximas ou distantes de nós, sejam no tempo ou no espaço. Por essa razão, é inevitável questionar que Maringá possui dezenas de milhares e homens e mulheres que ajudaram a construir sua história. Mas, inegavelmente, algumas dessas pessoas acabam ganhando maior relevância por seus feitos, conquistas ou participação coletiva. E dentro deste contexto podemos destacar a paixão de muitos brasileiros pelo futebol, elemento quase que onipresente nos mais distantes rincões. Quanto incluímos ao debate a história de uma cidade somado a sua memória esportiva, é comum haver grande hiato nas produções, sobretudo, audiovisuais. O Maringá Histórica surgiu em 2007 por meio do pesquisador Miguel Fernando, com o objetivo de reunir vídeos antigos do Norte e Noroeste do Paraná, em especial da cidade de Maringá. Contudo, a proposta ganhou uma esfera maior do que o esperado e se transformou em site no ano de 2009. Em 2015, ganhou página no Facebook, onde tem mais de 16 mil curtidas, além de ter iniciado a produção de vídeos para o Youtube com conteúdos sobre pontos e estruturas da história local, onde contabiliza mais de 34 mil inscritos. No Instagram são mais de 30 mil seguidores. Com essas importantes ferramentas, a história local se tornou acessível ao grande público (www.maringahistorica.com.br). Atualmente, o Maringá Histórica se transformou no maior acervo histórico virtual independente do Brasil. São mais de 4 mil publicações com arquivos imagéticos, documentos, textos e depoimentos sobre a cidade de Maringá. Por meio deste amplo acervo virtual de referência, foram produzidos, ao longo dos últimos anos, mais de 200 vídeos, em formato de pequenos documentários históricos, sobre eventos, personalidades, entidades e empresas da cidade. Contudo, percebeu-se, ao longo dessas produções, o grande interesse do público por assuntos relacionados ao futebol maringaense. Apenas no canal do Youtube do Maringá Histórica são mais de 50 mil visualizações em vídeos com essa temática. Esse saudosismo provocado por conquistas hoje inimagináveis, no contexto local, traduz um período em que dezenas de milhares de pessoas eram levadas para as arquibancadas do Estádio Regional Willie Davids para acompanhar os duelos dos dois mais importantes times da cidade: Grêmio Esportivo Maringá e Grêmio de Esportes Maringá. Embora algumas dessas vitórias tenham sido retratadas pela imprensa de maneira genérica e com pouca referência imagética - como foi o caso da vitória no campeonato estadual de 1977 -, o projeto aqui proposto trará conteúdos inéditos que auxiliarão, sobretudo aos mais jovens, a melhor compreender aqueles peculiares eventos que marcaram toda uma geração. Além desse acervo raro em vídeo e fotos, ainda serão resgatadas narrações emocionantes dos melhores momentos dos times da cidade. Ambos documentos que estão sob posse do Maringá Histórica. Os produtos culturais em audiovisual, em formato de documentários, são essenciais e fundamentais para a preservações de nosso passado. Neste caso, a experiência do Maringá Histórica, que há mais de uma década atua resgatando a história local, aliado à grande experiência da equipe do Museu Esportivo de Maringá (MEM) e da produtora Cosmos Filmes, encontra amparo para essa produção. Posto isso, a proposta aqui descrita vai ao encontro do que preconiza a Lei Nacional de Incentivo à Cultura (Lei Federal nº 8.313/91), que em seu Art. 1º que visa: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro. E, em seu Art. 3º, II _ fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural. Ainda, para fins de enquadramento, evoca-se o Art. 18, § 3º, alínea f.
Vale ressaltar que o projeto Maringá Histórica possui amplo acervo documental, imagético e textual sobre a história do Município de Maringá. Além desses milhares de arquivos, serão incorporados novos documentos a serem garimpados em acervos públicos da cidade, bem como aqueles que poderão ser disponibilizados pelos entrevistados ao longo do processo de execução do projeto. Todas as imagens dos entrevistados, bem como esses conteúdos impressos históricos contarão com as respectivas autorizações para veiculação, bem como cessão de direitos autorais, quando necessário for, conforme estabelecido pelas legislações vigentes.
O conteúdo de audiovisual aqui previsto será desenvolvido dentro das limitações de média-metragem, em acordo com respectivo CNAE previsto no cartão de CNPJ do proponente (59.12-0-99). Com isso, considerar-se-á que o documentário terá, no máximo, 69 minutos. A captação de imagens se dará com equipamentos condizentes para resultar em material 4K e som surround 5.1. Lentes específicas serão incorporadas às captações para o melhor resultado, conforme orientações a serem estabelecidas pela equipe técnica. Com a direção fotográfica e a concepção artística de audiovisual, o produto cultural será colorizado e tratado de acordo com os objetivos da direção geral e seu respectivo roteiro.
O projeto de documentário de média-metragem, “Paixão esquecida: a história do futebol profissional de Maringá”, será desenvolvido para veiculação nas plataformas das redes sociais (Instagram, YouTube e Facebook), bem como o site do Maringá Histórica (www.maringahistorica.com.br). Desse modo, considerar-se-á a legislação vigente, atendendo aos aspectos de acessibilidade previstos para as pessoas com necessidades especiais, bem como o estipulado pelo art. 27 do Decreto nº 5.761, 27 de abril de 2006, pelo art. 47 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 e pelo art. 2º do Decreto nº 5.296, de 2 de dezembro de 2004. Em atendimento a Seção I do Capítulo V, da Instrução Normativa nº 01/2022, adotaremos todas as medidas de acessibilidade: a) Audiodescrição: narração adicional roteirizada, em língua portuguesa, integrada ao som original da obra audiovisual à sua versão dublada, contendo descrições das ações, linguagem corporal, estados emocionais, ambientação, figurinos, caracterização de personagens, bem como a identificação e/ou localização dos sons. b) Legendagem descritiva ou Legenda para surdos e ensurdecidos – LSE: consiste na conversão do texto oral para o texto escrito de uma língua para outra, dentro de uma mesma língua ou de uma língua de sinais para uma língua escrita, levando-se em conta, na composição das legendas, a redução textual decorrente das restrições de tempo, espaço na tela, número de caracteres, conveniência de supressão ou acréscimo de informações, segmentação, alinhamento, fonte e local de cada legenda na tela e velocidade de leitura. Devem ser explicitadas informações de efeitos sonoros, música, sons do ambiente, silêncios significativos e aspectos paralinguísticos do discurso perceptíveis pela entonação ou pela emissão de sons não verbais – como choro ou riso –, bem como adicionada a identificação dos falantes. c) Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS: forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil. Obs. 1: Todo material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto conterá informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade adotadas para o produto. Obs. 2: Todos os custos estão previstos na Planilha Orçamentária.
Pela característica do projeto, “Paixão esquecida: a história do futebol profissional de Maringá” será veiculado abertamente nas redes sociais do Maringá Histórica, bem como em seu site, por onde mais de 70 mil pessoas circulam todos os dias em busca de informações sobre o passado da cidade. . Naturalmente, sua distribuição aos espectadores se dará gratuitamente, sem qualquer tipo de pré-cadastro ou registro, ação que poderia inibir ou limitar o acesso aos conteúdos que serão produzidos. Essa informação será circulada por meio dos materiais publicitários e veículos de comunicação, a fim de estimular ainda mais a participação e engajamento do público. Ainda, em consonância com o Art. 24, da IN 01/2022, seguem as medidas de ampliação acesso ao produto previsto por este projeto: - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; - Acesso ao conteúdo de forma desburocratizada e completamente gratuita.
Maringá Histórica / Proponente e coordenador do projeto O projeto Maringá Histórica surgiu em 2007, por meio do pesquisador Miguel Fernando, com o objetivo de reunir vídeos antigos do Norte e Noroeste do Paraná, em especial da cidade de Maringá. Contudo, a proposta ganhou uma esfera maior do que o esperado e se transformou em Blog no ano de 2009. Em 2015, ganhou página no Facebook, onde tem mais de 16 mil curtidas, além de ter iniciado a produção de vídeos para o Youtube com conteúdos sobre pontos e estruturas da história local, onde contabiliza mais de 34 mil inscritos. No Instagram conta com mais de 30 mil seguidores. Com essas importantes ferramentas, a história local se tornou acessível ao grande público (www.maringahistorica.com.br). Atualmente, o projeto Maringá Histórica se transformou em um dos maiores acervos históricos virtuais independentes do Brasil. São mais de 4 mil publicações com arquivos imagéticos, documentos, textos e depoimentos sobre a cidade de Maringá. Miguel Fernando / Roteirista e diretor geral Bacharel em Turismo e Hotelaria pelo Centro Universitário de Maringá - UNICESUMAR (2008), com especialização em História e Sociedade do Brasil pela Universidade Estadual de Maringá - UEM (2010) e em Gestão e Políticas Culturais pela Universidade de Girona - Espanha (2017). É mestrando em História Política. Realiza pesquisas sobre a história de Maringá e o Norte do Paraná, as quais são disponibilizadas no site do projeto Maringá Histórica. Foi um dos idealizadores do jornal sobre a cultura da região de Maringá, O Duque, e coordenou o departamento de eventos da Associação Comercial e Empresarial de Maringá (ACIM) durante seis anos. Foi diretor executivo do Instituto Cultural Ingá (ICI), uma agência de incentivo e fomento à cultura. Também ocupou a função de secretário municipal de Cultura de Maringá (2018-2020). Atua como gestor de eventos, consultor para projetos artísticos e culturais, bem como pesquisador da história de personalidades, empresas e instituições. Cosmos Filmes / Direção de fotografia, captação de imagens/áudio, tratamento e colorização de imagens e edições Iniciou suas atividades em junho de 2016, atuando no mercado publicitário, educacional e cultural. Atende clientes como Instituto Cultural Ingá, Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), Teclaser, Grupo Telhaço, Euphoria Eventos, PAM Saúde, Grupo G10, Arbache Innovation, Sancor Seguros, Santa Casa de Maringá, Spraytech Fertilizantes, Nortox e Maringá Histórica, além de produzir seus próprios projetos de vídeo documentários. Museu Esportivo de Maringá (MEM) / Produção executiva O Museu Esportivo de Maringá (MEM) foi criado pelo jornalista e escritor Antonio Roberto De Paula em 2014, primeiramente na internet e a partir de 2016 com exposições itinerantes na cidade. Em 2017, o MEM foi instalado em um espaço na rua Pioneiro Domingos Salgueiro esquina com avenida Carlos Borges. Desde que iniciou as atividades, o Museu Esportivo, que conta com cerca de 250 membros atuantes, participou de exposições, desfiles, caminhadas, inaugurações, homenagens e eventos em geral, organizou jogos de futebol, excursões, campanhas beneficentes e promoveu encontros em associações campestres de Maringá. O acervo do MEM conta atualmente com mais de 5 mil itens, a maior parte doada. São camisetas de clubes, faixas, flâmulas, troféus, medalhas, bolas, canecas, chaveiros, quadros de fotografias e um farto material impresso: livros jornais, revistas, carteirinhas e documentos relacionados ao esporte. Acesse o site e saiba mais: www.museuesportivo.com.br Antonio Roberto de Paula / Pesquisa Antonio Roberto de Paula é jornalista, escritor e documentarista. Graduado em Comunicação Social, com mais de 30 anos na imprensa, atuou em jornais, revistas, emissoras de TV e rádio e em trabalhos pioneiros na internet. Foi secretário de Comunicação Social da Prefeitura de Maringá, coordenador de imprensa da Câmara Municipal de Maringá, assessor em campanhas eleitorais e em empresas. É diretor do Museu Esportivo de Maringá, autor de livros biográficos, de crônicas e de poesias e, na área de documentários, produziu e dirigiu filmes relacionados à história de Maringá. Ortílio Carlos Vieira / Pesquisa Foi dirigente esportivo e é considerado o maior estudioso do futebol maringaense, tendo publicado em 2005, em parceria com Reginaldo Lima, o livro “A história do futebol profissional de Maringá”.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.