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O projeto Circuito Cultural EnCanta Histórias realizará uma temporada gratuita de apresentações interativas da arte de contar histórias com atividades lúdicas complementares, para frequentadores - notadamente crianças e adolescentes - de escolas públicas, hospitais públicos/filantrópicos, organizações da sociedade civil e espaços públicos abertos (praças, parques e outros), assim como realizará ensaios abertos à participação da comunidade, em geral, especialmente relacionados à arte de contar histórias, ludicidade e artes cênicas relacionadas.
Aqui, apresenta-se mais informações sobre a metodologia a ser adotada na execução das atividades junto aos públicos de interesse, que norteiam a criação e execução das sinopses das apresentações artísticas do projeto. CRIAÇÃO DO REPERTÓRIO DAS ATIVIDADES INTERATIVAS DA ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS E ATIVIDADES LÚDICAS O projeto tem como característica essencial a construção coletiva do seu repertório pela equipe de gestão, elenco remunerado e contribuição dos participantes voluntários. Este processo de concepção artística coletiva acontecerá ao longo de todo o projeto, em períodos de ensaios abertos, treinamentos e outros encontros. A partir da criação dos roteiros de histórias a serem apresentadas, conectadas à metodologia do projeto (confira o descritivo, a seguir), eles ficarão disponíveis em espaço online de consulta, acessível a quaisquer pessoas interessadas, para uso direto ou livre adaptação. Como repertório de histórias a serem utilizadas durante a temporada, propõe-se leituras e releituras de histórias tradicionais e contemporâneas, assim como a criação de conteúdo inédito, tendo como premissas estímulos que valorizem a vida e os valores humanos positivos. Todas as histórias utilizadas eadaptadas, além daquelas criadas pelo elenco deste projeto, serão comprovadamente de domínio público (contos de fadas, folclore, mitologia e outros). Haverá um empenho para aprimoramento do repertório durante as atividades, pois a depender da instituição parceira e perfil de público, decidir-se-á qual núcleo do elenco atuará e qual roteiro de história e atividades relacionadas apresentará, levando-se em consideração os temas, faixa etária, complexidade de realização, ineditismo e outros aspectos. SOBRE A METODOLOGIA DO CIRCUITO CULTURAL ENCANTA HISTÓRIAS A metodologia a ser adotada pretende contribuir para a garantia do direito à Cultura e ao Brincar, uma vez que tem em sua estrutura, a partir do início da atividade junto ao público de uma determinada apresentação: 1) AQUECIMENTO e ENTROSAMENTO: inicialmente, são realizadas atividades de criação de sintonia entre artistas e público, para a composição de uma ambiência convidativa à arte e interação; 2) CONTAÇÃO: então, o elenco parte para a contação de uma história, seja ela um conto, mito ou outra forma literária, com apoio de imagens; 3) RECONTAÇÃO: após a sessão de contação inicial, integrantes do público são convidados a recontar a história a partir das sua perspectiva; 4) DESENHO: na sequência, o público é estimulado a criar desenhos, com diferentes materiais e com base na história e suas referências visuais; 5) CRIAÇÃO MANUAL: então, o público parte para a etapa de criação manual e monitorada de itens relacionados à história contada; 6) DRAMATIZAÇÃO: o método avança com o público participando em pequenos grupos da dramatização da história contada, utilizando-se como adereços, cenário e até figurinos os itens criados na etapa anterior; 7) ENCERRAMENTO: ao final, são realizadas atividades de finalização que reforçam alguns aspectos relacionados à importância da arte e do brincar. Até pouco tempo atrás, a criança era vista como um pequeno adulto. Não se pensava nas particularidades cognitivas, afetivas e de desenvolvimento da criança como algo diferente dos adultos, já constituídos como participantes ativos da sociedade em que viviam. Com o passar do tempo, o olhar sensível para o desenvolvimento da criança foi se tornando cada vez mais forte, aparecendo na medicina, psicologia, filosofia e, até mesmo, na legislação que rege países mundo afora. No Brasil, o direito da criança à educação, ao lazer e à cultura é lei, registrado no Artigo 227 da Constituição Federal, mas muitas crianças não têm acesso a esses itens básicos para seu desenvolvimento pleno. Cada etapa da metodologia ora apresentada busca contribuir para instâncias importantes do desenvolvimento da criança e do adolescente, buscando um diálogo cada vez mais aprimorado entre o fazer artístico e conceitos de autores(as) consagrados(as) em se tratando da relevância da ludicidade no desenvolvimento infantil, tais como (e, aqui, citamos apenas três): - Donald Woods Winnicott (1896-1971), pediatra e psicanalista, em sua obra, trabalha o brincar no campo transicional, o encontro entre o mundo psíquico (interno) e o mundo social (externo). Para ele, o brincar se encontra como potencializador da comunicação da criança consigo mesma e com os outros, auxiliando na construção da sua subjetividade como sujeito. Nesse processo, ela desenvolve sua subjetividade como indivíduo e como sujeito ativo-social; - Henri Paul Hyacinthe Wallon (1879-1962), filósofo, médico e psicólogo, trabalha em sua obra o desenvolvimento da criança em três esferas principais: motora, afetiva e cognitiva. A partir disso, trabalha com a teoria de que cada criança nasce com equipamentos biológicos fornecedores de recursos, mas é sua interação com o meio externo que irá definir qual será a potencialidade desses equipamentos. Discorre também sobre o conceito de diversão e como ele pode ter fim por si mesmo: ou seja, nem sempre uma atividade precisa ter fins pedagógicos. O brincar, se divertir, em sua essência, por muitas vezes basta como uma experiência significativa de desenvolvimento; - Lev Semyonovich Vygotsky (1896-1934), psicólogo, vê o desenvolvimento cognitivo como algo formado pelo meio social, ou seja, pelas diversas interações do sujeito com o mundo externo a ele. A aprendizagem acontece, então, no meio social, mediada pela interação entre a linguagem e a ação. Um paralelo entre as referências teóricas e a metodologia do projeto: Tanto para Henri Wallon, quanto para Lev Vygotsky, a interação com o meio social é de extrema importância para o desenvolvimento integral da criança e do adolescente, seja em casa, na escola ou em situações atípicas, como uma internação hospitalar. Henri Wallon discorre sobre a importância da afetividade nesse processo, com foco na relação corpo-mente. Vygotsky complementa seu pensamento por outro ângulo, não tão distante, focando sua tese na importância na linguagem e na comunicação com o meio externo para a formação de sujeitos sociais. Vygotsky em sua obra trata sobre dois potencializadores da linguagem de desenvolvimento da criança que entram de encontro com a proposta cultural do Circuito EnCanta Histórias: a importância do FAZ-DE-CONTA e da BRINCADEIRA. Explicamos: o brinquedo e o faz-de-conta aparecem na subjetividade da criança como uma forma de processar vivências externas para sua compreensão interna. Muitas vezes, a criança passa por uma experiência que ainda não sabe internalizar como sua, por vezes por ser a primeira vez que passa por isso e, por outras, por ainda não ter desenvolvido as habilidades socioemocionais de compreensão da temática. O brinquedo e o faz-de-conta ajudam a criança a revisitar essa experiência como sua, internalizando-a de forma que passe a fazer sentido para o seu contexto subjetivo. Outro ponto importante tratado por ambos os autores é a interação entre pares para o desenvolvimento integral. A interação com adultos e figuras referenciais é muito benéfica para a construção de referência das crianças, porém, a interação com outras crianças é um momento essencial para que ela trabalhe questões socioemocionais como: troca de experiências, compreensão do que é MEU e o que é SEU e a compreensão de que existem outros como eu. Dentro de escolas, hospitais, organizações sociais e outros locais a existência desses momentos também se faz relevante, para a troca entre pares, para que juntos descubram estratégias de aprendizagem, cuidados mútuos e socialização por meio de manifestações artísticas e ludicidade.
OBJETIVOS GERAIS - Democratizar o acesso à Cultura a partir da realização gratuita de apresentações artísticas interativas da arte de contar histórias, estimulando a expressão cultural de diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira, garantindo este direito a crianças e adolescentes, em espaços importantes para o seu desenvolvimento, assim como profissionais atuantes nesses locais; - Promover aproximação com a arte de contar histórias, atividades lúdicas e artes cênicas relacionadas, por meio da oferta gratuita de eventos educativos, em formato de ensaios abertos, com a possibilidade de participação de pessoas interessadas, em geral, além do elenco da proponente; - Contribuir para a criação de sentidos diversos e amplificados em espaços de saúde, educação, assistência social e outros, por meio da arte de contar histórias, fomentando atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural; - Engajar a sociedade civil em ações socioculturais nesses espaços importantes para o desenvolvimento infanto-juvenil, que serão beneficiados pelo projeto, pelo estímulo à atuação voluntária capacitada e monitorada, oriunda de organizações sociais parceiras, em complemento às atividades do elenco remunerado da proponente. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Objetivos específicos do produto cultural Circuito Cultural EnCanta Histórias: 1. Beneficiar cerca de 5.000 pessoas, diretamente, em formato presencial e online, por meio das atividades do projeto; 2. Realizar cerca de 250 atividades no projeto, sendo 220 apresentações interativas e gratuitas da arte de contar histórias e atividades lúdicas complementares, com duração média de duas (2) horas, cada, com a participação de um elenco de quatro (4) artistas remunerados; as demais 30 atividades do projeto são ensaios abertos conduzidos por monitores, com duração média de duas a três horas, por meio dos quais haverá o processo de aprimoramento do repertório do projeto, por meio da pesquisa da arte de contar de histórias, das atividades lúdicas e artes cênicas relacionadas, com a possibilidade de participantes de pessoas interessadas, da comunidade em geral, de forma gratuita, mediante divulgação e inscrições prévias; 3. Dividir as atividades apontadas no item anterior entre as instituições que o projeto pretende beneficiar, com a seguinte estimativa: 90 apresentações em escolas da rede pública do Ensino Fundamental; 60 em CCA's (instituições que atendem crianças e adolescentes, no contraturno escolar); 40 na pediatria e outros espaços de hospitais públicos e filantrópicos; 20 em SAICA's (orfanatos) e 10 em parques e praças públicas; 4. Beneficiar o público de cerca de 25 instituições parceiras na Grande São Paulo-SP, conforme perfis citados no item 2. As instituições preferenciais, onde devem acontecer a maior parte das atividades, estão citadas no campo "Outras Informações", desta proposta; 5. Engajar no projeto cerca de 30 voluntários oriundos de organização social parceira do projeto, que participarão das atividades junto ao elenco remunerado da proponente, como apoio e complemento das atividades lúdicas e artísticas; 6. Produzir e divulgar continuamente material audiovisual (vídeos, fotos, texto e áudios) sobre as apresentações artísticas, em especial via depoimentos de personagens importantes (artistas, público, representantes das instituições etc.), estimulando a democratização da arte de contar histórias, a ludicidade e o voluntariado em instituições importantes para o desenvolvimento infanto-juvenil; 7. Aprimorar continuamente a gestão e a qualidade do elenco, em especial pelo relacionamento com integrantes voluntários e remunerados, assim como com as instituições parceiras, na composição de agenda, geração de indicadores e outras atividades estratégicas para resultados satisfatórios em termos quantitativos e qualitativos. 8. Coletar e compartilhar os resultados e a sua avaliação, por meio de indicadores e meios a seguir: - Indicadores qualitativos: Participação do público nas atividades propostas; Absorção da proposta artística e lúdica; Avaliação técnica das atividades; Depoimentos do público infantil; Depoimentos das equipes responsáveis pelas instituições parceiras e Observação da proponente, pela equipe de coordenação do projeto; - Indicadores quantitativos: Quantidade de atividades realizadas; Quantidade de pessoas participantes das atividades e Quantidade de instituições participantes; - Meios de verificação: Lista de presença (público participante); Atestado de realização (escolas e instituições convidadas); Relatório de observação das atividades (proponente); Depoimentos escritos de crianças, familiares e equipes das escolas e instituições convidadas; Depoimentos em vídeos de crianças, familiares e equipes das escolas e instituições convidadas e Fotografias.
Este projeto se justifica pela oferta de um circuito de apresentações gratuitas e acessíveis da arte de contar histórias com atividades lúdicas complementares, em locais de interesse público, relacionados à educação, saúde e bem-estar de crianças, adultos e pessoas idosas, contribuindo para o alcance da arte como elemento fundamental para o exercício pleno da cidadania. Também, oferecerá atividades de pesquisa, experimentação e criação de repertório da arte de contar histórias, por meio de ensaios abertos, contribuindo para a de fortalecimento da democratização do acesso a estímulos de preparação relacionados a esse universo artístico. O projeto necessita do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais para o seu financiamento pelo seu caráter integralmente GRATUITO, assim como em vistas à realização das atividades culturais em espaços nos quais acontecem quantidades reduzidas de apresentações artísticas. O apoio da Lei de Incentivo à Cultura permitirá ao projeto o fomento à produção e democratização de arte a milhares de pessoas que notadamente têm pouco acesso a espetáculos artísticos e eventos de formação. ALINHAMENTO COM O PROGRAMA NACIONAL DE APOIO À CULTURA - PRONAC O projeto se enquadra em quatro incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 (Programa Nacional de Apoio à Cultura - Pronac), graças às características gratuitas dos produtos culturais, ao livre acesso ao conteúdo cultural e à criação coletiva de conteúdo nacional: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Em se tratando do Art. 3° da da Lei 8313/91, os objetivos do projeto atendem aos seguintes incisos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; Obs.: Este inciso está relacionado à oferta de acesso gratuito e democrático aos ensaios abertos do elenco, ao longo da temporada, para pessoas da comunidade em geral, mediante inscrições prévias; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Obs.: Este inciso está relacionado à realização da temporada teatral gratuita, em si; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Obs.: Este inciso está relacionado à realização da temporada gratuita da arte de contar histórias, em si, com 100% de gratuidade em todas as suas atividades. GRATUIDADE A gratuidade em todos os produtos culturais deste projeto deseja estabelecer uma positiva relação custo e benefício, transformando-se o valor investido nos melhores resultados possíveis para a sociedade, em termos quantitativos e qualitativos. Além da oferta de 100% de gratuidade das atividades, busca-se amplificar os investimentos feitos, convidando-se a sociedade civil à participação, pelo voluntariado organizado, continuamente treinado e monitorado, em suas atividades. DEMOCRATIZAÇÃO Este projeto beneficiará frequentadores de escolas da rede pública, hospitais, abrigos de crianças, organizações da sociedade civil e espaços públicos abertos, e comunidade em geral, justificando-se pela necessidade de ampliação da frequência de pessoas de todas as faixas etárias, em especial crianças e adolescentes, em eventos culturais. Sobre os espetáculos artísticos, a Pesquisa SIPS - IPEA, 2010, aponta que na região sudeste do Brasil, 11,1% dos indivíduos frequentam 1 vez por mês, e 87,5% deles raramente ou nunca vão. Os indivíduos apontam os preços dos ingressos (71%) e a localização distante dos espaços culturais (62%) como as duas principais causas da baixa frequência. ARTE E EDUCAÇÃO As atividades artísticas junto às crianças e educadores da rede pública de ensino, pelos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNS), beneficiam os alunos na busca de um maior domínio do corpo, tornando-o expressivo, além de possibilitar um melhor desempenho na verbalização, melhor capacidade para responder às situações emergentes e maior capacidade de organização de domínio de tempo. A escolha das escolas públicas e organizações sociais deve-se ao fato de acolherem crianças com menor poder aquisitivo e consequente menor acesso a ofertas artísticas, conforme apontam estudos do IBGE e IPEA. Também, pretende-se contribuir com a ampliação do apreço pelas artes, formação de plateia e despertar de vocação, melhoria no desempenho escolar e estímulo ao fazer criativo e artístico. A LITERATURA NA BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR Como exposto em artigo publicado no site da BNCC, "devemos nos lembrar que literatura é antes de tudo arte e, como tal, tem a função de exercitar o nosso pensamento poético _ relacionado com o imaginar que é uma outra forma de pensar, sentir, perceber e conhecer o mundo e a nós mesmos. A linguagem artística é plurissignificativa, permitindo diversas interpretações, pois faz um apelo à nossa criatividade e sensibilidade." Em consonância com esses preceitos, o projeto Circuito Cultural EnCanta Histórias promoverá a arte de contar histórias em conexão com atividades lúdicas que permitirão às crianças o exercício da imaginação e da diversidade potencial que reside nas manifestações artísticas. INCENTIVO ÀS PRÁTICAS DE HUMANIZAÇÃO HOSPITALAR Os benefícios da Humanização Hospitalar, movimento no qual se inserem as apresentações artísticas em unidades de saúde, vêm sendo comprovados e reforçados por inúmeros estudos. Muitos hospitais já contemplam essas práticas junto a pacientes, acompanhantes e profissionais, com relevantes melhorias nos aspectos de saúde geral e bem-estar, economia de recursos, educação para saúde, acréscimo de socialização e cultura e aumento de participação comunitária. ACOLHIMENTO EM SAICA's Vale lembrar que "esse acolhimento institucional ocorre nas situações em que a criança tiver seus direitos violados e que comprometam o convívio com a família de origem, seja ela nuclear ou extensa. (...) O abrigo funciona como uma residência provisória, enquanto os pais e demais familiares passam por atendimento em outro serviço" (SILVA, 2004, p. 27). Ou seja, o abrigo busca fornecer condições adequadas como habitação, alimentação, roupas, estudo básico, fortalecimento do convívio familiar e outros direitos previstos às crianças e adolescentes, como o acesso à cultura. Este projeto busca oferecer apoio ao que dispõe a Constituição Brasileira e a legislação infraconstitucional, pela oferta de atividades artísticas a esse público. OFERTA DE ATIVIDADES EDUCATIVAS GRATUITAS Este projeto também oferecerá ao longo da temporada cerca de 450 vagas para a comunidade em geral, em cerca de 30 ensaios abertos com a participação de monitores, elenco remunerado e pessoas voluntárias participantes do projeto, em espaços de acesso democrático, relacionados à arte de contar histórias, atividades lúdicas e artes cênicas relacionadas. ESTÍMULO AO VOLUNTARIADO RECORRENTE O estímulo ao voluntariado previsto neste projeto está em consonância com os esforços do programa Pátria Voluntária, que busca incentivar o engajamento e a participação dos brasileiros em atividades voluntárias. A participação de pessoas voluntárias no projeto se dará com uma gestão próxima e investimento contínuo em qualificação técnica e comportamental, para a conquista de bons resultados, em especial no que diz respeito à experiência vivida pelos públicos atendidos, nas diversas instituições parceiras.
A seguir, compartilhamos parte importante das instituições públicas e filantrópicas da cidade de São Paulo, já observadas pela proponente e que serão beneficiadas gratuitamente pelas atividades do projeto. Outras instituições podem se somar à lista, ao longo da realização das atividades do projeto, partindo-se sempre da premissa da democratização do acesso à cultura para públicos que apresentam vulnerabilidade nesse sentido. ESCOLAS PÚBLICAS - EMEF Cecília Moraes de Vasconcelos - EMEF Infante Dom Henrique (Espaço de Bitita) - EMEF Celso Leite Ribeiro Filho - EMEI Ana Rosa - EMEI Mary Buarque ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL e SAICAs - SAICA Nossa Sra. Da Penha - SAICA São Bento - Associação Maria Helen Drexel - ONG Luz e Lápis - Lar Dom Bosco - PAC - Projetos Amigos das Crianças HOSPITAIS - Instituto da Criança do Hospital das Clínicas - A.C. Camargo Cancer Center - Hospital Municipal do Campo Limpo - Hospital Cruz Azul - AACD
Aqui, detalhes adicionais aos já expostos na parte de Identificação da proposta, em especial com mais informações sobre a participação de pessoas voluntárias como apoio à atuação do elenco profissional remunerado. Circuito Cultural EnCanta Histórias Neste produto, haverá um forte empenho na preparação e realização de atividades artísticas da arte de contar histórias e atividades lúdicas a partir da metodologia apresentada no item Sinopse, dialogando-se com o perfil do contexto e o público dos diferentes espaços/palcos, que demandam olhares, fazeres e encontros específicos. Assim, na rotina deste produto cultural, há um processo contínuo de gestão do elenco em núcleos compostos por duplas e trios (além do apoio de integrantes voluntários oriundos de organizações parceiras), para preparação técnica, criação de repertório para atuação nos espaços definidos. TIPOS DE ELENCOS ENVOLVIDOS São dois (2) tipos de elencos participantes, neste produto: [Elenco remunerado] Composto por até quatro (4) profissionais da arte de contar histórias, com habilidades e experiências complementares, que realizarão apresentações artísticas junto aos públicos de interesse e também atuarão na preparação cotidiana e contínua dos núcleos do elenco voluntário, conduzindo ensaios para qualificação e ampliação de repertórios e outras pesquisas relacionadas à arte de contar histórias e artes cênicas complementares; [Participantes voluntários - Elenco complementar] A estimativa é a participação de cerca de 30 pessoas, que atuarão como apoio e complemento à atuação do elenco profissional, a partir da realização de um treinamento com conteúdo conceitual e prático. Também, seguirão em processo constante de treinamento e supervisão, especialmente por meio dos ensaios abertos, tanto para a compreensão crescente das possibilidades do fazer artístico, quanto para a criação de repertórios, que são continuamente acompanhados pela gestão do projeto e pelo elenco remunerado. ATIVIDADES, ESPAÇOS E PÚBLICOS Tanto o elenco remunerado quanto o elenco voluntário complementar orientam a realização das suas atividades artísticas (conteúdo e forma), sobremaneira, a partir das características do local visitado e seus públicos. Assim, tem-se que: - Em Hospitais: há uma itinerância por parte dos elencos, realizando-se apresentações em brinquedotecas, quartos de internação e salas de espera; assim, a partir de um repertório criado, o núcleo de atuação desenvolve a metodologia do projeto levando-se em consideração aquilo que o público demonstra de condições e vontades, misturando arte e acolhimento; - Em Espaços públicos: nas atividades em praças e parques, será criada uma estação em um determinado local, na qual acontecem as sessões junto ao público; - Em Escolas públicas: as atividades são mais fixas, junto a um determinado grupo de alunos, com os quais são desenvolvidas as atividades da metodologia do projeto; - Em Abrigos de crianças e outras instituições: as atividades são mais fixas, junto a um determinado grupo de alunos. PREPARAÇÃO CONTINUADA DOS ELENCOS Em se tratando do processo de preparação continuada dos elencos remunerados e elenco voluntário complementar, em especial por meio dos ensaios abertos apresentados em outras seções deste projeto, apresentamos alguns exemplos de temas, entre outros, que farão parte do processo de desenvolvimento contínuo das técnicas artísticas dos elencos, que atenderão aos propósitos do projeto por meio do aprimoramento da execução dos roteiro artísticos que fazem parte do repertório: “Narração de Histórias”, com Drika Nunes Despertar a escuta para as possíveis histórias do dia-a-dia, tomar consciência do que é ter um corpo em prontidão, aprender alguns exercícios que cuidam da voz, criar a partir de pequenos gatilhos, estar confortável no olho a olho e nos silêncios que também são narrativos, a verdade com que se entrega uma história nessa arte do encontro. “A voz e o corpo em movimento - Dicção, respiração e expressividade”, com Heidi Monezzi Conscientizar o participante de sua respiração diafragmática, das possibilidades vocais ao falar e cantar, da saúde da voz, bem como da dicção. O trabalho vocal será conduzido para um despertar da voz, de maneira divertida e criativa, assim como a associação e exercício da voz com o corpo em movimento, buscando expressividade cênica. "Aprimorando o jogo de cena", com Isabela Mello Oferecer um espaço de experimentação de possibilidades humanas por meio da arte de contar histórias. Exercícios para estimular o jogo cênico, em um ambiente criativo e propositivo. No conteúdo programático: Expressão Corporal; Postura e equilíbrio; Espaço cênico e ritmo; Expressão Vocal; Improvisação; Concentração e Jogo de cena; Composição de Cenas e histórias; Relação de quem conta com o público. "Aprimorando o canto para a contação de histórias", com Alessandra Cino Esta oficina tem por objetivo apresentar e aplicar informações básicas sobre a técnica vocal aplicada ao canto, através de exercícios respiratórios, vocais e de percepção auditiva. Todos os exercícios são focados na conscientização do que ocorre no aparelho fonador e no próprio corpo para produzirmos um bom som ao cantar. Conteúdo: relaxamento, respiração, emissão, impulso, apoio, articulação, noções de anatomia do aparelho respiratório e da estrutura vocal e conscientização corporal. "O corpo e a contação de histórias", com Ricardo Aires Esta oficina utiliza as metodologias e conceitos de dois dos maiores pesquisadores das possibilidades expressivas do corpo: Klaus Vianna e Jacques Lecoq. Atrelando tais pilares com técnicas da dança clássica, clown, Viewpoints e do sistema de treinamento corporal de Joseph Pilates, o propositor da oficina busca a ampliação do repertório corporal do contador de histórias e performer, seja ele profissional ou não, para que ele maneje sua relação com o corpo de maneira mais espontânea e menos racional.
Medidas de Acessibilidade nos termos da Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018. ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS A seguir, as considerações sobre a acessibilidade física, para pessoas com deficiência visual e auditiva, neste produto cultural. Todos os ambientes onde o projeto acontecerá: hospitais públicos e escolas públicas parceiras, lares de pessoas idosas, organizações da sociedade civil e outros espaços já estão adaptados para viabilizar a acessibilidade física, acessibilidade para deficientes visuais e deficientes auditivos. ACESSIBILIDADE FÍSICA Todos os espaços parceiros do projeto onde as apresentações artísticas acontecerão são adaptados com rampas de acesso, rota acessível à circulação principal, além de acesso com autonomia para banheiros adaptados para pessoas em cadeira de rodas. Item da planilha orçamentária: não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL Todos os espaços parceiros do projeto onde as apresentações artísticas acontecerão estão adaptados com sinalizadores táteis para chão, para que as pessoas com deficiência possam se locomover com segurança e autonomia. Em se tratando da atuação artística, em si, a arte de contar histórias e suas múltiplas nuances geram a possibilidade de inclusão, pela ludicidade e a contemplação constante de elementos imaginativos e sensoriais durante as intervenções junto aos públicos. Item da planilha orçamentária: não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA PESSOS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA a) Em se tratando da atuação artística, em si, a arte de contar histórias e suas múltiplas nuances geram a possibilidade de inclusão, pela ludicidade e a contemplação constante de elementos imaginativos e sensoriais durante as intervenções junto aos públicos. Ainda assim, 10% das apresentações contarão com a presença de Intérpretes de Libras, em especial nas instituições que atendem pessoas com deficiência auditiva; b) Nos ensaios abertos, o projeto terá a presença de Intérpretes de Libras em todos os 30 eventos, com ampla divulgação sobre esta presença. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: - Na planilha orçamentária deste produto, é o item "Intérprete de Libras", referente à contratação de profissional que ficará à disposição para as atividades citadas. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS a) Em se tratando da atuação artística, em si, a arte de contar histórias e suas múltiplas nuances geram a possibilidade de inclusão, pela ludicidade e a contemplação constante de elementos imaginativos e sensoriais durante as intervenções junto aos públicos; b) Nos ensaios abertos, os monitores serão orientados a transmitir o contexto das atividades da forma necessária a permitir a inclusão de pessoas que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Contador de Histórias.
O projeto atuará no sentido mais amplo da democratização cultural, com GRATUIDADE de acesso ao público em TODAS as suas atividades, conforme itens expostos no artigo 23 da IN nº 01/2022 do Ministério da Cidadania. A seguir, apontamos com mais detalhes a relação entre as atividades do projeto e a democratização de acesso, transcrevendo-se os incisos: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados; Mais de 50% dos produtos resultantes da execução do projeto serão doados diretamente ao público de escolas públicas e equipamentos culturais de acesso franqueado ao público. II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; Um conjunto de atividades educativas (trechos dos ensaios abertos) será transmitido ao vivo e também de forma assíncrona, pela internet, assim como ficarão disponíveis, posteriormente, em plataforma de vídeo da proponente, acessível à população em geral, gratuitamente. Ainda, em se tratando das apresentações da arte de contar histórias, uma parte expressiva do repertório artístico apresentado pelo elenco será oferecido em canal de internet, para acesso da população em geral, democraticamente. III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; Sim, será permitida a captação de imagens das atividades educativas e das apresentações artísticas, com autorização da sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias, seguindo-se os procedimentos convencionais de anuência das instituições parceiras e público envolvidos. IV - além da Ação Formativa Cultural prevista no art. 25 desta Instrução Normativa, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como: Será oferecido acesso à população, em geral, a cerca de 30 ensaios relacionados à arte de contar histórias, atividades lúdicas e artes cênicas relacionadas, para ampliação de repertório, pesquisa e compartilhamento de técnicas, junto ao elenco da proponente, em formato online e presencial. Assim, mediante divulgação e inscrição gratuita, cerca de 450 pessoas interessadas da comunidade, em geral, poderão acompanhar esses encontros, dando maior amplitude do acesso à cultura; V - realizar ações culturais voltadas ao público infantil ou infanto juvenil na proporção de vinte por cento do tempo de duração e quantitativo de apresentações, quando mensuráveis, e acompanhado de projeto pedagógico (Anexo I) e observados os indicativos etários. Cerca de 85% do público beneficiado pelos produtos do projeto serão crianças e adolescentes, que terão acesso gratuito às atividades. Vale lembrar que o projeto Histórias para Contar e Brincar irá até o público, tornando o acesso bastante democrático às crianças que acompanharão as sessões da arte de contar histórias.
O proponente atuará diretamente na coordenação das atividades administrativas e à frente dos processos decisórios do projeto, na figura de seu responsável, contando com a contratação de fornecedores qualificados, sob sua supervisão, nas frentes de atuação do projeto. Além da equipe prevista na Ficha Técnica a seguir, outros profissionais poderão ser identificados no decorrer das etapas de trabalho. (a) Direção geral (atividade da proponente) Garantia da realização das atividades propostas, partindo do plano estratégico e acompanhamento da formulação e realização das atividades, inclusive em suas atividades administrativas e financeiras. A coordenação com reuniões regulares das equipes (presencial ou online), compartilhamento de arquivos relacionados ao cronograma, estabelecimento e cumprimento de metas, ajuste nos encaminhamentos necessários, entre outras atividades; A proponente contará com profissionais contratados para uma série de outras atividades: (b) Engajamento e gestão dos profissionais remunerados e participantes Engajamento e acompanhamento do desempenho de todas as pessoas envolvidas nas atividades, com a identificação dos perfis e competências necessárias, para as funções a serem realizadas. Ao longo do projeto, acontecerão reuniões regulares com todas as pessoas integrantes, para acompanhamento de indicadores, resultados, ajustes e outros. (c) Criação e adaptação dos roteiros, preparação inicial e continuada dos elencos voluntário e remunerado Convite e preparação de integrantes dos elencos, para criação e cumprimento do cronograma de eventos previstos no projeto. (d) Contato e agendamento das atividades artísticas, nas instituições parceiras Contato cotidiano com as instituições parceiras, com criação, acompanhamento e ajuste do cronograma de atividades artísticas. Este relacionamento se dará de forma regular, com a troca de mensagens, relatórios e sugestões de aprimoramento. (e) Elaboração de peças de comunicação Captação e compilação de informações, textos, fotos, áudios e vídeos realizados às atividades do projeto, para compartilhamento em redes sociais, veículos de comunicação e outros públicos de interesse do projeto. (f) Realização de pesquisas de avaliação contínuas Realização de pesquisas de avaliação contínuas, com todos os públicos de interesse, internos e externos. (g) Elaboração de relatórios parciais e finais Compilação de indicadores diversos e publicação de relatórios parciais e finais, para fins de transparência absoluta em termos de resultados e movimentação orçamentária do projeto. (h) Acompanhamento financeiro e contábil das atividades do projeto Monitoramento de todas as rotinas financeiras e contábeis, junto aos fornecedores. Os currículos a seguir apresentam alguns profissionais que deverão ser contratados pela proponente para participação em atividades do projeto. Outros profissionais serão contratados mediante processo seletivo, a partir das demandas específicas de cada atividade. JOÃO CARLOS PACIELLO JÚNIOR Diretor geral (voluntário) Economista formado pela FEA-USP (1985). Pós-graduação latu sensu – ECA-USP Produção Cultural. Empreendedor Cultural – Sócio do Clube Barbixas de Comédia. Possui 25 anos de experiência como Produtor cultural e Coordenador de diversos grupos teatrais e humorísticos do Brasil. Sócio e Diretor Geral da Cia Barbixas de Humor, o maior grupo de improviso da América Latina (3,5 milhões de inscritos no Youtube), há 13 anos em cartaz no Brasil (mais de 3 milhões de espectadores), com diversas apresentações na América Latina e Europa. Diretor Geral e Curador do Festival Internacional de Circo da Cidade de São Paulo – Edição 2020 – Primeira edição com premissa de equidade, diversidade e inclusão. Curador do Primeiro Festival Online de Improviso – Parte Integrante da Virada Cultural da Cidade de São Paulo/2020. Curador da programação do Clube Barbixas de Comédia, o maior comedy club da cidade de São Paulo. Produtor Executivo da Websérie “Peripécias Menopáusicas” - 2021. Diretor Produção Elenco do Programa É Tudo Improviso– TV Band – Temporadas 2010/2011 – Primeira experiência de improvisação na televisão brasileira FELIPE DOMINGOS DE MELLO Coordenador voluntário do projeto Graduado em Comunicação Social pela ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing). Formado em Artes Cênicas (Curso Técnico Profissionalizante de Formação de Ator) pelo Teatro Escola Célia Helena. Formado em Radialismo - Setor Locução (Curso Técnico Profissionalizante) pelo Senac/SP. Diretor-fundador e coordenador artístico voluntário da ONG Canto Cidadão. MICHELLE DOS SANTOS ANTONIO Produtora Graduada em Administração de Empresas. Experiência em relacionamento com público interno e externo, com ênfase na coordenação de equipes. Experiência nos setores administrativo e financeiro. Atua no Canto Cidadão, organização que desenvolve atividades socioculturais em hospitais e escolas públicas, desde 2013, tendo iniciado como Assistente Administrativo e Financeiro, e desde 2019 realiza a produção cotidiana de programas socioculturais da organização, desenvolvendo o relacionamento diário com os integrantes voluntários, instituições parceiras e gestão interna. ISABELA TARANTO MOREIRA DE MELLO Coordenação artística Graduada em Licenciatura em Pedagogia no Instituto Singularidades, atua desde 2018 no Canto Cidadão, organização que desenvolve atividades socioculturais em hospitais e escolas públicas. Tem experiência na coordenação de programas socioculturais de contação de histórias e atividades lúdicas, ministrando treinamentos dos elencos, participando da criação recorrente de repertórios, acompanhando e realizando atuações junto ao público final e dialogando com as instituições parceiras no sentido de aprimorar os conteúdos e formatos apresentados a partir das demandas específicas de cada espaço e público. ADRIANA DE FATIMA NUNES LIMA Contação de histórias e monitoria de ensaios abertos Comunicóloga, atriz, contadora de histórias e mediadora de leitura. Atua nas artes narrativas desde 2010 e possui várias formações nacionais e internacionais. Também formada e capacitada pelo método Ivaldo Bertazzo – reeducação do movimento. Aprovada pelo edital da Prefeitura de São Paulo – Secretária Municipal de Cultura em 2018/2019 com várias oficinas. ALESSANDRA MARIA CINO Contação de histórias e monitoria de ensaios abertos Tem Bacharelado em Artes Cênicas - Interpretação pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, a ECA-USP. Também, é formada em Canto erudito pela ULM – Escola livre de Música “Tom Jobim”. Há cerca de 15 anos trabalha como professora de técnicas vocais e teatro em oficinas, cursos e produções artísticas, além de participar de temporadas de narração de histórias. HEIDI VANESSA CEZAR MONEZZI Contação de histórias e monitoria de ensaios abertos Atriz e narradora de histórias, formada em Bacharelado em Artes Cênicas (2000_2004) pela Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP. Como atriz, atuou em diversos espetáculos. Em 2019 participou da 12° Viagem Literária, organizado pela BSP, 3º Feconthi - Festival de Narração de Histórias de Balneário Camboriú e no Festival Nacional de Narração de Histórias de Curitiba - Cotidiano Leitor. RICARDO AIRES DE MORAES Contação de histórias e monitoria de ensaios abertos Ator formado pelo INDAC e pelo CPT (Centro de Pesquisa Teatral de Antunes Filho), bailarino e coreógrafo pelo Royal Academy of Dance, publicitário pela Faculdade Cásper Líbero e clown com Cristiane Paoli Quito. Tem DRT pelo INDAC e é Stage Manager pela SP Escola de Teatro. Já integrou mais de 45 espetáculos profissionais, ficando em temporada em 14 estados brasileiros com musicais, ballets, circos, peças infantis e adultas.
PROJETO ARQUIVADO.