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PRONAC 220827Projeto em execução - Encerrado prazo de captaçãoMecenato

Bienal das Amazônias Sobre as Águas

PAROLE VITA PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 4,67 mi
Aprovado
R$ 4,67 mi
Captado
R$ 4,67 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (2)
CNPJ/CPFNomeDataValor
30680829000143NU FINANCEIRA S.A. - SOCIEDADE DE CREDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO1900-01-01R$ 3,17 mi
33592510000154VALE S.A.1900-01-01R$ 1,50 mi

Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
VII.Projetos de Bienais
Ano
22

Localização e período

UF principal
PA
Município
Belém
Início
2023-04-03
Término

Resumo

Bienal das Amazônias Sobre as Águas, trata-se de barco/obra que fará itinerância de exposição coletiva de arte e programa educativo (contrapartida social) por cidades que ficam às margens dos Rios Pará, Amazonas, Madeira, Purus e Tocantins na Amazônia brasileira, ampliando e democratizando o acesso aos bens culturais, por meio da arte contemporânea, de maneira totalmente gratuita.

Sinopse

OBJETO ARTÍSTICO BARCO - O artista e arquiteto boliviano Freddy Mamani, desenvolverá projeto artistíco de intervenção em um barco/catamarã tipicamente Amazônico, que abrigará toda a programação itinerante do projeto Bienal das Amazônias sobre as Águas. Para que o projeto artístico e em engenharia naval seja de fato produzido, é necessário que este seja arovado nesta referida lei e posteriormente captado. CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA LIVRE. EXPOSIÇÃO COLETIVA, que vai itinerar por diversas cidades que ficam às margens dos Rios Pará, Amazonas, Madeira, Purus e Tocantins na Amazônia brasileira, será dconstituida por artistas/obras que comporão a 1a edição da Bienal das Amazônias, selecionadas levando em consideração as especificidades do catamarã que abrigará as atividades propostas pela Bienal das Amazônias Sobre as Águas. A curadoria está a cargo de Keyna Eleison, Vania Leal, Sandra Benites e Flavya Mutran. A expografia será assinada por Juliana Goddoy. CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA LIVRE. ACESSO GRATUITO CONTRAPARTIDA SOCIAL - 56 WORKSHOPS, temas variados que versem sobre Cultura e arte contemporânea Amazônida. Para delimitar exatamente o que se pretende comunicar em cada um delEs, será necessária a construção curatorial e estética do PROJETO, ato que só se concretizará com a CAPTAÇÃO da Bienal das Amazônias sobre as águas.

Objetivos

O projeto Bienal das Amazônias sobre as Águas pretende, por meio de obra/barco (catamarã que receberá intervenção artística do artista Freddy Mamani), realizar itinerância de exposição coletiva de artistas que participarão da primeira edição da Bienal das Amazônias, assim como ações sócio-educativas/contrapartida social, em comunidades que ficam às margens dos rios Pará, Amazonas, Madeira, Purus e Tocantins na Amazônia brasileira, no desejo claro de difundir e democratizar o acesso aos bens culturais, de maneira completamente gratuita, a populações com pouco ou nenhum direito de fruição dos produtos artísticos produzidos nas Amazônias e no Brasil. Art. 2o Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; XI - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira; XIV - apoiar as atividades culturais de Belas Artes; XVI - apoiar atividades com outras finalidades compatíveis com os princípios constitucionais e os objetivos estabelecidos pela Lei nº 8.313, de 1991, assim consideradas em ato do Secretário Especial de Cultura do Ministério do Turismo. Objetivos Específicos: A) Produto EXPOSIÇÃO DE ARTES: realizar 01 (uma) OBRA/INSTALAÇÃO do artista Freddy Mamani em um catamarã que receberá, para além da obra de Mamani, 01 (uma) EXPOSIÇÃO COLETIVA com obras e performances de artistas envolvidos na primera edição da Bienal das Amazônias. O Barco/Obra fará itinerância em diversas cidades as margens dos rios Pará, Amazonas, Madeira, Purus e Tocantins, ao longo de 07 meses. Faixa etária Livre. Visitação completamente gratuita. B) Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL: realizar durante 07 meses PROGRAMA DE MEDIAÇÃO do projeto expositivo apresentado no Barco/Obra, para além de 56 (cinquenta e seis) oficinas/workshops sobre práticas artísticas (processos relacionados as obras expostas) em diversas cidades as margens dos rios Pará, Amazonas, Madeira, Purus e Tocantins, na Amazônia Brasileira. Para públicos de todas as idades. Participacão totalmente gratuita.

Justificativa

A Panamazônia e Amazônia Legal, macrorregião composta pelos países da Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Peru, Venezuela, Suriname e Guianas, e pelos Estados brasileiros do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, Mato Grosso, Tocantins e Maranhão, são territórios que se alargam para além da continental geografia física. Região ampla e fértil em diversidade cultural, a Panamazônia abrange nove países com suas respectivas peculiaridades, mas interligados por histórias e riquezas comuns a um dos territórios mais cobiçados da terra: a floresta Amazônica. A Floresta comporta a maior biodiversidade, além do maior rio em volume d’água do mundo, o Amazonas, em percursos permeados por lendas e mitos. A região vem ocupando o centro de interesse mundial, e guarda, sob a copa de suas árvores, segredos e mistérios a serem ainda desvendados. É nesta região de tamanho continental, que o projeto Bienal das Amazônias Sobre as Águas objetiva, por meio de um barco/obra (catamarã que sofrerá intervenção artística de Freddy Mamani), realizar itinerância de diversa e ampla programação artistica-educativa em comunidades que ficam as margens dos rios Pará, Amazonas, Madeira, Purus e Tocantins na Amazônia brasileira, a fim de permitir que povoados distantes das capitais amazônicas tenham acesso aos produtos culturais criados/produzidos pela região. Com isso o projeto visa permitir um olhar mais abrangente sobre a produção simbólica das Amazônias, bem como proporcionar um intercâmbio profícuo entre criadores e espectadores locais e de outras lugares do mundo sobre a arte contemporânea aqui produzida. O ensejo desta proposta é provocar o habitante da região a se ver e se mostrar, não apenas através da contemplação, mas da reflexão contextualizada, afirmando sua identidade plural em um programa que parte de uma das premissas fundamentais da vida em sociedade que é a de equidade quanto o acesso aos produtos culturais e aos direitos que versam sobre o usufruto da cultura e da educacão de maneira gratuita. A Amazônia e as artes, ambas igualmente cercadas de mistérios, prometem um rico panorama da sua produção contemporânea, cuja seleção será feita por um corpo curador renomado, que selecionará as obras e trabalhos dos artistas mais expressivos dos países da Panamazônia e dos estados da Amazônia Legal. A Bienal das Amazônias Sobre as Águas destaca-se também por seu ineditismo em toda a Panamazônia, e pela possibilidade de aproximar diversos países da região, e estados brasileiros, intimamente interligados por laços culturais e geográficos, conforme já mencionado. Mostra-se também inovador por abranger diversos formatos e tendências, que se misturam possibilitando a fruição de uma vitrine rica das mais recentes produções artísticas, por parte de comunidades em muito alijadas do acesso aos bens culturais produzidos no Brasil. Para além de tudo que aqui exposto, o projeto adquire relevância cultural e social ao ajudar a formar plateia para as Artes Visuais, assim como ao qualificar profissionais e estudantes carentes por meio de abrangente e fundamental projeto pedagógico. Assim sendo, a Bienal das Amazônias enquadra-se nos seguintes incisos do Art. 1° da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Cujos objetivos, conforme artigo 3º da Lei 8313/91, são: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais.

Estratégia de execução

A itinerância acontece durante sete meses, em cidades que ficam as margens dos rios Pará, Amazonas, Purus, Madeira e Tocantins, logo, o desenho logístico foi baseado em quatro zonas de trabalho, usando como base as capitais de cada zona/Estado. Sendo eles Rio Branco (AC) Rio Madeira; Porto Velho (RO) Rio Purus; Manaus (AM) Rio Amazonas e Belém (PA) Rio Pará e Rio Ticantins. Assim, os locais de realização foram divididos por estas 4 zonas e é nas capitais que ocorrerão as trocas de equipe (produtores, mediadores, oficineiros) a cada 30/45 dias, quando serão embarcados no barco/obra (catamarã que abriga as atidades do projeto), iniciando o trajeto de itinerância em cada um dos rios anteriormente descritos. SOBRE DESLOCAMENTOS AÉREOS e HOSPEDAGENS Tendo em vista que o projeto ainda encontra-se em fase de desenvolvimento e não possui nominalmente sua vasta equipe definida, informamos que os gastos com passagens e estadia serão utilizados com curadores, produtores, convidados, artistas, arquitetos e demais técnicos necessários e envolvidos na execução de todas as etapas deste trabalho nas diversas cidades que envolvem este projeto. O volume de passagens e hospedagens é equivalente ao desenho do projeto apresentado ao longo da proposta e podem ser contabilizados pelo volume dos produtos culturais descritos e pelas diversas cidades envolvidas na Bienal das Amazônias Sobre as Águas. Logo, ainda que não tenhamos como nominar o uso de cada um dos trechos solicitados, eles se justificam para a plena realização deste projeto, conforme demonstrado na detalhada apresentação desta proposta cultural. Para além disso, os gatos referidos terão de ser comprovados na fase de execução, demonstrado o elo entre o profissional que os utilizará e o projeto, quer seja por meio dos tickets de embarque, ficha técnica do projeto, contratos realizados para a sua plena realização. Ainda assim, na etapa de pré-producão estão previstos o uso de 40 trechos de passagens (ida ou volta) para 01 Artista e 01 assistente (Freddy Mamani) de sua cidade de origem até Belém (PA) 04 curadoras de suas cidades de origem até Belém (PA) 01 Arquiteta expografia mais 01 assistente de sua cidade cidade de origem até Belém (PA) 01 produtora executiva de Belém (PA), até as cidades de Manaus (AM), Rio Branco (AC), Porto Velho (RO), Marabá (PA), Rio de Janeiro (RJ), Brasília (DF) e São PAulo. tpdas ocorridas ao longo de 05 meses. Na etapa producão serão utilizadas 132 passagens a ser utilizadas por 08 arte educadores 02 coordenadores gerais 02 produtores 30 oficineiros ao longo de sete meses, na troca de equipes a cada 30/45 dias que estarão trabalhando embarcados e portanto farão troca de posto a partir das cidades satélites de cada área de trabalho, Manaus (AM), Rio Branco (AC), Porto Velho (RO), Marabá (PA) e Belém (PA)

Especificação técnica

PROJETO EXPOGRÁFICO - A Exposição coletiva e Elaboração/execução obra/barco só serão plenamente desenvolvidos mediante realização do trabaho curatorial desenhado por Keyna Eleison, Vania leal, Sandra Benites e Flavya Mutran, sendo desenvolvido pela arquiteta Juliana Godoy, respeitando o quantitativos mensurados por este projeto. PROJETO PEDAGÓGICO A diversidade que desejamos apresentar na exposicão coletiva da Bienal das Amazônias sobre as Águas, torna acessível um abrangente painel da produção artística contemporânea na Panamazônia. Entretanto sabe-se que o material visual apresentado nas obras é mais bem aproveitado na medida em que a mediação é efetiva, ou seja, no momento em que se apresentam as variadas possibilidades de leitura e apreensão da obra de arte. Desta forma o Programa Educativo de Artes visuais da Bienal das Amazônias, pretende qualificar o processo de leitura que redimensiona as produções, articulando informações de caráter formal, sócio-histórico e estético, possibilitando ao participante acessar os meios de análise e crítica da produção artística que ultrapassem o momento da visita. A visita adaptada aos diferentes grupos atendidos consistirá em uma apresentação e contextualização prévias do objetivo do objeto de estudo, do contato com as obras no espaço expositivo e por fim, de exercício prático usando material educativo específico. Afim de tornar esse momento ainda mais interessante e com caráter duradouro, proporcionando vias para formação de público, o programa educativo disporá de material didático a ser distribuído gratuitamente aos visitantes. Este material é pensado de forma a dar autonomia de leitura de obras aos visitantes. Seu conceito é elaborado de maneira que o material produzido possa ser utilizado em outras abordagens de obras de arte, e, inclusive, de outras exposições. O material pode também transformar-se em objeto para o desenvolvimento de atividades de exercício prático, desdobrando assim o momento de fruição ao convidar o visitante a uma permanência mais longa da experiência, estimulando-o a relacionar essa experiência estética com outras ocasionadas em seus cotidianos. A extensão da experiência a uma prática em oficina oferece um momento diferenciado de apropriação dos conceitos levantados nos momentos de apreciação e contextualização. Os conceitos básicos que norteiam este programa educativo estão em consonância com as transformações ocorridas nas áreas das artes visuais e de arte-educação. Presenciamos principalmente a partir dos anos 60, alterações na forma e no conteúdo do objeto de arte que, em princípio já estavam presentes nas obras produzidas pelas vanguardas históricas do início do século XX. As mudanças no objeto de arte se fizeram em paralelo às mudanças de comportamento histórico e consequentemente dizem respeito a ocorrência de novas situações no corpo social. Pela necessidade de propor e desencadear diferentes leituras, a ação educativa (desenvolvida em um espaço) passa a adotar um trabalho de “curadoria educativa”, que pressupõe um trabalho que envolve o desenvolvimento de percursos e recortes para auxiliar a leitura do objeto artístico e dos conjuntos aos quais está vinculada. Por outro lado, a característica questionadora das visitas e o exercício prático posterior, provocam a articulação e a incorporação dos conceitos básicos para uma apreciação e para o uso dos códigos visuais de maneira autônoma e poética. O trabalho de medição só será efetivo a partir da formação dos mediadores não só naquilo que tange o material em exposicão, seus contextos de producão, mas também o contextos socioeconomico e educativo dos visitantes, advindos das comunidades amazônidas envolvidas no projeto.

Acessibilidade

EXPOSIÇÃO DE ARTE - Item orçamento: Consultor acessibilidades ACESSIBILIDADE FÍSICA: Rampas; corrimões; banheiros adaptados (o barco/catamarã que sediará os encontros possuirá estes pré-requisitos); DEFICIENTES AUDITIVOS: Etiquetas e textos expositivos, interprete libras. (item orçamentário: Sinalizacão Exposição, Monitoria) DEFICIENTES VISUAIS: Etiquetas das obras e textos expositivos em braile, audiodescrição. (item orçamentário: Sinalização Exposicão, material de apoio pedagógico, monitoria) PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE FÍSICA:Rampas; corrimões; banheiros adaptados (o barco/catamarã que sediará os encontros possuirá estes pré-requisitos). DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras, material didático impresso. (Item orçamentário: Arte educador, Material de apoio pedagógico) DEFICIENTES VISUAIS: Narradores de audiodescrição, material impresso em braile, audiodescricão (Item orçamentário: Arte educador, Material de apoio pedagógico)

Democratização do acesso

PRODUTO: EXPOSIÇÃO DE ARTE A Bienal das Amazônias sobre as Águas poderá ser visitada de maneira totalmente gratuita, em qualquer uma das localidades em que o barco/obra aportar ao longo dos seus 07 meses de itinerância pelos rios da Amazônia por onde circulará. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL (56 workshops) Os workshops serão de participação gratuita, respeitando o número de alunos porturma, conforme distribuição apresentada neste projeto. Do inciso/medida do art. 24 da IN nº 01/2022 serão adotados no projeto: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; V - realizar ações culturais voltadas ao público infantil ou infanto juvenil na proporção de vinte por cento do tempo de duração e quantitativo de apresentações, quando mensuráveis, e acompanhado de projeto pedagógico (Anexo I) e observados os indicativos etários. VII - comercializar além do previsto na alínea "e", inciso I do artigo 22 desta Instrução Normativa, no mínimo dez por cento em valores que não ultrapassem o preço do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012; fazendo o uso deste mecanismo; XIII - criação e implementação de sinalizadores e divulgadores de ícones da memória local georreferenciados por aplicativos ou gameficação com divulgação gratuita e respeitando o manual de marcas; e XIV - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela autoridade competente.

Ficha técnica

Parole Vita atua diretamente com a producão executiva de projetos na Amazônia desde 2019. Junto a Apneia Cultura e literatura Ltda. atua na producão executiva do projeto Bienal das Amazônias. Neste projeto fará a execução contábil e executiva junto a Apneia Cultura e Literatura Ltda. PRODUÇÃO EXECUTIVA Mestre em Artes, pela Universidade Federal do Pará, onde desenvolveu pesquisa sobre políticas públicas para a cultura no norte do Brasil, a paraense Lívia Condurú Sampaio atua, há quase duas décadas, como produtora cultural na Amazônia, elaborando e desenvolvendo ações socioculturais e em comunicação para e em parceria com as empresas Itaú Cultural, Estúdio Madalena, Mercado Livre, Vivo, Claro, Hydro, Vale, MRN, Fundo Vale e Natura. É produtora executiva da Bienal das Amazônias. * Freddy Mamani Silvestre (Catavi, departamento de La Paz, Bolívia, 1 de novembro de 1971) é um engenheiro, pedreiro e arquiteto autodidata boliviano, reconhecido por seu trabalho conhecido como Nova arquitetura andina ou Arquitetura Transformer, com mais de 60 projetos construídos na cidade boliviana de El Alto e com obras em diversos museus pelo mundo. Mamani nasceu numa pequena comunidade aimará chamada Catavi, localizada no cantão Konani, no município de Sica Sica da província de Aroma, do departamento de La Paz. Começou a trabalhar com 1 ano, como assistente de pedreiro. Em 1986 realizou seus estudos na Faculdade Tecnológica de Construções Civis na Universidade Maior de San Andrés. Depois, cursou a carreira de Engenharia Civil na Universidade Boliviana de Informática (UBI). É reconhecido a nível intenacional por seu estilo denominado cholet. Freddy Namani é chamado de o "rei da arquitetura nos Andes", e chama a atenção por ser precursor e criador do estilo neo-andino. Seu trabalho tem o objetivo de colorir as ruas “monocromáticas” de El Alto, cidade que teve sua expansão com a construção de edifícios a partir de tijolos de barro tradicionais, em cores neutras, e habitada majoritáriamente por habitantes que migraram de áreas rurais * A Diretora Artística da Bienal das Amazônias Yasmina reggad - É cocuradora com Sam Bardaouil e Till Fellrath do Pavilhão Francês na 59ª Bienal de Veneza, em 2022. É curadora independente, escritora, pesquisadora e artista performática. Trabalha em Bruxelas, Bélgica. Possui mestrado em História Medieval pela Universidade Sorbonne. Yasmina cofundou e atualmente é curadora da ária (residência artística em Algiers). Já trabalhou na Delfina Foundation e Art Dubai Projects. * CURADORAS Flavya Mutran Atua no campo da Arte e Comunicação desde 1989. É Doutora em Artes Visuais pelo Programa de Pós-graduação do Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, onde também fez Mestrado (2011) na linha de pesquisa sobre Meios e Processos de Criação em Poéticas Visuais, com pesquisa sobre novas tecnologias e processos tradicionais de Fotografia e Imagem, como Bolsista CAPES. Possui obras nos acervos da Coleção Pirelli/MASP, na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, na Coleção Joaquim Paiva do MAM-RJ, no MARGS e MAC-RS, na coleção de Fotografia Contemporânea Paraense do Museu de Arte Contemporânea do Pará. Já participou de exposições coletivas, salões de arte, concursos nacionais e internacionais de fotografia no Brasil e no exterior. * Keyna Eleison Atual diretora artística do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ), Keyna é curadora. Pesquisadora, herdeira Griot e xamãnica, narradora, cantora, cronista ancestral. Mestre em História da Arte e especialista em História da Arte e da Arquitetura pela PUC – Rio (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro) e bacharel em Filosofia pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). Membro da Comissão da Herança Africana para laureamento da região do Cais do Valongo como Patrimônio Mundial (UNESCO). Curadora da 10ª Bienal Internacional de Arte SIART, na Bolivia. * Sandra Benites Curadora adjunta do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP). É a primeira curadora indígena contratada por uma instituição de arte no Brasil. Educadora, pesquisadora, curadora. É descendente do povo Guarani. Formada em Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em 2017, é mestre em Antropologia Social pelo programa de Pós-gradução do Museu Nacional e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com pesquisa focada na educação indígena à partir da perspectiva da mulher Guarani e intitulada Viver na língua Guarani Nhandeva (mulher falando). * Vania Leal Graduada em Artes Plástica, Especialista em História da Arte, Mestre em Comunicação, Linguagem e Cultura. Coordena a Curadoria Educacional do Projeto Arte Pará desde 2007. Atua na área de curadoria e pesquisa em Artes, tendo participado de júris de seleção e premiação e organizações de salões como o 9º Salão de Arte Contemporânea SESC Amapá em 2013, Salão UNAMA de Pequenos Formatos, da Curadoria da individual de Flavya Mutran, Odair Mindelo e Elciclei Araújo no Edital do Banco da Amazônia, e curadora de mapeamento da região norte no Projeto Rumos Itaú Cultural de Artes Visuais, Edição de 2011/2012/2013. Foi Avaliadora da Edição Rumos Itaú Cultural Edição de 2015/2016 e membro da Comissão de seleção da Edição de 2019/2020. Vive e trabalha em Belém do Pará. ARQUITETA RESPONSÁVEL PELO PROJETO EXPOGRÁFICO Juliana Prado Godoy Juliana Prado Godoy, formou-se em Arquitetura e Urbanismo na Universidade Mackenzie e desenvolve projetos em diversas linguagens visuais como expografia, direção de arte, cenografia e design. Entre seus trabalhos recentes estão os projetos das exposições Helio Oiticica: A dança na minha experiência e Fayga Ostrower: Pedagogias do avesso, no MAM Rio de Janeiro; Cruz-Diez: A liberdade da cor, no Espaço Cultural Porto Seguro; Irradiações - Fábio Penteado, na Casa da Aquitectura, em Portugal; Ocupação Gregori Warchavchic e Chiquinha Gonzaga, no Instituto Itaú Cultural. Como colaboradora atuou em projetos como a 32a Bienal de Arte de São Paulo, X Bienal de Arquitetura, 30 anos do Itaú Cultural na Oca, entre outros. Atualmente, está responsável por desenvolver os projetos expográficos da nova gestão do MAM Rio de Janeiro.

Providência

PERÍODO DE EXECUÇÃO DO PROJETO ATUALIZADO.

2026-05-31
Locais de realização (4)
Rio Branco AcreManaus AmazonasBelém ParáPorto Velho Rondônia