Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 220834Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Restauro da Casa 03

ORGANIZACAO DE DESENVOLVIMENTO CULTURAL E PRESERVACAO AMBIENTAL AMA-BRASIL
Solicitado
R$ 4,87 mi
Aprovado
R$ 4,87 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Preser Restau Manu Read Revit d equip cult Patrimô
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
II.Patrimônio Cultural tombado ou registrado
Ano
22

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2023-01-01
Término
2026-02-28
Locais de realização (1)
Belterra Pará

Resumo

Intervenções de restauro conservativo no imóvel Casa 03 - imóvel construído pela Companhia FORD na primeira metade do século XX, sua conversão em Centro de Hospedagem; e realização de uma Oficina sobre educação patrimonial com referência ao histórico da Ocupação Americana exclusivamente sobre a história e memória da Casa 03.

Sinopse

Não se adequa ao projeto.

Objetivos

DOS OBJETIVOS GERAIS: - Restaurar, equipar/mobiliar o imóvel Casa 03 e convertê-lo em Centro de Hospedagem; - Realizar Oficina sobre educação patrimonial com referência ao histórico da Ocupação Americana e exclusivamente sobre a história e memória da Casa 03. DOS OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - 01 Centro de Hospedagem após o restauro/equipagem/mobília do imóvel Casa 03; - 01 Oficina sobre o "Histórico da Ocupação Americana e exclusivamente sobre a história e memória da Casa 03. ", a ser ministrada por 05 dias para Público total previsto de 22 participantes sendo: 21 alunos e 01 Professor do Ensino Médio da Escola Valdemar Maués em Belterra-PA, carga horária total de 40h/a. Considerando o Artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021, inciso IV _ "promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial"... A restauração e conversão do imóvel Casa 03 em Centro de Hospedagem atenderá as demandas culturais necessárias; preserva a memória local; reescreve a história da cidade de Belterra; e enriquece a história do Brasil e em especial da Amazônia. O cumprimento dos objetivos propostos, promoverá ainda a geração de empregos diretos e indiretos à população da cidade, e o fortalecimento do turismo da região e maior alcance dos turistas pela cultura local.

Justificativa

POR QUE A LEI DE INCENTIVO À CULTURA O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; e VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro. O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: b) conservação e restauração de prédios, monumentos, logradouros, sítios e demais espaços, inclusive naturais, tombados pelos Poderes Públicos; DA RELEVÂNCIA HISTÓRICA Com a expansão do comércio da borracha, por volta de 1840, iniciou-se uma nova fase conservação da Amazônia. Em face da grande procura pelas seringueiras quase toda a região foi explorada fomentando no surgimento de povoados diversos. A origem do município de Belterra está intimamente ligada a esse ciclo econômico, sobretudo quando a Companhia Ford, líder na indústria automobilística nos Estados Unidos, implantou um cultivo racional de seringueiras na Amazônia, transformando-a na maior produtora de borracha natural do mundo. A Fordlândia, localizada entre os municípios de Itaituba e Aveiro, foi o núcleo pioneiro contendo cerca de um milhão de hectares de terras que o governo brasileiro teria cedido à Ford. A vila possuía toda a infra-estrutura de uma cidade moderna norte-americana, entretanto, uma sucessão de problemas levou os técnicos concluírem que Fordlândia não era uma área propícia para ser base de implantação do projeto. Não tardou muito para ser definido um novo e melhor local para seguir os planos da Companhia Ford. A planície elevada às margens do Rio Tapajós, coberta por densa floresta, possuía características ideais para a implantação da nova etapa dos investimentos. A essa área Ford chamou de 'Bela Terra', tornando o projeto uma realidade factível, e que posteriormente Belterra ficou conhecida como "a cidade americana no coração da Amazônia". O projeto compreendia a implantação de uma estrutura nunca antes montada em toda a região, dando vida à futura cidade modelo. Hospitais, escolas, casas no estilo americano, mercearias, portos próximos à praia foram construídos para abrigar as famílias de todos os empregados que estavam trabalhando no projeto. Grande parte dos trabalhadores braçais vinha do sertão nordestino, fugindo da seca, e encontravam amparo no investimento de Henry Ford. Passados cinco anos, o projeto ganhou dimensões incomuns para a infra-estrutura da região; campos de atletismo, lojas, prédios de recreação, clube de sinuca, cinema, etc. Entre os anos de 1938 a 1940, Belterra viveu o seu apogeu e foi considerado o maior produtor individual de seringa do mundo. No entanto, o final da 2ª Guerra Mundial, a morte do filho de Henry Ford, a grande incidência de doenças nos seringais e, principalmente, a descoberta da borracha sintética na Malásia foram fulminantes para a decadência do projeto em Belterra. Fatores que levaram à negociação da área para o Brasil e a Companhia encerraram definitivamente seus investimentos na Amazônia. Durante 39 anos, Belterra caiu no esquecimento e a "cidade americana" foi transformada, entre outras denominações, em Estabelecimento Rural do Tapajós (ERT), ficando sob jurisdição do Ministério da Agricultura. Somente em 1997, os moradores de Belterra conseguiram a emancipação do município. Constatamos dessa forma a necessidade de uma revitalização local, de preservação da memória, história e cultura especialmente no que tange a contribuição cultural tida pela CIA FORD. Assim, a solução viria com a restauração de diversos imóveis da cidade de Belterra gerando uso e utilidade para esses imóveis da histórica CIA FORD. A recuperação de imóveis históricos na cidade de Belterra permite a região maior inclusão cultural e receber cientistas ,pesquisadores, estudantes e turistas garantem um futuro promissor para a cidade, além do mais, revitalizar Belterra propiciará a condição de instauração de novos projetos como, a de instalação de teatros, cinemas, bibliotecas e Centros Culturais e de Exposição, proporcionando uma gama de oportunidades, econômicas,social e cultural para o oeste do Pará e toda região Amazônica e para o País.

Estratégia de execução

1- Processo de Tombamento em Andamento – ver Declaração de Tombamento do IPHAN - Nº1.311T 90 e Mapa de Tombamento da região. Endereço do imóvel Casa 03: Rua América, Centro, Belterra – PA 2- Os beneficiários das Passagens aéreas serão: Arquiteto/representantes do escritório de Arquitetura contratado e Coordenador do Projeto. 3- No campo Plano de Distribuição NÃO colocamos valor de distribuição para divulgação e patrocinador o valor foi totalmente direcionado para “população”, porém ao entrar e sair do campos o sistema recalculava automaticamente. Tiramos “print” da tela caso necessitem averiguar.

Especificação técnica

Ver Projeto, Memorial Descritivo e Relatório Fotográfico da Situação do imóvel - anexo aos documentos do projeto.

Acessibilidade

Todas as instalações serão idealizadas para serem responsivas, surtindo assim o acesso a qualquer indivíduo, independentemente de qualquer limitação de locomoção, ou deficiência física. PRODUTO PRINCIPAL Acessibilidade física: a edificação contemplará rampas, banheiros adaptados para cadeirantes. (itens do orçamento – Piso e Instalações Hidro-sanitárias) Acessibilidade para deficientes visuais: legendagem braile em placas, avisos, acessos...Etc. (item do orçamento Comunicação Visual) Acessibilidade para deficientes auditivos: vídeo legendado dos espaços e suas funcionalidades. (item do orçamento Comunicação Visual) Acessibilidade para pessoas que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: vídeos dos espaços para garantir uma entrada gradual no edifício; placas, avisos, acessos com comunicação adaptada. (item do orçamento Comunicação Visual) PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: a edificação contemplará rampas, banheiros adaptados para cadeirantes. (itens do orçamento – Piso e Instalações Hidro-sanitárias) Acessibilidade para deficientes visuais: conteúdo será apresentado por meio de áudio descrição. (Item do orçamento – Narrador de audiodescrição) Acessibilidade para deficientes auditivos: conteúdo será apresentado por interprete de libras. (Item do orçamento – Intérprete de Libras) Acessibilidade para pessoas que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Material Digital Educativo Adaptado (Item do orçamento – Texto e Design), e Mediador

Democratização do acesso

Considerando os incisos/medidas do Artigo 24 da IN –SECULT-MTUR nº 1/2022 será adotado para o projeto: PRODUTO PRINCIPAL 1 - aceitação do Vale-Cultura como meio de pagamento na hospedagem; 2 – oferta de transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos. PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL 1 – será disponibilizado na Internet - para o livre acesso do público o registro audiovisual das atividades realizadas na Oficina.

Ficha técnica

ARTHUR DE MATTOS CASAS – Função no projeto: Arquiteto Com escritório desde 1999, Arthur Casas assina projetos no Brasil e exterior, coleciona importantes prêmios internacionais e participações relevantes em bienais de arquitetura. O arquiteto já lançou 3 livros e lecionou e palestrou no Chile, Argentina, México, EUA e Espanha. Para além da variedade de tipologias - incluindo casas, hotéis, edifícios, escritórios, lojas e restaurantes -, Casas desenha todas as escalas de um projeto, da arquitetura ao mobiliário, passando por acabamentos e revestimentos. "A minha intenção é criar ambientes vivos, empáticos, flexíveis, repletos de diferentes possibilidades de interação e que possam transformar a vida de quem os ocupa”, diz ele. LUIZ FELIPE H. ARANHA MOURA - Função no projeto: (Proponente) Coordenador do Projeto. Atua na gestão geral e técnica da instituição Ama Brasil, é o coord. do Projeto para implantação do MuCA através do comitê gestor que envolve BNDES, Gov. do Pará, Instituto Butantan e Ama Brasil. É atualmente Vice-Presidente da Oscip Ama Brasil e coordena há 15 anos os projetos do Instituto Butantan e da Ama Brasil na Amazônia nas áreas de Educação, Entretenimento e Cultura, é Cineasta, Editor e Produtor Cultural formado em comunicação social pela FIAM, espec. em produção de conteúdo com mais de 40 public. em livros e 20 filmes (CPB) com documentários, animação 3D, Ficção e Documentário com diversos produtos ligados ao patrimônio cultural brasileiro. Vencedor do Premio Jabuti 50˚ com livro "As moedas contam a História do Brasil" e várias vezes finalista do mesmo prêmio. Vencedor do Prêmio Ibero Americano - Comkids com animação "Guardiões da Biosfera" e "Kauan e a Lenda". VALDIRENE APARECIDA BARREIRO – Função no projeto: Coordenador Administrativo-Financeiro Formação: Universidade Mackenzie – Faculdade de Ciências Econômicas, Contáveis e Administrativas – 1996; Pós Graduação - Fundação Armando Álvares Penteado – CECUR - Administração Contábil e Financeira – 2002 Experiência Profissional: Elaboração de relatórios gerenciais; Desenvolvimento e implantação de controles internos voltados a racionalização de custos; Planejamento orçamentário; Fluxo de Caixa; Faturamento; Cobrança; Captação de recursos de terceiros para capital de giro ; Negociação com fornecedores; Atividades de tesouraria, conciliação de contas bancárias , emissão de cheques e etc..; Contratação de serviços de terceiros e de material de consumo; Contas à pagar; Suporte ao cliente - pós venda, Acompanhamento dos processos de contratações e rescisões e outros assuntos do departamento pessoal, canal de comunicação entre funcionário e diretoria; Importação de mercadorias - Mercosul Habilitação jurídica e técnica da empresa, para participação em licitações e concorrências; Acompanhamento da documentação jurídica, técnica e financeira da empresa para diversos fins; Obtenção de certidões em diversos órgãos da esfera municipal, estadual e municipal; Assessoria direta aos diretores em assuntos voltados a administração da empresa e finanças pessoais., para as empresas: Salus Editora Cultural - Gerente Administrativo e financeiro; Bicho da Seda – Gerente Administrativo; Appraisal Avaliações e Engenharia SC Ltda – Gerente Financeiro. DOMINIQUE R. DE CARVALHO ROCHA – Função no projeto: Assistente Administrativo Administradora de empresas pela Universidade de Santo Amaro –SP, atuou como gerente administrativa de projetos culturais tais como: as exposições “Mulheres do Brasil” e “O Nascimento de Uma Estrela - Pelé”, dos projetos culturais aprovada pelo Ministério da Cultura: animação “Kauan e a Lenda das Águas”, Restauro e Construção do Museu Pelé em Santos – SP, Oficinas de Banda e Coral “Sons e a Arte de Itirapina”, editoriais: “As Moedas Contam a História do Brasil”, “Marc Ferrez – Santos Panorâmico”, “Estilos Brasileiros - Brazilian Style” ,“60 artistas e arquitetos, e Filme “ Pelé A Promessa” aprovado pela Ancine. Entre outros projetos culturais.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.