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Este projeto vai apresentar uma exposição de arte, chamada Artesãos do Conhecimento, com mais 45 obras de arte em vários formatos, tais como pinturas, esculturas e vídeo. o projeto vai encorajar comunidades a desenvolver formas de proteger o meio ambiente contra ações que desestabilizam o funcionamento pleno dos organismos naturais.
Trata-se de uma exposição de inígena australiana e brasileira, um projeto itinerante, que vai visitar 4 cidades brasileiras. É um projeto sofisticado, com obras de alto nível estético, jamais apresentadas no Brasil. São mais de 45 obras, entre elas pinturas, esculturas e vídeo arte. 4 obras serão comissionadas aos artistas indígenas brasileiros para que possam participar da exposição, e , com isso, criar uma confluência cultural entre o Brasil e a Austrália.
OBJETIVO GERAL I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; Apresentar uma exposição de arte de artístas aborígenes da Austrália e de artistas indígenas brasileiros, em uma confluência cultural inédita no Brasil e no mundo. O projeto visa trazer visibilidade para a arte indígena brasileira em geral, utilizando a arte australiana indígena, que já está em um patamar muito mais elevado de reconhecimento no mundo da arte. OBJETIVO ESPECÍFICO Trazer as histórias dos artististas indígenas (da Austrália e o Brasil) por meio de obras de arte produzidas por eles, para o público brasileiro. A exposição vai apresentar obras de arte com visões convergentes e contemporâneas que tem o objetivo de reconciliar a humanidade com o muno natural. A exposição ficará mais de 45 dias em cada uma das quatro cidades brasileiras. A entrada será gratuíta. Em cada cidade havera uma visita guiada em forma de palestra pelo curador da mostra aberta ao público. Também será realizada pelo menos uma guiada especialmente para estudantes de escolas públicas, informando sobre a importância da cultura indígena em nível nacional. Para esses artistas, a Terra é tida como um único organismo, interconectado e interdependente. Esse sentimento indígena com o mundo é o de ressaltar o quão dinâmico e importante é para nós conhecer essa relação próxima com os ecossistemas que regem o planeta. Com isso, espera-se a contribuição para a manutenção dos recursos naturais e apoiar as culturas nativas. O coração da exposição é justamente essa visão de mundo e a diferença de percepção entre pessoas nativas e não-nativas. Outro objetivo específico é apresentar no Brasil o sistema de escoamento de arte indígena australiana. Enquanto as obras produzidas pelos artistas indígena no Brasil são consideradas, em sua grande maioria, artesanato, as obras dos artistas indígenas da Austrália são vendidas por milhares de dólares. Existem obras sendo amealhadas em casas de leilão por mais de 3 milhões de dólares. Mas como é esse sistema que opera na Austrália? Como é feito o escoamento de arte na Austrália? O que podemos aprender com o sistema de arte aplicado pelas políticas públicas naquele país? São essas questões que serão respondidas durante a própria exposição e por meio de palestras.
I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercíciodos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização derecursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ounações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores deconhecimento, cultura e memória; O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91 (negrito): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. Primeiramente, esta exposição será a primeira exposição diversificada de arte aborígene da Austrália não apenas no Brasil, mas em toda a América Latina. No Brasil, tivemos uma coleção apresentada na Pinacoteca do estado de São Paulo, em 2002, mas só mostrou obras produzida de uma região da Austrália, da Terra de Arnhem, no território norte do país. Também tivemos outra exposição na CAIXA Cultural, mas com um recorte pequeno. Portanto, nada se compara à exposição em questão que almejamos apresentar. Este projeto traz obras criadas pelos artistas mais significativos do Movimento de arte Aborígene da Austrália, considerado por grandes críticos de arte "como o último grande movimento artístico do século XX". São de 45 obras de várias regiões daquele país-continente. Lembrando que a cor da paleta dos artistas e os designs e símbolos utilizados por eles variam de uma região para outra. A arte aborígene é uma expressão artística diversa e que nos leva a um novo mundo das artes visuais _ pouco conhecido e explorado pelos brasileiros. Com a exposição vamos trazer o Brasil e a Austrália para um diálogo. Podemos aprender muito com o movimento australiano de arte indígena. Além de apresentar uma estética singular, capaz de iluminar os olhos, preencher o espírito e a alma do observador com tanta beleza, as obras criadas por esses artistas é um mecanismo de comunicação para protestar contra as mazelas do período de colonização - que se estende até os dias atuais - e sobre arte e ecologia, na eminência de chamar a atenção para os problemas climáticos e ambientais que assolam o planeta. Outro motivo para esta exposição é conhecer o sistema de arte aborígene adotado na Austrália. No País foram criados os chamados arts centres, que são dezenas de cooperativas auto-geridas pelos indígenas, espalhadas por todo o território e que recebem apoio do governo federal. Desde capacitações em gestão, até a contratação de funcionários externos, especializados em marketing ou e-commerce, por exemplo. Outro fato interessante é que os museus públicos são incentivados a possuir alas específicas para a arte e conhecimentos indígenas e também costumam contratar curadores indígenas. Recentemente, foi criado um imposto sobre a revenda de arte indígena, que consiste em repassar ao autor da obra uma parcela do lucro obtido com as sucessivas revendas de um trabalho seu. Além disso, embora não haja leis específicas que protejam conhecimentos e expressões culturais tradicionais em nenhum país do mundo, a jurisprudência, na Austrália, costuma dar ganho de causa aos povos indígenas, no caso de disputas em torno de falsificações e utilização não autorizada de seu repertório visual. No entanto, é importante destacar que a situação dos artistas aborígenes não é tão boa quanto se parece. Existe um abismo em termos de qualidade de vida, quando se comparam australianos brancos e indígenas. Os indígenas vivem, em média, 17 anos a menos que os brancos e possuem renda 35% inferior. E, como as atividades tradicionais são cada vez mais escassas _ caça, cerimônias, etc. - pode ocorrer um verdadeiro vazio existencial que leva as pessoas a consumirem álcool. Por isso mesmo, a produção de arte se revela fundamental. Os artistas aborígenes pintam e esculpem temas e formas relacionados a seus mitos e ancestrais. É uma forma de transmissão de conhecimento e de reinvenção identitária. Pintar, esculpir, cantar, dançar são maneiras de se conectar com o Dreamtime, ou Tempo dos Sonhos, fonte da vida e fonte das leis sociais, universo paralelo em que os ancestrais criaram tudo o que existe, que só pode ser acessado pela arte ou durante o sono. Adicionalmente, a venda de arte é, hoje, a principal fonte de renda das comunidades indígenas. Esse mercado mobiliza, anualmente, mais de 200 milhões de dólares por ano na Austrália. Existem cerca de 7000 artistas indígenas no país-continente vivendo de sua arte. O Brasil tem muito a aprender com esse sistema australiano. O nosso país tem, por exemplo muito menos museus dedicados aos povos indígenas. O Museu Goeldi, em Belém, e o Museu do Índio, no Rio de Janeiro, são os grandes destaques nesse campo. O Museu de Arqueologia e Etnologia da USP tem um belo acervo, mas não tem espaço expositivo suficiente e adequado. Mas estes são museus históricos e etnográficos, não museus de arte. Nesse sentido, estamos a anos-luz da Austrália. Nossos museus de arte, nossas galerias de arte contemporânea e nossos colecionadores, via de regra, não conhecem e não valorizam as artes indígenas. Por outro lado, os próprios indígenas não têm produzido com tanta intensidade e regularidade como os povos indígenas da Austrália. Aqui, ao contrário do contexto australiano, não existem cooperativas para facilitar o escoamento da produção, tampouco curadores indígenas de artes visuais, nem premiações e feiras específicas para artistas indígenas. Temos apenas bons videomakers indígenas, para compensar um pouco essa lacuna. Vale ressaltar, também, que, nas últimas duas décadas, o número de pequenos museus criados pelos próprios indígenas vêm se multiplicando em solo brasileiro. É o caso do Kuahi, por exemplo, no Oiapoque. Essa exposição é de grande relevância para a população brasileira. Temos uma enorme diversidade étnica no Brasil, os povos indígenas que vivem aqui possuem conhecimentos e formas expressivas incríveis, com um grafismo exuberante. Pensar sobre a produção artística dos aborígenes pode levar-nos a refletir sobre o valor das sociedades e culturas de nosso próprio país e trazer uma nova perspectiva. Texto escrito por: Clay D´Paula e a Prof. ª Dra Ilana Goldstein - únicos especialistas em arte aborígene da Austrália na América Latina. Deve-se, portanto, contar com a relevância de ter dois especialistas brasileiros no projeto, capazes de falar sobre a exposição, sua temática, desdobramentos e ramificações com propriedade e pureza.
Não aplicável, tudo mencionado em outros campos.
Será feito um livreto de 10 páginas, em cores, finamente impresso. 3000 cópias para cada cidade. Será impresso em português e em inglês. Será impresso material em braile, 10 cópias, para cada cidade.
POSIÇÃO DE ARTE (produto principal) Acessibilidade física: Rampas de acesso e elevadores Acessibilidade para deficientes visuais: Material em braille sobre as obras e o conceito a mostra da exposição para deficientes visuais CONTRAPARTIDA SOCIAL Visita monitorada com o curador da exposição (sem custo extra, sera oferecido de forma voluntariada) Acessibilidade física: Rampas de acesso e elevadores Acessibilidade para deficientes visuais: poderão acompanhar a visita com auxílio dos monitores da exposição. Acessibilidade para deficientes auditivos: material em braile será oferecido para as pessoas com deficiência visual. - Palestra-visita guiada pelo curador da mostra. Será aberta ao público em geral, para mais de 50 pessoas. DETALHAMENTO: O curador vai esplicar todo o conceito a mostra nesta palestra e explicar sobre a importância da arte indígena para a população. - Vistias guiadas para estudantes de escolas públicas e particulares.
•EXPOSIÇÃO DE ARTES PRODUTO PRINCIPAL V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios,cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação porredes públicas de televisão e outras mídias; • CURSO / OFICINA / ESTÁGIO IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; • VÍDEO IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação porredes públicas de televisão e outras mídias;
PRODUÇÃO GERAL (2 LEVELS PRODUÇÕES - CLEINISSON DE PAULA ME (PROPONENTE)2 levels exhibitions(www.2levels.art) O proponente deste projeto será o responsável pela coordenação geral, por toda a parte de curadoria em todas as etapas do projeto e coordenação e consultoria na Austrália e no Brasil. O projeto contará com os seguintes profissionais: Clay D´Paula (PROPONENTE): curadoria, consultoria (Brasil e China) e coordenação geral e de produção- Por ser o único especialista em arte contemporânea chinesa no Brasil e na América Latina. Jornalista de formação, especializado em turismo e com Masters em História da Arte e Arte & Curadoriapela Universidade de Sydney, Austrália, produziu e fez a curadoria de inúmeros projetos no Brasil eexterior. Entre os mais agraciados pela crítica está Galápagos Surreal, do renomado fotógrafoequatoriano (radicado nos Estados Unidos) Fernando Espinosa. A exposição abriu, pela primeira vez, emSydney, e foi apresentada em outras 11 cidades, entre elas, Melbourne, Brisbane, Auckland, Quito,Qatar e Nova Iorque. Também selecionou obras para o Reinvention Festival em Nova Iorque e para oTempo dos Sonhos – Arte Aborígene Contemporânea da Austrália; este último projeto visitou novecidades brasileiras e duas no México. Atualmente a exposição encontra-se no MAPI Museo, no Uruguai.Pesquisador da cultura chinesa, Clay realizou inúmeras viagens a China para conhecer e criar laçosprofissionais com artistas, pensadores e influenciadores da arte local e internacional no país. Possuiestudos em arte moderna e contemporânea na Art Gallery of New South Wales, Metropolitan e Museu deArte Moderna (MoMA). Visita constantemente as feiras de arte mais prestigiadas do globo, Basel e Frieze– como convidado. Ilana Goldstein:é bacharel e mestre em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo; tem MBA em Direção de Projetos Culturais pela Universidade Paris III; é pós-graduada em Avaliação de Projetos Sociais pela FIA-USP; doutora em Antropologia pela UNICAMP; e pós-doutoranda em Estudos Culturais junto ao Departamento de Estudos Culturais da USP. Sua tese de doutorado discutiu a inserção das artes indígenas no sistema internacional das artes, com foco no caso australiano, que é único no mundo, por contar com políticas públicas de fôlego para o setor. Adrian Newstead: fundou Coo-ee Galeria de Arte Aborígene em 1981. Ele foi o presidente fundador da Associação de Comércio de Arte Indígena e Diretor da empresa Aborígene de Turismo e presidente da Consultoria de Arte da Austrália. Foi também chefe do departamento de Arte Aborígine de Lawson ~ Menzies em 2003 e atuou como Gerente Diretor da Deutscher-Menzies em 2008. Consultor de arte aborígene, aclamado escritor e comentarista de arte, ele tem 35 anos de experiência trabalhando em arte aborígene e contemporânea australiana. Paulo Henrique Soares de Almeida: É jornalista, doutorando em Comunicação pela Universidade de Brasília (UnB) em associação com aUniversidade Nova de Lisboa, Portugal. É Mestre em Comunicação pela Universidade de Brasília (UnB) eespecialista em Leitura e Produção de Texto pela Universidade Católica de Brasília (UCB). Há mais de 10anos trabalha com assessoria de imprensa no Distrito Federal, prestando serviços a diferentes empresase seguimentos. Rogério Tavares: Diretor criativo do Studio Tavares, com formação em Arquitetura pela Universidade Mackenzie,Publicidade e Marketing pela faculdade Uneb e Moda pela faculdade AD1, atua em várias vertentes daArquitetura ao Cinema. Atuante na Arquitetura, design, merchandising, expografia e direção de arte, desde 1998, em projetosresidenciais, comerciais e de merchandising, com participação ativa em grandes mostras de decoraçãocomo a CASACOR Brasília, o MORAR MAIS POR MENOS Brasília e alguns prêmios de mobiliário, comovencedor do prêmio Abradi 2011. Projeta e acompanha a montagem de cenários e desenho de luz deambientes de exposições de artes plásticas e visuais em importantes espaços culturais no Brasil, como agaleria da Embaixada da Itália, CCBB (Brasília, Belo Horizonte e Rio de Janeiro), Palácio das Artes – Belohorizonte/MG, CCAS (Canberra Contemporary Art Space) Canberra/Austrália e na ARTISAN – Brisbane/Austrália. Vale ainda destacar, a atuação no cinema como diretor de arte em curtas metragenspremiados internacionalmente como o filme Acalanto(2012). KBedim – empresa especializada em montagem e desmontagem da exposição A KBedim é uma empresa sediada na cidade do Rio de Janeiro que presta serviços de Produção Cultural,Montagem fina e manuseio de obras de arte, Adequação do Espaço e Iluminação. Constituída por equipede profissionais com vasta experiência, prestamos serviço com eficiência e segurança, além de oferecersoluções específicas às necessidades de nossos clientes. Realizamos trabalhos em galerias de arte,bienais de arte, feiras nacionais e internacionais, museus, instituições privadas; e também para clientesparticulares e colecionadores de arte. Dentre os eventos de maior prestígio participamos da feiraArtRio; de exposições em Centros Culturais como: Casa Daros, Casa França-Brasil, Caixa Cultural, CentroCultural dos Correios, Centro Cultural Banco do Brasil, Centro Cultural da Justiça Federal, Oi Futuro -Flamengo, entre outros; e nos museus MASP, MAM RJ, MAC RJ, IMS RJ, MNBA, MHN e MAR. Magno Bueno – administração do projeto Atua desde 1998 na área de turismo cultural e de negócios com foco em China, com mais de 20 viagensao país, tendo organizado diversas grupos de visita e estudos nas áreas de saúde, esportes, idioma,cultura, arte e negócios. Palestrante e Influenciador digital na área de Cultura Oriental, Saúde Mental,Qualidade de Vida e Inclusão Social. É Diretor da Rede Incluir - Instituto de inclusão social atuando nasáreas de Empregabilidade, Empreendedorismo, Capacitação, Arte e Esporte, além de outras ações quevisem inserção produtiva na sociedade. Empresário na área de Saúde, Educação e Cultura, atua comosócio e gestor da Tokke Gestão em Qualidade de Vida, Saúde e Integração. Iniciou suas atividades noano de 2001 com programas de qualidade de vida em empresas, pontos de atendimentos de massagemexpressa nos salões de embarque dos aeroportos de Brasília e Goiânia, e loja de atendimentos noShopping Pátio Brasil em Brasília. Foi fornecedor dos serviços da implantação do programa nacional dequalidade de vida do Banco do Brasil, fornecendo os eventos da sensibilização, piloto e lançamento doprograma, iniciado em 2004 e concluído em novembro / dezembro de 2007, com o lançamentosimultâneo do programa em 27 capitais, 30 cidades e 72 localidades. Manteve contratos com diversosclientes satisfeitos como Cooperforte, Ministério da Saúde, Call Tecnologia, Bancoob, Caesb, Funcefentre outros. Atualmente atende a nível regional e nacional diversas empresas como shell do Brasil,Caixa Econômica Federal, Sotreq Mineração, Roche, Abbott, Merk, Finep entre outras, com programas eeventos de QVT, Saúde do Colaborador, Clima organizacional, promoção de campanhas e empresas,fornecendo toda a logística, montagem e operação de todos os serviços (massagens, ginástica,apresentações, avaliações, palestras, teatro corporativo, brindes e coffee Breaks).
PROJETO ARQUIVADO.