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PRONAC 220858Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Exposição O Que Não Nos Disseram - Circulação 2022/2023

ANDRESSA M. F. MEIRELES LTDA
Solicitado
R$ 1,09 mi
Aprovado
R$ 1,09 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
22

Localização e período

UF principal
CE
Município
Fortaleza
Início
2022-10-01
Término
2025-09-30
Locais de realização (2)
Salvador BahiaVitória Espírito Santo

Resumo

A Exposição O Que Não Nos Disseram inicia seu projeto de circulação para realização inédita em dois estados. Mantendo sua identidade de manifesto artístico-cultural de força, beleza e coragem através de uma experiência interativa emocionante, a proposta é ouvir mais histórias demulheres que, um dia, foram vítimas de violência e que decidiram transformar dor em informação e liberdade. Como contrapartida social, ofereceremos ações formativas culturais em formato de palestra + bate papo + oficina de fotografia e autoimagem para estudantes e professores de escolas públicas debatendo a violência contra mulheres, aspectos da Lei Maria da Penha e outras leis de proteção às mulheres, sob a ótica da arte como instrumento de democratização de conhecimento.

Sinopse

Reunindo fotógrafas locais (a fim de aquecer o mercado de trabalho feminino de fotografia e dando visibilidade às artistas do estado), o projeto promove mulheres. Mulheres protagonistas de suas vidas, de suas histórias, dos seus processos de ressignificação. Trazemos relatos que revelam diversos tipos de violência, para além da violência física, como previsto na Lei Maria da Penha, que inclui 4 outras formas em suas muitas manifestações (violência psicológica, patrimonial, sexual e moral). Esse, no entanto, não é o maior diferencial da exposição, ainda que, até hoje, não se saiba de trabalhos que contemplem registros fotográficos e uma experiência interativa sobre violência contra a mulher com essa abordagem mais ampla, conforme descreve a nossa Constituição Federal. Além DO QUE o projeto revela, a grande surpresa é COMO ele o faz. Em “O Que Não Nos Disseram” não há registro de hematomas, de sangue, de sofrimento. Ao contrário. Quem passa vê mulheres. Lindas. Fortes. Diferentes umas das outras. Mulheres. E, ao lado de cada foto, um fone de ouvido - “conheça a história dessa foto”, diz a frase sinalizando a interação. Através do fone é possível, ao público, ouvir, da voz de cada mulher, o que cada elemento significa (entendendo como se ressignifica). O projeto é sobre mulheres numa abordagem singular, surpreendente, que valoriza a diversidade de suas histórias, os contextos socioeconômicos aos quais estão inseridas, como contribuição para efetivação do artigo segundo da lei 11340/06 que diz que “Toda mulher, independentemente de classe, raça, etnia, orientação sexual, renda, cultura, nível educacional, idade e religião, goza dos direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sendo-lhe asseguradas as oportunidades e facilidades para viver sem violência, preservar sua saúde física e mental e seu aperfeiçoamento moral, intelectual e social.” Todo o espaço é pensado para que, apesar de público, o evento possa ser experimentado de forma mais intimista. Chamamos de experiência fotográfica interativa porque, além da fotografia, que já é uma experiência em si, e dos depoimentos em fones, os espaços, desenhados para serem experimentados individualmente, tornam a vivência particular. Com isso, o projeto tem objetivo de disseminar o conhecimento, multiplicar ideias e envolver a audiência, fortalecendo a mensagem de que, sendo esse um problema social, toda a sociedade faz parte da construção das soluções de combate. Tudo isso porque não nos disseram, quanto sociedade, que era possível falar de violência contra a mulher através de uma vitimização positiva, dando protagonismo à força dessas mulheres, sem eternizá-las no sofrimento. Mas é. E o resultado é de arrepiar.

Objetivos

Objetivo Geral: - Realizar duas (2) edições inéditas da exposição O Que Não Nos Disseram, dando continuidade ao projeto, que teve a edição anterior realizada no estado do Ceará. Pretendemos, através do projeto, ampliar a discussão sobre o enfrentamento à violência contra mulheres de maneira sensível e afirmativa, alcançando mais pessoas, fomentando a arte como instrumento social de transformação cultural, sob compromisso da nossa abordagem humanizada, de empoderamento e de diálogo com toda a sociedade. Em consonância com o artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021, a Exposição O Que Não Nos Disseram em Circulação tem em sua essência a difusão, a democratização de conteúdo e do acesso à cultura, a inovação com arte acessível parte do todo já que oferecemos ao público, além das fotografias gigantes e as histórias por trás delas, a possibilidade de novas formas de percepção de mundo a partir das fotografias táteis, audiodescrição e interpretação em libras. Diante disso o projeto visa (e promove): V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade;X - apoiar a inovação em atividades artísticas e culturais, inclusive em arte digital e em novas tecnologias; Objetivos Específicos: A) Produto EXPOSIÇÃO DE ARTES- Realizar 2 edições inéditas da exposição O Que Não Nos Disseram (uma em cidade do estado da Bahia, por 15 dias; outra em uma cidade do estado do Espírito Santo por 15 dias) com entrada gratuita. B) Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL- Realizar 6 palestras + oficinas de fotografia e autoimagem em escolas públicas das cidades em que se darão as exposições (3 em cada cidade), sobre enfrentamento a violência contra mulheres e a arte como fomentadora de mudança social. Objetivos Específicos Qualitativos:- Estender a ação sociocultural educativa do projeto para outros estados a fim de promover ampliação da discussão a respeito da violência contra mulheres e seu enfrentamento;- Conhecer, oportunizar a fala e ouvir mais mulheres que já estiveram em situação de violência(s) a fim de expandir o repertório social sobre as diferentes formas de violência e de descontruir caricaturas e estereótipos de mulheres que foram vítimas; - Usar a arte como ferramenta de democratização acerca da Lei Maria da Penha e de aproximação social, como recurso para promoção de empatia social, com os depoimentos de cada uma das mulheres fotografadas;- Dilatar o conhecimento sobre as formas de violência doméstica e familiar contra a mulher previstas por lei e pouco sabidas pelas mulheres (como atesta levantamento feito pelo DataSenado, em 2017, afirmando que, apesar de 100% das entrevistadas, quase 80% reconheciam conhecer muito pouco a lei);- Apresentar fora do Ceará nossa abordagem inédita e afirmativa sobre mulheres vítimas de violência, indo na contramão das campanhas globais até aqui que apresentam marcas, sofrimento e dor, trazendo relatos e fotografias que promovem informação em força, beleza, ressignificação e liberdade;- Alcançar mais pessoas, tendo a arte como ferramenta, sobre um tema que precisa interagir no universo social, independente de gênero;- Promover a difusão do trabalho artístico de mulheres fotógrafas de renomado saber de cada estado.A Avaliação de Resultados poderá avaliar nossas entregas através de registros videográficos, fotográficos e clipping.

Justificativa

POR QUE A LEI DE INCENTIVO À CULTURA?A Exposição O Que Não Nos disseram é um projeto 100% gratuito que valoriza artistas locais, alcança a sociedade sobre um tema urgente de forma sensível e beneficia alunos de escolas públicas. Nosso desejo é expandir as ações até então executadas no estado do Ceará e dar continuidade ao trabalho em outros estados do país. Sabemos que, para alcançar o sucesso nos objetivos propostos, precisamos de parceiros. É desta forma que contamos com a aprovação do projeto pela Lei de Incentivo à Cultura. ENQUADRAMENTO:Lei 8313/91Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; JUSTIFICATIVA:O projeto O Que Não Nos Disseram, lançado oficialmente em março de 2020, tem crescido ao longo dos úlitmos anos mesmo em meio à pandemia devido a urgência do tema. Com a aprovação e captação da segunda edição da Exposição O Que Não Nos Disseram no Ceará, nos organizamos agora para dar início à circulação pelo nosso país - neste primeiro momento, em dois estados. Estamos diretamente envolvidos no engajamento com três dos dezessete Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, ao falar do enfrentamento à violência contra a mulher por meio da arte São eles: Objetivo 5: Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas; É impossível alcançar igualdade e empoderar todas as mulheres e meninas (ODS 5) sem iniciativas eficazes de combate à violência de gênero, porque, sem essas, não há vida.5.1 Acabar com todas as formas de discriminação contra todas as mulheres e meninas em toda parte;5.3 Eliminar todas as práticas nocivas, como os casamentos prematuros, forçados e de crianças e mutilações genitais femininas;5.5 Garantir a participação plena e efetiva das mulheres e a igualdade de oportunidades para a liderança em todos os níveis de tomada de decisão na vida política, econômica e pública;5.c Adotar e fortalecer políticas sólidas e legislação aplicável para a promoção da igualdade de gênero e o empoderamento de todas as mulheres e meninas em todos os níveis.Todas essas questões são trazidas à tona com os depoimentos em áudio que acompanha cada foto. Objetivo 10. Reduzir a desigualdade dentro dos países e entre eles;De forma semelhante, não há como pensar soluções que sanem a desigualdade (ODS 10) sem tratar questões de gênero que ceifam a vida de milhares por todo o mundo. (A exemplo da meta 10.2 que fala de "até 2030, empoderar e promover a inclusão social, econômica e política de todos, independentemente da idade, gênero, deficiência, raça, etnia, origem, religião, condição econômica ou outra.") Objetivo 16. Promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em todos os níveis.O ODS 16 faz parte da essência do projeto O Que Não Nos Disseram como um todo, incluindo a exposição por visar:16.1 Reduzir significativamente todas as formas de violência e as taxas de mortalidade relacionada em todos os lugares;16.3 Promover o Estado de Direito, em nível nacional e internacional, e garantir a igualdade de acesso à justiça para todos.Mantemos nossa essência sob uma abordagem vanguardista, afirmativa, sempre reforçando o protagonismo feminino, a autonomia, a liberdade, a força, a coragem e a ressignificação como ferramentas de enfrentamento à violência contra a mulher.É nesse sentido que o projeto OQNND tem ganhado destaque no cenário nacional: por trazer uma abordagem afirmativa do enfrentamento à violência contra a mulher para além dos casos de violência física e feminicídio, trazendo temáticas transversais para discussão na tentativa de compor um panorama mais preciso acerca da alta complexidade do problema, tanto para reconhecimento, identificação e fortalecimento das mulheres em situação de violência quanto na recuperação da autonomia de mulheres que foram vítimas e, também, com fim de esclarecimento, elucidação e despertar da rede de apoio dessas mulheres (formada por iniciativas públicas, privadas e da sociedade). A violência contra a mulher é um problema social considerado, pela ONU, desde 2018, uma pandemia mundial. Apesar de o projeto ter surgido antes da atual pandemia do novo coronavírus, com o isolamento social e o confinamento, o aumento de casos de violência doméstica tem sido noticiado em portais de informação do mundo todo, revelando a urgência de falarmos ainda mais sobre o assunto e pensarmos iniciativas eficazes tanto de combate quanto de prevenção. Sabendo que informação salva vidas, a exposição, além de caráter cultural e artístico, tem sua frente didática, ampliando a discussão do que é violência,para assim poder evitá-la. Afinal, é impossível assegurar às mulheres o direito a viver sem violência se as mesmas não souberem o que é violência. Não falamos de vítimas porque entendemos que é de fundamental importância toda a comunicação nesse projeto. Cada palavra importa. Tudo tem significado. O projeto (desde sua pré-produção até o pós-evento com a repercussão nas redes sociais, por exemplo) é voltado para a multiplicação de ideias porque sua essência está na ampliação do debate acerca do enfrentamento à violência contra a mulher, direto e transversalmente. A abordagem da exposição é moderna, extraordinária (no sentido literal da palavra) por ir na contramão das campanhas mundiais de combate à violência, em que aparecem mulheres de cabeça baixa no quarto escuro, a tão famosa marca, sobre a boca, da mão de tinta vermelha ou o semblante gritando desespero em silêncio e o olho roxo. Mostramos mulheres. Em suas diversidades e singularidades. Em beleza, força e coragem. Transformando dor em informação e poesia. Firmamos compromisso de conferir quaisquer adequações necessárias à execução da proposta quanto as medidas restritivas e sanitárias vigentes, editadas pelas autoridades competentes, decorrentes da pandemia da Covid-19, como uso de materiais de higiene, por exemplo.

Estratégia de execução

A primeira edição de circulação dá continuidade ao projeto Exposição O Que Não Nos Disseram que tem intenção de, nos próximos anos, apresentar a mais estados (e municípios) a abordagem afirmativa sobre esse tema tão necessário trazendo a arte como fomentadora de transformação social. SOBRE PASSAGENS AÉREAS DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA:PRÉ-PRODUÇÃOCIDADE 1Referente ao deslocamento de Diretora Geral, Coordenadora do Projeto e Produtor Executivo na fase de pré-produção - fechamento de parcerias e contratação de fornecedores locais3 Profissionais - Trecho: Fortaleza - Salvador (2 vezes)3 Profissionais - Trecho: Salvador - Fortaleza (2 vezes)CIDADE 2Referente ao deslocamento de Diretora Geral, Coordenadora do Projeto e Produtor Executivo na fase de pré-produção - fechamento de parcerias e contratação de fornecedores locais3 Profissionais - Trecho: Fortaleza - Vitória (2 vezes)3 Profissionais - Trecho: Vitória - Fortaleza (2 vezes)PRODUÇÃOCIDADE 1Referente ao deslocamento de Diretora Geral, Coordenadora do Projeto, Produtor Executivo na fase de produção/execução do projeto3 Profissionais - Trecho: Fortaleza - Salvador (3 vezes)3 Profissionais - Trecho: Salvador - Fortaleza (3 vezes)CIDADE 2Referente ao deslocamento de Diretora Geral, Coordenadora do Projeto e Produtor Executivo na fase de produção/execução do projeto3 Profissionais - Trecho: Fortaleza - Vitória (3 vezes)3 Profissionais - Trecho: Vitória - Fortaleza (3 vezes) SOBRE HOSPEDAGENS DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA:PRÉ-PRODUÇÃOCIDADE 1:Referente à hospedagem de Diretora Geral, Coordenadora do Projeto e Produtor Executivo na fase de pré-produção - 2 quartos - durante 30 dias não consecutivos - fechamento de parcerias e contratação de fornecedores locaisCIDADE 2:Referente à hospedagem de Diretora Geral, Coordenadora do Projeto e Produtor Executivo na fase de pré-produção - 2 quartos - durante 30 dias não consecutivos - fechamento de parcerias e contratação de fornecedores locaisCIDADE 2:PRODUÇÃOCIDADE 1Aluguel de apartamento/flat ao invés de diária de hotel para redução de custos - hospedagem de Diretora Geral, Coordenadora do Projeto e Produtor Executivo na fase de produção/execução do projeto - 2 apartamentos - 60 dias CIDADE 2Aluguel de apartamento/flat ao invés de diária de hotel para redução de custos - hospedagem de Diretora Geral, Coordenadora do Projeto e Produtor Executivo na fase de produção/execução do projeto - 2 apartamentos - 60 dias

Especificação técnica

Fotos impressas em tamanho gigante (2,20m por 1,30m) em tecido canvas com aplicação de verniz.A exposição traz fotografias enormes de mulheres que já estiveram em situação de violência para além do que se é discutido como tal.As fotos são, especialmente, impressas em tamanho além do padrão a fim de, metaforicamente, fazer jus à grandeza de cada mulher registrada e ao poder da ressignificação de símbolos de episódios de violência sofrida, através de uma releitura poética tendo a fotografia como ferramenta.Cada fotografia acompanha um depoimento em áudio da mulher fotografada. A audiodescrição também fica disponível para todos. QR codes em cada estrutura expográfica trazem opção dos depoimentos em libras e possibilidade de acompanhar vídeos de making of do projeto.Essas estruturas citadas acima têm 2m de largura pensadas para uma experiência individual, ainda que em espaço aberto ao público geral.

Acessibilidade

PRODUTO Fotografia - Aquisição / Exposição / PesquisaAcessibilidade Física:Disponibilização de acesso rampado e elevador (shopping center);Sem custo previsto, já que os espaços a serem realizadas as exposições já devem contar com acesso rampado e elevador. Acessibilidade de Conteúdo:Deficientes Auditivos: QR code com a tradução dos depoimentos em libras;ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de libras Deficientes Visuais: Audiodescrição das fotografias;ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Audiodescrição PRODUTO Contrapartidas Sociais:Acessibilidade Física: Disponibilização de local reservado, acesso rampado;Sem custo previsto, já que o espaço a ser realizado o programa, escolhido a partir das parcerias com prefeituras e secretarias de educação e cultura, já devem contar com acesso rampado. Acessibilidade de Conteúdo:Deficientes Auditivos: intérprete em libras; ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de libras Deficientes Visuais: audiodescrição e materiais acessíveis com letras aumentadas.ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Audiodescrição

Democratização do acesso

I) Os produtos culturais resultantes do projeto serão distribuídos integralmente de maneira gratuita.Em consonância com o art. 21 da INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 23 DE ABRIL DE 2019, cada ação contará com as seguintes medidas de ampliação de acesso: Fotografia - Aquisição / Exposição / Pesquisa: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias. Contrapartida Social:IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias.

Ficha técnica

Andressa Meireles (PROPONENTE): atribuições voluntárias do projeto: produção da contrapartida social, captação de imagens e geração de vídeo relatório do projeto e coordenação de curadoria. Atribuições previstas em orçamento - Direção geral do projeto, integrante do grupo de curadoria e Pesquisa Currículo: Andressa é jornalista, foi vítima de violência e, por isso, idealizou o projeto O Que Não Nos Disseram - que envolve, além da exposição,outras frentes de atuação. Trabalha há mais de 10 anos com televisão, e já atuou como produtora e apresentadora. Andressa também já trabalhou com redação e roteiro para campanhas políticas. Em 2019, coordenou um projeto de tv streaming para Terceiro Setor com apoio de grandes empresas como Cielo, Microsoft, Mapfre, desenvolvendo formato, dirigindo e roteirizando os programas. A partir de 2019, com a idealização do O Que Não Nos Disseram, Andressa montou sua empresa para executar as frentes do projeto. Em novembro, produziu seu primeiro documentário para testar sua abordagem afirmativa sobre violência contra a mulher no Brasil e, em março de 2020, lançou, oficialmente, o projeto com a exposição à convite da OAB para Conferência Nacional da Mulher Advogada, Defensoria Pública do Estado do Ceará ocupação da sede e Shopping RioMar Fortaleza, sendo a atração destaque do mês da mulher no estado. Andrea Meireles - Coordenadora de Projeto e integrante do grupo de curadoria - Formada em teatro pela Faculdade da Cidade do Rio de Janeiro (hoje UNIVERCIDADE), Andrea se dedicou a atuação na década de 90 trabalhando com diretores renomados como Wolf Maia, Denis Carvalho e, a partir dos anos 2000, começou a atuar como produtora e diretora de programa de TV, com programas locais no Espírito Santo, Bahia e Ceará. Casada com o cantor baiano Cid Guerreiro há quase 30 anos, Andrea dedicou sua vida a sua família e a arte, participando de produções culturais em diversas áreas. No projeto O Que Não Nos Disseram, que envolve, para além da exposição, o documentário, a websérie, redes sociais, palestras e plano para escolas, Andrea é coordenadora geral e faz parte da equipe de criação da abordagem do projeto. Danielli Parente - Coordenação de Produção: Graduada em Administração de Empresas pela Universidade de Fortaleza - UNIFOR e Pós-graduada em Gestão de Produtos e Serviços Culturais pela Universidade Estadual do Ceará –UECE. Atua na área cultural desde 1995, ocupou cargos de confiança em equipamentos culturais da cidade de Fortaleza, tais como Museu da Imagem e do Som do Ceará, Bureau de Cinema e Vídeo do Ceará, Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, e atualmente é gestora de produtos e serviços culturais da Pégaso Consultoria, atuando na elaboração de projetos para as Leis de Incentivo da Cultura e do Esporte. Lia de Paula - Integrante do grupo de curadoria - fotógrafa, formada em Cinema, natural de Fortaleza. Parte da infância e da adolescência morou na Inglaterra onde aprendeu a fotografar e cursou ‘Media Studies’ no Westminster College. Desde então vem se dedicando, profissionalmente, à fotografia. Em Fortaleza, trabalhou no jornal O Povo e na prefeitura da cidade, participou da produção de livros e de exposições, antes de se mudar para Brasília, onde passou pela Agência Senado e Ministérios (MEC, MinC e MDS), atuando também na fotografia de família. De volta à Fortaleza vem se dedicando à fotografia autoral com pesquisa sobre parentalidade e mães solo. Fez parte da coordenação do 'Verbo Ver Festival de Fotografia',do coletivo 'Sol para Mulheres' e da equipe de coordenação do Museu da Fotografia Fortaleza. Delfina Rocha - Integrante do grupo de curadoria - iniciou suas atividades como fotógrafa na década de 1980 como assistente do fotógrafo Chico Albuquerque. Participou de exposições e foi premiada no Salão Universitário da Unifor – 1º lugar; Menção honrosa “Mulher Maio Mulher”. Participou do V Prêmio CDL de Artes Plástica. De 1986 a 1993, trabalhou entre Rio e São Paulo com foto publicitária e como fotógrafa de cena (still) para cinema em mais de 11 produções cinematográficas, destacando trabalhos junto aos diretores Roberto Faria, Tizuka Yamazaki, Rui Guerra, Fábio Barreto, Hugo Carvana, Alvarenga Jr e produções de Renato Aragão e Xuxa. Em 1995, criou seu estúdio fotográfico em Fortaleza e a partir daí atuou na área de publicidade e moda. No XI concurso Latino Americano de Produtos gráficos Theobaldo de Negris, em excelência, ficou em 2º lugar na categoria de livro de arte – México – 2004. Nos últimos anos, em paralelo ao trabalho comercial, vem desenvolvendo o trabalho autoral. As fotógrafas serão selecionadas em cada estado a partir da aprovação do projeto.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.