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A proposta contempla dois produtos: (1) Elaboração de um aplicativo nativo para celular e (2) produção de pesquisa e conteúdo audiovisual/multimídia sobre o Patrimônio Cultural, para visitação autoguiada de territórios. O aplicativo abordará a cidade e sua paisagem cultural como um museu a céu aberto, apresentando roteiros para que o usuário guie-se a pé, de carro ou bicicleta. O acesso ao aplicativo e aos conteúdosdo módulo realizado por meio desta proposta serão gratuitos.
Não se aplica. Informações técnicas dos produtos inseridos no campo específico.
Objetivo geral Lançamento do "Aplicativo multimídia paisagem cultural" com conteúdo audiovisual para visitação autoguiada da região do Circuito do Ouro, tendo como base a cidade de Ouro Preto (MG). De acordo com o artigo 2º do Decreto 10.755, de 2021: IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais queformam a economia da cultura; Objetivos específicos Elaboração de um aplicativo nativo ou híbrido, vinculado de forma gratuita às lojas mais comuns para download (Google Play e App Store). Realização de uma pesquisa, permitindo a roteirização e ampliação de rotas e eixos temáticos. Disponibilização da pesquisa ao público (10 exemplares impressos distribuídos a bibliotecas e instituições de pesquisa, 100 acessos ao conteúdo digital). Criação de conteúdo audiovisual e multimídia, incluindo vídeos curtos, fotos, textos e sons. Inclusão de novos eixos temáticos voltados para a Diversidade Cultural. Adoção de recursos de acessibilidade: tradução de texto em áudio; audiodescrição de imagens, adoção de ergonomia cognitiva para qualificação da usabilidade. Implementação de recurso de download de conteúdo, possibilitando ampliação do acesso uma vez que recursos podem ser baixados de uma rede wifi antecipadamente.Instalação de recursos físicos em pontos das rotas, com links via QR Code, em estabelecimentos e marcos urbanos (quantidade a definir na etapa de pesquisa).
Com o lançamento do aplicativo de visitas auto-guiadas na Rota do Ouro (MG), pretende-se difundir o Patrimônio Cultural local, a memória das cidades e os modos de vida de seus habitantes. Este projeto se adequa às finalidades dispostas na LEI Nº 8.313/91 (Art. 1°): I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Para cumprimento desta lei, o projeto cultural em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atende aos seguintes objetivos (Art. 3°): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, filmes e outras formas de reprodução fonovideográfica de caráter cultural; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; Nos últimos anos, é notável que Minas Gerais vêm se posicionando fortemente na proteção e promoção de seu Patrimônio Cultural e figurando entre uma das principais opções para o Turismo nacionalmente. Nesse contexto, o Turismo de Experiência figura como uma corrente que pode ser grande aliada do setor cultural, ao estimular vivências e o engajamento das pessoas em comunidades locais, gerando aprendizados significativos e memoráveis. Além dos infinitos atrativos turísticos oferecidos por Minas, sabemos que há grande necessidade no investimento de um sistema amplo, que dê suporte ao visitante (tanto os turistas quanto os moradores que desejam circular e conhecer estes espaços). Um aplicativo guia para celular, como o aplicativo BEM BH, elaborado anteriormente pelo proponente, é uma opção que dá autonomia para visitantes na escolha dos pontos que irão conhecer, respeita o ritmo de seu passeio e garante qualidade e representatividade cultural. No entanto, o BEM BH hoje funciona como um aplicativo web, sendo acessado por meio de um link no navegador padrão do smartphone, sem necessidade de download em lojas de aplicativo, como Play Store (Android) e App Store (iOS). O Web App possui limitações: não consegue aproveitar todas as funcionalidades do smartphone, como a câmera; depende da conexão à internet; e, o mais relevante, o aplicativo acaba funcionando de modo diferente em cada navegador e modelo de celular, o que dificulta a padronização da usabilidade, tornando imprevisível a experiência do usuário. Por isso há a necessidade da migração de Web App para um aplicativo nativo ou híbrido, vinculado às lojas mais comuns, citadas acima. Apesar dessas limitações, o aplicativo BEM BH já tem uma primeira versão em funcionamento, que atraiu enorme interesse midiático e usuários. Foram dezenas de reportagens e milhares de acessos indicando que a aplicação preenche uma lacuna crucial para o desenvolvimento turístico e local, ao prover visitantes com um recurso simples, seguro e completo para o conhecimento da região. O potencial máximo da aplicação ainda não foi alcançado, uma vez que a primeira versão foi projetada com uma verba bastante restrita, circunscrita apenas a alguns roteiros temáticos em Belo Horizonte (MG). Com a ampliação de recursos, é possível reformular o aplicativo para abarcar novas rotas em diferentes cidades, inclusive integrando-as em um só aplicativo, que nomeamos de forma provisória como "Aplicativo multimídia paisagem cultural". Assim, este projeto propõe a elaboração de um aplicativo nativo para celular, com a implementação de um módulo, com roteiros autoguiados na região da "Rota do Ouro", tendo como base Ouro Preto, MG. O projeto busca desenvolver o aplicativo em diversos níveis, enriquecendo seu conteúdo com pesquisas e curadoria para públicos específicos; produzindo conteúdo audiovisual; melhorando sua usabilidade; tornando-o mais acessível; e executando um plano de promoção e divulgação, de modo a atingir o maior número de usuários possível, com variedade de faixa etária, classe social e gênero. Assim, pretende-se efetivar e ampliar a função para a qual foi idealizado: a de prover conhecimento acerca do Patrimônio Cultural, mantendo as cidades vivas e interessantes, tanto para seus moradores quanto para turistas. A ideia de um "guia para conhecer a cidade como um museu a céu aberto" é valorizar a experiência ao ar livre, entre marcos físicos e camadas imateriais que contam a história das cidades e são manifestações das suas transformações. Para tanto, a pesquisa e a curadoria de profissionais experientes tem o objetivo de selecionar os "acervos" explorados no guia, contando essas histórias para a população e para turistas por meio de uma ferramenta acessível, gratuita e compatível com a vida cotidiana contemporânea. Nesse sentido, explorar recursos audiovisuais é mais do que ilustrar um roteiro, é uma possibilidade de ampliar formas de percepção de marcos físicos e simbólicos presentes na história, na memória e na vivência das cidades. Dessa forma, o aplicativo poderá se tornar uma ferramenta didática para o melhor conhecimento da paisagem cultural; que contribua para a ampliação da consciência cidadã e da responsabilidade de valorização do patrimônio; e ainda que estimule o desenvolvimento do turismo cultural, tanto para moradores quanto para pessoas de outras localidades. As ações sobre os bens culturais, para que sejam reconhecidas e se perpetuem como tal, fundam-se sobre dois eixos básicos: a salvaguarda e a comunicação. O primeiro diz respeito às práticas que buscam assegurar a possibilidade de registro e acesso futuro às informações relacionadas aos bens culturais, como ações de documentação, conservação e restauração. A comunicação, por sua vez, abarca as questões ligadas à concepção e ao desenvolvimento de estratégias de extroversão, mediação, ações socioeducativas e projetos de difusão e divulgação. Ou seja, é na comunicação que se efetiva o contato entre os bens culturais e o público; é por meio das estratégias comunicacionais que a população tem acesso às informações relacionadas ao patrimônio, e é por onde se dá a aproximação, conhecimento e reconhecimento entre os bens e o público. O grande desafio que se apresenta é garantir a articulação e o diálogo entre esses dois grandes eixos que conformam o patrimônio, e é justamente a partir do equilíbrio entre salvaguarda e comunicação que as ações sobre o patrimônio podem garantir sua sustentabilidade, desenvolver e impulsionar projetos e procedimentos que reafirmam e legitimam seus propósitos. Este projeto se constitui a partir da percepção de novas possibilidades, não apenas de olhar a cidade, mas de senti-la, registrá-la, comunicá-la e compreendê-la. Assim, os bens e manifestações culturais que a compõem são fator fundamental de seus traçados, fluxos, olhares, dos marcos urbanos enquanto memória e referência social. Mais do que um exercício de marcação, trata-se de uma atividade de percepção, de encontros e desencontros, tanto do morador como do visitante. Sob este viés, a pesquisa, o destaque e a projeção de roteiros culturais _ que formam uma espécie de museu a céu aberto _ podem ser considerados ferramentas catalisadoras do potencial patrimonial que a cidade oferece, mas que muitas vezes se encontra escondido sob os diversos estímulos e fluxos urbanos. Trata-se de uma proposta de musealização em que a ferramenta de salvaguarda é a mesma da comunicação: o registro, que funciona como aquilo que ao mesmo tempo contém e propaga a cultura de um território.
No anexo "INFORMAÇÕES ADICIONAIS" foram incluídos: Proposta de pesquisa, levantamento de informação, organização e formação de acervo e criação de banco de dados Descrição do aplicativo e sua funcionalidade Sustentabilidade Plano de divulgação Histórico e detalhamento da proposta O Aplicativo BEM BH, lançado em 2022 e executado por meio de recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte, é precursor deste projeto. O BEM BH é um aplicativo web que pode ser acessado em qualquer dispositivo móvel com internet. Voltado para visitantes internos e turistas, funciona como um audioguia da cidade, em que o usuário pode ouvir histórias e curiosidades sobre Belo Horizonte e ter acesso a fotografias antigas, imagens e desenhos de cada ponto. A partir de um cuidadoso processo curatorial, voltado para a leitura da paisagem cultural, foram criadas seis rotas: Rua Sapucaí, Praça da Liberdade, Pampulha, Bairro Santa Tereza, Rua da Bahia e Viaduto Santa Tereza. Em cada uma delas há pontos de interesse como edifícios, marcos urbanos, manifestações culturais e muito mais, narrados sob os olhares da Arquitetura, Urbanismo, Arte, História e Gastronomia. As rotas foram criadas para serem percorridas presencialmente, de modo que as narrações em cada ponto podem ser acionadas automaticamente de acordo com a localização do usuário. Visando atender a diversos perfis de usuário, inclusive permitindo o acesso ao aplicativo de forma remota, também se pode acessar os conteúdos separadamente, por meio da lista ou do mapa. O aplicativo já existente necessita de revisão de estrutura tecnológica e pode ser ampliado para abarcar outros pontos da cidade e temáticas. A pesquisa e elaboração de novos conteúdos para Belo Horizonte é objeto do projeto já aprovado e autorizado a captar na LEIC "Aplicativo BEM BH: Audioguia para conhecer a cidade como um museu a céu aberto" (2018.13602.0161). Nesse sentido, o presente projeto propõe a ampliação da estrutura tecnológica do aplicativo e aplicação em outros destinos mineiros, com o nome (provisório) "Aplicativo multimídia paisagem cultural". A necessidade da expansão do aplicativo para outras cidades baseia-se na valorização do Patrimônio Cultural e na promoção do Turismo de Experiência, calcado na vivência e no envolvimento emocional e afetivo das pessoas com o território e suas manifestações culturais de forma ampla. Entende-se que o patrimônio cultural de uma sociedade, para ser sustentável, deve ser conhecido e disseminado por sua população e visitantes, de modo a contribuir para a consolidação de sua identidade cultural. O foco deste projeto é a implantação de um módulo do aplicativo, com roteiros abundantes em conteúdo audiovisual, para cidades do Circuito do Ouro - região com rica história e movimentação cultural, além de consolidado interesse turístico. O projeto parte de três premissas: a ampliação de conteúdo, aprimoramento tecnológico e a promoção. AMPLIAÇÃO DE CONTEÚDO Serão criadas novas rotas no Circuito do Ouro, no interior de MG, tendo como base a cidade de Ouro Preto, podendo haver adequações de acordo com a pesquisa realizada ao longo do projeto. Além do guia em áudio, principal eixo condutor da experiência de visitação in loco, o aplicativo terá registros audiovisuais curtos, fotografias, imagens de arquivo, trilhas sonoras, entre outros conteúdos, enriquecendo a experiência do visitante. Serão incluídos novos eixos temáticos para a abordagem de elementos da diversidade cultural brasileira, a exemplo da cultura afro-brasileira e da comunidade LBTQI+, estejam elas marcadamente presentes no tecido urbano, em registros históricos ou nas vivências dos usuários. Haverá conteúdos acessíveis para deficientes visuais e auditivos, assim como elaborados especialmente para crianças e idosos. APRIMORAMENTO TECNOLÓGICO Será desenvolvida nova estrutura em formato de aplicativo nativo para Android e IOS e migrado o sistema que atualmente está como um web aplicativo; evoluir sua usabilidade e adicionar novos recursos interativos. Essa migração permitirá a implementação da base de mapas do Google ou Open Street Maps, de modo a ampliar a compatibilidade e utilizar mais recursos de acessibilidade. PROMOÇÃO Será implementada uma estratégia ainda mais robusta de divulgação e promoção, para que se torne uma ação exemplar para a fruição de elementos culturais no estado de Minas Gerais, podendo ampliar-se para outras cidades. Como estratégia de promoção vinculado ao desenvolvimento de conteúdo, serão estabelecidos recursos físicos em pontos das rotas para facilitar o acesso dos visitantes (por exemplo, links via QR Code em estabelecimentos e marcos urbanos, de acordo com os interesses e normas dos órgãos reguladores).
O principal produto é um aplicativo, disponível para os sistemas Android e iOS, que apresentará bens culturais, organizados em roteiros temáticos, no Circuito do Ouro (MG). Cada roteiro possui conteúdos em vídeo, áudio e texto com recursos como narrações, sons, legenda e audiodescrição, desenhos arquitetônicos e fotografias antigas. Relatório de pesquisa encadernado - serão impressos 10 exemplares da pesquisa realizada, para distribuição em bibliotecas públicas e centros de pesquisa, promovendo o acesso integral ao conteúdo. Também será distribuído em cópia digital para leitura por programas de acessibilidade para deficientes visuais. Cerca de 100 páginas com texto preto e ilustrações em cores.
ACESSIBILIDADE FÍSICA: Não se aplica ao desenvolvimento do aplicativo, por ser um recurso virtual. Na escolha dos trajetos e roteiros serão observados a acessibilidade existente nos logradouros públicos e pontos de interesse selecionados, disponibilizando essas informações ao público. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO O produto "aplicativo" contará com recursos de acessibilidade para públicos específicos: Os conteúdos audiovisuais terão legendagem, atendendo a deficientes auditivos. Os conteúdos textuais terão opção de áudio e os conteúdos em áudio serão formatados para audiodescrição, atendendo aos deficientes visuais. Os roteiros incluirão conteúdos de interesse para crianças e idosos que possam estar tutelados pelos usuários de smartphones na faixa indicada, como é o caso de famílias que percorrem juntas os destinos. A interface será desenvolvida com base nos conceitos de ergonomia cognitiva - campo que visa estabelecer fácil manuseio ao buscar interações que possam ser desvendadas de forma intuitiva. O produto "pesquisa" irá geral um relatório de pesquisa que, além de disponibilizado em cópia física, será distribuído em cópia digital para leitura por programas de acessibilidade para deficientes visuais.
Foram previstos os seguintes recursos, com vistas a promover o acesso a um público amplo, incluindo pessoas de baixa renda: APLICATIVO O aplicativo poderá ser baixado gratuitamente em qualquer smartphone com sistema Android ou iOS, com acesso gratuito a todos os conteúdos elaborados no módulo deste projeto. Haverá aprimoramento da interface, garantindo seu caráter e identidade simples e intuitiva, facilitando a compreensão dos diversos perfis de usuários. Dentro do aplicativo, o usuário poderá fazer o download dos roteiros, com conteúdos de áudio e/ou texto, para acesso posterior quando não dispuser de acesso à internet. Além do aplicativo, diversos conteúdos vinculados ao aplicativo serão disponibilizados pelas mídias sociais do projeto, sem necessidade de download e cadastro. Por fim, também haverá a tradução dos conteúdos para o inglês e espanhol, de forma a potencializar o uso do aplicativo para visitantes estrangeiros. PESQUISA O relatório de pesquisa será disponibilizado gratuitamente em cópia física para bibliotecas e instituições de ensino públicas locais, e será ainda distribuído em cópia digital por meio das redes sociais do projeto. Será adotada ainda a medida de ampliação de acesso disposta no Art. 24 da INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022: XII - criação e implementação de sinalizadores e divulgadores de ícones da memória local, conforme regramento do Manual de sinalização de patrimônio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional com divulgação gratuita e respeitando o manual de marcas; XIII - criação e implementação de sinalizadores e divulgadores de ícones da memória local georreferenciados por aplicativos ou gameficação com divulgação gratuita e respeitando o manual de marcas; O público alvo do projeto são moradores e turistas que visitam a "Rota do Ouro", com base em Ouro Preto (MG) e região. Os usuários são todas as faixas etárias e grupos sociais com acesso a smartphones (desde os modelos mais simples). Apesar de buscarmos atingir o maior número de pessoas, nossas pesquisas de público indicaram maior adesão de pessoas entre 25 e 50 anos. Este é um indicador importante para o desenvolvimento das estratégias de usabilidade e do processo curatorial que define rotas e eixos temáticos, inclusive incluindo conteúdos para crianças, adolescentes e idosos que possam estar tutelados pelos usuários de smartphones na faixa indicada, como é o caso de famílias que percorrem juntas os roteiros.
Proponente - EQUIPE B ARQUITETURA DESIGN E MULTIMIDIAS A gestão do projeto é realizada pela empresa proponente, altamente qualificada, possui comprovada experiência na proposição e execução de projetos culturais com a gestão de equipes multidisciplinares. Os sócios são arquitetos com mestrado, responsáveis pelas Coordenações das três principais áreas do projeto: Proponente - Fernando Pacheco do Nascimento (Sócio) - Coordenação geral de processos e gestão do projeto Direção e coordenação de todo o desenvolvimento do projeto. Desde ações macro de planejamento, logística e administrativo ao acompanhamento e suporte diário aos processos de produção e desenvolvimento. Garantir o pleno desenvolvimento do projeto, orientando todas as atividades, verificando seu andamento, garantindo o cumprimento das metas e objetivos, com atenção à gestão orçamentária. CV - Mestre pelo NPGAU (Núcleo de Pós Graduação em Arquitetura e Urbanismo) - Escola de Arquitetura da UFMG. Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal de Minas Gerais (2007). Sócio Fundador da Empresa Equipe B, Arquitetura, Design e Multimídia. Professor Assistente no curso de Arquitetura e Urbanismo da PUC Minas. Membro do Grupo de Pesquisa "Design e Fabricação Digital". Tem experiência com: projetos de Arquitetura e Urbanismo; desenvolvimento e coordenação de projetos executivos completos (arquitetura e complementares); ensino de projeto e representação gráfica aplicada ao projeto arquitetônico e urbanístico; projetos de museus, expográficos e de sinalização; modelagem virtual de grandes empreendimentos, sítios urbanos e georreferenciamento espacial de dados; tecnologias BIM (Building Information Modeling); processos de prototipagem rápida e fabricação digital com máquinas CNC e impressoras 3D pelos processos de deposição de polímeros; coordenação de equipes multidisciplinares (Arquitetura, Computação e Design) para o desenvolvimento de projetos de pesquisa e extensão (CNPQ, FINEP, Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte e Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais). Proponente - Leandro dos Santos Magalhães (Sócio) - Coordenação de tecnologia do projeto Direção, coordenação e acompanhamento de todas atividades relacionadas ao desenvolvimento e implementação do aplicativo e tecnologias embarcadas. Garantir o pleno desenvolvimento do projeto, orientando todas as atividades, verificando seu andamento e garantindo o cumprimento das metas e objetivos. coordenação, estruturação e acompanhamento de todas atividades relacionadas ao desenvolvimento e implementação do aplicativo e tecnologias embarcadas. CV - Leandro Magalhães é arquiteto e mestre em arquitetura pela UFMG. Fundou a empresa Equipe B Arquitetura em 2007 onde atua principalmente no campo da museografia. Ao longo desses quase 15 anos, atuou no desenvolvimento de projetos em museus e exposições em todo o país. É professor em cursos de arquitetura e urbanismo desde 2015 e, desde 2019, é doutorando pelo Programa de Pós Graduação em Arquitetura e Urbanismo da UFMG, onde desenvolve pesquisa no campo das realidades mistas e da realidade virtual para museus. Possui prêmios nos campos da pedagogia, arquitetura, inovação e gestão. Proponente - Bianca de Cássia Chaves Ribeiro (Sócia) - Coordenação de pesquisa e conteúdo do projeto Direção, coordenação e acompanhamento de todas atividades relacionadas ao desenvolvimento de pesquisa e conteúdo. Garantir o pleno desenvolvimento do projeto, orientando todas as atividades, verificando seu andamento e garantindo o cumprimento das metas e objetivos. CV - Arquiteta e Urbanista pela Escola de Arquitetura da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com intercâmbio acadêmico na Università degli Studi di Roma Tor Vergata. Sócia da Equipe B Arquitetura, onde coordena e gerencia equipes interdisciplinares no desenvolvimento de projetos de arquitetura, museografia, expografia e sinalização para museus e espaços culturais. Foi bolsista do CNPq pelo programa RHAE Pesquisador na Empresa entre 2012 e 2016. Atualmente cursando o Mestrado em Museologia e Patrimônio do Programa de Pós-Graduação em Museologia e Patrimônio (PPG-PMUS) da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Equipe principal Empresa Inventário Cultural - Sara Moreno Rocha - Conceituação e curadoria para definição das rotas e marcos CV - A Inventário Cultural atua na concepção, gestão e produção de projetos e empreendimentos culturais, com ênfase nas áreas de Artes, Museus, Patrimônio e Memória, Audiovisual, Tecnologia, Educação e Economia Criativa. Sara Moreno é Gestora Cultural com atuação na área de Artes Visuais, Arte Contemporânea e Políticas Culturais. Cursou o Mestrado em Artes na UFMG, Especialização em Arte Contemporânea na PUC-MG e a Graduação em Artes Visuais na UFMG. Tem experiência na gestão de espaços e projetos de Arte, tanto em grandes instituições públicas e privadas quanto em organizações independentes. Atuou como Gestora do Museu de Arte da Pampulha e posteriormente Diretora de Museus na Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte (2018-2021); foi Gerente de Promoção do Palácio da Liberdade (2018); Gerente de Artes Visuais na Fundação Clóvis Salgado (2014) e atuou na gestão de projetos de Artes Visuais do Sesc MG (2012-2014). Ao longo de sua carreira atuou ainda como produtora e produtora executiva de diversos projetos culturais viabilizados por Leis de Incentivo à Cultura. Empresa Área de Serviço - Bruno Figueiredo - Registro audiovisual, fotográfico e pós produção Registro audiovisual e fotográfico em campo para a construção do banco de dados que irá ilustrar os pontos nas rotas. CV - A Área de serviço é uma produtora de conteúdos digitais, formada a partir da paixão de quatro sócios em promover cultura e conhecimento em diálogo com o nosso tempo. A partir da nossa formação em jornalismo, publicidade, cinema e mídias digitais, produzimos conteúdos audiovisuais e fotográficos personalizados, e desenvolvemos planejamentos estratégicos específicos para plataformas digitais. Empresa Zapt - Paulo Alvim - Arquitetura e desenvolvimento de software; Interface com tecnologia wayfinding e inclusão da base de mapas CV - Empresa especializada no desenvolvimento de aplicativos relacionados à navegação espacial do usuário, com comprovada experiência e domínio no desenvolvimento e implementação de tecnologia wayfinding para aplicativos e de tecnologias de sistema de informação geográfica para web.
PROJETO ARQUIVADO.