| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 01417222000177 | MRS LOGISTICA S/A | 1900-01-01 | R$ 1,43 mi |
A proposta visa financiar intervenções que promovam a recuperação estrutural do Prédio Mariano Procópio, que é o espaço expositivo da Fundação MAPRO, de seu entorno, e a restauração parcial de seu acervo, além da construção de edificação de suporte laboral. Tal recuperação é importante para a reativação da instituição, dando continuidade às atividades de visitação, cursos, workshops e oficinas, bem como a implementação de atividades de pesquisa e extensão acadêmica, em parceria com instituições universitárias,além dos evidentes benefícios para memória e história de Juiz de Fora, capital regional do estado de MG, possibilitando desdobramentos que direta ou indiretamente estarão envolvidos, como a criação de postos de trabalho, o acesso integral ao espaço e dinamização da atividade turística local.
Não se aplica
Objetivo Geral Executar às intervenções de restauro, reforma e de construção de estruturas de apoio laboral, provendo assim à citada instituição das condições necessárias e ideais para o seu pleno funcionamento, condizente com o seu papel de polo museal regional, o que trará a reboque toda uma cadeia de iniciativas, que devem se desdobrar para além do conhecimento histórico, da educação e do entretenimento, e que devem abranger aos setores de hotelaria, alimentação e a uma gama de serviços dedicados ao receptivo de visitantes entre outras atividades secundárias de amplo alcance regional. O que vem atender integralmente aos incisos IV e XII do Artigo 02 do Decreto 10.755 de 2021, conforme transcrito abaixo: Inciso IV "promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial". Inciso XII: "apoiar atividades de caráter sacro, clássico e de preservação e restauro de patrimônio histórico material, tombados ou não;" Objetivos Específicos . Executar 01 obra de engenharia para contenção da encosta lateral ao Prédio Mariano Procópio. Executar obras e serviços no entorno das edificações históricas do Museu Mariano Procópio, compostas por: . Disciplinamento da drenagem no entorno dos prédios históricos;. Melhoria das condições de drenagem do parque;. Implantação de piso e guarda-corpo na área externa no entorno imediato do prédio;. Restauração de porcelanas e pinturas de cavaletes para exposição;. Restauração dos elementos artísticos móveis e integrados, distribuídos pelo parque. Elaborar projeto e executar a restauração da claraboia e lanternim do Prédio Mariano Procópio. Elaborar de projeto para edificação do Museu Mariano Procópio, composto por:. Elaboração de projetos arquitetônico, de engenharia e complementares;. Restauração do telhado, teto e do segundo pavimento. . Executar obras complementares no Museu Mariano Procópio, compostas por:. Construção de espaço de apoio aos funcionários;. Construção dos sanitários da Galeria Maria Amália. A Avaliação de Resultados poderá ser pautada partindo de avaliações periódicas de acompanhamento da execução, contendo registro fotográfico e documentação técnica arquitetônica, bem como de relatórios de acompanhamento técnico-museológico, seguindo aos parâmetros estabelecidos pelo IPHAN(Instituto de Patrimônio Histórico Nacional). Será oferecida vasta documentação fotográfica, além dos respectivos relatórios técnicos periódicos de acompanhamento de execução de obras (no caso das intervenções arquitetônicas) e relatórios técnicos museológicos (no caso das intervenções de reatauro), como ferramenta de mensuração e comprovação de alcance dos resultados.
A relevância da presente proposta constitui-se sobre pilares bastante caros à cultura brasileira, cabe destaque a recuperação e a preservação do Patrimônio Cultural de um período histórico de suma importância na formação do país como nação soberana, a recuperação e a oferta à sociedade de um aparato detentor e difusor do conhecimento e por consequência disso, instrumento auxiliar à formação escolar e acadêmica. Atividades, que somadas ao entretenimento e ao lazer proporcionados, perfazem de forma bastante convincente o rol de atividades que deverão ser oferecidas à população."O projeto integra o plano estratégico de revitalização e restauração do Museu Mariano Procópio que envolve os Prédios e Parque Históricos, monumentos integrados e acervo. A instituição está relacionada à Estrada União e Indústria, idealizada por Mariano Procópio Ferreira Lage, entre 1856 e 1861, quando construiu também a Villa Ferreira Lage, residência de verão, que hospedou diversas vezes o Imperador D. Pedro II e família. Dentre as ações previstas, entende-se a reabilitação de sua infraestrutura, incluindo avaliação e obras de drenagem, implantação de piso e guarda-corpo no entorno da construção, restauração da claraboia e lanternim, obras de contenção de encostas, construção de espaço aos colaboradores e banheiros dotados de acessibilidade para Galeria Maria Amália, por fim, em termos de ações diretas, está a restauração de peças e elementos artísticos do parque. A edificação histórica destaca-se por suas características arquitetônicas e artísticas que o colocam na posição de um dos mais importantes edifícios de Juiz de Fora e de Minas Gerais. Estas devem ser prioridade para que não se percam devido à ação de agentes degradantes, sobretudo devido à urgência na preservação da edificação e do patrimônio museológico e humano que nela se encontram instalados e que a cerca. Também, dentro do contexto de resgate da instituição, vem-se trabalhando com a recuperação do acervo museológico, arquivístico e fotográfico, através de ações de preservação, restauração, catalogação, pesquisa e divulgação. O vínculo que neste contexto se estabelece é que, prevendo o resgate das edificações históricas, vai-se redefinindo a museografia das edificações, buscando, na Villa Ferreira Lage o resgate da ambientação do século XIX, período em que foi construído e, para o Prédio Mariano Procópio, um projeto museográfico dentro de um contexto contemporâneo que favoreça um dos mais importantes acervos do período imperial brasileiro. As peças foram selecionadas de acordo com o projeto museológico que se pretende apresentar, bem como, pelo estado de conservação de itens que demandam intervenções imediatas, são predominantemente do século XIX, ilustrando a diversidade de procedência, estilo e gosto da época. O plano estratégico de restauração e requalificação, tem por objetivo principal a reabertura das edificações históricas ao público. Entende-se como beneficiários, a população de Juiz de Fora, da Zona da Mata Mineira e de seu entorno, além de turistas de todas as regiões do país e estrangeiros que mantém visitação frequente à instituição.Pelo observado nos eventos realizados no Parque Mariano Procópio, exposições e projetos educativos e culturais, mesmo com as edificações históricas fechadas, a tendência é de que o público aumente. Inicialmente pela espera do advento da reabertura e, notadamente pelas novas opções de uma museografia contemporânea e dinâmica, com condições adequadas de acessibilidade, de atendimento diferenciado, inserindo a instituição no contexto museológico atual, em sua forma de apresentação e nas tecnologias aplicadas.". A instituição, seja pela eclética riqueza presente na composição de seu acervo, seja pelo seu complexo predial e paisagístico, ou pela essência e parâmetros históricos de sua criação, sem mencionar toda a carga afetiva que lhe é imputada, é o protagonista de uma relação de amor e pertencimento com a sociedade que habita todo o seu entorno geográfico, que compreende nada menos que a toda a Zona da Mata Mineira, e que ultrapassa à fronteira do estado, chegando aos municípios das regiões Serrana e Centro-Sul do Estado do Rio de Janeiro. A instituição é tombada nos âmbitos federal, estadual e municipal como constam a seguir: Federal:Processo no 1691-T-14: Conjunto Arquitetônico e Paisagístico do Museu Mariano Procópio;Ata da 80ª Reunião do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural;Processo 190T, Inscrição 118, Livro Histórico 121, FL. 21 e Inscrição 236 no Livro de Belas Artes, FL. 41 em 1939 (tombamento do acervo)Estadual:Conselho Curador do IEPHA/MG no dia 28 de março de 2005, que definiu a inscrição no Livro de Tombo n.º I, do tombo Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico; Livro de Tombo n.º II, do tombo de Belas Artes; Livro de Tombo n.º III, do tombo Histórico, das obras de Arte Histórica e dos Documentos Paleográficos ou Bibliográficos; Livro de Tombo n.º IV, do tombo das Artes Aplicadas.Municipal:Decreto Municipal 2.861 de 19 de janeiro de 1983. Dada à complexidade e ao porte do patrimônio que é objeto da presente proposta, bem como pela escassez de recursos oriundos do Tesouro, faz-se necessário e bastante oportuno lançar mão da utilização dos mecanismos legais de incentivos fiscais, o que de certo modo, traz também a oportunidade construir, estreitar e solidificar parcerias com o setor privado, em especial com as empresas que tem proximidade e interesses comuns à sociedade do entorno do nosso museu, e que se mostram mais sensibilizadas com as questões que concernem à preservação do Patrimônio Histórico. Assim, assume-se o claro compromisso de que: ao cabo de todo o processo de reabilitação que a presente proposta abrange, a instituição oferte à sociedade, o pleno acesso de modo franqueado ao seu acervo e ao seu patrimônio predial e paisagístico, o que não será algo novo, seria a continuação de uma missão que cumpre há décadas, valendo-se para tal, de visitas guiadas, de oficinas dedicadas às redes de ensino fundamental e médio, bem como de convênios e parcerias com as instituições de ensino superior do município com o objetivo de dar continuidade ao seu já conhecido e importantíssimo papel de instituição auxiliar na formação nas mais variadas carreiras, através da oferta de estágios acadêmicos em praticamente todas as áreas do conhecimento.Portanto, pode-se concluir que, o projeto enquadra-se plenamente no Artigo 1º da Lei 8313/91, em seus incisos: I _ contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VI _ preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; IX _ priorizar o produto cultural originário do País.E se enquadra em seu artigo terceiro em: III _ preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; b) conservação e restauração de prédios, monumentos, logradouros, sítios e demais espaços, inclusive naturais, tombados pelos Poderes Públicos; c) restauração de obras de artes e bens móveis e imóveis de reconhecido valor cultural; IV _ estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; O conceito norteador da submissão da presente proposta é de o de salvaguardar o complexo arquitetônico e paisagístico, bem como o acervo, os servidores e visitantes, que se pretende ser viabilizado através da seleção na Chamada Pública do BNDES para seleção de propostas no âmbito da iniciativa "Resgatando a História" nº 01/2021.
Justificativa para a estrutura textual alternativa do item “Etapa de Trabalho” A presente proposta tem características que a situam em uma classificação bastante peculiar, em se comparando com a grande maioria das propostas que são submetidas ao escrutínio dos mecanismos a quem nos dirigimos.Há a ocorrência simultânea de diversas ações com o objetivo da realização dos dois produtos elencados, bem como de seus subprodutos, sendo que um destes, é de complexidade bastante ampla, envolvendo elaboração de projetos de Engenharia e de Arquitetura, execução de obras civis de médio e grande porte, de ordem estrutural, bem como a obediência incontestável às normas dos órgãos responsáveis pelo Patrimônio Cultural.Tais peculiaridades resultam em andamento que segue uma ordem distinta para cada execução que compõe cada produto, e essas mesmas peculiaridades nos levam a arrolar tais ações em metas, onde cada uma tem seus inícios, meios, fins e métodos de mensuração de andamento distintas integralmente das outras.Tal escolha se dá, ao nosso entender, como um acessório bastante útil ao entendimento e à transparência do objeto da proposta. Recebemos a informação que a proposta 360355 foi arquivada no Salic. O motivo, segundo a mensagem a recebida, foi que Proponente não exerce atividade EXCLUSIVAMENTE CULTURAL. Contudo, no nosso CNAE, consta somente uma atividade, que é a 91.02-3-01 - Atividades de museus e de exploração de lugares e prédios históricos e atrações similares, atividade exclusivamente cultural, e que consta do artigo 2º, §2º, anexo 8. Desta forma, reapresentamos a proposta, com o mesmo enquadramento. Divulgação: Por se tratar de projetos de arquiterura, engenharia e restauração de patrimônio público tombado, não há divilgação de produtos ou eventos e por isso os custos de divulgação são nulos. A divulgação das diversas atividades previstas será feita através das páginas eletrônicas da Prefeitura de Juiz de Fora, a qual da Fundação Museu Mariano Procópio está vinculada, bem como pelas redes sociais da instituição, a medida qua cada etapa for sendo desenvolvida e encerrada. Como já destacado nos detalhes técnicos, haverá publicação semanal em suas redes sociais (Youtube, Instagram e Facebook) e no sítio eletrônico da Prefeitura de Juiz de Fora, de vídeos de caráter didático, onde se abordam os aspectos históricos e/ ou artísticos que norteiam as peças que compõem o seu acervo, sempre mediados por um dos profissionais das áreas de História e/ou Restauração, lotados na instituição. Cabe também mencionar que todas as publicações das redes sociais do museu são replicadas pela Prefeitura do Município de Juiz de Fora e de outras instituições parceiras no escopo da administração pública em suas respectivas redes sociais, o que amplifica sobremaneira à visibilidade alcançada pela instituição;
Na planilha orçamentária há a previsão de contratação de um estagiário no campo Contrapartida Social. Este estagiário irá atuar junto a equipe da instituição para as atividades previstas na Responsabilidade Social/Democratiização de Acesso: 1)Oferta de oficinas e workshops temáticos dedicados aos discentes e docentes das redes pública e privada de ensino, em caráter franqueado; 2) Ações culturais voltadas ao público infantil ou infanto juvenil. Estas atividades serão coordenadas pelo Departamento de Ações Culturais da Fundação Museu Mariano Procópio.
Acessibilidade Dos produtos “intervenções de Arquitetura, de Engenharia e de Restauração” As propostas supra para o Museu Mariano Procópio integram um projeto maior de requalificação desse complexo, cujo objetivo principal é tornar o museu potencialmente capaz de atender todas as funções esperadas de um equipamento cultural da sua grandeza. Dentre as demandas que se objetiva cumprir, a acessibilidade se faz presente, sendo indispensável pensar a requalificação deste importante patrimônio cultural, promovendo e garantindo o seu acesso às pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida. Além de ser um direito assegurado por lei, entende-se que, enquanto patrimônio, esse fator se torna ainda mais latente, pois a função social atrelada aos bens culturais visa a fruição de todas e todos. Desta forma, todas as intervenções seguirão integralmente a legislação vigente e serão encaminhadas de acordo com os órgãos pertinentes às questões de acessibilidade, tendo como prioridade tornar o espaço em questão um local inclusivo. Observando-se assim aos principais requisitos constantes na Lei 13.146 de 06 de julho de 2015. Ressaltando que os produtos resultantes das intervenções acima elencadas, contemplarão aos seguintes parâmetros de inclusão: ACESSIBILIDADE FÍSICA, ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS, ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS, ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS. Através da instalação de sinalização vertical e horizontal, sanitários adaptados, rampas de acesso, mobiliário urbano adaptado, corrimãos, piso tátil, mapa tátil e calçadas regulares. Conforme itens 2 e 3 da Planilha Orçamentária Os custos despendidos com ações de acessibilidade deverão constar no Orçamento Analítico do Projeto, quando de sua elaboração.*
Democratização do Acesso Considerando-se à natureza do projeto, e mais uma vez ressaltando a sua complexidade, deve-se considerar que o objeto deste, que é o Museu Mariano Procópio, e que por sua vez é um patrimônio material reconhecido por tombamento nos âmbitos Federal, Estadual e Municipal, é, há muito, entre outros motivos, por ser integrante da administração municipal, um aparelho museal praticante das iniciativas que definem a Democratização do Acesso, com destaque para: A publicação semanal em suas redes sociais (Youtube, Instagram e Facebook) e no sítio eletrônico da Prefeitura de Juiz de Fora, de vídeos de caráter didático, onde se abordam os aspectos históricos e/ ou artísticos que norteiam as peças que compõem o seu acervo, sempre mediados por um dos profissionais das áreas de História e/ou Restauração, lotados na instituição. Cabe também mencionar que todas as publicações das redes sociais do museu são replicadas pela Prefeitura do Município de Juiz de Fora e de outras instituições parceiras no escopo da administração pública em suas respectivas redes sociais, o que amplifica sobremaneira à visibilidade alcançada pela instituição; A entrada totalmente gratuita em suas dependências; A oferta de oficinas e workshops temáticos dedicados aos discentes e docentes das redes pública e privada de ensino, em caráter franqueado; A criação do Clube da Caminhada e o fomento de atividades gratuitas ao ar livre, aproveitando-se do bosque e das trilhas que compõem o complexo paisagístico do parque do museu, que tem área de 78.000 m², e que é um espaço bastante propício à caminhadas, trilhas ecológicas e para observação de animais silvestres; Todas as iniciativas elencadas (excluindo-se às que envolvam contato físico) acima, são mantidas com rigorosa periodicidade, e estas, permitiram a sobrevivência da instituição como patrimônio afetivo, como instituição guardiã e difusora do conhecimento histórico e cultural, a despeito dos hiatos em que se manteve fechada para o público, ora por dificuldades de ordem administrativa e/ou por consequência direta da pandemia que assolou o planeta. Por fim, podemos afirmar de modo inconteste que, a reabilitação do patrimônio em questão e a sua consequente abertura à população deverá trazer de volta as condições ideais para a oferta destas e de outras atividades que, continuarão com o acesso amplo e gratuito, garantido a todos os segmentos da população, o que atende com sobras as prerrogativas constantes nos incisos do art. 24 da IN nº 01/2022 abaixo será adotada no projeto, conforme consta a seguir: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados; II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; V - realizar ações culturais voltadas ao público infantil ou infanto juvenil na proporção de vinte por cento do tempo de duração e quantitativo de apresentações, quando mensuráveis, e acompanhado de projeto pedagógico (Anexo I) e observados os indicativos etários. XIV - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela autoridade competente.
Maria Lucia Horta Ludolf de Mello Diretora da Fundação MAPRO- Museu Mariano Procópio Gestora do Projeto FormaçãoCurso de História (Licenciatura): Faculdade de Filosofia e Letras da Universidade Federal de Juiz de Fora, MG,Curso de Biblioteconomia e Documentação: Universidade Santa Úrsula, Rio de Janeiro, RJ, Pós Graduação: Curso Complementar de Estudos Ultramarinos: Instituto Superior de Ciências Sociais e Política Ultramarina da Universidade Técnica de Lisboa, Portugal. MBA em Gestão Estratégica de Serviços: Fundação Getúlio Vargas, Escola de Pós-Graduação em Economia, Rio de Janeiro, RJ Atuação Profissional Professora de História do Brasil e História Geral do Colégio Pio XII, Juiz de Fora, MG, 1968/1969.Professora de Organização Social e Política Brasileira do Colégio Normal Stella Matutina, Juiz de Fora, MG, 1969.Secretária-Executiva do “Experimento de Convivência Internacional” programa de Intercâmbio Cultural entre 64 países, órgão consultor da UNESCO, Rio de Janeiro, RJ, 1973.Chefe do Arquivo Histórico do Centro de Documentação da Fundação Casa de Rui Barbosa, Rio de Janeiro, RJ. Portaria DE/642 de 1º de outubro de 1985. Confirmada no cargo por Portaria DE/674, de 1º de abril de 1987, 1985/2002.Cargo em Comissão de Chefia do Arquivo Histórico e Administrativo da FCRB, após a aposentadoria por tempo de serviço em novembro de 1997, 1997/2002. Carreira na Fundação Casa de Rui Barbosa. Auxiliar Administrativo A exercendo função de pesquisador no Arquivo Histórico do Setor de Documentação da Fundação Casa de Rui Barbosa, RJ, por Portaria DE/181 de 15 de abril de 1974, 1974/1975.Auxiliar de Pesquisas no Arquivo Histórico do Setor de Documentação da Fundação Casa de Rui Barbosa, RJ, por Portaria DE/268 de 31 de outubro de 1975, 1975/1976.Pesquisador Assistente no Arquivo Histórico do Centro de Documentação da Fundação Casa de Rui Barbosa, RJ, por Portaria P/103 de 1º de abril de 1976, 1976/1978.Bibliotecária B nível 43 do Arquivo Histórico do Centro de Documentação da Fundação Casa de Rui Barbosa, RJ, por despacho do Diretor Executivo de 8 de setembro de 1978, 1978/1981 (Processo 09/74).Substituta da Chefe do Arquivo Histórico do Centro de Documentação da Fundação Casa de Rui Barbosa, nos seus impedimentos eventuais, Portaria DE/491 de 15 de janeiro de 1980, 1980/1985.Arquivista B nível 46 do Arquivo Histórico do Centro de Documentação da Fundação da Casa de Rui Barbosa, RJ, em 22 de maio de 1981, 1981/1985.Arquivista B nível 47 promoção por mérito a partir de 1º de agosto de 1985 por Ordem de Serviço DE/006 de 8 de outubro de 1985, 1985/1987.Chefe do Arquivo Histórico do Centro de Documentação da Fundação Casa de Rui Barbosa, Rio de Janeiro, RJ. Portaria DE/642 de 1º de outubro de 1985. Confirmada no cargo por Portaria DE/674, de 1º de abril de 1987, 1985/2002.Arquivista B nível 50 do Setor de Arquivos do Centro de Documentação da Fundação Casa de Rui Barbosa, RJ, por Portaria DE/674 de 1º de abril de 1987, 1987/1990.Arquivista C nível 51 do Setor de Arquivos do Centro de Documentação da Fundação Casa de Rui Barbosa, RJ, promoção por mérito a partir de 1º de dezembro de 1990 por Ordem de Serviço DE/004 de 30 de novembro de 1990.Arquivista Classe A, Padrão III, Função DAS 1011, no Arquivo Histórico e Institucional da FCRB, Rio de Janeiro, RJ, RJU (Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos Civis da União), Lei 8112 de 12.12.1990. Matrícula SIAPE 0670783, 12 de dezembro de 1990, 1990/1997.Tecnologista Senior III, classe A, Padrão III, Função DAS 1011, RJU, matrícula SIAPE 6670783-RJU, 17 de dezembro de 1997 a outubro de 2002.Aposentada por tempo de serviço e nomeada para o Cargo em Comissão de Chefia do Arquivo Histórico e Administrativo da FCRB em novembro de 1997, 1997/2002. Atividades docentes: – Professora de História Geral do Curso Preparatório de Vestibular da Faculdade de Filosofia e Letras da Universidade Federal de Juiz de Fora, MG, janeiro/fevereiro de 1968.– Professora de História do Brasil e História Geral do 1º Ciclo de Nível Médio do Colégio Pio XII, Juiz de Fora, MG, 1968 e 1969.– Professora de Organização Social e Política Brasileira do 1º Ciclo de Nível Médio do Colégio Normal Stella Matutina, Juiz de Fora, MG, 1969.– Trabalho na Área de Educação do Campus Avançado da Universidade Federal de Juiz de Fora, MG, em Tefé, Amazonas, dezembro de 1969. Atividades não docentes: a) Elaboração de Projetos Especiais: b) Comissões internas da FCRB. c) Consultorias: Assistência Técnica de Arquivo: ______________________________________________________________________________________________________________________________________ Fernanda Finotti Cordeiro Secretária Municipal de Fazenda Equipe Executora Possui Graduação em Administração de Empresas pela Universidade Federal de Juiz de Fora (1995), Mestrado em Administração de Empresas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1999), Doutorado em Administração pela Universidade de São Paulo (2004), com Estágio Doutoral na University of Illinois (EUA) e Pós-doutorado no Departamento de Economia da Universidade de São Paulo (2015) e na Columbia University (2016). Atualmente é Professora Titular da Faculdade de Economia da Universidade Federal de Juiz de Fora e do Programa de Pós-Graduação em Economia Aplicada da UFJF e Coordenadora do Projeto de Extensão Conjuntura e Mercados Consultoria (CMC). Diretora Executiva da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Pesquisa e Extensão da UFJF – Gestões 2009 e 2011. Pesquisadora da área de Finanças, atuando principalmente nos seguintes temas: estrutura de capital/financiamento de empresas, valuation e risco corporativo. Diretora da Sociedade Brasileira de Finanças – Biênios 2011-2012 e 2013-2014. Membro do Comitê Científico da Divisão de Finanças do ENANPAD – Biênios 2009-2010 e 2011-2012. Coordenadora da Área de Finanças Corporativas do ENANPAD – Biênios 2005-2006 e 2007-2008. Editora Associada da Revista de Contabilidade e Finanças, linha3 Mercados, desde 2012. Membro do Comitê Científico da Revista Brasileira de Finanças e da Revista de Administração de Empresas (RAE/FGV). ______________________________________________________________________________________________________________________________________ Martvs Antonio Alves Das Chagas Secretário Municipal de Planejamento do Território e Participação Popular Equipe Executora Matheus Jacometti Masson Subsecretário Municipal de Usos e Fontes da Secretaria Municipal de Fazenda Equipe Executora Aline Dias Quirino MAPRO - Gerente Departamento de Execução Instrumental Equipe Executora Fabio Domingues de Souza MAPRO - Gerente Departamento de Planejamento, Parcerias e Fomento Fiscal de Contrato Luiz Antonio Belletti Rodrigues MAPRO - Supervisor de Apoio a Planejamento e Projetos Cíntia Santana de Macedo Gerente Departamento de Controle de Contratos e Financiamentos - Secretaria Municipal de Fazenda Equipe Executora Rogério Siqueira de Oliveira Assessor - Secretaria Municipal de Planejamento do Território e Participação Popular Equipe Executora Filipe Santiago Dos Reis Gerente Departamento de Acompanhamento e Avaliação de Programas - Secretaria Municipal de Planejamento do Território e Participação Popular Equipe Executora A instituição que é objeto e proponente da presente proposta, é parte da Administração Indireta da Prefeitura de Juiz de Fora e que exercerá no escopo do projeto como principais atividades, através de seu quadro de servidores, bem como, valendo-se de outros quadros da Administração Pública, como é mencionado acima, as funções de gestão do processo decisório e fiscalização.
Projeto indeferido