Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Realização de oficinas gratuitas de música e desenho animado para pessoas com e sem deficiência, montagem de exposição de artes visuais e realização deapresentações de música instrumental para compartilhamento dos conteúdos absorvidos e produtos gerados nas oficinas.
Descrição da proposta: O projeto se baseia no tripé de sustentação: conscientização, em prol da inclusão e socialização da pessoa com deficiência, resgate da memória de Flávio de Carvalho e acesso à cultura para todos. A ACESA Capuava - Associação Cultural Educacional Social e Assistencial Capuava - é uma entidade sem fins lucrativos atuante dentro da Fazenda Capuava, que tem como público alvo crianças, jovens e adultos com deficiência, buscando desenvolver as potencialidades humanas. A sede modernista da Fazenda Capuava, projetada e construída entre 1929 e 1938 pelo artista Flávio de Carvalho, é atualmente um Patrimônio Histórico da Humanidade pelo CONDEPHA. A ACESA CAPUAVA foi fundada pela Tia Helô, única herdeira do Flavio de Carvalho e construída no espaço na frente da Casa Modernista. E é nessa fazenda histórica que a ACESA Capuava mantém o Espaço Cultural ACESA Capuava, onde serão realizadas a maioria das atividades aqui propostas. O plano anual contempla 3 produtos culturais, todos gratuitos e inclusivos: realização de oficinas culturais, montagem de exposição de artes visuais, produção e realização de um evento com apresentações de música instrumental. As OFICINAS serão de música e desenho animado, para pessoas com e sem deficiência, com vagas abertas para pessoas já atendidas pela Associação ACESA Capuava, para pessoas atendidas por outras entidades e para público em geral. As aulas ocorrerão de segunda a sexta-feira, de modo que o conhecimento cultural e a vivência do ‘fazer artístico’ contribuam para o desenvolvimento do potencial criativo, das percepções sensoriais e intelectuais e para a formação humana e artísticas dos participantes das oficinas. Cada aluno poderá participar de quantas oficinas desejar e as vagas serão preenchidas por ordem de inscrição. As atividades desenvolvidas servirão de base para a montagem de exposição artística, apresentando os resultados do projeto e dando acesso à produção artística à população em geral. A EXPOSIÇÃO ARTÍSTICA será realizada em 10 dias de ação no total, com entrada livre e totalmente gratuita, apresentando os trabalhos produzidos durante as oficinas. Além de promover o acesso à cultura e formação de plateia, as exposições aproximam Flávio de Carvalho, importante artista brasileiro, da população, mantendo vínculo com sua história artística e perpetuando sua obra. As APRESENTAÇÕES DE MÚSICA INSTRUMENTAL acontecerão em um dia, com a intenção de popularizar o gênero instrumental, estimulando e ampliando a concepção artística da população presente no evento. O evento terá início às 13h e será encerrado às 22h e contemplará a apresentação de 4 bandas locais. Por tratarmos de pessoas com deficiência, haverá o acompanhamento de terapeuta ocupacional, fisioterapeuta, pedagogo, interprete de libras e psicólogo em todos as atividades realizadas (pessoal já contratado pelo proponente por regime de CLT). Estes profissionais darão suporte técnico, auxilio e conhecimento sobre as deficiências atendidas na instituição (física, intelectual, TEA - Transtorno do Espectro Autista, e auditiva) aos oficineiros, desde aspectos motores (postura, coordenação motora global, sugestões de adaptações de materiais), comportamentais (as emoções e os recursos da imaginação e fantasia), pedagógicos (diferentes formas de aprendizagem, relações sociais – inclusão - e criatividade) e da comunicação (noções básica da Comunicação Suplementar e/ou Alternativa (CSA) e Libras).
Objetivo geral: Os objetivos gerais deste projeto são oferecimento de oficinas culturais, montagem de exposição de artes visuais e realização de apresentações de música instrumental para disseminar os conteúdos produzidos e, assim, promover inclusão social e cultural da pessoa com deficiência e possibilitar à mesma a experiência de cidadania concreta, inserindo-a diretamente na comunidade por meio da cultura, além de contribuir para a formação intelectual e cultural dos participantes do projeto, desenvolver as habilidades artísticas, para vivenciarem o fazer artístico, adquirirem técnicas e conhecimento cultural, possibilitar aos participantes o desenvolvimento da sensibilidade artística aliado ao incentivo à criatividade e à expressão individual e coletiva, resgatar a memória do artista modernista Flávio de Carvalho e contribuir para o desenvolvimento humano e artístico dos participantes das ações do projeto, bem como de seus familiares, amigos, comunidades do entorno e população em geral. Objetivos específicos: - Oferecer oficinas gratuitas de música e desenho animado, durante 3 meses; - Oferecer 40 vagas nas 2 oficinas culturais (20 vagas por oficina); - Realizar montagem de exposição de artes visuais com 10 dias de ação com entrada livre e gratuita para a população em geral, e expectativa de atingir 500 pessoas; - Realizar apresentações de música instrumental em um dia de evento para um público de aproximadamente 1000 pessoas; - Impactar diretamente ao menos 1540 pessoas com todas as atividades.
A partir de uma iniciativa pioneira na região de Campinas, por volta de 1998, a psicomotricista Heloísa de Carvalho Crissiuma abriu as porteiras de sua fazenda, antigo reduto do artista Flávio de Carvalho, para iniciar um trabalho com pessoas com deficiência pouco conhecido _ a Equoterapia. O trabalho mantido operacionalmente e financeiramente por "Tia Helô" foi tomando proporções maiores, atraindo cada vez mais pessoas interessadas no tratamento, profissionais de diversas áreas e apoiadores, e logo se tornou uma Associação. Assim nasceu a ACESA Capuava - Associação Cultural Educacional Social e Assistencial Capuava, atualmente uma associação sem fins lucrativos, de utilidade pública atuante dentro da Fazenda Capuava, que tem como público alvo crianças, jovens e adultos com transtorno do espectro autista, deficiência intelectual, deficiência múltipla e surdez. Seu principal objetivo é o desenvolvimento das potencialidades humanas, por meio do atendimento nas áreas de saúde, educação, assistência social e cultura. Apoiamos integralmente a inclusão da pessoa com deficiência, considerando o aspecto físico, emocional, cultural e social. Através da arte, buscamos o desenvolvimento de um sujeito critico capaz de estabelecer relações entre os conteúdos apresentados, a vivência de experiências estéticas e aspetos individuais de sua própria cultura. As elaborações teóricas de L.S.Vigotski (1896-1934) a respeito da aprendizagem e do desenvolvimento de pessoas com e sem deficiência aponta as contribuições da arte para o desenvolvimento humano. Para este autor, a arte está em permanente relação com a realidade objetiva, compreensão que lhe permitia enxergar a potencialidade dessa elaboração humana. Sob esta perspectiva, a arte está intrinsecamente ligada à vida, as relações sociais, de ela é o conjunto de diferentes expressões de aprendizado. Na visão sócio-histórica de Vigotski (2004, 1999), a arte é uma atividade que contempla todos os indivíduos, é uma atividade criadora, na qual a imaginação, a fantasia e a realidade interagem na produção de novas possibilidades de interpretação, de expressão e de ação, assim como constroem outras relações educacionais e sociais com outros sujeitos, independentemente da faixa etária. Flávio de Carvalho, grande representante do Movimento Modernista, transitava entre várias áreas de atuação, pintura, arquitetura, teatro, figurinos e performances, o que mais se exaltava era o seu interesse pelo experimental, a total fuga das regras e formas academicistas de tratar a arte. Sua casa na fazenda Capuava era ponto de encontro da intelectualidade, lugar em que vivia suas inquietações e seu espírito inovador. Suas ideias chocavam as pessoas. Ele saia do lugar comum, na busca da quebra de paradigmas. As Contribuições de Vigotski sobre a arte e o visionário Flávio de Carvalho são ponto de partida para reflexão deste projeto, que prevê a manutenção do ESPAÇO CULTURAL ACESA CAPUAVA, em funcionamento dentra da entidade ACESA Capuava, e busca a arte como forma de comunicação e expressão de sentimentos que auxilia no desenvolvimento de habilidades e capacidades, de pessoas com e sem deficiência, onde oportuniza a vivência indireta de emoções, sentimentos e relações sociais. A arte abre caminhos e perspectivas inusitadas para pessoas com qualquer deficiência. As oficinas de práticas artísticas nos campos da saúde mental, dos trabalhos comunitários e das deficiências têm demonstrado o quanto os processos de criação devem/podem produzir resultados surpreendentes. Dessa forma, esse projeto proporciona a inclusão cultural e social de pessoas com deficiência, promovendo a interação desses com a população em geral e com diversas linguagens artísticas. Além disso, essa iniciativa procura quebrar barreiras de convivência, combater o preconceito à pessoa com deficiência e proporcionar a manutenção das atividades culturais da entidade. Finalmente, o projeto se justifica no que diz respeito à formação de público para a cultura, à acessibilidade e à democratização de acesso, já que leva arte e cultura a pessoas oriundas de comunidades em situação de vulnerabilidade social e pessoas com diferentes tipos de deficiência. Por tudo isso e por não possuir caráter comercial, torna-se imprescindível a utilização do incentivo fiscal para viabilizar a execução da proposta. A proposta se enquadra diretamente nos seguintes incisos do Art. 1° da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; IX - priorizar o produto cultural originário do País. A realização do projeto também permitirá alcançar os seguintes objetivos do Art. 3° da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.
PROJETO PEDAGÓGICO DAS OFICINAS CULTURAIS Conteúdo Programático INTRODUÇÃO À ARTE Na proposta geral dos Parâmetros Curriculares Nacionais, a área de Artes tem uma função tão importante quanto à dos outros conhecimentos no processo de ensino e aprendizagem e se relaciona frequentemente a eles. Entretanto, possui suas especificidades. A educação em arte propicia o desenvolvimento do pensamento artístico e da percepção estética, que caracterizam um modo próprio de ordenar e dar sentido à experiência humana. Com isso, o aluno desenvolve sua sensibilidade, percepção e imaginação, tanto ao praticar atividades artísticas quanto ao apreciar e conhecer as produzidas por ele, pelos colegas, e pelas diferentes culturas. A aprendizagem artística envolve um conjunto de diferentes tipos de conhecimentos, que visam a criação de significações, exercitando fundamentalmente a constante possibilidade de transformação do ser humano. Além disso, encarar a arte como produção de significações que se transformam no tempo e no espaço permite contextualizar a época em que se vive na sua relação com as demais. A arte é um modo privilegiado de conhecimento e aproximação entre indivíduos de culturas e realidade de vida distinta, pois favorece o reconhecimento de semelhanças e diferenças expressas nos produtos artísticos e concepções estéticas, num plano que vai além do discurso verbal: uma criança da cidade, ao observar uma dança indígena, estabelece um contato com o índio que pode revelar mais sobre o valor e a extensão de seu universo do que uma explanação sobre a função do rito nas comunidades indígenas. Uma pessoa deficiente pode ter experiência corporal, por exemplo, através da dança, que criará condições para que haja o compartilhamento de sensações e pensamentos em relação ao corpo, durante a prática de atividade física em um contexto de cumplicidade afetiva. A prática artística também favorece ao aluno relacionar‐se de maneira criadora em outros aspectos da vida ao solicitar os sentidos como portas de entrada para uma compreensão mais significativa das questões sociais. Por exemplo, o aluno que conhece movimentos artísticos estabelece relações mais amplas quando estuda um determinado período histórico. Além disso, quanto mais ele exercitar sua imaginação mais ele estará habilitado a construir um texto. Ao colocar o aluno em contato e apresentar‐lhe a diversidade artística produzida por outras culturas, este poderá compreender e analisar criticamente a relatividade dos valores que estão enraizados nos seus modos de pensar e agir. Dessa forma, pode‐se criar um campo de sentido para a valorização do que é próprio de cada um e favorecer abertura à riqueza e à diversidade da imaginação humana. Outra função igualmente importante que o ensino da arte tem a cumprir diz respeito à dimensão social das manifestações artísticas. Cada cultura revela o modo de perceber, sentir e articular significados e valores que governam os diferentes tipos de relações entre os indivíduos e a comunidade. Em síntese o conhecimento da arte envolve a experiência e o desenvolvimento da criação artística e tudo que nela está envolvido: recursos pessoais, habilidades, pesquisa de materiais e técnicas, a relação entre perceber, imaginar e realizar um trabalho de arte; além da utilização de informações e qualidades perceptivas e imaginativas para estabelecer um contato com a diversidade de manifestações culturais. Entende‐se, portanto que aprender arte envolve não apenas uma atividade de produção artística pelos alunos, mas também a conquista da significação do que fazem, através do desenvolvimento da percepção estética, alimentada pelo contato artístico como objeto de cultura através da história e como conjunto organizado de relações formais. É importante que os alunos compreendam o sentido do fazer artístico; que suas experiências de desenhar, pintar, fotografar, cantar, dançar e representar um personagem, não são atividades que visam distraí‐los da seriedade de suas outras atividades. Ademais, ao fazer e conhecer arte, o aluno percorre trajetos de aprendizagem que propiciam conhecimentos específicos sobre sua relação com o mundo e desenvolvem potencialidades como percepção, observação, imaginação e sensibilidade que podem alicerçar ao autoconhecimento e a própria conscientização. OFICINA DE DESENHO ANIMADO Carga Horária Total: 60 horas-aula por turma, para duas turmas (totalizando 120 horas de atividades oferecidas) EMENTA O objetivo é que os alunos passem a se expressar através do seu próprio desenho, isto é, que encontrem seu estilo de desenho, sua "identidade gráfica". E que passe também a dar vida ao seu desenho, animação, movimento. Toda pessoa tem sua forma individual de se expressar através do desenho, e a pessoa com alguma forma de limitação também tem, inclusive, incorporando sua limitação ao seu estilo próprio de desenho. OBJETIVOS · Definir e desenvolver seu próprio estilo de desenho, de expressão gráfica. · Utilizar as técnicas da animação, dar movimento ao desenho. Dar vida. · Ampliar a autoestima dos alunos. · Criar um filme coletivo de animação. · Divulgar esse filme dentro e fora da instituição. · Auxiliar no desenvolvimento da atividade motora. · Ampliar o repertório de filmes de animação dos alunos, porém com filmes autorais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO · Partir de desenhos dos próprios alunos. · Ensinar a técnica da animação. · Animar os desenhos nas tradicionais pranchetas-de-luz. · Editar as várias experiências gráficas individuais e produzir um filme coletivo. · Inserir trilha sonora e finalizar um produto "audiovisual" · Exibição de filmes de animação autorais AVALIAÇÃO · Avaliar o desenvolvimento individual de cada aluno durante o decorrer da oficina. · Avaliação final do produto audiovisual da oficina, que será o filme coletivo. BIBLIOGRAFIA · Poética do Movimento – José Manuel Xavier – Edições da Monstra – Lisboa – Maio de 2007. · A Longa Caminhada Para a Invenção do Cinematógrafo – Henrique Alves Costa - Cineclube do Porto Editorial- 1988. · A Técnica da Animação Cinematográfica / The TechhiqueofFilm Animation – John Halas e Roger Manvell– Editora Civilização Brasileira – 1979. · Manual do Pequeno Animador – Wilson Lazaretti – Editora Komedi – Campinas - 2009. OFICINA DE MÚSICA Carga Horária Total: 60 horas-aula por turma, para duas turmas (totalizando 120 horas de atividades oferecidas) EMENTA A música possibilita instigar a imaginação, a atenção, a memorização, o raciocínio e a imitação e quando trabalhada através da produção sonora a partir de instrumentos e por objetos que permitam o trabalho sonoro. A linguagem musical deve estar presente nas atividades de expressão física, rítmicas, jogos, brinquedos e roda cantadas, em que se desenvolve no aluno a linguagem corporal, numa organização temporal e espacial. O aluno terá contato com uma variedade de estilos musicais possível, indo da música clássica e da MPB (Música Popular Brasileira). OBJETIVOS · Cantar canções; · Bater palmas em ritmos diversos; · Movimentar-se, dançar e/ou balançar partes do corpo ao som de música; · Ouvir vários tipos de melodias e ritmos; · Manusear objetos sonoros e instrumentos musicais; · Reconhecer canções; · Participar de jogos musicais; · Acompanhar rimas e parlendas com gestos; · Encenar cenas musicais; · Participar de jogos de mímica de instrumentos e sons; · Conhecer e sentir os diferentes instrumentos musicais (sopro, corda e percussão); · Aprender e criar histórias musicais; · Compor canções, inventar musicais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO · Diferentes timbres; · Altura do som: graves e agudos; · Brincadeiras de rodas; · Ritmo e andamento; · Fontes sonoras para o fazer musical. AVALIAÇÃO · Avaliar o desenvolvimento individual de cada aluno durante o decorrer da oficina. BIBLIOGRAFIA · BRITO, Teca A. de: Música na Educação Infantil: Propostas para a formação integral da criança. Ed. Petrópolis, 2003 São Paulo – SP. · ILARI, B. A música e o cérebro: algumas implicações do neurodesenvolvimento para a educação musical. Revista da ABEM, Porto Alegre, vol. 9, 7-16, set. 2003. B, 1999.
OFICINAS Acessibilidade física: O espaço físico onde funciona o Espaço Cultural ACESA Capuava já é acessível e utilizado por pessoas com deficiência e idosos. Acessibilidade de conteúdo: As atividades são acessíveis a pessoas com diversas deficiências físicas e mentais como TEA, síndrome de down, paralisia cerebral e deficiência auditiva e visual. Para garantir o pleno acesso, o proponente já conta com profissionais em seu quadro de funcionários (já contratados em regime CLT) para acompanhar todas as atividades. Haverá acompanhamento de um interprete de libras voluntário nos grupos com surdos e disponibilizada apostila em braile (item da planilha orçamentária: material de apoio pedagógico) para pessoas com deficiência visual, sendo que as atividades já são acessíveis também para este perfil de público. EXPOSIÇÃO Acessibilidade física: O espaço físico onde funciona o Espaço Cultural ACESA Capuava já é acessível e utilizado por pessoas com deficiência e idosos. Acessibilidade de conteúdo: contratação de intérprete de libras (item da planilha orçamentária: intérprete de libras), audiodescrição das imagens (item da planilha orçamentária: audiodescrição), colocação de faixas em braile nos textos (item da planilha orçamentária: impressões em braile). APRESENTAÇÕES MUSICAIS Acessibilidade física: O espaço físico onde funciona o Espaço Cultural ACESA Capuava já é acessível e utilizado por pessoas com deficiência e idosos. Acessibilidade de conteúdo: contratação de intérprete de libras (item da planilha orçamentária: intérprete de libras), sinalização em braile (item da planilha orçamentária: impressões em braile), monitoria inclusiva (item da planilha orçamentária: monitores). A proposta adotará as seguintes medidas do Artigo 24 da Instrução Normativa nº 1/2022 quanto a ampliação do acesso aos produtos do projeto:
A proposta adotará as seguintes medidas do Artigo 24 da Instrução Normativa nº 1/2022 quanto a ampliação do acesso aos produtos do projeto: Produto: OFICINAS I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identicados; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; (exposição e festival) Produto: EXPOSIÇÃO I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identicados; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; (exposição e festival) Produto: APRESENTAÇÕES MUSICAIS I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identicados; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; (exposição e apresentações musicais)
Proponente e Gestão administrativo-financeira - ACESA Capuava Coordenação geral - Renata Lobo Catusso Coordenação de produção / do projeto – Cacho de Ideias/Angela Resta Professor da oficina de Desenho Animado – Maurício Squarisi OBS: os demais profissionais serão selecionados e contratados na fase de pré-produção Proponente e Gestão administrativo-financeira - ACESA Capuava A proponente, através de sua presidente e diretoria, realizará de forma voluntária a gestão adminstrativo-financeira do projeto, sendo também responsável pela total gestão do processo decisório do projeto. Além disso, designará uma funcionária da instituição, Renata Lobo Catusso, para a função de coordenação geral, que receberá pela rubrica “Coordenação Geral”. A ACESA CAPUAVA é uma entidade filantrópica de Valinhos que atende pessoas com transtorno do espectro autista, deficiência intelectual, deficiência múltipla e surdez. Fundada em 2002, atua junto a comunidade carente de toda Região Metropolitana de Campinas e é formada por um grupo de profissionais que se uniu com a missão de prestar um serviço de amor incondicional e de cidadania. Todos seus colaboradores acreditam no ser humano, em suas infinitas possibilidades e em sua capacidade de transformar e transcender toda e qualquer condição de vida. O principal objetivo da associação é auxiliar as pessoas com deficiência e em situação de exclusão social, através do atendimento interdisciplinar nas áreas de educação, saúde, CULTURA e serviço social. A entidade está localizada dentro da Fazenda Capuava, antigo reduto do artista Flávio de Carvalho. Sua casa modernista - patrimônio histórico tombado pelo Condephat, é utilizada para parte das atividades realizadas pela ACESA Capuava, que preza também o resgate da memória do artista. Coordenação geral - Renata Lobo Catusso – CRP 06/41709 Possui graduação em Psicologia pela Universidade São Francisco (1991), mestre em Educação Física pela Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Educação Física, departamento de Educação Física Adaptada (2007). Tem experiência na área de Psicologia Clínica, com ênfase em Psicologia aplicada em habilitação e reabilitação de pessoas com deficiência. Ampla experiência na rotina institucional, junto à equipe interdisciplinar - coordenação técnica. Professora III – disciplinas ministradas: Psicomotricidade; Psicologia Geral e do Desenvolvimento; Psicologia Aplicada às Condições Especiais; Psicologia do Esporte; Psicologia e Educação e Orientação de Trabalho de Conclusão de Curso – TCC. Coordenadora do Projeto Espaço Cultural ACESA Capuava – Flávio de Carvalho, aprovado pela Lei Nacional de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura via Lei Rouanet, nº 1412177, financiado pelas empresas CCR Autoban e Libbs Farmacêutica. Em execução desde início de 2017. Responsável pela seleção, contratação e supervisão dos profissionais. Montar a agenda das atividades associadas ao projeto (controlar frequência dos usuários envolvidos no projeto; avaliar os benefícios aos usuários de acordo com a proposta do projeto; reuniões periódicas com a equipe técnica; avaliação dos profissionais envolvidos no projeto; atendimento geral à família; participação no planejamento das atividades do projeto; execução de relatórios e outras prestações de contas conforme necessário). Atuando principalmente nos seguintes temas: imagem corporal; resiliência; pessoas com deficiência e Organização Não Governamental (ONG). Coordenação de produção/ coordenação de projeto – Cacho de Ideias Angela Resta, proprietária da Cacho de Ideias, é comunicóloga, produtora cultural e professora de disciplinas técnicas na área da Comunicação e Marketing. Graduada em Marketing pela UNIP e em Comunicação Social pela ESAMC Campinas, possui forte ligação com a área cultural desde 1995, quando iniciou sua carreira como atriz de teatro infantil e adulto. Trabalhou por oito anos em companhias teatrais – amadoras e profissionais – do interior paulista, atuando e coproduzindo espetáculos, performances e intervenções cênicas. A partir de 2009, uniu os conceitos de comunicação, marketing e cultura e passou a desenvolver um trabalho direcionado para o fomento cultural, atuando com assessoria de comunicação para eventos e projetos, elaboração de planos de marketing de patrocínio para empresas, elaboração e agenciamento de projetos, planejamento e controle de budget e produção e gestão de eventos e projetos culturais. Recentemente, atuou como coordenadora de produção dos projetos ACESA MOSTRA - CULTURA RURAL (PROAC-ICMS - mostra cultural com exposições, apresentações artísticas e show com Renato Teixeira e Oswaldo Montenegro) e no projeto ARTE E MÚSICA NO MEMORIAL (exposições de obras de 3 artistas de renome internacional e apresentação musical da Família Lima). OBS: os demais profissionais serão angariados na pré-produção do projeto
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.